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Medium 9788536327013

25. TRANSTORNO MENTAL E PRISÃO

Jose G. Taborda Grupo A PDF Criptografado

TEMAS ESPECIAIS EM PSIQUIATRIA FORENSE

485

VINHETA

João, 24 anos, cor mista, solteiro, grau de instrução primário, pedreiro, foi condenado a oito anos de reclusão por prática de homicídio, o que ele negou desde o inquérito policial. Sem antecedentes pessoais psiquiátricos, entrou em desespero na prisão, verbalizando ideias suicidas e sustentando sempre ser inocente. Chegou a tentar suicídio por enforcamento, mas o alerta dado por outros presos e a intervenção dos agentes penitenciários impediu a concretização do ato. Foi conduzido, então, sob escolta, a um pronto-socorro psiquiátrico, mas retornou ao presídio quando estava em condições de alta. Insiste em falar

“com alguém” o tempo todo, mas a superlotação da cela e do presídio em que se encontra não permite que receba a atenção desejada. Além disso, não há profissionais capacitados a atendê-lo no local em que se encontra. Atualmente, predominam sintomas como redução acentuada de apetite, perda de peso, insônia e desesperança, mas nada disso está sendo percebido ou valorizado pelos funcionários da instituição. A medicação psiquiátrica prescrita após a alta hospitalar não lhe está sendo ministrada, pois não foi disponibilizada ainda pelo órgão central da Secretaria de Administração Penitenciária.

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Medium 9788536319926

z

José Pacheco Grupo A PDF Criptografado

z sociólogos. Numa carta dirigida aos professores da Escola da

Ponte, uma socióloga dizia:

– Nunca consegui entender algo que ainda agora, quando penso nela, me intriga. Nas reuniões de que participei, os professores diziam, cara a cara, tudo o que pensavam dos seus pares, de modo enérgico, por vezes, rude. E, quando me parecia que a reunião iria terminar numa briga e confusão total, os professores terminavam a reunião e iam tomar chá, comer bolachas e contar anedotas.

Essa jovem socióloga talvez não tivesse compreendido algo fundamental naquela escola. Partilhar um bolinho e dois dedos de conversa com os mesmos parceiros que, há minutos, haviam nos criticado, é sinal de franqueza, autenticidade.

Ainda que se reconheça que nem tudo foi transparência, ainda que (em algumas situações) tivéssemos colocado a máscara, fomos capazes da transcendência de que cada um foi capaz.

Talvez a maior ruptura com o modelo tradicional concretizada na Escola da Ponte tivesse sido acabar com a solidão do professor. Na Escola da Ponte, ninguém está sozinho.

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Medium 9788536317724

Capítulo 1. Introdução às vias metabólicas

J.G. Salway Grupo A PDF Criptografado

Introdução às vias metabólicas

1

Mapas metabólicos

O mapa metabólico da página ao lado mostra, à primeira vista, um amontoado confuso de fórmulas químicas. Mapas metabólicos são, sem dúvida, complexos, e muitos bioquímicos ainda recordam a primeira experiência com tais mapas como algo chocante.

É preciso ter em mente que esses fluxogramas são mapas de fato. Um mapa pode ser complicado como o do metrô de Londres (ver Diag. 1.1). A melhor maneira de usá-lo seria passar por cima dos detalhes e concentrar-se em pontos relevantes de um determinado trajeto. Por exemplo, se perguntarem: “Como se vai de Archway até Queensway?”, a resposta poderia ser: “Em Archway, tome a linha norte-sul até Tottenham Court Road; ali, pegue a linha central indo para oeste até Queensway.” Outra resposta válida seria: “Entre pela estação

Archway, compre um bilhete e dirija-se para a barreira que se abrirá quando você colocar o respectivo bilhete na abertura que efetua a leitura do mesmo. Vá agora para a plataforma e, quando o metrô chegar, entre e permaneça sentado enquanto ele passa por Tuffnell Park, Kentish Town, Camden Town, Euston,

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Medium 9788580555196

Capítulo 6 - Trabalhando com famílias

Carol Simon Weinstein, Ingrid Novodvorsky McGraw-Hill PDF Criptografado

CAPÍTULO 6

Trabalhando com famílias

Desafios para a cooperação família-professores 140

Superando os desafios: promovendo a colaboração entre a família e a escola 144

Comentários finais 160

Resumo 160

“Eu não fazia ideia de que sua mãe tinha perdido o emprego e que seu pai não aparecia há um mês. Não me admira que ele esteja tão agressivo!”

