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Medium 9788577807246

12. Adição, Finalmente

Kent Beck Grupo A PDF Criptografado

76

Parte I

O Exemplo Financeiro

(Em geral, começarei acelerando as implementações para salvar árvores e manter seu interesse. Onde o projeto não é óbvio, vou utilizar fazer de conta a implementação e refatorarei. Com isso espero que você veja como TDD dá a você controle sobre o tamanho dos passos.)

Tendo dito que estaria indo mais rápido, eu imediatamente irei mais devagar

– não em obter os testes funcionando, mas em escrever o teste em si. Há vezes e testes que clamam por uma reflexão cuidadosa. Como vamos representar aritmética multi-moeda? Essa é uma dessas vezes que requerem reflexão cuidadosa.

A mais difícil restrição de projeto é querermos que a maior parte do código no sistema esteja inconsciente de que está, potencialmente, lidando com múltiplas moedas. Uma estratégia possível é converter imediatamente todos os valores de dinheiro para uma moeda de referência. (Deixarei você imaginar qual moeda americana imperialista de referência os programadores geralmente escolhem.) Entretanto, isso não permite à taxa de câmbio variar facilmente.

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Medium 9788521619123

Capítulo 12 - A Escola Pública e o Papel do Estado na Democratização da Educação

Silvia Marques Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 12

A Escola Pública e o Papel do

Estado na Democratização da Educação

Quebrando o gelo

Escreva um pequeno texto (10 linhas/Arial 12) apresentando a sua opinião a respeito do papel do Estado na educação. A partir dos capítulos anteriores e do seu conhecimento de mundo, defenda ou contrarie a ideia de que o Estado deve ter papel fundamental na educação.

Colocando em pratos limpos

Qual é o papel do Estado na educação?

Qual é a importância das políticas públicas na democratização do sistema educacional?

O que são políticas públicas?

Principais conceitos

No capítulo anterior, vimos que pelo neoliberalismo o Estado deve ter poder mínimo, centrando-se apenas em desenvolver a economia e alinhar-se às grandes potências mundiais.

Mais importante que criar medidas que contribuam com o país, é fundamental favorecer o capital estrangeiro.

Em sociedades neoliberais, a educação deixa de ser um direito do cidadão e passa a ser comercializada como um produto qualquer. Ela perde seu caráter social e político; o cidadão passa a ser consumidor apenas.

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Medium 9788520430460

8. Construção de problemática de pesquisa interdisciplinar na Pós-Graduação em Desenvolvimento Rural da UFRGS

Arlindo Philippi Jr, Antônio J. Silva Neto Editora Manole PDF Criptografado

capítulo

8

Construção de problemática de pesquisa interdisciplinar na pós-graduação em

Desenvolvimento Rural da UFRGS

Fábio de Lima Beck | Pedagogo, FA-UFRGS

Jalcione Pereira de Almeida | Agrônomo, FCE-UFRGS

Roberto Verdum | Geógrafo, IG-UFRGS

Magda Zanoni | Bióloga, CNRS-Paris

Carlos Guilherme Adalberto Mielitz Netto | Engenheiro agrônomo, FCE-UFRGS

Tatiana Engel Gerhardt | Enfermeira e obstetra, EE-UFRGS

Claude Raynaut | Antropólogo, UVS-Bordeaux II

Marta Julia Lopes | Enfermeira, EE-UFRGS

Lovois de Andrade Miguel | Agrônomo, FCE-UFRGS

Gabriela Coelho de Souza | Bióloga, FCE-UFRGS

O

Programa de Pesquisa Interdisciplinar (Prointer) teve origem no agrupamento espontâneo de pesquisadores que, em determinadas ocasiões, procuravam dialogar com especialistas de outras disciplinas, cujo centro de interesse era o rural. Buscavam, assim, ultrapassar os limites de suas abordagens disciplinares, notadamente para examinar as questões do desenvolvimento, sem, todavia, negar seus méritos. Essa iniciativa se desenvolveu e se institucionalizou através de um Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Rural concebido para considerar essas preocupações. A fim de tirar proveito de experiências anteriores, procurou-se integrar professores universitários brasileiros e franceses, sendo que estes últimos já tinham em sua bagagem acadêmica várias experiências interdisciplinares, especialmente no Brasil

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Medium 9788536312156

8 - As contribuições da teoria de Piaget para a pedagogia da infância

Julia Oliveira-Formosinho, Tizuko Morchida Kishimoto, Mônica Appezzato Pinazza Grupo A PDF Criptografado

