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9. APLICANDO FERRAMENTAS DE EDIÇÃO ESPECÍFICAS

Adobe Creative Team Grupo A PDF Criptografado

172 ADOBE PREMIERE PRO CS4

Classroom in a Book

Introdução

Nesta lição, você vai testar três ferramentas de edição específicas – Rolling Edit,

Slide e Slip – e dois botões do Program Monitor – Lift e Extract, que podem simplificar certas tarefas. Com a ferramenta Track Select, você vai mover facilmente

Timelines inteiras ou partes das Timelines. Você também vai aprender a utilizar transições que exigem o uso de elementos gráficos.

Você vai conhecer novas maneiras de mover e substituir clipes na Timeline, e aprender a criar subclipes a partir de clipes longos para organizar melhor seu projeto.

Posteriormente será apresentada a edição multicâmera. Se houver uma tomada de vídeo multicâmera, esse recurso alternará entre ângulos de câmera durante o processo de edição, o que economizará tempo.

Explore as ferramentas de edição para economizar tempo

As ferramentas Rolling Edit, Slide e Slip serão utilizadas em várias situações, como quando você quer preservar o tamanho total do seu programa ao aparar e editar cenas dentro dele. Elas são úteis para projetos precisamente sincronizados, como comerciais de 30 segundos. A ferramenta Rolling Edit já foi vista em ação no Trim Monitor.

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Medium 9788582600382

Capítulo 10. Edição de vídeo

Adobe Creative Team Grupo A PDF Criptografado

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EDIÇÃO DE VÍDEO

Visão geral da lição

Nesta lição, você vai aprender a:

· Criar uma linha de tempo do vídeo no Photoshop

· Adicionar mídia a um grupo de vídeo no painel Timeline

· Adicionar movimento a vídeos e imagens estáticas

· Animar texto e efeitos usando keyframes

· Adicionar transições entre clipes de vídeo

· Incluir áudio em um arquivo de vídeo

· Renderizar um vídeo

Esta lição levará aproximadamente 90 minutos para ser concluída. Copie a pasta Lesson10 para seu computador, se ainda não fez isso. Ao trabalhar nesta lição, você preservará os arquivos iniciais. Se precisar restaurá-los, copie-os do

DVD do Adobe Photoshop CS6 Classroom in a Book.

Agora você pode editar arquivos de vídeo no Photoshop usando muitos dos mesmos efeitos que você utiliza para editar arquivos de imagem. Você pode criar um filme a partir de arquivos de vídeo, imagens estáticas, Smart Objects, arquivos de áudio e camadas de texto; e aplicar transições e efeitos animados utilizando keyframes.

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Medium 9788536327013

13. PERÍCIAS EM DIREITO DE FAMÍLIA

Jose G. Taborda Grupo A PDF Criptografado

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PERÍCIAS EM DIREITO DE FAMÍLIA

VINHETA

Dr. Antônio, psiquiatra infantil, foi designado perito por juiz de Vara de Família no curso de ação de regulamentação de visitas promovida por Carlos, genitor do menino Carlinhos, de 5 anos. A mãe do menino, Helena, ex-esposa de Carlos, o havia acusado de cometer ofensa sexual contra o filho de ambos. Dessa forma, por determinação judicial, as visitas do pai à criança passaram a ser supervisionadas. Há indícios de tentativa de alienação parental, por parte de Helena, que buscaria afastar Carlinhos do pai. Esse afastamento, aliás, já está se dando, pois o menino demonstra agressividade manifesta em relação ao pai. Durante o processo de avaliação, o perito verificou que a imagem do pai vem sendo desqualificada pela genitora em uma fase importante da vida da criança e conseguiu identificar fatos relevantes indicativos do potencial alienador de Helena. Esta surge sempre com novas queixas e acusações, as quais dificultam o estreitamento do vínculo entre pai e filho. Helena apresenta, também, comportamentos impulsivos, instabilidade emocional, falta de controle de impulsos, baixa tolerância a frustração e propensão marcante a culpabilizar os outros.

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Medium 9788584290383

De conversas faladas para conversas escritas

Paulo Fochi Grupo A PDF Criptografado

De conversas faladas para conversas escritas

Certa vez, li o livro Lembrar escrever esquecer, de Jeanne Marie Gagnebin, em que, logo no começo, a autora anuncia que este é resultado de encontros e congressos que realizou e que, agora, haviam tomado forma de obra, destacando, então, que a oralidade e a escrita atravessavam a feitura, mas também o conteúdo dos 14 ensaios que o compunham. Assim, diz a autora, que “a oralidade viva do diálogo com colegas e estudantes e a procura lenta de clareza e diferenciação, propiciada pela escrita, apoiam-se reciprocamente” (2006, p. 11).

