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Medium 9788573077742

Capítulo 9. O trabalho sobre o habitus na formação de professores? Análise das práticas e tomada de consciência

Léopold Paquay, Philippe Perrenoud, Marguerite Altet, Évelyne Charlier Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

O TRABALHO SOBRE O HABITUS

NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES:

ANÁLISE DAS PRÁTICAS E TOMADA DE CONSCIÊNCIA1

Philippe PERRENOUD

9

Não sabemos permanentemente o que fazemos. E, ainda que tivéssemos vagamente consciência disso, não saberíamos sempre porque agimos dessa maneira, como se nossa ação “caminhasse por si”, fosse “natural”, não exigisse uma explicação. Tal inconsciência não é necessariamente produto de uma recusa, de mecanismos de defesa, como os descreve a psicanálise. Em geral, é um “inconsciente prático”, segundo a fórmula de Piaget, produto de um esquecimento progressivo

à mercê da formação de rotinas, ou de um desconhecimento de sempre, um simples efeito da impossibilidade e da inutilidade de estarmos permanentemente conscientes de nossos atos e de nossas motivações.

Nossos costumes e nossos automatismos não dizem respeito apenas a nossos gestos, a nossos atos concretos, observáveis. Englobam também nossas percepções, nossas emoções, nosso funcionamento psíquico. É impróprio, sem dúvida, falar de “raciocínio inconsciente”, pois a própria noção supõe o envolvimento do sujeito em suas inferências. Em compensação, por que não admitir que nos acontece também de tratar a informação, analisar as situações, tomar decisões com a ajuda de esquemas de pensamento dos quais percebemos apenas os efeitos?

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Medium 9788582713709

Planejamento do programa

James C. Radcliffe Grupo A PDF Criptografado

Planejamento do programa

Para realizar o planejamento do programa de exercício, basta criar um mapa com um determinado condicionamento e ponto de chegada de competição. É a maneira prática de alcançar seus objetivos e metas desejadas com segurança e eficiência. Pense sobre dirigir um carro.

Quando entra em um carro, tem um destino escolhido.

A

loja, o escritório, a praia, qualquer lugar que seja, você sabe aonde quer ir e sabe como chegar lá. A partir da experiência, conhece as melhores maneiras de chegar até a loja: quais ruas evitar, quando mudar de direção. Em raras ocasiões, pode não ter um destino em mente, desse modo, dá voltas sem destino. Em outras ocasiões, você pode querer chegar a um destino melhor, uma loja maior, uma praia mais bonita. Nesses casos, você precisa de um bom mapa.

O treinamento para o sucesso nos empenhos atléticos é parecido. Você deve ter um destino em mente. O destino pode ser um campeonato ou a realização de determinados objetivos e metas (tais como condicionamento e durabilidade) dentro do processo de chegar lá. Qualquer que seja o destino, o planejamento de programa adequado é o processo contínuo de fazer o mapa correto para levá-lo até sua meta. A razão pela qual falamos processo contínuo é porque nenhum

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Medium 9788577800315

Estudos de Caso

Gerry Johnson Grupo A PDF Criptografado

Um Guia para Usar os

Estudos de Caso

A parte principal deste livro inclui 84 exemplos curtos e nove exemplos de caso escolhidos para discorrer sobre questões específicas do texto e/ ou dar exemplos práticos de como empresas privadas e organizações do setor público administram suas questões estratégicas. Os estudos de caso que se seguem permitem ao leitor aumentar essa ligação entre teoria e prática ao analisar com mais profundidade as questões estratégicas de organizações específicas – e sempre fornecendo

“soluções” para alguns problemas ou dificuldades identificados no caso.

Os estudos de caso devem ser usados como base para discussão em classe, e não como exemplo de boa ou má prática gerencial. A intenção não é considerá-los como uma vasta coleção de material de ensino. Eles foram escolhidos

(ou especificamente escritos) por fornecer aos leitores um núcleo de casos que, juntos, cobrem a maioria das principais questões do livro. Desta forma, devem fornecer uma boa sustentação ao programa de estudo, mas devem ser complementados com outros materiais. Providenciamos casos mais longos e mais curtos para aumentar a flexibilidade dos professores. Combinados com os exemplos e com os exemplos de caso ao final de cada capítulo, eles aumentam as escolhas do leitor e do professor. Por exemplo, ao escolher o material para o Capítulo 2, o exemplo de caso A indústria cervejeira européia testa o entendimento do leitor sobre as principais questões que influenciam a posição competitiva de várias organizações no mesmo segmento com um caso relativamente curto. Para um caso que permita uma análise mais profunda do segmento, A indústria farmacêutica e o estudo de caso associado sobre a fusão da GlaxoWellcome/SmithKline Beecham pode ser usado. Porém, se o objetivo é mais focado – ilustrando o uso da análise das “cinco forças” – pode-se usar o exemplo da Indústria de telefone celular.

