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Medium 9788536305028

Capítulo 8. Do jogo ao esporte

Juan Antonio M. Murcia Grupo A PDF Criptografado

Aprendizagem através do jogo

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Do jogo ao esporte

JUAN ANTONIO MORENO MURCIA

PEDRO LUIS RODRÍGUEZ GARCÍA

INTRODUÇÃO

Um ponto de atenção especial na utilização do jogo no âmbito escolar são as relações com a aprendizagem esportiva, nas quais precisamos levar em conta uma série de aspectos para não desvirtuar os fins educativos das atividades lúdicas ou dos jogos de iniciação esportiva (Moreno e Rodríguez, 1996).

Todos temos consciência dos benefícios que as atividades físicas adequadamente planejadas podem originar na formação física e mental dos estudantes. Mas parece haver uma controvérsia em setores educativos especializados sobre os valores que tais atividades podem representar para as crianças. Não se questionam os efeitos positivos em nível corporal, mas o fato de que o esporte pode ser um veículo portador de valores antieducativos na formação das crianças. José María Cagigal (1959) afirmou: “Gritam uns contra o esporte adulterado, que identificam como profissionalismo. Outros contra tudo o que seja esporte, sempre que não guarde seu justo limite” e “O esporte é endeusamento do corpo; voltaremos ao paganismo; a um paganismo narcisista, cem vezes pior que o materialismo ingênuo de povos primitivos”.

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Medium 9788565848824

Capítulo 8 - Aplicativos de informática: como usar aplicativos de informática para otimizar os processos da gestão escolar

Josiane Carolina Soares Ramos do Amaral Grupo A PDF Criptografado

Silvia de Castro Bertagnolli

Patrícia Nogueira Hübler

capítulo 8

Aplicativos de informática

Como usar aplicativos de informática para otimizar os processos da gestão escolar

Neste capítulo, abordaremos três aplicativos de informática que podem contribuir para a gestão escolar: editor de textos, planilha eletrônica e apresentações com slides. A ideia é sempre propor algum problema e apresentar como os aplicativos podem auxiliar na resolução deste, mostrando como aplicar suas diversas e diferentes ferramentas.

Objetivos deste capítulo

Identificar o que são aplicativos e quando utilizá-los.

Empregar as principais funcionalidades de um editor de texto.

Utilizar uma planilha eletrônica.

Estruturar apresentações e slides.

O ambiente escolar tem utilizado tecnologias de informação e comunicação (TICs) para as práticas pedagógicas, bem como para a gestão educacional. Existem diversas ferramentas que atendem a estes fins, mas neste capítulo nos concentraremos em descrever especificamente três tipos de aplicativos de informática.

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Medium 9788584291151

Untitled

Lilian Bacich; José Moran Grupo A PDF Criptografado

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Design thinking na formação de professores: novos olhares para os desafios da educação

Julciane Rocha

Design thinking (DT) é o nome dado à apropriação por outras áreas do conhecimento da metodologia e sistemática utilizada pelos designers para gerar, aprimorar ideias e efetivar soluções. O DT tem características muito particulares que visam facilitar o processo de solução dos desafios cotidianos com criatividade e de forma colaborativa. Graças a elas, pode-se dizer que o DT provoca a inovação e a ação prática.

Essa abordagem ficou conhecida mundialmente pelas publicações da empresa de design IDEO, que apostou no seu potencial para provocar transformações em diferentes espaços da sociedade. Embora algumas experiências tenham sido mapeadas em anos anteriores, foi em 2009 que a designer Kiran Bir Sethi (Índia) tornou pública a sua inspiração no design thinking para a transformação das diretrizes de sua escola, criando um movimento denominado Design for Change.1

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Medium 9788522478392

Parte I - 9 A elaboração de seminários

ANDRADE, Maria Margarida de Grupo Gen PDF Criptografado

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A elaboração de seminários

O Seminário constitui uma das técnicas mais eficientes de aprendizagem, quando convenientemente elaborado e apresentado. É preciso ressaltar que Seminário não se limita à elaboração do resumo de um texto e sua apresentação oral, quase sempre improvisada e monótona, diante de uma classe desatenta, alheia ao conteúdo da exposição.

