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Medium 9788520438930

13. Interdisciplinaridade e mudanças climáticas: caminhos para sustentabilidade

PHILIPPI JR., Arlindo; FERNANDES, Valdir Editora Manole PDF Criptografado

capítulo

13

Interdisciplinaridade e mudanças climáticas: caminhos para sustentabilidade

Pedro Roberto Jacobi, Cientista social e economista, USP

Leandro Luiz Giatti, Biólogo, USP

Tercio Ambrizzi, Físico, USP

Introdução

Este capítulo objetiva explorar o potencial interdisciplinar em torno do fenômeno global de mudanças climáticas e de suas consequências intrínsecas para, mediante uma ampla problematização, discutir perspectivas e desafios de práticas interdisciplinares, tendo como principal foco a aprendizagem so­ cial, que se possibilita a partir de vasto processo de produção de conhecimen­ to que se estende desde os avanços científicos sobre o campo até as possibi­ lidades de diálogo entre esses saberes especializados, as reais demandas e a percepção dos mais diversos atores sociais sobre a questão.

O quadro socioambiental que caracteriza as sociedades contemporâneas revela que o impacto dos humanos sobre o meio ambiente está causando alterações cada vez mais complexas, tanto em termos quantitativos quanto qualitativos. Nessa direção, o tema da sustentabilidade tem assumido papel

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Medium 9788577808496

Capítulo 1 - Bem-vindo ao C#

John Sharp Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 1

Bem-vindo ao C#

Neste capítulo, você vai aprender a:

■ Utilizar o ambiente de programação do Microsoft Visual Studio 2010.

■ Criar um aplicativo console em C#.

■ Explicar o objetivo dos namespaces.

■ Criar um aplicativo gráfico simples em C#.

O Microsoft Visual C# é a mais poderosa linguagem orientada para componentes da Microsoft. O C# desempenha um papel importante na arquitetura do Microsoft .NET Framework, sendo comparado, algumas vezes, à função que o C desempenhou no desenvolvimento do UNIX. Se você já conhece uma linguagem como C, C++ ou Java, notará que a sintaxe do C# é, para a sua tranquilidade, muito familiar. Se está acostumado a programar em outras linguagens, deve conseguir assimilar rapidamente a sintaxe e o modo de trabalhar no C#; basta aprender a colocar as chaves e os ponto e vírgulas no lugar. Este é o livro certo para ajudá-lo!

Na Parte I, você aprenderá os fundamentos do C#. Descobrirá como declarar variáveis e como utilizar operadores aritméticos como o sinal de adição (+) e o sinal de subtração (–) para manipular os valores em variáveis.Verá como escrever métodos e passar argumentos para eles. Além disso, aprenderá a utilizar as instruções de seleção como if e as instruções de iteração como while. Por fim, entenderá como o C# utiliza as exceções para manipular os erros de maneira simples e fácil. Esses tópicos são uma introdução ao C# e, a partir dela, você vai progredir para recursos mais avançados, da Parte II até a Parte VI.

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Medium 9788584291816

11. Aprendizagem visível: uma visão

John Hattie, Klaus Zierer Grupo A ePub Criptografado

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Taylor Swift & Cia. ou como inspirar a paixão pela aprendizagem

Em março de 2015, visitei a International German School em Bruxelas. Depois de um curso de formação continuada muito estimulante e agradável, tive algumas horas disponíveis antes que meu voo de volta a Munique partisse. Decidi ir ao centro da cidade observar algumas pessoas e aproveitar o sol da primavera. Sentei-me em um banco em frente ao teatro de ópera. Não demorou muito para três meninas chamarem minha atenção e para eu fazer a seguinte observação, que me deixou uma impressão duradoura: essas três meninas, que deviam ter entre 13 e 15 anos, estavam tentando imitar os movimentos de dança que Taylor Swift faz no vídeo da música “Shake It Off”. Era impressionante ver como elas se esforçavam, como tentavam repetidamente entrar um pouco mais na música – a intensidade da discussão e da prática dos movimentos, copiando e corrigindo umas às outras –, como cometiam erros como uma oportunidade e, por último, mas não menos importante, como se divertiam fazendo aquilo. A aprendizagem era visível nesses momentos. Uma hora passou voando enquanto eu observava, e, quando saí para ir ao aeroporto, as três meninas continuavam praticando. Eu me perguntei: por que a escola não pode ser assim?

