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Medium 9788573074260

As Variáveis que Configuram a Prática Educativa

Antoni Zabala Grupo A PDF Criptografado

16 / ANTONI ZABALA

causa-efeito são inviáveis. Certamente nosso marco de análise deve se configurar mediante modelos mais próximos à teoria do caos – em que a resposta aos mesmos estímulos nem sempre dá os mesmos resultados – do que a modelos mecanicistas. No entanto, em qualquer caso, o conhecimento que temos hoje em dia é suficiente, ao menos, para determinar que existem atuações, formas de intervenção, relações professor-aluno, materiais curriculares, instrumentos de avaliação, etc., que não são apropriados para o que pretendem.

Necessitamos de meios teóricos que contribuam para que a análise da prática seja verdadeiramente reflexiva. Determinados referenciais teóricos, entendidos como instrumentos conceituais extraídos do estudo empírico e da determinação ideológica, que permitam fundamentar nossa prática; dando pistas acerca dos critérios de análise e acerca da seleção das possíveis alternativas de mudança. Neste livro tentaremos concretizá-los em dois grandes referenciais: a função social do ensino e o conhecimento do como se aprende. Ambos como instrumentos teóricos facilitadores de critérios essencialmente práticos: existem modelos educativos que ensinam certas coisas e outros que ensinam outras, o que já é um dado importante. Existem atividades de ensino que contribuem para a aprendizagem, mas também existem atividades que não contribuem da mesma forma, o que é outro dado a ser levado em conta.

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Medium 9788536302287

Capítulo 18. O ensino e a aprendizagem da alfabetização: uma perspectiva psicológica

César Coll; Álvaro Marchesi; Jesús Palacios Grupo A PDF Criptografado

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O ensino e a aprendizagem da alfabetização: uma perspectiva psicológica

ISABEL SOLÉ E ANA TEBEROSKY

INTRODUÇÃO

A descrição dos processos de aprendizagem da leitura e da escrita mudou radicalmente a partir da década de 1980. Essa mudança provocou a progressiva substituição de posições que os consideravam como um compêndio de habilidades e de subhabilidades por outras que acentuam sua complexidade e sua globalidade, como processos que implicam várias dimensões e que põem em jogo não apenas aspectos cognitivos, mas também emocionais, culturais e sociais. Durante essas últimas décadas, interessaram-se por seu estudo pesquisadores não só de diferentes disciplinas, como também de diferentes orientações dentro de uma mesma disciplina.

Este capítulo apresenta, de forma necessariamente sintética, uma revisão dos estudos sobre a leitura e a escrita da perspectiva psicológica, revisão que coincide com as orientações mais importantes da própria psicologia. As conhecidas perspectivas behavioristas, cognitivas e construtivistas da psicologia também são representadas nos estudos sobre a alfabetização, proporcionando explicações peculiares e enfatizando diversos aspectos do processo. No primeiro item, descrevem-se as concepções que têm sobre a aprendizagem inicial da leitura e da escrita, assinalando os dados que cada uma proporciona, os aspectos que enfatiza e as limitações consideradas mais relevantes. O segundo item aborda de forma integrada os processos de leitura e de escrita posteriores à alfabetização inicial, acentuando, de uma óptica

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Medium 9788565848992

Capítulo 5 - Conhecendo os Sólidos Geométricos

Katia Stocco Smole; Maria Ignez Diniz; Patrícia Cândido Grupo A PDF Criptografado

K ÁTIA S TOCCO S MOLE

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M ARIA I GNEZ D INIZ

5

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P ATRÍCIA C ÂNDIDO

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Conhecendo os Sólidos

Geométricos

O

s sólidos geométricos desempenham um papel importante no trabalho com a geometria na Educação Infantil. A razão disso é que eles podem constituir-se em um contexto rico tanto para desenvolver a percepção espacial dos alunos quanto para permitir que eles estabeleçam relações entre a geometria e o mundo físico que os rodeia, uma vez que os sólidos são figuras que normalmente estão presentes nos objetos e nos cenários com os quais as crianças têm contato, tais como embalagens, construções, esculturas e brinquedos.

Trabalhar desde a Educação Infantil com sólidos geométricos também permite o desenvolvimento de um vocabulário específico sobre suas características – faces, vértices, arestas, nomes dos sólidos – e a percepção da relação entre figuras planas e não planas.

