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Medium 9788536305097

10. A ciência do desenvolvimento humano e suas interfaces com a educação

Maria A. Dessen Grupo A PDF Criptografado

190

DESSEN & COSTA JUNIOR

10

A ciência do desenvolvimento humano e suas interfaces com a educação

Ana da Costa Polonia

Sylvia Regina Carmo Magalhães Senna

A ciência do desenvolvimento humano enfatiza as mudanças sistemáticas e sucessivas da pessoa na sua trajetória de vida, identificando os aspectos normativos e atípicos do desenvolvimento e correlacionando-os aos ambientes físicos e sociais onde a pessoa está inserida (Little, 2000). Essa ciência representa a síntese que dirige as pesquisas nas disciplinas sociais, psicológicas e biocomportamentais, propondo orientações gerais que preservam o aspecto dinâmico dos processos de desenvolvimento humano, levando em consideração os elementos temporais, os níveis de análise e os contextos (Cairns et al., 1996). Por se tratar de uma ciência interdisciplinar, mantém interfaces com vários campos de conhecimentos, especialmente com a biologia, a sociologia e a antropologia, conforme descrito no

Capítulo 1.

A educação é uma das áreas que têm se beneficiado do conhecimento produzido por esta ciência do desenvolvimento, utilizando-se freqüentemente de seus avanços para compreender, estruturar, realizar intervenções e fomentar metodologias de ensino que promovam efetivamente os processos de aprendizagem no

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Medium 9788536313696

10. A Filosofia como Nomadismo

Havi Carel Grupo A PDF Criptografado

ESTADO DA ARTE

A FILOSOFIA

COMO NOMADISMO

○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○

10

Simon Glendinning

Aporia cotidiana

Karl Popper detestava a idéia, que associava de perto com Wittgenstein , segundo a qual a filosofia poderia ocupar-se apenas de puzzles*.1 Pode-se certamente simpatizar com Popper. O modo como Wittgenstein chega a um acordo ou ao menos sua maneira de às vezes encontrar em inglês uma expressão para seu entendimento da natureza dos problemas filosóficos parece apenas trivializálos, reduzindo-os a dificuldades com a linguagem, dificuldades a serem resolvidas simplesmente olhando-se para os usos ordinários de palavras.

Quando problemas filosóficos são meros puzzles lingüísticos, a filosofia torna-se pouco mais do que um passatempo para adultos que receberam educação demais. Parece não haver nada de grande importância aí, nada de realmente notável.

Talvez alguns rapazes e moças que cresceram com uma fascinação apenas levemente modificada por puzzles e enigmas possam achar apropriada essa imagem das dificuldades filosóficas. Entretanto, embora

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Medium 9788536303925

10 - A Formação Permanente do Educador e o Processo Ensino-Aprendizagem

Sonia Simões Colombo Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

10

A Formação Permanente do

Educador e o Processo

Ensino-Aprendizagem

Maria Carmem Tavares Christóvam

UMA VISÃO DA CORRELAÇÃO EXISTENTE ENTRE O PROCESSO

DE REFORMULAÇÃO DA PRÁTICA PEDAGÓGICA E EMPRESARIAL

E A FORMAÇÃO DE EDUCADORES

Do futurólogo ao presentólogo

Nos anos 1960 e, até certo ponto, nos anos 1970, o futuro era amanhã. Tínhamos todo o tempo do mundo para pensar, planejar, errar e consertar. Nos anos 1980, a História dava mais uma volta no torniquete cercando o espaço de manobra para todos aqueles que tinham de sair em busca do tempo perdido. Mesmo assim, com boa vontade, podia-se alegar que o desafio então era o de construir o futuro no presente. Portanto, para quem não queria, não podia ou não sabia mudar, convinha viver entre os anos 1960 e 1980. Apesar de todas as mudanças ocorridas nesse período, para aqueles que preferiam não fazer nada além das rotinas do dia a dia, sempre havia uma boa desculpa ao alcance das mãos. Só que... hoje, em 2004, o futuro foi ontem. E é justamente aqui que reside o drama dos retardatários, sejam eles países, organizações, profissões ou indivíduos:

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Medium 9788520428405

10. A Política Educacional de FHC

GHIRALDELLI JR., Paulo Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 10

A Política Educacional de FHC

O programa de governo

Filho de general, sociólogo e professor de formação, homenageado várias vezes no exterior e no Brasil, nome corriqueiro na bibliografia básica da sociologia brasileira, senador produtivo e homem de gostos refinados, Fernando

Henrique Cardoso tinha tudo para ser candidato à Presidência da República.

