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Medium 9788584290642

Capítulo 19 - O uso das mídias digitais em Reggio Emilia

Carolyn Edwards, Lella Gandini, George Forman Grupo A PDF Criptografado

19

O uso das mídias digitais em Reggio Emilia

George Forman

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N

as pré-escolas da Reggio Emilia, podemos descobrir novos usos da mídia que encantam, surpreendem e informam a nossa compreensão da educação infantil e da competência das crianças pequenas. Irei discutir essas inovações

Georgeaqui,

Forman mas primeiro falarei sobre o uso das mídias digitais que são familiares. Às vezes, irei comparar o que se faz hoje com a mídia digital com o que se fazia antes sem rent uses of digital in the usar

Reggio

Emiliade preschools ela,media tal como folhas acetato em vez urprise, and inform our understanding early education de sobreposições noofPhotoshop.

Dessa foretence of young children. I will discuss these innovations ma, podemos discutir a mentalidade por r use of digital media in ways that are currently familiar. trás da mudança e considerar ganhos e perwhat is now done with digital media that was previously das narather transição para as mídias digitais. using acetate sheets than Photoshop overlays.

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Medium 9788536324845

Capítulo 6.16 - Osteonecrose do Joelho

Sizinio H. Hebert Grupo A PDF Criptografado

6 MEMBROS INFERIORES

CAPÍTULO 6.16

OSTEONECROSE

DO JOELHO

LUIZ ANTÔNIO SILVEIRA SIMÕES PIRES

FRANCISCO CONSOLI KARAM

RODRIGO DI MARE ARBO

A osteonecrose (ON) é uma patologia caracterizada por fluxo sanguíneo deficitário em determinada porção óssea do joelho e que geralmente provoca um quadro de dor aguda, sendo prevalente em pacientes idosos do sexo feminino

(três vezes mais frequente do que no masculino).

Pode ser dividida em dois grupos conforme a etiologia:

Q

Osteonecrose espontânea (SPONK), ou idiopática. Fatores etiológicos ainda não bem conhecidos. A hipótese está relacionada a fratura por osteopenia com infiltração de líquido sinovial, provocando hiperpressão e isquemia intraóssea.

Q Osteonecrose secundária. Fatores etiológicos conhecidos: corticoterapia, anemia falciforme, etc.

A osteonecrose do côndilo medial pós-meniscectomia tem sido descrita mais recentemente, mas também não tem etiologia bem esclarecida (Fig. 6.16.1A e B).

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Medium 9788565848657

Capítulo 8 - Três desafios para o ensinosuperior privado no Brasil: expansão,financiamento e governança

Sonia Simões Colombo Grupo A PDF Criptografado

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Três desafios para o ensino superior privado no Brasil: expansão, financiamento e governança

Sergio Marcus Nogueira Tavares

Conjuntura da educação superior privada no

Brasil após as reformas da década de 1990

Se analisarmos os dados de evolução de matrículas, oferta de vagas e número de instituições que atuam no ensino superior brasileiro, concluímos rapidamente que o País experimentou, nas últimas décadas, dois momentos importantes de expansão quantitativa. O primeiro, na chamada década do milagre econômico, os anos de 1970 e, um segundo momento, a partir das reformas realizadas na educação superior, desde a segunda metade da década de 1990. A aprovação da Lei 9.394, Lei de Diretrizes e

Bases da Educação (LDB), foi um marco importante para o início das reformas desses últimos anos.

Pode-se também concluir que, na década de 1970, ocorreu, de fato, a privatização da educação superior. O Estado brasileiro, pressionado a ofertar mais vagas para o crescimento do ensino superior, com seu orçamento comprometido por elevado déficit fiscal e perdendo a batalha no controle inflacionário, adotou o caminho do Estado desertor, como qualificou Aguilar (2000), afastando-se gradualmente do papel de executor, no que se refere ao atendimento da demanda reprimida. A iniciativa privada atuou de forma decisiva ocupando esse espaço, inclusive inserindo lideranças desse segmento em órgãos como o Conselho Federal da Educação como forma de criar mecanismos facilitadores para a abertura de cursos e campi, ampliando a atuação do setor.

