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Medium 9788584290567

Capítulo 6. Aprendizagem experiencial e aplicada

Steve Ingle; Vicky Duckworth Grupo A PDF Criptografado

capítulo 6

Aprendizagem experiencial e aplicada

Utilizam-se diferentes termos para denominar o processo de aprender com a experiência. O filósofo da educação John Dewey (1915) discute o poder e o impacto de “aprender fazendo”, e não apenas escutando ou olhando. Pring (em Lucas et al.,

2012: 79) identifica como aprender fazendo é diferente de teorizar e depois aplicar, com a correção por parte de pessoas experientes permitindo que o aluno satisfaça e internalize padrões profissionais. Neste capítulo, consideramos o valor da experiência adquirida ao aprender fazendo e por meio de aprendizagem aplicada.

Objetivos de aprendizagem

Identificar o ciclo de aprendizagem experiencial.

Empregar a sala de aula invertida.

Desenvolver o aprendizado por meio de prática, resolução de problemas do mundo real, coaching, reflexão, ambientes virtuais, competição, simulação e jogos e aprendizado cooperativo.

Diga-me, e eu esqueço. Mostre-me, e eu apenas me lembro. Envolva-me, e eu compreendo.

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Medium 9788584290444

Capítulo 6. Eleve o ensino

Michael B. Horn; Heather Staker Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

6

Eleve o ensino

Um tema recorrente neste livro é que o ensino híbrido implica mais do que amontoar tecnologia nas salas de aula tradicionais; ele envolve um replanejamento mais profundo do modelo pedagógico. De preferência, o esforço de planejamento começa com uma reflexão sobre as ações necessárias para satisfazer as demandas dos alunos e, então, considerar como integrar as outras partes da escola – dos professores às instalações, ao currículo e à cultura – para proporcionar as experiências certas.

A responsabilidade de integrar, com sucesso, os professores no projeto não é questão pequena. Intuição e uma boa quantidade de evidências mostram a influência duradoura que os bons professores têm sobre os resultados dos alunos.1 Os alunos não podem pagar por uma experiência fracassada na integração de professores. Além disso, mais de três milhões de adultos apenas nos Estados Unidos têm dedicado suas carreiras à docência, e a sociedade depende de continuar a recrutar e reter talentos no futuro. Obter esse direito para os professores é importante.

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Medium 9788536310442

16. Paciente na Emergência

Roger A. Mackinnon Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 16

PACIENTE NA EMERGÊNCIA

PSICOPATOLOGIA E PSICODINÂMICA

Um problema psiquiátrico se torna uma emergência quando a ansiedade do indivíduo aumenta a ponto de haver necessidade de ajuda imediata. A expressão “emergência psiquiátrica” não define uma situação clínica única, porque muitos tipos diferentes de pacientes poderão ser entrevistados em condições emergenciais. Uma pessoa poderá experimentar ansiedade por si própria e procurar ajuda ou promover ansiedade no parceiro que rotula a situação como emergencial e procura assistência para o paciente.

Os capítulos anteriores enfatizaram as fronteiras artificiais entre o diagnóstico inicial e as entrevistas posteriores ao longo do tratamento. Esse fato é particularmente válido em situações de emergência, nas quais a terapia começa com a conscientização do paciente sobre a disponibilidade de tratamento.

Em todas as situações emergenciais – psiquiátrica, civil, militar e outras –, as pessoas não sabem o que fazer. As funções mais importantes do terapeuta são: projetar o sentimento de que sabe o que ele poderá fazer e auxiliar o paciente e aqueles que o acompanham a desenvolver uma clara noção sobre o que eles poderão fazer. Essas definições dos papéis transformam a emergência em um

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Medium 9788563899958

Estratégia 25 - Diagrama de Venn

Barbara Moss; Virginia S. Loh Grupo A PDF Criptografado

Estratégia 25

Diagrama de Venn

Todas as séries

Começando

Ganhando prática

Vocabulário

Compreensão

Escrita

O QUE É ISSO?

