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10.1 O USO DA INTERNET PARA REALIZAÇÃO DE PESQUISAS

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I N FOR MÁTIC A NA E DUC AÇÃO

10.1 O USO DA INTERNET PARA REALIZAÇÃO DE PESQUISAS

A WWW é considerada uma biblioteca universal, por reunir o maior acervo de informações do mundo e estar disponível 24 horas por dia em quase todos os países. É possível localizar informações sobre os mais variados assuntos, a partir dos mais diversos pontos de vista. Quando demandam pesquisas para seus alunos, os professores costumam levar algumas questões em consideração: como meus alunos podem fazer pesquisas em sites confiáveis? Como avaliar quais informações devem ser utilizadas ou não nos trabalhos?

A principal questão é saber tratar e analisar as informações reunidas, descartando as possíveis distorções. A Era Digital é caracterizada por uma inundação de informações e, por isso, precisamos aprender a criar estratégias para conviver com tal realidade. Saber selecionar as informações é fundamental nesse contexto.

A internet pode ser comparada a uma banca de revistas. Por exemplo: o que acontece quando damos algum dinheiro para nossos filhos comprarem uma revista?

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10.2 AVALIAÇÃO DE SITES, INCLUINDO OS EDUCACIONAIS

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Pesquisa direcionada pelo conteúdo e site: ocorre quando o educador solicita aos alunos que realizem uma pesquisa sobre um conteúdo pré-selecionado em sites específicos, já analisados por ele anteriormente.

Esse tipo de pesquisa é mais tradicional, ou seja, o professor indica onde localizar a informação confiável. Essa modalidade pode ser indicada quando o professor não tem tempo hábil para permitir que o aluno faça a pesquisa por conta própria.

10.1.3 Sistemas de segurança na internet

Uma das questões que mais preocupa os pais e os educadores na utilização da internet é a facilidade de acesso a conteúdos impróprios, como sexo, racismo e violência.

Para que os pais e educadores possam se sentir mais seguros, é possível instalar nos computadores programas que bloqueiam o acesso a informações inadequadas.

O bloqueio de sites também pode ser realizado a partir do pré-cadastramento dos endereços dos sites ou mesmo de palavras-chave no próprio navegador. Também é possível acompanhar os sites pesquisados observando o histórico de buscas no próprio navegador.

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10.3 O QUE DEVE PREVALECER NA COMUNICAÇÃO: O CONTEÚDO OU AS REGRAS DA LÍNGUA PORTUGUESA?

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Para as escolas que pertencem a uma rede, realizar projetos via internet torna-se mais fácil, pois, como fazem parte da mesma filosofia pedagógica, terão mais facilidade em localizar outras escolas com interesses semelhantes. É o caso de escolas públicas: muitas vezes, uma gestão municipal cria projetos para a rede de ensino envolvendo todas as escolas ao mesmo tempo.

As escolas que não fazem parte de uma rede podem localizar em seus sindicatos ou associações escolas parceiras para realizar os trabalhos on-line. O mesmo se aplica a outras instituições que desejam participar ou realizar projetos via internet.

Outra forma de divulgar os projetos virtuais é com a publicação de sites com conteúdo relativo ao projeto desejado. Em seguida, devem-se buscar na internet sites de outras escolas e fazer o convite virtual para que participem. Buscar parcerias nas redes sociais também é uma ótima alternativa.

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10.4 DESENVOLVIMENTO DE ATIVIDADES EDUCACIONAIS DIFERENCIADAS COM O USO DA INTERNET

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10.4 D

� ESENVOLVIMENTO DE ATIVIDADES EDUCACIONAIS

DIFERENCIADAS COM O USO DA INTERNET

Se você tem acesso à internet, então, utilize todos os recursos disponíveis para inovar no processo de ensino-aprendizagem. Fazer um projeto educacional on-line vai além dos recursos de comunicação já mencionados nos tópicos anteriores. Que tal se aprofundar? Veja algumas ideias de como realizar um projeto diferenciado utilizando todos os recursos da internet:

10.4.1 �Modelo 1 – Projeto educacional com pesquisa, publicação e comunicação

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Escolha um tema para pesquisa e convide os outros educadores para participar.

Cada educador deve desenvolver uma atividade baseada no seu conteúdo disciplinar e que aborde o tema escolhido.

Repasse a pesquisa para os alunos e solicite que cada grupo escolha a disciplina preferida.

