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Medium 9788584291618

Capítulo 7. Testando, testando

Ken Robinson, Lou Aronica Grupo A PDF Criptografado

7

Testando, testando

D

e todos os tópicos que abordamos neste livro, não acho que algum produza uma resposta emocional tão grande como os testes padronizados de alto desempenho. A internet está cheia de vídeos de professores se lamentando e de pais reclamando (e também o contrário) ao discutir o tema. Milhões de palavras viajaram pela blogosfera detalhando o estresse, a ansiedade, a frustração e o dano colateral infligido pelos testes de alto desempenho. A comoção contra a proliferação dos testes padronizados nunca foi tão grande – e, contudo, eles continuam a dominar o cenário da educação nos Estados Unidos e em todo o mundo. Veja o caso da professora de

5º ano, Rhonda Matthews.

“Vou lhe contar como são os testes no 5º ano”, ela disse.1 “Eu diria que perdemos cerca de 1 mês ensinando para essas avaliações. Os testes têm a duração de seis dias no total, estendendo-se por duas semanas. E sinto que seria injusto com meus alunos se eu não gastasse algum tempo dando-lhes alguns simulados nem lhes transmitisse algumas estratégias para fazê-los.

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Medium 9788563308207

13 Engrenagens – Geral

Richard G. Budynas Grupo A PDF Criptografado

680    Elementos de máquinas de Shigley: projeto de engenharia mecânica

Este capítulo trata a geometria das engrenagens, as relações cinemáticas e as forças transmitidas pelos quatro tipos principais de engrenagens: retas, helicoidais, cônicas e sem-fim.

As forças transmitidas entre engrenagens engrazadas suprem momentos torcionais a eixos para gerar movimento e transmissão de potência, e criam forças e momentos que afetam o eixo e seus mancais. Os dois próximos capítulos considerarão tensão, resistência, segurança e confiabilidade dos quatro tipos de engrenagens.

13–1

Tipos de engrenagens

Engrenagens cilíndricas de dentes retos, ilustradas na Figura 13–1, possuem dentes paralelos ao eixo de rotação e são utilizadas para transmitir movimento de um eixo a outro eixo, paralelo ao primeiro. De todos os tipos, a engrenagem cilíndrica de dentes retos é a mais simples e, por essa razão, utilizada para desenvolver as relações cinemáticas primárias na forma de dente.

Engrenagens helicoidais, mostradas na Figura 13–2, possuem dentes inclinados com relação ao eixo de rotação. Elas podem ser usadas nas mesmas aplicações que as engrenagens de dentes retos e, quando assim utilizadas, não são tão barulhentas, devido ao engajamento mais gradual dos dentes durante o engrazamento. O dente inclinado também cria forças axiais e conjugados de flexão, que não estão presentes no caso de dentes retos. Algumas vezes engrenagens helicoidais são utilizadas para transmitir movimento entre eixos não paralelos.

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Medium 9788502635883

Capítulo 9 ANÁLISE CONTEXTUAL

Andrea Cristina Filatro, Sabrina M. Cairo Bileski Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo

9

ANÁLISE CONTEXTUAL

Introdução

Em qualquer formato que se apresente, um conteúdo educacional é desenvolvido com um propósito, para um grupo de pessoas e em um modelo de produção específico. Neste capítulo, concentramos nossas reflexões e as ações relacionadas nessa análise inicial, visando a entender o que realmente queremos produzir, para quem e em que condições.

Para isso, integramos estratégias que possibilitam identificar necessidades de aprendizagem, caracterizar o público-alvo e levantar potencialidades e restrições do contexto institucional. A coleta de dados sobre esses aspectos resulta em um relatório formal, mas também em uma espécie de declaração de missão sobre o propósito principal, a razão de ser dos conteúdos produzidos.

