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Medium 9788563308696

SEÇÃO 6 - PUERPÉRIO

Frank Cunningham Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 30

SEÇÃO 6

O puerpério

ASPECTOS ANATÔMICOS, FISIOLÓGICOS E CLÍNICOS . . . . . . . . . . . . . .646

MAMAS E LACTAÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .649

CUIDADOS MATERNOS DURANTE O PUERPÉRIO . . . . . . . . . . . . . . . . .654

CUIDADOS DOMICILIARES . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .658

O puerpério é o intervalo que engloba as primeiras semanas subsequentes ao parto. Como esperado, a duração desse “período” não é exata, mas a maioria considera que varie de 4 a 6 semanas.

Embora seja uma fase relativamente simples quando comparada com a gravidez, o puerpério caracteriza-se por muitas alterações fisiológicas, podendo algumas delas serem simplesmente incômodas para a mãe que acabou de dar à luz, mas também podendo ocorrer complicações graves.

Certas mães se sentem abandonadas depois do parto porque o foco das atenções agora está voltado para o bebê. Desse modo, o puerpério pode ser um período de intensa ansiedade para muitas mães. Para ilustrar tal afirmação, os dados reunidos pelo Pregnancy Risk Assessment Monitoring System

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Medium 9788563308931

2 Princípios de cuidados com a pele e feridas

D. Scemons Grupo A PDF Criptografado

34

Donna Scemons / Denise Elston

ELEMENTOS-CHAVE

• Sugestão de banho, sabonetes e cuidados gerais com a pele.

• Justificativa para tratamento da acne e orientações de cuidados básicos prescritos por um médico ou outras terapias sem necessidade de prescrição médica.

• Conceitos utilizados em relação à proteção da pele à exposição solar.

• Nutrição adequada para os cuidados com a pele.

• Loções e cremes de uso comum e justificativa de uso.

• Definições e conceitos de cicatrização e reparação e tipos de feridas.

CUIDADOS DIÁRIOS COM A PELE

A seguir, serão apresentadas medidas eficazes de cuidados diários com a pele de homens e mulheres.

• Banho

– Evitar lavar em excesso; a lavagem diária da pele pode não ser necessária

– Usar água morna, evitando extremos de temperatura, em especial água quente

– Evitar uso agressivo de panos de limpeza capazes de esfoliar a pele e remover o estrato córneo

– Usar sabonete suave e que não resseque a pele, seja em barra ou líquido

Cada paciente deve ter o próprio sabonete, não compartilhando esse item com outras pessoas

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Medium 9788563308931

4 Úlceras em membros inferiores por insuficiência venosa

D. Scemons Grupo A PDF Criptografado

110

Donna Scemons / Denise Elston

ELEMENTOS-CHAVE

• As válvulas do sistema venoso são unidirecionais de regiões distais para proximais.

• A causa mais comum de ulceração das extremidades inferiores

é a doença venosa.

• A disfunção valvular em níveis diferentes resulta na condição conhecida como insuficiência venosa.

• Estados comuns de doença que causam disfunção valvular incluem: ausência congênita de válvula, trombose venosa profunda, flebite, hipertensão venosa e ingurgitação venosa.

• A doença venosa pode existir sozinha, mas também associada a outras doenças.

• Ocorrem mudanças frequentes nas características da pele, porém o médico deve conhecer a história do paciente, a qual auxiliará na identificação do tipo de doença venosa antes da determinação do tratamento local.

ETIOLOGIA DAS ÚLCERAS EM MEMBROS

INFERIORES

Um dos tipos mais desafiadores de ferida encontrados na prática clínica são as úlceras nos membros inferiores. Estima-se que entre 70 e 90% de todas as úlceras nas pernas estão associadas à doença venosa.1,2

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Medium 9788563308931

9 Manejo de feridas, seleção de produtos e de superfícies de suporte

D. Scemons Grupo A PDF Criptografado

234

Donna Scemons / Denise Elston

 TRATAMENTO DAS ÚLCERAS POR PRESSÃO EM RELAÇÃO

AO ESTÁGIO

ELEMENTOS-CHAVE

• Avaliação

• Diagnóstico

• Metas e resultados

AVALIAÇÃO

• A avaliação é o levantamento de dados e a análise do que foi encontrada:

– Sobre a ferida

– Sobre os elementos físicos, mentais, psicossociais e espirituais do paciente



O paciente é capaz de aprender a realizar os cuidados necessários com a ferida?