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Medium 9788565848848

Capítulo 11 - O Brasil na época do nazismo

Nilton Mullet Pereira, Ilton Gitz Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 11

O Brasil na época do nazismo

E

nquanto a Europa mergulhava no domínio do nazifascismo e o genocídio se constituía em uma política de Estado, no caso da Alemanha nazista, o Brasil passava por significativas transformações que valem ser destacadas: em primeiro, a chamada Revolução de 1930, que promoveu um rompimento com o domínio das oligarquias e constituiu um Estado de compromisso que contou com a participação de grupos sociais emergentes desligados, sobretudo, da oligarquia paulista; em segundo lugar, o Brasil viu emergir na primeira metade dos anos 1930 o desenvolvimento de grupos políticos com posições bastante polarizadas, a exemplo do que ocorria na Europa. Verificava-se, de um lado, o crescimento significativo da Aliança Nacional Libertadora (ANL), liderada por Luis Carlos Prestes, com uma clara influência dos comunistas, que culminou, em 1935, com o movimento conhecido como a Intentona comunista, reprimido pelo governo Vargas; de outro, a formação de um grupo de direita com clara inspiração fascista, que foi a Ação Integralista Brasileira, liderada por Plínio Salgado, mas que não teve a expressão e a importância da ANL. O maior destaque, entretanto, fora o golpe de

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Medium 9788536311104

INTRODUÇÃO

Vitor da Fonseca Grupo A PDF Criptografado

Autores Russos

EDUCAÇÃO SOCIOMOTORA

INTRODUÇÃO

A partir da abordagem de alguns autores russos, no âmbito da teoria do desenvolvimento psicomotor e da aprendizagem da criança e do jovem, pode-se verificar como a perspectiva materialista dialética da evolução cabe perfeitamente em uma noção antropológica do homem, na qual a ação constitui o meio de relação concreto com o mundo exterior pelo qual se edifica e se constroi a consciência (Rubinstein, 1973; Asimov, 1973;

Sidorov, 1973; Liublinskaia, 1974; Leontiev, 1975,

1978a, 1979b, 1981; Galperin, 1976). Ou seja: é pela ação prática e concreta que se forma, se transforma e se informa a consciência da criança. A consciência da criança reflete a sua história com o mundo exterior. São as múltiplas relações com o meio exterior, materializadas sob a forma de motricidade e de retroação eficiente, que constituem as sensações e as percepções com as quais e pelas quais a consciência se organiza, se estrutura e se auto-regula.

Nesse caso, portanto, a consciência interiorizada e a conduta humana exteriorizada são a mesma coisa, são um só e mesmo fenômeno dialético, isto é, uma é incompleta sem a outra e a outra, impossível sem a primeira. É pela ação, como motricidade consciencializada e intrinsecamente intencional, que a criança se relaciona com a realidade (Ozeretski, 1936; Frolov, 1966; Leontiev,

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Medium 9788563308931

8 Avaliação de outros tipos de feridas

D. Scemons Grupo A PDF Criptografado

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Donna Scemons / Denise Elston

ELEMENTOS-CHAVE

• Metástases cutâneas: etiologia, tratamento e manejo

• Queimaduras: tipos, avaliação e manejo

• Feridas atípicas: avaliação e manejo

METÁSTASES CUTÂNEAS1,2

Etiologia

• Ocorrem em 2,7 a 4,4% de todos os pacientes com câncer1

• Podem estar presentes como sinal inicial de câncer, após a descoberta do câncer principal, ou posteriormente, no curso da doença

• Associadas, mais comumente, com doença sistêmica avançada

• Expectativa de sobrevida inferior a um ano

• Ocorrem com maior frequência em:

– Mulheres com câncer de mama (18,6 a 50%)1

– Homens com carcinoma broncogênico (3 a 7,5%)1

• Melanoma, câncer na cavidade oral, câncer renal, de colo e gástrico primário causam 90% de todas as metástases cutâneas1

• Lesões cutâneas também podem ser causadas por sarcoma de

Kaposi, linfoma e leucemia

• A ocorrência de metástases cutâneas resulta de:

– Proliferação de tumores primários

– Extensão local



Penetração e embolia vasculares



Liberação de células malignas para transporte a locais distantes e/ou implante mecânico acidental de células malignas durante procedimentos diagnósticos e operatórios

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Medium 9788520459850

09. Derrubar o mito de pais ou criança perfeitos

Jane Nelsen, Kristina Bill, Joy Marchese Editora Manole ePub Criptografado

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Stephanie, de 15 anos, chega em casa após um longo dia de aula e prática de esportes. Assim que ela entra e tira a mochila, sua mãe começa a enchê-la de perguntas: “Como foi o seu dia? Como foram os exercícios? Você tem muito dever de casa hoje à noite?”