Poderia, então, dizer que de um pequeno projeto-inventário,1 ao final de

2011, cheguei à feitura deste livro? Talvez não. Sou mais convicto de que o argumento de Gagnebin (2006), sobre a reciprocidade entre a oralidade e a escrita, possa definir como este texto nasceu. Nasceu de muitos encontros, diversas conversas, até mesmo dos amigos, colegas, daqueles que foram meus professores, de livros, teses e dissertações que li.

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Medium 9788520428405

10. A Política Educacional de FHC

Ghiraldelli Jr., Paulo Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 10

A Política Educacional de FHC

O programa de governo

Filho de general, sociólogo e professor de formação, homenageado várias vezes no exterior e no Brasil, nome corriqueiro na bibliografia básica da sociologia brasileira, senador produtivo e homem de gostos refinados, Fernando

Henrique Cardoso tinha tudo para ser candidato à Presidência da República.

Ou melhor, quase tudo. Apesar de senador bem votado, faltava-lhe reconhecimento político nacional, principalmente entre os mais pobres. Foi o que obteve ainda no governo de Itamar Franco, quando, na condição de ministro da Fazenda, reuniu a equipe que veio a propor o Plano Real, que alcançou êxito quanto à estabilidade da moeda, contendo a inflação após tantos outros planos infrutíferos. Com isso como trunfo eleitoral, ele bateu fácil seu adversário principal nas eleições de 1994,1 Luiz Inácio Lula de Silva (PT).

Mas esse trunfo eleitoral não foi obra apenas do plano econômico. O PSDB de Fernando Henrique Cardoso não entrou na campanha presidencial despreparado, apenas com um projeto eleitoreiro nas mãos. A campanha tinha um programa relativamente bem elaborado, que indicava de modo razoavelmente claro o que almejava. Fernando Henrique seguiu seu nunca abandonado estilo de intelectual e professor. Assim, em vez de um panfleto ou de um opúsculo, suas propostas de candidato à Presidência da República vieram em um livro de

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Medium 9788584291731

Capítulo 5 - Efetividade de mecânicas de gamificação sobre o engajamento de alunos do ensino fundamental: uma experiência no ensino de desenho geométrico

Luciano Meira, Paulo Blikstein Grupo A ePub Criptografado

Luma da Rocha Seixas, Alex Sandro Gomes, Ivanildo José de Melo Filho

Gapp e Fisher (2012) afirmam que é complexo para os alunos desenvolverem os níveis de engajamento necessários para alcançar o potencial de aprendizado completo. Ainda segundo os autores, existe o risco de que apenas pequenos grupos se engajem em suas atividades. Diante desse contexto, pesquisas têm sido continuamente desenvolvidas com o objetivo de promover o engajamento dos alunos (SIMÕES; REDONDO; VILAS, 2012; VIOLA, 2011). Uma delas utiliza elementos dos jogos, por meio da técnica de gamificação.

Pesquisas sugerem que jogos podem ser uma tecnologia especializada e com alto sucesso em engajar e motivar seus usuários, fazendo-os permanecer em uma tarefa por um longo período (GEE, 2003; DONDLINGER, 2007; McGONIGAL, 2011). Pesquisadores procuram centrar-se no potencial dos jogos para funcionarem como ferramentas educacionais inovadoras. Algumas investigações têm evidenciado resultados positivos com relação à experiência de aprendizagem (HALVERSON et al., 2006), enquanto outras relatam melhorias significativas na motivação e, consequentemente, no engajamento (BARNES et al., 2008; WYETH; JOHNSON; ZIVIANI, 2013; MELO et al., 2006).

