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Medium 9788584291199

Estratégia 4 - Aplicativos na educação

Fausto Camargo, Thuinie Daros Grupo A PDF Criptografado

28  Camargo & Daros

discussão sobre a solução de problemas expostos, instiga e provoca, assim como acontece na vida, na qual os problemas aparecem sem avisar e precisam de solução.

ESTRATÉGIA 4:

Aplicativos na educação

Os aplicativos são programas de computador concebidos para processar dados eletronicamente. Têm como intuito facilitar e reduzir o tempo de execução de uma tarefa pelo usuário, bem como proporcionar o acesso aos novos conhecimentos de forma diferenciada.

Devido ao crescimento da produção de aplicativos desenvolvidos para auxiliar usuários a acessarem novos conhecimentos, eles têm sido amplamente utilizados como recurso pedagógico de alta relevância nos contextos educativos.

O uso de aplicativos em contextos educacionais é capaz de proporcionar diferentes possibilidades de trabalho pedagógico de modo significativo. No entanto, essas novas tecnologias digitais precisam ser utilizadas de maneira criativa e também crítica, buscando adequar seus usos aos conteúdos necessários.

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Medium 9788520440186

5. Experiências de aprendizagem de deslocamento

Peter H. Werner, Lori H. Williams, Tina J. Hall Editora Manole PDF Criptografado

5

Capítulo

Experiências de aprendizagem de deslocamento

Este capítulo apresenta 11 experiências de aprendizagem do tema de habilidade motora de deslocamento. Desenvolvemos as experiências de aprendizagem com foco em várias formas de deslocamento. Elas incluem deslocamentos com os pés; com os pés, com as mãos e com os joelhos; saltos e aterrissagens controlados; transferência de peso; voo; e deslocamentos em relação a um parceiro.

O quadro a seguir apresenta uma breve definição do foco de cada experiência de aprendizagem e uma sugestão das turmas em que elas podem ser desenvolvidas. Ao final do capítulo, apresentamos mais sugestões para estimular o desenvolvimento de outras experiências de aprendizagem na ginástica para crianças.

Experiências de aprendizagem deste capítulo

Foco

Nome

Turmas sugeridas

Deslocamento com os pés: andar, correr, hop (saltar com impulso em um pé e aterrissar sobre o mesmo pé), jump (saltar com impulso nos dois pés e aterrissar também sobre os dois pés)

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Medium 9788577806188

2. EXPLORANDO O ADOBE ONLOCATION CS4

Adobe Creative Team Grupo A PDF Criptografado

40 ADOBE PREMIERE PRO CS4

Classroom in a Book

Introdução

Agora disponível para as plataformas Mac e Windows, o Adobe OnLocation permite que você grave o vídeo da câmera diretamente no disco, pulando o processo lento de gravar em fita e então capturar. Como os editores estão frequentemente lutando contra prazos apertados, essa capacidade representa um aumento de produtividade. O Adobe OnLocation também poupa tempo e melhora a qualidade das suas filmagens, oferecendo ferramentas e escopos de controle profissionais enquanto você filma.

Configure o Adobe OnLocation

O Adobe OnLocation comunica-se com câmeras de vídeo e outros dispositivos compatíveis com OHCI utilizando o padrão IEEE 1394. Você pode conectar a câmera à área de trabalho ou a um computador notebook, como será descrito posteriormente, via um cabo IEEE 1394, exatamente como você faria para capturar o vídeo que já foi gravado em fita.

No entanto, em vez de capturar o vídeo para o Adobe Premiere Pro, você vai gravar o vídeo ao vivo diretamente no computador. Isso requer que o computador esteja “no local” com a câmera de vídeo. Eis os passos básicos:

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Medium 9788573077742

Capítulo 8. Competências profissionais privilegiadas nos estágios e na videoformação

Léopold Paquay, Philippe Perrenoud, Marguerite Altet, Évelyne Charlier Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS

PRIVILEGIADAS NOS ESTÁGIOS

E NA VIDEOFORMAÇÃO

Léopold PAQUAY e Marie-Cécile WAGNER

8

INTRODUÇÃO

Todo saber científico constrói-se com base em paradigmas, isto é, em núcleos de princípios e hipóteses fundamentais que determinam tal ou qual modo de abordagem de uma realidade.1 As práticas sociais também se referem a paradigmas.