Um Diagrama de Venn é um organizador visual criado para demonstrar o padrão organizacional da comparação e do contraste. Esse padrão é frequentemente encontrado em textos informativos. Palavras sinalizadoras como igual, diferente de e por outro lado são constantemente usadas para alertar os leitores de que se trata de um texto desse tipo. O

Diagrama de Venn é um auxílio visual usado com frequência em estudos de matemática, e se trata de dois círculos sobrepostos que ilustram as semelhanças e as diferenças encontradas entre conceitos, ideias, eventos ou pessoas. Diferenças são listadas em cada um dos círculos; semelhanças são indicadas na área sobreposta dos dois círculos. Dessa forma, o diagrama ajuda os estudantes a desenvolver a compreensão da comparação e a contrastar estruturas textuais.

QUAL O SEU PROPÓSITO?

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Medium 9788584291304

Capítulo 8 - Letramento corporal e obesidade

Margaret Whitehead Grupo A PDF Criptografado

8

Letramento corporal e obesidade

Paul Gately

Introdução

Foi dito na Parte I que o letramento corporal pode abrir um leque de oportunidades no campo da atividade física, podendo resultar em benefícios de longo prazo em termos de qualidade de vida. É preocupante a atual tendência mundial à obesidade, que se mostra um grande obstáculo para que um maior número de pessoas se torne corporalmente letrado. Elas tendem a evitar a atividade física, acarretando em prejuízos para sua saúde em termos gerais, como também para a autoconfiança e para a autoestima. Desenvolver o letramento corporal pode ser uma maneira de ajudá-las a enfrentar o problema da obesidade. Mesmo assim, como veremos neste capítulo, a questão está longe de ser tão simples. As pesquisas ainda precisam identificar estratégias claras e válidas para prevenir e curar a obesidade. Embora a promoção da atividade física não é em si o remédio, as evidências sugerem que intervenções que incluem programas de atividade física podem ser bem-sucedidas.

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Medium 9788582714010

Capítulo 16. Costas

Jim Stoppani Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 16

Costas

Este capítulo contém a descrição detalhada dos principais exercícios que enfatizam os músculos das costas, incluindo o latíssimo do dorso (grande dorsal – dorsais), o redondo maior, os romboides* (logo abaixo do trapézio) e os músculos profundos, como os eretores da coluna. Observe, na figura, a localização de cada músculo. Os exer-

cícios para costas são divididos em remadas com barra, com halteres, com cabos, com bandas elásticas ou em máquinas, assim como puxadas e flexões na barra, pullovers e exercícios lombares. Independentemente do exercício utilizado na sessão de treino, ele pode ser substituído por outro do mesmo tipo.

Redondo maior

Romboides

Eretores da espinha

Latíssimo do dorso

(grande dorsal)

  N. de R. T.: São representados pelos músculos romboide maior e romboide menor.

*

362   Jim Stoppani

Remadas com barra

Flexões na barra e puxadas

Remada curvada com barra

363

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Medium 9788536315607

16. A continuação da terapia

Aristides V. Cordioli Grupo A PDF Criptografado

parte IV

188 |

Parte 4

A continuação da terapia, a alta e a prevenção de recaídas

A continuação da terapia, a alta e a prevenção de recaídas

Capítulo 16

A CONTINUAÇÃO DA TERAPIA

A

TCC do TOC é um tratamento breve. Durante a sua realização, você aprende exercícios de exposição e prevenção de rituais, além de exercícios cognitivos que deverá realizar de forma autônoma e independente, até a eliminação completa de todos os sintomas de sua lista. Essa é uma boa garantia para não haver recaídas no futuro. Não se pode falar em cura do TOC, e sim no controle dos sintomas.

Uma ferramenta crucial para essa finalidade é o permanente auto-monitoramento que consiste em você estar sempre atento aos seus sintomas, avaliando sua intensidade, os seus progressos na terapia, eventuais pequenos lapsos (quando, por descuido, volta a fazer um ritual ou tenta afastar um pensamento impróprio) ou até eventuais recaídas. Listas de sintomas, escalas, planilhas de automonitoramento e registros podem auxiliá-lo nessas tarefas. No presente capítulo, vamos nos deter um pouco mais na avaliação dos resultados da terapia e em como manter as tarefas de casa, reavaliar as metas da terapia, perceber eventuais impasses e dificuldades em realizar os exercícios e saber como manejá-los.

