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Medium 9788565848695

Capítulo 6 - Da pedagogia burocrática à pedagogia intercultural:diversidade cultural na escola para todos

Tizuko Morchida Kishimoto, Júlia Oliveira-Formosinho Grupo A PDF Criptografado

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Da pedagogia burocrática à pedagogia intercultural: diversidade cultural na escola para todos

João Formosinho

Joaquim Machado

A modernidade caracterizou-se pela construção de sistemas educativos baseados em uma interpretação uniformista da igualdade progressivamente concretizada em um currículo uniforme, em uma pedagogia transmissiva e em uma organização pedagógica destinada a facilitar o ensinar a todos como se fossem um só. A construção da escola fundamental, baseada em concepções burocráticas que perspectivavam a igualdade como tratamento impessoal, opôs-se a uma evolução das ideias pedagógicas que valorizou a diferenciação pedagógica e o envolvimento das pessoas na construção da sua aprendizagem. A “pedagogia burocrática” construída pelo “autor anônimo” tem vindo a apresentar-se como a pedagogia oficiosa da escola para todos, em detrimento das pedagogias participativas. Na sociedade pós-moderna, o respeito pelas diferenças sociais e culturais emerge como um valor tão importante como o da igualdade. O conceito de educação compensatória, baseado na visão moderna das diferenças como déficit que se constitui no principal obstáculo ao sucesso da pedagogia burocrática, tem sido progressivamente questionado por uma pedagogia intercultural, baseada em uma aceitação e valorização pós-moderna das diferenças e preconizando a participação na construção da própria aprendizagem e identidade cultural. Este capítulo apre­ senta a Pedagogia-em-Participação promovida pela Associação Crian­ça como uma pedagogia intercultural.

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Medium 9788582713709

Benefícios do treinamento funcional

James C. Radcliffe Grupo A PDF Criptografado

Benefícios do treinamento funcional

Em todos os esportes, são necessários vários componentes do real atletismo: força, velocidade e agilidade. Estes três podem ser resumidos em uma simples palavra – potência. À medida que você estuda o esporte, percebe que a existência de um componente sem os outros se torna extremamente limitada.

T

odos os atletas procuram potência.

Grande parte do treinamento atlético pode ser derivada da física simples, com a fórmula para potência sendo o foco principal. Como representado na Figura 1, treinar “funcionalidade” é empregar a fórmula e aumentar a sua capacidade de criar força aumentando a potência. Força x velocidade (ou, como alguns professores preferem aconselhar, força 3 tempo)

é potência. Contudo, o atleta que emprega os princípios do treinamento funcional não irá negligenciar o aspecto da distância. A capacidade de produzir a quantidade ideal de força na menor quantidade de tempo, e por meio da maior distância, é potência atlética.

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Medium 9788536530222

1.1 AS NOVAS TECNOLOGIAS NA ATUAL SOCIEDADE

Sanmya Feitosa Tajra Editora Saraiva PDF Criptografado

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I N FOR MÁTIC A NA E DUC AÇÃO

Todas essas possibilidades práticas são detalhadas ao longo deste livro, conforme os objetivos estabelecidos em cada capítulo.

Percebemos que os computadores têm diferentes tipos de utilidades, compatíveis com o mundo em que vivemos, isto é, estão em constantes mutação e interatividade.

Por meio dessa máquina, podemos desenvolver simultaneamente várias habilidades, facilitando a formação de indivíduos polivalentes e multifuncionais, diferentemente, por exemplo, de uma máquina de escrever, que possibilitava a formação de um único profissional: o datilógrafo.

É interessante ressaltar que a maior parte dos empregos que surgirão no próximo século ainda não existe e, com certeza, eles, de alguma forma, utilizarão as novas tecnologias de informação e comunicação; portanto, cabe à escola prestar a sua grande contribuição à formação de indivíduos proativos para atuar nas economias do futuro.

