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Medium 9788584290581

Capítulo 4 - Tecnologias digitais computadorizadas no processo de ensino-aprendizagem de ciências

Terezinha Valim Oliver Gonçalves, Francisco Cristiano Da Silva Macêdo, Fábio Lustosa Souza Grupo A PDF Criptografado

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Tecnologias digitais computadorizadas no processo de ensino-aprendizagem de ciências

Francisco Cristiano da Silva Macêdo e Josefina Barrera Kalhil

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este capítulo, discutiremos o ensino e a aprendizagem das ciências por meio da apropriação das tecnologias digitais computadorizadas (TDCs) como ferramenta pedagógica. A concepção e utilização das TDCs neste texto partem de dois princípios: o rompimento de sua utilização assentada nas leituras tradicionais e a promoção do ensino e da aprendizagem das ciências para a formação cidadã e crítica dos estudantes.

Elas são capazes de mediar a construção do conhecimento e despertar o interesse dos estudantes para a resolução de problemas; é sobretudo recomendável utilizar as TDCs como instrumento capaz de colocar o educando em atividade e estimulá-lo a aprender significativamente os conteúdos científicos, relacionando-os com as suas vivências. Se elas são capazes de auxiliar na superação dos paradigmas tradicionais de ensino-aprendizagem, também enriquecem as possibilidades de descobertas e pesquisas, favorecendo o relacionamento entre as ciências, as tecnologias, a sociedade e o meio ambiente.

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Medium 9788584291595

Capítulo 4. O parque de diversões para pássaros: emergência e processo de um projeto

Lella Gandini, Lynn T. Hill, Louise Cadwell, Charles Schwall, Clarice de Campos Bourscheid, Roberto Cataldo Costa Grupo A PDF Criptografado

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O parque de diversões para pássaros: emergência e processo de um projeto

Lella Gandini

No início, os ateliês em Reggio Emilia foram configurados como espaços centralizados aos quais as crianças iam em grupos para trabalhar com materiais como tinta e argila com os atelieristas. Com a necessidade de ter mais espaço para trabalhar com uma variedade de materiais, um miniateliê foi montado dentro ou próximo a cada sala de atividades, e os trabalhos de professores e atelieristas se mesclavam em aprendizagem recíproca. Esse fato se tornou parte de um projeto educacional que incentivava e apoiava conexões entre diferentes papéis em pré-escolas e creches.

Como atelierista, Vea Vecchi descreveu essa experiência da seguinte forma:

Trabalhando juntos, orientando as crianças em seus projetos, os professores e eu nos encontramos cara a cara muitas vezes – como se estivéssemos olhando em um espelho –, aprendendo uns com os outros e, juntos, aprendendo com as crianças. Assim, estávamos tentando criar caminhos rumo a uma nova abordagem educativa, uma que certamente não tivesse sido experimentada antes, na qual a linguagem visual fosse interpretada e conectada a outras linguagens, tudo isso ganhando em ter-

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Medium 9788584291830

Capítulo 11. O processo de planejamento

Grant Wiggins, Jay McTighe Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 11

O processo de planejamento

Os arquitetos têm paciência para planejar. Os construtores têm habilidade para improvisar. Improvisação, no entanto, não é um substituto do planejamento.

O propósito do planejamento é atingir resultados previsíveis. O propósito da improvisação é manter o andamento do trabalho.

_John McClean, 20 Considerations That Help a Project Run Smoothly, 2003

Os estadunidenses têm a noção de que um bom ensino provém de interações habilidosas e espontâneas com os alunos durante as aulas [...]

Tal visão minimiza a importância de planejar aulas cada vez mais efetivas e dá credibilidade à crença tradicional de que bons professores já nascem prontos, não que eles são formados.

_James Stigler e James Hiebert, Understanding and Improving Classroom Mathematics

Instruction, 1997

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e você tem acompanhado nosso relato de como o fictício professor Bob James está refletindo sobre o seu planejamento, deve ter notado que ele precisa repensar elementos da sua unidade à medida que cada ideia nova é apresentada. Por exemplo, suas compreensões iniciais não eram estruturadas como compreensões; elas apenas resumiam o tópico. Seu processo ilustra uma ideia fundamental do planejamento para a compreensão – a de que chegar a uma compreensão profunda requer repensar ideias-chave, quer estejamos falando de estudantes jovens ou de professores-planejadores veteranos.

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Medium 9788536327013

7. PERÍCIA DE IMPUTABILIDADE PENAL

Jose G. Taborda Grupo A PDF Criptografado

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PERÍCIA DE

IMPUTABILIDADE PENAL

José G. V. Taborda

Miguel Chalub

PONTOS-CHAVE

• A avaliação da imputabilidade é sempre retroativa e visa a

avaliar o estado mental do réu ao tempo da prática do delito.

A lei brasileira adota o critério biopsicológico para a avaliação da imputabilidade de um agente. Por tal critério, o réu deveria apresentar um transtorno mental quando da prática do crime e, em razão desse transtorno mental (nexo de causalidade), ser inteiramente incapaz de entender o que fazia (elemento cognitivo) ou de determinar-se conforme esse entendimento (elemento volitivo).

A lei brasileira prevê a possibilidade de semi-imputabilidade, categoria na qual se enquadram aqueles que, em razão de transtorno mental, tinham reduzida capacidade de entendimento ou de determinação quando da prática do crime.

O diagnóstico de doença mental, mesmo grave, por si só não implica que o agente seja inimputável.

A emoção e a paixão, se não forem manifestações sintomáticas de algum transtorno mental, não têm qualquer relevância para a determinação da imputabilidade do réu.

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Medium 9788573079739

11 O processo de pensamento de Goldratt

James F. Cox Iii Grupo A PDF Criptografado

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O processo de pensamento de Goldratt

INTRODUÇÃO

O que são os processos de pensamento da teoria das restrições de Goldratt? São um conjunto de ferramentas para serem utilizadas individualmente ou ligadas logicamente, baseadas em um relacionamento causal. As ferramentas são úteis na identificação do problema central em uma situação pessoal, organizacional ou de qualquer tipo, na determinação e teste de soluções do tipo ganha-ganha antes da implementação e na determinação dos obstáculos para a implementação e de como suplantar esses obstáculos. Cada uma das seis ferramentas possui um grande espectro de utilizações, muito numerosas para listar e discutir neste último capítulo. No entanto, serão fornecidas instruções detalhadas para a construção da árvore da realidade atual, a evaporação de nuvens e as ferramentas ligadas ao ramo negativo do problema. O

Capítulo 10 forneceu aplicações específicas relacionadas a indicadores, e a plantas de estrutura A, V e T já que fornecem ligações de problemas específicos a partir do sistema de indicadores de desempenho e do sistema tradicional de programação. A dispersão das nuvens será utilizada para ilustrar os conflitos que os gerentes enfrentam na implementação de um verdadeiro processo de melhoria contínua em numa organização.

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