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Medium 9788577807154

Geração de ideias

Ken Burtenshaw Grupo A PDF Criptografado

Geração de ideias

É essencial que a proposta publicitária seja comunicada de modo claro e coerente. Seja objetivo ao avaliar as próprias ideias e ouça o que os outros têm a dizer sobre elas. As ideias publicitárias mais valiosas são aquelas que, além de originais e breves, também são viáveis para uma campanha e têm um conceito ou tema central que pode gerar diversos anúncios em várias mídias. Em geral, as melhores ideias são as mais simples.

Na verdade, é possível que sua grande ideia seja tão simples que você se pergunte por que ninguém usou ela antes.

O segredo de ter boas ideias é ter muitas ideias para escolher as boas. Quanto mais ideias você tiver, maior a chance de ter algumas “vencedoras” entre elas. Quantidade também significa qualidade, então não se reprima e não tenha preconceitos com suas ideias, apenas tenha muitas delas. Quanto mais malucas, melhor! As ideias malucas podem não ser utilizáveis em seu estado bruto, mas podem ser o ponto de partida para ideias melhores, pois elas o ajudam a enxergar de um ponto de vista diferente.

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Medium 9788521636250

Capítulo 4 Planejamento Educacional

Bruno Malheiros Grupo Gen ePub Criptografado

Contextualizando

Aurora sem dia, de Machado de Assis

Luís Tinoco possuía a convicção de que estava fadado para grandes destinos, e foi esse durante muito tempo o maior obstáculo da sua existência. No tempo em que o Dr. Lemos o conheceu começava a arder-lhe a chama poética. Não se sabe como começou aquilo. Naturalmente os louros alheios entraram a tirar-lhe o sono. O certo é que um dia de manhã acordou Luís Tinoco escritor e poeta; a inspiração, flor abotoada ainda na véspera, amanheceu pomposa e viçosa. O rapaz atirou-se ao papel com ardor e perseverança, e entre as seis horas e as nove, quando o foram chamar para almoçar, tinha produzido um soneto, cujo principal defeito era ter cinco versos com sílabas de mais e outros cinco com sílabas de menos. Tinoco levou a produção ao Correio Mercantil, que a publicou entre os ‘a pedidos’.

Mal dormida, entremeada de sonhos interruptos, de sobressaltos e ânsias, foi a noite que precedeu a publicação. A aurora raiou enfim, e Luís Tinoco, apesar de pouco madrugador, levantou-se com o sol e foi ler o soneto impresso. Nenhuma mãe contemplou o filho recém-nascido com mais amor do que o rapaz leu e releu a produção poética, aliás decorada desde a véspera. Afigurou-se-lhe que todos os leitores do Correio Mercantil estavam fazendo o mesmo; e que cada um admirava a recente revelação literária, indagando de quem seria esse nome até então desconhecido!

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Medium 9788582713822

Capítulo 1 - A abordagem funcional

Craig Liebenson Grupo A PDF Criptografado

PARTE I

Fundamentos

CAPÍTULO

1

Craig Liebenson

A abordagem funcional

O treinamento tem muitas conotações diferentes, dependendo da perspectiva de cada um. Tradicionalmente, para indivíduos sadios ou atletas, ele enfoca força, flexibilidade ou treinamento cardiovascular. Esse treinamento, em geral, é supervisionado por um educador físico (personal trainer) ou técnico de força e condicionamento (F&C). Este livro promove uma abordagem diferente, na qual o objetivo do treinamento

é promover o desenvolvimento atlético (1,2). Da perspectiva do desenvolvimento atlético sustentável, o treinamento não se limita apenas aos domínios de força, flexibilidade ou cardiovascular, mas também enfoca os fundamentos de agilidade, balanço (equilíbrio) e coordenação como uma base para o desenvolvimento de um aperfeiçoado repertório motor (3).

Ironicamente, quando o aprendizado do repertório motor se torna a meta do desenvolvimento atlético, o treinamento não só fica mais funcional como também começa a se sobrepor à reabilitação clínica. Ele se torna mais funcional na medida que o foco do treinamento é desenvolver os padrões de movimento estereotípicos (p. ex., empurrar, puxar, agachar, correr) que um atleta usa em todos os esportes, em vez de movimentos isolados de articulações específicas (p. ex., contração do bíceps/flexão do cotovelo, contração dos isquiotibiais/flexão do joelho). Um fisiculturista pode preferir treinar um músculo de forma isolada para causar hipertrofia, mas a hipertrofia não é a meta primária para um atleta. Um princípio importante da ciência do exercício é o da Adaptação Específica a Demandas Impostas (SAID,

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Medium 9788584291588

Capítulo 7. Sistemas de recomendação de e para grupos

Patricia Alejandra Behar Grupo A PDF Criptografado

7

SISTEMAS DE RECOMENDAÇÃO

DE E PARA GRUPOS

Ana Carolina Ribeiro Ribeiro | Fátima Weber Rosas

Gislaine Rossetti Ferreira | Patricia Alejandra Behar

Este capítulo trata de sistemas de recomendação (SRs) para a formação de grupos e para grupos existentes, tanto no contexto da educação a distância

(EAD) quanto em outros âmbitos.

Entende-se que a contribuição de SRs na EAD é evidenciada tendo em vista que um grupo é formado por diferentes perfis e que a união dos sujeitos individuais resulta em um novo perfil, o do grupo. Diante disso, novas necessidades e novos interesses emergem, fruto das trocas desses sujeitos, da busca de um objetivo comum e do confronto de diferentes ideias, entre outras possibilidades. Essas questões são ainda mais complexas nessa modalidade de educação em que os alunos, na maioria das vezes, não se conhecem e necessitam se aproximar para a realização de atividades e discussões ao longo de determinado curso.

Com base no exposto, ressalta-se a importância da recomendação tanto para a formação de um grupo, a partir de seus perfis, quanto para a identificação de estratégias e materiais para grupos já existentes. Dessa forma, a seguir será abordada a definição de grupos e suas características. Após, será apresentado o processo de recomendação de e para grupos na EAD, bem como os SRs para formar tais grupos. Por fim, serão elencados os SRs de materiais e recursos para os grupos, bem como as considerações que encerram o capítulo.

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Medium 9788536303871

5. O Custo das Modificações

Kent Beck Grupo A PDF Criptografado

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PROGRAMAÇÃO EXTREMA EXPLICADA

Eu decidi naquele momento que nunca deixaria um problema chegar até a fase de produção. Não senhor, eu iria encontrar os problemas o mais cedo possível. Resolveria cada possível problema antecipadamente. Eu iria ver e rever meu código. De jeito nenhum eu iria custar ao meu empregador U$ 100.000.

O problema é que essa curva não é mais válida. Ou melhor, com uma combinação de tecnologia e práticas de programação, é possível obter uma curva que é bem o contrário disso. Hoje em dia, as histórias são possivelmente como a seguinte, que aconteceu comigo recentemente em um sistema de gerenciamento de contratos de seguro de vida.

17:00 – Descubro que aparentemente a maravilhosa função do nosso sistema com a qual uma única transação pode ter débitos de muitas contas e créditos para muitas contas simplesmente não é usada. Cada transição vem de uma conta e vai para outra. É possível simplificar o sistema como mostra a Figura 2?

17:02 – Peço para Massimo sentar-se comigo para examinar a situação. Escrevemos uma consulta. Cada uma das 300 mil transações no sistema tem uma única conta de débito e uma única conta de crédito.

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