1.1 AS NOVAS TECNOLOGIAS NA ATUAL SOCIEDADE

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Medium 9788563899613

9. Educação integral

Jaqueline Moll Grupo A PDF Criptografado

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Educação integral

A construção de novas relações no cotidiano

Maria Beatriz Pauperio Titton

Suzana Moreira Pacheco

Escrever este capítulo representa mais uma oportunidade de dialogar com educadores que também apostam na viabilidade da escola pública de qualidade para todos. Nossa trajetória, como professoras e gestoras, seja no campo da educação básica ou no ensino superior, trabalhando na formação de educadores, nos anima a compartilhar reflexões sobre este momento histórico: a educação integral e integrada, hoje, já é mais do que uma intenção, traduz­‑se em políticas públicas e práticas educativas que redesenham relações entre diferentes instituições e agentes educativos.

Temos participado, desde final de

2007, das reflexões acerca da educação integral – e seus desdobramentos para um projeto de educação integral em tempo integral – junto a outros educadores, professores universitários, gestores públicos, representantes de entidades de classe, ONGs, dentre outros, em uma ação da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e

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Medium 9788563308207

16 Embreagens, freios, acoplamentos e volantes

Richard G. Budynas Grupo A PDF Criptografado

832    Elementos de máquinas de Shigley: projeto de engenharia mecânica

Este capítulo diz respeito a um grupo de elementos usualmente associados com rotação que têm em comum a função de armazenar e/ou transferir energia rotacional. Por causa dessa similaridade de função, embreagens, freios, acoplamentos e volantes são tratados em conjunto neste livro.

Uma representação dinâmica simplificada de uma embreagem de atrito ou freio é mostrada na Figura 16–1a. Duas inércias I1 e I2 movendo-se nas velocidades angulares !1 e !2, uma das quais podendo ser zero, como no caso dos freios, devem ser levadas à mesma velocidade por meio do acoplamento da embreagem ou freio. Ocorre deslizamento uma vez que os dois elementos estão rodando a diferentes velocidades e é dissipada energia durante acionamento, resultando em um aumento de temperatura. Ao analisarmos o desempenho desses aparatos estaremos interessados em:

1

2

3

4

Força de acionamento.

Torque transmitido.

Perda de energia.

Aumento de temperatura.

O torque transmitido está relacionado à força atuante, ao coeficiente de atrito (fricção) e à geometria da embreagem ou do freio. Esse é um problema de estática que deve ser estudado separadamente para cada configuração geométrica. Porém, o aumento de temperatura está relacionado à perda de energia e pode ser estudado sem atender ao tipo de freio ou embreagem, uma vez que a geometria de interesse é aquela das superfícies dissipativas de calor.

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Medium 9788584290567

Capítulo 9. A voz do profissional prático

Steve Ingle, Vicky Duckworth Grupo A PDF Criptografado

capítulo 9

A voz do profissional prático

Neste capítulo, reunimos todos os temas abordados nos capítulos anteriores e os apresentamos na forma de estudos de caso de profissionais de excelência, tanto novatos quanto experientes, da educação vocacional. Esses profissionais dão dicas preciosas sobre a educação vocacional e contam sobre estratégias que utilizam para moldar ricas experiências de aprendizagem experiencial. Nós o convidamos a se envolver com as histórias deles e a pensar no que você poderia tirar de cada uma delas.

Objetivo de aprendizagem

  Desenvolver boas práticas no setor de FE e Habilidades.

Em cada capítulo, esmiuçamos e exploramos diferentes aspectos da educação vocacional dentro do contexto do setor de FE e Habilidades. Esperamos que os capítulos o tenham feito refletir e o ajudem a repensar e aperfeiçoar sua prática.

Nós apoiamos muito programas vocacionais de excelência, que ofereçam a todos os alunos futuros melhores.

Por meio dos estudos de caso a seguir, convidamos você a refletir sobre cada capítulo deste livro e a pensar sobre seus próximos passos como professor da educação vocacional. Esperemos que eles o inspirem a promover mudanças no setor da educação vocacional do seu país, a começar pelos seus alunos, incentivando-os a cultivar uma mentalidade de crescimento e promovendo experiências de aprendizado inclusivas, desafiadoras e envolventes.