Assim, no domínio da formação de professores, coexistem muitos paradigmas, ou seja, “núcleos de representações e de crenças quanto à natureza do ensino e quanto à maneira como se aprende a ensinar” (Zeichner, 1983).

O paradigma atualmente dominante nos meios da pesquisa é o do professor reflexivo (Schön, 1983, 1987; ...). Com isso, as práticas de formação que favorecem a reflexividade são particularmente valorizadas. Esse predomínio não ameaçaria levar a uma desvalorização das práticas que se referem a outros paradigmas?

No limite, o bebê seria jogado fora junto com a água do banho. De resto, esta não seria a primeira vez que os especialistas em educação aniquilariam práticas “tradicionais” para assegurar melhor o avanço de uma concepção “nova”.

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Medium 9788577808496

Capítulo 16 - Utilizando indexadores

John Sharp Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 16

Utilizando indexadores

Neste capítulo, você vai aprender a:

■ Encapsular o acesso a um objeto com lógica de arrays utilizando indexadores.

■ Controlar o acesso de leitura a indexadores declarando métodos de acesso get.

■ Controlar o acesso de gravação a indexadores declarando os métodos de acesso set.

■ Criar interfaces que declaram indexadores.

■ Implementar indexadores em estruturas e classes que herdam de interfaces.

O capítulo anterior descreveu como implementar e usar as propriedades como um meio de fornecer acesso controlado aos campos em uma classe. As propriedades são úteis para espelhar campos que contenham um valor único. Mas os indexadores são inestimáveis se você quiser fornecer acesso aos itens que contenham múltiplos valores utilizando uma sintaxe natural e familiar.

O que é um indexador?

Considere um indexador um array inteligente quase como você considera uma propriedade um campo inteligente. Enquanto uma propriedade encapsula um único valor em uma classe, um indexador encapsula um conjunto de valores. A sintaxe que você utiliza para um indexador é a mesma utilizada para um array.

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Medium 9788536314389

4. Principais concepções metodológicas da investigação científica aplicadas às ciências do movimento humano

Adroaldo Gaya Grupo A PDF Criptografado

Ciências do movimento humano

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4

Principais concepções metodológicas da investigação científica aplicadas

às ciências do movimento humano

Adroaldo Gaya

Todas as disciplinas científicas se caracterizam pela adoção de métodos de investigação que lhe são mais ou menos peculiares. Nas ciências do movimento humano, considerando sua perspectiva predominantemente multidisciplinar, tais métodos podem assumir diferentes conotações ou modelos, dependendo da área de especialização a que estão mais próximos. Estudos sobre a fisiologia, a biomecânica do esporte, certamente adotam concepções metodológicas diferentes em relação aos estudos de antropologia e sociologia do esporte. Todavia, estando as ciências do movimento humano historicamente ligadas, em sua origem, às ciências biológicas, durante muito tempo se concebeu que os métodos desta área fossem capazes de possibilitar a emergência da totalidade dos conhecimentos inerentas às práticas da cultura corporal: os esportes, as danças, os jogos, as ginásticas, as terapias corporais, etc.

