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Medium 9788582713822

Capítulo 8 - Beisebol

Craig Liebenson Grupo A PDF Criptografado

PARTE II Considerações sobre o treinamento de esportes específicos

CAPÍTULO

8

Ken Crenshaw, Nathan Shaw e Neil Rampe

Beisebol

O beisebol é um esporte popular com uma população estimada de 16 milhões de crianças que o praticam de forma organizada apenas nos Estados Unidos (1). A Little League

Baseball, sozinha, contabiliza mais de 2,6 milhões de participantes em 2007 (2). Com o aumento de participantes, também aumentou o número de lesões. Nos Estados

Unidos, estima-se que 131.555 jogadores de nível secundário sofreram lesões entre 2005 e 2006 e entre 2006 e 2007. Uma taxa de lesão de 1,26 eventos por 1.000 exposições atléticas.

Os locais mais comuns de ocorrência de lesões foram os ombros (17,6%), o tornozelo (13,6%), a cabeça/face (12,3%), as mãos/dedos (8,5%) e a coxa (8,2%). Os diagnósticos mais comuns foram: estiramentos ligamentares (rompimentos parciais) (21%), estiramentos musculares (rompimentos parciais) (20,1%), contusões (16,1%) e fraturas (14,2%).

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Medium 9788536313412

Capítulo 8 - Aberturas

Garry Kasparov Grupo A PDF Criptografado

62 Aberturas

Princípios Básicos

Já sabemos que toda partida de xadrez começa a partir da mesma posição inicial. Portanto, não é surpresa a constante repetição de certos movimentos e padrões.

Esses modos padronizados de começar a partida são chamados de aberturas.

Mas, como tudo no xadrez, as idéias fundamentais da abertura baseiam-se em regras simples. Na etapa inicial da partida, estes são os objetivos mais importantes:

Com freqüência, é bastante fácil prever os movimentos iniciais das partidas, pois as aberturas têm sido estudadas desde que o xadrez começou a ser jogado.

Muitas aberturas ganharam nomes estranhos e interessantes, em geral em homenagem aos jogadores que mais contribuíram para sua popularização ou ao local onde foram jogadas pela primeira vez. Na verdade, diversas aberturas têm nomes relacionados a países, entre elas a Abertura Inglesa, a Defesa Francesa, a Abertura Escocesa, a Defesa Holandesa, a Abertura

Italiana, a Escandinava, a Abertura Espanhola, o

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Medium 9788565848213

Capítulo 3. As escolas e as famílias nas sociedades democráticas

Jurjo Torres Santomé Grupo A PDF Criptografado

3 as escolas e as famílias nas sociedades democráticas

A

s importantes lutas sociais do século XX e da primeira década do século XXI por uma maior democratização e justiça social em nossas sociedades acarretaram grandes transformações em todas as instituições públicas e, portanto, também nas escolas. Esse é o momento definitivo do desaparecimento do amparo legal aos privilégios de sangue (salvo casos excepcionais, como os relativos às famílias reais) e também o momento da consolidação dos movimentos sociais e, em especial, das grandes transformações das estruturas familiares.

O feminismo tenta se impor e consegue grandes resultados na luta contra as injustiças e desigualdades políticas, laborais, sociais e legislativas entre os homens e as mulheres. O sucesso dos movimentos feministas também fica patente no fato de conseguir terminar o século XX impondo uma proposta verdadeiramente revolucionária: o pessoal é político (MILLET,

1995); algo que obrigará todas as pessoas a prestar mais atenção ao que ocorre no âmbito da vida privada, da vida cotidiana no interior das famílias.