Stephanie responde “Tudo bem! Apenas me deixe em paz”, e se dirige para o seu quarto, onde bate a porta e se joga na cama, exausta.

A mãe vai atrás dela: “Não fale assim comigo, mocinha! Eu fiz apenas uma simples pergunta.”

Essa cena parece familiar?

Sonhos da criança perfeita

Muitos pais fantasiam sobre ter o “filho perfeito”. Alguns pais que trabalham em período integral sentem que precisam se esforçar mais para “tornar” seus filhos perfeitos, para compensar o fato de não ficarem em casa com eles o dia inteiro. Queremos garantir a você que isso é um mito. Em um de nossos workshops, quando perguntamos aos pais sobre suas expectativas de perfeição, uma mãe fez uma observação profunda: “Percebo que espero que meu filho seja perfeito, embora eu não seja.”

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Medium 9788536311111

4 - PROJETUALIDADE EM DIFERENTES TEMPOS: NA ESCOLA E NA SALA DE AULA

Maria Carmen Silveira Barbosa, Maria da Graça Souza Horn Grupo A PDF Criptografado

Projetos pedagógicos na educação infantil

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4

PROJETUALIDADE EM DIFERENTES TEMPOS:

NA ESCOLA E NA SALA DE AULA

Trabalhar com projetos não significa apenas ter uma sala dinâmica e ativa, pois muitas vezes essas atividades são apenas formas de hiperestimulação, em que, como diz Tonucci (1986), “as crianças produzirão muito, mas de maneira estéril”. Os resultados são vários e vistosos, porém os processos são pobres, parciais, fragmentados e duram apenas o tempo da realização. Com freqüência, essas atividades são repetitivas e o processo parece um carrossel, em que se faz muito, um trabalho atrás do outro, sem sentido definido.

Para haver aprendizagem, é preciso organizar um currículo que seja significativo para as crianças e também para os professores. Um currículo não pode ser a repetição contínua de conteúdos, como uma ladainha que se repete infindavelmente no mesmo ritmo, no mesmo tom, não importando quem ouça, quem observe ou o que se aprende. Afinal, sabe-se que o conhecimento não é verdade imutável, mas algo transitório, inacabado, imperfeito e em contínua pesquisa. Os projetos abrem para a possibilidade de aprender os diferentes conhecimentos construídos na história da humanidade de modo relacional e não-linear, propiciando às crianças aprender através de múltiplas linguagens, ao mesmo tempo em que lhes proporcionam a reconstrução do que já foi aprendido.

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Medium 9788565848466

Capítulo 3. Trocas

Johan Hellstein Grupo A PDF Criptografado

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Trocas

A troca de peças é uma ideia importante em qualquer estágio da partida e pode ter um grande impacto no equilíbrio estratégico.

Os exemplos a seguir foram categorizados de acordo com o objetivo principal que está sendo buscado com o auxílio dela. Contudo,

é importante ressaltar que às vezes uma simples troca pode ajudar em vários objetivos.

las está um tanto exposto em a1. Efimenko encontra uma solução técnica.

Explorando uma vantagem material

Um dos primeiros princípios estratégicos ensinado aos jogadores de xadrez iniciantes é: quando se tem mais material, deve-se trocar peças! Dessa forma, temos a possibilidade de reduzir o contra-ataque do adversário e deixar as coisas mais simples no final da partida, quando a vantagem material pode ser explorada com mais facilidade. Vejamos alguns exemplos.

Exemplo 76

Z.Efimenko – R.Vaganian

Liga Alemã, 2005

Nesta posição tardia de meio-jogo, as

Brancas têm dois peões a mais, mas o rei de-

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Medium 9788563308061

1. Anatomia e embriologia do olho

Paul Riordan-Eva Grupo A PDF Criptografado

Anatomia e embriologia do olho

1

Paul Riordan-Eva, FRCS, FRCOphth

O limite anterior da cavidade orbitária é o septo orbitário, que funciona como uma barreira entre as pálpebras e a órbita (ver adiante).