Baseados nessa atividade, os alunos devem pesquisar o conteúdo do assunto predefinido em diferentes referências bibliográficas, inclusive na internet.

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10.5 OUTROS FATORES DE SUCESSO PARA O DESENVOLVIMENTO DE UM PROJETO EDUCACIONAL COM O USO DA INTERNET

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O Quadro 10.4 tem por objetivo prever o que deve ser realizado como atividade em cada projeto, verificar quais as disciplinas que desenvolverão atividades e, posteriormente, citar os recursos tecnológicos para a realização das atividades previstas em cada disciplina.

10.5 O

� UTROS FATORES DE SUCESSO PARA

O DESENVOLVIMENTO DE UM PROJETO

EDUCACIONAL COM O USO DA INTERNET

Além das questões já apresentadas, seguem outras observações importantes para o desenvolvimento de um projeto educacional via internet:

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Definição dos educadores que participarão das atividades iniciais do projeto. É interessante que, em um primeiro momento, não sejam selecionados muitos educadores, visto que, por ser uma nova técnica (entende-se técnica no sentido amplo, além da ferramenta em si) a ser utilizada, existe um período de adequação ao uso das ferramentas disponíveis. Os educadores que participarão inicialmente podem assumir, futuro, o papel de multiplicadores dessa aprendizagem.

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10.6 FASES DE UM PROJETO EDUCACIONAL COM O USO DA INTERNET

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10.6 �FASES DE UM PROJETO EDUCACIONAL COM

O USO DA INTERNET

De uma forma bastante simples, podemos esquematizar resumidamente as fases de um projeto educacional com o uso de ferramentas on-line:

PROJETO

EDUCACIONAL

VIA INTERNET

Figura 10.1  Fases de um projeto educacional com o uso da internet.

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1o momento: é a fase de levantamento de dados, conforme solicitado na descrição das atividades definidas pelos educadores envolvidos no projeto. É sempre bom lembrar que o levantamento de dados não deve se limitar à pesquisa na internet. Os participantes do projeto devem recorrer a livros, jornais, revistas, vídeos, programas de TV e outras fontes. O objetivo é que os alunos e educadores se habituem à prática de pesquisa. A internet deve ser considerada apenas mais uma fonte para obter conteúdo. As informações encontradas na internet devem ser também mencionadas como fonte de bibliografia da pesquisa.

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10.7 FORMAS DE DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS NA INTERNET

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10.7 F

� ORMAS DE DESENVOLVIMENTO

DE PROJETOS NA INTERNET

Veja, nos Capítulos 4, 5 e 11, as estratégias para o desenvolvimento de projetos com o uso dos recursos tecnológicos.

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A seguir, serão apresentadas as formas empregadas no desenvolvimento de projetos educacionais na internet.

10.7.1 A origem dos projetos

Os projetos educacionais realizados na internet podem ser classificados de duas formas quanto à sua origem: próprios ou de terceiros.

Projetos próprios são aqueles concebidos pelos educadores da própria escola. A partir de uma necessidade específica de um educador ou grupo de educadores, eles se reúnem e elaboram o projeto educacional para atender a um objetivo. A escola é responsável pelo desenvolvimento e pela manutenção do ambiente virtual do projeto, bem como pelo acompanhamento de todas as atividades previstas. Esse tipo de projeto é indicado quando a escola tem em seu quadro educadores já capacitados e ambientados com a internet. Nessa modalidade, a escola é o grande agente de produção, a protagonista.

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10.8 CRIAÇÃO DE ESCOLAS ON-LINE

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10.7.2 Amplitude das atividades

A utilização da internet nas escolas pode ser classificada de duas formas quanto à amplitude das atividades: interescola e intraescola.

Interescola é a forma de utilização da internet que promove e estimula a participação e a integração de diferentes escolas. Educadores e alunos de diversas escolas interagem em uma construção coletiva. Essas atividades agregam a utilização intensa dos canais de comunicação da internet, como salas de chat, e-mails, listas de discussão, dentre outros recursos.

Intraescola, por sua vez, são atividades que, geralmente, buscam uma pesquisa focada e direcionada a um interesse específico do educador conforme seu conteúdo programático. Essas atividades giram em torno de pesquisa e utilizam poucos meios de comunicação da internet. Elas acontecem dentro de um ambiente educacional para atender às suas necessidades específicas.

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10.9 VANTAGENS E OBSTÁCULOS QUANTO AO USO DA INTERNET NA EDUCAÇÃO

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Selo de acreditação: ter referência em uma rede mundial de computadores é importante, sendo essencial termos trabalhos publicados com critérios de segurança.