O paciente já tratou de alguma ferida?

– Sobre os elementos físicos, mentais, psicossociais e espirituais do cuidador



O cuidador é capaz de aprender a realizar os cuidados necessários com a ferida?



O cuidador já tratou de alguma ferida?

– Se o paciente estiver para receber alta do hospital para casa, ou for tratado em casa, a avaliação do ambiente domiciliar inclui



Segurança? Adequação da armazenagem dos suprimentos?



Capacidade da empresa e do profissional de gerenciar a ferida, o paciente, o cuidador e o ambiente.

– Se o paciente estiver para receber alta e ser enviado a uma instituição de vida assistida,* ou casa de repouso

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Medium 9788563308207

3 Análise de cargas e tensões

Richard G. Budynas Grupo A PDF Criptografado

94    Elementos de máquinas de Shigley: projeto de engenharia mecânica

Um dos principais objetivos deste livro é descrever como os componentes de máquina específicos funcionam, assim como desenhá-los e especificá-los de modo que funcionem de maneira segura e sem falhas estruturais. Embora a discussão anterior tenha descrito resistência estrutural em termos de carga ou tensão versus resistência, falha de função por razões estruturais pode surgir de outros fatores tais como deformações ou deflexões excessivas.

Aqui, pressupõe-se que o leitor tenha completado cursos básicos em estática de corpos rígidos e mecânica dos materiais e esteja bem familiarizado com a análise de cargas e tensões e deformações associadas aos estados de carga básica de elementos prismáticos simples. Neste capítulo, bem como no Capítulo 4, revisaremos e extenderemos esses tópicos brevemente. Derivações complestas não serão apresentadas e pede-se ao leitor que reveja livros-texto básicos e notas sobre este assunto.

Este capítulo começa como uma revisão sobre equilíbrio e diagramas de corpo livre associados a componentes transmissores de carga. Deve-se compreender a natureza das forças antes de tentar realizar uma análise ampla das tensões ou deflexões de um componente mecânico. Uma ferramenta extremamente útil para lidar com carregamento descontínuo de estruturas emprega funções de singularidade ou de Macaulay. Funções de singularidade são descritas na Seção 3–3 conforme aplicadas a forças de cisalhamento e momentos flexores. No Capítulo 4, o uso de funções de singularidade será expandido para mostrar o real poder delas no tratamento de deflexões de geometria complexa e problemas estaticamente indeterminados.

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Medium 9788563308207

8 Parafusos, fixadores e o desenho de junções não permanentes

Richard G. Budynas Grupo A PDF Criptografado

422    Elementos de máquinas de Shigley: projeto de engenharia mecânica

O parafuso de rosca helicoidal foi sem dúvida uma invenção mecânica extremamente importante. Ele é a base dos parafusos de potência, que transformam o movimento angular em movimento linear para transmitir potência ou desenvolver grandes forças (prensas, macacos etc.), e os fixadores rosqueados, um elemento importante em junções não permanentes.

Este livro pressupõe um conhecimento dos métodos elementares de fixação. Métodos típicos de fixação ou de união de peças usam tais dispositivos como parafusos de porca, porcas, parafusos rosqueados até a cabeça, parafusos de retenção, rebites, retentores de mola, dispositivos de travamento, pinos, chavetas, soldas e adesivos. Estudos dos desenhos de engenharia e dos processos do metal frequentemente incluem instruções de vários métodos de união, e a curiosidade de qualquer pessoa interessada em engenharia mecânica naturalmente resulta na aquisição de um bom conhecimento básico de métodos de fixação. Contrário às primeiras impressões, o assunto é um dos mais interessantes em todo o campo de projeto (desenho) mecânico.

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Medium 9788563308207

10 Molas mecânicas

Richard G. Budynas Grupo A PDF Criptografado

526    Elementos de máquinas de Shigley: projeto de engenharia mecânica

Quando um desenhador deseja rigidez, deflexão desprezível é uma aproximação aceitável, contanto que não comprometa a função. A flexibilidade é algumas vezes necessária e é com frequência fornecida por corpos metálicos com a geometria controlada engenhosamente.

