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Medium 9788582713822

Capítulo 32 - Fundamentos do treinamento – uma abordagem baseada na aquisição de habilidades

Craig Liebenson Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

32

Craig Liebenson

Fundamentos do treinamento

– uma abordagem baseada na aquisição de habilidades

INTRODUÇÃO

O treinamento de alto rendimento testemunhou um grande avanço em conhecimento nas últimas décadas, gerado pelo crescente número de trabalhos científicos produzidos nos campos da psicologia do esporte, da fisiologia do exercício e da análise biomecânica do movimento atlético.

Contudo, a transferência desse conhecimento para o campo prático da aquisição de habilidades motoras ficou a desejar

(1, 2). O objetivo deste capítulo é realizar a transposição entre a teoria do treinamento e a prática do treinamento.

Em seções anteriores neste livro, foram descritos quais são os constituintes modernos que um programa de treinamento deve possuir. O objetivo deste capítulo é descrever como um atleta deve ser treinado, a fim de atingir seus objetivos.

“Se uma criança não consegue aprender da maneira como a ensinamos, talvez fosse o caso de a ensinarmos de uma maneira que ela entenda.” Ignacio Estrada

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Medium 9788536310442

3. Paciente Obsessivo-compulsivo

Roger A. Mackinnon Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 3

PACIENTE OBSESSIVO-COMPULSIVO

C

om freqüência, encontramos a personalidade obsessivo-compulsiva na prática clínica. O paciente obssessivo-compulsivo possui um dos tipos mais consistentes, rígidos e, por conseqüência, previsíveis de personalidade. Ele é facilmente reconhecido devido a uma natureza controladora e as características como procrastinação, ambivalência, indecisão, perfeccionismo e ausência de receptividade emocional. Esse quadro clínico está bem descrito no DSM-IV-TR.

Os critérios diagnósticos do DSM-IV-TR para o transtorno da personalidade obsessivocompulsiva são apresentados na Tabela 3.1.

Historicamente, o transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) era visto como o ancestral do transtorno da personalidade obsessivo-compulsiva. Agora, acredita-se que ele seja uma entidade distinta, com um substrato neurobiológico significativo. Atualmente, está classificado no grupo dos transtornos de ansiedade (Tab. 3.2).

O TOC pode ter início na infância, mas, em geral, manifesta-se na adolescência ou no início da vida adulta. É considerado como seqüela comportamental de um distúrbio cerebral envolvendo os gânglios da base, portanto, está relacionado aos transtornos de tique e à síndrome de Tourette. O transtorno da personalidade obsessivo-compulsiva pode ser considerado uma adaptação psicológica ao

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Medium 9788573074260

Primeira Conclusão do Conhecimento dos Processos de Aprendizagem: A atenção à Diversidade

Antoni Zabala Grupo A PDF Criptografado

A PRÁTICA EDUCATIVA / 33

aquilo que se trabalha ou aquilo que se pretende trabalhar. Se analisamos uma unidade didática, poderemos conhecer os conteúdos que são trabalhados, pelo que poderemos avaliar se o que se faz está de acordo com o que se pretende nos objetivos; e também poderemos avaliar se os conteúdos que se trabalham são coerentes com nossas intenções educacionais.

Para efetuar uma avaliação completa da unidade didática não basta estudar a pertinência dos conteúdos, é necessário verificar se as atividades propostas na unidade são suficientes e necessárias para alcançar os objetivos previstos. A questão que se coloca agora consiste em saber se aqueles conteúdos que se trabalham realmente são aprendidos. Aqui é onde devemos situar o outro referencial de análise: a concepção da aprendizagem.

PRIMEIRA CONCLUSÃO DO CONHECIMENTO

DOS PROCESSOS DE APRENDIZAGEM:

