257 capítulos
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788540701779

Capítulo 8 - Moda Internacional

Gini Stephens Frings Grupo A PDF Criptografado

8

Moda

Internacional

Foco de carreira

Todo profissional no negócio da moda quer estar informado sobre o que está acontecendo nas capitais da moda. A maioria dos designers, seus parceiros comerciais, profissionais da manufatura e organizações promocionais estão localizados nesses centros da moda, onde inspiração e fornecedores se encontram e as principais decisões de negócios são tomadas.

Objetivos do capítulo

Neste capítulo, você vai aprender a:

1. Distinguir quem são os criadores de moda internacional mais conhecidos

2. Explicar os motivos da liderança de moda francesa

3. Discutir o crescimento da importância do prêt-à-porter

4. Listar as razões da importância de Nova York como centro de moda

5. Discutir o papel dos centros de moda nacionais e internacionais

182

Parte III | Produção e Marketing de Moda

Este capítulo apresenta as principais capitais da moda do mundo, os centros mais influentes na criação e no marketing de moda. Você vai ler sobre as especialidades de cada um e sobre os criadores que transformaram essas cidades em centros da moda. Os centros da moda se desenvolvem como resultado da concentração de recursos, materiais, mão de obra qualificada e pessoas criativas. Designers são influenciados pelo que outros designers e artistas estão criando. A empolgação com uma nova ideia funciona como um catalisador, que gera mais criatividade, e é por isso que muitas pessoas criativas gravitam em torno das principais cidades.

Ver todos os capítulos
Medium 9788540701779

Apêndice

Gini Stephens Frings Grupo A PDF Criptografado

Apêndice

Diretrizes de carreira

Como você vai se posicionar no mundo da moda? Escolher uma carreira – não apenas um emprego, mas um trabalho que você goste e construa para o futuro – é uma das decisões mais importantes de sua vida. Este livro vai ajudar você a tomar essa decisão.

Este apêndice procura dar uma visão realista das possibilidades de carreira na moda. Ele investiga as oportunidades de emprego nas áreas de produtos têxteis, moda, design, marketing, produção, varejo e promoção. Ao planejar a sua carreira, você deve primeiro entender a si mesmo, seus talentos e suas ambições, e só então deve aplicar essas habilidades e interesses no campo que lhe oferece melhores oportunidades de emprego.

442

Apêndice

A INDÚSTRIA TÊXTIL

Se você gosta de trabalhar com tecidos, encontrará várias possibilidades de emprego interessantes na indústria têxtil. Uma grande variedade de pessoas qualificadas e talentosas é necessária, incluindo artistas para criar novos modelos, cientistas para desenvolver fibras e acabamentos e especialistas em marketing para comercializar as fibras para as fábricas e os tecidos para os fabricantes.

Ver todos os capítulos
Medium 9788540701779

Capítulo 12 - Comercialização e Distribuição do Atacado

Gini Stephens Frings Grupo A PDF Criptografado

12

Comercialização e

Distribuição do Atacado

Foco de carreira

Para criar uma cadeia comercial com varejistas e consumidores, os fabricantes procuram estabelecer contatos e um bom relacionamento com as lojas para quem fornecem e, muitas vezes, diretamente com os consumidores. Isso requer um esforço coordenado entre a gestão de produção, os designers, os merchandisers, os gerentes e representantes de vendas, os representantes de serviço ao cliente, os representantes de merchandising e todas as pessoas envolvidas na comercialização. Também inclui diretores de catálogos, publicitários, redatores, fotógrafos, produtores de vídeo, modelos, coordenadores de desfiles, especialistas de moda da televisão e pessoal de associações comerciais.

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Neste capítulo, você vai aprender a:

1. Listar os principais mercados internacionais de vestuário

2. Discutir aberturas de coleção, lançamentos de linha e semanas de moda

3. Descrever as políticas de distribuição

Ver todos os capítulos
Medium 9788540701779

Capítulo 4 - Pesquisa e Fontes de Moda

Gini Stephens Frings Grupo A PDF Criptografado

4

Pesquisa e Fontes de Moda

Foco de carreira

Muito antes de começar uma nova linha ou coleção, designers e merchandisers da indústria já estão ativamente envolvidos na pesquisa de moda. Consultores de pesquisa de mercado estudam e elaboram relatórios sobre as informações demográficas e hábitos de compra dos consumidores. Serviços de design e publicações de moda também precisam de especialistas em pesquisa e previsão de moda para cada categoria de mercadoria.

