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12.2 ADMINISTRADORES ESCOLARES

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C APÍTU LO 12 | O Lugar da E ducação na E ra Dig ital 

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poderiam perceber suas relações com o meio de forma mais consciente. Somos quem somos porque estamos em uma relação contextual.

Somos seres animais que se integram ao meio, provocam modificações, produzem relações. A educação deve ser integradora, e não mera adaptadora de circunstâncias.

A educação é móvel, a cultura é resultado da ação do homem. O contexto é integrado, suas partes se articulam e estão sempre em troca. Somos seres culturais em estado contínuo de mutações e influências. Paulo Freire (1996, p. 59) menciona que somos seres inacabados, e neste “inacabemento, sei que posso ir mais além”, acrescenta, ainda, que o processo de aprendizagem é coletivo, em uma dinamicidade mútua entre o indivíduo e o seu meio. Como os professores estão sendo formados para conceber o ciberespaço como mais um meio de aprendizagem?

12.2 ADMINISTRADORES ESCOLARES

As escolas são conhecidas por seus mecanismos lentos de inovação, e estamos sempre nos perguntando o porquê. As escolas, em sua maioria, diferentemente de outras instituições, não têm em sua concepção a obtenção de lucros. Seu objeto existencial lida com o saber e o repassar da cultura, o que acarreta um diferente posicionamento no mercado e na forma de agir. Os administradores escolares, geralmente, são profissionais que migraram da área de educação e não lidam com questões de competitividade e, quando assim concebem suas atividades, são discriminados e rejeitados.

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BIBLIOGRAFIA

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BIBLIOGRAFIA

ALMEIDA, F. J. Educação e informática. 2. ed. São Paulo: Cortez, 1988.

ANTONIO, L. Q. Manual de orientação metodológica: informática na educação.

São Paulo: Érica, 1997.

APPLE, M. W. Política cultural e educação. São Paulo: Cortez, 2000.

ARMSTRONG, S. Internet para estudantes. Rio de Janeiro: IBPI Press, 1995.

BACICH, L; MORAN, J. (Orgs.). Metodologias ativas para uma educação inovadora. São Paulo: Penso, 2018.

BARROS, C. Mídia: uma solução de risco. Revista Educação, ano 24, n. 204, p. 55, abr. 1998.

BARROS, L. A. Suporte a ambientes distribuídos para aprendizagem cooperativa. Tese (Doutorado em Ciências em Engenharia de Sistemas de Computação) –

Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 1994.

BORDENAVE, J. D. Estratégias de ensino-aprendizagem. 11. ed. São Paulo: Vozes,

1989.

BRASIL. Presidência da República. Casa Civil. Subchefia para Assuntos Jurídicos. Lei no 8.248, de 23 de outubro de 1991. Dispõe sobre a capacitação e competitividade do setor de informática e automação, e dá outras providências. Diário Oficial da

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9.1 BREVE HISTÓRICO DOS PRINCIPAIS MOMENTOS DO DESENVOLVIMENTO DA INTERNET

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I N FOR MÁTIC A NA E DUC AÇÃO

9.1 B

� REVE HISTÓRICO DOS PRINCIPAIS MOMENTOS

DO DESENVOLVIMENTO DA INTERNET

O cenário do mundo atual, com intensos e constantes avanços tecnológicos baseados no desenvolvimento da microeletrônica e das telecomunicações, com computadores globalmente conectados à internet, conforme comentado em capítulos anteriores, é recente. Tudo começou no século XX, com mudanças e inovações frequentes.

Os primeiros computadores eram muito diferentes dos existentes na atualidade.

Eram enormes, e às vezes ocupavam andares inteiros de um prédio. A capacidade dessas máquinas era medida em m2 em vez de bytes.

Em sua criação, na década de 1950, a internet era de uso restrito do governo estadunidense. Veja, a seguir, os principais momentos do desenvolvimento da internet:

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A internet surgiu em pleno período de Guerra Fria (1947-1991). Na década de 1950, o governo estadunidense criou a Advanced Research Projects Agency (ARPA) com a missão de pesquisar e desenvolver alta tecnologia para as forças armadas. Na década de

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4.2 MODALIDADES DE APLICAÇÃO DA INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO E A PROPOSTA PEDAGÓGICA

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uma possibilidade de expandir pesquisas e intercâmbios entre estudantes e professores de diferentes locais.