Ou melhor, quase tudo. Apesar de senador bem votado, faltava-lhe reconhecimento político nacional, principalmente entre os mais pobres. Foi o que obteve ainda no governo de Itamar Franco, quando, na condição de ministro da Fazenda, reuniu a equipe que veio a propor o Plano Real, que alcançou êxito quanto à estabilidade da moeda, contendo a inflação após tantos outros planos infrutíferos. Com isso como trunfo eleitoral, ele bateu fácil seu adversário principal nas eleições de 1994,1 Luiz Inácio Lula de Silva (PT).

Mas esse trunfo eleitoral não foi obra apenas do plano econômico. O PSDB de Fernando Henrique Cardoso não entrou na campanha presidencial despreparado, apenas com um projeto eleitoreiro nas mãos. A campanha tinha um programa relativamente bem elaborado, que indicava de modo razoavelmente claro o que almejava. Fernando Henrique seguiu seu nunca abandonado estilo de intelectual e professor. Assim, em vez de um panfleto ou de um opúsculo, suas propostas de candidato à Presidência da República vieram em um livro de

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Medium 9798536304778

10. Abandono, retenção e tamanho do grupo

Palloff, Rena Grupo A PDF Criptografado

10

Abandono, retenção e tamanho do grupo

Muitas pessoas que criticam a educação on-line apontam os altos índices de

desistência como uma medida de sua má qualidade. Como mencionamos antes, o abandono nos cursos on-line é de cerca de 50% dos alunos matriculados no país (Carr, 2000). Diaz (2002) indica que as altas taxas de abandono não necessariamente indicam má qualidade ou insucesso acadêmico. Na verdade,

Diaz afirma: “Os alunos on-line com freqüência têm um aproveitamento melhor que os alunos tradicionais quando o sucesso é medido pelo percentual de estudantes que atingem o conceito C ou superior, desempenho geral em sala de aula (por exemplo, acertos nos exames) ou satisfação dos alunos”

(Performance Differences, parágrafo 1). Então por que os alunos on-line desistem de suas aulas em maior número e o que pode ser feito para impedir isso? Neste capítulo, trabalharemos algumas das razões para o abandono em cursos on-line e também algumas medidas para elevar o índice de retenção.

Fechamos com nossa fórmula para a qualidade no curso on-line, pois acreditamos que a qualidade é o fator mais importante para determinar se o aluno continuará no curso até o final.

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Medium 9788577806188

10. ADICIONANDO EFEITOS DE VÍDEO

Adobe Creative Team Grupo A PDF Criptografado

194 ADOBE PREMIERE PRO CS4

Classroom in a Book

Introdução

Os efeitos de vídeo adicionam sofisticação visual ao seu projeto ou corrigem problemas técnicos no seu material bruto. Eles podem alterar a exposição ou cor da filmagem, distorcer imagens ou adicionar um estilo artístico, bem como girar e animar um clipe ou ajustar seu tamanho e posição dentro do frame.

Adicionar efeitos de vídeo é fácil: arraste um efeito até um clipe, ou selecione o clipe e arraste o efeito até o painel Effect Controls. Combine quantos efeitos quiser em um único clipe, o que pode produzir resultados surpreendentes. Além disso, é possível usar uma sequência aninhada para adicionar os mesmos efeitos a uma coleção de clipes.

Praticamente todos os parâmetros de efeito de vídeo estão acessíveis dentro do painel Effect Controls, facilitando a configuração dos comportamentos e a intensidade desses efeitos. Keyframes podem ser adicionados de maneira independente a cada atributo listado no painel Effect Controls, a fim de que esses comportamentos mudem ao longo do tempo. Curvas de Bezier são empregadas para ajustar a velocidade e aceleração dessas modificações.

