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Medium 9788577805662

12. PLANEJAMENTO E GERENCIAMENTO DE CANAIS DE MARKETING DE SERVIÇOS DE SAÚDE

Philip Kotler Grupo A PDF Criptografado

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Parte III: Aplicação do Mix de Marketing

EXEMPLO INICIAL

O Novant Health decide criar uma rede integrada de serviços de saúde

O Novant Health foi um dos muitos hospitais do país que implementaram uma estratégia pioneira de canais de marketing nos anos 1990. Esse sistema de saúde situado em Winston-Salem, Carolina do Norte, decidiu criar uma rede integrada de delivery. Na época, os hospitais acreditavam que poderiam ganhar participação no mercado, aumentar a eficiência operacional e, em última instância, reduzir os custos gerais de serviços de saúde ao participar de tantos componentes quanto possível do sistema de saúde.

Uma rede integrada de delivery típica reunia uma gama de organizações de serviços de saúde. Por exemplo, uma estratégia de integração horizontal de canais era usada para fundir-se ou aliar-se com outros hospitais. Uma estratégia de integração vertical de canais era usada para investir em consultórios médicos e em planos de seguro de saúde. Os hospitais de todo o país compraram academias de ginástica, lavanderias, laboratórios e até restaurantes a fim de integrar suas redes. Como o Novant e outros sistemas de saúde descobriram, no entanto, atingir seus objetivos de rede integrada de delivery era mais desafiador do que haviam esperado.

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Medium 9788520433133

2. Infantilização, filisteísmo e indústria cultural

GHIRALDELLI JUNIOR, Paulo; CASTRO, Susana de Editora Manole PDF Criptografado

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Infantilização, filisteísmo e indústria cultural

Paulo Ghiraldelli Jr.

É fácil ver que os jovens hoje ficam mais tempo jovens, até crian-

ças. Não sob aspectos morais muito específicos, mas intelectual­

mente, tomando isso de modo amplo e geral. Falta-lhes capacidade intelectual para se colocarem no lugar do outro e saírem

de certo egocentrismo. Carecem daquela percepção pós-adoles-

cência que permite a nós todos vermos que o que sabemos não

é mais nem talvez melhor do que o que os mais velhos sabem.

No passado recente, a ampliação de números de anos do que

se entendia por infância ou adolescência tinha uma causa nos

países do Ocidente ou ocidentalizados. Falávamos de certo es-

forço das classes médias de protegerem seus rebentos, até mesmo

mimá-los, dando-lhes condições de se integrarem ao trabalho

só tardiamente. O trabalho, então, seria o fator de “maturidade”.

Essa tese não se sustenta mais. Em vários países emergentes, o

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Medium 9788584291267

Capítulo 6 - Realidade aumentada e realidade virtual

Rui Fava Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 6

Realidade aumentada e realidade virtual

Gravar pensamentos e sonhos é o próximo passo para realidade virtual e realidade aumentada.

Mark Elliot Zuckerberg

2016

Durante séculos, a tradição cultural ocidental esteve assentada na robusta valorização da palavra e no prestígio da literatura e da filosofia. Entretanto, com o advento das tecnologias de comunicação digital, a imagem adquiriu uma importância sem precedentes na vida cotidiana, com ênfase no processo de ensino e de aprendizagem.

Quando se discute o sequenciamento de aprendizagem, é fato que cada geração traz consigo suas características intrínsecas, mas procura moldá-las, adaptá-las e integrá-las aos novos arquétipos de tecnologia digital e às redes sociais interativas e participativas. Os jovens contemporâneos preferem

FAVA - Inteligencia Artificial.indb 74

29/06/18 16:21

Capítulo 6 | Realidade aumentada e realidade virtual

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aprender imagem em movimento, imagem fixa, som e texto. Quando se pensa em imagem em movimento, realidade aumentada (RA) e realidade virtual

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Medium 9788563899613

Introdução

Jaqueline Moll Grupo A PDF Criptografado

Introdução

Jaqueline Moll

Numa democracia, nenhuma obra supera a de educação. Haverá, talvez, outras aparentemente mais urgentes ou imediatas, mas estas mesmas pressupõem, se estivermos em uma democracia, a educação. Todas as demais funções do estado democrático pressupõem a educação. Somente esta não é consequência da democracia, mas a sua base, o seu fundamento, a condição mesma para a sua existência.