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Medium 9788547215781

Design como processo

CAVALCANTI, Carolina Costa; FILATRO, Andrea Editora Saraiva PDF Criptografado

DESIGN THINKING  na educação presencial, a distância e corporativa

Comum a essas diversas áreas de atuação há um conjunto de habilidades variadas, até mesmo ecléticas, exigidas de seus praticantes. Não importa em que campo do design o profissional atue, exige-se que ele opere com base em estruturas de referência comuns, mesmo em situações totalmente distintas.2

Neste livro, falamos bastante sobre o design thinker, aquele que adota a abordagem do design thinking para resolver problemas, gerar novas ideias ou simplesmente aprender. No entanto, diferentemente do designer gráfico, do web designer, do designer de moda, do designer de interiores, do designer de eventos ou do designer instrucional,3 o design thinker não pode ser considerado uma profissão, nem mesmo uma ocupação, pois, como, veremos a seguir, a capacidade de pensar como um designer

UMA DIMENSÃO COMUM AOS VÁRIOS PROFISSIONAIS DA está ao alcance de qualquer pessoa.

Design como processo

ÁREA DE DESIGN É A CRIAÇÃO DE ALGO (UM PRODUTO,

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Medium 9788565848428

Capítulo 1 | Competências: conceito,elementos e recursos de suporte, mobilização e evolução

Patricia Alejandra Behar Grupo A PDF Criptografado

1

Competências conceito, elementos e recursos de suporte, mobilização e evolução

Patricia Alejandra Behar, Ana Carolina Ribeiro Ribeiro,

Daisy Schneider, Ketia Kellen Araújo de Silva,

Leticia Rocha Machado, Magalí Teresinha Longhi

INTRODUÇÃO

A sociedade atual está sendo pautada pela tríade: informação, conhecimento e aprendizagem. Essa sociedade está gerando demandas de ensino e aprendizagem particulares a este novo milênio, que tem privilegiado a informação facilmente produzida e disseminada pela internet. Por essa razão,

é denominada de sociedade da informação, ou também conhecida como “sociedade conectada”.1 Nela é exigido um tipo de indivíduo que deve ser alfabetizado e, cada vez mais, letrado digitalmente.2

Esse cenário no qual as mudanças frequentes são impulsionadas pelas novidades e descobertas científicas e tecnológicas traz a necessidade de que os profissionais aprendam a lidar com a complexidade, a incerteza e o ineditismo. Diante disso, o paradigma educacional vigente na maioria das instituições educativas, centrado na transmissão de conteúdos, não é mais suficiente para a formação desses cidadãos. Nesse sentido, a perspectiva das competências como possibilidade de formação integral do indivíduo surge como uma alternativa para a educação. Assim, pesquisadores de diversas

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Medium 9788565848695

Capítulo 2 - Desenvolvimento profissional em contexto

Tizuko Morchida Kishimoto; Júlia Oliveira-Formosinho Grupo A PDF Criptografado

2

Desenvolvimento profissional em contexto: estudo de condições de formação e mudança

Mônica Appezzato Pinazza

Este capítulo refere-se a uma investigação-ação desenvolvida em colaboração entre a Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo e um centro de educação infantil (CEI) da rede municipal de educação da cidade de São Paulo, desde 2005. Cumprido um período de quatro anos (2005-2008), entendeu-se que, para falar do processo formador desencadeado na unidade de educação infantil e dos eventuais impactos nas práticas com as crianças, nada mais conveniente do que ouvir as próprias pessoas envolvidas nesse processo.

Neste capítulo, pretende-se trazer à luz as impressões pessoais de professoras sobre as suas experiências em uma proposta definida como formação contínua em contexto, de tal sorte ser possível depreender, de seus depoimentos, os elementos que melhor definem essa proposta. Para tanto, foram realizadas entrevistas semiestruturadas com 13 professoras do centro de educação infantil, 10 professoras que acompanharam o processo desde 2005 e 3 professoras que chegaram à unidade em 2008 e que manifestaram intenção de permanência em 2009. As entrevistas aconteceram no período de outubro a dezembro de 2008, e os depoimentos foram considerados mediante a realização de análise de conteúdo (Bardin, 1977; Lankshear; Knobel, 2008).

