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Capítulo 4 - Substituição do trabalho preditivo por automação, robotização e inteligência artificial provocando o fim do vínculo empregatício

Rui Fava Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 4

Substituição do trabalho preditivo por automação, robotização e inteligência artificial provocando o fim do vínculo empregatício

A fábrica do futuro terá apenas dois empregados, um homem e um cachorro. O homem estará lá para alimentar o cachorro. O cachorro estará lá para impedir que o homem toque nos equipamentos.

Warren Gamaliel Bennis

1925-2014

A proporção das metamorfoses nos últimos tempos tem sido sem precedentes, nos pegando desprevenidos, razão pela qual continuaremos a ser perpétuos novatos quando se trata de tecnologia. Precisamos acreditar mais nas coisas improváveis. Tudo está em fluxo constante de mutação, e, com imaginação, poderemos aprender a discernir o que está à frente com mais clareza e naturalidade.

A Revolução Agrícola está assentada na produção de alimentos; a Revolução

Industrial, alicerçada na manufatura das coisas; e a Revolução Tecnológica, fundamentada na entrega de serviços por máquinas inteligentes munidas de inteligência artificial (IA). A transfiguração

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Medium 9788536317724

Capítulo 49. Vias metabólicas no jejum hepático e respectiva disfunção na síndrome de Reye

J.G. Salway Grupo A PDF Criptografado

Vias metabólicas no jejum hepático e respectiva disfunção na síndrome de Reye

49

Dependência metabólica mútua

Mapa 49.1 A dependência mútua das vias metabólicas operando no fígado em estado de jejum. No fígado, durante o jejum, gliconeogênese, cetogênese,

β-oxidação, cadeia respiratória e ciclo da ureia funcionam conforme o esquema apresentado no mapa.

Sua dependência mútua é baseada em sua necessidade de um suprimento de cofatores, tais como ATP,

NAD+, FAD, etc.

Síndrome semelhante à de Reye

Cerca de 30 erros congênitos de metabolismo têm sido apresentados como imitação da clássica síndrome (induzida por ácido acetilsalicílico) de Reye.

Embora à primeira vista eles possam parecer muitos e variados, logo todos podem ser classificados em grupos que demonstram deficiência no desempenho da β-oxidação, da gliconeogênese, da cetogênese, do ciclo da ureia ou cadeia respiratória (ver Mapa 49.2). A falha de qualquer uma dessas vias leva à restrição de todas elas com acúmulo microvesicular de gordura no fígado, hipoglicemia e hiperamonemia, como descrito para a síndrome de Reye.

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Medium 9788584291885

Capítulo 3. Uma experiência de implementação de robótica e computação física no Brasil

Rodrigo Barbosa e Silva, Paulo Blikstein Grupo A ePub Criptografado

João Vilhete Viegas d’Abreu, Josué J. G. Ramos, Anderson Pires Rocha, Guilherme Bezzon, Simone Xavier, José Luis de Souza

A robótica pedagógica (RP) é uma área de conhecimento que vem sendo desenvolvida em muitas instituições educacionais em diferentes países do mundo, sobretudo naqueles preo­cupados em inserir a tecnologia na educação (HIRSCH et al., 2009). No contexto brasileiro, com enfoque educacional, a RP é utilizada junto a escolas de ensino regular ou não, universidades, empresas, ambientes formais ou não de aprendizagem, entre outros espaços nos quais situações específicas de aprendizagem podem ser criadas a partir do uso de dispositivos robóticos integrados a outros recursos digitais. Nesses locais, a­ RP tem sido empregada como ferramenta auxiliar para enriquecer e diversificar a forma como se ensinam conceitos científicos tanto no contexto de sala de aula como no aprendizado interdisciplinar de conteúdos curriculares (D’ABREU; GARCIA, 2010).