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Medium 9788536326023

Eletroconvulsoterapia

Flavio Kapczinski, João Quevedo, Iván Izquierdo Grupo A PDF Criptografado

Eletroconvulsoterapia

Juliana Fernandes Tramontina

A eletroconvulsoterapia (ECT) é uma terapêutica baseada na neuroestimulação que envolve a aplicação de uma corrente elétrica mí­ nima em áreas neurocorticais com o propósito de induzir uma convulsão generalizada controlada (American

Psychiatric Association, 2001). Esse tra­ tamento tem gerado considerável discus­ são desde o começo de sua utilização, no século XX.

Até a década 1930, os pacientes psiquiátricos tinham limitações terapêuticas, em especial aqueles mais graves, que necessitavam de cuidados hospitalares ­intensivos.

Em 1934, um neuropsiquiatra húngaro chamado Ladisla Joseph von Meduna concluiu, por meio de suas observações clínicas, que pacientes com epilepsia estavam “protegidos” de desenvolvimento de sintomas psicóticos, e, a partir de observações anatomopatológicas, chegou à conclusão de que havia um espessamento de neuroglia em pacientes com epilepsia, enquanto, naqueles com esquizofrenia, parecia ocorrer o oposto. Assim, a hipótese de Meduna foi a de que a indução de convulsões em pacientes psicóticos acarretaria uma diminuição de seus sintomas. A hipótese foi posteriormente comprovada, ou seja, os sintomas psicóticos diminuíam com o tratamento por indução de convulsões repetidas; contudo, não foi comprovada sua observação inicial de que indivíduos com epilepsia estariam

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Medium 9788597023237

10 Utilização de Recursos Tecnológicos

Antonio Carlos GIL Grupo Gen ePub Criptografado

Com vistas a tornar a comunicação mais eficaz, os professores valem-se da utilização de recursos tecnológicos. Durante muito tempo, esses recursos limitavam-se ao tradicional quadro-negro e aos projetores de transparências. Mas, com o aprimoramento da tecnologia educacional, notadamente a relacionada à internet, ampliaram-se significativamente as possibilidades de utilização desses recursos em sala de aula.

Quando se pensa em tecnologia aplicada ao Ensino Superior, pensa-se imediatamente no uso da informática, que privilegia o uso de computadores e a conexão com o mundo externo por meio da internet. Mas a tecnologia não se refere apenas à informática, embora a trate como setor privilegiado. A tecnologia educacional inclui o uso da televisão, do rádio, do vídeo, do retroprojetor e mesmo do quadro de giz.

Este capítulo é, pois, dedicado à utilização dos múltiplos recursos tecnológicos disponíveis para facilitar a aprendizagem no Ensino Superior. Após estudá-lo cuidadosamente, você será capaz de:

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Medium 9788580553123

Capítulo 5 - Avaliações somativas

Michael K. Russell, Peter W. Airasian Grupo A PDF Criptografado

capítulo

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Avaliações somativas

Tópicos-chave

Avaliações formativas e somativas

A lógica das avaliações somativas

Planejando uma avaliação somativa

Preparando os alunos para avaliações oficiais

Avaliação em sala de aula

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Após ler este capítulo, você poderá:

Contrastar a avaliação somativa com as avaliações inicial e instrucional.

Diferenciar as avaliações formativa e somativa.

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Explicar quando uma avaliação somativa é uma avaliação oficial.*

Explicar a diferença entre bom ensino e ensino efetivo.

Descrever as decisões necessárias para desenvolver e planejar uma avaliação oficial.

Definir atividades que ajudam a preparar os alunos para as avaliações oficiais.

PENSAR SOBRE ENSINAR

De que formas os professores podem usar os resultados da avaliação para aprimorar a aprendizagem dos alunos? Cite três formas ou mais.

E

m capítulos anteriores, vimos que a avaliação exerce um papel importante nas salas de aula e que os professores a usam para ajudá-los a:

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Medium 9788520459850

15. A vida de casal não acaba com a chegada do bebê

Jane Nelsen, Kristina Bill, Joy Marchese Editora Manole ePub Criptografado

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Simon e Sarah nos contam como as pressões decorrentes do trabalho e dos filhos chegaram ao limite e levaram a um colapso no relacionamento. Simon se lembra de uma conversa específica: “Não quero trabalhar em nosso relacionamento! Eu já tenho que trabalhar demais no meu emprego!” Simon se lembra de sentir-se cansado. Sarah havia sugerido mais uma vez que eles deveriam fazer um curso de casais para “se aproximar”. Certamente os relacionamentos eram bons ou ruins – eles funcionavam ou não. Não era o bastante que ele trabalhasse sessenta horas por semana e ainda encontrasse tempo para levar as crianças ao tênis e ao teatro aos sábados? Sarah, por outro lado, sentia-se desanimada: “Por que você não consegue ver que parte do problema é exatamente isso – você parece não perceber que, com tão pouco tempo para nós, precisamos de ajuda para reacender a chama?”