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Medium 9788536327013

25. TRANSTORNO MENTAL E PRISÃO

Jose G. Taborda Grupo A PDF Criptografado

TEMAS ESPECIAIS EM PSIQUIATRIA FORENSE

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VINHETA

João, 24 anos, cor mista, solteiro, grau de instrução primário, pedreiro, foi condenado a oito anos de reclusão por prática de homicídio, o que ele negou desde o inquérito policial. Sem antecedentes pessoais psiquiátricos, entrou em desespero na prisão, verbalizando ideias suicidas e sustentando sempre ser inocente. Chegou a tentar suicídio por enforcamento, mas o alerta dado por outros presos e a intervenção dos agentes penitenciários impediu a concretização do ato. Foi conduzido, então, sob escolta, a um pronto-socorro psiquiátrico, mas retornou ao presídio quando estava em condições de alta. Insiste em falar

“com alguém” o tempo todo, mas a superlotação da cela e do presídio em que se encontra não permite que receba a atenção desejada. Além disso, não há profissionais capacitados a atendê-lo no local em que se encontra. Atualmente, predominam sintomas como redução acentuada de apetite, perda de peso, insônia e desesperança, mas nada disso está sendo percebido ou valorizado pelos funcionários da instituição. A medicação psiquiátrica prescrita após a alta hospitalar não lhe está sendo ministrada, pois não foi disponibilizada ainda pelo órgão central da Secretaria de Administração Penitenciária.

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Medium 9788536319926

n

José Pacheco Grupo A PDF Criptografado

n obviamente, para o ensino profissional”. O artigo é omisso em relação ao modo como um professor, dando aula a “turmas de nível”, poderá contemplar “o ritmo de aprendizagem e as necessidades de cada aluno”. Talvez num próximo artigo, o articulista nos esclareça.

Desse exercício de senso comum nenhum mal viria ao mundo. Porém, o articulista não está sozinho na sua cruzada.

A unanimidade dos comentários de apoio apenas foi beliscada por um leitor, que sabe que artefatos escolásticos como as

“turmas de nível” já deram provas da sua inutilidade. Como refere no seu comentário, esse leitor aplicou o “ensino tutorial e o ensino cooperativo”, com bons resultados. Mas é compreensível que aqueles que não tenham aplicado ensino tutorial, ensino cooperativo (ou outro qualquer modo de trabalho escolar diferente da mesmice da aula tradicional), produzam comentários favoráveis ao artigo.

Talvez porque a nossa pátria seja a língua portuguesa, ecos da prosa atravessaram o oceano. Afinando pelo mesmo diapasão, uma secretária estadual anunciou que irá criar classes apenas para alunos repetentes, “turmas especiais de alunos que repetiram a 4ª série do ensino fundamental”. Se verdadeira a notícia publicada na Folha de São Paulo, a secretária teria dito: “o aluno com dificuldades é aquele que não

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Medium 9788573079579

Capítulo 1. Ler e Escrever na Escola: O Real, o Possível e o Necessário

Lerner, Delia Grupo A PDF Criptografado

Ler e escrever na escola

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Ler e Escrever na Escola:

O Real, o Possível e o Necessário1

Ler e escrever... Palavras familiares para todos os educadores, palavras que marcaram e continuam marcando uma função essencial – talvez a única função – da escolaridade obrigatória. Redefinir o sentido dessa função – e explicar, portanto, o significado que se pode atribuir hoje a esses termos tão arraigados na instituição escolar – é uma tarefa incontestável.

Ensinar a ler e escrever é um desafio que transcende amplamente a alfabetização em sentido estrito. O desafio que a escola enfrenta hoje é o de incorporar todos os alunos à cultura do escrito, é o de conseguir que todos seus exalunos cheguem a ser membros plenos da comunidade de leitores e escritores.2

Participar na cultura escrita supõe apropriar-se de uma tradição de leitura e escrita, supõe assumir uma herança cultural que envolve o exercício de diversas operações com os textos e a colocação em ação de conhecimentos sobre as relações entre os textos; entre eles e seus autores; entre os próprios autores; entre os autores, os textos e seu contexto...

