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Capítulo 12 - Integração dos Conceitos Discutidos: Exemplo Prático

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Capítulo 12

Integração dos Conceitos

Discutidos: Exemplo Prático

Contextualização

Embora tenhamos analisado separadamente o que são conhecimentos, habilidades, valores, atitudes, ações, procedimentos, é evidente que,“na vida real” e no cotidiano,

é muito difícil percebê-los distintos um dos outros, pois todos compõem uma textura, ou seja, um tipo de rede de fios interligados, que, no caso, seria uma determinada competência.

Contudo, se o professor quer orientar o aluno para desenvolver essa competência e avaliar se isso aconteceu, ele precisa compreender como é essa textura para estar atento à prática de cada elemento que a compõe. Portanto, embora conhecimentos, habilidades e atitudes sejam mobilizados e interajam o tempo todo, é importante a percepção desses fatores separadamente, para que possamos optar por metodologias de ensino-aprendizagem/avaliação que combinem a teoria com a prática e possam, de fato, desenvolver competências.

E como combinar teoria e prática? A solução é a proposta de atividades que requeiram não somente a reprodução do conhecimento, mas operações mentais e físicas que deem sentido ao que os alunos estão fazendo e que concretizem a sua importância antes, durante e depois da resolução de problemas, quer sejam eles de natureza literária, científica, técnica, artística, afetiva ou de outra natureza. Enfim, qualquer problema e em qualquer situação que tenhamos de resolver.

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PARTE I – 7 - APRESENTANDO SUA PESQUISA: DICAS PARA A DEFESA DO TCC

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7

C apítulo

Apresentando sua pesquisa: dicas para a defesa do TCC

DINAEL CORRÊA DE CAMPOS, MAKILIM NUNES BAPTISTA E PAULO ROGÉRIO MORAIS

Após meses de preparação, talvez até anos, você se encontra agora na reta final para a conclusão do seu trabalho de curso: a defesa dele (aleluia!). Sim, como abordado em outras partes deste livro, nenhuma pesquisa tem sentido se não for divulgada para a comunidade, e um meio de divulgação

é a defesa pública de seu trabalho, de suas ideias.

O dia da defesa, comumente, é um dia de muito nervosismo, em que muitos acadêmicos chegam a beirar a histeria, de tanta preocupação e ansiedade. Nossa primeira dica é esta: calma. De nada vai adiantar você querer adivinhar o que a banca, formada por professores capacitados, perguntará, ou mesmo quais “pegadinhas” farão para você, ou pensar que todas as perguntas serão difíceis, que a banda está lá para “ferrar” e coisas do gênero. Nada disso. O momento da defesa do TCC é o momento em que você defenderá suas ideias e seus objetivos, estudados e amplamente debatidos por você ao longo de todo o trabalho, ou seja, conteúdo que você e seu grupo dominam, pois o estudaram durante meses. Assim, só irão falar do que conhecem.

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Modernismo: Oswald de Andrade

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CHANCES DE CAIR NO ENEM

LINGUAGENS

MOD ERN I SMO

OSWALD DE

ANDRADE

Dê-me um cigarro

Diz a gramática

Do professor e do aluno

E do mulato sabido

Mas o bom negro e o bom branco

Da Nação Brasileira

Dizem todos os dias

Deixa disso camarada

Me dá um cigarro.

Oswald de Andrade ANDRADE, O. Obras completas, Volumes

6-7. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1972

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Se tivermos de eleger um vetor para a instauração do Movimento

Modernista aqui no Brasil, com certeza precisamos pensar em

Oswald de Andrade. Grande agitador cultural do Modernismo, filho de ricos cafeicultores paulistas que o enviaram à Europa para estudar, o ousado Oswald voltou de viagem em 1912 e começou a divulgar as ideias artísticas vanguardistas que ele conheceu em sua viagem pelo continente Europeu.