Existem na internet sites ou serviços especializados em certificar os ambientes virtuais.

Gestão escolar – disponibiliza informações cadastrais da escola para acessos restritos: esses dados são informações, bem como uma forma de promover a interação com os pais a partir da disponibilização de um banco de dados com notas, frequências, avisos e orientações gerais.

Cadastro de usuários no site (visando montar banco de dados): estamos na era da informação. Ter dados sobre pessoas é uma das formas de realizar diversos tipos de atividade de integração dessas pessoas.

Local de anúncios comerciais: comprar faz parte das nossas rotinas diárias. Um shopping virtual de artigos para a educação pode ser um meio de democratizar os recursos disponíveis.

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10. A ciência do desenvolvimento humano e suas interfaces com a educação

Maria A. Dessen Grupo A PDF Criptografado

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DESSEN & COSTA JUNIOR

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A ciência do desenvolvimento humano e suas interfaces com a educação

Ana da Costa Polonia

Sylvia Regina Carmo Magalhães Senna

A ciência do desenvolvimento humano enfatiza as mudanças sistemáticas e sucessivas da pessoa na sua trajetória de vida, identificando os aspectos normativos e atípicos do desenvolvimento e correlacionando-os aos ambientes físicos e sociais onde a pessoa está inserida (Little, 2000). Essa ciência representa a síntese que dirige as pesquisas nas disciplinas sociais, psicológicas e biocomportamentais, propondo orientações gerais que preservam o aspecto dinâmico dos processos de desenvolvimento humano, levando em consideração os elementos temporais, os níveis de análise e os contextos (Cairns et al., 1996). Por se tratar de uma ciência interdisciplinar, mantém interfaces com vários campos de conhecimentos, especialmente com a biologia, a sociologia e a antropologia, conforme descrito no

Capítulo 1.

A educação é uma das áreas que têm se beneficiado do conhecimento produzido por esta ciência do desenvolvimento, utilizando-se freqüentemente de seus avanços para compreender, estruturar, realizar intervenções e fomentar metodologias de ensino que promovam efetivamente os processos de aprendizagem no

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10. A Filosofia como Nomadismo

Havi Carel Grupo A PDF Criptografado

ESTADO DA ARTE

A FILOSOFIA

COMO NOMADISMO

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Simon Glendinning

Aporia cotidiana

Karl Popper detestava a idéia, que associava de perto com Wittgenstein , segundo a qual a filosofia poderia ocupar-se apenas de puzzles*.1 Pode-se certamente simpatizar com Popper. O modo como Wittgenstein chega a um acordo ou ao menos sua maneira de às vezes encontrar em inglês uma expressão para seu entendimento da natureza dos problemas filosóficos parece apenas trivializálos, reduzindo-os a dificuldades com a linguagem, dificuldades a serem resolvidas simplesmente olhando-se para os usos ordinários de palavras.

Quando problemas filosóficos são meros puzzles lingüísticos, a filosofia torna-se pouco mais do que um passatempo para adultos que receberam educação demais. Parece não haver nada de grande importância aí, nada de realmente notável.

Talvez alguns rapazes e moças que cresceram com uma fascinação apenas levemente modificada por puzzles e enigmas possam achar apropriada essa imagem das dificuldades filosóficas. Entretanto, embora

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10 - A Formação Permanente do Educador e o Processo Ensino-Aprendizagem

Sonia Simões Colombo Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

10

A Formação Permanente do

Educador e o Processo

Ensino-Aprendizagem

Maria Carmem Tavares Christóvam

UMA VISÃO DA CORRELAÇÃO EXISTENTE ENTRE O PROCESSO

DE REFORMULAÇÃO DA PRÁTICA PEDAGÓGICA E EMPRESARIAL

E A FORMAÇÃO DE EDUCADORES

Do futurólogo ao presentólogo

Nos anos 1960 e, até certo ponto, nos anos 1970, o futuro era amanhã. Tínhamos todo o tempo do mundo para pensar, planejar, errar e consertar. Nos anos 1980, a História dava mais uma volta no torniquete cercando o espaço de manobra para todos aqueles que tinham de sair em busca do tempo perdido. Mesmo assim, com boa vontade, podia-se alegar que o desafio então era o de construir o futuro no presente. Portanto, para quem não queria, não podia ou não sabia mudar, convinha viver entre os anos 1960 e 1980. Apesar de todas as mudanças ocorridas nesse período, para aqueles que preferiam não fazer nada além das rotinas do dia a dia, sempre havia uma boa desculpa ao alcance das mãos. Só que... hoje, em 2004, o futuro foi ontem. E é justamente aqui que reside o drama dos retardatários, sejam eles países, organizações, profissões ou indivíduos:

