3598 capítulos
Medium 9788536306063

Músculos do Tronco

Robert J. Stone Grupo A PDF Criptografado

94

ROBERT

J.

STONE

&

JUDITH

A.

STONE

ERETOR DA ESPINHA*

Iliocostal cervical

■ Origem

Ângulos da terceira à sexta costela

■ Inserção

Processos transversos das quarta, quinta e sexta vértebras cervicais

■ Ação

Faz a extensão e a flexão lateral da coluna vertebral

■ Nervo

Divisões primárias dorsais das raízes espinais

Iliocostal torácico

■ Origem

Ângulos das seis costelas inferiores e mediais ao iliocostal lombar

■ Inserção

Ângulos das seis costelas superiores e processos transversos da sétima vértebra cervical

■ Ação

Faz a extensão e a flexão lateral da coluna vertebral, rota as costelas na inspiração forçada

■ Nervo

Divisões primárias dorsais das raízes espinais

Iliocostal lombar

■ Origem

Cristas sacrais medial e lateral e parte medial das cristas ilíacas

■ Inserção

Ângulos das seis costelas inferiores

■ Ação

Faz a extensão e a flexão lateral da coluna vertebral, rota as costelas na inspiração forçada

■ Nervo

Divisões primárias dorsais das raízes espinais

*O eretor da espinha (sacrospinal) é um complexo de três conjuntos de músculos: iliocostal, longuíssimo e espinal. Esse grupo muscular origina-se nas cristas sacrais medial e lateral, na parte medial das cristas ilíacas e nos processos espinhosos e ligamento supra-espinal das vértebras lombares e das décima primeira e décima segunda vértebras torácicas.

Ver todos os capítulos
Medium 9788573074406

Capítulo 6 - As informações nos servem para aprender e nos provocar novas interrogações

Fernando Hernández Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO VI

As informações nos servem para aprender e nos provocar novas interrogações

Um projeto de trabalho na turma de 3 anos

Mercé de Febrer e Fernando Hernández

“Os odisséicos(...) buscam conexões entre as idéias.”

Murrey Gell-Mann (1995). El quark y el jaguar.

Um projeto pode ter diferentes leituras

O que pode ser mais relevante e chamar a atenção do leitor, neste projeto, é como se cria e desenvolve, nas crianças pequenas, o interesse pela informação e ver como enfrentam sua própria aprendizagem quando têm um problema a resolver.

Numa primeira aproximação, também pode surpreender ver como se vai despertando a curiosidade e a participação das famílias pelo que acontece na escola. Os pais e as mães, em sua colaboração com o projeto

(comprando o jornal, gravando programas de televisão,...), foram compreendendo como seus filhos podiam aprender em sala de aula de maneira diferente daquela que poderiam esperar de um grupo de 3 anos.

Ver todos os capítulos
Medium 9788584291885

Capítulo 5. Jabuti Edu: uma plataforma livre de acesso à robótica educacional

Rodrigo Barbosa e Silva, Paulo Blikstein Grupo A ePub Criptografado

uma plataforma livre de acesso à robótica educacional

Eloir José Rockenbach, Daniele da Rocha Schneider, Enoque Alves, Léa Fagundes, Patrícia Fernanda da Silva

A robótica vem ganhando espaço em sala de aula como uma estratégia pedagógica inova­dora. Caracteriza-se por ambientes de aprendizagem enriquecidos por dispositivos robóticos que permitem aos alunos explorarem e criarem suas teo­rias e hipóteses por meio de observações e da própria prática.

Isso envolve um processo de construção e reconstrução do próprio conhecimento por meio da motivação, dando sentido ao processo de aprendizagem, no qual “[...] o tempo e o espaço são o da experimentação e da ousadia em busca de caminhos e de alternativas possíveis [...]” (KENSKI, 2003, p.47), permitindo ao aluno a análise, a comparação e a exploração de forma autônoma.

Por meio do fazer, colocar a “mão na massa”, o aluno tem a oportunidade de criar soluções por conta própria, facilitando, assim, o desenvolvimento do conhecimento. Para Piaget (1976), esse conhecimento não está no sujeito nem no objeto, mas na interação do sujeito com o objeto – na medida em que o aluno estabelece relações com o objeto, vai construindo seu próprio conhecimento.

Ver todos os capítulos
Medium 9788536305745

Capítulo 21. Aspectos neuropsiquiátricos dos distúrbios cerebrovasculares

Stuart C. Yudofsky Grupo A PDF Criptografado

21

605

Neuropsiquiatria e neurociências na prática clínica

Aspectos neuropsiquiátricos dos distúrbios cerebrovasculares

Robert G. Robinson, M.D.

Sergio E. Starkstein, M.D., Ph.D.

A

s doenças cerebrovasculares incluem uma ampla gama de distúrbios — desde o estreitamento aterosclerótico dos vasos sangüíneos cerebrais até os infartos permanentes ou transitórios e fenômenos hemorrágicos causados por fraqueza das paredes vasculares. Este capítulo se concentra no acidente vascular cerebral (AVC), definido como a perda súbita do suprimento de sangue para o cérebro, levando a danos permanentes dos tecidos.

O AVC é o distúrbio neurológico grave mais comum e é responsável por metade de todas as hospitalizações urgentes por doenças neurológicas. Sua incidência específica por idade varia consideravelmente ao longo do curso da vida (Figura

21–1). Em Rochester, Minnesota, a incidência anual em pessoas com menos de 35 anos de idade era de uma a cada 10 mil, enquanto entre aquelas com mais de 85 anos a incidência era de quase 200 por cada 10 mil pessoas (Bonita, 1992).

Ver todos os capítulos
Medium 9788536308524

7. Síndrome de Down

Fintan J. Regan Grupo A PDF Criptografado

Sobrevivendo e vencendo com necessidades educacionais especiais

43

7

Síndrome de Down

Um bebê possui síndrome de Down quando nasce com um cromossomo extra no par 21, seja inteiro ou parcial, somando 47 cromossomos, ao contrário do número usual de 46. Trata-se de uma condição genética, mas, para a maioria das pessoas com essa síndrome, não existe uma razão específica para a ocorrência da mutação: ela não resulta de algo que os pais fizeram ou deixaram de fazer. O cromossomo extra pode vir do espermatozóide do pai ou dos óvulos da mãe, ou pode ocorrer logo após a concepção. Mulheres que concebem após os 35 anos parecem ser sobremaneira suscetíveis a ter bebês com Down. Entretanto, a idade do pai parece não ter efeito semelhante. Se um casal tem um filho com a síndrome, suas chances de ter outro são maiores, e é aconselhável procurar orientação genética. Existem exames pré-natais que o médico sugere aos futuros pais se houver razão para preocupação. O exame mais comum (atualmente) é o teste de amniocentese, que analisa uma amostra do líquido amniótico que envolve o feto no útero da mulher.

Ver todos os capítulos

Visualizar todos os capítulos