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Medium 9788536305141

Capítulo 9. Professor: O Quinto P do Mix de Marketing Educacional

Sonia Simões Colombo Grupo A PDF Criptografado

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Professor: o Quinto P do Mix de Marketing

Educacional

Maurício Sampaio

O MARKETING ALÉM DO GIZ E DA LOUSA

Desde os 11 anos, tenho freqüentado um ambiente chamado escola, mas não só como estudante. Durante anos, fui “ator coadjuvante” e depois passei à categoria de “estrela”, no bom sentido. Quando percebi, estava dirigindo uma instituição escolar, diante de educadores que pertenciam a esse rol há bastante tempo.

Não tive muita saída: ou munia-me de coragem e dedicação e assumia minha carreira, ou mudava de ramo. Não preciso nem dizer o caminho escolhido. Concordo em dizer que não foi fácil, pois a prática cotidiana às vezes me desestimulava: as batalhas travadas, os empasses dessa profissão eram e continuam sendo difíceis.

Durante 23 anos convivendo e atuando no cenário educacional, colecionei um mundo de histórias, cada qual com os seus personagens, com características peculiares. Naveguei por diferentes fases do processo educacional brasileiro e mundial, mudanças de leis, pareceres, diretrizes e mudanças de paradigmas.

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Medium 9788536324838

Capítulo 12: Ativistas

John Palfrey, Urs Gasser Grupo A PDF Criptografado

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ATIVISTAS

I

magine um país em desenvolvimento que esteja começando a adquirir alguma tração econômica, com índice de crescimento de 6 ou 7% ao ano. O presidente, candidatando-se à reeleição, enfrenta um forte desafio por parte de um líder popular da oposição. O desafiador, o carismático membro de uma tribo com muitos seguidores, faz uma campanha cerrada. A eleição está próxima. Depois da votação, o presidente organiza uma coletiva rápida e abruptamente se declara o vencedor. Os que apoiam seu oponente protestam com veemência. A violência se espalha pelo país. A principal cidade vira um tumulto. O principal porto do país fecha suas portas.

Durante a eleição, um grupo de cidadãos usou a internet e telefones celulares para contar a história do que estava acontecendo através de relatos em primeira mão. Esses ativistas, alguns deles Nativos Digitais, tiraram fotografias dos eventos e as colocaram na web. Eles criticaram os relatos formais apresentados pelo governo e pela imprensa. Organizaram oposição por telefones celulares e por e-mail, no processo de conectar pessoas que nunca haviam se encontrado e organizar encontros e comícios de maneira muito mais eficiente do que poderiam fazê-lo sem a tecnologia. Em seguida às eleições, os ativistas dos dois lados da disputa continuaram a relatar a violência e a contar a história do que estava acontecendo para uma audiência global. A imprensa mundial se baseava, consideravelmente, nos mais confiáveis relatos em primeira mão para os artigos que as pessoas fora do país liam nos jornais de Londres, Tóquio e Washington, D.C.

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Medium 9788536305592

Capítulo 22 - A Prática do Hedge

Mark Grinblatt Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

22

A Prática do Hedge

Objetivos de Aprendizagem

Depois da leitura deste capítulo, você deverá ser capaz de

1. Descrever o beta de fator e o desvio-padrão, bem como os métodos de valor ao risco para estimar a exposição ao risco.

2. Usar contratos a termo, futuros, swaps e opções para gerar hedges.

3. Aplicar a relação de paridade de taxa de juros coberta em mercados de câmbio estrangeiro, para desenvolver hedges de câmbio.