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Medium 9788536325590

Capítulo 4 - O papel da inovação na sociedade e na educação

Sonia Simões Colombo; Gabriel Mário Rodrigues Grupo A PDF Criptografado

4

O papel da inovação na sociedade e na educação

Ronaldo Mota

N

o cenário mundial contemporâneo, a inovação é reconhecidamente o instrumento fundamental para o desenvolvimento sustentável, para a geração de emprego e renda e para a democratização de oportunidades. Ela também está presente na formação de profissionais preparados para atender às demandas diversas e complexas da sociedade e de suas empresas. A inovação nas empresas é abordada como elemento essencial para viabilizar um país competitivo, em condições de enfrentar seus desafios internos e de se afirmar soberanamente no conjunto das nações. A educação, particularmente a educação superior no contexto da sociedade atual, é analisada neste capítulo com ênfase na revolução educacional contemporânea representada pelo universo das tecnologias inovadoras, da dominância das mídias e de sua adequada apropriação aos processos de ensino e aprendizagem. Em especial, é apresentada uma abordagem acerca de educação flexível inovadora com ênfase em educação permanente.

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Medium 9788584291588

Capítulo 2. Sistemas de recomendação: conceitos e técnicas de aplicação

Patricia Alejandra Behar; Sean Hammond; Chris Fife-Schaw; Jonathan A. Smith Grupo A PDF Criptografado

2

SISTEMAS DE RECOMENDAÇÃO:

CONCEITOS E TÉCNICAS

DE APLICAÇÃO

Sandra Andrea Assumpção Maria | Sílvio César Cazella

Patricia Alejandra Behar

Com o passar dos anos, a publicação de conteúdo está cada vez mais frequente e intensa, consequência da web 2.0, que facilita a autoria, a criação e o compartilhamento por qualquer internauta. A temática sistemas de recomendação (SRs), diante da constante produção de conteúdo, tem sido muito discutida em decorrência dos possíveis benefícios proporcionados pela aplicação de técnicas de filtragem de informações. A possibilidade de utilizar os interesses dos próprios usuários, combinada com o potencial de indicação de conteúdo interessante, faz dos SRs uma possível solução para a aproximação do usuário à informação de interesse no ambiente da internet.

No entanto, a grande quantidade de informações apresentadas ao usuário causa uma sensação bem comum à maioria dos usuários que faz uso da web: a de estar sobrecarregado ou mesmo de se sentir perdido com a variedade de alternativas que se apresentam entre conteúdos e sites.

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Medium 9788573079616

Capítulo 2 - POR QUE UMA NOVA MANEIRA DE APRENDER?

Antunes, Celso Grupo A PDF Criptografado

11

NOVAS MANEIRAS DE ENSINAR, NOVAS FORMAS DE APRENDER

2

POR QUE UMA NOVA MANEIRA

DE APRENDER?

UMA REVOLUÇÃO NAS IDÉIAS SOBRE A APRENDIZAGEM

Diante da ausência de saúde de seu paciente, o médico tem direito a uma dúvida essencial: como curá-lo? É possível devolver-lhe integralmente a saúde? Existindo em seus saberes uma resposta positiva, sua ação é buscá-la com tenacidade e sem limites. Não parece ser muito diferente a essência da missão de um professor. Diante da ausência de saberes de seus alunos, todo professor tem direito a uma dúvida não menos essencial: como fazer meu aluno aprender? É possível aumentar seus conhecimentos, fazê-lo acessar ainda mais suas capacidades e suas inteligências? Existindo em sua prática uma resposta positiva, cabe a ele uma ação similar. Assim como o médico deve identificar na doença a inimiga a vencer, cabe ao professor ver na ignorância o desafio a superar.

