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Medium 9788565848657

Capítulo 12 - Gestão do capital humano nas instituições de ensino superior

Sonia Simões Colombo Grupo A PDF Criptografado

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Gestão do capital humano nas instituições de ensino superior

Lizika Pitpar Goldchleger

Milana Ivoglo

Sonia Simões Colombo

A

o longo dos últimos anos, as instituições de ensino superior (IES) vêm sofrendo pressão de um mercado cada vez mais competitivo e agressivo, que as obriga a compreender a importância do papel de um planejamento estratégico institucional como requisito básico para sua sobrevivência. Isso exigiu que focassem em resultados, e, hoje, os métodos e as cobranças são muito diferentes dos existentes anteriormente

(HANDY, 1990).

Houve uma alteração no perfil de funcionários que as empresas buscam, o que também influenciou as IES: passou-se de um perfil “obediente e disciplinado” para um de “autônomo e empreendedor”. Uma IES

é fundamentalmente uma organização de pessoas, profissionais que devem estar devidamente capacitados e satisfeitos em suas funções, uma vez que são os principais responsáveis pelo desenvolvimento e crescimento da instituição.

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Medium 9788522478392

Parte I - 1 A importância da leitura

ANDRADE, Maria Margarida de Grupo Gen PDF Criptografado

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A importância da leitura

Apesar de todo o avanço tecnológico observado na área de comunicações, principalmente audiovisuais, nos últimos tempos, ainda é, fundamentalmente, através da leitura que se realiza o processo de transmissão/aquisição da cultura. Daí a importância capital que se atribui ao ato de ler, enquanto habilidade indispensável, nos cursos de graduação.

Entre os professores universitários é generalizada a queixa: os alunos não sabem ler! O que pode parecer um exagero tem sua explicação. Os alunos, de modo geral, confundem leitura com a simples decodificação de sinais gráficos, isto é, não estão habituados a encarar a leitura como processo mais abrangente, que envolve o leitor com o autor, não se empenham em prestar atenção, em entender e analisar o que leem. Tal afirmativa comprova-se com um exemplo simples:

é muito comum, em provas e avaliações, os alunos responderem uma questão, com acerto, mas sem correspondência com o que foi solicitado. Pergunta-se, por exemplo, – quais as influências observadas... – esperando-se, obviamente, a enumeração das influências; a resposta, muitas vezes, aponta a que se referem essas influências e não – quais são –. Ora, por mais correta que seja a resposta, não responde ao que foi solicitado.

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Medium 9788536324555

Quarta unidade - Fábulas: reflexão e articulação com as artes

Saraiva, Juracy Assmann Grupo A PDF Criptografado

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Atividade 3

Estudo do gênero sinopse

Com que tipo de texto a sinopse se parece: com um poema, com uma notícia, com um anúncio?

A sinopse

– revela detalhes do comportamento das personagens?

– traz detalhes dos lugares onde se desenrola a história?

– apresenta o final da história dos filmes?

– expõe a avaliação de quem a escreve sobre o filme?

– indica o nome de pessoas que realizaram o filme?

O professor acolhe as opiniões, que serão aproveitadas na orientação do trabalho a ser desenvolvido.

PARA O PROFESSOR

As características da sinopse são as seguintes: um texto narrativo, curto, que resume uma narrativa, apresentando os personagens principais e o conflito central, sem revelar o fim da história. O professor não deve dar essas explicações, mas incentivar os alunos a percebê-las gradativamente.

Atividade 4

Redação de uma sinopse

O professor identifica, junto com os alunos, outros filmes e desenhos animados conhecidos por eles e escreve os títulos no quadro. Os alunos já alfabetizados reúnem-se em duplas e escolhem um dos filmes ou desenhos animados listados para escreverem sua sinopse. Estimulados pelo professor, os alunos não alfabetizados formulam frases que sintetizam a sequência dos eventos de um filme ou desenho escolhido coletivamente, cabendo ao professor transcrevê-las no quadro.

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Medium 9788573079579

Capítulo 4. É possível ler na escola?