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Medium 9788536307572

10. Algumas implicações do estudo

José Pacheco, Rósa Eggertsdóttir, Gretar L. Marinósson Grupo A PDF Criptografado

10

Algumas implicações do estudo

Os capítulos precedentes resumem as principais condições dos estudos de casos nos quatro países: Áustria, Islândia, Portugal e Espanha. Este capítulo aponta algumas implicações que podem ser inferidas considerando-se as conclusões. É válido salientar no início que o propósito do projeto ETAI foi descrever e compreender a educação inclusiva praticada a fim de disponibilizar essa compreensão a outros que trabalham em direção a objetivos semelhantes. Portanto, ele não foi um levantamento das principais práticas na

área. Nem foi um projeto de avaliação, no sentido de que ele não avaliou o certo e o errado do trabalho nas escolas envolvidas.

A primeira coisa a dizer quanto às implicações é que todas as escolas envolvidas no estudo estavam começando a promover a educação inclusiva.

Dessa forma, não se pode alegar que um modelo de escola inclusiva em estado final, acabado esteja representado entre aqueles que participaram deste estudo. Por exemplo, a maioria dos professores nas escolas não tinha acesso a ou não tinha participado de um treinamento formal nessa área. Ao contrário, eles se esforçaram sozinhos para adquirir o conhecimento e as habilidades de que necessitavam para lidar com a situação que enfrentavam. Isso é importante, pois significa que, onde quer que estejamos tentando implementar políticas inclusivas, outras pessoas estão lutando para resolver situações semelhantes.

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Medium 9788597014358

10 - Análise por Envoltória de Dados: DEA

Emerson C. Colin Grupo Gen PDF Criptografado

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Análise por Envoltória de Dados: DEA

E

m termos de programação matemática, a análise por envoltória de dados (DEA — Data

Envelopment Analysis), também chamada de análise de fronteiras, é considerada uma técnica relativamente nova. Ao mesmo tempo, também é considerada um dos sucessos recentes da

Programação Linear e, em termos mais amplos, da Pesquisa Operacional.

Toda essa reputação é oriunda de sua relativa simplicidade e da ampla aplicabilidade em diversos problemas encontrados no mundo real. Praticamente qualquer empresa que possua múltiplas unidades (denominadas UTDs — Unidades de Tomada de Decisão) que operem de forma similar e que esteja preocupada com a uniformização do desempenho das unidades pode se beneficiar com a técnica. Exemplos reais de aplicações de grande sucesso podem ser encontrados em bancos de varejo, redes de postos de gasolina, hospitais, programas sociais, empresas de energia, entidades de ensino, lojas de departamento, redes de farmácia, classes de aula, times de futebol, agências dos correios etc.

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Medium 9788563308931

10 Avaliação da pele e documentação

D. Scemons Grupo A PDF Criptografado

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Donna Scemons / Denise Elston

ELEMENTOS-CHAVE

• Anatomia e fisiologia da pele.

• Conceitos éticos a serem considerados ao cuidar de pacientes com feridas.

• Componentes da privacidade do paciente que recebe cuidados com feridas.

• Funções da pele, incluindo a camada e as células que realizam cada função.

• Funções dos fibroblastos, macrófagos e mastócitos durante a homeostase.

• Os efeitos do envelhecimento na pele e sua relevância, quando do oferecimento de cuidados a feridas.

• Componentes da história tegumentar e física de pacientes com feridas.

• Expectativa de achados na pele de adultos idosos.

• Tipos e aplicação de fitas adesivas e/ou adesivos usados em circunstâncias genéricas e específicas de cuidados com feridas.

ANATOMIA E FISIOLOGIA DA PELE

A pele é o maior órgão do corpo. Representa, aproximadamente, 15% do peso total e utiliza 20% das proteínas do corpo. As duas camadas de pele são a epiderme e a derme (a camada subcutânea não é pele, mas normalmente é apresentada como parte dela em muitas discussões). Os anexos à pele incluem os pelos, as glândulas sudoríparas e as unhas.