Objetivos do capítulo

Neste capítulo, você vai aprender a:

1. Discutir a importância da pesquisa

2. Explicar a necessidade dos estudos de mercado e da previsão de moda

3. Discutir e dar exemplos de fontes de design

88

Parte I | Os Fundamentos da Moda

Não é nada fácil fazer e vender o que as pessoas vão querer comprar em uma temporada de vendas futura. Percepção, pesquisa e planejamento são necessários para que produtores e varejistas produzam, comprem e vendam o que os consumidores vão querer. Os profissionais da moda devem estar atentos ao que está acontecendo no mundo, incluindo economia, política, demografia e mudanças sociais e em como esses eventos e condições afetarão os seus negócios. Sem uma pesquisa adequada, ou com uma mudança inesperada dos acontecimentos, a mercadoria acaba parada nas prateleiras e cabides, causando prejuízos – e até mesmo encerramento de negócios – para produtores, fabricantes e varejistas.

Ver todos os capítulos
Medium 9788540701465

Capítulo 6 - Design e inovação

Kathryn Best Grupo A PDF Criptografado

6

001-200 01661.indd 166

Job:01661 Title: The Fundamentals of Design Management Kathryn Best (AVA)

Page:166

12/22/09 4:56:47 PM

Design e inovação

167

001-200 01661.indd 167

Job:01661 Title: The Fundamentals of Design Management Kathryn Best (AVA)

Page:167

12/22/09 4:56:49 PM

Design, gestão e inovação

A relação entre design, gestão e inovação tem se desenvolvido e estreitado em contextos de mudanças aceleradas. Visto historicamente como um elo entre o recurso interno de design e outras funções organizacionais, como marketing, gestão e estratégia, o design cada vez mais tem desempenhado um papel catalítico nas empresas, operando de forma interdisciplinar e estabelecendo o denominador comum entre as agendas e objetivos dos departamentos.

Design e empresa

Para o desenvolvimento de novos processos, produtos e serviços, o design adota uma perspectiva centrada no usuário (ou focada no cliente), em contraposição à tradicional ênfase posta nas hierarquias internas ou capacidades essenciais da organização; ademais, seja no contexto de produtos e serviços, seja no contexto organizacional, o design sempre visualiza soluções centradas nas pessoas. Gerenciar a forma como o design se alinha aos objetivos organizacionais, estratégica e operacionalmente, é um dos papéis fundamentais do gestor de design.

Ver todos os capítulos
Medium 9788540701465

Introdução

Kathryn Best Grupo A PDF Criptografado

Introdução

8

Gestão do design é o gerenciamento bem-sucedido de pessoas, projetos, processos e procedimentos que estão por trás da criação dos produtos, serviços, ambientes e experiências que fazem parte de nossa vida diária.

Envolve também a gestão das relações entre diferentes disciplinas (como design, gestão, marketing e finanças) e diferentes papéis (clientes, designers, equipes de projeto e stakeholders).

A indústria criativa (também conhecida como

“economia criativa”) inclui as áreas de design, artesanato, publicidade, arquitetura, moda, cinema, música, TV, rádio, artes cênicas, produção editorial e software interativo. As atuais tendências globais relacionadas à criatividade nos segmentos de design identificam essa indústria como um dos setores que mais crescem no mundo e um dos melhores veículos para ampliar a vantagem competitiva entre as empresas comerciais e mesmo entre os países. Além disso, há uma crescente demanda por um enfoque mais holístico do impacto cultural, ambiental, político e social produzido pelo modus operandi das empresas comerciais e outras organizações. E como o design, por sua própria natureza, trata da solução de problemas a partir de uma perspectiva centrada nas pessoas, proporciona uma abordagem mais integrativa e holística para a solução dos desafios contemporâneos “mundiais”.