4. Entender por que e como seguir um hedge com contratos futuros e a termo.

5. Usar modelos fatoriais e de regressão para determinar os índices de hedge.

6. Descrever a relação do hedge com regressão, do hedge com variância mínima e análise de média e variância.

No início dos anos 1990, a Metallgesellschaft AG, um dos maiores conglomerados da Alemanha, contava com capacidade considerável de refino em uma subsidiária da qual a empresa tinha 51 por cento das ações. Promessas de vender óleo para aquecimento das refinarias da subsidiária aos clientes, com preço garantido nos 10 anos seguintes, expuseram a empresa a um risco considerável ao preço do petróleo. Para compensar o risco que vinha com essas promessas, a administração da Metallgesellschaft decidiu comprar contratos futuros de petróleo cru na New York Mercantile Exchange. Em setembro de 1993, o preço do petróleo caiu vertiginosamente, e a Metallgesellschaft começou a receber solicitações de depósito de garantias suplementares sobre seus contratos futuros. O dinheiro exigido para atender a essas opções marginais de compra logo excedeu às receitas brutas da empresa originadas das vendas de óleo para aquecimento, e a Metallgesellschaft foi forçada a liquidar grande parte de sua posição de futuros, resultando em perdas de capital de US$ 1,34 bilhão. Como conseqüência desse fiasco de hedge, a alta administração foi substituída e os acadêmicos começaram a estudar o que tinha dado errado. O consenso foi de que a Metallgesellschaft possuía o índice de hedge errado – tão errado que sua posição de futuros aumentou a exposição da empresa ao risco do preço do petróleo, em vez de diminuí-la.

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Medium 9788584291281

Ideia fundamental 5 - Modelagem com frações unitárias

Jo Boaler, Jen Munson, Cathy Williams Grupo A PDF Criptografado

Ideia fundamental 5

MODELAGEM

COM FRAÇÕES

UNITÁRIAS

Muitos alunos ficam confusos com frações, e não é difícil entender o porquê. Quando são apresentados às frações como conjuntos de regras e métodos, eles se atrapalham muito.

Quando você multiplica frações, multiplica o numerador e o denominador, mas quando soma frações, não pode somar os numeradores e os denominadores; em vez disso, tem de encontrar denominadores comuns e somar os numeradores. A divisão envolve outro conjunto de regras. Os alunos tentam memorizar essas ideias aparentemente sem sentido e frequentemente ficam confusos. Descobri, em minha prática docente e no trabalho com os alunos, que a ideia mais importante para eles ao aprenderem frações é a de relação. Costumo ensinar que o que há de especial em uma fração é que o numerador está relacionado com o denominador e que não sabemos nada sobre a fração sem saber o que

é essa relação. Uma fração é grande somente se o numerador for uma grande proporção do denominador porque numerador e denominador estão relacionados. Quando são ensinadas as regras sobre como trocar o numerador e como trocar o denominador, eles começam a ver as frações como números separados e perdem a ideia essencial da relação. Nesta ideia fundamental e na próxima, encorajaremos os alunos a ver as frações como uma relação.

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Medium 9788536321325

Capítulo 7. TDAH e gênero

Mario Rodrigues Louzã Neto Grupo A PDF Criptografado

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TDAH e gênero

Maria Angela Gobbo

Mario Rodrigues Louzã Neto

Introdução

Prevalência

Apresentação clínica

Neurobiologia

Neuroimagem

Neurofisiologia

Neuropsicologia

Genética e bioquímica

Fatores ambientais

Comorbidades

Tratamento

Introdução

É comum que se considere o transtorno de déficit de atenção/ hiperatividade (TDAH) uma doença típica do sexo masculino. No entanto, diversos estudos têm procurado caracterizar melhor os aspectos do TDAH no sexo feminino e suas diferenças em relação ao sexo masculino. É importante ainda considerar que essas diferenças provavelmente se modificam com a idade, da infância à idade adulta.

O número de mulheres com TDAH no mundo é bastante significativo; o transtorno afeta milhões delas, causando muitos danos em diversos contextos de suas vidas, pois os indivíduos do sexo feminino apresentam riscos semelhantes aos do masculino em relação ao transtorno, seus prejuízos e suas comorbidades (Staller; Faraone, 2006).

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Medium 9788536323565

Capítulo 15 - Desenvolvimento embrionário patológico: bases genéticas e ambientais (epigenéticas) das malformações

Aldo Eynard Grupo A PDF Criptografado

Desenvolvimento embrionário patológico: bases genéticas e ambientais (epigenéticas) das malformações

Roberto A. Rovasio, Mirta A. Valentich e Aldo R. Eynard

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A

B

C

Fig.15-0 A. A “morfogênese”, segundo gravações do século XV; nessa época, uma forte crença sustentava que os animais davam forma ao corpo de suas crias ao nascer através de uma intensa lambida. B. Estatueta neolítica de 6.500 a. C. (ca) encontrada na região de Anatólia (Turquia). C. Talha em madeira procedente do Taiti, no Museu Britânico de Londres desde 1822. As duas

últimas figuras representam claramente siameses bicéfalos.