As órbitas estão relacionadas com o seio frontal acima, o seio maxilar abaixo e os seios etmoidal e esfenoidal medialmente. O fino assoalho orbitário é facilmente lesionado por traumatismo direto ao globo ocular, resultando em uma fratura “explosiva” (blow-out) com herniação do conteúdo orbitário para o seio maxilar.

Infecções dentro dos seios etmoidal e esfenoidal podem causar erosão da parede medial que é fina (lâmina papirácea) e envolver o conteúdo da órbita. Defeitos no teto da órbita (p. ex., neurofibromatose) podem resultar em pulsações visíveis do globo ocular transmitidas a partir do cérebro.

O entendimento abrangente da anatomia do olho, da

órbita, das vias visuais, dos nervos cranianos superiores e das vias centrais para o controle dos movimentos oculares

é um pré-requisito para a interpretação adequada das doenças com manifestações oculares. Além disso, tal conhecimento anatômico é essencial para o planejamento adequado e a execução segura de cirurgias oculares e orbitárias. Embora a maior parte do conhecimento desses assuntos se baseie em dissecções anatômicas, seja de cadáveres ou durante cirurgias, técnicas invasivas — em particular a ressonância magnética (RM), a ultrassonografia e a tomografia de coerência óptica (OCT, na sigla em inglês) — proporcionam cada vez mais informações. Sem dúvida, o estudo da embriologia do olho é uma área mais difícil, por causa da relativa escassez de material humano, sendo, portanto, necessário utilizar estudos feitos em animais, com as dificuldades inerentes de inferir paralelismo com o desenvolvimento humano. Apesar disso, sabe-se bastante acerca da embriologia do olho humano e, com a expansão recente da genética molecular, tem-se uma compreensão bem maior das anomalias oculares do desenvolvimento.

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Medium 9788582713822

Capítulo 12 - Golfe

Craig Liebenson Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

12

Greg Rose

Golfe

INTRODUÇÃO: DESENVOLVIMENTO

ATLÉTICO EM LONGO PRAZO

O desenvolvimento do golfe júnior tem sofrido imensa transformação ao longo dos últimos sete anos. Muito dessa mudança provém da quantidade avassaladora de experimentação e pesquisa sendo feitas no campo do desenvolvimento em longo prazo do atleta (DLPA). O “Titleist Performance Institute” (TPI) tem encabeçado essa mudança, começando a desvendar os mistérios do porquê de alguns programas de golfe júnior serem excelentes em criar campeões importantes e muitos outros deixam a desejar.

Parte dessa pesquisa vem de estudos retrospectivos em que golfistas da Professional Golfer’s Association (PGA) e da Ladies Professional Golf Association (LPGA) foram indagados sobre como eles se tornaram tão talentosos. Entre as questões incluídas estavam as seguintes:

• Que idade você tinha quando começou a jogar golfe?

• De que outras atividades ou esportes você participou quando era jovem?

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Medium 9788565848657

Capítulo 5 - Os múltiplos aspectos do registroacadêmico e da regulação institucional

Sonia Simões Colombo Grupo A PDF Criptografado

5

Os múltiplos aspectos do registro acadêmico e da regulação institucional

Simone Uzuelli Legutcke

Thaís Guerreiro Scabar

A

concepção do atual Sistema Nacional de Avaliação da Educação

Superior (Sinaes) propõe a organização da avaliação institucio nal em dimensões que objetivam identificar o perfil e o significado da atuação da instituição por meio de suas atividades, cursos, programas, projetos e setores, as quais devem ser consideradas de modo a respeitar a diversidade e as especificidades das diferentes organizações acadêmicas no cumprimento de sua missão, no exercício da responsabilidade social, na qualidade dos serviços prestados, na valorização das pessoas, na garantia da sustentabilidade financeira, entre outros compromissos assumidos junto à sociedade por meio do seu plano de desenvolvimento, sendo este passível de comprovações mediante o registro das ações institucionais.

A área de registros acadêmicos é responsável pela sistematização e organização dos controles e registros que devem, além de atender às exigências legais, comprovar e subsidiar ações estratégicas que são fundamentais para a tomada de decisões nas esferas da gestão acadêmica e administrativa da instituição de ensino superior (IES).