8

As contribuições da teoria de Piaget para a pedagogia da infância*

Fátima Vieira

Dalila Lino

JEAN PIAGET (1896-1980): NOTAS SOBRE A VIDA E A OBRA DO AUTOR

Jean Piaget nasceu em agosto de 1896, em Neuchâtel, na Suíça. Durante a sua infância, revelou-se uma criança particularmente interessada pelo mundo natural, observando a vida animal, colecionando conchas e fósseis e descrevendo a vida de pássaros. Com apenas 10 anos, fez a sua primeira publicação em um jornal científico de Neuchâtel. A sua fascinação pela zoologia e pela biologia continua pela adolescência e leva-o a dedicar muito do seu tempo livre à classificação de material em uma das seções do museu de história natural da sua cidade natal. É nesse período que inicia uma pesquisa em torno de moluscos de água doce, procurando entender os seus mecanismos de adaptação quando transferidos de um meio ambiente para outro. O interesse em torno dos mecanismos de adaptação terá um papel de grande relevo no pensamento piagetiano. Em 1915, então com 18 anos,

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Medium 9788584291328

Questões de 252 a 300

Rafael Guerra Ortiz Grupo A PDF Criptografado

CIÊNCIAS HUMANAS

QUESTÃO 252

100%

QUESTÃO 254

82%

(2015)

Atualmente, as represálias econômicas contra as empresas de informática norte-americanas continuam. A Alemanha proibiu um aplicativo dos Estados

Unidos de compartilhamento de carros; na China, o governo explicou que os equipamentos e serviços de informática norte-americanos representam uma ameaça, pedindo que as empresas estatais não recorram a eles.

SCHILLER, D. Disponível em: www.diplomatique.org.br. Acesso em: 11 nov. 2014

(adaptado).

As ações tomadas pelos países contra a espionagem revelam preocupação com o(a) subsídio industrial.

Disponível em: https://BP.blogspot.com. Acesso em: 24 ago. 2011.

(2013) Na imagem, visualiza-se um método de cultivo e as transformações provocadas no espaço geográfico. O objetivo imediato da técnica agrícola utilizada é

protecionismo dos mercados. hegemonia cultural. segurança dos dados. desemprego tecnológico.

implantar a mecanização intensiva. diminuir a contaminação química.

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Medium 9788547215781

2.3 design thinking como metodologiapara solução de problemas

Andrea Cristina Filatro, Carolina Costa Cavalcanti Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo 2  •  Para que serve o design thinking?

2.3 �design thinking como metodologia para solução de problemas

O DT É ESPECIALMENTE

INTERESSANTE PARA A EDUCAÇÃO

JUSTAMENTE PELO FATO DE

AJUSTAR-SE BEM À SOLUÇÃO

DOS CHAMADOS WICKED

PROBLEMS (OU “PROBLEMAS

COMPLEXOS”, “DIFÍCEIS”,

“CAPCIOSOS”,

“MAL DEFINIDOS”)

Para fins didáticos, procuramos distinguir neste livro o DT como abordagem de inovação e o DT como metodologia para solução de problemas. Como vimos anteriormente, a inovação pode ser definida como a criação de algo totalmente novo (inovação descontínua, radical ou disruptiva) ou como a reorganização de ideias e a melhoria de produtos, processos, serviços e políticas (inovação incremental e sintética). Esse tipo de inovação não considera, necessariamente, a aprendizagem que ocorre durante o processo de inovar; o enfoque está centrado nos resultados da implementação de uma ou mais inovações.

A solução de problemas, por sua vez, pode apoiar-se em abordagens tradicionais, cujo enfoque é a solução eficiente de um problema. Dessa maneira, determinado problema pode ser resolvido sem que uma inovação resulte do processo. E é pela avaliação dos resultados da solução implementada que se pode determinar se o problema foi realmente resolvido de forma eficaz.

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Medium 9788584290970

Apêndice F

John Hattie Grupo A PDF Criptografado

Apêndice F

Escala Irving de avaliação do ensino realizada pelo professor a ser preenchida pelo aluno

Professor:

Matéria:

Ano/Série:

Tendo a discordar

2

O PROFESSOR...

Concordo ligeiramente

3

Concordo parcialmente

4

Concordo em termos gerais

5

EL

Discordo plenamente

1

O

Por favor, indique o GRAU de sua discordância/concordância sobre as seguintes alternativas, utilizando a escala a seguir:

Concordo plenamente

6

COMPROMISSO COM OS ALUNOS E SUA APRENDIZAGEM

está comprometido com a aprendizagem de todos os alunos da turma.

1 2 3 4 5 6

2

adapta a aula se enfrentamos dificuldades na aprendizagem.