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Eynard, Valentich & Rovasio

Resumo conceitual

D

esde as primeiras descrições de embriões feitas por Aristóteles (350 a. C), quase dois milhões de anos depois, encontramos Ambroise Pare (cirurgião do rei da França) que reconhece muitas “causas de monstruosidades”

(quadro). Cem anos mais tarde, e os oócitos e os espermatozoides já são observados com os primeiros microscópios.

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Medium 9788584291304

Capítulo 10 - Letramento corporal e terceira idade

Margaret Whitehead Grupo A PDF Criptografado

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Letramento corporal e terceira idade

Len Almond

Introdução

Este capítulo explora a importância do letramento corporal durante toda a vida, concentrando-se na terceira idade para ilustrar esse posicionamento. As questões abordadas aqui incluem uma série de problemas associados à falta de atividade física nessa etapa da vida, a recusa em usufruir da condição de ser ativo regularmente e algumas das razões para que isso ocorra. A discussão tratará do conceito de letramento corporal no contexto da população adulta e apresentará um caso que tem a promoção do letramento corporal como um objetivo essencial para a educação ao longo da vida. Na conclusão, o capítulo reúne todos os argumentos para demonstrar suas inter-relações e propor uma abordagem integrada na promoção do letramento corporal.

A promoção da atividade física costuma ser justificada argumentando-se que ela pode reduzir o risco de desenvolver certas doenças ou retardar o início do declínio funcional. Essa pauta preventiva também enxerga a atividade física como uma maneira de reduzir os custos de uma saúde precária. Esse argumento parece não ser forte o bastante para persuadir as pessoas a se tornarem mais ativas, sendo, portanto, necessário adotar uma visão diferente, mais positiva. Essa situação oferece o pano de fundo para explorar uma perspectiva pessoal do letramento corporal e identificar dois fatores adicionais importantes a considerar no desenvolvimento dessa capacidade e do seu papel influenciador na vida de jovens e adultos. Como resultante, cabe explorar o letramento corporal como um objetivo de vida associado a um conceito denominado pedagogia da participação.

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Medium 9788584291618

Capítulo 2. Mudando as metáforas

Ken Robinson, Lou Aronica Grupo A PDF Criptografado

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Mudando as metáforas

S

teve Rees era um arquiteto, em Kansas City, com os filhos já crescidos.

Um dia ele foi convidado para falar de sua carreira em um almoço no

DeLaSalle Education Center, uma charter school de ensino médio localizada em sua cidade e dedicada a atender às necessidades dos estudantes em risco de abandono escolar. Enquanto ia para o almoço, Steve sabia que muitos alunos da DeLaSalle haviam sido expulsos de outras escolas e que um bom número deles tinha um passado problemático. O que ele descobriu no encontro foi que esses alunos tinham um desejo bem maior de fazer algo importante em suas vidas do que ele jamais poderia ter imaginado.

“Havia um grande número de garotos que não tinha conseguido encontrar um curso que lhes servisse”, ele mencionou. “Havia jovens que tinham problemas emocionais e sociais, mas havia muito potencial ali.” Steve decidiu assumir um papel ativo na escola. Criou um programa para alguns alunos do final do ensino médio que lhes permitia cursar algumas disciplinas do início do ensino superior. Também criou um programa de tutoria associando estudantes da DeLaSalle a adultos da comunidade de negócios de Kansas

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Medium 9788536313634

Capítulo 1. Primórdios

Yasser Seirawan Grupo A PDF Criptografado

XADREZ VITORIOSO: ABERTURAS

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Primórdios

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ê uma olhada no Diagrama 1, a posição inicial de uma partida de xadrez. É a posição mais complicada no xadrez. Pode acreditar. O Grande

Mestre David Bronstein, que empatou o match do Campeonato Mundial de

Xadrez em 1951, freqüentemente ia à partida de um torneio importante e sentava, maravilhado, olhando essa mesma posição. Uma vez ele levou mais de 50 minutos em seu primeiro lance! E em que será que esse gênio do xadrez, esse titã, praticamente co-campeão do mundo inteiro do xadrez, estava pensando?