A área de RP faz parte do campo de pesquisa e desenvolvimento de recursos educacionais em universidades ou instituições específicas de pesquisa e pode ser dividida em duas categorias. A primeira, mais antiga, preocupa-se em desenvolver ambientes de ensino e aprendizagem utilizando exclusivamente conjuntos de montar (kits) prontos, de padrão comercial. A segunda categoria tem como foco desenvolver ambientes de ensino e aprendizagem mesclando a utilização de kits de padrão comercial com materiais alternativos de padrão não comercial do tipo “sucata”.

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Medium 9788565848428

Capítulo 12 | Competências para a construção de materiais educacionais digitais baseados no design pedagógico

Patricia A. Behar, Alexandra Lorandi Macedo, Ana Carolina Ribeiro Ribeiro, Cláudia Zank, Cristina Alba Wildt Torrezzan, Daisy Schneider, Fátima Weber Rosas, Ketia Kellen Araújo de Silva, Leticia Rocha Machado, Liane Margarida Rockenbach Tarouco Grupo A PDF Criptografado

Competências para a construção de materiais educacionais digitais baseados no design pedagógico

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Cristina Alba Wildt Torrezzan, Patricia Alejandra Behar

INTRODUÇÃO

Frente à expansão da internet e das tecnologias digitais1 em várias áreas da sociedade atual, verifica-se a crescente utilização de materiais educacionais digitais (MED’s) na educação. A sua aplicação não envolve a simples digitalização da sala de aula, mas sim a sua ampliação. O seu grande diferencial está justamente em possibilitar uma gama de novas situações, antes prejudicadas por limites geográficos, físicos, financeiros e temporais. No entanto, para a conquista desse objetivo, torna-se necessário analisar as transformações ocorrentes na atual geração digital2 e voltar a atenção às práticas pedagógicas3 a serem aplicadas nos MED’s e ao seu processo de construção.

A geração digital abrange os indivíduos que nasceram no final da década de 1980, interagindo, desde pequenos, com o uso do computador e distintos recursos digitais,4 desenvolvendo uma postura cibernética, interativa e colaborativa. A procura da informação e conhecimento entre esses jovens, muitas vezes ocorre por meio de sites de busca, tutoriais online e fóruns de discussão na web. Além disso, os jogos de videogame normalmente simulam situações-problema em que os jogadores precisam elaborar hipóteses e estratégias de ação para alcançar seus objetivos e ultrapassar fases e recordes. Dessa forma, aos poucos, essa geração começa a ingressar em um espaço em que se torna necessário não apenas conhecer, mas também saber ser e saber agir. Precisam desenvolver essa nova postura para conseguir ter iniciativa, saber buscar, analisar, selecionar e aplicar a informação do modo mais adequado para cada situação. Esse novo perfil se origina da interativi-

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Medium 9788536324845

Capítulo 6.19 - Pé Torto Congênito

Sizinio H. Hebert Grupo A PDF Criptografado

6 MEMBROS INFERIORES

CAPÍTULO 6.19

PÉ TORTO CONGÊNITO

ALFEU CLAUDIO MONTEIRO PIFFERO

MARCOS WILLIAM FRIDMAN

ALEXANDRE BERNARDI

O pé torto congênito é a causa mais séria de incapacidade física entre todos os defeitos musculoesqueléticos congênitos. Nascem aproximadamente 100 mil bebês por ano com essa lesão, sendo 80% em países subdesenvolvidos ou em desenvolvimento, nos quais essa patologia é tratada de forma negligente ou não

é tratada. Ainda assim, seu tratamento mostrou um grande avanço na última década. A difusão do método de tratamento proposto pelo doutor Ponseti em todo o mundo trouxe uma nova perspectiva em relação ao prognóstico dessa deformidade.

EPIDEMIOLOGIA

A patologia é bilateral em 50% dos casos. Nos unilaterais, predomina o lado direito. A relação masculino-feminino é de 2:1. Existe grande variação entre as raças, sendo rara nos chineses e frequente nos polinésios. A incidência varia de

0,4 a 7/1.000 nascidos vivos.

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