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Medium 9788577807246

9. Tempos em que Estamos Vivendo

Kent Beck Grupo A PDF Criptografado

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Parte I

O Exemplo Financeiro

Podemos querer ter objetos complicados representando moedas com fábricas flyweight* para garantir que não criamos mais objetos do que realmente precisamos. Mas, por enquanto, strings servirão: public void testCurrency() { assertEquals("USD", Money.dollar(1).currency()); assertEquals("CHF", Money.franc(1).currency());

}

Primeiro, declaramos currency() em Money:

Money abstract String currency();

Então o implementamos em ambas as subclasses:

Franc

String currency() { return "CHF";

}

Dollar

String currency() { return "USD";

}

Queremos que a mesma implementação seja suficiente para ambas as classes.

Poderíamos armazenar a moeda em uma variável de instância e apenas retornar a variável. (Vou começar a ir um pouco mais rápido com as refatorações devido ao tempo. Se eu for muito rápido, por favor, me avise para ir mais devagar. Ei, espere, isso é um livro – talvez eu apenas não deva acelerar demais.)

Franc private String currency;

Franc(int amount) { this.amount = amount; currency = "CHF";

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Medium 9788536303871

19. Adotando a XP

Kent Beck Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

19

Adotando a XP

Adote uma prática da XP a cada vez, sempre abordando o problema que mais preocupa o seu time. Uma vez que ele não é mais o seu problema mais importante, passe para o próximo.

A

gradeço a Don Wells pela resposta simples e obviamente correta para a questão de como adotar a XP:

1. escolha o seu pior problema;

2. resolva-o da maneira XP;

3. quando ele não for mais seu pior problema, repita os passos 1 e 2 acima.

Os dois lugares óbvios por onde começar são os testes e o Jogo de Planejamento.

Muitos projetos estão impregnados com problemas de qualidade ou com um desequilíbrio de poder entre negócios e desenvolvimento. O segundo livro sobre a XP, Extreme Programming Applied: Playing to win, irá abordar esses dois tópicos por eles serem lugares tão comuns para começar.

Existem muitas vantagens nesta abordagem. É tão simples que até mesmo eu consegui entender (uma vez que Don a elucidou para mim). Visto que você aprenderá apenas uma prática de cada vez, você pode fazer um bom trabalho ao aprender cada uma delas. Já que você irá sempre abordar seus problemas mais difíceis, você terá muita motivação para fazer mudanças e obterá feedback positivo imediato de seus esforços.

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Medium 9788584291199

Estratégia 17 - Diferentes perspectivas de um texto

Fausto Camargo, Thuinie Daros Grupo A PDF Criptografado

58  Camargo & Daros

-as em subtemas ou questionamentos/problemas menores. Possibilita, também, a compreensão de problemas mais complexos a partir de sua decomposição, levando ao planejamento de ações e de metas mais adequadas.

Inicia-se com o estabelecimento do problema e a pergunta sobre por que ou como o problema ocorreu (SLACK; CHAMBERS; JOHNSTON, 2009). Uma vez encontradas as causas daquele problema, cada uma delas é novamente questionada, acerca de como ou por que elas ocorreram, e assim sucessivamente.

Essa atividade pode ser realizada com post-its.

COMPETÊNCIAS

•• Trabalho em equipe.

•• Desenvolvimento de ideias, reflexão e tomada de decisão.

SEQUÊNCIA DIDÁTICA

1. Atividade pode ser realizada individualmente ou em grupos.

2. Em uma folha de flip-chart, ou no quadro, coloque a questão, pergunta ou problema no centro, à esquerda.

3. A questão deve ser colocada usando “como” ou “por que”.

4. Os alunos devem usar perguntas com as palavras “como” ou “por que” para aprofundar ou explorar novas ideias ou possibilidades de solução. As perguntas devem ser realizadas até que as ideias saturem ou sejam exploradas plenamente (Fig. 14).