Visão geral da análise contextual

De maneira sistematizada, a análise contextual debruça-se sobre quatro blocos de interesse: a identificação de necessidades de aprendizagem, a caracterização do público-alvo e o levantamento de potencialidades e restrições institucionais.

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Medium 9788536305080

1. A problemática da relação com o saber

Bernard Charlot Grupo A PDF Criptografado

1

A problemática da relação com o saber*

A RELAÇÃO COM O SABER:

QUESTÃO ANTIGA, NOÇÃO NOVA

A questão da relação com o saber não é nova. Poder-se-ia mesmo sustentar que ela atravessa a história da filosofia clássica, pelo menos até Hegel. Foi apresentada por Sócrates quando este disse “Conhece-te a ti mesmo”; é a questão do debate entre Platão e os sofistas; está no âmago da “dúvida metódica” de

Descartes e do cogito que vem em seguida; está muito presente na Fenomenologia do Espírito, de Hegel, tanto no próprio movimento da obra (o do Espírito que toma formas objetivas e subjetivas no percurso da História) como em análises particulares (especialmente a da dialética do mestre e do escravo).1

A questão da relação com o saber científico também não é nova. Além de ser, em parte, tratada através da anterior, é central na obra epistemológica e histórica de Bachelard. Mesmo que ele não utilize a expressão “relação com o saber científico”, é exatamente a isso que se refere quando escreve, desde 1938, em A Formação do Espírito Científico: “O espírito científico deve-se formar contra a natureza (...), contra o fato colorido e diverso. O espírito científico deve-se

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Medium 9788547223120

Dicas e cuidados nas citações e referências

NIELSEN, Flávia Angeli Ghisi ; OLIVO, Rodolfo ; MORTILHAS, Leandro José Editora Saraiva PDF Criptografado

7

Citaçõe s e r ef er ênci a s 2 0 3

Dicas e cuidados

nas citações e referências

●● Embora muitos pesquisadores que se enveredam para o mundo da pesquisa científica se incomo-

dem com o excesso de regras para as citações de autores e referências das fontes utilizadas, a citação por completo é a única forma de localização de uma obra. Quando um pesquisador lê um trabalho e se interessa por um estudo nele referenciado, dificilmente conseguiria localizar essa obra se faltassem informações importantes, como a página, o nome do autor, a editora, o local de publicação etc.

●● O pesquisador experiente não deixa para colocar as referências completas somente após ter aca-

bado o trabalho. Assim que um autor for citado no texto, ele deve ser incluído na referência, por completo, de imediato. Localizar posteriormente detalhes complementares de obras já citadas de forma incompleta é uma tarefa árdua, que com certeza demandará muito mais tempo do que fazer a referência de imediato. Por essa razão, sugere-se ao pesquisador criar um arquivo específico para as referências e, a cada nova citação ao longo do trabalho, já preencher a referência completa nesse arquivo, incluindo todas as informações de acordo com a ABNT (ou outra norma).

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Medium 9788536317724

Capítulo 55. Diabete VI: diabete tipo 2 e resistência insulínica no fígado

J.G. Salway Grupo A PDF Criptografado

Diabete VI: diabete tipo 2 e resistência insulínica no fígado

55

Diagrama 55.1 (página ao lado)

Vias metabólicas e possíveis locais de resistência à insulina no fígado no diabete tipo 2. Quando falha a ação insulínica, as proteínas sinalizadoras estão no estado mostrado em vermelho. Em particular, a insulina é incapaz de ativar o AMP cíclico fosfodiesterase-3 e, então, acumula AMP cíclico. Isso permite que os efeitos de contrarregulação hormonal do glucagon dominem e que as vias mostradas em vermelho operem.