Para que o Seminário surta os efeitos desejados, que inclui o treinamento do trabalho em grupo, quando essa modalidade é adotada, torna-se indispensável o conhecimento da sua natureza e finalidades, bem como das técnicas de elaboração e apresentação.

9.1 Seminário: conceito e finalidades

Antes de mais nada, faz-se necessário apontar o conceito de seminário:

“Seminário é uma técnica de estudo que inclui pesquisa, discussão e debate. (...)”

(LAKATOS, 1992, p. 29). Deduz-se, portanto, que a pesquisa, especialmente a bibliográfica, é o primeiro passo, requisito indispensável na elaboração do Seminário. A pesquisa leva à discussão do material pesquisado, mas, para que os objetivos sejam alcançados, não se pode dispensar o debate.

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Medium 9788584291014

Capítulo 10. Tratando as expectativas relacionadas à competência

Elizabeth G. Cohen, Rachel A. Lotan Artmed PDF Criptografado

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Tratando as expectativas relacionadas à competência

Agora é hora de retornar ao dilema do trabalho em grupo discutido no Capítulo 3.

O que foi feito sobre o problema de os alunos de status elevado dominarem a interação e os de baixo status deixarem de participar do grupo? Existe uma questão ainda mais fundamental: fizemos algo para transformar as baixas expectativas relativas a competência, causa subjacente à não participação dos alunos de baixo status?

Lembre-se de que, em geral, é esperado que alunos de alto status se saiam bem em novas tarefas intelectuais, e os de baixo status se saiam mal nessas mesmas tarefas. Quando o professor introduz uma atividade em grupo, as expectativas gerais entram em jogo e produzem uma profecia que se autoconcretiza, na qual os alunos de alto status falam mais e tornam-se mais influentes do que os de baixo status.

O resultado final da interação é que estes últimos são uma vez mais percebidos como incompetentes. Isso ocorre mesmo se forem dadas aos grupos tarefas multifacetadas e de habilidades múltiplas, que exigem mais do grupo do que o simples reforço das habilidades acadêmicas normais. Tarefas pertinentes a grupos são uma condição necessária, porém, insuficiente para criar interações de status igualitário.

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Medium 9788573078046

Capítulo 13 - Os Dez Mandamentos da Aprendizagem

Juan Ignácio Pozo Grupo A PDF Criptografado

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Os Dez Mandamentos da Aprendizagem

O dia em que entrei na aula de física foi mortal. Um homem escuro e baixo, de voz aguda e ciciante, conhecido como Sr. Manzi, estava frente à turma com um apertado terno azul segurando uma pequena bola de madeira. Colocou a bola numa canaleta inclinada e a deixou rolar até embaixo. A seguir, começou a dizer: suponhamos que a é igual a aceleração e que t é igual a tempo. E de repente se pôs a rabiscar letras e números e signos sem distinção por todo o quadro-negro, e minha mente deixou de funcionar.