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Medium 9788536316864

2. CONHECENDO O HOMO ZAPPIENS

Wim Veen, Ben Vrakking Grupo A PDF Criptografado

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CONHECENDO O

HOMO ZAPPIENS

A curto prazo, sempre superestimamos os efeitos das novas tecnologias, mas, a longo prazo, sempre os subestimamos.

Richard Thieme

“Repentinamente, as crianças que chegavam à nossa escola demonstravam um comportamento bastante diferente: direto, ativo, impaciente, incontrolável e, de certa forma, indisciplinado; parecia-me que algo havia acontecido no verão. Isso me assustava e empolgava ao mesmo tempo.”

Foi assim que uma professora sueca descreveu o que sentiu quando começou o novo ano letivo em um bairro de Estocolmo na metade da década de

1990, quando crianças de 6 anos voltaram à escola depois das férias de verão. A professora teve a sensação de que de um ano para o outro uma nova geração surgira e que ela tinha de lidar com elas, ainda não sabendo, mas percebendo, que precisaria empregar estratégias e abordagens diferentes.

Desde que essa professora teve tal impressão sobre seus alunos, muitos colegas na Europa inteira experimentaram o fato de que os alunos de hoje demandam novas abordagens e métodos de ensino para que se consiga manter a atenção e a motivação na escola. Ouvimos muitos deles dizerem que os alunos dedicam atenção às coisas por um período curto de tempo, que não conseguem ouvir alguém falar por mais de cinco minutos.

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Medium 9788536322100

19 O Exame Neuropsicológicona Idade Pré-Escolar

Leandro F. Malloy-Diniz Grupo A PDF Criptografado

Avaliação Neuropsicológica 211

modificam as tradicionais correlações estrutura-função.

A plasticidade do cérebro em desenvolvimento já é consenso entre os pesquisadores da área (Mosch, Max e Tranel,

2005; Stiles, 2000). A estrutura do sistema nervoso não é fixa ou impermeável

à influência do ambiente, sendo influenciada pelos padrões de atividade do sistema. As definições contemporâneas de plasticidade cerebral defendem que esta propriedade não está presente somente diante de neuropatologias ou durante o desenvolvimento do cérebro. A plasticidade deve ser concebida como um processo básico subjacente ao funcionamento cognitivo e neural, ocorrendo tanto no desenvolvimento normal quanto patológico, bem como após lesões encefálicas

(Chapman, Max, Gamino, Mcglothin e

Cliff, 2003).

O potencial para a adaptação e plasticidade do cérebro é mais acentuado na infância, especialmente nos primeiros anos.

Um exemplo de tais evidências é o estudo de Stiles (1996) com crianças que sofreram lesões cerebrais focais precoces, que verificou que os padrões de comprometimento observados sugerem correlações anátomo-clínicas divergentes do padrão observado em adultos. Os resultados de

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Medium 9788536306643

1. Definições

Yasser Seirawan Grupo A PDF Criptografado

1

Definições

E

u sei, definições são chatas. Sem dúvida seria mais excitante pular esta parte e mergulhar logo no prazer de algumas partidas. Mas não se apresse, chegaremos lá; veremos partidas encantadoras logo, logo. Porém, antes de começar nossa viagem pelo mundo das táticas e combinações, precisamos defini-las. Por alguma estranha razão, esses termos costumam causar confusão. O que são exatamente táticas e combinações? Surpreendentemente, definir bem esses dois termos tão usados no xadrez é mais difícil do que poderíamos supor.

AS TÁTICAS

O xadrez é um jogo de estratégia, em que duas pessoas aplicam toda a sua inteligência na tarefa de mobilizar suas peças e elaborar planos com base em elementos como a força (o valor numérico das várias peças), o tempo (a eficiência com que as peças são desenvolvidas), o espaço (o território controlado por cada jogador) e a estrutura de peões. Os bons jogadores gostam de escolher uma estratégia e segui-la até sua conclusão lógica. No entanto, infelizmente costumam encontrar pelo caminho o obstáculo de um fator estranho e fortuito, conhecido como tática.