Delia Lerner Grupo A PDF Criptografado

Ler e escrever na escola

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4

É possível ler na escola?1

Devo ser um leitor muito ingênuo, porque nunca pensei que os romancistas quisessem dizer mais do que dizem. Quando Franz Kafka conta que Gregor

Samsa apareceu certa manhã transformado em um inseto gigantesco, não me parece que isto seja símbolo de algo e a única coisa que sempre me intrigou é a que espécie de animal ele pertencia. Acho que houve, na realidade, um tempo em que os tapetes voavam e que havia gênios prisioneiros dentro das garrafas. Acho que o burro de Balã falou – como diz a Bíblia – e a única coisa que é preciso lamentar é não ter gravada sua voz, e acho que Josué derrubou as muralhas de Jericó com o poder de suas trombetas, e a única coisa lamentável

é que ninguém tem transcrita a música capaz da demolição. Acho, enfim, que

Vidriera – de Cervantes – realmente era de vidro, como ele dizia em sua loucura, e acredito mesmo na jubilosa verdade de que Gargantua urinava torrencialmente sobre as catedrais de Paris.

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Medium 9788536319926

a

Pacheco, José Grupo A PDF Criptografado

a

Talvez revendo-se em um outro lado de um espelho freudiano – eu sei lá! –, o certo é que Alice me respondia numa lógica implacável e repressora de ortodoxias gramaticais.

– O que é isto? – eu perguntava, apontando as mãozinhas do irmão Marcos.

– Ito é as mões do minino!

Reaprendi a gramática do bom senso, compassivamente anotando os absurdos que Alice, sem saber, denunciava, os mesmos absurdos que os adultos de então não conseguiam identificar. Reaprendi com os sábios rabiscos linguísticos da minha neta muito daquilo que tive de desaprender quando, um dia, quis ser professor. E vieram à memória episódios que ouvi contar, quando ainda exercia essa maravilhosa pro­fissão.

Parece que foi ontem, e lá se vão tantos anos! Era no tempo do hegemônico método analítico-sintético por alguns chamado de fônico. Um tempo distante, em que o “p” e o “t” eram aprendidos por meio da repetição soletrada de frases de alto gabarito intelectual do tipo: “a tia tapa o pote”, “a tia é tua”, “é a tua pua”.

Naquele tempo, como atualmente, algum pai, em seu perfeito juízo, se lembraria de repreender o filho, no momento em que este balbuciasse a primeira palavra? Estou vendo o pequeno exclamando “papá!”, e o zeloso genitor corrigindo-o de imediato:

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Medium 9788536316420

6. Princípios da pesquisa científica para investigar ambientes virtuais de aprendizagem sob o ponto de vista do pensamento complexo

Behar, Patrícia Alejandra Grupo A PDF Criptografado

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Princípios da pesquisa científica para investigar ambientes virtuais de aprendizagem sob o ponto de vista do pensamento complexo1

Marcia Paul Waquil

Patricia Alejandra Behar

Introdução

Desde a cultura da oralidade até hoje na cultura digital vivenciamos inúmeras transformações sociais que são produzidas pelos avanços tecnológicos e produtoras deles. Estamos vivenciando uma revolução nos suportes da informação que cria uma nova cultura. Essa cultura está baseada na aceleração das trocas, na eliminação de limites geográficos e no tempo real. Esses são fatores que têm criado novas formas de relacionamento, novos espaços e novas formas de aprendizagem.

Essas mudanças são sentidas social e culturalmente, pois fazem parte da chamada cibercultura, que é definida por Lévy (1999, p.17) como “o conjunto de técnicas (materiais e intelectuais), de práticas, de atitudes, de modos de pensamento e de valores que se desenvolvem juntamente com o crescimento do ciberespaço”. Para Lemos (2002, p.95), “a cibercultura se constitui como uma cibersocialidade”. O autor entende que a cibercultura se forma a partir da relação entre as tecnologias digitais, a sociedade e a cultura. Mesmo sem percebermos, a cultura digital está presente diariamente na nossa vida, em todas as atividades que envolvem a nossa relação com a máquina, como, por exemplo, no uso de cartões de crédito, de celulares, de terminais bancários e em tantas outras atividades que realizamos.