“A avó dela tem sido muito boa em garantir que ela faça seus deveres de casa. Ela está trabalhando junto comigo nisso.”

“O pai dele se ofereceu para acompanhar o churrasco e organizar o jogo de softball! Será

ótimo tê-lo conosco!”

Comentários como esses podem ser ouvidos na sala dos professores por todo os

Estados Unidos. Eles refletem alguns dos benefícios gerados pelas relações positivas e produtivas entre as famílias e os professores.

Um número crescente de evidências demonstra que o envolvimento da família na escolarização dos alunos está ligado ao desempenho acadêmico deles (ANDERSON; MINKE,

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Medium 9788536305592

Capítulo 3 - Financiamento por Ações

Mark Grinblatt Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

Financiamento por Ações

Objetivos de Aprendizagem

Depois da leitura deste capítulo, você deverá ser capaz de

1. Descrever os tipos de títulos de ações que uma empresa pode emitir.

2. Fornecer um panorama da operação dos mercados acionários secundários.

3. Descrever o papel das instituições nos mercados acionários secundários e em governança corporativa.

4. Entender o processo de abertura de capital.

5. Discutir o conceito de eficiência informacional.

A Southern Company é uma das maiores geradoras de eletricidade dos Estados Unidos. Antes de 2000, a empresa era uma grande agente tanto no mercado de eletricidade regulamentado quanto no não-regulamentado. Em 27 de setembro de 2000, a Southern Energy, Inc. (desde então renomeada Mirant Corporation), a divisão não-regulamentada da Southern Company, tornou-se uma empresa independente com uma oferta pública inicial. Na oferta, a Southern Energy emitiu 66,7 milhões de ações ao preço de US$ 22 cada, representando 19,75% das ações da empresa recém-criada. Quando a companhia originalmente criou seu prospecto, estimava-se que a emissão fosse ser precificada entre US$ 15-17 por ação. Entretanto, os juros para a emissão eram significativamente maiores do que o esperado, e o intervalo de valores possíveis subiu para US$ 18-20 por ação em 24 de setembro. Em 26 de setembro, tomou-se a decisão de oferecer ações ao preço de US$ 22 por ação. A primeira operação de venda da Southern Energy foi realizada ao preço de US$ 28,25, e a ação finalizou o primeiro dia ao preço de US$ 29,00 por ação. A empresa captou cerca de US$ 1,4 bilhão da oferta de ações e outros US$ 345 milhões em uma oferta simultânea de ações preferenciais conversíveis. Os fundos estão sendo usados prioritariamente para pagar as dívidas de curto prazo e para aquisição e construção de ativos de geração.

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Medium 9788536317687

9 A bola em jogo no tênis: o domínio das técnicas avançadas

Carlos Balbinotti Grupo A PDF Criptografado

9

A BOLA EM JOGO NO TÊNIS:

O DOMÍNIO DAS TÉCNICAS AVANÇADAS

Carlos Balbinotti

Marcelo Meirelles da Motta

As técnicas avançadas cumprem a funmodelos estratégico-táticos. As técnicas avanção de articulação dos fundamentos técniçadas permitem encontrar os caminhos mais cos básicos do tênis já consolidados com os eficientes para a otimização da performance modelos estratégico-táticos desse esporte. esportiva (Schönborn, 1999). No entanto,

Essa fase da especialização esportiva requer cabe ressaltar a importância da experiência a estabilidade e a consistência dos fundamotora adquirida durante o desenvolvimento mentos técnicos básidos fundamentos básicos. A partir disso, o tecos do esporte.

