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Capítulo 10.2. Adulto

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Tratamento farmacológico

10.2

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ADULTO

Mario Rodrigues Louzã Neto

Introdução

Psicoestimulantes

Metilfenidato

Antidepressivos

Tricíclicos

Bupropiona

Venlafaxina

Atomoxetina

Outros medicamentos

Abordagem farmacológica

Comorbidades

INTRODUÇÃO

O tratamento farmacológico do transtorno de déficit de atenção/hiperatividade (TDAH) em adultos é feito principalmente com dois grupos de medicamentos: os psicoestimulantes e os antidepressivos (Tabela 10.2.1). Devido à característica crônica e persistente do

TDAH adulto, o tratamento farmacológico será necessariamente de longo prazo, possivelmente pela vida toda. É importante salientar que ele é apenas uma parte do tratamento do TDAH, devendo-se considerar, também, as abordagens psicológicas e psicossociais, conforme for indicado (Moss et al., 2007).

A abordagem farmacológica deve levar em consideração o TDAH propriamente dito e também as comorbidades, muito frequentes nesses pacientes.

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2.1 AÇÕES DA POLÍTICA DA INFORMÁTICA NO BRASIL

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I N FOR MÁTIC A NA E DUC AÇÃO

Essa contextualização, que também é apresentada no

Capítulo 12, torna-se essencial, pois se entende que o uso dos recursos tecnológicos digitais na educação não pode estar dissociado do contexto.

e ao contexto sociocultural do futuro, às novas tendências.

Devemos estar abertos às mudanças de paradigmas que forem necessárias. Com certeza, o profissional do futuro não deve ser preparado apenas para prestar concursos e realizar atividades rotineiras e repetitivas. Ele deve ser motivado e estimulado a resolver problemas, agir proativamente e comunicar-se de forma abrangente, sendo capaz de gerar as próprias oportunidades, e não apenas para o “mercado de trabalho”, mas para o “mundo do trabalho”, para uma nova forma de viver, agindo com maior colaboração e cooperação.

2.1 �AÇÕES DA POLÍTICA DA INFORMÁTICA

NO BRASIL

Para entender os movimentos brasileiros para se adequar a essa nova realidade tecnológica, vamos citar e descrever, de forma objetiva, os principais momentos da Política da

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Caderno de Respostas

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Caderno de Respostas

Redacao_Excelente_3ed.indb 257

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Redacao_Excelente_3ed.indb 258

06/09/2018 10:38:52

Caderno de Respostas

EXERCÍCIO 1

TEXTO A: 2 – 3 – 5 – 1 – 4 - 6

TEXTO B: 2 – 1 – 4 – 3 – 5 – 6

TEXTO C: 6 – 1 – 4 – 3 – 8 – 5 – 2 - 7

EXERCÍCIO 2

Uma versão possível:

O Plano Nacional de Educação tem, entre suas metas, a universalização do acesso à educação básica para a população entre 4 e 17 anos com deficiências, preferencialmente na rede regular de ensino. A meta parte do princípio de que a formação escolar é direito de todos, e todos devem se desenvolver e aprender juntos. No entanto, o sistema educacional brasileiro está longe de ser inclusivo. Para mudar essa realidade, uma série de ações são necessárias.

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REDAÇÃO EXCELENTE | Para Enem e Vestibulares

EXERCÍCIO 3

Tema

Proposta de intervenção social

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Capítulo 2 - As peças e seus Movimentos

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10 As Peças e seus Movimentos

A Torre

A torre move-se de modo muito direto – em linha reta, por filas e por colunas.

Vamos começar pela peça mais fácil de entender – a torre.

A torre é a segunda peça mais poderosa; ela é mais forte do que o cavalo e o bispo, porém mais fraca do que a dama. As torres e as damas são conhecidas como peças maiores.

Desta posição, a torre pode mover-se para qualquer uma das casas indicadas.

Como a torre não pode “pular” outras peças, seu movimento é um pouco restrito. Neste exemplo, ela não pode se mover para as casas h7, h8, a5 ou b5. No entanto, pode capturar o cavalo em c5. A torre não pode “capturar” o peão em h6 – você não pode capturar as próprias peças.

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Cada um dos jogadores começa com duas torres: a8 e h8 das pretas; a1 e h1 das brancas.

Dicas de mestre para a torre

A torre é a segunda peça mais poderosa.

Valor: 5 pontos

Na fase inicial da partida, em geral é melhor deixar as torres na fila de trás.