SYLVIA PLATH

O FRACASSO DA APRENDIZAGEM: UM PECADO

MUITO POUCO ORIGINAL

Na Introdução se fez uma pergunta, a que espero que o leitor tenha respondido, de múltiplas formas, à medida que avançava na leitura. Há tantas razões pelas quais a aprendizagem e o ensino às vezes podem ser tão difíceis, que o mais razoável parece, a essas alturas, fazer-se a pergunta ao contrário: como é possível que a aprendizagem funcione tão bem com tanta freqüência? Ángel Rivière (1983) fez com bastante ironia essa pergunta há alguns anos, num artigo muito sugestivo sobre a aprendizagem escolar, cujo provocador título era “Por que as crianças fracassam tão pouco?” e cuja resposta estava, como não, nessa excelente e poderosa máquina de aprendizagem de que estamos dotados, de forma única, os humanos, seres nascidos para aprender, que nos torna capazes de enfrentar com relativo sucesso exigências desmedidas ou feitas em condições bastante adversas, como costuma ser o contexto escolar para as crianças. Naquele artigo, Rivière analisava o poderoso sistema de aprendizagem das crianças através dos dez mandamentos que, segundo ele, a escola impõe de modo implícito ao sistema cognitivo infantil. Aqueles dez mandamentos, como é prescrito, se resumiam em dois:

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Medium 9788584290376

A. conheça o general inimigo!

Claudio de Moura Castro Grupo A PDF Criptografado

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Mas, mesmo sabendo o conteúdo da prova, é preciso não pôr tudo a perder, como resultado de atrapalhação, nervosismo e estratégias equivocadas.

A. Conheça o general inimigo!

Uma providência muito central é saber o máximo sobre a mecânica da prova.

Consta que Napoleão estudava detidamente as biografias dos generais contra quem iria guerrear. Dessa maneira, tentava antecipar suas estratégias e suas movimentações no terreno. Como foi um dos maiores generais da história, vale a pena levar a sério o seu conselho.

O que você precisa fazer é exatamente a mesma coisa.

A prova pode ser vista como uma batalha e você tem que conhecer as estratégias, os estilos e as manhas do general inimigo que, neste caso, é quem formula a prova.

O que pode cair? O que caiu nas provas anteriores? A segunda pergunta responde, em boa parte, à primeira. Cursinhos de todos os tipos ajudam os alunos, entre outras coisas, mostrando o que provas já aplicadas pediram, portanto, focalizando o estudo.

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Medium 9788573074260

O Papel dos Materiais Curriculares

Antoni Zabala Grupo A PDF Criptografado

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Os materiais curriculares e outros recursos didáticos

O PAPEL DOS MATERIAIS CURRICULARES

Os materiais curriculares, como variável metodológica, seguidamente são menosprezados, apesar de este menosprezo não ser coerente, dada a importância real que têm estes materiais. Uma olhada, mesmo superficial, permite que nos demos conta de que os materiais curriculares chegam a configurar, e muitas vezes a ditar, a atividade dos professores.

A existência ou não de determinados meios, o tipo e as características formais, ou o grau de flexibilidade das propostas que veiculam são determinantes nas decisões que se tomam na aula sobre o resto das variáveis metodológicas. A organização grupal será de um tipo ou de outro conforme a existência ou não de suficientes instrumentos de laboratório ou de informática; as relações interativas em classe serão mais ou menos cooperativas conforme as caraterísticas dos recursos; a organização dos conteúdos dependerá da existência de materiais com estruturações disciplinares ou globalizadas; o uso do espaço e do tempo estará condicionado pela possibilidade de dispor de meios que favoreçam o trabalho em oficinas, a realização de debates ou a pesquisa bibliográfica; será possível um trabalho individual personalizado sempre que possamos dispor de materiais que potencializem a atividade autônoma. E as seqüências didáticas serão de uma maneira ou de outra conforme as propostas de atividade oferecidas pelos livros didáticos ou outros materiais de uso generalizado.

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Medium 9788563899958

Estratégia 19 - Cartão de comentário com quatro quadros

Barbara Moss; Virginia S. Loh Grupo A PDF Criptografado

Estratégia 19

Cartão de comentário com quatro quadros

4a série do ensino fundamental – 3o ano do ensino médio

Começando

Ganhando prática

Vocabulário

Compreensão

Escrita

O QUE É ISSO?

