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Medium 9788584290376

G. O estudo deve ser passo a passo ou desencontrado ?

Claudio de Moura Castro Grupo A PDF Criptografado

132

Posso estudar circuitos elétricos simples e responder as perguntas do livro. Mas, se alguém me entrega uma luminária enguiçada e pergunta por que não acende, ou eu entendo a lógica do circuito ou não a conserto. Se consigo achar o defeito, mais eficaz terá sido a prática.

pratique!

Escolha um assunto que vai cair na prova. Em vez de reler o livro ou suas notas, tente responder às perguntas de uma prova sobre esse mesmo tema – ou exercícios do livro, se existirem.

Lute, não desista logo. Respondidas as perguntas, consulte o livro para conferir as respostas.

Será que você consegue perceber que seu aprendizado foi mais profundo e mais eficaz?

g. O estudo deve ser passo a passo ou desencontrado?

Seu conforto já levou uma canelada na seção anterior. Pois se prepare para outra.

Faz todo o sentido dominar um ponto, um capítulo ou uma teoria e, só então, passar para a próxima. É a pedagogia do óbvio. Infelizmente, é a pedagogia errada.

Novamente, a pesquisa recente nos surpreende com resultados que contrariam a intuição e nos tiram das trilhas mais confortáveis. O estudo sistemático e metódico, pregado pelas pessoas de bom senso, não mostra os melhores resultados.

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Medium 9788536310442

4. Paciente Histriônico

Roger A. Mackinnon Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 4

PACIENTE HISTRIÔNICO

M

uitos pacientes demonstram características histriônicas em suas apresentações.

Em geral, esses pacientes são pessoas atraentes que agregam bastante ao ambiente circundante, por meio de sua imaginação e sensibilidade. Conscientemente, o paciente histriônico deseja ser visto como uma pessoa atraente, charmosa, animada, afetuosa, intuitiva, sensível, generosa, imaginativa, que melhora a vida dos semelhantes e que não gasta tempo com detalhes e mecanismos triviais da vida. Entretanto, para aqueles ao seu redor, ele poderá parecer exibicionista, buscador de atenção, manipulador, superficial, excessivamente dramático, dado ao exagero, que se magoa com facilidade, impulsivo, sem consideração com os sentimentos dos outros, exigente e prontamente dado a cenas de lágrimas ou raiva. Os pacientes histriônicos possuem a capacidade de vivenciar rapidamente um estado emocional após o outro. Nesse sentido, sua experiência afetiva se assemelha

àquela da criança pequena que logo deixa de rir e passa a chorar.

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Medium 9788565852951

Capítulo 23 - Projeto navegar com segurança

Cristiano Nabuco de Abreu; Evelyn Eisenstein; Susana Graciela Bruno Estefenon Grupo A PDF Criptografado

C A P Í T U L O 2 3

PROJETO NAVEGAR COM SEGURANÇA

ANNA FLORA WERNECK

ERIKA KOBAYASHI

LETICIA BORN

As redes constituem a nova morfologia de nossas sociedades e a difusão da lógica das redes modifica de forma substancial a operação e os resultados dos processos produtivos e de experiência, poder e cultura. [...] A sociedade em rede representa uma transformação qualitativa da experiência humana.

Manuel Castells1

A EBULIÇÃO DA INTERNET NO NOSSO DIA A DIA

278

Nos anos 1990, o uso da internet deixou de ser exclusividade de acadêmicos e técnicos e entrou na casa de pessoas comuns, movimento que no Brasil ocorreu junto a um alto investimento em novas tecnologias. Apesar de o fenômeno ser relativamente recente, houve uma rápida incorporação da internet como mediador de relações pessoais. Entretanto, hoje, a grande discussão não está mais no caráter agregador e democrático da rede, que trouxe novos comportamentos e experiências, e sim no uso que se faz dessa ferramenta.