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Desenvolvimento de softwares: apesar de já existirem no mercado diversos títulos educacionais, algumas escolas optam por desenvolver os próprios softwares educacionais. Essa modalidade requer um grande investimento financeiro por parte das escolas; entretanto, os softwares desenvolvidos respondem às reais necessidades da escola, visto que seus professores participam diretamente na avaliação, orientação e produção dos softwares.

Entre essas várias possibilidades de aplicação da informática na área educacional, cada uma delas tem seus objetivos específicos, e cada uma dessas modalidades deve ser usada nas situações de ensino-aprendizagem que mais se adaptam à realidade escolar. Cabe à escola avaliar a modalidade a ser utilizada e definir o momento.

De acordo com as orientações das estratégias baseadas nas metodologias ativas

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6.2 A INFLUÊNCIA DO LAYOUT NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM

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9. As atividades previstas foram realizadas?

Sim (  )

Não (  )  Justifique sua resposta.

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10. Professor, como você se sente nesse ambiente?

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11. �Quais foram os principais ganhos e as dificuldades encontradas no desenvolvimento das suas atividades com a aplicação da informática na educação?

Ganhos: _________________________________________________________________

Dificuldades: ______________________________________________________________

12. Sugira melhorias para as atividades relacionadas à área de informática na educação.

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6.3 EVOLUÇÃO DA APLICABILIDADE DA INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO

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C APÍTU LO 6 | Etapas para I m p l antação ou R eformu l ação de um Proj eto de I nformática na E ducação 

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Figura 6.10  Representação do Modelo 5.

6.3 E

� VOLUÇÃO DA APLICABILIDADE DA INFORMÁTICA

NA EDUCAÇÃO

Utilizar a informática na área educacional é bem mais complexo que a utilização de qualquer outro recurso didático. Essa diferença é causada pela diversidade dos recursos disponíveis. Em um sistema informatizado, é possível se comunicar, pesquisar, criar desenhos, efetuar cálculos, simular fenômenos, entre muitas outras ações.

Nenhum outro recurso didático oferece tantas oportunidades pedagógicas e, além do mais, é a tecnologia que mais vem sendo utilizada no mercado de trabalho.

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Em paralelo, a escola é uma das instituições que mais demoram a inovar e avançar.

Desde o desenvolvimento da caneta esferográfica, os professores resistem em aceitar as inovações. Muito pouco tem mudado nos ambientes de sala de aula. A inovação da informática está obrigando a escola a mudar e aceitar mais facilmente as transformações. O resultado dessa inovação é lento, sendo necessário não apenas mudar crenças, mas substituí-las por outras mais relevantes, moldadas por experiências em um novo contexto, conforme abordado pela experiência do projeto ACCOT, desenvolvido pela empresa Apple, nos Estados Unidos.

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7.1 INTEGRAÇÃO DO USO DOS COMPUTADORES ÀS PROPOSTAS PEDAGÓGICAS

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Um dos fatores primordiais para ser bem-sucedido na utilização da tecnologia na educação é a qualificação do professor para trabalhar com essa nova realidade educacional. O docente deve ser capacitado para perceber como deve realizar a integração da tecnologia com a sua proposta de ensino. Cabe a cada um descobrir a própria forma de utilizar a informática conforme o seu interesse educacional, pois não existe uma forma universal para a utilização dos computadores na sala de aula.

O professor deve estar aberto às mudanças, principalmente com relação à sua função de mediador, sendo responsável por facilitar e coordenar o processo de ensino-aprendizagem. O docente precisa estar aberto a novos aprendizados, a lidar com as rápidas mudanças, ser dinâmico e flexível. Acabou a era educacional em que o professor “sabe-tudo” detinha sozinho o conhecimento.

A qualificação do professor deve envolver uma série de vivências e conceitos, como conhecimentos básicos de informática, pedagogia, integração de tecnologia com propostas pedagógicas, formas de gerenciamento da sala de aula com os novos recursos tecnológicos em conexão com os recursos físicos disponíveis e, em especial, ao “novo” aluno, que passa a incorporar e assumir uma atitude ativa no processo. Há também a revisão das teorias de aprendizagem, didática, projetos multi, inter e transdisciplinares.

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5.1 CARACTERÍSTICAS DOS SOFTWARES E SUAS APLICABILIDADES

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É comum as escolas questionarem certas situações, como: o que devemos fazer com o computador no ambiente educacional? Ensina-se com o computador?

Aprendemos com o computador? De que forma o computador é utilizado no processo ensino-aprendizagem? Os softwares de aprendizagem influenciam o aprendizado? Os professores podem se beneficiar ao ensinar com softwares?