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Medium 9788522466061

1 - Predicados de um Estudo de Caso Exemplar

MARTINS, Gilberto de Andrade Grupo Gen PDF Criptografado

1

Predicados de um Estudo de Caso Exemplar

1.1 Introdução

Esperamos, ao longo deste texto, com clareza e precisão, expor, detalhar e explicar todo o processo da estratégia de pesquisa de um

Estudo de Caso a partir de uma questão de pesquisa, do planejamento e desenvolvimento de uma investigação científica. Esta proposta de trabalho é fruto de nossas experiências no convívio com as ansiedades, e por vezes angústias, de estudantes que necessitam construir suas pesquisas científicas para relatá-las em uma monografia, um artigo, uma dissertação ou mesmo uma tese. Particularmente ao aluno ou pesquisador interessado em aproveitar o conhecimento de determinada situação – um caso –, para levantar problema e desenvolver sua pesquisa. Antes de adentrarmos na trama para a construção de um Estudo de

Caso com o necessário rigor científico, vamos apresentar as condições para se compor uma excelente pesquisa a partir desta estratégia, bem como relatar situações de estudos que não podem, cientificamente, ser qualificados como Estudo de Caso. O conhecimento dos critérios sobre o necessário rigor científico e a qualidade da pesquisa melhor contribuirão para o entendimento dos demais capítulos e seções do livro. São ainda relatadas situações/condições onde a estratégia de pesquisa Estudo de Caso não é devidamente aplicada, comprometendo a qualidade científica da investigação.

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Medium 9788563899613

28. A experiência da escola integrada em Belo Horizonte (MG)

Jaqueline Moll; Colaboradores Grupo A PDF Criptografado

28

A experiência da escola integrada em Belo Horizonte (MG)

Neuza Maria Santos Macedo

Macaé Maria Evaristo

Madalena Ferrari Godoy

Tadeu Rodrigo Ribeiro

Nos últimos anos, diversos projetos sociais, que têm como horizonte o combate à exclusão social e a promoção de uma sociedade mais justa e igualitária, vêm sendo realizados no Brasil. Com eles, o planejamento das atuais políticas públicas tem absorvido a noção de construção do conhecimento e empoderamento na implementação de políticas públicas nacionais de educação, esporte, cultura, meio ambiente, inclusão digital, inserção profissional, saúde e juventude.

Tais políticas são delineadas em torno de novas necessidades formativas do sujeito que compreendem as dimensões afetiva,

ética, estética, social e cultural. Quando essas dimensões estão presentes nas políticas educacionais, tendem a favorecer o desenvolvimento de competências individuais, sociais, produtivas, esportivas e cognitivas dos sujeitos.

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Medium 9788522474400

10 - Pesquisa de opinião

DUARTE, Jorge; BARROS, Antonio (orgs.) Grupo Gen PDF Criptografado

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Métodos e técnicas de pesquisa em comunicação

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Pesquisa de opinião

Ana Lucia Romero Novelli

�Conhecimento e poder são um.� F. BACON

(Aforisma iii)

(GRANGER, 1967, p. 21)

A

pesquisa de opinião tem se mostrado instrumento tão valioso para a sociedade contemporânea, que, muitas vezes, deixa de ser compreendida como técnica de medição da opinião pública para tornar-se a própria expressão desta.

Sua aplicação extrapolou os limites do campo político, no qual despontou com maior intensidade, e, hoje, tornou-se reconhecido método de investigação científica para a maioria dos campos de conhecimento, inclusive para a Comunicação Social.

Como método quantitativo, a pesquisa de opinião ou survey, como também é conhecida, possibilita a coleta de vasta quantidade de dados originados de grande número de entrevistados. Dentre seus aspectos positivos, podem-se destacar a possibilidade de que a investigação do problema ocorra em ambientes reais, sem a necessidade de se lançar mão de recursos de laboratório; a viabilidade de realização de análises estatísticas de variáveis como dados sociodemográficos, de atitude, dentre outras; a quase inexistência de barreiras geográficas para a realização das entrevistas e o baixo custo de aplicação ao se considerar a quantidade de informações recolhidas.