Esses corpos podem exibir flexibilidade no grau que o desenhador busca. Tal flexibilidade pode ser linear ou não linear ao relacionar deflexão e carga. Esses dispositivos permitem a aplicação controlada da força ou do torque; o armazenamento e a liberação da energia pode ser um outro objetivo. A flexibilidade permite distorção temporária para acesso e restauração imediata da função. Por causa do valor da maquinária para os desenhadores, as molas têm sido intensamente estudadas; além disso, são produzidas em grandes quantidades (por isso, custam pouco) e configurações engenhosas foram encontradas para uma variedade de aplicações desejadas. Neste capítulo, discutiremos os tipos de molas mais usados, suas relações paramétricas necessárias e seus desenhos.

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Medium 9788563308207

15 Engrenagens cônicas e sem-fim

Richard G. Budynas Grupo A PDF Criptografado

792    Elementos de máquinas de Shigley: projeto de engenharia mecânica

A American Gear Manufacturers Association (AGMA) estabeleceu as padronizações para a análise e desenho dos vários tipos de engrenagens cônicas e engrenagens sem-fim. O

Capítulo 14 foi uma introdução aos métodos da AGMA para engrenagens cilíndricas de dentes retos e engrenagens helicoidais. A AGMA também estabeleceu métodos similares para outros tipos de engrenamentos, todos seguindo o mesmo procedimento geral.

15–1

Engrenamento cônico – Geral

As engrenagens cônicas podem ser classificadas como se segue:

Engrenagens cônicas de dentes retos.

Engrenagens cônicas espirais.

Engrenagens cônicas Zerol.

Engrenagens hipoides.

Engrenagens espiroides.

Uma engrenagem cônica de dentes retos foi ilustrada na Figura 13–35. Ela é utilizada geralmente para velocidades na linha primitiva de até 1 000 ft/min (5 m/s), quando o nível de ruído não é considerado importante. Estão disponíveis em muitos tamanhos comerciais e são menos custosas de produzir que outras engrenagens cônicas, especialmente em pequenas quantidades.

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Medium 9788563308924

7 Sugestões úteis para interpretação do eletrocardiograma

Peggy Jenkins Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 7

SUGESTÕES

ÚTEIS PARA

INTERPRETAÇÃO DO

ELETROCARDIOGRAMA

Agora que você aprendeu sobre todas as arritmias, o que deve fazer quando perceber um ritmo “estranho” no monitor ou no ECG? Esse é um bom momento para fazermos comparações.

Como já discutimos, é importante ser “metódico” na análise do traçado, usando sempre a mesma abordagem, de forma sistemática, seguindo os cinco passos recomendados. Quando você tiver as respostas às cinco perguntas, será o momento de comparar os ritmos e considerar as possíveis alternativas. Como cada pessoa retém e analisa informações de um modo diferente, apresentamos a seguir várias sugestões de abordagens. O primeiro método consiste na análise do traçado considerando a localização da arritmia, enquanto o segundo analisa por meio de características específicas, como extrassístoles, bradicardia versus taquicardia, ritmo regular versus irregular, QRS estreito versus largo ou ausência de pulso. Na maioria das vezes, uma dessas características será identificável com facilidade e representará um ponto de partida para a interpretação. Escolha a característica mais facilmente visível para você: podem ser “batimentos aberrantes” (extrassístoles), frequência (bradicardia versus taquicardia), ritmo (regular versus irregular) ou largura do QRS (estreito versus largo). As arritmias sem pulso são identificadas com mais facilidade depois da palpação do pulso.

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Medium 9788563308924

Apêndice C - Algoritmo de parada sem pulso – suporte avançado de vida (SAVC)

Peggy Jenkins Grupo A PDF Criptografado

1

PARADA SEM PULSO

• Algoritmo BLS: Buscar ajuda, aplicar RCP

• Administrar oxigênio, se houver

• Ligar monitor/desfibrilador, se houver

Pode receber 2 choque

3

Não pode receber choque

Verificar ritmo

Arritmia pode receber choque?

9

FV/TV

Assistolia/AE sem pulso

10

4

Retomar RCP imediatamente por 5 ciclos

Quando IV/IO disponível, dar vasopressor

• Adrenalina 1 mg IV/IO.