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Medium 9788565848466

Capítulo 4. Jogo de peões

Johan Hellstein Grupo A PDF Criptografado

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Jogo de peões

O jogo com peões cumpre uma ampla gama de funções no xadrez. Nos capítulos anteriores falamos de algumas delas, como as aberturas de colunas (Garcia Palermo-Bibiloni), liberação de diagonais (Sokolov-Nedev), e criação de casas protegidas (Vyzmanavin-Braga). Além disso, em exemplos como Guliev-Timman, observamos como um único lance de peão pode causar sérias fraquezas na própria área de quem o joga. Neste capítulo, iremos examinar mais facetas desse jogo de peões.

Ganhando espaço

Uma função fundamental do jogo de peões

é ganhar espaço. Já vimos alguns exemplos disso nos capítulos anteriores; por exemplo,

Seirawan-Sosonko (o avanço g4-g5) e Stahlberg-Taimanov (o avanço …b5-b4). Movendo nossos peões para frente, podemos controlar mais casas, e o espaço desocupado por eles com frequência se mostra útil para as outras peças. Nas próximas partidas, veremos as Brancas ganhando espaço nas três principais áreas do tabuleiro: a ala do rei, a ala da dama e o centro. Estes exemplos também nos dão pistas sobre como explorar

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Medium 9788536327013

22. TRANSTORNOS DE PERSONALIDADE

Jose G. Taborda Grupo A PDF Criptografado

IMPLICAÇÕES FORENSES DE ALGUNS TRANSTORNOS MENTAIS

431

VINHETA

Paulo, 25 anos, cometeu duplo homicídio. Informa que fora visitar uma ex-namorada, com a qual coabitara por alguns meses, e, ao chegar ao apartamento, encontrou apenas a babá e o filho da ex-namorada, de 4 anos de idade. Relata ter sentido vontade de ter relações sexuais com a babá. Como a jovem recusou a proposta, estuprou-a e, a seguir, a estrangulou. Indagado sobre o porquê de haver matado também o menino, justificou-se dizendo que o choro deste atrapalhava seu desempenho sexual, o que o levou a desferir violento golpe na criança. Ao exame, não apresentou alteração da cognição, nem sintomas delirantes ou alucinatórios.

Não estava usando substâncias psicoativas (SPAs) durante a ocorrência do fato. Diz lamentar muito o que aconteceu, pois foi “um azar”, que “atrapalharia sua vida futura” e que não desejava matar a ambos. Sua história pregressa revela um padrão constante de desajuste: expulsão de colégios, exclusão do serviço militar, perda de empregos e brigas constantes. A vida afetiva

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Medium 9788521621324

Parte I - Capítulo 3 - Gestão do Conhecimento

RAMAL, Andrea Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 3

Gestão do Conhecimento

Andrea Cherman

Contextualização

A Gestão do Conhecimento é um movimento que vem ganhando importância na Administração nas últimas décadas, pelo fato de que ela tenta lidar de modo diferente com um tipo de desafio que as organizações vêm sendo forçadas a enfrentar de modo crescente: a incerteza.

Afinal, vivemos em um mundo em transformação, no qual as mudanças de natureza política, econômica e social, aliadas a uma explosão da informação, reconfiguraram profundamente o campo da gestão. Como em todo período de grandes mudanças, todas as nossas certezas são desafiadas, e percebemos que precisamos aprender sobre uma nova realidade que se apresenta, sem, no entanto, perder a capacidade de valorizar aquilo que sabemos.

Percebemos claramente esses desafios quando, por exemplo, observamos as inúmeras dificuldades enfrentadas pelas organizações em seus processos de reestruturações, downsizing, fusões e mudanças de estratégia, nos quais se deparam com o risco de perder a sua memória e enfraquecer o seu conhecimento acumulado ao longo de anos.