Enquanto manipula, constrói e representa objetos tridimensionais e a partir das intervenções que o professor faz, problematizando cada atividade, a criança descobre formas, percebe dimensões, observa semelhanças e diferenças, desenvolve noções de perspectiva, nota que alguns sólidos são limitados somente por figuras planas, enquanto outros são arredondados.

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Medium 9788565848848

Capítulo 2 - Holocausto – o conceito

Nilton Mullet Pereira; Ilton Gitz Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 2

Holocausto – o conceito

O

termo Holocausto é utilizado para denominar a destruição sistemática da população judaica europeia, levada a efeito pelos nazistas no período da Segunda Guerra Mundial. O conceito deriva do termo grego holókauston, tradução do termo bíblico hebraico olá, que era o sacrifício a Deus.

Nesse ritual, o sacrifício era totalmente consumido pelo fogo.

O termo Holocausto foi difundido principalmente na década de

1950. Atual­mente, em vários países, vem sendo utilizado o termo Shoah para designar o acontecimento em questão. Shoah é uma palavra que vem do hebraico e que é utilizada na Bíblia para designar um cataclismo terrível. Essa palavra foi utilizada pela primeira vez em Jerusalém em 1940, em um folheto publicado pelo Comitê Unido de Ajuda aos Judeus na Polônia, em que se incluíam testemunhos e documentos que mostravam a perseguição sistemática contra os judeus na Polônia desde setembro de 1939.

A adoção desse termo foi amplamente divulgada com o sucesso do documentário Shoah (1985), de Claude Lanzman.

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Medium 9788584291335

Urbanização

Rafael Guerra Ortiz Grupo A PDF Criptografado

CHANCES DE CAIR NO ENEM

CIÊNCIAS HUMANAS

URBANIZAÇÃO

PROCESSO DE URBANIZAÇÃO

Nos países centrais: urbanização mais antiga (ocorreu de forma mais lenta e organizada);

Nos países subdesenvolvidos industrializados: apresentam taxas de urbanização iguais ou até superiores às de países desenvolvidos, alcançadas num espaço de tempo muito inferior e de forma desorganizada;

Nos países subdesenvolvidos não industrializados: apresentam baixos índices de urbanização.

FENÔMENOS URBANOS

A população mundial residente em áreas urbanas (2010) chegou a

52%, com graus diferenciados entre países desenvolvidos e América do Sul e Central (75%) e países subdesenvolvidos (37%). Com o aumento da urbanização surgem os chamados fenômenos urbanos:

Conurbação

Aglomerações Urbanas

Regiões Metropolitanas

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Metrópoles

Megalópoles

Megacidades

Cidades Globais

Tecnopolos ou Cidades Tenoclógicas

URBANIZAÇÃO DO BRASIL

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Medium 9788536304281

Capítulo 9 - Própria Mente

Howard Gardner Grupo A PDF Criptografado

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Mudando a Própria Mente

No início deste livro, descrevi como o autor Nicholson Baker veio a mudar de idéia em relação à mobília que escolheria para o seu apartamento. Quando antes ele estava convencido de que queria uma mobília exótica, consistindo – imaginem só – em escavadeiras, certo dia deu-se conta de que rejeitara a idéia.

E mais, ele não conseguia identificar o momento exato em que mudara de idéia ou como isso acontecera; acontecera gradualmente, ao longo do tempo, presumivelmente em resultado de algumas pequenas mudanças em suas percepções e representações mentais.

Na verdade, de todas as mudanças mentais que analisamos até o momento neste livro, de líderes se dirigindo às suas nações a terapeutas interpretando os sonhos de um frágil paciente, o terreno de como as mudanças acontecem em nossa própria mente talvez seja o mais intrigante. A nossa mente muda ou porque nós queremos mudá-la ou porque acontece algo em nossa vida mental que justifica uma mudança. Conforme Baker também nos lembra, a mudança pode ocorrer em qualquer esfera: nossas crenças políticas, nossas crenças científicas, nosso credo pessoal, nossa visão de nós mesmos. Às vezes, a mudança mental é tranqüila e congenial, mas pode ser especialmente pungente quando altera o nosso espaço de vida de maneira fundamental.