1 2 3 4 5 6

3

permite que desenvolvamos confiança e autoestima nessa matéria.

1 2 3 4 5 6

4

utiliza os resultados da avaliação para fornecer ajuda/extensão aos alunos adequados.

1 2 3 4 5 6

5

cria uma atmosfera positiva na turma, na qual nos sentimos parte de uma equipe de aprendizes.

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Medium 9788577260379

Capítulo 13: Motivação, ensino e aprendizagem

John W. Santrock Grupo A PDF Criptografado

13

C A P Í T U L O

1 3

Motivação, ensino e aprendizagem

A arte de ensinar é despertar a curiosidade em mentes jovens.

— Anatole France

Romancista e poeta francês, século 20

Tópicos do capítulo

Explorando a motivação

Objetivos de aprendizagem

1

Definir motivação e comparar as perspectivas comportamental, humanista, cognitiva e social da motivação.

2

Discutir os processos importantes da motivação para o rendimento.

3

Explicar como os relacionamentos e os contextos socioculturais podem apoiar ou destruir a motivação.

O que é motivação?

Perspectivas sobre a motivação

Processos do rendimento

Motivação extrínseca e intrínseca

Atribuição

Motivação para excelência

Auto-eficácia

Definição de objetivos, planejamento e automonitoramento

Expectativas

Motivação, relacionamentos e contextos socioculturais

Motivos sociais

Relacionamentos sociais

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Medium 9788573076387

11. COMO UM ENSINO PRÁTICO REFLEXIVO PODE CONECTAR OS MUNDOS DA UNIVERSIDADE E DA PRÁTICA

Donald A. Schön Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 11

COMO UM ENSINO PRÁTICO REFLEXIVO PODE CONECTAR

OS MUNDOS DA UNIVERSIDADE E DA PRÁTICA

REFAZENDO O DESIGN DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL

Quando avaliamos a introdução de um ensino prático reflexivo nos contextos intelectuais, institucionais e políticos complexos da escolas profissionais contemporâneas, enfrentamos um problema de design. As questões a serem consideradas poderão tomar várias formas nos diversos contextos das escolas, mas algumas são genéricas e relativamente diretas:

• Que forma deve ter um ensino prático reflexivo? O que deveria contar como “projeto”? Como deveriam ser usados os projetos? Que tipos e níveis de reflexão devem ser encorajados?

• Em que pontos no currículo – ou, mais genericamente, no ciclo da vida do desenvolvimento profissional – deve ser introduzido um ensino prático?

• Qual deve ser a relação entre um ensino prático reflexivo, em seqüência e conteúdo, com as cadeiras em que se ensinam as disciplinas?

• Quem deve desenvolver o ensino prático?

• Que tipos de pesquisa e pesquisadores são essenciais para seu desenvolvimento?

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Medium 9788547223120

4.2 Estrutura recomendada para o capítulo sobre o método de pesquisa

NIELSEN, Flávia Angeli Ghisi ; OLIVO, Rodolfo ; MORTILHAS, Leandro José Editora Saraiva PDF Criptografado

108

G U IA P R ÁT IC O PARA E LABORA Ç Ã O D E M O NO G RAF I A S , D I S S ERTA ÇÕ E S E TES E S E M A D M I NI S TRA ÇÃ O

4.2 Estrutura recomendada para o capítulo sobre o método de pesquisa

Independentemente da linha epistemológica do pesquisador, positivista ou crítica, recomenda-se a elaboração de uma estrutura geral, a fim de guiar a construção do capítulo sobre o método de pesquisa, com o uso de elementos que vão garantir a coerência lógica do trabalho.

Os tópicos considerados, em geral, elementos centrais e indispensáveis ao capítulo sobre o método de pesquisa são: a) classificação (tipologia) da pesquisa; b) descrição do método e sua coerência com os objetivos do trabalho; c) universo e amostra; d) coleta de dados; e) hipóteses, constructos e variáveis; f) cronograma de atividades.

Esses itens serão abordados em tópicos específicos neste capítulo.

Uma vez que o método de pesquisa é questão-chave para o sucesso da investigação, e dado o grau de abstração do tema, outra recomendação é facilitar a compreensão do leitor por meio de imagens que explicitem o método.

