2386 capítulos
Medium 9788584291335

Cultura e Ideologia

Rafael Guerra Ortiz, Augusto Borges, Clara Tonolli, Diego Alba, Evandro Machado, Flávia Bernardi, Júlio Meister, Luana Pereira, Marcelo Pereira, Marcus Bartelli, Ronaldo Paesi, Tiago Morais, Vicente Dolgener, Vicente Schneider, Virgínea da Rocha Grupo A PDF Criptografado

CHANCES DE CAIR NO ENEM

CIÊNCIAS HUMANAS

CULTURA E

IDEOLOGIA

ETNOCENTRISMO

Compreender e aceitar a multiplicidade de identidades faz parte de uma noção de cultura mais abrangente. O etnocentrismo, ou seja, a ideia de que a minha etnia é mais importante que outras foge a essa defesa da multiplicidade étnica. Em certa medida, a ideia de padronização da sociedade pela indústria cultural e pela cultura de massa fortalece a noção de etnocentrismo.

Você já viu algum filme na televisão falando sobre certos países, e como esses países são “melhores” do que os outros? Boa parte das manifestações de intolerância e de preconceito são baseadas em conceitos etnocêntricos. Vejamos o exemplo brasileiro, em que muitos consideram outras pessoas inferiores porque são de outros estados que não os seus. Talvez aí estejam localizados alguns dos principais perigos da Indústria Cultural, pois, ao promover padronização, pode-se promover também a intolerância.

TROCAS CULTURAIS

Ver todos os capítulos
Medium 9788565848466

Soluções

Johan Hellstein Grupo A PDF Criptografado

Soluções

Posição 1

St.Nikolic-B.Ivkov

Sarajevo, 1967

1…♗e8!

Dirigindo-se para g6 a fim de tomar a diagonal b1-h7.

2 ♗g4 ♕b6+ 3 ♔h1 ♗g6 4 ♕b1 ♕c6 5

♕b5 ♕c8 6 ♖a2 ♗e4

O bispo é instalado em uma casa protegida. As Pretas não têm problemas.

Posição 2

J.Timman-V.Ikonnikov

Dieren, 2009

1 c4!

Liberando a grande diagonal para o bispo, onde não há contraparte preta.

1…♘c7 2 ♕c2 ♕e7 3 ♗e4!

A fim de tornar vulnerável a ala do rei das Pretas.

3…h6 4 ♗b2 ♘e8 5 ♘c1!

Dirigindo-se para b3, a fim de assediar o bispo de a5.

5…♕d7 6 ♗h7+ ♔h8 7 ♗f5 ♕c7 8 ♘b3

As Brancas têm uma clara vantagem.

Posição 3

E.Scholl-J.Timman

Campeonato Holandês

Leeuwarden, 1974

1…♗f8!

As Pretas preparam 2…♗h6 para melhorar o bispo passivo.

2 c3!

A partida continuou com 2 ♘c1? ♗h6

3 ♘d3 ♕c3 4 ♖de2 ♗d2!, e as Brancas abandonam.

2…♗h6

Após 2…bxc3 3 ♖c2, seguido por

Ver todos os capítulos
Medium 9788536326023

Transtornos do controle dos impulsos

Flavio Kapczinski, João Quevedo, Iván Izquierdo Grupo A PDF Criptografado

Transtornos do controle dos impulsos

Ygor Arzeno Ferrão

Gabriela de Moraes Costa

Ellis D’Arrigo Busnello

A impulsividade é um componente mensurável do comportamento, de bases fisioló­ gicas. Ela faz o comportamento ocorrer sem oportunidade para reflexão, portanto,­

A impulsividade é não condizendo com um componente o contexto em que mensurável do comportamento, está inserido. de bases fisioló‑

Mesmo sendo mengicas. Ela faz o cionada diretamencomportamento te em diversas patoocorrer sem logias da quarta edioportunidade

ção do Manual diag­ para reflexão, nóstico e estatístico portanto, não de transtornos men­ condizendo com o contexto em tais (DSM­‑IV; Amerique está inserido. can Psychiatric Association, 1994) e implicada nos critérios diagnósticos de tantas outras, a impulsividade ainda não foi explicitamente definida. A falta de especificidade acerca de seu papel nos trantornos psiquiátricos resulta, em parte, da discordância na literatura sobre como defini­‑la e mensurá­‑la.