A ATENÇÃO À DIVERSIDADE

Durante este século, os marcos teóricos que buscam explicar os processos de ensino/aprendizagem têm seguido trajetórias paralelas, de forma que atualmente não existe uma única corrente de interpretação destes processos. Esta falta de acordo ou consenso científico levou a que muitos educadores menosprezassem a informação que os estudos de psicologia da aprendizagem lhes ofereciam. Esta desconfiança, justificada por argumentos de falta de rigor ou da própria falta de acordo, semeou o ceticismo a respeito das contribuições desta ciência, fato que implicou, na prática, a manutenção de formas tradicionais de atuação na aula. O aparente paradoxo encontra-se no fato de que a desconfiança pelas contribuições da psicologia da aprendizagem não sustenta a nãoutilização de concepções sobre a maneira de aprender. Aqui é onde aparece a contradição – não é possível ensinar nada sem partir de uma idéia de como as aprendizagens se produzem. Não se presta atenção às contribuições das teorias sobre como se aprende, mas em troca se utiliza uma determinada concepção. Quando se explica de certa maneira, quando se exige um estudo concreto, quando se propõe uma série de conteúdos, quando se pedem determinados exercícios, quando se ordenam as atividades de certa maneira, etc., por trás destas decisões se esconde uma idéia sobre como se produzem as aprendizagens. O mais extraordinário de tudo é a inconsciência ou o desconhecimento do fato de que quando não se utiliza um modelo teórico explícito também se atua sob um marco teórico. De certo modo, acontece o mesmo que apontamos ao nos referir à função social do ensino: o fato de que não se explicite não quer dizer que não exista. Por trás de qualquer prática educativa sempre há uma resposta a “por que ensinamos” e “como se aprende”.

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Medium 9788584290567

Capítulo 6. Aprendizagem experiencial e aplicada

Steve Ingle, Vicky Duckworth Grupo A PDF Criptografado

capítulo 6

Aprendizagem experiencial e aplicada

Utilizam-se diferentes termos para denominar o processo de aprender com a experiência. O filósofo da educação John Dewey (1915) discute o poder e o impacto de “aprender fazendo”, e não apenas escutando ou olhando. Pring (em Lucas et al.,

2012: 79) identifica como aprender fazendo é diferente de teorizar e depois aplicar, com a correção por parte de pessoas experientes permitindo que o aluno satisfaça e internalize padrões profissionais. Neste capítulo, consideramos o valor da experiência adquirida ao aprender fazendo e por meio de aprendizagem aplicada.

Objetivos de aprendizagem

Identificar o ciclo de aprendizagem experiencial.

Empregar a sala de aula invertida.

Desenvolver o aprendizado por meio de prática, resolução de problemas do mundo real, coaching, reflexão, ambientes virtuais, competição, simulação e jogos e aprendizado cooperativo.

Diga-me, e eu esqueço. Mostre-me, e eu apenas me lembro. Envolva-me, e eu compreendo.

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Medium 9788582715079

Capítulo 2 - Identificação e abordagem precoce dos desvios do desenvolvimento

Newra Tellechea Rotta, Cesar Augusto Nunes Bridi Filho, Fabiane Romano de Souza Bridi Grupo A PDF Criptografado

2

IDENTIFICAÇÃO

E ABORDAGEM

PRECOCE DOS

DESVIOS DO

DESENVOLVIMENTO

O

CLARISSA NOER

s transtornos do neurodesenvolvimento estão sendo, no decorrer dos últimos anos, cada vez mais reconhecidos como determinantes na morbidade ao longo da vida, com uma prevalência de 16 a 20% na população pediátrica.1,2 Na década de 1970, essas condições foram denominadas de nova morbidade e hoje são consideradas pela

Organização Mundial da Saúde (OMS) como as morbidades do milênio. 3,4

Os pediatras ou os médicos de família e comunidade são os primeiros responsáveis pelo atendimento destinado à criança. 5 O cuidado com a saúde do ser humano em desenvolvimento se inicia no momento da concepção. Estudos sobre as origens desenvolvimentais da saúde e da doença (DOHaD, do inglês developmental origins of health and disease) têm demonstrado a importância das influências que o meio ambiente exerce sobre o feto e o lactente, sobretudo na janela dos primeiros 1.000 dias de vida. Dessa maneira, os profissionais que têm a oportunidade de fazer o acompanhamento longitudinal da criança e de sua família – além do médico, profissionais da escola, equipe de assistência em saúde (enfermeiros, dentistas, nutricionistas e agentes comunitários) – encontram-se em posição estratégica para a prevenção e também para a detecção precoce dos atrasos ou desvios no desenvolvimento infantil típico. 5

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Medium 9788584291694

Capítulo 26. Descobertas de novos caminhos

Flavio Rodrigues Campos, Paulo Blikstein Grupo A PDF Criptografado

DESCOBERTAS DE

NOVOS CAMINHOS

Francisco Carvalho de Melo Neto

PROJETOS DE APRENDIZAGEM

A educação no que diz respeito à adoção de projetos para o desenvolvimento da aprendi­ zagem galgou grandes conquistas, como a ins­ tituição de novas visões para a escola, o ensi­ no e a aprendizagem, o aluno e o professor.