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Medium 9788584291731

Parte I - Estudos de impacto

Luciano Meira, Paulo Blikstein Grupo A ePub Criptografado
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13. A Política Educacional de Lula

Ghiraldelli Jr., Paulo Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 13

A Política Educacional de Lula

O programa de governo e as realizações

Fernando Henrique Cardoso tinha tudo para ser Presidente. E o destino se cumpriu. Luiz Inácio Lula da Silva nada tinha para ser Presidente. Tornou-se presidente contra o destino. Nascido no Nordeste, ele chegou a São Paulo em situação difícil e passou os dissabores conhecidos pelos retirantes. Melhorou sua vida quando se tornou operário metalúrgico. Conheceu o sindicalismo e veio a ser líder das greves no ABC paulista em final dos anos 1970, que modificaram a vida do país. Com colegas do trabalho e da vida sindical, associado a grupos de militantes de esquerda, da Igreja Católica e grupos de intelectuais fundou o Partido dos Trabalhadores (PT). A idéia transmitida na época, com a criação do PT, era a de uma renovação da esquerda – um projeto que seria diferente da chamada esquerda tradicional, representada pelos partidos comunistas (PCB e PC do B).

Lula nunca foi socialista ou comunista. Líder carismático e dedicado, em

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Medium 9788584291731

Capítulo 19 - Um modelo de roteiro para game educativo com base no design de narrativa

Luciano Meira, Paulo Blikstein Grupo A ePub Criptografado

Deglaucy Jorge Teixeira, Dulce Márcia Cruz, Berenice Santos Gonçalves

Os videogames são considerados como uma mídia para contar histórias, e seus roteiros podem ser tão complexos e elaborados quanto as grandes produções cinematográficas (ARRUDA, 2014).

As características afetivas e lúdicas das narrativas, além de proporcionar empatia, são capazes de potencializar a retenção da informação (ALVES; BATTAIOLA; CEZAROTTO, 2016). Dessa maneira, o uso das narrativas em games educativos pode contribuir diretamente para um aprendizado mais efetivo.

Este capítulo mostra como elaborar um roteiro para narrativa em game educativo que seja capaz de proporcionar experiências envolventes e significativas com os conteúdos pedagógicos.

De forma geral, jogos são considerados como atividades voluntárias praticadas dentro de certos limites de tempo e espaço mediante regras obrigatórias e consensuais em um contexto fictício (HUIZINGA, 1980).

Em ambiente digital, Salen e Zimmerman (2012) definem game como um sistema no qual os jogadores praticam atividades envolvidos em um conflito artificial, organizado por regras e que traz resultados quantificáveis. O game educativo combina essas características com conteú­dos pedagógicos (MORAS, 2015).

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Medium 9788584291731

Parte II - Relatos de experiências

Luciano Meira, Paulo Blikstein Grupo A ePub Criptografado
Medium 9788584291731

Capítulo 15 - Gamificação de um semestre letivo na disciplina de língua inglesa no ensino fundamental

Luciano Meira, Paulo Blikstein Grupo A ePub Criptografado

Rafaela de Souza Alves

Com os avanços tecnológicos, encontramos uma nova geração de alunos, com características diferentes, que processam as informações de maneira mais rápida do que antes. Assim, os instrumentos de mediação na sala de aula não podem ser os mesmos de antigamente, porque devem estar de acordo com as características e necessidades dos alunos. Neste capítulo, abordarei a gamificação como instrumento de mediação.

A proposta de gamificação aqui relatada fez parte de minha pesquisa de mestrado e foi inserida no projeto de pesquisa “Ludicidade e aprendizagem de línguas estrangeiras: brincar, jogar, narrar e gamificação de conteúdo”, desenvolvido em uma escola pública localizada no interior de Minas Gerais, na qual atuei como professora e também como regente da turma. O processo de gamificação elaborado aliou os conteúdos constantes no livro didático adotado pela escola (KILLNER & AMANCIO, 2014), entre eles o trabalho com gêneros discursivos, com uma narrativa com tema de piratas, envolvendo elementos de gamificação como pontuação, níveis, desafios, missões, prêmios, medalhas, entre outros, a fim de motivar e engajar os alunos no processo de ensino-aprendizagem de língua inglesa no ensino fundamental.

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Medium 9788520428405

12. Tecnocratas e Críticos na Transição de Séculos

Ghiraldelli Jr., Paulo Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 12

Tecnocratas e Críticos na Transição de Séculos

O rearranjo de ideários políticos na transição dos séculos

Especialmente entre o final da década de 1990 e meados da primeira década do século XXI, o campo educacional no Brasil ganhou novos atores. A esquerda perdeu terreno. A correspondente direita recebeu nova militância, inclusive por meio do engajamento de jovens. Tomou corpo uma geração diferente daquela que participou do “Fora Collor” – a última manifestação popular de cunho democrático e suprapartidária a que nosso país assistiu no século

XX. A correlação de forças mudou e se tornou mais equilibrada do ponto de vista das argumentações lado a lado. Ironicamente, essa força da direita continuou e até mesmo se ampliou após a conquista da Presidência da República pelo PT e seus aliados, em 2003.

