2214 capítulos
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2. Empreendedorismo Socioambiental: Experiência com Projetos no Ensino Médio

Andrade, Rosamaria Calaes de Grupo A PDF Criptografado

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Coleção Escola em Ação

Empreendedorismo

Socioambiental: Experiência com Projetos no Ensino Médio

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Carlos Alberto Mourthe Junior

INTRODUÇÃO

A rede de relações aqui tecida em forma de história terá como marco referencial de início o primeiro dia de atividades educacionais do Colégio Engº Juarez Wanderley (Figura 2.1), projeto idealizado pelo Instituto Embraer de Educação e Pesquisa e implantado em parceria com o Sistema Pitágoras de Ensino.

Ressaltar a presença de um marco referencial de início, e não do início propriamente dito, faz-se necessário pelo fato de, no dia 01 de fevereiro de 2002, os alunos e profissionais que se encontravam pela primeira vez nas instalações do colégio trazerem consigo suas histórias de vida, ontologias incorporadas de vozes (Bakhtin, 2003), produzindo alta diversidade de construções de realidades próprias (Maturana e Varela, 2002). Tínhamos em comum, no entanto, a predisposição para fazermos conexões sociais. Não por uma enorme coincidência de perfis selecionados, mas pela herança biológica que nós, integrantes do gênero Homo1, carregamos desde o surgimento dos nossos primeiros ancestrais hominídeos – somos seres cooperativos e amorosos (Maturana, 2001).

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Medium 9788584291328

Questões de 351 a 400

Rafael Guerra Ortiz Grupo A PDF Criptografado

CIÊNCIAS HUMANAS

O fragmento do discurso dirigido ao parlamentar do Império refere-se às mudanças então em curso no campo brasileiro, que confrontaram o Estado e a elite agrária em torno do objetivo de regulamentar o tráfico interprovincial de cativos para sobrevivência das fazendas. adotar o regime assalariado para proteção da mão de obra estrangeira. financiar a fixação de famílias camponesas para estímulo da agricultura de subsistência. definir uma política de subsídio governamental para o fomento da imigração. fomentar ações públicas para ocupação das terras do interior.

QUESTÃO 351

28%

(2016) A regulação das relações de trabalho compõe uma estrutura complexa, em que cada elemento se ajusta aos demais. A lystiuskUrabalhp é apenas uma das peças dessa vasta engrenagem. A presença de representantes classistas na composição dos órgãos da Justiça do Trabalho é também resultante da montagem dessa regulação. O poder normativo também reflete essa característica. Instituída pela Constituição de 1934, a Justiça do Trabalho só vicejou no ambiente político do Estado Novo instaurado em 1937.

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Medium 9788536302270

Capítulo 15. Desenvolvimento e conduta social dos seis anos até a adolescência

César Coll; Álvaro Marchesi; Jesús Palacios Grupo A PDF Criptografado

DESENVOLVIMENTO PSICOLÓGICO E EDUCAÇÃO, V.1

15

287

Desenvolvimento e conduta social dos seis anos até a adolescência

MARÍA DEL CARMEN MORENO

A EXPERIÊNCIA SOCIAL DURANTE O

PERÍODO ESCOLAR

Grande parte da experiência social que nossas crianças recebem é produzida por meio de um processo de segregação em função da idade; tanto a experiência escolar como muitas das atividades extra-escolares (equipes desportivas, aulas de música ou idiomas, etc.) estão estruturadas em função da data de nascimento.

Por outro lado, e como conseqüência principalmente de duas mudanças sociais importantes, como são a incorporação da mulher-mãe ao trabalho extradoméstico e as reformas educativas que ampliaram a escolarização obrigatória, o certo é que a inserção no grupo de iguais ocorre antes mesmo do que ocorria há uma década e, ao mesmo tempo, permanece-se formalmente vinculado a ele durante mais anos.

Os contatos com iguais, especialmente com os amigos, servem a funções muito significativas no desenvolvimento (ver Asher e

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Medium 9788536305189

11. De asas de jacarés e rabos de borboletas à construção fenomenológica de uma canoa

Sato, Michèle Grupo A PDF Criptografado

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Sato, Carvalho e cols.

TÍTULOS E METÁFORAS

Temos uma certa irreverência em brincar com as palavras e buscar títulos insinuantes, mas a leitora ou o leitor mais desavisado pode não compreender nossa seriedade bem-humorada. Sem medo de sermos taxados de artistas, ou até mesmo de loucos, resolvemos iniciar nosso diálogo esclarecendo nossos intentos expressos nas linguagens. Queremos ter a liberdade de Oscar

Wilde, de criticar a crítica de sua arte,2 e explicitamos nossos desejos de participação em um sistema de avaliação da Educação Ambiental (EA) para mostrar que temos campos epistemológicos próprios, métodos plurais e podemos contribuir com certos “produtos” que nos são oferecidos sob a forma de “pacotes”, requeridos pelo próprio sistema que nos rege, sem que nos tenham antes dado a palavra ou ouvido.

“Mostrar com quantos paus se faz uma canoa” quer revelar o quanto sabemos e como podemos, sem contudo, deixar de anunciar o quanto ainda temos que aprender! Sem a pretensão do absolutismo, nossa metáfora emana da vontade de criar e ressignificar novos sentidos à EA. Estamos cientes de que a analogia é maleável na polissemia que origina indefinidos contornos semânticos e, por isso mesmo, é nossa intenção caminhar na capacidade evocativa da imaginação, já que toda metáfora possui uma característica “substitutiva, tensional e criativa” (Pieri, 2002, p. 320), evocando, com vantagem neste caso, um atrevido sentido de impertinência.

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Medium 9788563899774

Parte I - O Desafio do Aluno

Sánchez Miguel, Emilio Grupo A PDF Criptografado

2

O que significa compreender

introdução

O que ocorre em nossa mente quando se interpreta um texto escrito? Esse é o ponto de partida para conceber alguma intervenção eficaz, pois, sem saber que processos intervêm nessa opaca atividade mental, dificilmente poderemos escolher, entre todas as ajudas possíveis, aquelas que sejam relevantes. Esses processos têm uma dupla natureza. Alguns são específicos da leitura e da compreensão da linguagem, enquanto outros são de caráter motivacional-emocional, e intervêm sempre que empreendemos uma tarefa complexa e exigente. Nestas páginas, fazemos um esforço de integrar em um modelo único tanto os processos específicos da leitura como os motivacionais-emocionais, pois todos eles serão retomados ao longo dos demais capítulos. Os primeiros podem ser chamados de processos “frios”, pois estão ligados à resolução da tarefa em si; e os segundos de

“quentes”, pois têm a ver com os componentes afetivos e pessoais que nos movem a enfrentar a leitura.

O capítulo foi redigido, como dissemos na breve introdução a esta primeira parte do livro, para permitir uma dupla leitura, dependendo de quais são os interesses do leitor. A primeira, e menos exigente, requer apenas considerar o item

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