O que verificamos é uma grande diversidade de softwares disponíveis no mercado, incluindo os educacionais. Mas o que é um software educacional? Existem, basicamente, duas conceituações: a) programa desenvolvido especificamente para finalidades educativas, visando atender às necessidades específicas disciplinares; b) qualquer programa que seja utilizado para obter resultados educativos. Esses softwares não foram desenvolvidos com finalidades educativas, mas podem ser utilizados para esse fim. Exemplos: editores de texto, planilha eletrônica etc.

Ou seja, ambos os conceitos consideram o uso do software no contexto da educação, mesmo que ele não tenha sido desenvolvido para esse fim. Esse recurso, porém, deve estar adequado à estratégia pedagógica escolhida, em geral centrada no aluno, em que o educador atue como mediador, conforme orientações das metodologias ativas.

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4.4 MODALIDADES DE APLICAÇÃO DA INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO E O OBJETIVO DE APLICAÇÃO

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C APÍTU LO 4 | O Com p utador como M eio e F im 

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interessar? Com base nessa problemática, classifica-se a utilização dos ambientes de informática da seguinte forma:

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Sistematizada: quando os horários são definidos previamente para os professores durante o planejamento de suas aulas. O coordenador estabelece um cronograma de uso para cada professor, podendo ser semanal ou quinzenal, por exemplo. Essa modalidade é recomendada quando a escola começa o processo de implantação de informática na educação. Pode ajudar o professor a vencer suas resistências e medos quanto à utilização do computador.

Não sistematizada: depende do interesse e da necessidade do professor. O uso do ambiente de informática é livre, e o professor agenda seu horário conforme sua necessidade. Essa forma de utilização é indicada quando a escola possui professores em estágio avançado de integração tecnológica. Entretanto, o que acontece, na prática, é que o ambiente de informática logo fica ocioso, sendo utilizado por poucos professores.

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4.1 MODALIDADES DE APLICAÇÃO DA INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO E SOFTWARES

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Ainda não existem avaliações definitivas quanto ao uso do computador como instrumento de ensino. O que existe são análises parciais que, de forma geral, divulgam questões como a necessidade de formação e atualização dos educadores, como a tecnologia atrai mais a atenção dos alunos, o computador torna mais fácil o aprendizado de disciplinas consideradas difíceis, como a Física e a Química, e ajuda a melhorar o desempenho escolar.

No final do século XX, muitas escolas ainda tratavam como um diferencial ter um laboratório de informática, o que se transformou quase em uma obrigação hoje. O que é realmente importante é como a escola utiliza essa tecnologia, isto é, integrada aos interesses educacionais e para a formação dos alunos.

A seguir serão apresentadas várias estratégias de como os recursos computacionais podem ser utilizados nas escolas.

4.1 M

� ODALIDADES DE APLICAÇÃO DA INFORMÁTICA

NA EDUCAÇÃO E SOFTWARES

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11.1 CONTEXTO FAVORÁVEL ÀS METODOLOGIAS ATIVAS

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11.1 CONTEXTO FAVORÁVEL ÀS METODOLOGIAS ATIVAS

É necessário, entender o contexto mundial atual, em que bilhões de pessoas estão conectadas por dispositivos móveis com elevado poder de processamento, recursos de armazenamento e acesso a diversos tipos de conhecimentos. É nesse contexto que as metodologias ativas ganham atenção no cenário educacional. Para posicionar ainda mais o leitor sobre esse contexto que integra as possibilidades de uso das metodologias ativas e o uso de tecnologias digitais no século XXI, sugere-se uma leitura complementar dos Capítulos 1, 2 e 3.

Diversos autores muito importantes para a educação, como Paulo Freire, John

Dewey, Jean Piaget, Lev Vygostsky, David Ausubel, entre outros, já discorriam, com formas e abordagens diferentes, sobre o quanto é fundamental colocar o aluno no papel central de qualquer processo de ensino e aprendizagem. Mattar (2017, p. 19) diz que

“metodologias ativas não são novidade”. Observe o Quadro 11.1.

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7.12 ANÁLISE CRÍTICA DA FORMAÇÃO CURRICULAR E DAS NOVAS TECNOLOGIAS EDUCACIONAIS

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Governo Federal quanto à informática na educação no Brasil, conceitos e abordagens da informática na educação, paradigmas educacionais emergentes, novo papel do administrador escolar, do professor e do aluno, análise e adequação de softwares para fins educacionais, educação na Era Digital, novas formas de aprender na Era Digital, apresentação, caracterização e conceitos de comunidades virtuais de aprendizagem, desenvolvimento de pesquisas e atividades via internet.

