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A lingerie na cultura popular: cinema, música e dança

SCOTT, Lesley Editora Manole PDF Criptografado

A lingerie na cultura popular: cinema,música e dança

O poder dos filmes de transformar um visual em uma tendência mundial data dos anos 1920 e 1930, e o desenvolvimento da máquina de Hollywood se aplica tanto à lingerie quanto

à roupa de cima. Os filmes também usaram a lingerie para representar as mulheres como uma vasta gama de arquétipos, da pureza virginal a deusas vulgares do sexo e de vítimas a predadoras. Dançarinas e artistas da música usaram o simbolismo da lingerie para criar uma série de personalidades no palco, bem como para fazer protestos em relação à sociedade,

à cultura e à política. A mais recente, e uma das mais poderosas, representante dessa tendência é a polêmica Lady Gaga.

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Lingerie: da antiguidade à cultura pop

A lingerie e a mulher ultramoderna

A forma como Madonna, definitivamente uma Material Girl, não apenas fez uso da sua sexualidade, mas também a exibiu para ganhar importante fama e fortuna, desafiou as noções feministas sobre o que poderia – e deveria

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A lingerie nas artes gráficas e na cultura pop

SCOTT, Lesley Editora Manole PDF Criptografado

A lingerie nas artes gráficas e na cultura pop

Bem justa no corpo, a lingerie tem o poder de provocar fantasias melhor do que qualquer outra peça do vestuário.

Super-heroínas como a Mulher-Maravilha usam trajes que não são muito diferentes das roupas íntimas exóticas usadas orgulhosamente por heróis da ficção científica e, em tempos mais recentes, por habitantes de um mundo virtual – os avatares. Modelos vestindo lingeries têm sido uma inspiração para fotógrafos como Helmut Newton e

Guy Bourdin, cujas representações muitas vezes acabam declinando para o voyeurismo. Na cultura popular, o encanto associado à habilidade da lingerie em transformar um corpo fez ressurgir recentemente o interesse pelos corpetes e pela técnica de redução de medidas.

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Milla Jovovich em figurino desenhado por Jean Paul

Gaultier

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A lingerie nAs Artes gráficAs e nA culturA pop

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Medium 9788582605271

Capítulo 3 - Ferramentas básicas do design de serviço

Marc Stickdorn; Adam Lawrence; Markus Hormess; Jakob Schneider Grupo A PDF Criptografado

Isto é Design de Serviço na Prática

03

FERRAMENTAS BÁSICAS

DO DESIGN DE SERVIÇO

Um conjunto de ferramentas advindas de várias disciplinas, combinadas para pesquisar, criar, prototipar e testar serviços.

Comentários de especialistas

Alexander Osterwalder

Hazel White

Mike Press

Isto é Design de Serviço na Prática

03

FERRAMENTAS BÁSICAS DO DESIGN DE SERVIÇO

3.1 Dados de pesquisa................................................... 38

3.2 Personas.................................................................... 41

3.5.1 �Protótipos de (inter)ações, processos de serviço e experiências............................................. 67

3.3 Mapas de jornada..................................................... 44

3.5.2 Protótipos de objetos físicos........................................ 70

3.3.1 Uma tipologia dos mapas de jornada......................... 50

3.5.3 �Protótipos de ambientes, espaços e arquitetura.................................................................. 71

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Capítulo 9 - Gestão e processo de design de serviço

Marc Stickdorn; Adam Lawrence; Markus Hormess; Jakob Schneider Grupo A PDF Criptografado

Isto é Design de Serviço na Prática

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GESTÃO E PROCESSO

DE DESIGN DE SERVIÇO

Compreenda, planeje e gerencie as atividades adaptativas e iterativas do design de serviço.

Comentários de especialistas

Simon Clatworthy

Giovanni Ruello

Jamin Hegeman

Francesca Terzi

Julia Jonas

Christof Zürn

Kathrin Möslein

Isto é Design de Serviço na Prática

09

GESTÃO E PROCESSO DE DESIGN DE SERVIÇO

9.1 Compreensão do processo de design de serviço: um exemplo rápido�����������������������������������330

9.2 Planejamento para um processo de serviço����������������337

9.2.1 Briefing: propósito, escopo e contexto�������������������������� 337

9.5.1 Caso: Criação de processos repetíveis para a melhoria contínua de serviços e experiências em grande escala������������������������������������������������������������� 378

9.5.2 Caso: Gestão de projetos de design estratégico���������� 381

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Capítulo 1 - Por que design de serviço?