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Medium 9788584290581

Capítulo 14 - Interfaces entre CTS, ensino de ciências e espaços não formais

Terezinha Valim Oliver Gonçalves, Francisco Cristiano Da Silva Macêdo, Fábio Lustosa Souza Grupo A PDF Criptografado

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Interfaces entre Cts, ensino de ciências e espaços não formais1

Maria de Fátima Vilhena da Silva

O

texto apresenta aspectos inerentes às concepções de ciência, tecnologia e sociedade e as vertentes que vêm influenciando a denominada educação científica e tecnológica como construção cultural. Para tal, as incursões históricas são necessárias à compreensão do que tem sido feito na atuação escolar. Procura aproximar a expressão científica e tecnológica aos contextos das ações educativas relacionadas às ciências qualificadas como física, biologia, química ou ciências naturais, tentando mostrar equívocos, implicações e influências que essa expressão ocupa no meio social. Nessa construção, o complexo significado de Ciência, Tecnologia e Sociedade associado às propostas de ensino de ciências em espaços não formais qualificadas como inovadoras invoca argumentos epistemológicos e metodológicos ligados à área. Apresenta, finalmente, a concepção de educação científica e tecnológica como um dos meios de possibilitar aos cidadãos o posicionamento crítico e reflexivo diante dos problemas de natureza social.

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Medium 9788584291885

Capítulo 9. Da roca à máquina de costura: formação de professores, robótica livre e implantação de FabLearn em uma escola de ensino médio do Sesi-RS

Rodrigo Barbosa e Silva, Paulo Blikstein Grupo A ePub Criptografado

formação de professores, robótica livre e implantação de FabLearn em uma escola de ensino médio do Sesi-RS

Joice Welter Ramos, Sônia Elizabeth Bier, Danielle Schio Rockenbach

O Serviço Social da Indústria (Sesi) é uma organização de direito privado, sem fins lucrativos, fundada em 1º de julho de 1946. Conforme previsto no artigo 1º de seu regulamento, tem por finalidade “estudar, planejar e executar medidas que contribuam diretamente para o bem-estar social dos trabalhadores na indústria e nas atividades assemelhadas, concorrendo para a melhoria do padrão de vida no país”. Nesse sentido, tem por atribuição a prestação de serviços nas áreas de educação e qualidade de vida, principais focos estratégicos da organização. O Sesi-RS, cuja sede está em Porto Alegre, faz parte de um sistema federativo formado pelo Departamento Nacional e por 27 Departamentos Regionais. Na gerência de educação do RS, um dos programas são as escolas de ensino médio, nas quais analistas coordenam as atividades junto com as equipes diretivas de cada escola.

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Medium 9788536309156

Capítulo 7 - Patologia Pulmonar

William E. Deturk Grupo A PDF Criptografado

C APÍTULO 7

PATOLOGIA PULMONAR

Chris L. Wells

INTRODUÇÃO

O objetivo deste capítulo é fazer uma revisão dos distúrbios e das doenças pulmonares que têm impacto na função pulmonar. O sistema pulmonar é responsável pela distribuição de oxigênio e pela excreção de dióxido de carbono, duas atividades vitais para a função celular normal. Os pulmões também auxiliam o sistema renal na regulação e na manutenção do equilíbrio ácido-básico. Quando a função pulmonar fica prejudicada, múltiplos sistemas podem ser afetados. Portanto,

é importante que o fisioterapeuta compreenda as patologias pulmonares e suas apresentações clínicas, a fim de realizar uma avaliação completa do paciente, monitorá-lo de forma adequada e planejar o melhor tratamento.

Este capítulo é dividido em seções que se baseiam em doenças comuns e em suas apresentações clínicas. O primeiro grupo de patologias é aquele que engloba as doenças pulmonares obstrutivas (DPO). O outro grupo inclui doenças que causam restrição à ventilação. Categorias menores incluem doenças que causam envolvimento pulmonar vascular, pleural e infecções. Outros capítulos (Cap. 13 e 14) abordam acometimentos neuromusculares e musculoesqueléticos que afetam a função pulmonar.