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Medium 9788536326061

16. Imunidade Inata: Defesas Inespecíficas do Hospedeiro

Gerard J. Tortora Grupo A PDF Criptografado

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Imunidade Inata:

Defesas Inespecíficas do Hospedeiro

Pelo que foi discutido até agora, você pode notar que os micro-organismos patogênicos são dotados de propriedades peculiares que permitem a eles causar doenças, dado o momento oportuno.

Se os micro-organismos nunca encontrassem resistência do hospedeiro, estaríamos constantemente doentes e eventualmente morreríamos de várias doenças. Na maioria dos casos, entretanto, as defesas de nosso corpo impedem que isso ocorra. Algumas dessas defesas foram desenvolvidas para manter os micro-organismos completamente fora, outras para removê-los caso eles entrem, e ainda outras para combatê-los caso eles permaneçam no corpo.

Nossa capacidade de combater as doenças causadas por micróbios ou por seus produtos e nos proteger contra agentes do ambiente como pólen, drogas, alimentos, químicos e escamas animais

é chamada de imunidade ou resistência. A vulnerabilidade ou a ausência de imunidade é referida como suscetibilidade. Temos duas linhas de defesa contra os patógenos. A primeira é a nossa pele e as membranas mucosas. A segunda consiste em várias células defensivas, inflamação, febre e substâncias antimicrobianas produzidas pelo corpo.

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Medium 9788536303925

2 - Avaliação Institucional

COLOMBO, Sonia Simões e colaboradores Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

2

Avaliação Institucional

Uma Ferramenta para o

Sucesso da Instituição Educacional

Terezinha Otaviana Dantas da Costa

INTRODUÇÃO

Este capítulo tem como objetivo demonstrar a Avaliação Institucional como ferramenta de auxílio à administração das instituições educacionais que buscam a melhoria da qualidade de ensino. Além do convite à reflexão, aborda pautas históricas de avaliações institucionais, ao mesmo tempo em que situa a nossa avaliação no contexto educacional e político das novas diretrizes que conduzem à educação nacional.

PANORAMA HISTÓRICO

Falar sobre Avaliação Institucional – avaliação da instituição educacional – significa falar de algo do qual muito nos orgulhamos. Significa estar engajado em um processo de qualidade, no qual os maiores beneficiados são os alunos, a comunidade e o país.

De certa forma, a história da avaliação dista de muito longe. Desde a implantação das primeiras escolas isoladas de ensino superior no Brasil, alguns princípios de avaliação podiam ser observados. As escolas deveriam atender aos interesses das elites dominantes, idealizadas, portanto, a partir do modelo português de universidade (Amorim, l992, p.20). Mesmo com a independência, o império e a república, houve pouco avanço em relação aos critérios que norteavam a criação de cursos superiores.

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Medium 9788536302096

Capítulo 12. O autismo e os transtornos globais do desenvolvimento

César Coll, Álvaro Marchesi, Jesús Palacios Grupo A PDF Criptografado

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COLL, MARCHESI, PALACIOS & COLS.

O autismo e os transtornos globais do desenvolvimento

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ÁNGEL RIVIÈRE

A EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA

ATENÇÃO EDUCATIVA AOS ALUNOS

COM AUTISMO E TRANSTORNOS

PROFUNDOS DO DESENVOLVIMENTO

Desde sua definição por Kanner, em 1943, o autismo apresentou-se como um mundo distante, estranho e cheio de enigmas. Os enigmas referem-se, por um lado, ao próprio conceito de autismo e às causas, às explicações e

às soluções para esse trágico desvio do desenvolvimento humano normal. Apesar da enorme quantidade de pesquisas realizadas durante mais de meio século, o autismo continua ocultando sua origem e grande parte de sua natureza, apresentando desafios à intervenção educativa e terapêutica. Por outro lado, quando temos oportunidade de nos relacionar com a pessoa que apresenta esse estranho transtorno qualitativo do desenvolvimento, sentimos vivências de opacidade, imprevisibilidade, impotência e fascinação difíceis de descrever e que acentuam ainda mais – dessa vez na interação concreta e não apenas no terreno conceitual – o caráter enigmático do autismo. Paradoxalmente, tais impressões nos oferecem uma via para poder penetrar no mistério do autismo, se percebemos que as relações humanas normalmente são recíprocas. Não seriam essas sensações respostas nossas às impressões que nós mesmos produzimos na pessoa autista? Se consideramos seriamente essa ideia, chegamos a uma primeira definição do autismo, muito mais profunda e justificada pela pesquisa do que parece à primeira vista: é autista aquela pessoa para a qual as outras pessoas são opacas e