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Medium 9788565848619

Capítulo 12 - Não abalar as relações de força

Philippe Perrenoud Grupo A PDF Criptografado

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Não abalar as relações de força

Ninguém quer que outros seres humanos morram de fome. Mas, quando chega o momento de fazer sacrifícios pessoais em benefício dos outros, todo mundo hesita e acaba encontrando boas razões para dizer “primeiro eu!”. Do mesmo modo, ninguém deseja que outros seres humanos sejam dependentes, submissos, explorados, dominados ou maltratados, exceto se houver conflito de interesses.

Ora, há conflito de interesses na área dos conhecimentos e das competências para a vida. Se os mais desprovidos adquirirem conhecimentos mais amplos, eles terão muito mais meios intelectuais para compreender as coisas que lhes acontecem e antecipá-las, para analisar os mecanismos que produzem a miséria, o desemprego, a justiça e a exclusão. Desta forma, as relações de força seriam menos desequilibradas, em escala mundial, no nível de cada sociedade global e, também, nas organizações, sobretudo nas empresas.

Houve uma época, como nos lembra Lelièvre (1990), em que se podia dizer, abertamente, “é bom que o povo seja ignorante”:

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Medium 9788565848008

Capítulo 1. A liberdade educa ou a educação liberta?

José Sérgio Fonseca de Carvalho Grupo A PDF Criptografado

A liberdade educa ou a educação liberta?*

Uma crítica às pedagogias da autonomia

à luz do pensamento de Hannah Arendt

1

Liberdade, essa palavra que o sonho humano alimenta, que não há ninguém que explique e ninguém que não entenda...

Cecília Meireles

INTRODUção

H

á alguns anos, a revista mensal Caros Amigos, de política e cultura, me sugeriu como objeto de reflexão o dilema: a liberdade educa ou a educação liberta? Na ocasião, senti-me premido pelo espaço e pelo tempo concedidos, mas desafiado pela ideia de examinar um fenômeno intrigante e paradoxal: ao longo do século XX, pensadores com interesses e perspectivas teóricas radicalmente diferentes parecem ter convergido em um ponto – vincularam substancialmente o sentido da ação educativa ao cultivo de um compromisso com a liberdade. Seria a análise do dilema proposto um caminho interessante para deslindar divergências e confrontar tendências entre o aparente – ou verbal – consenso?

Retomo, então, o dilema, menos com a expectativa de apresentar uma resposta direta do que para, a partir dele, estabelecer algumas das bases sobre as quais repousam o consenso aparente e o dissenso latente de diferentes visões sobre a relação entre ação educativa e liberdade.

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Medium 9788584290581

Capítulo 13 - O enfoque CTS e a formação de professores de ciências: considerações a partir da abordagem de questões sociocientíficas

Terezinha Valim Oliver Gonçalves (org.); Francisco Cristiano da Silva Macêdo (org.); Fábio Lustosa Souza (org.) Grupo A PDF Criptografado

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O enfoque cts e a formação de professores de ciências: considerações a partir da abordagem de questões sociocientíficas

Rosa Oliveira Marins Azevedo, Evandro Ghedin,

Maria Clara Silva-Forsberg e Amarildo Menezes Gonzaga

E

ste capítulo procura evidenciar as possíveis razões pelas quais o enfoque CTS ainda não tenha se inserido efetivamente no processo educacional e apontar alternativa

à sua inserção. Para tanto, aborda a origem do movimento CTS e discute seu enfoque na educação, no ensino de ciências e na formação de professores. Este é um estudo crítico, feito a partir de uma pesquisa documental centrada na produção científica publicada em livros, teses e trabalhos apresentados em anais de eventos e revistas da área educacional. As leituras permitiram direcionar as discussões, assumindo-se a análise interpretativa para a organização do texto. O estudo evidencia que a formação de professores, pelos problemas apresentados em seus aspectos teórico-epistemológicos e éticos, é o principal obstáculo à inserção do enfoque CTS no processo educacional. Como alternativa, aponta-se a abordagem de questões sociocientíficas com enfoque CTS, em uma perspectiva de complementaridade, como possibilidade de melhorias nos aspectos evidenciados.