Todavia, nem sempre para um mesmo problema existe uma idêntica solução. As causas da falência da saúde são bem mais conhecidas que o pleno domínio sobre como produzir a aprendizagem integral e, por seus meios e fins, a transformação da pessoa. Embora a mente faça parte do corpo, para muitas partes falidas deste já se conhece todos os remédios, ao passo que ainda há muito que se descobrir sobre como a mente aprende, como guarda o que conquistou e como utiliza esses saberes para resolver problemas de qualquer dimensão, de toda natureza. Assim, parece ser mais fácil perceber consenso médico sobre como

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Medium 9788520440186

4. Como avaliar o progresso das crianças na ginástica

WERNER, Peter H.; WILLIAMS, Lori H.; HALL, Tina J. Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo

4

Como avaliar o progresso das crianças na ginástica

Após ler e compreender este capítulo, você será capaz de:

• discutir por que pode ser importante avaliar o progresso das crianças na ginástica;

• descrever métodos de avaliação alternativos e como você pode usar gabaritos para medir o progresso;

• usar as normas norte-americanas e os resultados de desempenho para cada grupo de séries para determinar o que avaliar;

• descrever tipos de avaliações alternativas;

• oferecer exemplos de avaliações informais nas áreas psicomotora, cognitiva e afetiva; e

• desenvolver métodos para reportar avaliações na ginástica para os pais ou outras partes interessadas.

M

uitos professores de educação física lecionam para cerca de 400 a 600 crianças por semana, e cada aluno tem em média duas aulas de 30 minutos. O problema é que aulas curtas para turmas grandes podem fazer a avaliação parecer uma tarefa imensurável. Ainda assim, existem muitas razões para avaliar, como verificar o progresso das crianças em alcançar resultados de desempenho estabelecidos, avaliar o programa geral, ganhar credibilidade com os administradores da escola e com os pais, além de verificar o que você, como professor, ensinou.

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Medium 9788584290406

Capítulo 5 - A proposta pedagógica do futsal

Rogério da Cunha Voser; João Gilberto M. Giusti Grupo A PDF Criptografado

5

A PROPOSTA

PEDAGÓGICA DO FUTSAL

O FUTSAL NA ESCOLA: ANÁLISE DO PRODUZIDO E

A POSSIBILIDADE DE UM NOVO FAZER PEDAGÓGICO

Atualmente, o esporte está presente tanto na vida escolar quanto fora dela, e as crianças, mesmo durante os pequenos intervalos de recreio e entrada escolar, se deparam com o jogo. Muitas vezes, de forma brilhante, esse jogo é criado por elas mesmas e tem suas próprias regras, sendo realizado em pequenos espaços e com material alternativo, como bolas de papel, de meia, latas, tampinhas e, embora possuam regras próprias adequadas ao espaço e ao número de participantes, em sua essência trazem traços marcantes do esporte oficial, como o gol, a cesta, o arremesso e a defesa.

Esses pequenos jogos, que na sua origem seriam coletivos, muitas vezes são jogados individualmente, em duplas, ou em trios, pois, na falta de maior número de alunos para praticá-los, acabam por desenvolver suas próprias técnicas e fundamentos básicos, como é o caso do voleibol de dupla, do basquetebol de dupla, jogado em apenas uma tabela e, principalmente, os pequenos jogos do futebol (vaza-entra; 3:1; gol a gol; bichinho), e até mesmo o jogo de taco, que na sua prática imita o beisebol americano.

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Medium 9788577807154

O cliente

Ken Burtenshaw Grupo A PDF Criptografado

O briefing do cliente

O cliente

Depois que a relação entre cliente e agência foi estabelecida, o trabalho na campanha pode começar. A primeira etapa de todo projeto é a criação de um briefing do cliente, geralmente um documento por escrito apresentado à agência. O briefing deve expor claramente os objetivos da campanha com base em uma análise completa da situação atual da marca e do mercado em que se encontra. O documento não deve dizer à agência como fazer o trabalho, mas deve fornecer o máximo de orientação e informação possível para ajudá-la a chegar à melhor solução.

Estrutura do briefing do cliente

A maior parte das campanhas publicitárias é criada por agências em nome de uma empresa, instituição, fabricante ou indivíduo, os chamados “clientes”. Poucos clientes criam a própria publicidade internamente, pois a maioria acredita que contratar uma agência pode injetar novas ideias e objetividade no trabalho em questão.