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Medium 9788536308524

Apêndice 3 - Critérios diagnósticos para transtorno da conduta

Fintan J. Regan Grupo A PDF Criptografado

Sobrevivendo e vencendo com necessidades educacionais especiais

Apêndice

99

3

Critérios diagnósticos para transtorno da conduta

(Com permissão do DSM IV, 1994)

A. Um padrão repetitivo e persistente de comportamento no qual são violados os direitos individuais dos outros ou as normas ou regras sociais importantes próprias da idade, manifestado pela presença de três (ou mais) dos seguintes critérios nos últimos 12 meses, com presença de pelo menos um deles nos últimos seis meses:

AGRESSÃO A PESSOAS E ANIMAIS

1. Provocações, ameaças e intimidações freqüentes.

2. Lutas corporais freqüentes.

3. Utilização de arma capaz de infligir graves lesões corporais (p.ex., bastão, tijolo, garrafa quebrada, faca, revólver).

4. Crueldade física para com pessoas.

5. Crueldade física para com animais.

6. Roubo em confronto com a vítima (p.ex., bater carteira, arrancar bolsa, extorsão, assalto à mão armada).

7. Coação para que alguém tenha atividade sexual não-consensual.

DESTRUIÇÃO DE PATRIMÔNIO

8. Envolvimento deliberado na provocação de incêndio com a intenção de causar sérios danos.

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Medium 9788577806188

16. TÉCNICAS DE COMPOSIÇÃO

Adobe Creative Team Grupo A PDF Criptografado

304 ADOBE PREMIERE PRO CS4

Classroom in a Book

Introdução

O Adobe Premiere Pro e outros editores não lineares que utilizam múltiplas trilhas e linhas do tempo têm uma prática operacional geral: clipes nas trilhas de vídeo acima de Video 1 cobrem os clipes nas trilhas abaixo deles. Em outras palavras, qualquer coisa que aparece na trilha cobre tudo o que estiver abaixo dela.

Mas o objetivo não é utilizar clipes nas trilhas acima de Video 1 para eliminar o que está abaixo delas, mas sim, empregar a composição para melhorar o que está ali. O Adobe Premiere Pro oferece muitas maneiras de colocar em camadas vídeos, gráficos e imagens para criar excelentes efeitos.

As técnicas de composição nos clipes permitem que os clipes abaixo deles na

Timeline possam ser exibidos. Os cinco métodos básicos de composição são:

· Reduzir a opacidade de um clipe inteiro.

· Combinar camadas com base em um modo de mesclagem

· Utilizar transparências de canal alfa em clipes e efeitos

· Criar um chroma key verde

· Utilizar efeitos de matte de chroma key

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Medium 9788563899866

Capítulo 14 - A educação ambiental na transição paradigmática e os contextos formativos

Adriane Lobo Costa, Carlos Hiroo Saito, Cleusa Helena Peralta Castell, Dione Kitzmann, Ivane Almeida Duvoisin, Luiz Augusto Passos, Martha Tristão, Michèle Sato, Milton L. Asmus, Nágila Caporlíngua Giesta, Sérgio Hiandui Nunes de Vargas Grupo A PDF Criptografado

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A educação ambiental na transição paradigmática e os contextos formativos

Martha Tristão e Aloisio Ruscheinsky

A abordagem a propósito das transmutações paradigmáticas será interdisciplinar, apropriando-se de contribuições das ciências sociais, da psicologia social e da história. Ao tratar da transição de paradigmas, toma-se cuidado para que essa ênfase não seja posta na contingência e nas controvérsias de aderir a uma ótica evolucionista ou abordagem dualista ou linear.

Diversas são as possibilidades, entre elas: da ótica normativa e prescritiva da educação à ótica analítica, do diagnóstico da complexidade e da crítica; da perspectiva da especialização disciplinar à abordagem interdisciplinar, transdisciplinar e multidisciplinar; da sala de aula, do conteúdo convencional e da centralidade da informação no professor à reinvenção do processo da educação em face das novas tecnologias de informação; da elegia à ciência e à tecnologia como fio condutor da vida social às distintas abordagens e valorização dos diversos saberes; do evolucionismo e racionalismo ao relativismo e ao construtivismo; do momento epistemológico fundado na reflexão sobre a sociedade nacional às novas configurações e os movimentos de uma realidade multinacional, transnacional, mundial ou propriamente global; da naturalização e inevitabilidade ou da neutralidade da ciência e determinismo tecnológico à noção de construção social, do protagonismo das forças políticas, das relações sociais e da politização; do antropocentrismo ao holismo; da agricultura convencional à agroecologia; da livre criação e da pesquisa com compromisso social às exigências de produtividade, das competências e da excelência acadêmica.

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