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10. A Política Educacional de FHC

Ghiraldelli Jr., Paulo Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 10

A Política Educacional de FHC

O programa de governo

Filho de general, sociólogo e professor de formação, homenageado várias vezes no exterior e no Brasil, nome corriqueiro na bibliografia básica da sociologia brasileira, senador produtivo e homem de gostos refinados, Fernando

Henrique Cardoso tinha tudo para ser candidato à Presidência da República.

Ou melhor, quase tudo. Apesar de senador bem votado, faltava-lhe reconhecimento político nacional, principalmente entre os mais pobres. Foi o que obteve ainda no governo de Itamar Franco, quando, na condição de ministro da Fazenda, reuniu a equipe que veio a propor o Plano Real, que alcançou êxito quanto à estabilidade da moeda, contendo a inflação após tantos outros planos infrutíferos. Com isso como trunfo eleitoral, ele bateu fácil seu adversário principal nas eleições de 1994,1 Luiz Inácio Lula de Silva (PT).

Mas esse trunfo eleitoral não foi obra apenas do plano econômico. O PSDB de Fernando Henrique Cardoso não entrou na campanha presidencial despreparado, apenas com um projeto eleitoreiro nas mãos. A campanha tinha um programa relativamente bem elaborado, que indicava de modo razoavelmente claro o que almejava. Fernando Henrique seguiu seu nunca abandonado estilo de intelectual e professor. Assim, em vez de um panfleto ou de um opúsculo, suas propostas de candidato à Presidência da República vieram em um livro de

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10. Abandono, retenção e tamanho do grupo

Palloff, Rena Grupo A PDF Criptografado

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Abandono, retenção e tamanho do grupo

Muitas pessoas que criticam a educação on-line apontam os altos índices de

desistência como uma medida de sua má qualidade. Como mencionamos antes, o abandono nos cursos on-line é de cerca de 50% dos alunos matriculados no país (Carr, 2000). Diaz (2002) indica que as altas taxas de abandono não necessariamente indicam má qualidade ou insucesso acadêmico. Na verdade,

Diaz afirma: “Os alunos on-line com freqüência têm um aproveitamento melhor que os alunos tradicionais quando o sucesso é medido pelo percentual de estudantes que atingem o conceito C ou superior, desempenho geral em sala de aula (por exemplo, acertos nos exames) ou satisfação dos alunos”

(Performance Differences, parágrafo 1). Então por que os alunos on-line desistem de suas aulas em maior número e o que pode ser feito para impedir isso? Neste capítulo, trabalharemos algumas das razões para o abandono em cursos on-line e também algumas medidas para elevar o índice de retenção.

Fechamos com nossa fórmula para a qualidade no curso on-line, pois acreditamos que a qualidade é o fator mais importante para determinar se o aluno continuará no curso até o final.

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10. ADICIONANDO EFEITOS DE VÍDEO

Adobe Creative Team Grupo A PDF Criptografado

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Classroom in a Book

Introdução

Os efeitos de vídeo adicionam sofisticação visual ao seu projeto ou corrigem problemas técnicos no seu material bruto. Eles podem alterar a exposição ou cor da filmagem, distorcer imagens ou adicionar um estilo artístico, bem como girar e animar um clipe ou ajustar seu tamanho e posição dentro do frame.

Adicionar efeitos de vídeo é fácil: arraste um efeito até um clipe, ou selecione o clipe e arraste o efeito até o painel Effect Controls. Combine quantos efeitos quiser em um único clipe, o que pode produzir resultados surpreendentes. Além disso, é possível usar uma sequência aninhada para adicionar os mesmos efeitos a uma coleção de clipes.

Praticamente todos os parâmetros de efeito de vídeo estão acessíveis dentro do painel Effect Controls, facilitando a configuração dos comportamentos e a intensidade desses efeitos. Keyframes podem ser adicionados de maneira independente a cada atributo listado no painel Effect Controls, a fim de que esses comportamentos mudem ao longo do tempo. Curvas de Bezier são empregadas para ajustar a velocidade e aceleração dessas modificações.

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