O Cartão de Comentário com Quatro Quadros (adaptado de Vacca e Vacca, 2008) é um modelo para orientar discussões de textos informativos em pequenos grupos. O professor fornece quatro “provocações” de pensamento, uma para cada quadro. Cada provocação requer que os alunos pensem sobre o texto de um modo ligeiramente diferente; por exemplo, as provocações que aparecem em cada um dos quadros podem incluir um comentário, uma surpresa, uma pergunta ou uma observação. Esse é o formato mais popular dessa estratégia, e é mostrado no exemplo descrito mais à frente.

Pequenos grupos reúnem-se para discutir um texto específico, usando esse modelo como guia. Em seus pequenos grupos, eles terão a oportunidade de praticar habilidades de construção de consenso, além de outras habilidades de discussão, como tomada de turnos, discordar respeitosamente e assim por diante. Um registrador anota as repostas do grupo e um relator compartilha as respostas com a turma inteira. Em vez de pequenos grupos, esse modelo também pode ser usado para solicitar respostas individuais; assim, essa estratégia também pode ser usada como uma avaliação.

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Medium 9788536305080

3. Relação com a escola e o saber nos bairros populares

Charlot, Bernard Grupo A PDF Criptografado

Relação com o saber, formação dos professores e globalização

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Relação com a escola e o saber nos bairros populares*

Eu gostaria de agradecer à Universidade Federal de Santa Catarina pelo convite. Agradecer a vocês também por estarem aqui sentados no chão escutando um sotaque francês, o que nos remete à questão do sentido, do saber, temas que tratarei nessa conferência. Em primeiro lugar, vou apresentar o tema da palestra, depois vou ler alguns textos escritos pelos jovens para vocês terem uma idéia dos dados sobre os quais estamos pesquisando e, ainda, apresentar a problemática teórica e sua relação com a Sociologia da Reprodução, de Pierre

Bourdieu. Há 13 anos estamos pesquisando as relações dos alunos com a escola e com o saber, e eu vou focar a conferência sobre alguns resultados dessas pesquisas.

TRÊS QUESTÕES BÁSICAS

Estamos pesquisando sobre três questões básicas: 1) para um aluno, especialmente de meios populares, qual o sentido de ir à escola?; 2) para ele, qual

*Conferência proferida na Universidade Federal de Santa Catarina em 06/08/02. Foi publicada na revista Perspectiva, Revista do Centro de Ciências da Educação da Universidade Federal de Santa Catarina (Volume 20, n° especial

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Medium 9788536314068

Capítulo 9 - Pensando a governamentalidade “a partir de baixo”: o trabalho social e os movimentos sociais como atores (coletivos) em ordens movíveis/móveis

Michael A. Peters; Tina Besley Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

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Pensando a governamentalidade “a partir de baixo”: o trabalho social e os movimentos sociais como atores (coletivos) em ordens movíveis/móveis

Susanne Maurer

As considerações deste capítulo tentam explorar a noção foucauldiana de governamentalidade relacionada aos auto-entendimentos, perspectivas e experiências coletivas no contexto do trabalho social crítico/“radical” que está historicamente conectado aos movimentos sociais (por exemplo, “ação social”). A expressão “ordens movíveis/móveis” que aparece no título refere-se a processos de transformação radical que afetam a noção de sociedade como um todo – o conceito (e a experiência coletiva) dos estados nacionais como estados de bem-estar social. Contra esse pano de fundo, estou perguntado como isso afeta os movimentos de crítica (movimentos sociais) e práticas de cuidado (trabalho social). Finalmente, apresento a seguinte questão aberta: Nós, depois de sua desconstrução, precisamos de outra “virada” em direção à “identidade” – no sentido de (auto)localização e pertencimento?

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Medium 9788584290680

Capítulo 10 - Filosofia para crianças

Anitra Vickery Artmed PDF Criptografado

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Filosofia para crianças

Darren Garside

[...] a mente não é vasilhame que precisa ser preenchido, mas madeira que precisa ser inflamada.

