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Capítulo 13 - Finanças

Toby Meadows Grupo A PDF Criptografado

Capítul

o 13: F inanças

A

parte financeira da criação de uma marca

muitas vezes é a área que a maioria dos aspirantes a empreendedor de moda deixa para enfrentar por último.

O melhor, no entanto, é resolver os aspectos financeiros do seu negócio logo no início. Como afirma Caroline Charles,

“Tente não separar o processo de design e de marketing da parte financeira – quanto mais cedo você abraçar todas elas como parte do processo criativo, maior será o seu sucesso e diversão.” Este capítulo aborda os passos necessários para fazer com que o seu negócio decole e se eleve para um nível sustentável. Isso inclui os custos do espaço do ateliê, da fabricação, do marketing, dos equipamentos de escritório e das eventualidades.

Projete os seus custos de abertura

Traje formal da Pose London

Projetar os custos de abertura do negócio costuma ser um pouco complicado para as marcas de moda iniciantes. A tabela abaixo mostra as principais despesas iniciais e fixas normalmente enfrentadas. Pesquisando as áreas indicadas, você deve conseguir chegar a uma boa estimativa para cada uma delas. Inclua uma expectativa de salário razoável para você, mesmo que no início você não consiga obter um salário. Com apenas um cofrinho limitado de dinheiro disponível no início, você deve priorizar as suas despesas.

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Medium 9788540701403

Capítulo 10 - Marketing e finanças

Paul W. Farris; Neil T. Bendle; Phillip E. Pfeifer; David J. Reibstein Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 10

Marketing e finanças

Métricas abordadas neste capítulo:

Lucro líquido e retorno sobre vendas (RSV)

Métricas de projeto: retorno, VPL, TIR

Retorno sobre investimento (RSI)

Retorno sobre investimento em marketing

Lucro econômico (EVA)

À medida que os profissionais de marketing avançam em suas carreiras, torna-se cada vez mais necessário coordenar seus planos com outras áreas funcionais.

Previsões de vendas, orçamentos e estimativas de retornos sobre iniciativas de marketing propostas são quase sempre um foco de discussões entre as áreas de marketing e finanças. Para os profissionais de marketing com pouca exposição a métricas básicas de finanças, um bom ponto de partida é obter uma maior compreensão de “taxa de retorno”. “Retorno” costuma estar associado com lucro, ou pelo menos com fluxo de caixa positivo. “Retorno” também implica que algo saiu

– saída de caixa. Quase todas as atividades empresariais exigem alguma saída de caixa. Mesmo o dinheiro de custo de vendas, que retorna apenas quando as contas são pagas. Neste capítulo, oferecemos um panorama de algumas das medidas de lucratividade e lucro mais comumente empregadas. A compreensão de como as métricas são construídas e usadas pela área de finanças para classificar vários projetos facilitará o desenvolvimento de planos de marketing que satisfaçam os critérios adequados.

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Medium 9788582605271

Capítulo 2 - O que é design de serviço?

Marc Stickdorn; Adam Lawrence; Markus Hormess; Jakob Schneider Grupo A PDF Criptografado

Isto é Design de Serviço na Prática

02

O QUE É DESIGN

DE SERVIÇO?

Os fundamentos: o que designers de serviço fazem e o que não fazem.

Comentários de especialistas

Arne van Oosterom

Birgit Mager

Jeff McGrath

Maurício Manhães

Isto é Design de Serviço na Prática

02

O QUE É DESIGN DE SERVIÇO?

2.1 Definição de design de serviço................................ 19

2.2 Diferentes pontos de vista....................................... 21

2.4.1 �

Não é estética ou uma questão de “enfeitar o bolo”........................................................................... 24

2.2.1 Design de serviço como um modelo mental.............. 21

2.2.2 Design de serviço como um processo........................ 21

2.2.3 �

Design de serviço como uma caixa de ferramentas.............................................................. 21

2.2.4 �

Design de serviço como uma linguagem interdisciplinar............................................................... 22

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Medium 9788540701465

Capítulo 1 - Contexto do design

Kathryn Best Grupo A PDF Criptografado

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Job:01661 Title: The Fundamentals of Design Management Kathryn Best (AVA)

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Contexto do design

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Job:01661 Title: The Fundamentals of Design Management Kathryn Best (AVA)

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Cultura de design e cultura empresarial

O design e as empresas têm suas próprias culturas: suas crenças, valores e pressupostos, evidenciados na forma como avaliam o sucesso e naquilo que consideram importante. Tal distinção por vezes pode provocar um “choque de culturas”. Para exercer maior influência nas indústrias criativas, compreender melhor os desafios e as oportunidades inerentes às diferentes culturas organizacionais constitui uma notável vantagem.

As indústrias criativas estão fundamentalmente interligadas. Os designers precisam conhecer os tradicionais processos e práticas comerciais e gerenciais das organizações, bem como a forma dependente como se relacionam e operam diferentes empreendimentos. Da mesma forma, as empresas precisam conhecer os processos e práticas de design específicos e interdiscilplinares, bem como seu potencial para fomentar mudanças.

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Capítulo 3 - Ferramentas básicas do design de serviço

Marc Stickdorn; Adam Lawrence; Markus Hormess; Jakob Schneider Grupo A PDF Criptografado

Isto é Design de Serviço na Prática

03

FERRAMENTAS BÁSICAS

DO DESIGN DE SERVIÇO

Um conjunto de ferramentas advindas de várias disciplinas, combinadas para pesquisar, criar, prototipar e testar serviços.

Comentários de especialistas

Alexander Osterwalder

Hazel White

Mike Press

Isto é Design de Serviço na Prática

03

FERRAMENTAS BÁSICAS DO DESIGN DE SERVIÇO

3.1 Dados de pesquisa................................................... 38

3.2 Personas.................................................................... 41

3.5.1 �Protótipos de (inter)ações, processos de serviço e experiências............................................. 67

3.3 Mapas de jornada..................................................... 44

3.5.2 Protótipos de objetos físicos........................................ 70

3.3.1 Uma tipologia dos mapas de jornada......................... 50

3.5.3 �Protótipos de ambientes, espaços e arquitetura.................................................................. 71

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