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Medium 9788536303871

20. Ajustando a XP

Kent Beck Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

20

Ajustando a XP

Projetos que querem alterar sua cultura atual são muito mais comuns do que projetos que podem criar uma cultura completamente nova. Adote a XP um pouco de cada vez em projetos que já estão acontecendo, começando com testes ou planejamento.

A

dotar XP com um time novo é um desafio. Adotá-la com um time e uma base de código já existentes é ainda mais difícil. Você tem todos os desafios que já existiam – desenvolver as habilidades, treinamento, adaptar o processo as suas condições. Você também tem a pressão imediata de manter o software de produção executando. É improvável que o software seja escrito de acordo com seus novos padrões. É provável que seja mais complexo do que precisa ser. É improvável que seja testado da forma que você gostaria. Em um time novo, você pode selecionar apenas aquelas pessoas que se dispõem a tentar a XP. Em um time já existente, é provável que haja alguns céticos. Ainda por cima, todas as mesas já estão arrumadas, e você nem pode programar em pares.

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Medium 9788577807154

O cliente

Ken Burtenshaw Grupo A PDF Criptografado

O briefing do cliente

O cliente

Depois que a relação entre cliente e agência foi estabelecida, o trabalho na campanha pode começar. A primeira etapa de todo projeto é a criação de um briefing do cliente, geralmente um documento por escrito apresentado à agência. O briefing deve expor claramente os objetivos da campanha com base em uma análise completa da situação atual da marca e do mercado em que se encontra. O documento não deve dizer à agência como fazer o trabalho, mas deve fornecer o máximo de orientação e informação possível para ajudá-la a chegar à melhor solução.

Estrutura do briefing do cliente

A maior parte das campanhas publicitárias é criada por agências em nome de uma empresa, instituição, fabricante ou indivíduo, os chamados “clientes”. Poucos clientes criam a própria publicidade internamente, pois a maioria acredita que contratar uma agência pode injetar novas ideias e objetividade no trabalho em questão.

Em muitos aspectos, a relação entre cliente e agência é mutuamente benéfica, mas em última análise é o cliente quem controla o orçamento e decide qual agência quer contratar. O medo de perder a conta pode levar a agência a concordar com uma estratégia de campanha com a qual não está satisfeita, apenas para atender os desejos do cliente.

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Medium 9788584291854

Capítulo 5 Entenda para que serve a escola

Ken Robinson, Lou Aronica Grupo A ePub Criptografado

As crianças adoram aprender, mas nem sempre gostam de serem ensinadas e algumas têm muitos problemas na escola. Então que tipo de educação seus filhos devem ter e como você pode saber se a escola deles está oferecendo essa educação? O melhor ponto de partida não é uma lista de matérias a serem estudadas e de testes a serem feitos. Pergunte primeiro o que seu filho quer aprender, conhecer e ser capaz de fazer e em seguida procure o que ele precisa aprender e como deve aprender.

VIVENDO EM DOIS MUNDOS

A relação entre a natureza e a educação mostra que seus filhos não vivem em apenas um mundo, mas em dois. Você também vive em dois mundos: o mundo à sua volta e o seu mundo interior. O mundo à sua volta existe independentemente de você existir ou não: ele estava lá antes de você nascer e estará lá depois de você ter desaparecido. Ele é o mundo físico da natureza e o ambiente material e é o mundo social das outras pessoas, com sua história e cultura. A educação deve ajudar os jovens a entender o mundo: como ele funciona e como eles podem encontrar o seu caminho. O mundo dentro de você existe apenas porque você existe. Ele tornou-se realidade quando você passou a existir e chegará ao fim quando você desaparecer (dependendo da sua crença). Trata-se do mundo da sua própria consciência: sentimentos, ideias, imaginações pessoais, desejos e ansiedades. A educação também deve ajudar seus filhos a entenderem o mundo interior deles: como se sentem, pensam e encaram a si mesmos, os talentos, os interesses e as características que os tornam quem eles são.