Os projetos de aprendizagem aproximam as questões vivenciadas pela comunidade es­ colar de seus conteúdos curriculares e são uma forma dinâmica para desenvolver a consciência crítica dos alunos. Também se configuram em uma dinâmica plausível da ação de desenvol­ vimento da prática educativa, sendo que esta se faz mediante alguns fatores preponderan­ tes, pois, como diz Hernández (1998, p. 61),

“A função do projeto é favorecer a criação de estratégias de organização dos conhecimen­ tos escolares que facilitem aos alunos a cons­ trução de seus conhecimentos de formas mais dinâmicas [...]”.

Os trabalhos com projetos começaram a ser incentivados pela rede estadual de ensino do Estado de Alagoas, por meio do Convênio

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Medium 9788536319322

6 Aspectos motivacionais do tenista: prazer versus competitividade

Carlos Balbinotti Grupo A PDF Criptografado

O ensino do tênis

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6

ASPECTOS MOTIVACIONAIS DO TENISTA:

PRAZER VERSUS COMPETITIVIDADE

Marcos Alencar Abaide Balbinotti

Marcus Levi Lopes Barbosa

Luciano Juchem

A importância da motivação é amplamente aceita por atletas, pais, dirigentes e treinadores de tênis. Ainda assim, treinadores freqüentemente se questionam quanto a como proceder para manter os atletas motivados durante as sessões de treinamento diárias e, o que parece mais difícil, ao longo dos vários anos de sua formação como tenistas. Dirigentes esportivos, ansiosos para que os atletas de seu clube obtenham resultados competitivos, muitas vezes “sugerem” que a sua equipe não está sendo suficientemente “motivada” pelos treinadores. Na prática, o que se observa é que alguns treinadores parecem um pouco confusos a respeito de quais procedimentos devem ser adotados para motivar os atletas.

A motivação tem sido considerada uma variável chave para a prática do esporte em diferentes níveis: aprendizado, lazer, treinamento e desempenho. A variedade de definições e de contextos em que ela se aplica faz com que o termo seja entendido com significados diferentes e contraditórios (Martinez; Chirivella, 1995).

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Medium 9788536311111

7 - COMUNIDADE DE APRENDIZAGEM

Maria Carmen Silveira Barbosa, Maria da Graça Souza Horn Grupo A PDF Criptografado

Projetos pedagógicos na educação infantil

85

7

COMUNIDADE DE APRENDIZAGEM

Uma das grandes contribuições da pedagogia de projetos é a sua dimensão social. Quem aprende quando uma escola propõe um trabalho com projetos? Aprendem os alunos, os professores, os funcionários, os pais, as instituições, a sociedade, isto é, toda a comunidade troca informações, cria conhecimentos comuns, formula perguntas e realiza ações. Trabalhar com projetos é criar uma escola como uma instituição aberta, onde os sujeitos aprendem uns com os outros e onde as investigações sobre o emergente têm um papel fundamental. É preciso transformar a escola em uma comunidade de investigação e de aprendizagens. Um espaço onde há invenção e descoberta por toda a parte, estimulando o pensamento renovado em todas as áreas. O percurso de construção de um projeto não é apenas uma forma, mas também é conteúdo de aprendizagem – de solidariedade, de argumentação, de negociação, de trabalho coletivo, de escolhas.

O PROFESSOR NA PEDAGOGIA DE PROJETOS

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Medium 9788577804962

8 segurança

Alexandre da Silva Carissimi, Juergen Rochol, Lisandro Zambenedetti Granville Grupo A PDF Criptografado

344

Redes de Computadores

As diferentes maneiras de garantir segurança da informação e proteger redes de computadores estão baseadas na aplicação de técnicas de criptografia. Este capítulo é dedicado justamente a esse assunto, abordando inicialmente os principais conceitos de criptografia para posteriormente discutir o seu emprego em protocolos seguros na

Internet (IPsec, SSL e TLS).

Nos últimos anos, é possível observar um crescimento no uso de meios de comunicação, em especial da Internet, para acessar os mais diferentes serviços dos mais distintos locais. Hoje em dia, é possível consultar extratos bancários, realizar depósitos e transferências de dinheiro, efetuar compras com cartões de créditos a partir de um computador, ou mesmo de um telefone celular conectado a Internet.