Oswald criou, então, duas obras bastante importantes para abrir espaço e consolidar essa nova arte. Na obra teórica Manifesto

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Capítulo 9. O ataque ao Rei

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9

O ataque ao Rei

P

ode parecer estranho dedicar um capítulo para o ataque ao Rei num livro sobre estratégia. No entanto, o ataque em qualquer ala do tabuleiro é um empreendimento estratégico. Se a posição exige o ataque ao monarca do adversário, então essa é a estratégia correta para essa posição. Esse tipo de decisão estratégica não é uma questão de gosto ou estilo pessoal. Quando o tabuleiro aponta a necessidade de decapitar o Rei inimigo, é isso o que o jogador tem de fazer.

Primeiro um alerta: quando todas as condições permitem o ataque na ala do

Rei e você decide pular na garganta dele, não pressuponha que a situação implica “dar o xeque-mate ou morrer”. Isso pode acontecer, mas um ataque nessa ala, por si só, não exige a necessidade de uma luta por tudo ou nada. É preciso ser flexível. Se o ataque envolve um peão, sinta-se à vontade para trocar e alcançar um final com uma vantagem material. Se o ataque abre várias fraquezas de peões no campo inimigo, não hesite em mudar a estratégia para uma batalha posicional do tipo “caçar e destruir alvos”. Um ataque ao Rei pode levar ao xeque-mate, mas também pode levar a uma série de outras vantagens que o jogador deve estar preparado para explorar.

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Capítulo 6.4 - Sinovite Transitória do Quadril

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6 MEMBROS INFERIORES

CAPÍTULO 6.4

SINOVITE TRANSITÓRIA

DO QUADRIL

CAIO FERNANDO

É a causa mais comum de dor no quadril em crianças. Foi descrita pela primeira vez em 1892 por Lovett e Morse.1 Finder estudou o material de biópsia da afecção, que demonstrou alterações inflamatórias inespecíficas e hipertrofia sinovial sem anormalidades piogênicas associadas.2 É uma doença inflamatória autolimitada, de causa desconhecida. Essa afecção é também conhecida como sinovite tóxica, síndrome do quadril irritável, coxite fugaz. Sinovite transitória é o termo mais usado porque se caracteriza por uma condição benigna de curta duração.

ETIOLOGIA

Até o presente momento, a etiologia permanece desconhecida. Infecções bacterianas e virais de vias respiratórias altas (faringites e otite média) e problemas gastrintestinais estão associados com sinovite transitória do quadril em 70% dos casos. Outras teorias relacionam o traumatismo e a hipersensibilidade alérgica como agentes causais. Por fim, alguns estudos sugerem que anormalidades do crescimento estejam associadas com esse problema. Spock3 encontrou um número três vezes maior da afecção em obesos.

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Descansar é uma boa técnica de estudo ?

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Descansar é uma boa técnica de estudo?

Durante séculos, o comportamento humano vem sendo estudado pela observação casual das pessoas. Ouvimos dizer que Joãozinho passou a noite em claro estudando e olha a boa nota que tirou.

Com o desenvolvimento de uma psicologia de base científica, apareceram experimentos controlados. Em alguns casos em que não é possível experimentar com humanos, usam-se cobaias, produzindo também resultados interessantes e úteis.

Mas, até pouco tempo, ninguém poderia imaginar que enfiar as pessoas em um aparelho de ressonância magnética seria uma maneira produtiva de entender o comportamento humano e, até mesmo, derivar regras para aprender melhor.

No entanto, é isso que está acontecendo. Descobriu-se que a maioria das pessoas, após

20 ou 25 minutos, perde a capacidade de manter a atenção em assuntos que exigem raciocínio e esforço. Assistimos a um jogo de futebol por 45 minutos sem perder um só lance. Mas com os estudos é diferente. A atenção exigida é muito maior e a cabeça se cansa, se embaralha. Precisamos de alguns minutos de descanso para depois retomar os estudos, ou mesmo para acompanhar a aula.

