79 capítulos
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Capítulo 6 Métodos de Ensino

Bruno Malheiros Grupo Gen ePub Criptografado

Contextualizando

O voo de Santos Dumont

Os dois aviões apresentados a seguir foram projetados por Santos Dumont:

As duas aeronaves voaram, mas somente a primeira tornou-se bastante conhecida do povo brasileiro. Isto se deve ao fato de o voo do 14 Bis (1906) ter sido realizado antes do voo do Demoiselle (1907). Entretanto, especialistas garantem que o segundo foi o melhor avião desenhado pelo inventor brasileiro.

Mas se o 14 Bis voou, por que Santos Dumont insistiu em buscar uma nova forma de fazer o mesmo equipamento? Nas ciências em geral, sempre se buscam novas formas de fazer algo melhor. Frequentemente, é possível fazer uma mesma coisa de diversas maneiras – algumas melhores, outras nem tanto; algumas mais rápidas, outras mais lentas.

Com base na história dos aviões de Santos Dumont, reflita:

• Como aplicar à educação as diversas formas de se fazer alguma coisa?

• Existem diversas formas de ensinar?

• O que são métodos de ensino?

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Anexo 2: Recursos: sugestões

Lilian Bacich, Adolfo Tanzi Neto, Fernando De Mello Trevisani Grupo A ePub Criptografado

Recurso

Descrição

Endereço

Indicação

Plataformas e Plataformas Adaptativas

Moodle

Software livre (gratuito) de apoio à aprendizagem, em que há possibilidade de trocas entre grupos, acompanhamento individual e acompanhamento de ensino a distância.

www.moodle.org

Todas as áreas do conhecimento

Edmodo

Plataforma que permite troca de materiais entre professores e/ou alunos a partir de interesses em comum, possibilitando que os docentes vejam trabalhos de outros.

www.edmodo.com

Todas as áreas do conhecimento

Google Docs

Compartilhamento de arquivos e construção colaborativa de conteúdos.

docs.google.com

Todas as áreas do conhecimento

Khan Academy

Plataforma adaptativa de matemática. Fornece feedback em tempo real para professores e alunos, identificando suas dificuldades.

pt.khanacademy.org

Matemática

Geekie

Personaliza o ensino para cada aluno, possibilitando que professores e escolas acompanhem o desempenho e conheçam as características de aprendizado de cada estudante.

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1 Introdução

Gabriel Elmôr Filho, Laurete Zanol Sauer, Nival Nunes de Almeida, Valquíria Villas-Boas Grupo Gen ePub Criptografado

Se apenas com idealismo nada se consegue de prático, sem essa
força propulsora é impossível realizar algo de grande.

Almirante Álvaro Alberto

Nos dias de hoje, há uma pressão permanente das atualizações tecnológicas. Fronteiras físicas internacionais são superadas e as comunicações estão muito mais fáceis de serem realizadas. Além disso, bases de dados e informações armazenadas na rede computacional mundial, assim como as mídias sociais, têm gerado desafios educacionais, econômicos e sociais impactantes. Por outro lado, crises econômicas, necessidade de saneamento básico e água potável, dentre tantos outros problemas, ainda atingem drasticamente diversos países.

Nesse cenário, a Educação em Engenharia tem buscado atender as demandas da sociedade em todo o mundo. Assim, a formação técnico-científica de engenheiros(as) deve compreender a inter-relação existente entre governo, academia e empresa na produção de bens e serviços, mas também buscar que os egressos das escolas de Engenharia sejam profissionais técnicos, competentes e socialmente responsáveis.

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Medium 9788584290482

Capítulo 8. Quando a inovação na sala de aula passa a ser um projeto de escola — Verônica Cannatá

Lilian Bacich, Adolfo Tanzi Neto, Fernando De Mello Trevisani Grupo A ePub Criptografado

VERÔNICA CANNATÁ

Este capítulo é um convite à reflexão sobre a importância do envolvimento da equipe de gestão na validação de mudanças significativas no ensino e na escola, seja a partir de um modelo sustentado, seja a partir de um modelo disruptivo. Mais precisamente, é uma tentativa de percurso pelos elementos e figuras representativos da gestão escolar e sua relação com a implantação de um modelo de ensino híbrido. O diretor, o coordenador, o professor, o aluno e o funcionário são agentes desse processo, e uma gestão pode ser democrática e eficaz se eles se integrarem e executarem suas ações em parceria.

Quando falamos em escola, para muitos, a palavra gestão está associada apenas à figura do diretor. Administrar, gerenciar, direcionar, organizar, gerir, decidir e escolher os caminhos e os investimentos da instituição são as atribuições desse profissional que vêm à mente.

Uma instituição educacional, seja ela pública ou privada, em seu sistema hierárquico, atribui poderes de atuação e gestão ao diretor; porém, é preciso levar em conta a contradição de sua função (PARO, 1991). Se a instituição é pública, a autonomia do diretor, a partir de parâmetros nacionais educacionais e administrativos, passa a ser atribuída à garantia da ordem, à execução de processos, à administração de recursos (muitas vezes escassos!), à validação de planejamentos e ao cumprimento de regimentos e estatutos previamente elaborados pelas Secretarias de Educação. O poder do diretor é limitado pelo poder do Estado.

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Capítulo 1. Educação híbrida: um conceito-chave para a educação, hoje — José Moran

Lilian Bacich, Adolfo Tanzi Neto, Fernando De Mello Trevisani Grupo A ePub Criptografado

Um conceito-chave para a educação, hoje

JOSÉ MORAN

Híbrido significa misturado, mesclado, blended. A educação sempre foi misturada, híbrida, sempre combinou vários espaços, tempos, atividades, metodologias, públicos. Esse processo, agora, com a mobilidade e a conectividade, é muito mais perceptível, amplo e profundo: é um ecossistema mais aberto e criativo. Podemos ensinar e aprender de inúmeras formas, em todos os momentos, em múltiplos espaços. Híbrido é um conceito rico, apropriado e complicado. Tudo pode ser misturado, combinado, e podemos, com os mesmos ingredientes, preparar diversos “pratos”, com sabores muito diferentes.

A mistura mais complexa é integrar o que vale a pena aprender, para que e como fazê-lo. O que vale a pena? Que conteúdos, competências e valores escolher em uma sociedade tão multicultural? O que faz sentido aprender em um mundo tão heterogêneo e mutante? Podemos ensinar a mudar se nós mesmos, os gestores e docentes, temos tantas dificuldades em tomar decisões, em evoluir e em ser coerentes, livres, realizados? Podemos ensinar de verdade se não praticamos o que ensinamos?

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