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Medium 9788584291199

Capítulo 1 - Por que inovar na educação?

Fausto Camargo, Thuinie Daros Grupo A PDF Criptografado

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Por que inovar na educação?

Thuinie Daros

Ao conversar com alunos da educação básica e do ensino superior sobre os modos de ensinar e aprender, o ensino essencialmente transmissivo, centrado unicamente no conhecimento do professor, é motivo para muitas insatisfações. Reclamam não só do fato de terem de ficar horas ouvindo, mas também da rigidez dos horários, do distanciamento do conteúdo proposto com a vida pessoal e profissional e dos recursos pedagógicos pouco atraentes. Ao conversar com professores, as queixas são similares. Reclamam da falta de envolvimento, do excesso de desinteresse dos alunos e das condições do exercício docente.

Mesmo diante de tantos avanços tecnológicos e científicos, o modelo de aula continua predominantemente oral e escrito, assim como os recursos utilizados.

Nesse contexto, têm-se mantido intactos muito giz, caderno e caneta. Quando mudam, ganham uma nova roupagem por meio da utilização de instrumentos audiovisuais, como a inserção de filmes, vídeos e apresentações gráficas e projetores multimídia. Já os alunos continuam a receber o conteúdo passivamente e cada vez mais esperam tudo produzido pelos professores.

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Medium 9788521621829

Capítulo 9 - Outras Práticas que Compõem a Avaliação Formativa

ALVES, Júlia Falivene Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 9

Outras Práticas que Compõem a

Avaliação Formativa

Contextualização

Na avaliação tradicional, é o professor quem decide, sozinho, o destino do aluno em sua escolaridade, conforme o aprova para uma série ou nível superior ou o reprova, detendo-o na mesma etapa em que ele se encontrava. Daí o fato de esse tipo de avaliação ser classificada, entre outros adjetivos, como avaliação autoritária.

Para que isso não ocorra, na avaliação formativa o aluno deverá ser orientado para se autoavaliar continuamente, pois, dessa forma, ele pode detectar os desafios que teve ou ainda tem de enfrentar, suas dúvidas e seus equívocos, mas também as suas facilidades, seus acertos e os objetivos já atingidos.

Conceitos para entender a prática

A autoavaliação do aluno, a avaliação dos seus colegas e a autoavaliação do professor

Durante essa avaliação, orientado pelo seu professor, o aluno poderá identificar quais são as estratégias, os procedimentos, os conceitos e as atitudes que adotou; quais o estão conduzindo ao sucesso e quais são inadequados.

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Medium 9788582713822

Capítulo 9 - Basquetebol

Craig Liebenson Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

9

Koichi Sato e Yohei Shimokochi

Basquetebol

“Mover-se sem a bola” é a chave para o sucesso no basquetebol. Os jogadores tendem a dedicar a maior parte de seu tempo de prática a melhorar suas habilidades com a bola

(p. ex., arremessar e dominar a bola). Uma quantidade de tempo consideravelmente menor é gasta em habilidades de movimento fundamentais (FMS, fundamental movement skills) sem a bola, como saltar, deslizar, correr e crossover

(drible com mudança brusca de direção). Assim como nas habilidades de arremesso, as habilidades fundamentais do movimento melhoram quando um programa de treinamento com movimentos específicos é implantado. Esse programa consiste em uma série de exercícios desenhados de forma específica para melhorar cada habilidade de movimento.

No final, o objetivo do programa é desenvolver a habilidade dos jogadores para manter padrões de movimento eficientes e potentes, que minimizem os riscos de lesões e melhorem o desempenho. O propósito deste capítulo é ajudar profissionais de reabilitação e treinamento de alto rendimento a desenvolver um programa de exercícios específicos para sucesso de jogadores.

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