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Medium 9788536327013

10. AVALIAÇÃO DE RISCO DE VIOLÊNCIA

Jose G. Taborda Grupo A PDF Criptografado

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AVALIAÇÃO DE RISCO DE VIOLÊNCIA

VINHETA

Álvaro, 45 anos, foi encaminhado para exame de verificação de cessação de periculosidade (EVCP). Na perícia de imputabilidade penal, em 2003, realizada por outro perito psiquiatra após a prática de homicídio, recebeu o diagnóstico de transtorno de personalidade emocionalmente instável, tipo impulsivo. Na ocasião, foi considerado semi-imputável e teve sua pena convertida em medida de segurança (MS). Realizou seu primeiro EVCP no ano de

2006. Não teve sua periculosidade declarada cessada porque, segundo o laudo pericial, ainda apresentava “manifestações psicopatológicas” que contraindicavam a desinternação e não tinha

“suporte familiar e social no ambiente extramuros”. Em 2008, realizou novo EVCP, novamente com conclusão desfavorável, dessa vez devido a “ausência de mudança de valores e baixíssimo limiar para tolerar frustrações”. Comparece, em 2010, para seu terceiro

EVCP. Adota uma postura queixosa e alega que outros colegas internos “ganham remoção para clínica de onde podem fugir depois”, mas que ele foi abandonado e não consegue ter sua periculosidade considerada cessada. Segue sem crítica em relação ao crime cometido, alegando fatores externos que o justificariam. Nesse sentido, relata que o problema foi ter vindo morar na cidade em que se encontra, pois, se residisse em outro lugar, nada disso teria acontecido. Afirma categoricamente que não conseguirá e, também, não quererá deixar de ingerir bebidas alcoólicas quando em liberdade. Não apresenta sintomas de natureza psicótica, nem alterações significativas de orientação ou memória. Não tem familiares na localidade. O exame psicológico revelou, entre outros dados, “perfil com manifestações de atitudes impulsivas, mostrando-se desprovido de contenção do controle emocional com agressividade acentuada e primitivismo em seu repertório comportamental”.

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Medium 9788577801107

10. Carregando e Otimizando o Conteúdo Flash

Adobe Creative Team Grupo A PDF Criptografado

10 Carregando e Otimizando o Conteúdo Flash

Visão geral da lição

Nesta lição, você aprenderá a:

• Carregar um arquivo SWF

• Monitorar o progresso do carregamento

• Utilizar o ActionScript para animar um preloader

• Trabalhar com texto dinâmico

• Tornar símbolos visíveis e invisíveis

• Armazenar bitmaps em cache para melhorar o desempenho

Esta lição levará menos de uma hora para ser concluída. Se necessário, remova a pasta de lição anterior da unidade de disco e copie a pasta Lesson10 para ela.

Introdução

Você iniciará a lição visualizando o filme final que inclui um preloader semelhante àquele que você criou na Lição 2.

1 Dê um clique duplo no arquivo 10End.swf na pasta Lesson10/10End

para visualizar o filme final.

O preloader – um copo com água gaseificada – aparece. À medida que o filme promocional para a bebida gaseificada da empresa Aqua Zero é carregado, o copo é preenchido e a porcentagem é impressa abaixo do copo aumenta. Depois de todo o filme ser carregado, o preloader desaparece e o filme é reproduzido.

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Medium 9788536326061

10. Classificação dos Micro-organismos

Gerard J. Tortora Grupo A PDF Criptografado

10

Classificação dos

Micro-organismos

A ciência da classificação, especialmente a classificação dos seres vivos, é chamada de taxonomia

(do grego para arranjo ordenado). O objetivo da taxonomia é classificar organismos vivos – ou seja, estabelecer relações entre um grupo e outro de micro-organismos e os diferenciar. Devem existir em torno de 100 milhões de organismos vivos diferentes, sendo que menos de 10% foram descobertos, e muito menos, classificados e identificados.

A taxonomia também fornece uma referência comum para identificar organismos já identificados.

Por exemplo, quando uma bactéria suspeita de ter causado uma doença específica é isolada de um paciente, as características deste isolado são comparadas com uma lista de características de bactérias previamente classificadas para identificar o isolado (veja o quadro na página 283). Finalmente, a taxonomia é uma ferramenta básica e necessária para os cientistas, fornecendo uma linguagem universal de comunicação.

