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CAPÍULO 1 - A SOLIDÁRIA PARCERIAENTRE ESPAÇO E EDUCADOR

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A SOLIDÁRIA PARCERIA

ENTRE ESPAÇO E EDUCADOR

Inicialmente, é importante considerarmos que, no Brasil, a educação infantil percorreu um longo caminho, o qual, em certos momentos, vinculou-se à saúde em seus pressupostos higienistas; em outros, à caridade e ao amparo à pobreza e, em outros ainda, à educação. Nessa trajetória, toda a política de educação infantil emanada do poder público se caracterizou, de um lado, por um jogo “de empurra” e, de outro, por uma visão acintosamente assistencialista.

Os órgãos públicos, em especial, têm uma tradição de lidar diretamente com grupos organizados da população, reforçando a orientação de guarda às crianças, principalmente em relação à higiene e à alimentação.

Como conseqüência da própria trajetória histórica da educação infantil, diferentes momentos emergiram nas propostas de trabalho desenvolvidas nas instituições de educação infantil no Brasil. A produção científica foi largamente ampliada, e as pesquisas sobre a infância, em suas diferentes dimensões, influenciaram muito o referencial pedagógico para essa etapa de ensino.

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9 Infarto agudo do miocárdio

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Peggy Jenkins

CAUSAS DE INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO

As principais razões para que ocorra o desequilíbrio entre suprimento e demanda de oxigênio são aterosclerose, trombo, embolia, espasmos das artérias coronárias ou redução do tempo de enchimento ventricular. A definição de infarto agudo do miocárdio mudou, recentemente, para refletir os avanços científicos e mudanças do perfil populacional. A nova definição classifica o infarto pela causa

– espontâneo ou relacionado a procedimentos – pela extensão da necrose celular ou tamanho da área de infarto, e segundo o momento em que o paciente é atendido, em relação à necrose miocardíaca – infarto agudo, em cicatrização ou cicatrizado (Thygesen et al., 2007).

A fase aguda do infarto do miocárdio é o período de seis horas a sete dias a partir do evento. A fase de cicatrização vai de 7 a 28 dias e o infarto cicatrizado é aquele que já ocorreu há 29 dias ou mais. Cada uma dessas fases tem correlação com o quadro fisiopatológico evolutivo e pode ser identificada por meio do ecocardiograma.

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Introdução: Gestão da Escola

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Introdução:

Gestão da Escola

Rosamaria Calaes de Andrade

DIRETOR DE ESCOLA: ADMINISTRADOR OU GESTOR?

Há bem pouco tempo, dirigir uma escola era considerada uma tarefa rotineira. Cabia ao diretor zelar pelo bom funcionamento da escola, centralizando em si todas as decisões, e administrar com prudência os eventuais imprevistos.

Atualmente, essa situação mudou muito. As grandes e contínuas transformações sociais, científicas e tecnológicas passaram a exigir um novo modelo de escola e, conseqüentemente, um novo perfil de dirigente, com formação e conhecimentos específicos para o cargo e a função de diretor-gestor.

A expressão gestão escolar, em substituição à “administração escolar”, não é apenas uma questão semântica. Ela representa uma mudança radical de postura, um novo enfoque de organização, um novo paradigma de encaminhamento das questões escolares, ancorado nos princípios de participação, de autonomia, de autocontrole e de responsabilidade. Segundo Heloísa Lück, “a gestão não deprecia a administração, mas supera as suas limitações de enfoque dicotomizado, simplificado e reduzido, para atender às exigências de uma realidade cada vez mais complexa e dinâmica”.

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CAPÍTULO 7 - DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM

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Ensaios pedagógicos

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7

DIFICULDADES DE

APRENDIZAGEM

Suponho que o termo construtivismo como equivalente à epistemologia genética só foi assumido por Piaget na década de 1960, portanto na última fase de sua elaboração teórica (Montagero e Maurice-Naville, 1994/1998).

Apesar disso, analisar o conhecimento como construção sempre foi o principal objetivo deste autor. Assumir o conhecimento como construção impõenos um desafio muito grande.

A criança, como insistia Piaget (2000/1967) é o “pai” do adulto e, por isso, pode explicá-lo mesmo que, por outro lado, o adulto também explique a criança. Ela é “pai” porque todos começamos por ser criança; é a partir dela que evoluímos ou progredimos para as fases seguintes do processo de desenvolvimento. Ora, temos o hábito, sobretudo em ciências humanas, de pensar o conhecimento apenas na perspectiva dos adultos, de sua linguagem, de suas formas de pensamento, de seu raciocínio e de seus conhecimentos adquiridos e acumulados por gerações e gerações de outros adultos.