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5. O SINTOMA ESCOLAR EM SUA SINGULARIDADE: A PRÁTICA INTERROGANDO A TEORIA

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Fracasso Escolar: Um Olhar Psicopedagógico

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O SINTOMA ESCOLAR EM SUA

SINGULARIDADE: A PRÁTICA

INTERROGANDO A TEORIA

Psicoterapia não é fazer interpretações argutas e apropriadas; em geral, trata-se de devolver ao paciente, a longo prazo, aquilo que o paciente traz. É um derivado complexo do rosto que reflete o que há para ser visto. Essa é a forma pela qual me apraz pensar em meu trabalho, tendo em mente que, se o fizer suficientemente bem, o paciente descobrirá seu próprio eu (self) e será capaz de existir e sentir-se real. (Winnicott, 1975)

INTRODUÇÃO

Uma das grandes preocupações ao escrever este livro foi apresentar de forma criteriosa os desenvolvimentos teóricos da área, mas não como abstração, não como teoria projetada sobre o mundo, e sim como fruto de uma vivência.1 Para concretizar esse interesse, apoiamo-nos no conceito de

“transgressão metodológica” de Santos (1999, p. 48). Segundo esse autor, o conhecimento pós-moderno é um conhecimento sobre as condições de possibilidade.

Apresentamos neste capítulo os casos de duas crianças que, com suas histórias, levaram-nos a questionar nossas certezas, a interrogar nossa prática e, finalmente, a relativizar as teorias. São crianças cujos pais nos procuraram, assim como tantos outros, com uma queixa: dificuldade de aprendizagem escolar de seus filhos. O problema escolar, no entanto, inscreviase como um sintoma que carregava algo da verdade dessas crianças. O sintoma escolar, em sua configuração particular, expressa a forma pela qual as experiências vivenciais vão organizando-se para formar a personalidade.

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Capítulo 11 | Conselho de professores e acompanhamento colegiadodos alunos: da classe aos ciclos

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Conselho de professores e acompanhamento colegiado dos alunos

Da classe aos ciclos

Danielle Bonneton

Université de Genève

O

ofício de professor inscreve-se hoje em uma relação nebulosa com a classe, visto que se transformou-se em uma redefinição mais coletiva do trabalho e da responsabilidade pelos alunos. Essa nova forma escolar, trazida pelas inovações e renovações dos sistemas escolares, assim como pelas formações iniciais e continuadas dos professores, obriga a equipe docente a construir uma cultura comum e a organizar, em parte coletivamente, um trabalho até então concebido e realizado individualmente.

Este último é objeto de prescrições que merecem ser examinadas na medida em que esse trabalho prescrito diz respeito não só aos professores, mas igualmente às suas relações complexas com o trabalho real. Em um primeiro momento, falaremos das evoluções do ofício de professor por meio dos paradigmas da formação, do trabalho, da cultura e da sistêmica da sala de aula, e, em seguida, discutiremos a passagem entre classe e ciclos

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24. Lasers em oftalmologia

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Lasers em oftalmologia

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N. H. Victor Chong, MPhil, DO, FRCS, FRCOphth, FHKAM

A oftalmologia foi a primeira especialidade médica a usar lasers para tratar pacientes e é responsável pelo maior número de cirurgias a laser, se comparada com outras especialidades.

O principal uso dos lasers oftalmológicos foi para tratar vários distúrbios intraoculares. A transparência dos meios ópticos permite que a luz do laser seja focalizada sobre as estruturas intraoculares sem a necessidade de endoscopia. Os lasers são atualmente usados em muitas outras áreas da prática oftalmológica, como cirurgia refrativa, cirurgia palpebral estética e diagnóstico por imagem de estruturas oculares.

Pelo fato de a cirurgia a laser mudar o tecido de maneira irreversível, a cirurgia ocular a laser deve ser realizada apenas por oftalmologistas com experiência em laser.

estimula os átomos excitados remanescentes a liberarem sua energia para a onda permanente, produzindo um feixe intenso de luz que sai da cavidade através do espelho parcialmente refletivo. O feixe de luz produzido tem integralmente o mesmo comprimento de onda (monocromático), sendo que todas as ondas de luz estão em fase umas com as outras (coerente). As ondas de luz acompanham cursos paralelos quase sem tendência a se espalhar. A energia da luz do laser pode ser emitida continuamente ou em pulsos, que podem ter durações de pulso de nanossegundos ou menos.

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09. Derrubar o mito de pais ou criança perfeitos

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Stephanie, de 15 anos, chega em casa após um longo dia de aula e prática de esportes. Assim que ela entra e tira a mochila, sua mãe começa a enchê-la de perguntas: “Como foi o seu dia? Como foram os exercícios? Você tem muito dever de casa hoje à noite?”

Stephanie responde “Tudo bem! Apenas me deixe em paz”, e se dirige para o seu quarto, onde bate a porta e se joga na cama, exausta.

A mãe vai atrás dela: “Não fale assim comigo, mocinha! Eu fiz apenas uma simples pergunta.”

Essa cena parece familiar?