A impulsividade vem sendo definida de diversas formas, algumas delas procurando aproximar a clínica da pesquisa, como, por exemplo: predisposição a agir sem refletir, a despeito das consequências; tendência a agir com menor premeditação do que a maioria dos indivíduos de igual capacidade e conhecimento; comportamento relacionado com exposição a riscos, falta de planejamento e tomada rápida de decisão.

Ver todos os capítulos
Medium 9788536322100

27 Pesquisa em Biologia Molecular

Leandro F. Malloy-Diniz Grupo A PDF Criptografado

27

PESQUISA

EM BIOLOGIA

MOLECULAR

Fernando Silva Neves

Felipe Filardi da Rocha

Humberto Correa

A

Neuropsicologia é um ramo da ciência derivada da psicologia e da neurociência que estuda as relações entre o funcionamento cerebral e o comportamento humano em condições normais e/ ou patológicas. Na clínica geral, a neuropsicologia apresenta como principais objetivos a avaliação das diversas funções cognitivas, identificando, se for o caso, disfunções, possibilitando a estruturação de um plano terapêutico para a tentativa de atenuação e, se possível, a reabilitação de disfunções adquiridas ou já preexistentes (Fuentes, Malloy-Diniz, Camargo e Cosenza, 2008).

Na investigação científica, sua aplicação apresenta características distintas. Com o avanço das novas tecnologias e de re-

cursos que possibilitam a investigação do cérebro em funcionamento, como a ressonância magnética funcional (RMf), a tomografia por emissão de fóton único e a tomografia por emissão de pósitrons, desenvolveram-se instrumentos de investigação neuropsicológica de aplicação à pesquisa experimental, com medidas quantitativas de desempenho, possibilitando uma melhor compreensão das relações cérebro-comportamento. De acordo com o desenho de cada estudo, são utilizados testes padronizados ou tarefas (paradigmas) desenvolvidas para testar uma hipótese específica ou, ainda, observar de que modo o cérebro responde a essa tarefa, como é o caso da RMf

Ver todos os capítulos
Medium 9788536304632

Capítulo 2 - Pega-Varetas: fatores que interferemna aprendizagem

Lino de Macedo, Ana Lúcia Sícoli Petty, Norimar Christe Passos Grupo A PDF Criptografado

OS JOGOS E O LÚDICO NA APRENDIZAGEM ESCOLAR

Pega-Varetas: fatores que interferem na aprendizagem

23

2

A

prática no atendimento a crianças em idade escolar tem mostrado que acontecem muitos “ruídos” na aprendizagem, identificados como interferências negativas no processo de comunicação dos conteúdos e procedimentos ensinados e aprendidos. Este capítulo apresenta uma análise de alguns aspectos que constituem esses “ruídos”. Uma preocupação crescente de pais e professores refere-se à indisciplina de seus filhos ou alunos (na escola ou fora dela), e observa-se que essa é, muitas vezes, conseqüência de uma confusão entre o que é falta de limite e o que expressa, de fato, uma dificuldade de aprendizagem. Refletir sobre esses temas pode contribuir de maneira significativa para melhor compreender e gerir o cotidiano da sala de aula.

Para ilustrar essa discussão, foi escolhido o jogo Pega-Varetas (Rabioglio,

1995), muito trabalhado com as crianças atendidas no Laboratório de

Psicopedagogia (LaPp) do Instituto de Psicologia da USP, em um contexto de oficinas1 cujo enfoque é desenvolver atitudes favoráveis à aprendizagem do ponto de vista cognitivo e social. Esse jogo, bastante conhecido, é divertido e adaptável para diferentes faixas etárias. Seu desafio é fazer o maior número de pontos por meio da coleta de varetas. Para tanto, o jogador deve soltar um maço composto por 41 varetas coloridas (amarelas, vermelhas, verdes, azuis e uma preta), sendo que cada cor vale um número de pontos determinado. Devese capturar uma a uma, sem mover as demais e, quando isso ocorre, o jogador conta seus pontos e passa a vez para outro. Jogar bem, portanto, requer organização e planejamento, respeito às regras, atenção e antecipação das ações, aspectos fundamentais para o êxito.

Ver todos os capítulos

Visualizar todos os capítulos