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Medium 9788582713822

Capítulo 7 - Fundamentos do treinamento do sistema locomotor

Craig Liebenson Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

7

Craig Liebenson, Jason Brown e Jeff Cubos

Fundamentos do treinamento do sistema locomotor

O OBJETIVO DO TREINAMENTO

O objetivo do treinamento é promover o desenvolvimento atlético e a prevenção de lesões (durabilidade), a fim de melhorar o desempenho (ver Capítulo 31). Desenvolver o atleta requer uma abordagem integrada, que foque na pessoa por completo, em vez de apenas em componentes individuais. Vern Gambetta, um técnico muito respeitado, disse: “Todos os componentes do desempenho físico: força, potência, velocidade, agilidade, resistência e flexibilidade, devem ser desenvolvidos.” (1). Técnicos em desenvolvimento atlético melhoram o desempenho preparando os atletas a ser adaptáveis e a lidar com todas as demandas necessárias para competir (ver Capítulo 32).

A meta do treinamento é “causar adaptações biológicas a fim de melhorar o desempenho em uma tarefa específica.”

McArdle e Katch (2)

Atletas que evitam as lesões e/ou se recuperam de imediato são capazes de desenvolver suas habilidades com mais rapidez e em níveis mais elevados, em razão do treinamento e da prática constantes. Em contrapartida, atletas

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Medium 9788584290123

Capítulo 15 - Formação de professores – tecnologia educacional

Cláudia da Mota Darós Parente; Luiza Elena L. Ribeiro do Valle; Maria José Viana Marinho de Mattos Grupo A PDF Criptografado

Formação de professores – tecnologia educacional

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Maria Cristina Ravaneli de Barros O’Reilly

Introdução

A educação é hoje uma prioridade discutida no mundo inteiro. Diferentes países, de acordo com suas características históricas, promovem reformas, proclamando tornar seus sistemas mais eficientes e equitativos na busca por uma nova cidadania. Dentre as exigências está a capacidade de enfrentar a revolução tecnológica que se instalou no processo produtivo, acrescida de seus desdobramentos políticos, sociais e éticos.

A partir da década de 1990, ou mesmo um pouco antes, algumas ideias relativas à formação de professores já mencionavam essa dimensão global. Desde então, autores e estudiosos têm desenvolvido análises sobre o tema e suas repercussões vêm contribuindo, de modo efetivo, para diversos debates e tomadas de decisão.

É pano de fundo deste panorama a tendência à manutenção de uma economia globalizada. Assim, o ingresso da América Latina, neste cenário, se deu com significativas dificuldades, em detrimento às crises políticas, financeiras e sociais.

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Medium 9788536317687

4 O tênis nas escolas: uma prática apropriada à cultura escolar

Balbinotti, Carlos Grupo A PDF Criptografado

O ensino do tênis

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4

O TÊNIS NAS ESCOLAS: UMA PRÁTICA

APROPRIADA À CULTURA ESCOLAR

Juarez Müller Dias

Osvaldo André Furlaneto Rodrigues

Este capítulo trata de uma prática social apropriada à cultura escolar do Ensino Fundamental desenvolvida por estratégias e uso de tecnologias e metodologias simplificadas em projeto voltado ao ensino-aprendizagem do tênis como modalidade de iniciação esportiva no âmbito da rede escolar do estado de Santa Catarina.

A idéia central se pauta no trabalho do professor de educação física com crianças de 7 a 15 anos em aprendizagem do jogo básico do tênis na escola. Esse trabalho é desenvolvido por meio da utilização de materiais de baixo custo como parte de um processo de inclusão social, com vistas

à iniciação de alunos nessa modalidade esportiva em ambientes organizados de acordo com a cultura escolar vigente.

A CULTURA ESCOLAR NO

ENSINO FUNDAMENTAL

A dimensão das práticas escolares se faz fundamental para se estudar a cultura escolar. A aproximação com o estudo da cultura escolar como objeto de investigação vem se dando sob a tônica da atenção

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Medium 9788563899385

Apêndice C. Uso das tecnologias assistivas

Corinne Smith; Lisa Strick Grupo A PDF Criptografado

Apêndice C

Uso das tecnologias assistivas

Dr. Jitka Sinecka

Muitas pessoas ficam confusas com a palavra tecnologia. Quando elas escutam “tecnologia assistiva”, primeiro pensam em computadores.