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Medium 9788536320526

2. DE UMA IDEIA A UMA QUESTÃO DE PESQUISA

Uwe Flick Grupo A PDF Criptografado

34

n

Uwe Flick

de minha própria pesquisa. Falando em termos muito genéricos, esses projetos tratam dos conceitos dos profissionais sobre saúde e envelhecimento

(Flick et al., 2002, 2003) e da saúde de adolescentes sem-teto (Flick e

Röhnsch, 2007).

interesses e ideiAs pArA pesQuisA: exemplos

Na história da pesquisa qualitativa, encontramos vários exemplos de como as ideias para a pesquisa surgiram e se transformaram em perguntas de pesquisa. Por exemplo, Glaser e Strauss (1965, p. 286-287) desenvolveram a ideia de estudar a “consciência da morte” após terem experiências especiais quando suas mães morreram em hospitais. Os autores descrevem em algum detalhe como essas experiências direcionaram seus próprios interesses e consciências a processos de comunicação com e sobre pessoas à beira da morte, que mais tarde eles descreveriam como contextos de consciência. Neste exemplo, o pano de fundo para o desenvolvimento de uma ideia de pesquisa foi pessoal, ou seja, as recentes experiências pessoais dos pesquisadores.

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Medium 9788565848558

Anexo II. Inventário de dispositivos

Maria de Fátima Pacheco; José Pacheco Grupo A PDF Criptografado

Anexo IIInventário de dispositivos*Cortesão (1996 apud ARAÚJO, 1999, p. 71)** define “dispositivos pedagógicos” como“estratégias e materiais a que se pode recorrer na prática educativa, concebidos criticamente e elaborados como propostas educativas adequadas às características socioculturais identificadas pelos professores como estando presentes no grupo de alunos com que trabalham [...] por serem extremamente úteis na conquista de aprendizagens curriculares [...] procuram também valorizar aos próprios olhos a sua imagem e a do grupo a que pertencem”.Na Escola da Ponte, o conceito de dispositivo pedagógico ultrapassa o nível das estratégias e materiais, agrega suportes de uma cultura organizacional enquadrada num projeto educativo específico, não se limitando ao domínio do desenvolvimento curricular.Uma das dificuldades colocadas a este trabalho de autoavaliação consistiu no fato de não serem conhecidos processos de avaliação de projectos com as mesmas características ou com componentes afins do projeto da Escola da Ponte. Os estudos que poderiam constituir-se em referências têm por objetivo práticas educativas no contexto de sala de aula nas quais predomina uma organização do trabalho escolar quase exclusivamente assente numa perspectiva de ensino. Ainda que os estudos não o explicitem, os espaços educativos onde decorrem essas investigações caracterizam-se por essa lógica e pela manutenção de uma organização “tradicional”. Isto é, assentam em uma racionalidade de organização do trabalho escolar e em uma gestão do currículo que mantém inquestionada a divisão tradicional dos tempos e espaços letivos, a tradicional subdivisão dos alunos em ciclos, anos de escolaridade, turmas...

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Medium 9788536327891

9. Tratamento combinado para esquizofrenia

Donna Sudak Grupo A PDF Criptografado

9

Tratamento combinado para esquizofrenia

VISÃO GERAL

O

s medicamentos antipsicóticos são o padrão de cuidado, tanto para os sintomas agudos quanto para os sintomas crônicos da esquizofrenia. Embora esses medicamentos tenham revolucionado o manejo das doenças psicóticas, sua eficácia está longe de ser completa. Os sintomas residuais na esquizofrenia são comuns. Um grandes número de pacientes continua experimentando sintomas positivos, mesmo quando totalmente tratados com medicação. Sintomas residuais, como delírios, alucinações e perturbações no pensamento são debilitantes e perigosos. Além disso, os sintomas negativos prejudicam a aceitação do tratamento com medicação e estão com frequência associados à incapacidade e ao resultado insatisfatório. A ausência de uma resposta completa à medicação e a carga adicional de problemas interpessoais e cognitivos na esquizofrenia demandam intervenções adicionais que podem melhorar os resultados desejáveis. A TCC combinada aos medicamentos antipsicóticos pode ajudar os pacientes esquizofrênicos a funcionar melhor e reduzir a morbidade e a mortalidade. Uma observação importante sobre a combinação de TCC e medicação na esquizofrenia é que, embora muitas destas intervenções possam ser úteis para o paciente que tem sintomas psicóticos como resultado de outro transtorno, atualmente há dados limitados – ou nenhum dado – para se ter alguma certeza em relação a essa recomendação.