Anísio Teixeira

Em minha trajetória de professora e pesquisadora tenho me debruçado sobre temas que, invariavelmente, dialogam com o grande campo das políticas educacionais.

Sempre estive preocupada com as conse­ quências que os temas trabalhados na universidade, invariavelmente, na formação dos professores, têm na vida cotidiana das escolas e de milhões de crianças e jovens, sobretudo de classes populares, para os quais a experiência escolar pode ser um “divisor de águas” em termos de oportunidades no campo das ciências, da cultura, das artes, das tecnologias, entre outros.

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Medium 9788584291588

Capítulo 5. Recomendação de objetos de aprendizagem baseada em competências

Patricia Alejandra Behar Grupo A PDF Criptografado

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RECOMENDAÇÃO DE OBJETOS

DE APRENDIZAGEM BASEADA

EM COMPETÊNCIAS

Patricia Alejandra Behar | Cristina Alba Wildt Torrezzan

Daisy Schneider | Ketia Kellen Araújo da Silva

A recomendação pedagógica em educação a distância (RecPed-EAD), conforme abordado no Capítulo 1, caracteriza-se por indicar um ou mais elementos de uma arquitetura pedagógica (AP), quais sejam, organizacionais, conteudinais, tecnológicos e/ou metodológicos, além de estratégias de aplicação, de acordo com o perfil do sujeito da EAD (individual e/ou coletivo). Este capítulo aborda a recomendação com foco no conteúdo da AP, o qual é apresentado, nesse caso, em forma de objetos de aprendizagem (OAs).

Os OAs são compreendidos como recursos educacionais digitais que podem ser desde um hipertexto, uma animação, um vídeo, um jogo ou a combinação desses. Seu objetivo é educacional, ressaltando a preferência por aqueles que integram múltiplas mídias, favorecendo a dinamicidade das ações e a interatividade dos alunos com várias linguagens.

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Medium 9788584291595

Capítulo 3. Poéticas da aprendizagem

Lella Gandini, Lynn T. Hill, Louise Cadwell, Charles Schwall, Clarice de Campos Bourscheid, Roberto Cataldo Costa Grupo A PDF Criptografado

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Poéticas da aprendizagem

Vea Vecchi

Para entender a experiência e a história de

Reggio Emilia, acredito que é importante refletir sobre o sentido e o papel do ateliê, sobre a importância e a natureza da abertura à dimensão estética (ou poética, como Jerome Bruner gosta de defini-la) em processos de aprendizagem e construção de conhecimento em nossas creches e pré-escolas para crianças de 3 a 6 anos de idade.

Um possível ponto de partida é o valor atribuído à documentação pedagógica. Não resta dúvida: a presença do ateliê foi fundamental para sua evolução, como consequência natural da cultura visual específica que o ateliê tende a gerar. A difusão da documentação pedagógica, como base para o trabalho, desenvolveu-se aos poucos em creches e pré-escolas e, então, evoluiu gradualmente para livros, exposições e publicações, inicialmente para uso em escolas e, mais tarde, para o mundo exterior.

Para todas as escolas, as exposições sempre constituíram uma exploração mais profunda do sentido em nosso trabalho com crianças. Elas têm sido uma forma democrática de compartilhar o que ocorre nas escolas, um testemunho gratificante do trabalho de adultos e crianças

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Medium 9788536313696

6. A Filosofia como se o Lugar Importasse: A situação da filosofia africana

Havi Carel Grupo A PDF Criptografado

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CAREL, GAMEZ & COLS.