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Medium 9788584290482

Capítulo 3. Otimização do espaço escolar por meio do modelo de ensino híbrido — Fernanda Schneider

Lilian Bacich, Adolfo Tanzi Neto, Fernando De Mello Trevisani Grupo A ePub Criptografado

FERNANDA SCHNEIDER

É trivial discutirmos a necessidade de readequação de nosso sistema de ensino no Brasil. A partir da elaboração dos Planos Curriculares Nacionais (PCNs), em 1998, e, posteriormente, com os Parâmetros Curriculares Nacionais do Ensino Médio (2000), os professores tiveram a oportunidade de refletir sobre a necessidade de um ensino que valorize o pensamento crítico, desenvolvido a partir da interação entre os alunos, permitindo-lhes o contato com diferentes formas de pensar e ampliando sua autopercepção como cidadãos no contexto em que estão inseridos. A partir de então, podemos dizer que algumas modificações ocorreram em sala de aula; entretanto, parece-nos que essas mudanças estão mais atreladas ao conteúdo em si, não abordando, assim, a forma de ensinar. Isso não significa que esse fato não tenha sido importante: pensamos que a elaboração dos PCNs é um marco, mas é preciso ir além. Nesse sentido, este capítulo apresenta algumas considerações voltadas de modo mais específico para o aluno. Para isso, partimos da constatação de que as modificações no sistema educacional, como as proporcionadas pelos PCNs (1998a, 1998b), ainda não foram suficientes para que de fato tivéssemos um impacto altamente positivo na aprendizagem. Isso pode ser observado nas muitas pesquisas que têm sido realizadas e que envolvem ensino e aprendizagem: muitas delas têm apontado o fato de que os resultados, em muitas instituições de ensino, não satisfazem as expectativas em relação ao desempenho dos alunos. Entre esses trabalhos, podemos citar os estudos de Martinelli e Genari (2009), Silva e Brandão (2011), Souza e Zibetti (2011) e Bragagnolo e Souza (2011), que abordam o fracasso escolar a partir de causas como falta de motivação e de análise subjetiva do aluno, fatores biológicos, emocionais, familiares e culturais (PINHEIRO; WEBER, 2012). Além das pesquisas, podemos observar todos os anos os resultados das provas sistemáticas realizadas nas diferentes esferas educacionais. Para entender de fato o problema, certamente, pesquisas são necessárias, pois colaboram para o entendimento das necessidades e lançam luz a novos caminhos. No entanto, é preciso um olhar mais de perto, associando estudos e pesquisas ao mesmo tempo em que se questiona, discute e abre ­espaço a quem está em sala de aula no dia a dia: professores e alunos. Qual é a realidade das escolas no Brasil? O que o docente pode fazer? Como se sente o aluno? Como se sente o professor? É possível transformar a educação utilizando os recursos disponíveis? Que importância tem o desenvolvimento da autonomia do aluno para a aprendizagem? Como desenvolver a autonomia do estudante? Essas questões serão abordadas no decorrer do capítulo, e as noções a serem apresentadas são fruto de leituras, discussões e aplicações do modelo de ensino chamado híbrido em sala de aula. Para isso, baseamo-nos em autores como Fantin e Rivoltella (2012), Moran, Masetto e Behrens (2013), Rohrs (2010) e Lévy (1997). ­Primeiramente, na seção “Personalização do ensino: o que é, onde ocorre e quais são seus benefícios?”, abordamos a personalização e procuramos responder às questões propostas; em seguida, na seção “O desafio de promover a aprendizagem do aluno”, apresentamos aspectos que envolvem o desenvolvimento de todos os alunos; e, por fim, em “De mero espectador a protagonista da aprendizagem: o desenvolvimento da autonomia do aluno em diferentes contextos educacionais – relato de experiências”, apresentamos relatos de atividades e depoimentos, com o objetivo de compartilhar observações e de exemplificar questões práticas.

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Medium 9788584291588

Capítulo 2. Sistemas de recomendação: conceitos e técnicas de aplicação

Patricia Alejandra Behar Grupo A PDF Criptografado

2

SISTEMAS DE RECOMENDAÇÃO:

CONCEITOS E TÉCNICAS

DE APLICAÇÃO

Sandra Andrea Assumpção Maria | Sílvio César Cazella

Patricia Alejandra Behar

Com o passar dos anos, a publicação de conteúdo está cada vez mais frequente e intensa, consequência da web 2.0, que facilita a autoria, a criação e o compartilhamento por qualquer internauta. A temática sistemas de recomendação (SRs), diante da constante produção de conteúdo, tem sido muito discutida em decorrência dos possíveis benefícios proporcionados pela aplicação de técnicas de filtragem de informações. A possibilidade de utilizar os interesses dos próprios usuários, combinada com o potencial de indicação de conteúdo interessante, faz dos SRs uma possível solução para a aproximação do usuário à informação de interesse no ambiente da internet.