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Medium 9788536305080

Conclusão - Um olhar francês sobre a escola no Brasil

Bernard Charlot Grupo A PDF Criptografado

Relação com o saber, formação dos professores e globalização

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Conclusão

Um olhar francês sobre a escola no Brasil

Muitas vezes, pesquisadores brasileiros importaram conceitos franceses para refletir sobre a educação, inclusive, recentemente, o conceito de relação com o saber, que desenvolvi na França. Mas, dessa vez, o autor francês seguiu seus conceitos e se instalou no Brasil... O fato de eu viver nesse país não faz de mim um especialista da questão da educação no Brasil, mas evidentemente que, por ser pesquisador, sou levado naturalmente a identificar diferenças entre meu país de origem e meu país de adoção, espantar-me às vezes, levantar hipóteses, etc.

Apresentarei a seguir algumas dessas reflexões “franco-brasileiras”.

Na França, a escola foi construída pelo Estado, começando pela realeza e aprofundando-se na República. A escola, de responsabilidade do Estado, é, pois, uma questão política. Evidentemente que também há na França um ensino privado que escolariza 13% dos alunos das séries iniciais e 20% das séries finais do ensino fundamental e do ensino médio e, se consideramos as idas e vindas entre ensino público e privado, são 38% dos jovens que fazem, no mínimo, um ano de estudos no ensino privado. Este, porém, é diferente do ensino privado brasileiro. Por um lado, a diferença social entre alunos dos setores público e privado, mesmo que exista, é muito menor do que no Brasil. Por outro, as escolas privadas francesas são, em sua maioria, católicas e quase sempre “associadas” ao Estado, que paga o salário dos professores e, em troca, tem o direito de inspecioná-las para verificar se elas respeitam os programas nacionais. Além disso, o ensino público depende do Ministério da Educação

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Medium 9788584291281

Ideia fundamental 8 - Usando operações com flexibilidade

Jo Boaler; Jen Munson; Cathy Williams Grupo A PDF Criptografado

Ideia fundamental 8

USANDO

OPERAÇÕES

COM

FLEXIBILIDADE

Os usuários bem-sucedidos da matemática têm alguma coisa – um conforto, uma confiança – que os ajuda a se debruçarem sobre uma situação que precisa ser resolvida e a aplicarem seus conhecimentos de matemática.

Eles não necessariamente sabem mais, mas sua abordagem da matemática os ajuda em cada situação de aprendizagem. Uma maneira de encorajar essa técnica é apresentar aos alunos situações que requerem que escolham o método que irão utilizar. Quando simplesmente lhe ensinamos os métodos que devem ser praticados, jamais aprendem a fazer escolhas sobre métodos ou a entrar em uma situação matemática com a percepção de que podem tomar decisões sobre a direção matemática.

Na atividade Visualize, convidamos os alunos a fazerem escolhas sobre as operações e a utilizá-las com flexibilidade para chegar aos resultados. Eles recebem diferentes fotografias de multidões e são solicitados a fazer estimativas do número de pessoas nas fotografias. Isso requer que não só façam escolhas sobre as operações que podem ajudá-los, mas também que façam estimativas. Em um estudo governamental no Reino Unido sobre qual matemática é mais utilizada no ambiente de trabalho (COCKCROFT, 1982), os pesquisadores destacaram a prática importante e desvalorizada da estimativa. Eles identificaram que ela era mais usada do que qualquer outra parte da matemática.

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