Plutarco

Panorama do capítulo

Este capítulo introduz a prática da filosofia para crianças. Embora as melhores práticas exijam o contínuo treinamento para o desenvolvimento profissional, o capítulo indica como os docentes podem desenvolver técnicas que sejam úteis em sala de aula. Pitadas contextuais são fornecidas para entender o movimento da filosofia para crianças, e, a partir disso, é salientado que a atitude do professor é tão importante quanto a sua habilidade. Dois estudos de caso são fornecidos com base em cenários contrastantes. Uma escola na extremidade leste de Londres começa a filosofia para crianças a partir do maternal e a considera crucial na construção de uma aspiração comunitária e individual. A outra escola, situada em um cenário rural, ao sul da Inglaterra, considera que a filosofia para crianças está no âmago da produção de cidadãos do futuro. O capítulo conclui com referências e sugestões de leituras complementares.

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Medium 9788536319162

Capítulo 9 - Historicamente, como os pesquisadores estudaram os efeitos da violência na mídia sobre os jovens?

Sharon R. Mazzarella; Colaboradores Grupo A PDF Criptografado

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HISTORICAMENTE, COMO OS

PESQUISADORES ESTUDARAM OS EFEITOS

DA VIOLÊNCIA NA MÍDIA SOBRE OS JOVENS?

John P. Murray

Na conclusão do Capítulo 8 deste livro, Erica Scharrer afirma que “sim, a violência na mídia é um motivo para preocupação”. Ela fundamenta sua afirmação em evidências de pesquisas apresentadas naquele capítulo relativas a uma variedade de mídias, incluindo a televisão e os videogames. Dado que o tema dos efeitos da violência na mídia sobre os jovens dominou não apenas a pauta das pesquisas como também o discurso público e o envolvimento do governo durante os últimos 50 anos, existem questões adicionais a serem respondidas em um livro como este. O objetivo deste capítulo é dar um enfoque histórico sobre como foi conduzida a pesquisa relacionada especificamente com a violência na televisão e em que direções esta está se movendo. Não pretendemos repetir os achados que foram relatados no Capítulo 8, mas complementá-los com um enfoque mais histórico e metodológico. Ao respondermos a pergunta colocada pelo título do capítulo, poderemos beneficiar-nos do exame sobre os 50 anos de pesquisa sobre a televisão. Por exemplo, na nossa revisão sobre as pesquisas durante este período, Norma Pecora, Ellen Wartella e eu catalogamos quase dois mil estudos (1.945, para ser preciso) realizados a respeito de vários aspectos do impacto da televisão, com mais ou menos 600 destes relacionados diretamente ao tema da violência (Pecora et al., 2006).

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Medium 9788536307039

22. Números e Sinais

Stocco Smole, Kátia Cristina Grupo A PDF Criptografado
Medium 9788584291199

Estratégia 43 - Zonas de relevância

Fausto Camargo, Thuinie Daros Grupo A PDF Criptografado

118  Camargo & Daros

ESTRATÉGIA 43:

Zonas de relevância

A utilização das zonas de relevância permite aos alunos considerarem pontos mais importantes e pontos menos importantes em relação a um assunto, problema ou questão.

Após os alunos listarem os pontos, pede-se para que priorizem ideias e informações sobre a questão ou problema e justifiquem suas escolhas.

Esta atividade, que pode ser realizada com post-its, pode ser útil para a revisão de conteúdo, uma vez que incentiva os alunos a pensarem sobre as respostas mais eficazes e relevantes para cada pergunta. Pode ser útil também para classificar ou categorizar problemas (muito relevantes, relevantes e sem relevância).

COMPETÊNCIAS

•• Trabalho em equipe.

•• Desenvolvimento de ideias, reflexão e tomada de decisão.

CONSIDERAÇÕES ACERCA DO LEIAUTE DA SALA DE AULA

Os alunos podem utilizar um espaço do quadro branco ou de vidro, um espaço na parede, ou uma folha de tamanho A3 ou A1. Alternativamente, podem, também, fazer o quadro em uma folha A4.

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