A taxonomia moderna é um campo excitante e dinâmico. Novas técnicas de biologia molecular e genética estão fornecendo uma nova visão para a classificação e a evolução. Neste capítulo, vamos aprender os diversos sistemas de classificação, os diferentes critérios utilizados na classificação e os testes utilizados para identificar os micro-organismos que já foram classificados.

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Medium 9788520438930

10. Desafios metodológicos na formação em gestão ambiental: operacionalizando a interdisciplinaridade

Arlindo Philippi Jr Editora Manole PDF Criptografado

capítulo

10

Desafios metodológicos na formação em gestão ambiental: operacionalizando a interdisciplinaridade

Cíntia Mara Ribas de Oliveira, Química, UP

Maurício Dziedzic, Engenheiro Civil, UP

Valdir Fernandes, Cientista Social, UP

INTRODUÇÃO

As relações que o homem estabelece com o ambiente alteram-se a partir das concepções e demandas sociais. Estruturas e posturas sociais têm passado, assim, por constantes revisões, e o meio ambiente configura-se cada vez mais como um tema discutido nas diferentes esferas sociais. Sob essa ótica, contemplar o conceito de sustentabilidade representa uma necessidade no planejamento de cada interferência antrópica sobre o ambiente, a fim de que condições de vida sejam garantidas para todas as espécies e suas futuras gerações.

Segundo Luzzi (2005), os problemas ambientais não se resolvem apenas com assepsia cientificista, seja ela no âmbito da ecologia, biologia ou tecnologia. Sua efetiva resolução deve ser estruturada em aspectos culturais, sociais, de valores, da organização política e da economia global.

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Medium 9788536314389

10. Desenhos Metodológicos (IV) Métodos de procedimento: delineamentos semi e quase-experimentais de grupo

Adroaldo Gaya Grupo A PDF Criptografado

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Desenhos metodológicos IV

Métodos de procedimento: delineamentos semi-experimentais e quase-experimentais de grupos

Adroaldo Gaya

Muitas situações no âmbito da pesquisa científica em relação à cultura do movimento humano não permitem que se possa exercer com rigor todo o controle exigido pelos métodos experimentais. Em situação de ensino, treino ou de competição, quando se observam ou se medem determinadas variáveis, outras tantas intervenientes não podem ser devidamente controladas, por exemplo, reações ao comportamento dos expectadores, mudanças climáticas bruscas, expectativas em relação

à possibilidade de vitória são passíveis de intervir no desempenho tanto positiva como negativamente. Nesses estudos de campo realizados em situação natural, é praticamente impossível cumprir exigências, como seleção aleatória dos sujeitos, composição aleatória dos grupos, controle da situação ambiental, etc., que são requisitos do modelo experimental. Não obstante, tais óbices não devem impedir que realizemos estudos científicos que certamente poderão colaborar em grande escala para o quadro teórico das ciências do movimento

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Medium 9788577805662

10. DESENVOLVIMENTO DE NOVAS OFERTAS E CONSTRUÇÃO DE MARCA

Philip Kotler Grupo A PDF Criptografado

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Parte III: Aplicação do Mix de Marketing

EXEMPLO INICIAL

A Blue Cross Blue Shield da Carolina do Norte lança com sucesso um novo produto de assistência médica individual

Em 1996, a Blue Cross Blue Shield da Carolina do Norte (BCBSNC) lançou um novo produto de assistência médica individual chamado “Blue Advantage”. Esta oferta, uma extensão da marca de atuação nacional Blue Cross Blue Shield, lançou novas características de produto e alavancou a marca.

Em comparação com os seguros médicos em grupo, o mercado de seguros de saúde individuais tem sido tradicionalmente muito mais arriscado para as seguradoras. Apesar das subscrições, os grupos de indivíduos têm sempre produzido níveis gerais mais elevados de custos médicos e de indenizações de seguro em comparação com grupos grandes que têm menos risco e variabilidade de custos médicos. Duas razões para essa disparidade são que (1) os indivíduos têm mais e melhores informações sobre seu estado de saúde do que as seguradoras e (2) os indivíduos mais doentes buscarão os produtos de seguro com os melhores benefícios. Devido a esse alto risco de seguro, muitas empresas no mercado individual excluem as condições preexistentes da cobertura.

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