Repetir a cada 3 a 5 min ou

• 1 dose de vasopressina 40 U IV/IO para substituir 1ª ou 2ª dose de adrenalina

Considerar atropina 1 mg IV/IO para assistolia ou frequência lenta de AE sem pulso.

Repetir a cada 3 a 5 min (até 3 doses)

Aplicar 1 choque

• Voltagem específica do dispositivo manual bifásico

(geralmente 120 a 200 J)

Nota: se desconhecida, usar 200 J

• DAE: específica do dispositivo

• Monofásico: 360 J

Retomar RCP imediatamente

5

Aplicar 5 ciclos de RCP*

Verificar ritmo

Arritmia pode receber choque?

6

Não

Pode receber choque

Continuar RCP enquanto o desfibrilador é carregado

Aplicar 1 choque

• Voltagem específica do dispositivo manual bifásico

(dose igual à primeira ou maior)

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Medium 9788563308924

1 Princípios básicos de interpretação do eletrocardiograma

Peggy Jenkins Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 1

PRINCÍPIOS BÁSICOS

DE INTERPRETAÇÃO DO

ELETROCARDIOGRAMA

A análise do ritmo cardíaco pode ser feita de modo simples, com monitores cardíacos, e, com maior precisão diagnóstica, pelo eletrocardiograma de 12 derivações (ECG). O eletrocardiograma é um registro das ondas que refletem a atividade elétrica do coração.

O monitoramento cardíaco consegue representar o fluxo do impulso elétrico entre duas derivações de cada vez, enquanto o ECG de 12 derivações fornece informações sobre o fluxo do impulso elétrico a partir de 12 diferentes aspectos do coração.

DESPOLARIZAÇÃO E REPOLARIZAÇÃO

Quando o impulso elétrico flui através do coração, ocorre um processo de despolarização e repolarização a cada batimento cardíaco. Considera-se que a despolarização é o estado de ação, e que a repolarização é o estado de repouso. Durante a despolarização e a repolarização, quatro eletrólitos principais (sódio, potássio, cálcio e cloreto) movimentam-se através da membrana da célula cardíaca. Durante esse processo de despolarização/repolarização, ocorrem cinco ciclos de movimento. Na fase 0, ou de despolarização rápida, o impulso chega à célula cardíaca e estimula a entrada rápida de sódio e a entrada mais lenta de cálcio na célula. Na fase

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Medium 9788577260577

SECÃO TRÊS: DISTÚRBIOS DAS GLÂNDULASÉCRINAS

Avram, Grupo A PDF Criptografado

76

I

Atlas Colorido de Dermatologia Estética

CAPÍTULO 13 Hiperidrose

A hiperidrose é a secreção de quantidades excessivas de suor pelas glândulas sudoríparas écrinas em repouso e à temperatura ambiente normal. Ela produz desconforto, tanto físico como social. As áreas mais comumente afetadas são as axilas, as palmas das mãos e as plantas dos pés. Ela pode se apresentar de modo bilateral ou simétrico. A causa mais comum de hiperidrose é idiopática.

EPIDEMIOLOGIA

Incidência: não há bons estudos epidemiológicos de prevalência.

Idade: palmoplantar: nascimento; axilar: puberdade.

Raça: não há predileção racial.

Sexo: equivalência.

Fatores precipitantes: idiopática, emocional, lesão/doença do sistema nervoso central, fármacos e lesão cirúrgica são as causas mais comuns. Na maioria dos casos, há uma história familiar.

Fig. 13.1 Um exemplo do teste de iodo-amido na axila esquerda. Observar a coloração de azul-escuro a negra proeminente nos locais de hiperidrose.

PATOGENIA

As glândulas écrinas são inervadas principalmente por fibras simpáticas que são antes colinérgicas do que adrenérgicas em sua resposta neural.