As técnicas avançadas renista deverá desenvolpresentam uma fase da especialiver a capacidade de zação esportiva na qual o tenista

A RELEVÂNCIA aplicação da técnica deve executar os golpes básicos e

DA EXPERIÊNCIA desportiva de acordo suas variações com uma ótima reMOTORA com as diferentes situalação entre controle, precisão e

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Medium 9788577806188

17. CORES, SEQUÊNCIAS ANINHADAS E ATALHOS

Adobe Creative Team Grupo A PDF Criptografado

322 ADOBE PREMIERE PRO CS4

Classroom in a Book

Introdução

A correção de cores (empregada na maioria dos filmes) não corrige uma tomada que deu errado, mas dá ao filme uma aparência que corresponde ao seu espírito ou gênero: por exemplo, vermelhos quentes para paisagens; tons sépia para tomadas históricas; azuis frios para filmes de ficção científica; ou um visual acinzentado para dramas urbanos. A correção de cores (também conhecida como aprimoramento de cores) é extremamente importante e o Adobe Premiere Pro oferece inúmeros efeitos profissionais.

Esses efeitos voltados para cores oferecem mais do que a simples correção de cores. É possível selecionar uma cor e alterá-la, criar uma aparência 3D, converter um clipe para escala de cinzas (com a exceção de uma única cor) ou remover todas as cores de um intervalo específico. Você verá alguns exemplos desses efeitos nesta lição.

Você vai conhecer o poder das sequências aninhadas à medida que altera a aparência de um efeito complexo modificando um clipe aninhado.

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Medium 9788573077704

1. Escola Infantil: Pra que te Quero?

Carmem Maria Craidy, Gládis E. Kaercher Grupo A PDF Criptografado

capítulo

1

Escola Infantil:

Pra que te Quero?

Maria Isabel Edelweiss Bujes

UM POUCO DA HISTÓRIA...

Durante muito tempo, a educação da criança foi considerada uma responsabilidade das famílias ou do grupo social ao qual ela pertencia. Era junto aos adultos e outras crianças com os quais convivia que a criança aprendia a se tornar membro deste grupo, a participar das tradições que eram importantes para ele e a dominar os conhecimentos que eram necessários para a sua sobrevivência material e para enfrentar as exigências da vida adulta. Por um bom período na história da humanidade, não houve nenhuma instituição responsável por compartilhar esta responsabilidade pela criança com seus pais e com a comunidade da qual estes faziam parte. Isso nos permite dizer que a educação infantil, como nós a conhecemos hoje, realizada de forma complementar à família, é um fato muito recente. Nem sempre ocorreu do mesmo modo, tem, portanto, uma história.

Este percurso (esta história), por outro lado, só foi possível porque também se modificaram na sociedade as maneiras de se pensar o que é ser criança e a importância que foi dada ao momento específico da infância. Para entendermos isso, basta perguntar aos nossos pais ou aos nossos avós como eram tratados em sua infância meninas/meninos, que tipo de educação eles/ elas receberam, quem era a/o responsável imediata/o pela sua educação. Suas respostas vão demonstrar, tenho quase certeza, como variam, de época para

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Medium 9788547215781

INTRODUÇÃO

Andrea Cristina Filatro, Carolina Costa Cavalcanti Editora Saraiva PDF Criptografado

INTRODUÇÃO

design thinking - miolo.indd 18

16/01/17 15:14

O

design thinking (DT), como vem sendo abordado na pesquisa e na prática, é para alguns uma abordagem, para outros uma metodologia, e ainda há os que o consideram somente um conjunto de técnicas claramente definido. Apresenta um histórico próprio de evolução, um vocabulário particular, autores dedicados, enfim, um framework completo e delimitado que apresentaremos no decorrer deste livro.

No entanto, em termos gerais e a bem da compreensão dos não iniciados, emerge um questionamento essencial, principalmente quando traduzimos a expressão para nossa língua: Existe um “pensamento de design”? Se existe, no que ele consiste? É a essa indagação que pretendemos responder inicialmente, para então situar o que a abordagem emergente do design thinking chama de mindsets (mentalidade ou atitudes características dos design thinkers), dos quais derivam processos e ferramentas, com toda a sua exuberância prática.