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Capítulo 23 - Obtendo a entrada do usuário

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Capítulo 23

Obtendo a entrada do usuário

Neste capítulo, você vai aprender a:

■ Criar menus para aplicativos Microsoft Windows Presentation Foundation (WPF) utilizan-

do as classes Menu e MenuItem.

■ Realizar o processamento em resposta a eventos de menu quando um usuário clica em

um comando de menu.

■ Criar menus pop-up sensíveis ao contexto utilizando a classe ContextMenu.

■ Manipular menus por meio de código e criar menus dinâmicos.

■ Utilizar caixas de diálogo comuns do Windows em um aplicativo para solicitar ao usuário

o nome de um arquivo.

■ Construir aplicativos WPF que podem se beneficiar de diversas threads para melhorar a

capacidade de resposta.

No Capítulo 22, “Apresentando o Windows Presentation Foundation”, vimos como criar um aplicativo WPF simples composto de uma seleção de controles e eventos. Muitos aplicativos profissionais baseados em Microsoft Windows também fornecem menus contendo comandos e opções, dando ao usuário a capacidade de executar várias tarefas relacionadas ao aplicativo. Neste capítulo, você aprenderá a criar menus e adicioná-los aos formulários utilizando o controle Menu. Você verá como responder quando o usuário clica em um comando de um menu. Entenderá como criar menus pop-up cujos conteúdos variam de acordo com o contexto atual. Finalmente, compreenderá as classes de diálogo comuns fornecidas como parte da biblioteca WPF. Com essas classes de diálogo, você pode solicitar ao usuário itens frequentemente utilizados, como arquivos e impressoras, de maneira rápida, fácil e familiar.

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1. UM TOUR PELO ADOBE PREMIERE PRO CS4

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20 ADOBE PREMIERE PRO CS4

Classroom in a Book

Introdução ao Adobe Premiere Pro CS4

Como editores de vídeo, percorremos um longo caminho desde as antigas e desajeitadas máquinas de videotape até o caro equipamento de produção para edição profissional em um computador desktop. O Adobe Premiere Pro CS4 amplia as nossas capacidades. Como introdução, vamos ver alguns dos novos recursos do Adobe Premiere Pro CS4. Revisaremos o fluxo de trabalho básico utilizado pela maioria dos editores de vídeo e veremos como o Adobe

Premiere Pro se encaixa nas diferentes versões do Adobe Creative Suite. Por fim, serão apresentados os espaços de trabalho personalizados do Adobe Premiere Pro CS4.

Novos recursos do Adobe Premiere Pro CS4

Embora essa não seja uma lista completa dos novos recursos do Adobe Premiere

Pro CS4, já é possível conhecer alguns avanços desse poderoso aplicativo, que serão apresentados nas lições ao longo do livro.

Efeitos

· Aplique efeitos a vários clipes: Acelere o trabalho de edição selecionando vários clipes em uma sequência e arraste um ou mais efeitos do painel Effects para os clipes selecionados.

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Apêndice A - Algoritmo de bradicardia

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Peggy Jenkins

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BRADICARDIA

Frequência cardíaca <60 bpm e inadequada para o quadro clínico

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• Manter vias aéreas permeáveis; auxiliar a respiração, se necessário

• Administrar oxigênio

• Monitorar ECG (identificar ritmo), pressão arterial, oximetria

• Instalar acesso IV

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Sinais e sintomas de má perfusão causados pela bradicardia?

(p. ex., alteração aguda do estado mental, dor torácica constante, hipotensão ou outros sinais de choque)

4A

Observar/ monitorar

Perfusão adequada

Má perfusão

Lembretes

• Se houver parada sem pulso, usar Algoritmo de parada sem pulso

• Identificar e tratar possíveis fatores contribuintes:

– Hipovolemia

– Pneumotórax de

– Hipoxia tensão

– Íon hidrogênio

– Trombose

(acidose)

(coronariana ou

– Hipocalemia/ pulmonar) hipercalemia

– Trauma

– Hipoglicemia

(hipovolemia,

– Hipotermia aumento da pressão

– Toxinas intracraniana)

– Tamponamento cardíaco

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• Preparar para marca-passo transcutâneo; uso imediato nos bloqueios de grau avançado (bloqueio de 2º grau do tipo II ou bloqueio de

3º grau)

• Considerar atropina 0,5 mg IV enquanto se aguarda o marca-passo. Pode ser repetida até a dose total de 3 mg. Se ineficaz, iniciar marca-passo.