Da mesma forma, em busca de agilidade e de economia, as empresas utilizam a

Internet como uma ferramenta fundamental para o envio e recebimento de informações, comunicação entre filiais etc. A consequência imediata disso é que, cada vez mais, informações sensíveis e confidenciais são armazenadas em computadores e transmitidas pela Internet, o que os torna um alvo em potencial para uma nova modalidade de crime, o cibernético.

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Medium 9788527730617

29 - Envelhecimento Motor e a Aquisição de Habilidades Motoras

Go Tani Grupo Gen PDF Criptografado

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Envelhecimento Motor e a

Aquisição de Habilidades Motoras

Marcelo Eduardo de Souza Nunes,

Marina Gusman Thomazi Xavier de Souza e Flavio Henrique Bastos

O envelhecimento como processo

Durante o curso de vida do ser humano, observam-se as diferentes etapas do desenvolvimento motor, caracterizadas por mudanças que não se limitam à maturação, mas continuam ao longo do tempo, inclusive durante o envelhecimento.1-4 Visto como uma etapa de um ciclo do desenvolvimento que se inicia na concepção, o envelhecimento envolve reduções e perdas, mas também incrementos e reorganizações, tanto de caráter estrutural como funcional.5 Compreender o desenvolvimento como um processo permanente inclui considerar as alterações associadas à infância e

à adolescência e as mudanças que ocorrem com o processo de envelhecimento ao longo dos anos.6

Nesse sentido, alguns autores utilizam diferentes maneiras para classificar o processo de envelhecimento. Por exemplo, em relação às faixas etárias, podem ser classificadas por décadas; por coorte, como no caso dos baby boomers no pós-guerra, entre 1946 e 1964; e por curva de sobrevivência, relacionada à taxa de expectativa de vida.7 Shephard8 aponta uma classificação etária na qual situa os indivíduos nas categorias meia-idade, velhice, velhice avançada e velhice muito avançada. A meia-idade (40 a 65 anos) está associada à perda de função dos principais sistemas biológicos, cerca de 10 a 30%. Já na velhice (65 a 75 anos) e na velhice avançada (75 a 85 anos), há uma perda substancial das funções, porém o indivíduo ainda consegue manter sua independência, diferentemente do que ocorre na velhice muito avançada (mais de

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Medium 9788536314402

7. Provisão para alunos com transtorno do espectro autista

Michael Farrell Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 7

Provisão para alunos com transtornos do espectro autista

Introdução

Este capítulo procura definir o autismo e os transtornos do espectro autista. É explicada a tríade de comprometimentos associada ao autismo � isolamento social, dificuldades de comunicação e insistência na repetição � e como esses comprometimentos interagem e afetam a aprendizagem. São consideradas as causas, prevalência, identificação e avaliação do transtorno do espectro autista.

São explicadas várias intervenções: ensino estruturado, o programa Lovaas, interação intensiva, terapia de interação musical, sistemas de sinais para comunicação, o PECS, o manejo de comportamentos desafiadores, trabalho em pares e grupos, como lidar com transições, histórias sociais, adultos aprendendo a utilizar a fala e cognição afetiva.

Autismo

Leo Kanner, psiquiatra americano, descreveu algumas crianças que encontrava em sua unidade psiquiátrica, delineando seu limitado interesse por outras pessoas, uma linguagem peculiar, insistência em rotinas e comportamentos repetitivos

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Medium 9788521623052

Anexo - Exemplo de uma pesquisa

Ludke Grupo Gen PDF Criptografado

A

n e x o

Exemplo de uma pesquisa1

Apresentamos, a seguir, a síntese de uma pesquisa do tipo etnográfico, que ilustra de forma mais clara a utilização de uma das abordagens discutidas neste livro.

Alfabetização: um estudo sobre professores das camadas populares:2

Sônia Kramer

Mestre em Educação pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio).

Professora do Departamento de Educação dessa Universidade e técnica do MOBRAL.

Marli Eliza D. A. André

Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio)

Este trabalho visa apresentar os resultados e as reflexões decorrentes de um estudo sobre as práticas de alfabetização desenvolvidas em doze escolas

1

Publicada na Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos, Brasília, 65(151), 523-37, set/dez. 1984.

Reimpressa com autorização.