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Medium 9788577260577

SECÃO DEZ: DISTÚRBIOS DO TECIDO ADIPOSO

Avram, Grupo A PDF Criptografado

236

I

Atlas Colorido de Dermatologia Estética

CAPÍTULO 51 Ginecomastia

A ginecomastia caracteriza-se por quantidades aumentadas de tecidos glandulares benignos sob a forma de massa firme ao redor dos mamilos de homens. Esse distúrbio está associado ao aumento da deposição de gordura. Por outro lado, o aumento isolado da acumulação de gordura sem proliferação glandular é conhecido como pseudoginecomastia. A ginecomastia pode ser unilateral ou bilateral e é encontrada comumente ao nascimento, na puberdade e em adultos de meia-idade e idosos. Muitos casos são idiopáticos. Existem vários fatores desencadeantes, inclusive anormalidades hormonais, uso de fármacos, cirrose, hipogonadismo, tumores testiculares, hipertireoidismo e insuficiência renal crônica.

Por esta razão, no contexto clínico apropriado, o desenvolvimento de ginecomastia deve ser investigado clinicamente.

A

EPIDEMIOLOGIA

Incidência: mais comum nos recém-nascidos, mas também

é freqüente na puberdade e em homens idosos

Idade: período pós-natal imediato (0 a 3 semanas), puberdade (10 a 17 anos), homens de meia-idade e idosos (50 a

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Medium 9788536320663

Capítulo 9 Visualização de Células

Bruce Alberts Grupo A PDF Criptografado

Visualização de Células

Como as células são pequenas e complexas, é difícil ver sua estrutura, descobrir sua composição molecular e, ainda mais difícil, descobrir como seus vários componentes funcionam.

As ferramentas a nossa disposição determinam o que podemos aprender sobre as células, e a introdução de novas técnicas frequentemente tem resultado em maiores avanços na biologia celular. Para compreender a biologia celular contemporânea, é necessário conhecer parte de seus métodos.

Neste capítulo, serão revistos brevemente alguns dos principais métodos em microscopia utilizados para estudar as células. O entendimento da organização estrutural das células

é um pré-requisito essencial para o entendimento de como as células funcionam. A microscopia óptica será nosso ponto de partida, pois a biologia celular iniciou com o microscópio

óptico e ele continua sendo uma ferramenta essencial. Nos anos recentes, a microscopia

óptica tornou-se cada vez mais importante, em grande parte devido ao desenvolvimento de métodos para a marcação específica e a obtenção de imagens dos constituintes celulares individuais, assim como a reconstrução da sua arquitetura tridimensional. Uma importante vantagem da microscopia óptica é que a luz é relativamente não-destrutiva. Pela marcação dos componentes celulares específicos com sondas fluorescentes, como proteínas intrinsecamente fluorescentes, podemos observar o movimento, a dinâmica e as interações nas células vivas. Se utilizarmos um feixe de elétrons, a microscopia eletrônica pode obter imagens de complexos moleculares dentro das células a uma resolução quase atômica e em três dimensões.

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Medium 9788563308061

3. Tratamento oftalmológico

Paul Riordan-Eva Grupo A PDF Criptografado

Tratamento oftalmológico

3

Allan J. Flach, PharmD, MD e Frederick W. Fraunfelder, MD

Início e duração de ação: a anestesia ocorre em 1 min e dura 15 a 20 min.

Comentário: a instilação é bastante dolorosa.

MEDICAMENTOS OCULARES

COMUMENTE UTILIZADOS

Cloridrato de benoxinato ou oxibuprocaína

Allan J. Flach, PharmD, MD

Preparação: solução a 0,4%.

Dosagem: 1 gota e repetir quando necessário.

Início e duração da ação: a anestesia começa em 1 ou

2 min e tem duração de 10 a 15 min.

Comentário: benoxinato a 0,4% e fluoresceína a

0,25% podem ser usados antes de tonometria de aplanação.

Este texto destina-se a servir como uma lista concisa de medicamentos oftalmológicos comumente utilizados.

Para informações mais detalhadas, devem-se consultar os textos completos de farmacologia e toxicologia.

ANESTÉSICOS TÓPICOS

ANESTÉSICOS LOCAIS PARA INJEÇÃO

Os anestésicos tópicos são úteis para procedimentos diagnósticos e terapêuticos, como tonometria, remoção de corpos estranhos ou suturas, gonioscopia, raspagem conjuntival e pequenas cirurgias sobre a córnea e a conjuntiva. Uma ou duas gotas geralmente são suficientes, mas a dosagem poderá ser repetida durante o procedimento.

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