Marc Stickdorn; Adam Lawrence; Markus Hormess; Jakob Schneider Grupo A PDF Criptografado

Isto é Design de Serviço na Prática

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POR QUE DESIGN

DE SERVIÇO?

Inovação na prática que derruba silos e que começa com a experiência

– por que as organizações adotam o design de serviço.

Comentários de especialistas

Chris Ferguson

Jeff McGrath

Lauren Currie

Maurício Manhães

Isto é Design de Serviço na Prática

01

POR QUE DESIGN DE SERVIÇO?

1.1 O que os clientes querem?......................................... 3

1.2 Desafios das organizações......................................... 6

1.2.1 Clientes empoderados................................................... 6

1.2.2 Silos.................................................................................. 7

1.2.3 Necessidade de inovação............................................ 10

1.2.4 Reação das organizações............................................. 11

1.3 Por que uma abordagem de design de serviço?...... 14

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Medium 9788540701779

Apêndice

Gini Stephens Frings Grupo A PDF Criptografado

Apêndice

Diretrizes de carreira

Como você vai se posicionar no mundo da moda? Escolher uma carreira – não apenas um emprego, mas um trabalho que você goste e construa para o futuro – é uma das decisões mais importantes de sua vida. Este livro vai ajudar você a tomar essa decisão.

Este apêndice procura dar uma visão realista das possibilidades de carreira na moda. Ele investiga as oportunidades de emprego nas áreas de produtos têxteis, moda, design, marketing, produção, varejo e promoção. Ao planejar a sua carreira, você deve primeiro entender a si mesmo, seus talentos e suas ambições, e só então deve aplicar essas habilidades e interesses no campo que lhe oferece melhores oportunidades de emprego.

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Apêndice

A INDÚSTRIA TÊXTIL

Se você gosta de trabalhar com tecidos, encontrará várias possibilidades de emprego interessantes na indústria têxtil. Uma grande variedade de pessoas qualificadas e talentosas é necessária, incluindo artistas para criar novos modelos, cientistas para desenvolver fibras e acabamentos e especialistas em marketing para comercializar as fibras para as fábricas e os tecidos para os fabricantes.

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Capítulo 12 - Comercialização e Distribuição do Atacado

Gini Stephens Frings Grupo A PDF Criptografado

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Comercialização e

Distribuição do Atacado

Foco de carreira

Para criar uma cadeia comercial com varejistas e consumidores, os fabricantes procuram estabelecer contatos e um bom relacionamento com as lojas para quem fornecem e, muitas vezes, diretamente com os consumidores. Isso requer um esforço coordenado entre a gestão de produção, os designers, os merchandisers, os gerentes e representantes de vendas, os representantes de serviço ao cliente, os representantes de merchandising e todas as pessoas envolvidas na comercialização. Também inclui diretores de catálogos, publicitários, redatores, fotógrafos, produtores de vídeo, modelos, coordenadores de desfiles, especialistas de moda da televisão e pessoal de associações comerciais.

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Neste capítulo, você vai aprender a:

1. Listar os principais mercados internacionais de vestuário

2. Discutir aberturas de coleção, lançamentos de linha e semanas de moda

3. Descrever as políticas de distribuição

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Capítulo 8 - Moda Internacional

Gini Stephens Frings Grupo A PDF Criptografado

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Moda

Internacional

Foco de carreira

Todo profissional no negócio da moda quer estar informado sobre o que está acontecendo nas capitais da moda. A maioria dos designers, seus parceiros comerciais, profissionais da manufatura e organizações promocionais estão localizados nesses centros da moda, onde inspiração e fornecedores se encontram e as principais decisões de negócios são tomadas.