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Capítulo 11 - A comunidade inclusiva

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A comunidade inclusiva1

Ivana Soncini

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Nota dos editores: A Itália é um líder reconhecido no movimento geral pela inte­ gração e inclusão de pessoas com deficiências físicas e mentais. Desde meados da década de 1970, as organizações internacionais apontaram a educação de crianças com deficiências na Itália como a mais inclusiva de todos os países da Europa (Begeny; Mar­ tens, 2007; Gobbo, Ricucci; Galloni, 2009; Philips, 2001; Vitello, 1991). Esse pela integração e inclusão começou na década de 1960, quando instituições

Ivana Soncinimovimento para pessoas com deficiência foram fechadas e todos os serviços de saúde foram reorgani­ zados em unidades descentralizadas para cada região. Reggio Emilia nunca ficou isolada desse movimento, mas sempre manteve contato e respondeu às necessidades desses tempos.

O movimento de desinstitucionalização na saúde mental criou um percurso paralelo den­ ognized leader in the general integration tro damovement educação for contra a segregação de alunos com deficiências e, hoje, está entrando em h mental and physical disabilities. uma novaSince fase the na mid-1970s, formação do pensamento sobre o trabalho inclusivo com famílias e have pointed to Italian crianças educationimigrantes. for children with disve of all the countries of Europe

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Capítulo 8 - Entendendo valores e referências

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Capítulo 8

Entendendo valores e referências

Neste capítulo, você vai aprender a:

■ Explicar as diferenças entre um tipo-valor e um tipo-referência.

■ Modificar a maneira como os argumentos são passados como parâmetros de métodos

utilizando as palavras-chave ref e out.

■ Fazer o boxing de um valor inicializando ou atribuindo uma variável do tipo object.

■ Fazer o unboxing de um valor via casting do objeto que referencia o valor na forma boxed.

No Capítulo 7, “Criando e gerenciando classes e objetos”, você aprendeu a declarar suas classes e a criar objetos utilizando a palavra-chave new. Você também viu como inicializar um objeto utilizando um construtor. Neste capítulo, você aprenderá qual é a diferença entre as características dos tipos primitivos, como int, double e char, e as características dos tipos de classe.

Copiando variáveis de tipo-valor e classes

Tipos como int, float, double e char são coletivamente chamados tipos-valor. Quando você declara uma variável como um tipo-valor, o compilador gera o código que aloca um bloco de memória grande o suficiente para conter um valor correspondente. Por exemplo, declarar uma variável int faz o compilador alocar 4 bytes de memória (32 bits). Uma instrução que atribui um valor (como 42) a int faz o valor ser copiado para esse bloco de memória.

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Capítulo 11 - Altas expectativas comportamentais

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Altas expectativas comportamentais

Padrão 100%, Parte 1. Técnica 51: Olhar de radar/ser visto observando.

Evite comportamentos não produtivos desenvolvendo sua capacidade de observar quando ocorrem e lembrando sutilmente aos alunos que você os está observando.

Padrão 100%, Parte 2. Técnica 52: Torne a colaboração visível.

Certifique-se de que os alunos atenderão a uma solicitação de maneira imediata e visível estabelecendo um padrão que seja mais exigente do que a colaboração marginal. Seja sensato sobre o que você solicita, especificamente porque isso determinará o padrão de colaboração.

Padrão 100%, Parte 3. Técnica 53: Intervenção menos invasiva.

Maximize o tempo de ensino e minimize o “drama” utilizando a tática mais sutil e menos invasiva possível para corrigir os alunos que não estão realizando a tarefa.

Padrão 100%, Parte 4. Técnica 54: Gentileza firme e calma.

Tome medidas para conseguir a colaboração sem conflitos estabelecendo um ambiente com propósito e respeito e mantendo sua própria postura.

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Capítulo 12 - Dispraxias e emoções em uma estratégia psicopedagógica

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DISPRAXIAS E

EMOÇÕES EM

UMA ESTRATÉGIA

PSICOPEDAGÓGICA

E eis que me tornei um desenho de ornamento.