2. Qual é o lugar da filosofia entre as disciplinas?

Lugar refere-se não apenas à geografia, mas à relação. Falamos (talvez ironicamente) daqueles treinados em uma disciplina tal como a filosofia como tendo um

“lar”. Mas trata-se de nosso lugar, e tem relações com outras disciplinas “adjacentes”

(um termo espacializante que indica proximidade intelectual), como aquelas que fazem parte das humanidades. Houve um tempo em que a filosofia era a rainha das ciências, e dava seu nome a todas as disciplinas (filosofia “natural” e “moral”), mas seu lugar tornou-se menos claro em tempos recentes, com a ascenção das ciências sociais e de inter/antidisciplinas tais como os estudos culturais.

3. Será que os comprometimentos étnicos, raciais e nacionais (ou ainda, no que lhes dizem respeito, os religiosos, políticos e ideológicos) dos praticantes da filosofia afetam a filosofia que é feita?

O lugar da filosofia está preso ou é influenciado pela identidade e pelas lealdades de seus praticantes? Quando falamos da filosofia “alemã” ou “africana” ou

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Medium 9788536302096

Capítulo 7. Os alunos com pouca motivação para aprender

César Coll, Álvaro Marchesi, Jesús Palacios Grupo A PDF Criptografado

DESENVOLVIMENTO PSICOLÓGICO E EDUCAÇÃO, V. 3

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Os alunos com pouca motivação para aprender

ÁLVARO MARCHESI

INTRODUÇÃO

Uma das maiores dificuldades enfrentadas pelos professores, especialmente durante o ensino médio, é a de ensinar àqueles alunos que não querem aprender. Com pouca motivação para as tarefas escolares, sua presença na escola se explica apenas pela pressão dos pais, pela responsabilidade da escola ou porque os alunos ainda não decidiram abandonar totalmente as salas de aula, decisão que a grande maioria deles tomaria com muito gosto.

O número de tais alunos é muito elevado. O informe Keele, realizado na Inglaterra e cujos resultados foram retomados por Michel

Barber (1997) em sua análise sobre o sistema educacional inglês, assinala que em torno de

40% dos alunos do ensino médio têm uma falta de motivação geral. Quase 60% estão de acordo que “contam os minutos” que faltam para as aulas terminarem; 20% consideram que o trabalho que se realiza é entediante; 40% acham que as aulas são muito longas e quase um terço deles afirmam que prefeririam não ir

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Medium 9788565848008

Capítulo 4. O declínio do sentido público da educação

José Sérgio Carvalho Grupo A PDF Criptografado

4

O declínio do sentido público da educação*

INTRODUÇÃO

A

partir do final da década de 1970, a Europa foi palco de um intenso esforço político que visava renovar procedimentos pedagógicos e objetivos educacionais de seus sistemas de ensino. Em um texto de 1979, Claude Lefort procurou analisar o sentido político dessa reforma “modernizante” e, em tom cético, nos alertava para um aparente paradoxo, ao afirmar que:

[...] o que há de notável num tempo como o nosso, em que nunca antes se falou tanto de necessidades sociais da educação, em que nunca antes se deu tanta importância ao fenômeno da educação, em que os poderes públicos nunca antes com ela se preocuparam tanto, é que a ideia ético-política de educação se esvaiu. (1999, p. 219, grifos nossos)

Trinta anos depois, a “modernização pedagógica” então anunciada parece dominar os discursos educacionais em escala global. O Brasil, a exemplo de dezenas de países, incorporou seu jargão nos documentos normativos, notadamente nas Diretrizes e nos Parâmetros Curriculares

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Medium 9788536303666

CAPÍTULO 3 - DESAFIOS À PRÁTICA DOCENTE REFLEXIVA

Lino de Macedo Grupo A PDF Criptografado

Ensaios pedagógicos

31

3

DESAFIOS À PRÁTICA

DOCENTE REFLEXIVA

O professor, de um modo geral, na realidade da sala de aula, das orientações, do trabalho com os alunos, da vida institucional e escolar, enfrenta os problemas de uma prática difícil de ser realizada e, mais ainda, de ser refletida. Esse professor, que nem sempre pode preparar as aulas como gostaria, nem sempre acerta no que faz, apesar das boas intenções, atrapalha-se, equivoca-se. Apesar disso, trabalha esperando o melhor para seus alunos e desejando que, quando adultos, possam, quem sabe, substituí-lo de modo mais pleno.