“Eu estava imaginando que lance fazer”, disse David.

A posição inicial é realmente tão complexa assim? A resposta é mais complicada que um simples sim ou não. E a complexidade aumenta à medida que o estudante aprende mais! Quando estava jogando minhas primeiras partidas de xadrez, tinha certeza absoluta de qual era o melhor lance (claro que eu estava redondamente enganado). Agora, como Grande

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Medium 9788536314389

12. A preparação de um artigo científico. As fases da redação

Adroaldo Gaya Grupo A PDF Criptografado

Ciências do movimento humano

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A preparação de um artigo científico: as fases da redação

Adroaldo Gaya

A elaboração de um artigo originado de um trabalho de investigação científica requer uma série de informações que forneça ao leitor todas as condições de que necessita para um adequado julgamento crítico da investigação. O artigo deve ser apresentado de tal forma que, inclusive, permita a replicação do estudo por outro pesquisador.

No caso de estudos empíricos, como os que foram enfatizados ao longo deste livro, as normas de redação costumam ser uniformes, o que, de certa forma, facilita sobremaneira o processo de elaboração do artigo científico. Como afirma Pinto (1990, p. 157),

Há um conjunto de normas gerais estabelecido para a redação de um estudo de caráter científico, que é seguido pelos investigadores e que tem por objetivo melhorar a compreensão dos estudos publicados. A adoção de tais normas é, aliás, uma condição importante para que um estudo venha a ser publicado pelas principais revistas científicas internacionais.

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Medium 9788536313696

7. A Filosofia como um Problema na América Latina

Havi Carel Grupo A PDF Criptografado

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A FILOSOFIA COMO UM PROBLEMA

NA AMÉRICA LATINA

Juan Cristóbal Cruz Revueltas

Uma das principais motivações do pensamento latino-americano tem sido a de emergir da “caverna” ou, pode-se dizer, sair da quietude da torre de marfim e entrar como iguais nos tempos irregulares do mundo, recuperar o tempo perdido após “nossa chegada tardia ao banquete da civilização européia”, como o escritor mexicano Alfonso Reyes disse.1 Tornarse contemporâneo aos países que “produzem” filosofia poderia ser o mote que define esse tipo de busca. Assim é expresso o desejo de parar de ser uma mera realidade geográfica para se tornar, por fim, uma realidade cultural ou uma realidade “espiritual” com plenos direitos. No entanto, esse desejo de adquirir uma cidadania universal tem sido periodicamente oposto, na América Latina, pelo que pode ser caracterizado como uma vontade de “independência filosófica” ou “autenticidade filosófica”. Nessa maneira de pensar, um dos temores é o de tornar-se uma cópia empobrecida e submergir naquelas atitudes meramente imitadoras descritas pelo filósofo mexicano Carlos Pereda como “fervor pelo mercado” e

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Medium 9788577807826

4. GESTÃO DO DESIGN

Brigitte Mozota Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 4

GESTÃO DO DESIGN

Até aqui, consideramos o design a partir de uma perspectiva econômica; agora, iremos avaliá-lo sob uma perspectiva gerencial. A gestão do design está diretamente relacionada ao processo de mudança de um modelo de administração taylorista, hierárquico, para um modelo organizacional plano e flexível, que incentiva a iniciativa individual, a independência e a tomada de riscos. Os designers sentem-se à vontade com o novo modelo de gestão, mais informal. Esse novo modelo está baseado em conceitos como gestão orientada ao cliente, gestão baseada em projetos e gestão da qualidade total, sendo que todas lidam com design.

Tal mudança na abordagem à gestão criou uma demanda por gestão interna do design. Não se trata mais de um processo de dar forma visível a um determinado negócio ou estratégia de marketing, mas de contribuir para a mudança do comportamento e da visão corporativa. Assim, os “defeitos” do designer – criatividade, iniciativa, atenção aos detalhes, preocupação com o cliente – tornam-se pontos fortes que os administradores podem utilizar deliberadamente para sustentar a gestão da mudança.