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Medium 9788536304632

Capítulo 5 - Imagem e Ação –Qual é a Mensagem?: interpretandoprocedimentos

Lino de Macedo, Ana Lúcia Sícoli Petty, Norimar Christe Passos Grupo A PDF Criptografado

Imagem e Ação –

Qual é a Mensagem?: interpretando procedimentos1

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IMAGEM E AÇÃO

Este jogo, fabricado pela Grow, propõe o desafio de, por meio de imagens ou desenhos, fazer com que um ou mais jogadores descubram uma palavra sorteada dentre várias cartas, no tempo determinado por uma ampulheta. O papel de quem sorteia a palavra e deve desenhá-la é, portanto, o de transmitir uma mensagem a um público que pretende descobri-la, interpretando o desenho.

Quem o fizer primeiro, dentro do prazo, será o próximo a sortear uma carta.

Material e regras

O material, referente ao Imagem e Ação “Júnior”, consiste em aproximadamente 120 cartas (azuis para as crianças mais novas e vermelhas para as mais velhas), com quatro palavras escritas em cada uma, numeradas de 1 a 4.

Essa numeração corresponde ao grau crescente de dificuldade, determinado pelo inventor do jogo, para realizar a tarefa de desenhar. Um jogador sorteia uma carta e lê silenciosamente a palavra escrita no número correspondente ao

1

As idéias aqui apresentadas foram desenvolvidas em parceria com Valquíria Carracedo e

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Medium 9788536317724

Capítulo 42. Metabolismo do triptofano: a biossíntese do NAD, da serotonina e da melatonina

J.G. Salway Grupo A PDF Criptografado

Metabolismo do triptofano: a biossíntese do NAD+, da serotonina e da melatonina

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Mapa 42.1 (página ao lado)

Metabolismo do triptofano.

Doença de Hartnup, deficiência de niacina e pelagra

O triptofano é um aminoácido essencial cuja importância é demonstrada na doença de Hartnup. Esta é uma anomalia autossômica recessiva em que ocorre perda renal e má absorção intestinal de triptofano e outros aminoácidos neutros. Os pacientes com essa doença sofrem sintomas neurológicos e lesões na pele semelhantes a grave queimadura solar, similares a pelagra. Pelagra é classicamente vista como deficência de niacina na dieta, sendo niacina o termo coletivo para os precursores de NAD+, isto é, ácido nicotínico e nicotinamida.

Entretanto, o metabolismo do triptofano pela via da quinurenina também produz precursores de NAD+.

A via da quinurenina

As enzimas regulatórias para a via da quinurenina são o triptofano 2,3-dioxigenase (TDO) e a enzima menos específica indoleamina 2,3-dioxigenase

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Medium 9789724423326

A engenharia das almas

Rui Bebiano Editora Almedina PDF Criptografado

NO LABIRINTO DE OUTUBRO

princípios que serviram de fundamento para a criação de normas estéticas e para as políticas de exclusão ou de favorecimento que o regime entendia praticar. Foram elas principalmente: a valorização do Estado, do Partido e dos seus dirigentes mais destacados; a elevação do papel do trabalho e da produção associada à valorização social dos produtores; a disseminação da necessidade constante de afirmar, no domínio da criação, a luta contra a burguesia e o capitalismo, considerando os seus vestígios internos e as ameaças externas colocadas à União Soviética; o esforço de engrandecimento da grande tradição histórica nacional da

Rússia, agora ao serviço do novo Estado; o comprometimento nas grandes batalhas de natureza moral e cívica, principalmente como fatores de emulação; e a mobilização em situações de guerra ou de ameaça, em regra exacerbada, do que era entendido como uma tentativa continuada, vista como crescentemente imposta do exterior, da contrarrevolução.

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Medium 9788536315171

CONCLUSÃO: TECENDO UM NOVO OLHAR SOBRE O SINTOMA ESCOLAR

Nadia A. Bossa Grupo A PDF Criptografado

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Nadia A. Bossa

Com o sintoma escolar, aprendemos que, quando a cultura postulou para a escola um ideal de criança, acabou por impedir a emergência do singular, daquilo que, como diferença, distancia-se do ideal. Se o sujeito está para além dos ideais, se sua subjetividade está no que escapa ao existir da criança no mundo atual, não resta outra solução senão a de se fazer sujeito por meio de seu sintoma.