Ver todos os capítulos
Medium 9788577808748

Classificação de tipos

Gavin Ambrose; Paul Harris Grupo A PDF Criptografado

BDT_001-176

3/31/06

10:18 PM

Page 34

Classificação de tipos

Cliente: Absolut Label

Design: KesselsKramer

Resumo tipográfico:

Eclética coleção de tipos usados em harmonia com o tema

(WK)

Job:01-76355 Title:Basic Design-Typography

(02-AC30671) 175# Dtp:119 Page:34

BDT_001-176

3/31/06

10:18 PM

Page 35

34 35

Classificação de tipos

A vasta gama de tipos disponíveis torna essencial a existência de algum sistema de classificação para, principalmente, simplificar as especificações de um trabalho.

Tipos e famílias de tipos podem ser classificados de acordo com suas características intrínsecas. Para entender o sistema de classificação, e os meios pelos quais um tipo é classificado, devemos estar familiarizados com a terminologia utilizada para descrever essas características. Muitas faces – e grande parte da terminologia adotada para descrevê-las – têm origem em projetos concebidos há 500 anos, e foram originalmente fundidas em metal ou gravadas em rocha. Mesmo agora, em nossa era digital, tais faces ainda apresentam as características inconfundíveis associadas às necessidades físicas dos períodos nos quais foram criadas. A classificação de tipos é um daqueles raros casos em que faz sentido julgar somente pela aparência. Por isso, é importante compreender como os tipos são classificados e quais são as diferenças entre suas variações, a fim de entender melhor quando usá-los em um projeto.

Ver todos os capítulos
Medium 9788577809011

Conclusão

Barry Purves Grupo A PDF Criptografado

ava s-m end_P186-192:endmatter 24/11/2009 4:26 PM Page 187

Title: Basic Animation-Stop Motion

Client: AVA Book Pte Ltd Size: 160mmx230mm

186 | 187

Conclusão

Contudo, se você encontrar prazer nas minúcias da profissão ou vibrar de alegria com os resultados de um boneco aparentemente se movendo sozinho, então logo poderá ficar encantado. Se você consegue valorizar alguns segundos de filme produzidos em um dia como uma conquista, então bem-vindo ao stop-motion. Você terá enorme satisfação com as atividades detalhistas da arte, desde colocar a mão na massa e tentar controlar o mínimo detalhe, até a própria repetição do processo.

Se você quer dar vida a personagens extraordinárias e muito verossímeis pelo contato íntimo de suas mãos, então o stop-motion certamente é sua praia.

Você precisará aceitar que o imprevisível acontecerá. Veja isso como uma característica positiva, não como uma

mudança em seu filme, mas como seu crescimento. Uma vez que aceite isso, o stop-motion poderá ser realmente viciante, pois você fez algo se mover aparentemente sozinho; na verdade, você criou vida. As pessoas que nunca tentaram fazer isso podem achar essa necessidade de dar vida

Ver todos os capítulos
Medium 9788577809011

Ferramentas e técnicas

Barry Purves Grupo A PDF Criptografado

ava s-m ch5_P134-159:5 Tools & techniques 24/11/2009 4:40 PM Page 135

Title: Basic Animation-Stop Motion

Client: AVA Book Pte Ltd Size: 160mmx230mm

134 | 135

Ferramentas e técnicas

No Capítulo 5, veremos como todos os elementos técnicos envolvidos no stop-motion afetam a narrativa e o filme em si, e por que eles são tão importantes quanto a animação.

Preparativos > Ferramentas e técnicas > Movimento e performance

Como precisamos criar absolutamente tudo a partir do zero, é importante extrair o máximo de cada elemento, permitindo que contribuam para o filme, em vez de serem apenas algo secundário, mera decoração ou arquitetura. Tente relacionar cada corte, cada enquadramento, cada música a alguma coisa na narrativa e no tema global.

A animação é mais do que personagens móveis; trata-se de narrativa, e cada elemento pode ajudar a contar essa história.

Wallace e Gromit:

A batalha dos vegetais

2005 animador

Aardman

Ver todos os capítulos
Medium 9788582600955

Passo a Passo

Marcelo Castilho; Ericson Straub; Hélio de Queiroz; Paulo Biondan Grupo A PDF Criptografado

O desenho à mão livre, feito com ccaneta esferográfica, utiliza persp pectiva em ponto de fuga com d distorções propositais na posição d dos eixos e na proporção das rod das. Note como o paralelepípedo

– forma básica de qualquer ônibus

– também sofre distorção: em vez d de linhas retas, são utilizados arcos.

