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Capítulo 14 - A educação ambiental na transição paradigmática e os contextos formativos

Aloísio Ruscheinsky Grupo A PDF Criptografado

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A educação ambiental na transição paradigmática e os contextos formativos

Martha Tristão e Aloisio Ruscheinsky

A abordagem a propósito das transmutações paradigmáticas será interdisciplinar, apropriando-se de contribuições das ciências sociais, da psicologia social e da história. Ao tratar da transição de paradigmas, toma-se cuidado para que essa ênfase não seja posta na contingência e nas controvérsias de aderir a uma ótica evolucionista ou abordagem dualista ou linear.

Diversas são as possibilidades, entre elas: da ótica normativa e prescritiva da educação à ótica analítica, do diagnóstico da complexidade e da crítica; da perspectiva da especialização disciplinar à abordagem interdisciplinar, transdisciplinar e multidisciplinar; da sala de aula, do conteúdo convencional e da centralidade da informação no professor à reinvenção do processo da educação em face das novas tecnologias de informação; da elegia à ciência e à tecnologia como fio condutor da vida social às distintas abordagens e valorização dos diversos saberes; do evolucionismo e racionalismo ao relativismo e ao construtivismo; do momento epistemológico fundado na reflexão sobre a sociedade nacional às novas configurações e os movimentos de uma realidade multinacional, transnacional, mundial ou propriamente global; da naturalização e inevitabilidade ou da neutralidade da ciência e determinismo tecnológico à noção de construção social, do protagonismo das forças políticas, das relações sociais e da politização; do antropocentrismo ao holismo; da agricultura convencional à agroecologia; da livre criação e da pesquisa com compromisso social às exigências de produtividade, das competências e da excelência acadêmica.

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33. A experiência nas escolas de Cuiabá (MT)

Jaqueline Moll; Colaboradores Grupo A PDF Criptografado

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A experiência nas escolas de Cuiabá (MT)

Rosa Luzardo

A escola pública no Brasil está passando por transformações profundas. Iniciativas de âmbito federal, estadual e municipal estão alterando as práticas pedagógicas e a organização escolar, na tentativa de dar eficácia à escola e universalizar o seu acesso, através da educação integral.

É nesse contexto que a proposição e a realização aqui apresentadas sobre a estruturação e implementação da escola de educação integral no município de Cuiabá, tem um significado especial. Trata não só do arcabouço teórico­‑metodológico de sua implementação, como também, do relato de ações de caráter operacional que viabilizaram a execução de atividades voltadas para a permanência de 12 mil alunos na escola do ensino fundamental, com foco na aprendizagem, melhoria da qualidade de vida e inclusão social.

Essa é uma proposta que está em debate na sociedade brasileira, porém, não se constitui de forma isolada, é preciso combinar a oferta da educação básica com os outros serviços das políticas públicas. O movimento trazido à tona hoje e fortemente encampado por inúmeras escolas brasileiras, em especial as 51 escolas de Cuiabá, tem contribuído para avanços significativos na melhoria da educação pública, com o envolvimento da comunidade, de parceiros institucionais, de profissionais e voluntá-

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Medium 9788584291694

Capíutlo 23. Wish School: educação holística

Flavio Rodrigues Campos; Paulo Blikstein Grupo A PDF Criptografado

WISH SCHOOL: educação holística

Andressa Lutiano | Beatriz Fosco Giorgi | Marina Gadioli

Já passou da hora de questionarmos quem será a sociedade em 20 anos, lembrando que essa construção se dá na educação. Será mesmo que o objetivo final é se preparar para o vestibular?

Será que haverá sequer as mesmas demandas de hoje em cinco anos no mundo profissional?

Em 10 anos, tudo poderá ser obsoleto. Que tal se a vida escolar fosse voltada para formar bons cidadãos, com ética, conduta moral e olhar fraterno? Ou então profissionais com saúde emocional, criatividade, iniciativa, resiliência e com sede de conhecimento? E se na hora de ensinar, a escola olhasse para o indivíduo e suas aptidões, seus dons? E se o aprendizado fosse um processo, envolvido linearmente com o ensinar, e não confinado em uma lousa e quatro paredes?

Pra mim, tudo isso já soa um tanto óbvio, mas lamento que talvez vejamos mais uma ou duas gerações se desencontrando na escola.

Por isso fico muito feliz em ver que já há sementes germinando essas ideias e torço para que seja tendência!

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Medium 9788584291014

Capítulo 5. Etapas do planejamento para o trabalho em grupo

Elizabeth G. Cohe; Rachel A. Lotan Artmed PDF Criptografado

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Etapas do planejamento para o trabalho em grupo

O processo de planejamento começa com a resposta a uma questão fundamental: como é que os alunos trabalham juntos, em sala de aula, para aprender o que devem saber e o que devem fazer? Sua resposta determina a natureza dos exercícios que serão realizados para o estabelecimento das habilidades cooperativas. A orientação para o trabalho colaborativo, um dos primeiros passos para o seu plano geral, está descrita no Capítulo 4. Neste capítulo, descrevemos os próximos passos a dar para que você e seus alunos estejam prontos para que o trabalho em grupo ocorra de maneira produtiva.

Sua decisão sobre os objetivos de aprendizagem leva a um processo de planejamento reverso (WIGGINS; MCTIGHE, 2005). Em primeiro lugar, você desenvolve as ferramentas para avaliar os produtos do grupo assim como o desempenho individual de cada membro. Em seguida, você cria ou adapta as atividades que os grupos irão cumprir. Depois, reúne recursos e materiais necessários. Na sequência, planeja a disposição física da sala de aula, decide como os grupos serão compostos e como você vai distribuir os alunos. Por fim, você faz um plano para avaliar os resultados gerais da aula, ou aulas, que preparou com tanto cuidado. Investe-se boa quantidade de esforço antes mesmo que os alunos comecem suas tarefas de trabalho! Se tiver sorte e seu plano for um sucesso, você terá um procedimento útil para usar em outras aulas no ano seguinte, bem como um formato básico que pode ser replicado em diferentes atividades para as turmas desse período letivo. Ao desenvolver pelo menos um desses projetos a cada ano, em pouco tempo, você poderá reunir como parte de seu repertório uma variedade de experiências bem-sucedidas.

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Medium 9788584291199

Estratégia 12 - Corrida intelectual gamificada

Fausto Camargo, Thuinie Daros Grupo A PDF Criptografado

46  Camargo & Daros

problema ou assunto com os demais colegas ou alunos. Deve-se tecer correlações com a teoria.

•• Relato sobre a percepção dos alunos, procurando-se analisar a importância do tema ou assunto para eles.

•• Considerações finais.

7. Deve-se lembrar que o estudo de caso deverá ser um texto de três páginas no máximo. Deve-se solicitar aos alunos que explorem sua capacidade de síntese e argumentação. Pode-se fazer uso de gráficos, figuras, imagens e fotos, etc. Outra estratégia que pode ser utilizada é a de narrar histórias.

Neste caso, serão narradas as histórias de vidas dos alunos acerca do tema.

ESTRATÉGIA 12:

Corrida intelectual gamificada

A corrida intelectual gamificada consiste em uma atividade pedagógica que pode ser trabalhada com uma diversidade de conteúdos.

Como se trata de um jogo em grupo, de caráter competitivo, observa-se que a estratégia garante o engajamento e a motivação dos estudantes para o aprendizado.

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