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Capítulo 8. Táticas para maximizar a força

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CAPÍTULO 8

Táticas para maximizar a força

O primeiro passo para aumentar a força é aprender como elaborar sessões e programas básicos de treino com esse objetivo em mente. As variáveis a serem consideradas na elaboração dos treinos (ver Cap. 2) são a escolha dos exercícios que serão executados, sua ordem de execução, o número de séries que serão realizadas, a carga que será utilizada e o intervalo que será empregado entre as séries.

Além disso, deve-se considerar a frequência com que cada grupo muscular será trabalhado e o tipo de rotina a ser implementado.

Este capítulo aborda as rotinas mais comuns entre os praticantes interessados em maximizar a força muscular, ajudando a determinar qual a melhor organização semanal a ser seguida. Volta-se a enfatizar as variáveis de cada sessão de treino, descrevendo minuciosamente os exercícios específicos. Cada passo fornece mais detalhes a respeito das normas, dos métodos e das dicas para alcançar esse objetivo.

DIVISÃO SEMANAL DO TREINO

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Capítulo 6. Osteotomia Segmentar para Aumento Ósseo

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6 Osteotomia Segmentar para

Aumento Ósseo

6.1

Indicação

A osteotomia segmentar pode ser empregada nos casos de processo alveolar com altura insuficiente, mas largura satisfatória. Esse procedimento também é adequado para a correção de defeitos localizados do processo alveolar, como os de origem traumática.

Figura 6.1 Osteotomia segmentar.

Figura 6.2 Perda de elementos dentais e de osso alveolar causada por trauma na região ântero-superior.

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Karl-Erik Kahnberg

Figura 6.3 Imagem radiográfica panorâmica do caso.

Figura 6.4 Incisão vestibular, exposição do processo alveolar e osteotomia segmentar na região edêntula.

Figura 6.5 O espaço aberto com a elevação do segmento ósseo foi preenchido com enxerto do mento, visando-se aumentar a altura do rebordo alveolar.

Figura 6.6 Visualização da área doadora do enxerto ósseo na telerradiografia lateral.

Enxertos Ósseos para Implantes na Maxila

Figura 6.7 Implantes inseridos no segmento alveolar aumentado.

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As epilepsias

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As epilepsias

Roger Walz

Kátia Lin

Marcelo Neves Linhares

O termo epilepsia advém do verbo grego

επιλαµβειν (epilamvanein), que significa “ser pego”, “ser atacado”. Há relatos completos de uma crise secundariamente generalizada datados de 3 mil anos atrás em linguagem acadiana, no Egito (1600 a.C.), na China

(1700 a.C.), na Índia (1000 a.C.) e na

Babilônia (500 a.C.).

A prevalência das epilepsias é de 1% da população nos países desenvolvidos, podendo ser maior em países em desenvolvimento. Ainda que, na maioria das vezes, o prognóstico seja favorável, as epilepsias são a segunda maior causa de incapacidaMesmo com tra‑ de mental, em partamento adequa‑ do, em torno de ticular em pacientes

20% dos indiví‑ jovens. Mesmo com duos epilépticos tratamento adequasão refratários do, em torno de 20% ao tratamento dos indivíduos epimedicamentoso, lépticos são refranecessitando, tários ao tratamenportanto, de to medicamentoso, tratamento em centros de necessitando, porreferência. tanto, de tratamento em centros de referência. Esses casos mais graves respondem por 75% do custo da doença nos Estados Unidos.

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Parte III – Capítulo 1 – Descubra o Objetivo da Proposta da Redação

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Parte III – Os segredos da redação nota mil

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Capítulo 1 – Descubra o objetivo da proposta da redação

Ao longo de uma redação, você deve demonstrar domínio das competências que os avaliadores pretendem verificar.

Nas provas de redação dos vestibulares para 2018, essas competências foram bastante variadas e podemos organizá-las em quatro grupos.

1. Capacidade de análise no âmbito socio-político

Há um conjunto de provas que avalia a capacidade de análise no âmbito socio-político. Neste caso, sobressaem os estudantes que:

• Demonstram compreender os processos sociais utilizando conhecimentos histórico-geográficos;

• Sabem relacionar dados econômicos e seus contextos;

• Fazem observações pertinentes sobre as relações de trabalho, cultura e poder;

• São capazes de comparar organizações políticas, econômicas ou sociais.

O texto dissertativo-argumentativo é o estilo mais adequado para tais propostas.