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Medium 9788521619109

Parte III - Conheça a escola de hoje para conseguir o melhor serviço

Andrea Ramal Grupo Gen PDF Criptografado

Parte III

Conheça a escola de hoje para conseguir o melhor serviço

“A educação não muda o mundo. A educação muda as pessoas, e estas sim, mudam o mundo.”

Paulo Freire (1921-1977)

Educador

Ramal, Andrea.indb 79

9/13/11 1:38 PM

estudo de Caso

Só não gosto das aulas, o resto é ótimo!

Gabriela é uma menina conectada com tudo o que acontece à sua volta. Visita sites com jogos, pesquisa letras de músicas, assiste a um canal de TV que traz descobertas científicas, garimpa aplicativos de I-phone.

Ela tem muitos amigos e diz que adora ir à escola. “Só não gosto de uma coisa no colégio”, diz ela. “As aulas. O resto é ótimo!”

Preocupada com o rendimento nas avaliações, Débora, mãe de Gabriela, tem estudado com ela os conteúdos mais difíceis. Veja alguns deles:

– O sistema de irrigação no antigo Egito.

– O que eram as capitanias hereditárias.

– A comparação entre cantigas dos trovadores medievais.

– A fórmula exata de elementos químicos.

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Medium 9788584291328

Questões de 151 a 200

Rafael Guerra Ortiz Grupo A PDF Criptografado

CIÊNCIAS DA NATUREZA

QUESTÃO 149

68%

(2012) A própolis é um produto natural conhecido por suas propriedades anti-inflamatórias e cicatrizantes. Esse material contém mais de 200 compostos identificados até o momento. Dentre eles, alguns são de estrutura simples, como é o caso do C6H5CO2CH2CH3, cuja estrutura está mostrada a seguir.

O ácido carboxílico e o álcool capazes de produzir o éster em apreço por meio da reação de esterificação são, respectivamente,

ácido benzoico e etanol.

(2012) Aumentar a eficiência na queima de combustível dos motores a combustão e reduzir suas emissões de poluentes é a meta de qualquer fabricante de motores. É também o foco de uma pesquisa brasileira que envolve experimentos com plasma, o quarto estado da matéria e que está presente no processo de ignição. A interação da faísca emitida pela vela de ignição com as moléculas de combustível gera o plasma que provoca a explosão liberadora de energia que, por sua vez, faz o motor funcionar.

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Medium 9788573074260

Análise das Diferentes Formas de Organização dos Conteúdos

Antoni Zabala Grupo A PDF Criptografado

A PRÁTICA EDUCATIVA / 155

Justificativa

Esta forma de intervenção é justificada por diversos argumentos.

Como poderemos observar, a maioria deles está relacionada com a importância que se dá ao aprender a aprender e ao envolvimento do aluno em sua aprendizagem. Em resumo, esta maneira de intervir:

• Permite uma abordagem dos conteúdos de aprendizagem definidos pela escola a partir do diálogo que se estabelece entre os objetivos explicitados pelos alunos e a mediação e intervenção do professor, que assegura sua correta seqüenciação.

• Promove contextos de trabalho em que os alunos podem, a partir de uma proposição inicial (relacionada com seus conhecimentos prévios), buscar informação, selecioná-la, compreendê-la e relacioná-la através de diferentes situações para convertê-la em conhecimento.

• Contribui com um sentido da globalização, segundo o qual as relações entre as fontes de informação e os procedimentos para compreendê-la e utilizá-la têm que ser estabelecidas pelos alunos e não pelos professores, como acontece nos enfoques interdisciplinares.

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Medium 9788522474400

11 - Grupo focal

DUARTE, Jorge; BARROS, Antonio (orgs.) Grupo Gen PDF Criptografado

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Métodos e técnicas de pesquisa em comunicação

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Grupo focal

Maria Eugênia Belczak Costa

... Alguém viu Nasrudin procurando alguma coisa no chão. �O que é que você perdeu, Mullá�?, perguntoulhe. �Minha chave�, respondeu o Mullá.