A intenção, em ambos os casos,

é criar um desenho dinâmico e ssedutor.

O rendering inicia com a aplicação de marcadores nos contornos da

área envidraçada, nos arcos de roda e na sombra projetada do veículo sobre o piso. O efeito gráfico obtido depende da habilidade em utilizar os marcadores com velocidade, ao mesmo tempo em que se trabalha no contraste entre as espessuras de linhas.

O pastel seco define os grandes planos, por meio da simplificação da representação de sombra e luz. São utilizadas duas cores em dois pontos de luz. Esses pontos de luz são posicionados de maneira a realçar o contraste entre as superfícies lateral e dianteira. O pastel roxo preenche toda a lateral, com ênfase na área mais próxima da frente do veículo.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582600955

Galeria

Marcelo Castilho; Ericson Straub; Hélio de Queiroz; Paulo Biondan Grupo A PDF Criptografado

Hélio de Queiroz

96

abc do Rendering Automotivo

Hélio de Queiroz

Galeria

97

Ericson Straub

Galeria

99

Marcelo Castilho

RENDERINGS E SKETCHES

Marcelo Castilho

RENDERINGS E SKETCHES

Galeria

101

Danilo Rodrigues

DEPARTAMENTO DE DESIGN GM DO BRASIL

Eduardo Walendowsky

DEPARTAMENTO DE DESIGN GM DO BRASIL

Galeria

103

Danilo Rodrigues

DEPARTAMENTO DE DESIGN GM BRASIL DO BRASIL

Dennis Karassawa

DEPARTAMENTO DE DESIGN GM BRASIL DO BRASIL

Pedro Guarinon

DEPARTAMENTO DE DESIGN GM DO BRASIL

Pedro Guarinon

DEPARTAMENTO DE DESIGN GM DO BRASIL

Galeria

105

Fiat Design Center LATAM

RENDERINGS E SKETCHES

Fiat Design Center LATAM

RENDERINGS E SKETCHES

Fiat Design Center LATAM

RENDERINGS E SKETCHES

Fiat Design Center LATAM

RENDERINGS E SKETCHES

Galeria

109

Fiat Design Center LATAM

RENDERINGS E SKETCHES

Ver todos os capítulos
Medium 9788582600733

Fundamentos da representação

Ericson Straub; Marcelo Castilho; Paulo Biondan; Hélio de Queiroz Grupo A PDF Criptografado

Fundamentos da representação

Fundamentos da representação

O potencial criativo de um designer ou artista deve ser enriquecido pelo processo da representação. Nesse sentido, a análise e os complexos fatores pelos quais se elaboram os juízos do desenho acabam sendo um processo natural. Cada desenho ou rendering é sempre um problema diferente que possui peculiaridades, porém alguns fundamentos são inerentes a qualquer tipo de desenho ou representação. Questões como a proporção ou a composição são, sem dúvida, fundamentos familiares e conhecidos mesmo

àqueles que desconhecem o desenho; o que muitas vezes não existe para alguns é a educação ou o aprendizado do olhar, que aguça a sensibilidade e o poder de transformar imagens mentais em uma representação bidimensional. Talvez a essência dessa pequena parte do livro seja salientar a importância do ato de desenhar – afinal, o sketch, por exemplo, é um desenho “in natura” que se utiliza de materiais próprios. O rendering, manual ou digital, é uma técnica, mas antes dele existe o desenho, a definição do que se quer representar.

Ver todos os capítulos
Medium 9788540701403

Capítulo 10 - Marketing e finanças

Paul W. Farris; Neil T. Bendle; Phillip E. Pfeifer; David J. Reibstein Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 10

Marketing e finanças

Métricas abordadas neste capítulo:

Lucro líquido e retorno sobre vendas (RSV)

Métricas de projeto: retorno, VPL, TIR

Retorno sobre investimento (RSI)

Retorno sobre investimento em marketing

Lucro econômico (EVA)

À medida que os profissionais de marketing avançam em suas carreiras, torna-se cada vez mais necessário coordenar seus planos com outras áreas funcionais.