Pode-se dizer que o enfraquecimento da esquerda era esperado. Os ingredientes para tal, vindos do campo internacional, acabariam por chegar ao caldeirão brasileiro. A Queda do Muro de Berlim e o desaparecimento da URSS,1 eventos que puseram fim ao chamado socialismo real, trouxeram para muitos simpatizantes do comunismo uma constatação: não se podia mais imaginar que o socialismo não era tão opressivo quanto seus adversários diziam. As

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Medium 9788584291731

Capítulo 11 - O jogo como elemento lúdico na aprendizagem de espanhol

Luciano Meira, Paulo Blikstein Grupo A ePub Criptografado

Rosemeire da Silva Carriel, Silvia Mera Ponce, Sílvia Vampré Ferreira Marchetto

Não é recente o uso do jogo como recurso educativo, tanto para crianças e adolescentes como para adultos. Huizinga (2000, p. 4), em seu clássico estudo Homo ludens, assegura que o jogo é mais antigo que a cultura, “[...] é uma função significante, isto é, encerra um sentido. No jogo, existe alguma coisa ‘em jogo’ que transcende as necessidades imediatas da vida e confere sentido à ação”. Ao ter uma função significante, pode-se afirmar que se cria no jogo um espaço profícuo para a aprendizagem significativa, uma das bases que sustentam os objetivos da educação moderna.

Apesar de o jogo ainda ser visto por muitos educadores e pais com reserva e desconfiança, estudiosos em educação e neurociência apontam inúmeros benefícios no uso dos jogos como instrumento eficaz para a aprendizagem. Ramos (2013) percorre uma série desses estudos e apresenta diferentes aspectos que se desenvolvem a partir do jogo, como atenção e concentração, lógica, reflexos, coordenação visual e motora, estratégias de resolução de problemas, capacidade de organização e negociação, entre outros.

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Medium 9788584291731

Capítulo 6 - Demults: Desenvolvimento Educacional de Multimídias Sustentáveis

Luciano Meira, Paulo Blikstein Grupo A ePub Criptografado

Flávia Peres, Taciana Pontual Falcão, Dyego Carlos Sales de Morais, Glaucileide da Silva Oliveira

Este capítulo estabelece as bases teórico-metodológicas e alguns resultados do Desenvolvimento Educacional de Multimídias Sustentáveis (Demults), um projeto interdisciplinar de abordagem sociointeracionista que, desde 2011, vem possibilitando que educandos se engagem no desenvolvimento de jogos digitais educacionais.

A proposta origina-se de adaptações do conceito de comunidades de prática (CP) ao contexto escolar, em conjunto com as técnicas de design participativo e programação pelo usuário final. Sua ênfase ancora-se na ideia de uma aprendizagem decorrente da vivência em situações práticas, por meio da interação entre experts e iniciantes, com possibilidade de gerar modelos inovadores na educação escolar.

A partir de uma perspectiva histórico-cultural em psicologia e educação, entende-se que as interações sociais são fundamentais ao desenvolvimento cognitivo, e as condições materiais em que os sujeitos compartilham significados fazem emergir processos específicos para a resolução de problemas na contemporaneidade.

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Medium 9788520434802

3. Do mau uso de Paulo Freire

Paulo Ghiraldelli Junior Editora Manole PDF Criptografado

3.

Do mau uso de Paulo Freire

N

ão existe “método Paulo Freire”. Todos nós sabíamos disso, ao menos os da minha geração. Todavia, como tudo na filosofia tradicional (leia-se filosofia moderna) é epistemologizado e, então, metodologizado, e, como na área pedagógica, até pela própria origem da palavra pedagogia, importam antes os métodos que o conteúdo, logo todos engoliram o vocabulário corrente. Surgiu então o tal “método Paulo Freire”.

Daí por diante, não adiantou mais Paulo Freire insistir que sua pedagogia era antes de tudo política. As pessoas repetiam com ele que “tudo é político” e, assim, como não poderia deixar de ser nesses casos, esvaziaram a expressão “política” e reduziram logo a filosofia da educação de Freire a alguns procedimentos de alfabetização associados a não mais que duas ou três frases

“metodológicas”, principalmente a ideia de “levar em conta a experiência do educando”. Foi assim que geramos o “mau uso de Paulo Freire”.

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