11 capítulos
Medium 9788582600955

Desenho: expressão de uma cultura

Marcelo Castilho; Ericson Straub; Hélio de Queiroz; Paulo Biondan Grupo A PDF Criptografado

Desenho: expressão de uma cultura

Ari Rocha

A imagem precedeu a palavra. O grafismo paleolítico

situações, ideias e fatos que compõem a realidade.

encontrado em cavernas é considerado a origem do

Essas referências simbólicas são somente uma repre-

desenho. Essa manifestação de arte rupestre surgiu

sentação do mundo real, uma interpretação que guar-

antes mesmo que o homem utilizasse palavras ou

da relação com aquilo que cada indivíduo consegue

produzisse inscrições e símbolos que pudessem ser

entender dos fatos que vivencia, de acordo com sua

efetivamente reconhecidos como uma linguagem

cultura e nível intelectual. É válido, portanto, conside-

verbal articulada, cujo significado fosse estruturado de

rar que a história possa contar somente a “versão dos

forma sistemática e compreendido, mesmo que por um

vencedores”, que muitas vezes não corresponde aos

grupo restrito.

fatos verdadeiramente acontecidos, pelo menos em toda a sua magnitude.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582600955

Princípios e dicas

Marcelo Castilho; Ericson Straub; Hélio de Queiroz; Paulo Biondan Grupo A PDF Criptografado

Perspectiva e traços

No design automotivo, a perspectiva tem o importante

parte da representação. Eles são normalmente depura-

papel de criar um efeito de impacto na visualização. Ela

dos e recombinados em um processo de modelagem

determina a profundidade, o ângulo de visão e a dra-

mental e manual.

maticidade que se pretende demonstrar. Associada a outros elementos, como a luz e a sombra, a perspectiva

é determinante para o processo volumétrico.

O início da representação pode partir da construção de

sólidos geométricos ou, então, partindo de detalhes

sólidos geométricos em perspectiva. O paralelepípedo

como rodas, faróis ou vidros. O designer parte geral-

pode ser um importante gabarito para este passo. Para

mente de uma ideia preexistente da representação desejada. Os primeiros traços contêm uma síntese da volumetria principal e dos elementos que vão fazer

26

Desenho a partir de um sólido

Ver todos os capítulos
Medium 9788582600733

Galeria

Ericson Straub; Marcelo Castilho; Paulo Biondan; Hélio de Queiroz Grupo A PDF Criptografado

Galeria

Montagem com sketches produzidos com técnica de marcador, caneta esferográfica e pastel seco

Marcelo Castilho

98

abc do Rendering

Rendering utilizando técnica de sketch manual e software de manipulação de imagens

Departamento de Design da

Volkswagen do Brasil / Marco Pavone

Galeria

99

Renderings digitais utilizando software 3D

Electrolux Group Design Latin America /

Érik Gurski Lima, Leonardo Hatamura,

Fabio Matsuda, Rafael Raulino

100

abc do Rendering

Galeria

101

Renderings digitais

Electrolux Group Design Latin America /

Rafael Alonso

Rendering digital

Electrolux Group Design

Latin America /

Érik Gurski Lima

102

abc do Rendering

Rendering digital

Electrolux Group Design

Latin America /

Rafael Raulino

Rendering digital

Electrolux Group Design

Latin America /

Vinícius Weinert

Ver todos os capítulos
Medium 9788582600733

A evolução dos meios de representação do design

Ericson Straub; Marcelo Castilho; Paulo Biondan; Hélio de Queiroz Grupo A PDF Criptografado

A evolução dos meios de representação do design

O ato da representação visual faz parte da evolução do homem. Mais do que apenas a caracterização de crenças, o desenho tem um papel fundamental como elemento de comunicação entre os povos. Tem sido assim desde a evolução das antigas formas de escrita, que nasceram da necessidade de registro e de transmissão do conhecimento adquirido, estabelecendo uma ligação entre o emissor e o receptor e permitindo o compartilhamento de códigos comuns ao longo das gerações.

A representação no design – apesar de utilizar alguns códigos específicos que, muitas vezes, diferenciam-se de outras formas de representação visual – tem um papel similar ao da escrita porque também parte da necessidade de comunicar uma ideia. Desde a Antiguidade, o ato da representação tem uma estreita ligação com as artes, mas foi somente no final da Idade Média, quando arquitetos e projetistas começaram a ser chamados pela Igreja para projetar e renovar catedrais e edifícios, que surgiu a real necessidade de se estabelecer um diálogo efetivo entre o projetista, o cliente e os operários que deveriam executar a obra. Filippo Brunelleschi, um dos mais importantes arquitetos daquele período, foi um dos primeiros a desenvolver seus projetos com base na transferência de ideias para o papel, tendo sido responsável pelo projeto da cúpula da Igreja Santa Maria Del Fiore, em Florença, na Itália.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582600733

Superfícies e texturas

Ericson Straub; Marcelo Castilho; Paulo Biondan; Hélio de Queiroz Grupo A PDF Criptografado

Superfícies e texturas

Superfícies e texturas

Cada material ou superfície específica possui uma expressão própria, muitas vezes somente visual, em outras envolvendo aspectos tridimensionais ou sensoriais. Este é o desafio na representação de texturas e superfícies: não apenas retratar o material ou o produto, mas demonstrar a sensação tátil ou tridimensional de um material. A representação do design com a finalidade de apresentar a ideia deve comunicar para o interlocutor de maneira clara qual é a superfície, o material ou a textura de determinado objeto.

Nesse processo de representação, são utilizados materiais como marcadores, pastéis, lápis de cor, guache, aquarela e papéis de texturas diferenciadas, tudo com o objetivo de demonstrar de modo rápido e claro a natureza de uma superfície ou textura. O que se busca é capturar o detalhe que define uma superfície, buscando o estereótipo de representação de determinado material. Por exemplo, a representação de superfícies cromadas

Ver todos os capítulos

Visualizar todos os capítulos