Criar um relacionamento saudável e duradouro

Para criar bem-estar duradouro na vida, a chave é ver e aplicar ferramentas e atitudes semelhantes em todos os relacionamentos e situações. A mágica da Disciplina Positiva é que ela é aplicável a todas as relações humanas. Os princípios que discutiremos neste capítulo se aplicam não apenas aos nossos parceiros, mas também a todos os nossos relacionamentos próximos. Nossa perspectiva para este capítulo se volta para parceiros que moram e criam os filhos juntos. Se sua vida parece diferente, veja se alguma coisa aqui ressoa em você e pode ajudá-lo a dar sentido aos relacionamentos passados, e talvez prepará-lo para o seu próximo. Ao longo deste capítulo, encorajamos você a refletir também sobre como esses comportamentos se refletem em sua vida profissional.

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Medium 9788573073164

Capítulo 2 - O que Queremos Dizer com "Crianças Morais"?

Rheta DeVries, Betty Zan Grupo A PDF Criptografado

2

O QUE QUEREMOS DIZER COM

“CRIANÇAS MORAIS”?

O

uando falamos de “crianças morais”, estamos falando sobre crianças que enfrentam questões que fazem parte de sua vida. Embora o conteúdo das questões morais na vida das crianças possa diferir daquele dos adultos, as questões básicas são as mesmas. As crianças preocupam-se sobre como as pessoas (antes de tudo, elas mesmas) são tratadas muito antes de poderem compreender a Regra de Ouro, isto é, de tratarmos os outros como gostaríamos de ser tratados. Elas se preocupam com a agressão, uso correto (por exemplo, de roupas para ocasiões especiais) e participação igual (por exemplo, na hora da arrumação). Esses são temas de direitos e responsabilidades, semelhantes às preocupações dos adultos com o crime e violência, oportunidades iguais de emprego e necessidade de que todos protejam o ambiente. Estamos falando sobre um processo, não sobre um produto. Neste processo, as crianças enfrentam questões sobre o que acreditam ser bom e mau, certo e errado. Elas formam suas próprias opiniões e ouvem as opiniões de outros. Constroem seu senso de moral a partir das experiências da vida cotidiana.

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Medium 9788536327013

24. SIMULAÇÃO

Jose G. Taborda Grupo A PDF Criptografado

470

SIMULAÇÃO

VINHETA

Rafael, 30 anos, ensino fundamental completo, agricultor, casado, cometeu latrocínio. É trazido ao hospital de custódia e tratamento para realizar uma avaliação pericial de responsabilidade penal.

Durante a primeira entrevista, demonstra dificuldade para responder aos questionamentos, afirmando que vozes distorcidas atrapalham sua concentração. Questionado sobre quando essas alucinações auditivas ocorriam, informa que de maneira contínua, “dia e noite, sem parar”. Explica seu delito declarando se sentir acompanhado por um “senhor velho”, que viveu há muitos anos no mato e que seria o responsável por seus atos criminosos. Apresenta uma explicação mística, afirmando que se trata de um caso de “possessão”. Dessa forma, atribui a responsabilidade a essa entidade. Solicita-se sua permanência na triagem do hospital a fim de serem realizadas novas avaliações. Visto que estava disponível apenas uma vaga em quarto coletivo, nele pernoitou.

Na manhã seguinte, demonstra ansiedade e se queixa dos barulhos, da reduzida higiene dos outros periciados e da necessidade de alguns receberem “picos de medicação”, na madrugada, questionando se isso poderia também ocorrer com ele. Em sua história pessoal, não apresenta antecedentes de uso de álcool e drogas, e chama atenção o fato de os aspectos sobrenaturais surgirem exclusivamente para justificar o delito cometido. O periciado refere que apenas nessa ocasião sentiu a possessão por esse “espírito”.