No exame de seleção de vestibulares para 2018, estes são alguns exemplos de provas que foram nessa linha:

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22. TRANSTORNOS DE PERSONALIDADE

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IMPLICAÇÕES FORENSES DE ALGUNS TRANSTORNOS MENTAIS

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VINHETA

Paulo, 25 anos, cometeu duplo homicídio. Informa que fora visitar uma ex-namorada, com a qual coabitara por alguns meses, e, ao chegar ao apartamento, encontrou apenas a babá e o filho da ex-namorada, de 4 anos de idade. Relata ter sentido vontade de ter relações sexuais com a babá. Como a jovem recusou a proposta, estuprou-a e, a seguir, a estrangulou. Indagado sobre o porquê de haver matado também o menino, justificou-se dizendo que o choro deste atrapalhava seu desempenho sexual, o que o levou a desferir violento golpe na criança. Ao exame, não apresentou alteração da cognição, nem sintomas delirantes ou alucinatórios.

Não estava usando substâncias psicoativas (SPAs) durante a ocorrência do fato. Diz lamentar muito o que aconteceu, pois foi “um azar”, que “atrapalharia sua vida futura” e que não desejava matar a ambos. Sua história pregressa revela um padrão constante de desajuste: expulsão de colégios, exclusão do serviço militar, perda de empregos e brigas constantes. A vida afetiva

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Introdução

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Introdução

Há várias formas de se conceber o fenômeno educativo. Por sua própria natureza, não é uma realidade acabada que se dá a conhecer de forma única e precisa em seus múltiplos aspectos. É um fenômeno humano, histórico e multidimensional. Nele estão presentes tanto a dimensão humana quanto a técnica, a cognitiva, a emocional, a sociopolítica e cultural. Não se trata de mera justaposição das referidas dimensões, mas, sim, da aceitação de suas múltiplas implicações e relações.

Diferentes formas de aproximação do fenômeno educativo podem ser consideradas como mediações historicamente possíveis, que permitem explicá-lo, se não em sua totalidade, pelo menos em alguns de seus aspectos; por isso, devem ser elas analisadas, contextualizadas e discutidas criticamente.

De acordo com determinada teoria/proposta ou abordagem do processo ensino-aprendizagem, privilegia-se um ou outro aspecto do fenômeno educacional. Podem-se verificar, dessa forma, vários tipos de reducionismo: numa abordagem humanista, por exemplo, a relação interpessoal é o centro, e a dimensão humana passa a ser o núcleo do processo ensino-aprendizagem; numa abordagem comportamentalista, a dimensão técnica é privilegiada, ou seja, os aspectos objetivos, mensuráveis e controláveis do processo são enfatizados em detrimento dos demais. Apesar, no entanto, de constituírem formas de reducionismo, essas propostas são explicativas de determinados

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Parte II - Reflexões sobre o ensino e pesquisa em ciências e matemáticas

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Parte II

Reflexões sobre ensino e pesquisa em ciências e matemáticas

Anima perceber que as pessoas, em geral, e os professores, em particular, são capazes de viver nos limites, submetidos à lógica predominante nos processos sociais e educativos, mas navegando na fronteira das práticas que ficam às margens.

Talvez daí possa sair uma explicação para seus silêncios.

Quem sabe são eles uma possibilidade de esperança.

Mencionar inovação, num contexto tão adverso, é fazer uma profissão de fé que envolve a nossa condição de humanidade e a possibilidade de transformar os silêncios em possibilidades.

Maria Isabel Cunha

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Rádio

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Rádio

Enquanto mídia não visual, à primeira vista o rádio parece restringir o escopo criativo e apresentar diversos problemas de comunicação para os anunciantes. Alguns produtos e marcas se prestam naturalmente a mídias visuais. No entanto, a única limitação de verdade é a sua imaginação de redator. Às vezes, as marcas que parecem menos prováveis de se adaptar à publicidade radiofônica podem, com algumas ideias criativas, utilizar a mídia de modos inéditos e originais. O segredo para a redação de comerciais de rádio eficazes é, antes de mais nada, entender como, porquê e quando as pessoas ouvem rádio. Após isso, será possível analisar as diversas ferramentas e técnicas à sua disposição, muitas exclusivas ao mundo do rádio.

Roteiro de rádio Creating memories (abaixo)

Uma oferta tática, centrada no preço, promovendo excursões de um dia à Ilha de Wight.

Cliente: Red Funnel / Agência: Lawton / Redator: Tim John

Hábitos de audiência de rádio (abaixo à esquerda)

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