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Medium 9788584291694

Capítulo 40. Relato de experiência de professor: a transposição da leitura em vivências

Flavio Rodrigues Campos; Paulo Blikstein Grupo A PDF Criptografado

RELATO DE EXPERIÊNCIA

DE PROFESSOR: a transposição da leitura em vivências

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Felipe Roberto Martins

“Hoje homens sem medo aportam no futuro [...]”

Taiguara – cantor e compositor

"Quando a educação não é libertadora, o sonho do oprimido é ser opressor.”

Paulo Freire

Sou Felipe Roberto Martins, tenho 33 anos e leciono na Escola Técnica Estadual – Etec de

Suzano, do Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza (Ceeteps). Sou professor de língua portuguesa, literatura e comunicação profissional na respectiva escola, um sistema de escolas de ensino médio, ensino técnico

(administração, meio ambiente e química) integrado ao ensino médio técnico e de ensino técnico (administração, contabilidade, eventos e química). A equipe gestora atual da minha unidade preza pela liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar a cultura, o pensamento, a arte e o saber de acordo com outros princípios da Lei de Diretrizes e Bases Nacionais da Educação (LDB), Lei nº 9.394/96.

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Medium 9788584291816

6. Dou feedback e ajudo os alunos a entendê-lo, interpretando e agindo de acordo com o feedback que recebo

John Hattie, Klaus Zierer Grupo A ePub Criptografado

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QUESTIONÁRIO PARA AUTORREFLEXÃO

Avalie-se de acordo com as seguintes afirmações:

1 = discordo totalmente, 5 = concordo totalmente.

Sou muito bom em...

…obter feedback dos alunos.

…usar o feedback dos alunos para melhorar meu ensino.

Sei perfeitamente bem...

…que preciso agir de acordo com o feedback dos alunos.

…fornecer feedback e ajudar os alunos a entendê-lo.

Meu objetivo é sempre...

…obter feedback dos alunos.

…refletir sobre o feedback dos alunos.

Estou plenamente convencido...

…de que estratégias regulares de feedback precisam ser integradas às aulas.

…de que eu deveria usar as opiniões dos alunos como feedback para mim.

Cenário

Que professor não está familiarizado com a seguinte situação: você passou muito tempo se esforçando e planejando uma aula e foi para a sala de aula altamente motivado e bem preparado, mas não funcionou como o planejado; a introdução falhou em produzir a reação pretendida, os alunos ficaram inquietos e, no final, você teve a sensação de não ter ensinado nada a eles. Você deixa a sala de aula insatisfeito e sem realmente saber o que aconteceu. Embora prefira começar do zero com um novo plano de aula no dia seguinte, você decide perguntar aos alunos o que acharam da aula. Para sua surpresa, descobre que estava enganado: eles dizem que acharam a aula interessante e que tiveram de fazer um grande esforço para atingir o objetivo. Um teste surpresa também produz resultados convincentes. Mais do que satisfeito com essa situação, você parte para enfrentar os próximos desafios junto com os alunos.

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Medium 9788522474400

3 - Pesquisa bibliográfica

DUARTE, Jorge; BARROS, Antonio (orgs.) Grupo Gen PDF Criptografado

Pesquisa bibliográfica

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Pesquisa bibliográfica

Ida Regina C. Stumpf 1

�...sem dúvida, os cânones metodológicos são muitas vezes expedientes técnicos e, ao mesmo tempo, obrigações morais...�

(Merton, 1970, p. 652)

P

esquisa bibliográfica, num sentido amplo, é o planejamento global inicial de qualquer trabalho de pesquisa que vai desde a identificação, localização e obtenção da bibliografia pertinente sobre o assunto, até a apresentação de um texto sistematizado, onde é apresentada toda a literatura que o aluno examinou, de forma a evidenciar o entendimento do pensamento dos autores, acrescido de suas próprias idéias e opiniões. Num sentido restrito, é um conjunto de procedimentos que visa identificar informações bibliográficas, selecionar os documentos pertinentes ao tema estudado e proceder à respectiva anotação ou fichamento das referências e dos dados dos documentos para que sejam posteriormente utilizados na redação de um trabalho acadêmico. Por vezes, trata-se da única técnica utilizada na elaboração de um trabalho acadêmico, como na apresentação de um trabalho no final de uma disciplina, mas pode também ser a etapa fundamental e primeira de uma pesquisa que utiliza dados empíricos, quando seu produto recebe a denominação de Referencial Teórico, Revisão da Literatura ou similar.