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Medium 9788536319322

13 O desenvolvimento físico dos tenistas infanto-juvenis: possibilidades e riscos

Carlos Balbinotti Grupo A PDF Criptografado

O ensino do tênis

221

13

O DESENVOLVIMENTO FÍSICO DOS

TENISTAS INFANTO-JUVENIS:

POSSIBILIDADES E RISCOS

Daniel Pacheco Simões

Carlos Balbinotti

A preparação física exerce um papel determinante na performance no tênis. Trata-se de uma composição formada por aspectos gerais e específicos do rendimento esportivo. Ao longo da carreira do tenista, a interação entre tais aspectos determinará as possibilidades e os riscos relativos, respectivamente, quanto à otimização do desempenho e às possíveis lesões oriundas dos desequilíbrios e encurtamentos da musculatura implicada na prática do tênis. Este capítulo apresenta uma reflexão acerca das bases teóricas da preparação física do tenista, considerando que o tênis é um esporte de natureza assimétrica.

A preparação física ocupa lugar de destaque no incremento da capacidade de rendimento do atleta. Trata-se do desenvolvimento geral das qualidades físicas direta ou indiretamente envolvidas na prática de uma modalidade esportiva específica. Esse conceito de preparação física se diferencia fundamentalmente da expressão treinamento físico, que significa uma atividade mais especificamente orientada para a máxima performance do atleta.

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Medium 9788563308924

Apêndice B - Algoritmo de taquicardia

Peggy Jenkins Grupo A PDF Criptografado

1

As etapas 9, 10, 11, 13 e 14 destinam-se à rotina intra-hospitalar, quando houver especialistas disponíveis.

TAQUICARDIA com pulso

2

• Avaliar e manter ABCs conforme necessário

• Administrar oxigênio

• Monitorar ECG (identificar ritmo), pressão arterial, oximetria

• Identificar e tratar causas reversíveis

5

Sintomas persistem

3

4

Paciente estável?

Sinais de instabilidade:

Estável

Instável alteração do estado mental, dor torácica constante, hipotensão ou outros sinais de choque. Nota: sintomas relacionados à frequência são raros se <150 bpm/min

• Instalar acesso IV

• Fazer ECG de 12 derivações (se disponível) ou traçado do monitor

• QRS estreito (<0,12 s)?

Largo ( ≥ 0,12 s)

Estreito

Aplicar cardioversão sincronizada imediata

• Instalar acesso IV e aplicar sedação se o paciente estiver consciente; não retardar a cardioversão

• Considerar parecer especializado

• Se houver parada sem pulso, ver

Algoritmo de parada sem pulso

12

6

QRS LARGO*: Ritmo regular?

Recomendável parecer de especialista

QRS ESTREITO*: Ritmo regular?

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Medium 9788573079999

Capítulo 11. Histórico das tendências pedagógicas no ensino da arte

Rosa Iavelberg Grupo A PDF Criptografado

11

Histórico das tendências pedagógicas no ensino da arte

Uma análise do histórico da arte na educação escolar mostra-nos que as tendências pedagógicas que se sucederam ainda estão presentes em diversos contextos educativos.

Nos cursos de formação de professores de arte verificamos que os professores misturam orientações didáticas e várias concepções de arte em suas práticas.

Fusari e Ferraz (1993) apontam duas vertentes para a educação escolar em arte: idealista liberal e realista progressista. Conforme as autoras, para a tendência idealista liberal, a educação, sozinha, pode garantir a construção de uma sociedade mais igualitária e democrática (Escola Tradicional, Escola Renovada Progressista, Escola Renovada

Não-diretiva, Escola Tecnicista).

A tendência realista progressista surge nos anos 60 no País, quando se passa a discutir as contribuições da escola, principalmente pública, para a conscientização do povo (Escola libertadora, escola libertária, crítico-social dos conteúdos).

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Medium 9788536324845

Capítulo 4.2 - Escoliose Idiopática

Sizinio H. Hebert Grupo A PDF Criptografado

4 COLUNA VERTEBRAL

CAPÍTULO 4.2

ESCOLIOSE IDIOPÁTICA

WALTER LOPES SCHUMACHER

PEDRO HENRIQUE LACOMBE ANTONELI

A escoliose idiopática (EI) é uma das deformidades da coluna mais frequentes.