As tecnologias assistivas certamente incluem os computadores, mas o termo se refere a uma série enorme de acomodações e adaptações que permitem às pessoas portadoras de incapacidades funcionar com maior facilidade e independência.

Estas incluem itens não muito técnicos e de baixo custo, como canetas marca­‑texto coloridas, notas autoadesivas, Wiki Stix, um fichário de escritório que pode funcionar como uma prancha inclinada para um teclado ou uma poltrona confortável em um canto quieto com boa iluminação. Como ilustra a história de Simone apresentada na página

349, a geladeira de sua casa se torna uma tecnologia assistiva quando é usada como um quadro de avisos para ajudar um aluno a se lembrar do que precisa fazer.

No entanto, os computadores são uma parte importante da tecnologia assistiva, porque abrem muitas possibilidades excitantes de comunicação, escrita e leitura, busca de informações, organização de ideias ou controle do próprio ambiente. O seu valor para as pessoas com necessidades especiais está refletido pelos meios crescentes que temos para operá­‑los: além do mouse, de track balls, telas de toque e teclados alternativos, há computadores que respondem a comandos de voz, indicações de cabeça, piscar de olhos e/ou movimento de quase qualquer parte funcional do corpo. Os computadores podem ajudar a comunicação convertendo texto em fala ou fala em texto; conseguem ajudar na alfabetização e no acesso de informações escaneando­‑as e lendo o texto em voz alta; permitem ajudar os indivíduos com a organização das tarefas e dos horários, e até mesmo com a recreação.

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Medium 9788536307039

14. Contando Pontos

Stocco Smole, Kátia Cristina Grupo A PDF Criptografado

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Smole, Diniz & Cândido

5. A cada jogada, os números escolhidos pelos jogadores devem ser escondidos por fichas ou outro tipo de marcador.

6. Se o jogador efetuar a operação de forma errada, ele perde a vez de jogar.

7. Depois de cinco jogadas para cada jogador, ganha o que tiver o maior total de pontos.

UMA VARIAÇÃO POSSÍVEL PARA ALUNOS A PARTIR DO 5o ANO

Cada jogador, na sua vez, escolhe um dos números do quadro (que não poderá mais ser escolhido por outro jogador) e faz a opção de multiplicá-lo por 10, 100 ou 1.000.

Decide em que caixa de pontos está o resultado da divisão e marca os pontos obtidos.

Cada jogador deve escolher pelo menos uma vez cada um dos divisores 10,

100 ou 1.000.

Depois de cinco jogadas para cada jogador, ganha o que tiver o maior total de pontos.

ALGUMAS EXPLORAÇÕES POSSÍVEIS A PARTIR DA VARIAÇÃO

Na versão mais simples, envolvendo adição e subtração, você pode encaminhar para que os alunos compreendam diferentes estratégias de cálculo.

Na versão mais difícil, também é possível prever alguns questionamentos.

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Medium 9788565848428

Capítulo 9 | Competências docentes para o uso de metaversos na educação a distância

Patricia Alejandra Behar Grupo A PDF Criptografado

Competências docentes para o uso de metaversos na educação a distância

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Patricia Alejandra Behar, Sandra Andrea Assumpção Maria

INTRODUÇÃO

Na educação a distância (EAD), ao longo do tempo, muitos recursos tecnológicos foram integrados ao processo de ensino e aprendizagem. Diante disso, surgiu a necessidade de construir e aprimorar novas formas de comunicação e interação entre os envolvidos (professores, alunos, tutores, gestores, entre outros) e as tecnologias que fazem parte da EAD.

A partir das experiências nesse contexto, foi possível conceber que se estava à frente de um novo paradigma ao refletir sobre o uso de metaversos no âmbito educacional. Tal conjuntura mostrou uma perspectiva de trabalho diferenciada, em que as competências emergem como uma nova visão de proposta para o uso dessas tecnologias digitais na EAD.

Portanto, o advento dos metaversos ocasionou uma acelerada expansão e um forte interesse na exploração e compreensão do seu potencial para a educação. Inúmeras instituições de ensino se inseriram nesse universo.