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Medium 9788584291397

Capítulo 12. Estudo de caso 5

Júlia Oliveira-Formosinho, Christine Pascal Grupo A PDF Criptografado

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Estudo de caso 5

O Programa Desenvolvendo a Qualidade em

Parceria (Effective Early Learning): coleta de informações e avaliação no contexto de uma creche privada

Sue Ford e Christine Pascal

Este estudo de caso examina os desafios e os benefícios de usar uma autoavaliação sustentada e participativa e um programa de melhorias dentro do contexto de uma creche do setor privado localizada em uma grande cidade metropolitana da Inglaterra. Mostra como o Programa Desenvolvendo a Qualidade em Parceria (EEL, do inglês Effective Early Learning) (BERTRAM; PASCAL, 2006) foi implementado, como uma ferramenta para melhorar a qualidade, por profissionais dentro do programa municipal de melhoria da qualidade da educação na primeira infância, bem como mostra o impacto que o programa teve na qualidade das experiências das crianças e em seus resultados. O estudo de caso também nos mostra como as informações desse programa contextualizado de autoavaliação e melhoria vêm sendo empregados para dar suporte ao processo estratégico de planejamento municipal para sustentar a melhoria da qualidade em uma gama maior de contextos educacionais da primeira infância. Evidencia que processos de avaliação e melhoria eticamente robustos, participativos e autodirecionados são capazes de sustentar mudanças significativas na qualidade da prática oferecida em contextos de educação da primeira infância e têm a capacidade de mostrar isso em uma grande área metropolitana, de modo que possa influenciar no planejamento e no desenvolvimento estratégico.

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Medium 9788536307572

13. Prática em sala de aula

José Pacheco, Rósa Eggertsdóttir, Gretar L. Marinósson Grupo A PDF Criptografado

114 José Pacheco

A seguir, estão alguns dos principais resultados da prática em sala de aula do estudo ETAI:

• Toda mudança na prática deveria reconhecer o direito de qualquer criança a manter as mesmas oportunidades de aprendizagem e desenvolvimento pessoal dentro do contexto da sala de aula, como as outras crianças.

• Um plano educacional individualizado para um determinado aluno faz sentido apenas quando reflete grandes expectativas no domínio cognitivo, social e emocional, e leva em conta o relacionamento do aluno com os outros alunos. Um PEI de curto prazo parece ser desejável para todos os alunos.

• Estratégias e métodos de aprendizagem devem abordar simultaneamente as necessidades cognitivas e sociais dos alunos.

• A aprendizagem cooperativa contribui muitíssimo para a criação de ambientes de aprendizagem inclusiva.

• A participação dos alunos na tomada de decisões e em atividades – que promovem a autonomia, a auto-estima e os laços afetivos – pode ser facilitada por meio das experiências de aprendizagem e das questões sociais. Assim, essa participação, vai além da sala de aula.

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Medium 9788577260379

Capítulo 9: Processos cognitivos complexos

John W. Santrock Grupo A PDF Criptografado

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C A P Í T U L O

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Processos cognitivos complexos

Penso, logo existo.

—René Descartes

Filósofo e matemático francês, século 17

Tópicos do capítulo

Compreensão conceitual

Objetivos de aprendizagem

1

Discutir a compreensão conceitual e as estratégias para o ensino de conceitos.

2

Descrever os vários tipos de pensamento e os meios pelos quais o professor pode fomentá-los.

3

Adotar uma abordagem sistemática na resolução de problemas.

4

2

Definir transferência e explicar como aprimorá-la enquanto professor.

O que são conceitos?

Promovendo a formação de conceitos

Pensamento

O que é o pensamento?

Raciocínio

Pensamento crítico

Tomada de decisão

Pensamento criativo

Resolução de problemas

Passos para a resolução de problemas

Obstáculos na resolução de problemas

Mudanças desenvolvimentais

Aprendizagem baseada em problemas e aprendizagem baseada em projetos

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