Caracteriza-se por ser uma complexa deformidade tridimensional, que afeta os planos axial, sagital e coronal. A coluna vertebral normal é retilínea no plano frontal, mas possui contornos no sagital, compreendendo uma cifose torácica de

10 a 40° e uma lordose lombar de 40 a 80°. A coluna escoliótica desvia-se da linha média no plano frontal, fazendo máxima rotação no ápice da curva.1 A rotação vertebral na direção da convexidade da curva, através das costelas fixas, produz o surgimento da típica saliência, que permite fazer um diagnóstico precoce na parede torácica (sinal de Adams).2,3 Saber reconhecer, diagnosticar e sobretudo tratar essa patologia ajuda a otimizar o resultado clínico dos pacientes. Existem várias causas, sendo a idiopática responsável por 80% dos casos. A EI pode ser dividida em: infantil, quando o diagnóstico é feito antes dos 3 anos de idade; juvenil, dos 4 aos 10 anos; e do adolescente, dos 10 aos 18 anos. Mais recentemente, uma nova classificação de escoliose pela Scoliosis Research Society (SRS) a subdividiu em escoliose de início precoce (< 5 anos) e tardio (> 5 anos).

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Medium 9788536321325

Capítulo 5.1. Criança e adolescente

Mario Rodrigues Louzã Neto Grupo A PDF Criptografado

Comorbidades e diagnóstico diferencial

5.1

5

criança e adolescente

Lídia Nakamura

Leandro Thadeu Garcia Reveles

Ênio Roberto de Andrade

Introdução

Transtorno desafiador de oposição e transtorno da conduta

Transtornos de ansiedade

Transtornos do humor

Transtornos da aprendizagem

Transtornos relacionados ao uso de substâncias psicoativas

Outras comorbidades

Diagnóstico diferencial

Introdução

Durante a década passada, estudos epidemiológicos documentaram altas taxas de comorbidades psiquiátricas e transtornos da aprendizagem em indivíduos com transtorno de déficit de atenção/ hiperatividade (TDAH). As comorbidades mais comuns entre os jovens incluem o transtorno desafiador de oposição e os transtornos da conduta, de ansiedade (Spencer, 2006) e do humor (Biederman et al., 2008).

O TDAH é composto por duas dimensões de sintomas (hiperatividade/impulsividade e desatenção), que estão associadas a cursos diferentes da doença, comorbidades, prevalência entre os sexos e formas de prejuízo de funcionamento. Em uma análise multivariada que incluía o TDAH e os transtornos desafiador de oposição, depressivo, da conduta e de ansiedade, sintomas de hiperatividade/impulsividade foram fortemente relacionados à taxa de funcionamento global

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Medium 9788536324845

Capítulo 5.5 - Luxação Recidivante do Ombro

Sizinio H. Hebert Grupo A PDF Criptografado

5 MEMBROS SUPERIORES

CAPÍTULO 5.5

LUXAÇÃO RECIDIVANTE

DO OMBRO

PAULO ANDRÉ BOETTCHER VELASCO

FELIPE MILACH FIGUEIREDO

AUGUSTO MEDAGLIA DE OLIVEIRA

A luxação recidivante do ombro é uma patologia que costuma acometer adultos jovens, provoca incapacidade, dor e pode influir diretamente na vida diária dos pacientes. Quando se fala em luxação do ombro, faz-se referência a perda completa do contato da cabeça do úmero com o ombro (cavidade glenóidea) (Fig. 5.5.1).

Toda luxação é uma emergência ortopédica devido ao grande risco de danos à cartilagem articular. As formas de tratamento vão depender da plena compreensão da lesão, pois ela pode se manifestar de várias maneiras. O conceito de instabilidade será de fundamental valia para que se possa nortear a conduta terapêutica quando há essa enfermidade.

ANATOMIA FUNCIONAL DA ARTICULAÇÃO GLENOUMERAL

A estrutura do ombro é constituída pelas articulações glenoumeral, acromioclavicular, esternoclavicular e escapulotorácica. Devido a sua grande mobilidade e morfologia, o ombro é a articulação do corpo humano que mais sofre luxações, além de uma quantidade significativa de lesões, tanto micro quanto macroscópicas.

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