Na realidade, cada sociedade caracteriza-se precisamente por inventar suas necessidades, bem como o conjunto de instituições que irão satisfazêlas. A sociedade moderna, mediante o seu ideal narcísico, inventou a escola para fazer das crianças adultos racionais e honrados. Ora, o modo de ser das instituições dá-se, concretamente, por meio de suas formas simbólicas, e estas não surgem de modo arbitrário. Dependem de razões funcionais, de determinações históricas e do imaginário cultural, entendendo o imaginário cultural como o estrato geral de produção de sentido emocional e de significações que o sujeito histórico atribui à realidade, estabelecendo simultaneamente a forma de ser das instituições e da subjetividade em certa época.

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Medium 9788563308924

10 Marca-passos

Peggy Jenkins Grupo A PDF Criptografado

288

Peggy Jenkins

Tabela 10.1 Justificativa para uso de marca-passos

• Bradicardia

• Bloqueio atrioventricular

• Taquicardia recorrente

• Insuficiência cardíaca

TIPOS

O marca-passo de câmara única, ou unicameral, tem um eletrodo colocado no átrio ou no ventrículo direito, para comandar apenas uma câmara cardíaca, enquanto o marca-passo de dupla câmara tem dois eletrodos, sendo um no átrio e outro no ventrículo, para permitir o funcionamento coordenado dos átrios e ventrículos

(Tab. 10.2). Os marca-passos de dupla câmara são também chamados marca-passos AV sequenciais. O marca-passo com resposta de frequência tem sensores em seu interior que permitem ajustes

às variações de frequência que ocorrem com o exercício físico, a respiração e as alterações fisiológicas. O marca-passo com resposta de frequência pode ser de câmara única ou dupla. O marca-passo atriobiventricular tem um eletrodo no átrio direito, um segundo eletrodo no ventrículo direito e um terceiro, inserido através de uma veia, no ventrículo esquerdo. O marcador atriobiventricular ressincroniza o coração para que as câmaras batam de modo mais coordenado, levando a aumento da contratilidade e do débito cardíaco e melhorando, assim, a insuficiência cardíaca crônica. O marca-passo atriobiventricular, também chamado terapia de ressincronização cardíaca, demonstrou diminuir a mortalidade e a morbidade dos pacientes com insuficiência cardíaca crônica (Cleland et al., 2005).

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Medium 9788521621881

Capítulo 7 - Temas Transversais em Psicologia da Educação

L. Gamez Grupo Gen ePub Criptografado

A concepção de ensino em muitas de nossas escolas ora é mais voltada para um ensino guiado, determinista, planejado, ora é mais voltada para um ensino que concebe a aprendizagem como um processo de descoberta, construção, interação, significação, a partir de um resgate sócio-histórico e cultural.

Por trás dessas diferentes formas de conceber a educação, e, claro, concepções intermediárias entre esses polos, você percebe a intencionalidade que permeia as diferentes abordagens pedagógicas? Se observar com atenção, verá na prática o que diferencia, muitas vezes, as orientações pedagógicas de corrente teórica aplicada.

É fato que a história da Educação em nosso país é repleta de ressignificações. O papel do professor tem sido frequentemente questionado e, felizmente, modificado com o passar do tempo. Na mesma proporção, também a escola tem encontrado espaço para se reinventar. Aquela imagem do professor de notório saber, detentor de um conhecimento a ser transmitido aos seus alunos, foi sendo substituída pelo conceito de professor mediador, que não apenas ensina, mas também aprende nessa relação, mediando a situação de ensino e aprendizagem. Você acha que é esse tipo de professor que está sendo formado pelas faculdades de Educação?

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