Sinalização insulínica

A insulina estimula a transcrição de alguns genes envolvidos no metabolismo da glicose e na lipogênese, incluindo genes codificadores da glicocinase, gliceraldeído 3-fosfato deidrogenase, piruvato-cinase, enzima málica, acetil-CoA carboxilase e ácido graxo sintase. De modo inverso, a insulina inibe a transcrição de genes gliconeogênicos que codificam fosfoenolpiruvato carboxicinase

(PEPCK), frutose 1,6-bifosfatase e glicose 6-fosfatase. Consequentemente, defeitos nos mecanismos de sinalização, por exemplo, pela via PDK/PKB (ver

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Medium 9788536311104

1. PRELÚDIOS PSICOMOTORES DO PENSAMENTO: INTRODUÇÃO À OBRA DE WALLON

Vitor da Fonseca Grupo A PDF Criptografado

PRELÚDIOS PSICOMOTORES

DO PENSAMENTO: introdução à obra de Wallon

FUNDAMENTO BIOPSICOSSOCIAL

DO PENSAMENTO

Para Henri Wallon (1930, 1931, 1947), a atividade da criança começa por ser elementar e é essencialmente caracterizada por um conjunto de gestos sincréticos com significado filogenético, gestos de sobrevivência que já são, de saída, a expressão de uma modulação tônica e emocional de ajustamento ao meio ambiente.

Segundo Wallon (1937, 1950, 1969, 1970a), entre o indivíduo e o seu meio há uma unidade indivisível. Não há separação possível entre o indivíduo e o meio ambiente (sociedade, ecossistemas), isto é, não há oposição entre o desenvolvimento psicobiológico e as condições sociais que o justificam e motivam.

A sociedade é para o homem uma “necessidade orgânica” que determina o seu desenvolvimento e, portanto, a sua inteligência. A apropriação do conhecimento é um patrimônio extrabiológico inerente ao grupo social no qual vai evoluir e coexistir. No ser humano, o desenvolvimento biológico, ou seja, a sua maturação neurológica, e o desenvolvimento social, ou seja, a incorporação da experiência social e cultural, melhor dito, a sociogênese, são condições um do outro.

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Medium 9788536310442

3. Paciente Obsessivo-compulsivo

Roger A. Mackinnon Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 3

PACIENTE OBSESSIVO-COMPULSIVO

C

om freqüência, encontramos a personalidade obsessivo-compulsiva na prática clínica. O paciente obssessivo-compulsivo possui um dos tipos mais consistentes, rígidos e, por conseqüência, previsíveis de personalidade. Ele é facilmente reconhecido devido a uma natureza controladora e as características como procrastinação, ambivalência, indecisão, perfeccionismo e ausência de receptividade emocional. Esse quadro clínico está bem descrito no DSM-IV-TR.

Os critérios diagnósticos do DSM-IV-TR para o transtorno da personalidade obsessivocompulsiva são apresentados na Tabela 3.1.

Historicamente, o transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) era visto como o ancestral do transtorno da personalidade obsessivo-compulsiva. Agora, acredita-se que ele seja uma entidade distinta, com um substrato neurobiológico significativo. Atualmente, está classificado no grupo dos transtornos de ansiedade (Tab. 3.2).

O TOC pode ter início na infância, mas, em geral, manifesta-se na adolescência ou no início da vida adulta. É considerado como seqüela comportamental de um distúrbio cerebral envolvendo os gânglios da base, portanto, está relacionado aos transtornos de tique e à síndrome de Tourette. O transtorno da personalidade obsessivo-compulsiva pode ser considerado uma adaptação psicológica ao

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Medium 9788536306063

Músculos da Face e da Cabeça

Robert J. Stone Grupo A PDF Criptografado
Medium 9788547223120

4.3 Tipologia de pesquisa

NIELSEN, Flávia Angeli Ghisi ; OLIVO, Rodolfo ; MORTILHAS, Leandro José Editora Saraiva PDF Criptografado

4

Mé todo d e p es q u isa 1 0 9

Ademais, caso o desenvolvimento da pesquisa exija mais de uma etapa, vale a pena, a fim de auxiliar na compreensão do leitor, elaborar um quadro, sintetizando-as. O Quadro 4.1, adaptado de Guedes, é um exemplo de como sintetizar as diferentes etapas de pesquisa em um quadro.

