275 capítulos
Medium 9788582605134

Estudos de caso - Starbucks

Alina Wheeler Grupo A PDF Criptografado

Estudos de caso

Starbucks

Nossa missão é inspirar e cultivar o espírito humano, uma pessoa, uma caneca e uma vizinhança de cada vez. Cada Starbucks é parte de uma comunidade, e levamos a sério nossa responsabilidade de sermos bons vizinhos.

A Starbucks é a maior produtora e varejista de produtos de café especiais. A empresa opera em mais de 24.000 locais e mais de 70 países diferentes, com mais de 190.000 funcionários. A primeira

Starbucks foi inaugurada em 1971.

Metas

Comemorar o quadragésimo aniversário.

Imaginar um futuro mais amplo do que o café.

Renovar a experiência do cliente.

Revitalizar a expressão visual.

Implementar uma nova estratégia global.

A marca Starbucks continua a seguir nossa tradição, de maneiras que respeitam nossos valores essenciais e também garantem que continuaremos relevantes e estaremos preparados para o crescimento no futuro.

Howard Schultz

Foto: Masao Nishikawa

CEO e Presidente

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Medium 9788582602171

Blueprints de serviços

Marc Stickdorn, Jakob Schneider Grupo A PDF Criptografado

Quais são as ferramentas do design de serviços?

IMPLEMENTAÇÃO

VISUALIZAÇÃO DE TODOS OS ASPECTOS E ATORES RELACIONADOS À ENTREGA DO SERVIÇO

BLUEPRINTS DE

SERVIÇOS

O que é?

Blueprints de serviços (service blueprint, uma espécie de raio-x do serviço como um todo), são uma maneira de especificar e detalhar cada aspecto individual de um serviço. Eles geralmente envolvem a criação de esquemas visuais que incorporam as perspectivas do usuário, do provedor do serviço e de qualquer outra parte relevante que pode estar envolvida, detalhando tudo, desde os pontos de contato com o usuário até os processos de retaguarda.

Como é feito?

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É comum que os blueprints de serviço sejam produzidos de modo colaborativo, já que essa é uma excelente maneira de reunir os diversos departamentos ou equipes que podem existir dentro da empresa do provedor de serviço. Como, muitas vezes, equipes diferentes têm alguma influência sobre a entrega do serviço, reuní-las para criar um blueprint gera uma consciência compartilhada acerca das responsabilidades de cada equipe. Um workshop colaborativo é um fórum extremamente eficaz para esse tipo de cocriação, que quase sempre tem como propósito a construção de um documento

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Medium 9788577800728

7 Comunicando a marca esportiva

Irving Rein, Philip Kotler, Ben Shields Grupo A PDF Criptografado

212 Marketing esportivo: a reinvenção do esporte na busca de torcedores

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Comunicando a marca esportiva

A Hartford Wolf Pack, uma das equipes da American Hockey League, substituiu o time dos Hartford Whalers, da National Hockey League, em 1997, e tem desde então tentado construir e comunicar a sua marca, com resultados no máximo modestos. Como tantas outras equipes de alto nível das ligas menores, ela se vale dos programas usuais de divulgação – promoções, eventos na mídia local, sites na Internet e newsletters programados para estabelecer comunicação com a base de fãs e conexões com a mídia. Um dos principais componentes da estratégia de comunicação da marca consiste na ênfase de larga escala no atendimento das carências da comunidade. A equipe patrocina várias iniciativas comunitárias, como a Fundação Comunitária, os programas Golfe para Crianças, Bowl-a-Thon, Chariots of Hope, NHL Street

Wolves, o Acoustic Café CD, e um Centro de Reivindicações. A Fundação Comunitária dá apoio a outras 25 organizações, dentre elas a Connecticut Special Olympics e o Exército da Salvação, e o programa Chariots of Hope é centrado numa versão do hóquei no gelo batizada sled, um jogo com equipamento diferenciado que possibilita sua prática por crianças e adultos fisicamente desfavorecidos.¹ A Hartford Pack tem um orçamento limitado de publicidade e, ao destacar programas voltados para as necessidades comunitárias, mira em dois objetivos de conexão com os fãs. Em primeiro lugar, tenta gerar mídia gratuita que colabore para o surgimento de um clima de entusiasmo e interesse legítimo pela equipe, nada que tenha sido obtido mediante pagamento. Em segundo lugar, se os membros da comunidade considerarem que o envolvimento e compromisso da equipe com suas causas são válidos, poderão retribuir comprando ingressos para seus jogos, e comparecendo para estimular a equipe.

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Medium 9788582600610

Capítulo 11 - Venda a coleção

Toby Meadows Grupo A PDF Criptografado

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venda envolve conversar com as pessoas e

construir relacionamentos duradouros e baseados na confiança. As pessoas compram de quem gostam – dependendo da sua estratégia de vendas, você só vai ter duas chances ao ano para se encontrar com os compradores, por isso é importante acertar de primeira. É importante também saber falar sobre o seu próprio produto de modo convincente. Este capítulo analisa todos os aspectos da venda de moda no atacado e no varejo, as possibilidades para acordos de licenciamento e todos os detalhes administrativos que compõem o processo de vendas.

Os períodos de vendas

Antes de decidir quando, exatamente, fazer as vendas da sua coleção, você deve estabelecer qual será a sua estratégia de vendas. Você vai vender no atacado, no varejo ou em ambos?

Períodos de vendas do atacado

Para a maioria das marcas de moda que vendem no atacado, o período de vendas é ditado pelas coleções de primavera/verão e outono/inverno, com dois períodos ao ano que duram de dois a quatro meses. É nesse período que os compradores das lojas estão com os orçamentos prontos para as novas coleções. Se você conseguir repor as suas mercadorias ao longo da temporada, possibilitando às lojas fazerem novos pedidos, terá mais períodos de vendas disponíveis. As datas para as coleções de roupas masculinas e femininas são um pouco diferentes – as masculinas normalmente são apresentadas antes.*

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Medium 9788540701403

Capítulo 4 - Gerenciamento de produto e de portfólio

Paul W. Farris; Neil T. Bendle; Phillip E. Pfeifer; David J. Reibstein Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 4

Gerenciamento de produto e de portfólio

Principais conceitos abordados neste capítulo:

Experimentação, repetição, penetração e projeções de volume

Utilidades conjuntas e preferência do consumidor

Crescimento: Porcentagem e TCAC

Segmentação e utilidades conjuntas

Taxa de canibalização e taxa de perda de share

Utilidades conjuntas e projeção de volume

Métricas de valor de marca

O marketing eficaz advém do conhecimento do cliente e da compreensão de como um produto atende às necessidades dos clientes. Neste capítulo, descreveremos métricas utilizadas em planejamento e estratégia de produtos. Essas métricas abordam as seguintes questões: que volumes os profissionais de marketing podem esperar de um novo produto? Como as vendas dos produtos existentes serão afetadas pelo lançamento de uma nova oferta? O valor de marca aumenta ou diminui? O que os clientes realmente desejam e o que estão dispostos a sacrificar para obtê-lo?

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