7.11.3 Avaliação

A avaliação do curso foi realizada durante o desenvolvimento de todas as atividades propostas em cada um dos módulos, sendo que, no final de cada módulo, foi proposto que:

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os professores deviam treinar para desenvolver aulas e/ou projetos com os aplicativos ou softwares apresentados; os professores deviam elaborar um projeto multidisciplinar para a sua escola ou entidade educacional utilizando o computador como uma das ferramentas pedagógicas.

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12.3 CURRÍCULO

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poderiam perceber suas relações com o meio de forma mais consciente. Somos quem somos porque estamos em uma relação contextual.

Somos seres animais que se integram ao meio, provocam modificações, produzem relações. A educação deve ser integradora, e não mera adaptadora de circunstâncias.

A educação é móvel, a cultura é resultado da ação do homem. O contexto é integrado, suas partes se articulam e estão sempre em troca. Somos seres culturais em estado contínuo de mutações e influências. Paulo Freire (1996, p. 59) menciona que somos seres inacabados, e neste “inacabemento, sei que posso ir mais além”, acrescenta, ainda, que o processo de aprendizagem é coletivo, em uma dinamicidade mútua entre o indivíduo e o seu meio. Como os professores estão sendo formados para conceber o ciberespaço como mais um meio de aprendizagem?

12.2 ADMINISTRADORES ESCOLARES

As escolas são conhecidas por seus mecanismos lentos de inovação, e estamos sempre nos perguntando o porquê. As escolas, em sua maioria, diferentemente de outras instituições, não têm em sua concepção a obtenção de lucros. Seu objeto existencial lida com o saber e o repassar da cultura, o que acarreta um diferente posicionamento no mercado e na forma de agir. Os administradores escolares, geralmente, são profissionais que migraram da área de educação e não lidam com questões de competitividade e, quando assim concebem suas atividades, são discriminados e rejeitados.

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7.10 TRANSFORMAÇÃO: UMA CONCRETIZAÇÃO DA APRENDIZAGEM

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C APÍTU LO 7 | Qualificação dos Docentes e Demais Atores na E ducação 

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paradigmas. A mudança é concluída quando estamos aptos a enfrentar a nova reali­ dade proposta.

A terceira etapa, recongelamento, ocorre quando reiniciamos um novo processo de mudança. Por exemplo, quando aparecem novas versões de programas, novos equipamentos disponíveis e ficamos com aquela sensação comprovada de que, diante do mundo tecnológico, nunca estaremos prontos. Sempre estaremos diante de uma nova realidade e da necessidade de aprender. Precisamos novamente descongelar os últimos paradigmas e reiniciar o processo de mudança.

A área de informática é caracterizada pela inovação constante. Ela nos força a mudar sempre, seja para utilizar uma máquina mais potente e rápida, seja para trabalhar com um software mais atualizado e com novos recursos.

O processo de mudança torna-se natural. Acompanhe um exemplo bastante prá­tico.

Participando de um projeto educacional, era preciso aprender a utilizar um software de comunicação via internet, o mIRC. Enquanto eram preparadas as atividades, surgiu outro software mais atualizado e com recursos mais dinâmicos que o próprio mIRC. Escolheu-se esse novo software, o ICQ, mesmo tendo aprendido há pouco tempo o mIRC.

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8.5 JORNAL ELETRÔNICO

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C APÍTU LO 8 | Jornal: Possibi lidades de R ecursos Didáticos 

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Para a produção de jornais na escola, é possível contar com diferentes tipos de programas, dos mais simples aos mais sofisticados. Escolha aquele que mais se adapta à sua escola:

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Corel Draw e Illustrator: programas gráficos muito utilizados para elaboração de desenhos e preparação de imagens para impressão gráfica. Esses programas não são apropriados para a elaboração de textos, entretanto, existem usuários que os utilizam para essa finalidade.

InDesign: programa de editoração eletrônica profissional, muito utilizado para a produção de livros, revistas, panfletos, materiais publicitários etc.

Word: programa de editor de texto. Não é apropriado para a criação de jornais, entretanto, é possível obter boas produções.

Creative Writer: programa infantil para a elaboração de jornais, banners e cartões.

Possui muitas ilustrações, bordas e efeitos de fontes. Ideal para desenvolver jornais com crianças de 8 a 12 anos.

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