Quadro 4.1 Caracterização do método de pesquisa

Critérios

Etapa 1

Etapa 3

Etapa 2

Tipo de pesquisa

Exploratório

Exploratório

Exploratório

Natureza da pesquisa

Qualitativa

Qualitativa

Qualitativa

Método

Levantamento de dados

Opinião de especialistas

Delphi

Amostra

Executivos de duas grandes associações do varejo farmacêutico

Dez especialistas do setor de varejo, como varejistas e fornecedores

Coleta de dados

Livros, revistas, jornais, publicações do setor e auditorias de mercado

Entrevista pessoal com questionário semiestruturado

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Medium 9788536317724

Capítulo 38. Metabolismo de aminoácidos a glicose no jejum prolongado e durante o período pós-prandial

J.G. Salway Grupo A PDF Criptografado

Metabolismo de aminoácidos a glicose no jejum prolongado e durante o período pós-prandial

38

No fígado, a mudança do modo gliconeogênico para o glicolítico no estado pós-prandial é um processo lento

Durante jejum prolongado, quando as reservas de glicogênio foram exauridas, as proteínas musculares são degradadas a aminoácidos e usadas pelo fígado para a gliconeogênese, mantendo o suprimento de glicose, que é vital para o cérebro. O importante papel da alanina como precursor gliconeogênico foi descrito no Capítulo36.

Quando ocorre uma refeição após jejum prolongado, o fígado não faz mudança instantânea do modo gliconeogênico para o glicolítico, mesmo que receba ampla carga de glicose oriunda dos intestinos. No recente estado pós-prandial, os efeitos dos hormônios gliconeogênicos e lipolíticos persistem, e a β-oxidação dos ácidos graxos continua. Consequentemente, amplas quantidades de acetilCoA são produzidas, as quais inibem a piruvato deidrogenase, favorecendo, a gliconeogênese no fígado. Sob essas condições, os aminoácidos derivados da digestão de proteínas absorvidas do trato gastrintestinal podem ser empregados na gliconeogênese, como mostrado no Mapa 38.1 e descrito a seguir.

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Medium 9788536320809

Estudos de questionário 2: concordância entre avaliadores

Rafael Perera Grupo A PDF Criptografado

Estudos de questionário 2: concordância entre avaliadores

Questão: quais são os critérios necessários para avaliar a qualidade das informações produzidas para o público sobre testagem e rastreamento genético?

Shepperd et al. Eur J Hum Gen 2006;14:1179-88.

Foram coletados dados a respeito de itens de informações sobre testagem e/ ou rastreamento para condições genéticas selecionadas. Cada item foi avaliado com o uso de uma escala de Likert.

Os dados foram analisados com o uso de uma medida de concordância entre avaliadores. A estatística Kappa com pesos quadráticos foi usada para avaliar o nível de concordância.

Escala de Likert

Uma escala de Likert de cinco pontos (1, 2, 3, 4, 5), com âncoras 1 = “não, o critério não foi preenchido” e 5 = “sim, o critério foi preenchido”, foi usada para avaliar cada item na escala. O objetivo foi criar um escore válido; o que interessa não é o valor real registrado para cada item, mas se os valores são confiáveis.

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Medium 9788573077742

Capítulo 2. Trabalho das representações na formação dos professores

Léopold Paquay, Philippe Perrenoud, Marguerite Altet, Évelyne Charlier Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

TRABALHO DAS REPRESENTAÇÕES

NA FORMAÇÃO DOS PROFESSORES

Simone BAILLAUQUÈS

2

O questionamento das representações tornou-se algo comum no campo da educação. Uma espécie de “moda” parece mesmo ter-se instalado: não há formador ou professor, hoje, que não deseje “fazer aflorar” as representações dos adultos ou dos alunos sob sua responsabilidade. Ele fala em “se apoiar” nessas representações e em “transformá-las”, em um impulso poético-didático que poderia muito bem estar ligado a uma mística. Todavia, é difícil evitar a abordagem das representações por aqueles que trabalham com a formação, com o ensino ou, ainda, com a pesquisa nessas áreas. Nós a praticamos, mas talvez sem pôr em prática na mesma medida a devida circunspecção.