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Medium 9788536702254

Capítulo 5 - Promoção de saúde bucal

Luiz Reynaldo De F. Walter, Letícia Vargas Freire Martins Lemos, Silvio Issao Myaki, Angela Cristina Cilense Zuanon Grupo A PDF Criptografado

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Promoção de saúde bucal

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11/10/2013 15:47:21

Hábitos de dieta

O fator dieta no desenvolvimento da cárie dentária deve ser analisado partindo do pressuposto de que a presença de microbiota cariogênica, associada a carboidratos fermentá‑ veis, certamente aumentará o risco de cárie dentária.

Na faixa etária de 24 a 48 meses de idade, a cárie dentá‑ ria apresenta um forte componente social e comportamen‑ tal,118 sendo chamada de cárie da primeira infância (CPI).

O aconselhamento dietético é uma das bases de um programa efetivo de prevenção e manutenção da saúde bu‑ cal em bebês, não somente pela possibilidade de desenvolvi‑ mento de cárie dentária em uma idade precoce, mas também porque os hábitos dietéticos adquiridos na infância formam a base para o futuro padrão alimentar.119 No entanto, é necessá‑ rio sugerir ao responsável modificações razoáveis e realistas.

O aleitamento materno exclusivo até os 6 meses de idade, além de todas as vantagens já mencionadas, dimi‑ nui a possibilidade de ingestão de alimentos que contêm açúcar. A ocorrência de formação de cárie dentária em crianças não está somente relacionada à quantidade de carboidrato ingerido, mas também à consistência do ali‑ mento e à frequência de ingestão. Uma alta frequência de ingestão de carboidratos e sacarose, acima de seis vezes ao dia, é considerada fator positivo de risco para desen‑ volver a cárie dentária.9,119

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Medium 9788536309156

Capítulo 8 - Medicamentos

William E. Deturk Grupo A PDF Criptografado

C APÍTULO 8

MEDICAMENTOS

Charles D. Ciccone

INTRODUÇÃO

Os medicamentos têm um papel essencial no tratamento de pacientes com doenças cardiorrespiratórias. Drogas podem ser usadas para prevenir ou tratar várias patologias e problemas cardíacos, pulmonares e circulatórios, reduzindo, assim, as limitações funcionais e as incapacidades associadas a doença cardiorrespiratória. Os medicamentos também podem ter um efeito sinérgico com intervenções fisioterapêuticas. Por exemplo, drogas que melhoram a habilidade da bomba cardíaca podem permitir que os pacientes participem de forma mais efetiva de intervenções que favoreçam a capacidade aeróbia e de resistência. Todos os medicamentos produzem efeitos adversos que podem ter um impacto direto nas intervenções fisioterapêuticas. Por exemplo, drogas que diminuem a pressão arterial

(anti-hipertensivos) podem produzir tonturas e falta de coordenação se causarem hipotensão excessiva. Portanto, é preciso que os fisioterapeutas tenham um entendimento básico sobre medicamentos cardiovasculares e pulmonares comuns e sobre seu efeito em pacientes que recebem fisioterapia.

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Medium 9788536308524

3. Transtorno de apego

Fintan J. Regan Grupo A PDF Criptografado

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Transtorno de apego

Crianças que não conseguem desenvolver apegos seguros com pais ou cuidadores carinhosos e protetores durante a primeira infância (0 a 3 anos) podem desenvolver um transtorno do apego.

Um bebê cujas necessidades básicas de alimento, água, amor, conforto e segurança não são satisfeitas ou são ignoradas sentirá ansiedade por medo de que suas exigências futuras não sejam satisfeitas, e se tornará desconfiado. As ansiedades que envolvem suas próprias necessidades vitais essenciais gradualmente forçam a criança a se concentrar de maneira exclusiva e agressiva em si mesma, controlando suas inseguranças adquiridas e seus sentimentos de rejeição e de desamor, mantendo-se em total controle de tudo ao seu redor.

Os comportamentos associados a isso podem envolver agressividade, física e verbal, contra pessoas e patrimônio alheio. Esses jovens podem ser antagônicos, recusando-se a fazer o que se pede, independentemente do que for, e tendem a manipular as situações. Na adolescência, podem buscar alívio no álcool, nas drogas ou no sexo precoce e promíscuo. Podem não enxergar a verdade da mesma forma que outras pessoas. Não respondem à razão ou à lógica.

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