Sonhos da criança perfeita

Muitos pais fantasiam sobre ter o “filho perfeito”. Alguns pais que trabalham em período integral sentem que precisam se esforçar mais para “tornar” seus filhos perfeitos, para compensar o fato de não ficarem em casa com eles o dia inteiro. Queremos garantir a você que isso é um mito. Em um de nossos workshops, quando perguntamos aos pais sobre suas expectativas de perfeição, uma mãe fez uma observação profunda: “Percebo que espero que meu filho seja perfeito, embora eu não seja.”

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3.4 COMO ELABORAR GRÁFICOS EDUCACIONAIS?

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3.4 �COMO ELABORAR GRÁFICOS

EDUCACIONAIS?

Os gráficos educacionais abarcam fotografias, figuras, desenhos técnicos, diagramas, tabelas, quadros, mapas, cartuns etc.

Eles fazem uso da linguagem visual para comunicar um conceito, procedimento ou fato, facilitando a compreensão dos conteúdos.

Veja mais sobre linguagem visual à p. 47.

© Angelo Leithold, 1969, Wikimedia Commons

Tipos de gráficos educacionais

© Thinkstock/ iStock/ BrianAJackson

FIGURA 3.27

Veja alguns exemplos de gráficos que exploramos mais detalhadamente na Figura 3.27.

Figuras ilustrativas

Figuras técnicas

GRÁFICOS

EDUCACIONAIS

Tabelas

Quadros

Fonte: elaborada pela autora.

98 Como preparar conteúdos para EAD

como preparar conteudos ead - miolo.indd 98

14/08/18 10:22

Regra geral, os gráficos aparecem nos conteúdos educacionais integrados a texto ou mesmo a sons. A complementaridade entre as linguagens é desejável, visto que possibilita uma compreensão mais global dos tópicos tratados. Isso se aplica tanto a figuras selecionadas para ilustrar textos escritos quanto a textos elaborados para comentar imagens que não seriam totalmente compreendidas de modo isolado.

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Capítulo 2. A finalidade dos conteúdos escolares: intervenções curriculares inadequadas

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2 a finalidade dos conteúdos escolares intervenções curriculares inadequadas

O

século XX pode ser em geral denominado como o século do reconhecimento dos Direitos Humanos e dos Direitos dos Povos. Os avanços são espetaculares e a educação também tem conseguido dar sua modesta contribuição para estas lutas e conquistas sociais. As propostas de coeducação, educação infantil, escola inclusiva e educação antirracista conseguiram avanços muito notáveis, e estou convencido de que esses progressos são irreversíveis. Atualmente, é difícil imaginar um retrocesso social dessas conquistas, dada as sólidas lutas reivindicativas que tem sido realizadas. Também não podemos ignorar a vigilância à qual essas práticas são submetidas por inúmeros grupos e organizações sociais, profissionais e políticas. Isso não quer dizer que essas metas de uma real igualdade de direitos já foram atingidas e asseguradas, e sim ressaltar a importância desses tipos de conquistas ao longo dos séculos XX e XXI e, muito especialmente, a necessidade de não perder a memória; não esquecer mediante quais tipos de lutas sociais esses direitos e essas conquistas foram alcançados e consolidados.

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6. Inquietações sobre os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia que desafiam a educação profissional

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Inquietações sobre os institutos federais de educação, ciência e tecnologia que desafiam a educação profissional

Fábio Azambuja Marçal e Guilherme Brandt de Oliveira

Introdução

Neste momento, pretendemos problematizar questões atuais sobre a educação profissional, em especial aquelas que passam pelos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia (IFs). Apontamos para essas instituições como mais um passo, dentro da história da educação profissional no

Brasil, de extensa trajetória. Partimos do princípio de que tal modalidade de escolarização teve diversos momentos e propostas, configurando-se de acordo com o contexto histórico-social em que foi ofertada. Suas variações ocorreram em sintonia com as mudanças políticas, econômicas e sociais que se efetivaram na história brasileira.

Fundamentaremos nossas análises sobre os IFs a partir da tensão capital e trabalho. Sinalizando para uma análise de que a política dos Institutos Federais se configura como um espaço de disputas vivas e pulsantes, podendo se situar no campo de interesse do capital, bem como na perspectiva do trabalho.

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3. O processo de introdução e desenvolvimento do campo docurrículo na Escola Pompeu Fabra

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O processo de introdução e desenvolvimento do campo do currículo na Escola Pompeu Fabra

Para compreender como se introduziu a experiência dos Projetos de trabalho na Escola Pompeu Fabra, devemos considerá-la num âmbito mais amplo, no desenvolvimento de um processo de reflexão e de trabalho que, junto com a trajetória anterior do centro, a gerou e a tornou possível. Esse processo é o que denominamos “processo de introdução e desenvolvimento do campo do currículo na Escola Pompeu Fabra”; currículo entendido como um campo de conhecimentos no qual confluem decisões políticas, pesquisas, propostas dos especialistas e realizações dos docentes.