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Medium 9788584291595

Capítulo 10. O ateliê: um sistema de espaços físicos e conceituais

Lella Gandini, Lynn T. Hill, Louise Cadwell, Charles Schwall, Clarice de Campos Bourscheid, Roberto Cataldo Costa Grupo A PDF Criptografado

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O ateliê: um sistema de espaços físicos e conceituais

Louise Cadwell, Lori Geismar Ryan e Charles Schwall

Quando pensamos na forma como trabalhamos em nossas escolas em St. Louis, como a escola é vivenciada e como professores e crianças aprendem, pensamos em grupos de nuvens formando-se e mudando, à medida que os padrões climáticos se desdobram. Pensamos em formas orgânicas e naturais, na beleza e no equilíbrio que surgem em pequenos eventos, bem como nos grandes acontecimentos. Essas não são as imagens usuais da escola; elas vêm de outras fontes. Vêm da natureza, da nova ciência física, do pensamento sistêmico e da nossa compreensão cada vez maior de que essa é a maneira como o mundo funciona e a aprendizagem evolui.

No mundo da ciência, um sistema vivo é aquele cujas partes estão em fluxo constante em relação a outras, ao todo a que pertencem e a outros sistemas vivos.

Há muito tempo, as escolas têm funcionado como sistemas inanimados, onde há pouca evolução de partes relacionadas: as ideias são fixas, os professores as ensinam e as crianças devem aprendê-las.

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Medium 9788527733618

Capítulo 3 -Estratégias para Melhorar os Desfechos do Exercício Terapêutico

BRODY, Lori Thein; HALL, Carrie M. Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

3

Estratégias para

Melhorar os Desfechos do Exercício Terapêutico

Lori Thein Brody

melhor programa de exercícios terapêuticos proposto será

 infrutífero se os exercícios forem feitos incorretamente ou se sequer forem feitos. Ensinar aos pacientes o automanejo sua condição entre as sessões é um componente essencial do atendimento ao paciente. As mudanças na estrutura do sistema de saúde, as questões de reembolso e o aumento da prevalência de problemas crônicos exigem que se oriente os pacientes sobre suas condições e ensine a eles estratégias efetivas de automanejo. Na prática clínica, orientar é um processo contínuo e sempre em mudança. Muitos fisioterapeutas acham que não são mais prestadores de serviços de reabilitação em tempo integral, mas sim educadores, administradores e clínicos em tempo parcial.1 O ensino de estratégias de automanejo estende o impacto do profissional da saúde além da consulta presencial e mune o paciente com ferramentas que o ajudam a se recuperar do seu problema atual e prevenir uma recorrência.

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Medium 9788521621829

Capítulo 11 - Competências e Saberes: Compreender e Desenvolver para Poder Avaliar

Júlia Falivene Alves Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 11

Competências e Saberes:

Compreender e Desenvolver para Poder Avaliar

Contextualização

Atualmente, na esfera educativa, as noções relativas aos denominados saberes foram incorporadas ao conceito mais amplo de competência. Por conseguinte, a competência implica ao mesmo tempo em domínio de saberes, experiências, características pessoais e materiais favoráveis ao sucesso da ação, conforme as necessidades, exigências e condições de cada contexto.

Conceitos para entender a prática

Em relação às competências, há pelo menos cinco tipos de saberes a se considerar:

1. o saber conhecer (que consiste em saber mobilizar as capacidades cognitivas para aprender algo sobre alguma coisa);

2. o saber fazer (no sentido de fazer bem feito, ou seja, fazer com habilidade);

3. o saber ser (que diz respeito aos valores adotados pela pessoa e às atitudes e comportamentos deles decorrentes);

4. o saber conviver (ou seja, saber como relacionar-se adequadamente com os outros, saber esse que tem relação com a personalidade, emoção, compreensão, caráter, educação etc. dos que convivem entre si);

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