Em muitos aspectos, a relação entre cliente e agência é mutuamente benéfica, mas em última análise é o cliente quem controla o orçamento e decide qual agência quer contratar. O medo de perder a conta pode levar a agência a concordar com uma estratégia de campanha com a qual não está satisfeita, apenas para atender os desejos do cliente.

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Medium 9788536303338

1. Gestão Escolar: Guia do Diretor em Dez Lições

Artmed Pitágoras Grupo A PDF Criptografado

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Coleção Escola em Ação

Gestão Escolar: Guia do

Diretor em Dez Lições

1

Pedro Faria Borges

FUNDAMENTOS

Lição 1: A Escola como Sistema

Eu era um bom professor de língua portuguesa. Tal fato teve como conseqüência o convite para coordenar o departamento de língua portuguesa do sistema no qual trabalhava. Como coordenador, também me saí bem, e me tornei vice-diretor de uma das unidades da instituição. Na vice-diretoria, tive também um bom desempenho, e a conseqüência foi tornar-me diretor de uma escola da instituição.

Acredito que esse caminho foi trilhado por muitos daqueles que estão na direção de escolas brasileiras. Basta mudar o nome da disciplina. Tenho colegas de matemática, história, educação física, química, biologia, inglês, geografia que são ou foram diretores de escola. Sabe-se, no entanto, que dirigir uma instituição educacional é muito diferente de ser professor, e que, embora haja algumas coincidências, ser diretor exige competências e habilidades distintas daquelas que são necessárias para o exercício do magistério. Acontece, com certa freqüência, de um ótimo professor tornar-se um diretor medíocre. Há excelentes vice-diretores que, ao se tornarem diretores, “metem os pés pelas mãos”. E também ocorre, embora menos freqüentemente, de professores medianos se tornarem ótimos diretores.

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Medium 9788584290239

Capítulo 2 | Insatisfação escolar:a escola sobre carregada

Ángel I. Pérez Gómez Grupo A PDF Criptografado

2

Insatisfação escolar: a escola sobrecarregada

A leitura, a escrita e a aritmética podem ser aprendidas em 100 horas se os aprendizes estiverem motivados... O que é que se aprende de verdadeiramente útil nos milhares de horas restantes da vida escolar?

(Gatto, 2005, tradução nossa)

As peculiaridades dos sistemas educacionais na sociedade neoliberal

Diante da impressão generalizada de fracasso e obsolescência do sistema educacional, a partir da década de 1990, quase todos os países desenvolvidos e em vias de desenvolvimento promoveram reformas, de maior ou menor proporção, dos seus sistemas educacionais. Não é difícil reconhecer tendências, padrões e características semelhantes, apesar de eles pretenderem responder a situações e circunstâncias econômicas, sociais e culturais notavelmente diferentes. Assim convém destacar que as exigências da economia global atual, as demandas do sistema produtivo definido pelo capitalismo financeiro, digital e deslocalizado, as fórmulas e interesses da sociedade de consumo em um mundo global, interdependente e digitalizado, já discutidos no Capítulo 1, estão impondo modelos seme-

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Medium 9788584290376

Capítulo I - Aprendi, mas ja esqueci!

Claudio de Moura Castro Grupo A PDF Criptografado

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I. Aprendi, mas já esqueci!

Antes de enfrentar a jornada para aprender a estudar, vale a pena fixar nossa atenção no resultado esperado. Ou seja, o que queremos da escola? Até certa idade, estudávamos porque alguém mandava.

Mas este livro se destina a quem já ultrapassou essa fase da vida. Portanto, a leitores com boas razões para perguntar a si mesmos o que significa a palavra “aprender” – e, também, por que aprender.

A primeira dificuldade é que a palavra “aprender” tem um sentido bastante elástico; chega a ser vago. Pode significar tanto decorar o telefone do amigo quanto manejar com facilidade as equações da Teoria da Relatividade Completa. Sendo assim, devemos conhecer melhor do que estamos falando, para evitar mal-entendidos.