Então os dois se ajoelharam para procurá-la. Um pouco depois o sujeito perguntou: �Onde foi exatamente que você perdeu essa chave?� �Na minha casa.�

�Então por que está procurando por aqui?�

�Porque aqui tem mais luz� (Histórias de Nasrudin).

Nem sempre sabemos a pergunta certa, essencial para o problema ou desafio. De acordo com Hellinger, o mais importante é a definição da pergunta. O

Grupo Focal, como ferramenta de pesquisa qualitativa, ajuda a identificar tendências, o foco, desvenda problemas, busca a agenda oculta do problema.

O Grupo Focal permite-nos também aprofundar nossa reflexão em busca do que é essencial � Jean Ives Leloup diz que conhecemos três palavras: o urgente, o necessário e o essencial. Vivemos muito na urgência e no necessário, mas, quando se trata do essencial, deixamos para mais tarde as oportunidades de ampliação de consciência. Eu diria que o Grupo Focal, quando bem orientado, permite a reflexão sobre o essencial, o sentido dos valores, dos princípios e motivações que regem os julgamentos e percepções das pessoas.

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Medium 9788536305080

3. Relação com a escola e o saber nos bairros populares

Bernard Charlot Grupo A PDF Criptografado

Relação com o saber, formação dos professores e globalização

59

3

Relação com a escola e o saber nos bairros populares*

Eu gostaria de agradecer à Universidade Federal de Santa Catarina pelo convite. Agradecer a vocês também por estarem aqui sentados no chão escutando um sotaque francês, o que nos remete à questão do sentido, do saber, temas que tratarei nessa conferência. Em primeiro lugar, vou apresentar o tema da palestra, depois vou ler alguns textos escritos pelos jovens para vocês terem uma idéia dos dados sobre os quais estamos pesquisando e, ainda, apresentar a problemática teórica e sua relação com a Sociologia da Reprodução, de Pierre

Bourdieu. Há 13 anos estamos pesquisando as relações dos alunos com a escola e com o saber, e eu vou focar a conferência sobre alguns resultados dessas pesquisas.

TRÊS QUESTÕES BÁSICAS

Estamos pesquisando sobre três questões básicas: 1) para um aluno, especialmente de meios populares, qual o sentido de ir à escola?; 2) para ele, qual

*Conferência proferida na Universidade Federal de Santa Catarina em 06/08/02. Foi publicada na revista Perspectiva, Revista do Centro de Ciências da Educação da Universidade Federal de Santa Catarina (Volume 20, n° especial

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Medium 9788565848718

Parte II - Os inícios do conhecimento

Castorina, José A. Grupo A PDF Criptografado

Desenvolvimento cognitivo e educação: os inícios do conhecimento 155

to) e estimar a frequência de acontecimentos ou objetos (número). Dificilmente poderíamos imaginar um mundo alheio a eles e menos ainda sobreviver nele.

Passando agora ao bebê: suas expectativas sobre o mundo são semelhantes às do adulto? Desde quando ele conhece as propriedades que distinguem seres animados (pessoas, animais) de seres inanimados (objetos)?

Neste capítulo abordaremos estes e outros aspectos do desenvolvimento do conhecimento do bebê, anteriores ao surgimento da função semiótica.

Como o bebê conhece a realidade?

Diferentes teorias, diferentes respostas

Uma das grandes diferenças entre os teóricos do desenvolvimento reside precisamente em sua perspectiva sobre o desenvolvimento. Alguns o concebem como um processo evolutivo no qual as transformações mais importantes são produzidas durante a ontogênese (a vida do indivíduo) enquanto outros o consideram um processo de enriquecimento a partir de um substrato filogenético (p. ex., as capacidades selecionadas ao longo da história da espécie). Entre os dois extremos existem posições intermédias que tentam integrar aspectos de ambas as perspectivas, a evolutiva-ontogenética e a evolucionista-filogenética. Mas qualquer que seja a abordagem teórica escolhida todos consideram que o estudo do bebê é uma oportunidade única para tentar desvendar os segredos da origem do conhecimento: Qual é o estado inicial do bebê e como ele experimenta o mundo? Como ele chega a conhecer a realidade? Comecemos esboçando as respostas que diferentes teorias têm oferecido desde os princípios do século XX até os dias de hoje.