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Medium 9788582713891

Capítulo 1 - Princípios Básicos do Treinamento Resistido e Prescrição de Exercícios

Steven J. Fleck, William J. Kraemer Grupo A PDF Criptografado

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Princípios Básicos do Treinamento

Resistido e Prescrição de Exercícios

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

1. definir os termos básicos geralmente usados na elaboração de programas de treinamento resistido;

2. demonstrar os três tipos de ações musculares;

3. explicar o uso de ações musculares voluntárias e seu papel no ganho de força e hipertrofia muscular;

4. discutir os princípios da elaboração de programas, incluindo intensidade, volume de treina­ mento, períodos de repouso, especificidade, periodização e sobrecarga progressiva; e

5. discutir a importância da segurança, incluindo técnica de auxílio, respiração, técnica de exe­ cução do exercício, amplitude de movimento e equipamento.

O treinamento resistido,* também conhecido co­mo trei­

na­mento de força ou com pesos, tornou-se uma das formas mais populares de exercício para melhorar a ap­ tidão física e para o condicionamento de atletas. Os ter­ mos treinamento de força, treinamento com pesos e trei­ na­mento resistido são todos utilizados para descrever um tipo de exercício que exige que a musculatura corporal se movimente (ou tente se movimentar) contra uma for­

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Medium 9788536306384

Capítulo 1 - Criando Camadas

Martin Fowler Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

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Criando Camadas

A

criação de camadas é uma das técnicas mais comuns que os projetistas de software usam para quebrar em pedaços um sistema complexo de software.

Você encontra esta técnica em arquiteturas de máquinas, em que as camadas descendem de uma linguagem de programação com chamadas do sistema operacional aos drivers de dispositivos e conjuntos de instruções da CPU, e às portas lógicas dentro de chips. Redes de computadores têm FTP como uma camada sobre TCP, o qual, por sua vez, está sobre o IP, que está sobre a ethernet.

Ao pensar em um sistema em termos de camadas, você imagina os subsistemas principais no software dispostos de forma parecida com camadas de um bolo, em que cada camada repousa sobre uma camada mais baixa. Nesse esquema, a camada mais alta usa vários serviços definidos pela camada mais baixa, mas a camada mais baixa ignora a existência da camada mais alta. Além disso, cada camada normalmente esconde suas camadas mais baixas das camadas acima, então a camada 4 usa os serviços da camada 3, a qual usa os serviços da camada 2, mas a camada 4 ignora a existência da camada 2. (Nem todas as arquiteturas de camadas são opacas como essa, mas a maioria é.)

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Medium 9788527730617

12 - Efeito do Estabelecimento de Metas Autocontrolado na Aprendizagem Motora

Go Tani Grupo Gen PDF Criptografado

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Efeito do Estabelecimento de Metas Autocontrolado na Aprendizagem Motora

Jaqueline Freitas de Oliveira Neiva, Ulysses Okada de Araujo,

Herbert Ugrinowitsch e Umberto Cesar Corrêa

Considerações iniciais

Ao longo das últimas décadas, um crescente número de estudos tem investigado o efeito de condições em que se permite ao aprendiz realizar escolhas relacionadas ao processo de aprendizagem.1 De fato, ter a possibilidade de controlar o próprio aprendizado tem sido considerado um aspecto importante em diferentes

áreas do conhecimento, como psicologia, educação e sociologia.2

Na área de aprendizagem motora, diversos estudos têm sido realizados, oferecendo aos aprendizes controle sobre algum aspecto da prática, como o estabelecimento de metas, a utilização de auxílio físico, a modelação e o feedback.3-6 A aprendizagem em tais condições tem sido denominada de aprendizagem autocontrolada.7

De modo geral, dois grupos são manipulados nesses estudos: um de autocontrole, onde se permite ao participante controlar algum fator que influencia a aquisição de habilidades motoras (grupo experimental), e outro externamente controlado (grupocontrole), também conhecido como grupo espelho ou yoked, em que o participante é pareado/espelhado a um participante do grupo experimental, recebendo exatamente o mesmo tratamento, mas sem possibilidade de escolha.8

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