Estas páginas representam uma tentativa neste sentido: um ensaio de análise teórica e de reflexão metodológica relativa ao trabalho das representações do ofício e da formação dos professores. Baseamo-nos principalmente em uma pesquisa realizada pelo Instituto National de Recherche Pédagogique sobre a Modulação da Formação dos Professores (Baillauquès, Kempf e Rousvoal, 1995). Seu principal objetivo é estudar formas de personalização da formação relacionadas

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Medium 9788571440807

Capítulo 7: MEDIDAS DE DISPERSÃO OU DE VARIABILIDADE

ANTONIO ARNOT CRESPO Editora Saraiva PDF Criptografado

110

ESTATÍSTICA SÉRIE EM FOCO

b)

9. Calcule a mediana de cada uma das distriESTATURAS (cm)

fi

150 ı– 158

5

158 ı– 166

12

166 ı– 174

18

174 ı– 182

27

182 ı– 190

8

Σ = 70

buições do exercício 8.

10. Calcule a moda de cada uma das distribuições do exercício 8.

11. Calcule o primeiro e o terceiro quartis das distribuições do exercício 8.

12. Calcule o 10o, o 1o, o 23o, o 15o e o 90o percentis da distribuição b do exercício 8.

13. A curva de frequência acumulada serve

c)

para determinar:

SALÁRIOS (R$)

fi

500 ı– 700

18

700 ı– 900

31

1.900 ı– 1.100

15

c) a mediana.

1.100 ı– 1.300

3

d) a moda.

1.300 ı– 1.500

1

e) o desvio padrão.

1.500 ı– 1.700

1

1.700 ı– 1.900

1

Σ = 70

a) a lei do acaso. b) a média.

14. Uma curva simétrica se caracteriza pelo seguinte atributo: a) É assimétrica à esquerda. b) A moda é maior que a mediana e a

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Medium 9789724423326

As convulsões de 1956 e de 1968

Rui Bebiano Editora Almedina PDF Criptografado

NO LABIRINTO DE OUTUBRO

«alguns escritores estão destinados a duas m

­ ortes: a primeira em vida e a segunda na memória», acrescentando que os mais felizes podem ser ressuscitados da segunda morte por circunstâncias culturais ou pela sorte de a sua obra ser encontrada por alguém capaz de a trazer à luz do dia.400 Todavia, a obra de Serge parece não ter podido ainda superar a ostracização a que foi submetida, não só porque foi escrita numa época na qual, fora da União Soviética, os proscritos do modelo de socialismo fixado por Estaline eram julgados ad hoc como traidores e silenciados, mas porque estes lhe colaram a marca infamante de «anticomunismo» que ainda não se extinguiu.

As convulsões de 1956 e de 1968

Construída num tempo mais tardio e em momentos diversos, e desenvolvida já inteiramente fora do território da União Soviética,

é muito importante para a compreensão histórica das projeções de

Outubro a reapreciação parcial do seu modelo aqui insistentemente referido. Neste contexto, é crucial, como se disse, o papel desempenhado pela chamada Nova Esquerda, em larga medida potenciadora do papel dos intelectuais na adequação da teoria marxista da revolução a tempos e a realidades políticas e culturais em rápida transformação a partir do final da Segunda Guerra Mundial. A sua afirmação passou por duas fases iniciais, associadas a duas importantes âncoras históricas que tiveram lugar em dois anos identificados de uma forma objetiva: o de 1956 e o de 1968.

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