O que é uma prática reflexiva? Quais os desafios que enfrentamos para uma prática reflexiva? Por que, hoje, é tão importante considerar a prática reflexiva na escola? Prática e reflexão nem sempre foram tão unidas quanto a palavra prática reflexiva pretende sugerir. Temos ainda em nossas lembrança, cultura e hábitos, uma idéia de que a reflexão é privilégio de algumas pessoas e que requer condições nem sempre disponíveis para nós. Por outro lado, faz pouco tempo, quem sabe, que prática deixou de ser tão associada a trabalho de menor valor, a mãos sujas ou calejadas.

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Medium 9788584291328

Questões de 101 a 150

Rafael Guerra Ortiz Grupo A PDF Criptografado

CIÊNCIAS DA NATUREZA

Solução-tampão ácido acético/acetato de sódio (pH = 4,5).

QUESTÃO 101

48%

(2015) A calda bordalesa é uma alternativa empregada no combate a doenças que afetam folhas de plantas. Sua produção consiste na mistura de uma solução aquosa de sulfato de cobre(II), CuSO 4, com óxido de cálcio, CaO, e sua aplicação só deve ser realizada se estiver levemente básica. A avaliação rudimentar da basicidade dessa solução é realizada pela adição de três gotas sobre uma faca de ferro limpa. Após três minutos, caso surja uma mancha avermelhada no local da aplicação, afirma-se que a calda bordalesa ainda não está com a basicidade necessária.

O quadro apresenta os valores de potenciais padrão de redução

(E0?) para algumas semirreações de redução.

QUESTÃO 103

47%

(2013) Eu também podia decompor a água, se fosse salgada ou acidulada, usando a pilha de Daniell como fonte de força. Lembro o prazer extraordinário que sentia ao decompor um pouco de

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Medium 9788536307152

Capítulo 4 - O processo de institucionalização e de rotinização da educação da infância

Maria Carmen Silveira Barbosa Grupo A PDF Criptografado

Por amor e por força: rotinas na educação infantil

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4

O processo de institucionalização e de rotinização da educação da infância

No capítulo anterior, abordei o modo como a rotinização da vida individual e coletiva inseriu-se na vida das populações, dando origem a um processo de racionalização da educação das crianças pequenas e de criação de rotinas científicas para o seu cuidado e educação, tanto na vida familiar como nas instituições educativas. Agora, procurarei verificar como, na construção da modernidade, as práticas de educação e cuidado das crianças foram deslocadas de ações moldadas por grupos familiares, privados, singulares, heterogêneos e locais para sistemas modernos, homogêneos, públicos e globais.

A modernidade difere de todas as formas anteriores de ordem social, porque seu dinamismo desconsidera os usos e os costumes tradicionais, substituindo-os pelas organizações mais amplas e impessoais, quebrando, assim, o marco protetor da pequena comunidade. A modernidade é vista, neste texto, em um sentido muito geral, como as instituições e os modos de comportamento impostos na Europa, posteriormente ao feudalismo, e que, nos séculos XIX e