No entanto, a grande quantidade de informações apresentadas ao usuário causa uma sensação bem comum à maioria dos usuários que faz uso da web: a de estar sobrecarregado ou mesmo de se sentir perdido com a variedade de alternativas que se apresentam entre conteúdos e sites.

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Medium 9788536530222

7.7 QUESTÕES SOBRE O PROCESSO DE QUALIFICAÇÃO DOS PROFESSORES EM INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO

Sanmya Feitosa Tajra Editora Saraiva PDF Criptografado

C APÍTU LO 7 | Qualificação dos Docentes e Demais Atores na E ducação 

119

7.7 Q

� UESTÕES SOBRE O PROCESSO DE QUALIFICAÇÃO DOS

PROFESSORES EM INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO

As dúvidas mais frequentes quando a informática é utilizada na educação são: o professor precisa saber utilizar os computadores? O professor será substituído pela máquina? Se o professor tem de utilizar os recursos da informática, o que ele precisa aprender?

Há casos em que profissionais que atuam na área de informática educativa afirmarem que não é necessário que o professor saiba informática para utilizá-la como recurso didático; entretanto, é complicado entender como um profissional poderá utilizar uma ferramenta sem ter sido capacitado para tal. Como deve ser a sensação de um professor, ao se deparar com uma sala totalmente diferente daquela a que ele está habituado, sem conhecer os recursos básicos de um computador? Certamente, isso deve gerar extrema insegurança. A qualificação minimiza a insegurança, mas essa sensação só será superada após uma prática constante da utilização dessa ferramenta.

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Medium 9788536320663

Capítulo 5 Replicação, Reparo e Recombinação do DNA

Bruce Alberts Grupo A PDF Criptografado

Replicação, Reparo e

Recombinação do DNA

A capacidade das células manterem um alto grau de organização em um ambiente caótico depende da duplicação exata de grandes quantidades de informação genética armazenadas na forma química de DNA. Esse processo, denominado replicação do DNA, deve ocorrer antes de a célula produzir duas células-filhas geneticamente iguais. A manutenção da ordem também requer a vigilância contínua e o reparo dessa informação genética, uma vez que o DNA contido na célula é repetidamente danificado por compostos químicos e radiação oriundos do ambiente, por acidentes térmicos e por moléculas reativas. Neste capítulo, descrevemos as maquinarias proteicas responsáveis pela replicação e pelo reparo do DNA nas células. Essas maquinarias catalisam alguns dos processos mais rápidos e precisos que ocorrem na célula, e seus mecanismos demonstram claramente a elegância e a eficiência da química celular.

Enquanto a sobrevivência imediata de uma célula depende da capacidade de evitar alterações no seu DNA, a longo prazo a sobrevivência de uma espécie requer que as sequências do DNA sofram alterações ao longo de várias gerações. Apesar do grande esforço da célula para proteger seu DNA, alterações ocasionais na sequência acontecem. Com o passar do tempo, essas alterações produzem variações genéticas sujeitas à pressão seletiva durante a evolução dos organismos.

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Medium 9788536317724

Capítulo 18. Metabolismo do glicogênio III: regulação da quebra de glicogênio

J.G. Salway Grupo A PDF Criptografado

Metabolismo do glicogênio III: regulação da quebra de glicogênio

18

Diagrama 18.1 (página ao lado) Regulação da glicogenólise.

Controle hormonal: o papel da adrenalina e do glucagon na regulação da glicogenólise

No fígado, a glicogenólise é estimulada tanto pelo glucagon como pela adrenalina, enquanto, no músculo, apenas a adrenalina é efetiva. Em uma crise, quando a mobilização de glicogênio é estimulada pela adrenalina, a resposta deve aparecer imediatamente! Isso ocorre por meio da notável cascata descrita no Capítulo 17, na qual o AMP cíclico tem importante papel. Nesse momento, concentrações muito baixas, nanomolares, de adrenalina podem mobilizar e disponibilizar com rapidez um grande número de unidades de glicose para ser usado como combustível respiratório.

OBS.: a regulação do complexo metabolismo de glicogênio continua sujeita a intensa pesquisa, e detalhes completos do assunto estão além do propósito deste livro (ver Cap. 50). As descrições apresentadas neste capítulo estão baseadas em conhecimentos atuais, amplamente relacionados com a regulação do metabolismo do glicogênio no músculo esquelético. Apesar de muitos detalhes dos mecanismos serem comuns ao fígado e ao músculo, existem muitas diferenças relacionadas com as distintas funções desses dois tecidos; enquanto, por exemplo, fígado e músculo são responsivos a adrenalina, embora por mecanismos diferentes, somente o fígado tem receptores para glucagon.

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