Em tal processo, se reúne todo um conjunto de experiências realizadas a partir da prática pedagógica dos professores, ao que se uniu um esforço de reflexão crítica sobre a prática acompanhada pelo estudo de novas referências teóricas para a fundamentação e explicação psicopedagógica de sua intervenção na sala de aula. Essa tarefa teve início em 1984, coincidindo coma primeira etapa da reforma (1983-1986) e sua filosofia de facilitar uma mudança educativa a partir da experiência dos centros e não das prescrições curriculares elaboradas de forma externa à escola. A intervenção de um assessor serviu para facilitar que as necessidades de formação e as intenções de inovação do professorado se ordenassem num marco de reflexão sobre sua prática.

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Capítulo 14 - Padrões de Apresentação Web

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CAPÍTULO

14

Padrões de

Apresentação Web

Padrões de Apresentação Web

CAPÍTULO 14 • PADRÕES DE APRESENTAÇÃO WEB

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Modelo Vista Controlador (Model View Controller)

Divide a interação da interface com o usuário em três papéis distintos.

Vista

Controlador

Modelo

O Modelo Vista Controlador (MVC) é um dos padrões mais citados (e mais citados indevidamente). Ele começou como um framework desenvolvido por Trygve Reenskaug para a plataforma Smalltalk no final dos anos 70. Desde então ele tem exercido um papel de influência na maioria dos frameworks para a interface com o usuário e no pensar sobre o projeto de interfaces com o usuário.

O MVC considera três papéis. O modelo é um objeto que representa alguma informação sobre o domínio. É um objeto não-visual contendo todos os dados e comportamento que não os usados pela interface de usuário. Na sua forma OO mais pura, o modelo é um objeto dentro de um Modelo de Domínio (126). Você também poderia pensar em um Roteiro de Transação (120) como o modelo, desde que ele não contenha nenhum mecanismo de interface com o usuário. Tal definição amplia a noção de modelo, mas se adapta à divisão de papéis do MVC.

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4. Pálpebras, aparelho lacrimal e lágrimas

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Pálpebras, aparelho lacrimal e lágrimas

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John H. Sullivan, MD, Debra J. Shetlar, MD e John P. Whitcher, MD, MPH

na pálpebra, forma uma aponeurose que se fixa ao terço inferior do tarso superior. Na pálpebra inferior, a fáscia capsulopalpebral origina-se do músculo reto inferior e se insere sobre a borda inferior do tarso. Serve para retrair a pálpebra inferior no olhar para baixo. Os músculos tarsal superior e inferior formam a camada seguinte, que é aderente à conjuntiva. Estes músculos também são retratores da pálpebra. A conjuntiva reveste a superfície interna das pálpebras e é contínua com a conjuntiva bulbar que contém glândulas essenciais para a lubrificação da córnea.

A pálpebra superior é maior e mais móvel que a inferior.

Uma dobra profunda em geral presente na posição média da pálpebra superior na população branca representa uma

fixação das fibras musculares do levantador. Na pálpebra dos asiáticos, a dobra é bem inferior ou está ausente. Com a idade, a pele fina da pálpebra superior tende a projetar-se sobre a dobra da pálpebra e pode tocar os cílios. O envelhecimento também torna o septo orbital mais fino e revela os coxins gordurosos subjacentes.

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Capítulo 7. Socializações: definições e polêmicas

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Socializações: definições e polêmicas

As transformações que se operam no interior do campo da sociologia da educação de língua francesa, a partir do início da década de 1980, ganham sentido a partir de uma reflexão sobre o(s) processo(s) de socialização.

Na perspectiva funcionalista, a definição do processo de socialização esgota-se em sua finalidade integradora. Para Durkheim (1973, p. 51), é preciso lembrar, a educação compreendida em um sentido muito amplo – remetendo, na verdade, à socialização primária em uma acepção estendida – estava relacionada com a ação exercida pelas gerações adultas sobre aquelas que ainda não estão maduras para a vida social” e tinha como objeto “suscitar e desenvolver na criança um certo número de estados físicos, intelectuais e morais exigidos dela e da sociedade política em seu conjunto e do meio especial ao qual ela está particularmente destinada.

Uma socialização bem-sucedida leva à interiorização das “regras-normas-valores” significativos para uma dada sociedade. Na perspectiva funcionalista que Henri Janne (1968, p. 212) sintetiza, “a educação não passa da organização institucionalizada da assimilação das crianças à sociedade global, à família e aos grupos aos quais pertencem ou devem pertencer na idade adulta”.

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