Volutas sentimentais.

Volta das espirais.

Superfície organizada em preto e branco.

E no entanto acabo de ouvir-me respirar

É isso um desenho?

Isso sou eu?

Bachelard¹

O

VIVIANE BASTOS FORNER

NEWRA TELLECHEA ROTTA

s elementos envolvidos na compreensão e na abordagem terapêutica de pacientes que apresentam um quadro de dispraxia – capazes de reorganizar a extensão do aprendizado na área psicomotora, aliando-o ao campo da educação – sempre foram motivo de inquietação para o grupo de autores desta obra. A busca incessante de meios para entender os processos e as importantes relações que se estabelecem no tratamento desse transtorno do desenvolvimento, no caso, da gestualidade, gerou vários estudos.

Um deles resultou no presente capítulo.

Para introduzir as principais ideias, que são as importantes relações que se estabelecem entre as emoções e as dispraxias, fazemos um breve retorno às bases conceituais de imagem do corpo, evolução psicomotora e sua relação com o ambiente, a fim de elucidar o embasamento teórico utilizado e também esclarecer como as estratégias aqui descritas se transformam em recursos terapêuticos passíveis de avaliar a melhora das praxias, sem que sejam, apenas, instrumentos “motores”.

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14 Engrenagens cilíndricas de dentes retos e engrenagens cilíndricas helicoidais

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740    Elementos de máquinas de Shigley: projeto de engenharia mecânica

Este capítulo destina-se primariamente à análise e desenho (projeto) de engrenagens cilíndricas de dentes retos e engrenagens helicoidais que resistam à falha por flexão dos dentes, bem como à falha por crateramento (formação de cavidades) nas superfícies do dente. A falha por flexão ocorrerá quando a tensão significativa do dente igualar ou exceder à resistência ao escoamento ou a resistência de endurança à flexão (limite de resistência à fadiga por flexão). Falha superficial ocorre quando a tensão significativa de contato iguala ou excede a resistência de endurança superficial. As duas primeiras seções apresentam uma pequena história de análises com base nas quais se desenvolveu a metodologia corrente.

A American Gear Manufacturers Association1 (AGMA) foi, por muitos anos, a autoridade responsável pela disseminação de conhecimento pertinente ao desenho e análise de engrenagens. Os métodos que essa organização apresenta estão em uso geral nos Estados

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Capítulo 11 - Dança

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CAPÍTULO

11

Robert Lardner e Jonathan A. Mackoff

Dança

A dança, como arte, em todas as suas diferentes formas, requer uma grande condição atlética dos dançarinos para que sejam executados os muitos padrões de movimentos complicados, posições corporais sozinho e em parceria, em vários esforços coreográficos. Os dançarinos devem realizar isso em vários ritmos, incluindo movimentos explosivos, trabalho aéreo e manutenção de posições difíceis por longos períodos de tempo.

No treinamento e na execução da arte da dança, o dançarino pode se arriscar a lesões, devido a diversos fatores que serão discutidos adiante. O Quadro 11-1 lista lesões comuns representativas encontradas na dança (1-10).

Uns poucos fatores predisponentes podem aumentar a probabilidade de lesão se não abordados ou contidos com exercícios apropriados e terapia.

• Fatores genéticos (p. ex., escoliose, síndrome de hipermobilidade, pé plano, angulação da cabeça do fêmur e discrepância no comprimento das pernas).

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Capítulo 6. Avaliar a aprendizagem em um ensino centrado nas competências

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Avaliar a aprendizagem em um ensino centrado nas competências

Juan Manuel Álvarez Méndez

As pessoas aprendem não porque se lhes transmita a informação, mas sim porque constroem sua versão pessoal da informação.