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Medium 9788565848428

Capítulo 8 | Competências para a prática pedagógica na educação a distância: uma análise a partir do modelo pedagógico

Patricia Alejandra Behar Grupo A PDF Criptografado

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Competências para a prática pedagógica na educação a distância uma análise a partir do modelo pedagógico

Maira Bernardi, Silvia Ferreto da Silva Moresco,

Patricia Alejandra Behar

INTRODUÇÃO

No âmbito educativo, a temática das competências tem sido pauta nas discussões sobre a qualidade do processo de ensino e aprendizagem nos diferentes níveis educacionais.

Nesse contexto, a abordagem pedagógica das competências tem focado o planejamento pedagógico, sua aplicação nas salas de aula e o modelo de avaliação. Visa-se, assim, atender ao perfil almejado para o aluno egresso com vistas

às necessidades profissionais e sociais. Logo, o ensino por competências é considerado uma possibilidade para atender às novas demandas educacionais.

A partir dessa realidade, este capítulo busca conhecer e compreender quais as competências docentes necessárias para a prática pedagógica na educação a distância (EAD).

Para isso, parte-se da análise da didática e suas contribuições para a educação a distância. A seguir, é trazido um levantamento acerca dos estudos de autores que contribuem para a reflexão sobre o estabelecimento dos saberes necessários à docência. Dentre esses saberes, é enfatizada a importância do planejamento pedagógico, evidenciando as concepções teóricas acerca dos modelos pedagógicos e seus elementos. Nesse sentido, as arquiteturas pedagógicas são abordadas como um de seus desdobramentos. Parte-se, assim, para o estado da arte acerca das competências docentes, buscando reunir referências que procuram orientar as práticas educativas na modalidade a distância.

Com isso, é proposta uma aproximação das concepções de competência, prática pedagógica, didática e modelo pedagógico, ressaltando a conver-

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Medium 9788564519077

6. Inquietações sobre os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia que desafiam a educação profissional

Pacheco, Eliezer Moreira Grupo A PDF Criptografado

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Inquietações sobre os institutos federais de educação, ciência e tecnologia que desafiam a educação profissional

Fábio Azambuja Marçal e Guilherme Brandt de Oliveira

Introdução

Neste momento, pretendemos problematizar questões atuais sobre a educação profissional, em especial aquelas que passam pelos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia (IFs). Apontamos para essas instituições como mais um passo, dentro da história da educação profissional no

Brasil, de extensa trajetória. Partimos do princípio de que tal modalidade de escolarização teve diversos momentos e propostas, configurando-se de acordo com o contexto histórico-social em que foi ofertada. Suas variações ocorreram em sintonia com as mudanças políticas, econômicas e sociais que se efetivaram na história brasileira.

Fundamentaremos nossas análises sobre os IFs a partir da tensão capital e trabalho. Sinalizando para uma análise de que a política dos Institutos Federais se configura como um espaço de disputas vivas e pulsantes, podendo se situar no campo de interesse do capital, bem como na perspectiva do trabalho.

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Medium 9788584291779

Capítulo 2. Dando início às Conversas Numéricas

Cathy Humphreys; Ruth Parker Grupo A PDF Criptografado

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Dando início às

Conversas Numéricas

Vamos começar! As dicas e orientações dadas aqui lhe auxiliarão com esta prática pedagógica gratificante, independentemente de você ser novo ou experiente com

Conversas Numéricas. Nosso livro não tem sequências de problemas a serem seguidas. Em vez disso, apresenta exemplos de como e por que escolher problemas para que você possa adequar cada Conversa Numérica aos seus alunos. E, embora possa parecer que estamos sugerindo o mesmo tipo de problemas de forma repetida, na verdade, não estamos. Existe uma dança entre apoiar e ampliar a compreensão dos estudantes; sua coreografia está baseada no que você aprende sobre seus alunos cada vez que realiza uma Conversa Numérica. Esta se tornará sua própria avaliação formativa em ação!

A descrição a seguir é o mais próximo de uma receita que você irá encontrar neste livro. Cada passo na rotina tem uma justificativa. (Nota: A maioria dos professores propõe as Conversas Numéricas enquanto os alunos estão acomodados como de costume em suas mesas, a menos que a sala seja suficientemente grande para reuni-los em um semicírculo, em que podem deixar para trás os lápis e seja mais fácil manter o foco.)

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