Previsões de vendas, orçamentos e estimativas de retornos sobre iniciativas de marketing propostas são quase sempre um foco de discussões entre as áreas de marketing e finanças. Para os profissionais de marketing com pouca exposição a métricas básicas de finanças, um bom ponto de partida é obter uma maior compreensão de “taxa de retorno”. “Retorno” costuma estar associado com lucro, ou pelo menos com fluxo de caixa positivo. “Retorno” também implica que algo saiu

– saída de caixa. Quase todas as atividades empresariais exigem alguma saída de caixa. Mesmo o dinheiro de custo de vendas, que retorna apenas quando as contas são pagas. Neste capítulo, oferecemos um panorama de algumas das medidas de lucratividade e lucro mais comumente empregadas. A compreensão de como as métricas são construídas e usadas pela área de finanças para classificar vários projetos facilitará o desenvolvimento de planos de marketing que satisfaçam os critérios adequados.

Ver todos os capítulos
Medium 9788540701403

Capítulo 2 - Participação em corações, mentes e mercados

Paul W. Farris; Neil T. Bendle; Phillip E. Pfeifer; David J. Reibstein Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 2

Participação em corações, mentes e mercados

Principais conceitos abordados neste capítulo:

Participação de mercado

Índice de intensidade relativa de consumo

Participação relativa de mercado

Consciência, atitudes e uso (CAU)

Concentração de mercado

Satisfação do cliente

Índice de desenvolvimento de marca (IDM)

Disposição para recomendar

Índice de desenvolvimento de categoria (IDC)

Net Promotor

Penetração

Disposição para procurar

Participação nos gastos

Enquanto a WalMart agressivamente inaugura mais lojas, continua a capturar uma participação cada vez maior nos gastos dos consumidores. Três de cada cinco consumidores compraram presentes na WalMart no último Natal.

Atualmente, os lares americanos compram, em média, 22% dos alimentos na

WalMart. Um quarto de todos os compradores indica que está gastando uma parcela maior de seu orçamento com vestuário na WalMart, em comparação com o que gastava há um ano. Estas descobertas da ShopperScape dão crédito à premissa da Retail Forward de que a Wal-Mart continuará a estender as fronteiras do que os consumidores permitirem que ela seja.1

Ver todos os capítulos
Medium 9788540701403

Capítulo 6 - Gerenciamento da equipe e do canal de vendas

Paul W. Farris; Neil T. Bendle; Phillip E. Pfeifer; David J. Reibstein Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 6

Gerenciamento da equipe e do canal de vendas

Métricas abordadas neste capítulo:

Metas da equipe de vendas

Exposição de embalagem e espaço na prateleira

Resultados da equipe de vendas

Níveis de ausência de estoque e de serviços

Remuneração da equipe de vendas

Rotatividades de estoque

Análise de funil

Remarcações

Distribuição numérica, distribuição VTP e distribuição VCP

Margem bruta de rotorno do investimento em estoques (MBRIE)

Abrangência da equipe de vendas

Rentabilidade direta do produto (RDP)

Este capítulo trata de marketing em níveis do canal. Descreve como os profissionais de marketing mensuram a adequação e a eficácia dos sistemas que dão aos clientes razões e oportunidades para comprar seus produtos.

As primeiras seções discutem métricas das equipes de vendas. Aqui, listamos e definimos as medidas mais comuns para a determinação da adequação do trabalho e da cobertura geográfica da equipe de vendas. Discutimos a análise de prospects em negociação, o que é útil para fazer previsões de vendas e para alocar o trabalho da equipe de vendas em diferentes estágios do processo. As métricas de prospects em negociação são usadas para examinar uma sequência de atividades de venda, desde sua geração, passando pelo acompanhamento, até chegar à conversão e às vendas. Embora a mais importante dessas métricas seja a porcentagem de iniciativas que realmente resultam em compras, outras medidas de atividade, produtividade, eficiência e custos podem ser úteis em cada estágio do processo de vendas.

Ver todos os capítulos

Carregar mais