Rita Levi­‑Montalcini1

Em contextos educativos, a avaliação é chamada a desempenhar funções essencialmente formativas. Isso quer dizer que a avaliação deve estar a serviço de quem aprende e, ao fazê­‑lo, simultaneamente estará a serviço de quem ensina. Os dois serão os beneficiados diretos da ação pedagógica. Em torno dessa ideia básica articulo a exposição de minhas ideias.

Do poder da retórica discursiva e os efeitos da verdade

A expressão “ensino centrado em competências” encerra mais uma aspiração que um conceito com significação clara. Com ela, criou­‑se a necessidade de mudança. Sente­‑se a urgência de melhorar os sistemas educacionais – em um mundo globalizado as reformas são transnacionais – e a primeira tentação, talvez o caminho mais fácil de concretizar a aspiração que há no fundo, seja a de propor novas reformas, antes de avaliar as precedentes, e antes de conhecer o que funciona bem e o que não funciona no atual estado do sistema educacional ou o que impede que o que as outras reformas prometiam chegue a ser implementado.

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11. Procariotos: Domínios Bacteria e Archaea

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Procariotos: Domínios

Bacteria e Archaea

Quando os biólogos encontraram bactérias microscópicas pela primeira vez, eles ficaram confusos em como classificá-las. As bactérias claramente não eram animais, nem plantas com raiz. As tentativas de se criar um sistema taxonômico para as bactérias com base no sistema filogenético desenvolvido para plantas e animais falharam (veja a página 274). Nas primeiras edições do Bergey’s

Manual, as bactérias eram agrupadas de acordo com a morfologia (bastonete, cocos), as reações de coloração, a presença de endosporos e outras características óbvias. Embora esse sistema tenha usos práticos, os microbiologistas tinham consciência de que havia muitas limitações, como se morcegos e pássaros fossem agrupados juntos pelo fato de terem asas. O conhecimento das bactérias em nível molecular se expandiu a tal ponto que agora é possível basear a última edição do Bergey’s Manual em um sistema filogenético. Por exemplo, os gêneros Rickettsia e Chlamydia não são mais agrupados por suas necessidades comuns de crescimento intracelular. Enquanto os membros do gênero Chlamydia são agora encontrados em um filo chamado de Chlamydia, as riquétsias são agrupadas em um filo distante, Proteobacteria, na classe estranhamente chamada de Alpha-proteobacteria. Alguns microbiologistas acham essa mudança perturbadora, mas ela reflete diferenças importantes. Essas diferenças são principalmente no RNA ribossômico (rRNA) dos micro-organismos, que varia lentamente (veja a página 292) e realiza as mesmas funções em todos os organismos.

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Capítulo 6. Como se tornar um especialista em seu filho

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Como se tornar um especialista em seu filho

Você não precisa se tornar uma autoridade em educação para ajudar uma criança com dificuldades de aprendizagem. Porém, é necessário se tornar um “especialista” em seu filho e desenvolver um entendimento profundo sobre o que ele necessita para conseguir aprender. Isso nem sempre é fácil. As dificuldades que as crianças com dificuldades de aprendizagem encontram na escola raramente se devem a um único problema de fácil entendimento. Com mais frequência, elas surgem de agrupamentos de problemas sobrepostos; por exemplo, problemas neurológicos, um ambiente educacional inflexível, carência de habilidades sociais e uma variedade de preocupações com a saúde e as emoções podem estar contribuindo para a dificuldade da criança para acompanhar os colegas na sala de aula.

As crianças com dificuldades precisam de um apoio em múltiplos níveis que aborde todas as suas várias necessidades.

O problema é que o pessoal da escola nem sempre é capaz de observar além dos interesses escolares mais urgentes. Se for este o caso, o apoio oferecido pode ser apenas parcialmente útil ou até mesmo prejudicial aos interesses do aluno. Por exemplo, uma mãe descobriu que sua filha, na 6a série – uma artista talentosa –, estava sendo regularmente retirada das aulas de arte para obter auxílio extra em leitura. “Acho que isso fazia sentido do ponto de vista da escola”,

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