2

Artigo-síntese da pesquisa de mesmo título realizada sob o patrocínio do INEP, da qual participaram as seguintes pesquisadoras do Departamento de Educação da PUC-Rio: Andréa Brandão,

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Medium 9788584291281

Ideia fundamental 8 - Usando operações com flexibilidade

Jo Boaler, Jen Munson, Cathy Williams Grupo A PDF Criptografado

Ideia fundamental 8

USANDO

OPERAÇÕES

COM

FLEXIBILIDADE

Os usuários bem-sucedidos da matemática têm alguma coisa – um conforto, uma confiança – que os ajuda a se debruçarem sobre uma situação que precisa ser resolvida e a aplicarem seus conhecimentos de matemática.

Eles não necessariamente sabem mais, mas sua abordagem da matemática os ajuda em cada situação de aprendizagem. Uma maneira de encorajar essa técnica é apresentar aos alunos situações que requerem que escolham o método que irão utilizar. Quando simplesmente lhe ensinamos os métodos que devem ser praticados, jamais aprendem a fazer escolhas sobre métodos ou a entrar em uma situação matemática com a percepção de que podem tomar decisões sobre a direção matemática.

Na atividade Visualize, convidamos os alunos a fazerem escolhas sobre as operações e a utilizá-las com flexibilidade para chegar aos resultados. Eles recebem diferentes fotografias de multidões e são solicitados a fazer estimativas do número de pessoas nas fotografias. Isso requer que não só façam escolhas sobre as operações que podem ajudá-los, mas também que façam estimativas. Em um estudo governamental no Reino Unido sobre qual matemática é mais utilizada no ambiente de trabalho (COCKCROFT, 1982), os pesquisadores destacaram a prática importante e desvalorizada da estimativa. Eles identificaram que ela era mais usada do que qualquer outra parte da matemática.

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Medium 9788536319162

Capítulo 17 - Como os especialistas em estudo sobre meninas (e elas próprias) estão reorganizando a forma como pensamos a relação entre elas e a mídia?

Sharon R. Mazzarella Grupo A PDF Criptografado

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COMO OS ESPECIALISTAS EM ESTUDOS

SOBRE MENINAS (E ELAS PRÓPRIAS) ESTÃO

REORGANIZANDO A FORMA COMO PENSAMOS

A RElação entre elas E A MÍDIA?

Sharon R. Mazzarella

Antes de responder à pergunta colocada pelo título deste capítulo, preciso primeiro, responder à outra questão: por que existe um capítulo que fala de estudos sobre as meninas neste livro, mas não um capítulo correspondente de estudos sobre os meninos? Na verdade, pelo menos em relação à disciplina da comunicação, não existe um campo coeso e bem-desenvolvido de estudos sobre os meninos.¹ Por outro lado, existe uma longa história de estudos das meninas, a mídia e a cultura, embora nem todos, como explicarei a seguir, possam ser chamados com precisão de “estudos sobre as meninas”. Para tratar do tópico em questão, este capítulo começa esclarecendo as diferenças entre estudos das meninas e “estudos sobre as meninas”. Depois, situamos a evolução dos estudos sobre as meninas dentro de uma mudança mais ampla nas teorias acadêmicas sobre a juventude em geral e as garotas em particular.

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Medium 9788536305189

1. Uma cartografia das correntes em educação ambiental

Michèle Sato, Isabel Cristina Moura Carvalho Grupo A PDF Criptografado

1

Uma cartografia das correntes em educação ambiental

Lucie Sauvé

Quando se aborda o campo da educação ambiental, podemos nos dar conta de que, apesar de sua preocupação comum com o meio ambiente e do reconhecimento do papel central da educação para a melhoria da relação com este último, os diferentes autores (pesquisadores, professores, pedagogos, animadores, associações, organismos, etc.) adotam diferentes discursos sobre a EA e propõem diversas maneiras de conceber e de praticar a ação educativa neste campo. Cada um predica sua própria visão e viu-se, inclusive, formarem-se “igrejinhas” pedagógicas que propõem a maneira “correta” de educar,

“o melhor” programa, o método “adequado”.

Agora, como encontrar-se em tal diversidade de proposições? Como caracterizar cada uma delas, para identificar aquelas que mais convêm ao nosso contexto de intervenção, e escolher as que saberão inspirar nossa própria prática?

Uma das estratégias de apreensão das diversas possibilidades teóricas e práticas no campo da educação ambiental consiste em elaborar um mapa deste “território” pedagógico. Trata-se de reagrupar proposições semelhantes em categorias, de caracterizar cada uma destas últimas e de distingui-las entre si, ao mesmo tempo relacionando-as: divergências, pontos comuns, oposição e complementaridade.

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