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Medium 9788520430460

12. Experiência multi e interdisciplinar do Programa de Pós-Graduação em Gerontologia Biomédica da PUCRS

PHILIPPI JR., Arlindo; SILVA NETO, Antônio J. Editora Manole PDF Criptografado

capítulo

12

Experiência multi e interdisciplinar do Programa de Pós-Graduação em

Gerontologia Biomédica da PUCRS

Irênio Gomes | Médico neurologista, PUCRS

Carla Helena Augustin Schwanke | Médica geriatra, PUCRS

Denise Cantareli Machado | Bióloga, PUCRS

Geraldo Attilio DeCarli | Farmacêutico químico, PUCRS

Rodolfo Herberto Schneider | Médico geriatra, PUCRS

O

Programa de Pós-Graduação em Gerontologia Biomédica está inserido na Área Interdisciplinar da Capes e possui uma trajetória que busca sempre desenvolver métodos e técnicas que integrem diferentes áreas do conhecimento para o estudo do envelhecimento. Por se tratar de um processo extremamente complexo, é imprescindível uma atuação interdisciplinar para tratar desse objeto. Desse modo, neste capítulo os autores buscam, inicialmente, defender essa ideia. A seguir, descrevem como se organiza o Programa, seu histórico, como se entende sua interdisciplinaridade, sua atuação em formação e pesquisa e sua estrutura de funcionamento. Para finalizar, fazem considerações sobre a perspectiva do estudo do envelhecimento.

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Medium 9788584291595

Capítulo 13. No espírito do ateliê

Lella Gandini, Lynn T. Hill, Louise Cadwell, Charles Schwall, Clarice de Campos Bourscheid, Roberto Cataldo Costa Grupo A PDF Criptografado

13

No espírito do ateliê

Charles Schwall, Lella Gandini,

Lynn Hill e Louise Cadwell

Neste capítulo de conclusão, nós, os quatro organizadores, contamos uma história que revela o espírito do ateliê, à medida que ele ultrapassa os muros da escola e as formas tradicionais de pensar sobre materiais e arte. Nossas histórias também apresentam exemplos do que é mais importante para cada um de nós em nosso trabalho atual e de que forma a inspiração no trabalho de Reggio Emilia assume em cada uma de nossas vidas atualmente,

10 anos após a publicação da 1ª edição do original deste livro.

Charles Schwall descreve uma parceria em St. Louis, entre uma escola, uma galeria de arte contemporânea e a comunidade local. Lella Gandini conta uma história em que crianças da School for the Deaf of New Mexico exploram materiais e forças naturais de maneiras incomuns. Lynn

Hill escreve sobre como a estética pode enriquecer, de maneiras inesperadas, a vida de crianças e famílias menos favorecidas economicamente. Louise Cadwell estabelece conexões entre nosso instinto de amar o mundo natural, nossa sensibilidade estética intuitiva e as possibilidades nas escolas.

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Medium 9788536302096

Capítulo 10. Os alunos com deficiência mental

César Coll, Álvaro Marchesi, Jesús Palacios Grupo A PDF Criptografado

DESENVOLVIMENTO PSICOLÓGICO E EDUCAÇÃO, V. 3

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Os alunos com deficiência mental

ALFREDO FIERRO

A DEFICIÊNCIA MENTAL

Do mesmo modo como ocorreu em outros âmbitos do comportamento humano, tudo o que se refere à deficiência mental, à sua realidade e ao seu tratamento sofreu mudanças profundas quanto a conceito, análise e atenção prática. O que hoje se entende como deficiência mental foi identificada e conhecida no passado, mas apenas passou a ser objeto de atenção médica e pedagógica e de estudo científico a partir do final do século XVIII. Educadores e pedagogos incumbiram-se, desde então, da deficiência mental; entretanto, durante cerca de um século e meio, este foi um campo de competência quase exclusiva da medicina.

Na perspectiva médica, “oligofrenia” (em grego: “pouca mente”) era diagnosticada por um conjunto de sintomas presentes em um grupo amplo e heterogêneo de anomalias com etiologia orgânica variada – e às vezes presumida, mais que desconhecida –, mas com um elemento comum: o de apresentar déficits irreversíveis na atividade mental superior. Nessa perspectiva, a única intervenção possível era prevenir, não a rigor curar e nem sequer tratar.

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