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Medium 9788577260379

Capítulo 11: Aprendizagem e cognição nas áreas de conteúdo

John W. Santrock Grupo A PDF Criptografado

11

C A P Í T U L O

1 1

Aprendizagem e cognição nas áreas de conteúdo

O significado não é dado a nós, mas por nós.

— Eleanor Duckworth

Educadora norte-americana contemporânea

Tópicos do capítulo

Objetivos de aprendizagem

Conhecimento especializado e conhecimento de conteúdo pedagógico

1

Diferenciar entre o conhecimento especializado e o conhecimento de conteúdo pedagógico.

Leitura

2

Explicar como a leitura se desenvolve e discutir algumas abordagens úteis para o ensino da leitura.

3

Descrever como a escrita se desenvolve e discutir algumas abordagens úteis para o ensino da escrita.

4

2

Caracterizar como o pensamento matemático se desenvolve e identificar algumas questões relacionadas ao ensino da matemática.

Um modelo desenvolvimental de leitura

Sistemas de regras de linguagem

Abordagens de leitura

Abordagens cognitivas

Abordagens socioconstrutivistas

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Medium 9788536306568

Capítulo 4. Enxertos Onlay

Karl-Erik Kahnberg Grupo A PDF Criptografado

4

4.1

Enxertos Onlay

Enxerto ósseo menor com osso particulado

Os enxertos onlay são utilizados para o aumento do volume ósseo, mas também para corrigir deformidades do contorno ósseo ou para cobrir deiscências como as decorrentes de extrações dentárias traumáticas.

Nos casos em que somente pequenas quantidades de material ósseo são necessárias, pode ser suficiente coletar osso com o BoneTrapTM durante o preparo do leito do implante ou remover pequenos fragmentos

ósseos de áreas adjacentes, tais como a tuberosidade ou a espinha nasal.

Nesses casos, o enxerto ósseo não contribui para a estabilização do implante, mas sim para a melhora da estética.

O osso particulado é colocado sobre o defeito, com ou sem recobrimento por membrana. Contudo, é recomendável usar o periósteo intacto como membrana autógena, mantendo o material em posição com o auxílio de suturas. Também se recomenda repor o retalho sobre o implante e o material de enxerto, para que a reparação do enxerto não seja prejudicada. A cicatrização antes da conexão do intermediário depende da estabilidade inicial do implante, podendo levar de três a seis meses.

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Medium 9788573074260

A Aprendizagem dos Conteúdos Atitudinais

Antoni Zabala Grupo A PDF Criptografado

46 / ANTONI ZABALA

suporte reflexivo, que permita analisar nossos atos e, portanto, melhorá-los. Assim, pois, é preciso ter um conhecimento significativo dos conteúdos conceituais associados ao conteúdo procedimental que se exercita ou se aplica.

• A aplicação em contextos diferenciados se baseia no fato de que aquilo que aprendemos será mais útil na medida em que podemos utilizá-lo em situações nem sempre previsíveis. Esta necessidade obriga que as exercitações sejam tão numerosas quanto for possível e que sejam realizadas em contextos diferentes para que as aprendizagens possam ser utilizadas em qualquer ocasião. Esta afirmação, também bastante evidente, não é uma fórmula comum em muitas propostas de ensino. Seguidamente, observamos que a aprendizagem de algumas estratégias ou técnicas se realiza mediante exercitações exaustivas, sem variar muito seu contexto de aplicação. Isto é freqüente em muitas estratégias cognitivas que trabalham insistentemente num único tipo de atividade ou numa

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