Talvez a melhor maneira de proceder seja perguntar o que queremos fazer com o conhecimento adquirido.

Queremos decorar os elementos da tabela periódica para passar amanhã na prova de química, sendo que jamais pretendemos voltar a essa matéria? Ou queremos aprender juros compostos, para escolher a revenda que cobra menos juros na prestação do carro?

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Medium 9788582713822

Capítulo 28 - Prevenção de lesões nos joelhos em mulheres

Craig Liebenson Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

28

Timothy E. Hewett e Gregory D. Myer

Prevenção de lesões nos joelhos em mulheres

O DILEMA CLÍNICO

A maioria das lesões do ligamento cruzado anterior (LCA) não ocorrem por meio de contato, em geral, ocorrem durante a aterrissagem de um salto ou durante uma manobra de pivô em uma mudança de direção súbita durante a corrida*. A instabilidade do joelho devido à dominância dos ligamentos na função de estabilização (a função neuromuscular dos músculos estabilizadores do joelho está inibida);

à dominância do quadríceps (hiperativação do quadríceps em razão da desativação dos ísquiotibiais); à dominância da perna (assimetrias em força, flexibilidade e coordenação); e

à dominância do tronco (falta de controle dos movimentos do tronco) pode ser responsável pela alta incidência de lesões nos atletas (3-7).

DESENVOLVIMENTO DE UM PROGRAMA

NEUROMUSCULAR DE TREINAMENTO

PARA PREVENIR AS LESÕES DE JOELHO EM

ATLETAS DO SEXO FEMININO

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Medium 9788584290642

Capítulo 5 - Reggio Emilia: uma cidade em transformação

Edwards Carolyn; Gandini Lella; Forman George Artmed PDF Criptografado

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Reggio Emilia: uma cidade em transformação1

Sandra Piccinini e Claudia Giudici

A cidade representa um palco natural e humano em que os atores são todos os cida­ dãos: mulheres e homens, jovens e idosos que participam diariamente na mudança do cená­ rio urbano. Um palco de eventos, mercados e celebrações civis, conferências e reuniões, co­ mércio e música (Piccinini, 2002, p. 13).

U

ma longa e arriscada jornada liga a educação infantil à cidade de

Reggio Emilia. Tem sido uma aventura extraordinária, principalmente para as mulheres, mas também para os homens, que trabalharam com paixão e inteligência, dia após dia, e tornaram isso realidade. Trata-se de uma experiência que tem sido renovada ao longo do tempo devido à consciência das mudanças sociais e das novas descobertas científicas sobre as crianças. A experiência continua hoje, às vezes desafiadora e às vezes difícil, mas proporciona alegria e aprendizagem a muitas crianças, promete grandes esperanças para o futuro e produz um diálogo contínuo entre as crianças e a cidade.

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Medium 9788584291038

Capítulo 6. Para avaliar e refletir

Maria da Graça Souza Horn Artmed PDF Criptografado

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Para avaliar e refletir

O quadro apresentado a seguir tem o objetivo de nortear a observação do professor no sentido de orientar modificações que poderão ser feitas para qualificar os espaços externos.

Será que

Sim

Não

Providências

os espaços externos da instituição se constituem em uma alternativa para atuações diferenciadas dos envolvidos nos processos educativos da infância?

O

Ã

T

S

E

G

U

S

a organização do pátio prevê

áreas diferenciadas que contemplem as diferentes linguagens infantis?

a organização dos espaços externos permite a construção de novos arranjos, possibilitando a realização de múltiplas atividades nesses espaços? os materiais disponibilizados possibilitam interações diversificadas e promovem relações entre as crianças?

o espaço externo promove experiências significativas com o ambiente natural, como contato com areia, pedras, água, grama e diferentes tipos de vegetação?

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