Objetivos do capítulo

Neste capítulo, você vai aprender a:

1. Distinguir quem são os criadores de moda internacional mais conhecidos

2. Explicar os motivos da liderança de moda francesa

3. Discutir o crescimento da importância do prêt-à-porter

4. Listar as razões da importância de Nova York como centro de moda

5. Discutir o papel dos centros de moda nacionais e internacionais

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Parte III | Produção e Marketing de Moda

Este capítulo apresenta as principais capitais da moda do mundo, os centros mais influentes na criação e no marketing de moda. Você vai ler sobre as especialidades de cada um e sobre os criadores que transformaram essas cidades em centros da moda. Os centros da moda se desenvolvem como resultado da concentração de recursos, materiais, mão de obra qualificada e pessoas criativas. Designers são influenciados pelo que outros designers e artistas estão criando. A empolgação com uma nova ideia funciona como um catalisador, que gera mais criatividade, e é por isso que muitas pessoas criativas gravitam em torno das principais cidades.

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Capítulo 4 - Pesquisa e Fontes de Moda

Gini Stephens Frings Grupo A PDF Criptografado

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Pesquisa e Fontes de Moda

Foco de carreira

Muito antes de começar uma nova linha ou coleção, designers e merchandisers da indústria já estão ativamente envolvidos na pesquisa de moda. Consultores de pesquisa de mercado estudam e elaboram relatórios sobre as informações demográficas e hábitos de compra dos consumidores. Serviços de design e publicações de moda também precisam de especialistas em pesquisa e previsão de moda para cada categoria de mercadoria.

Objetivos do capítulo

Neste capítulo, você vai aprender a:

1. Discutir a importância da pesquisa

2. Explicar a necessidade dos estudos de mercado e da previsão de moda

3. Discutir e dar exemplos de fontes de design

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Parte I | Os Fundamentos da Moda

Não é nada fácil fazer e vender o que as pessoas vão querer comprar em uma temporada de vendas futura. Percepção, pesquisa e planejamento são necessários para que produtores e varejistas produzam, comprem e vendam o que os consumidores vão querer. Os profissionais da moda devem estar atentos ao que está acontecendo no mundo, incluindo economia, política, demografia e mudanças sociais e em como esses eventos e condições afetarão os seus negócios. Sem uma pesquisa adequada, ou com uma mudança inesperada dos acontecimentos, a mercadoria acaba parada nas prateleiras e cabides, causando prejuízos – e até mesmo encerramento de negócios – para produtores, fabricantes e varejistas.

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Medium 9788540701465

Capítulo 6 - Design e inovação

Kathryn Best Grupo A PDF Criptografado

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Job:01661 Title: The Fundamentals of Design Management Kathryn Best (AVA)

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Design e inovação

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Job:01661 Title: The Fundamentals of Design Management Kathryn Best (AVA)

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Design, gestão e inovação

A relação entre design, gestão e inovação tem se desenvolvido e estreitado em contextos de mudanças aceleradas. Visto historicamente como um elo entre o recurso interno de design e outras funções organizacionais, como marketing, gestão e estratégia, o design cada vez mais tem desempenhado um papel catalítico nas empresas, operando de forma interdisciplinar e estabelecendo o denominador comum entre as agendas e objetivos dos departamentos.

Design e empresa

Para o desenvolvimento de novos processos, produtos e serviços, o design adota uma perspectiva centrada no usuário (ou focada no cliente), em contraposição à tradicional ênfase posta nas hierarquias internas ou capacidades essenciais da organização; ademais, seja no contexto de produtos e serviços, seja no contexto organizacional, o design sempre visualiza soluções centradas nas pessoas. Gerenciar a forma como o design se alinha aos objetivos organizacionais, estratégica e operacionalmente, é um dos papéis fundamentais do gestor de design.

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Medium 9788540701465

Introdução

Kathryn Best Grupo A PDF Criptografado

Introdução

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Gestão do design é o gerenciamento bem-sucedido de pessoas, projetos, processos e procedimentos que estão por trás da criação dos produtos, serviços, ambientes e experiências que fazem parte de nossa vida diária.

Envolve também a gestão das relações entre diferentes disciplinas (como design, gestão, marketing e finanças) e diferentes papéis (clientes, designers, equipes de projeto e stakeholders).

A indústria criativa (também conhecida como

“economia criativa”) inclui as áreas de design, artesanato, publicidade, arquitetura, moda, cinema, música, TV, rádio, artes cênicas, produção editorial e software interativo. As atuais tendências globais relacionadas à criatividade nos segmentos de design identificam essa indústria como um dos setores que mais crescem no mundo e um dos melhores veículos para ampliar a vantagem competitiva entre as empresas comerciais e mesmo entre os países. Além disso, há uma crescente demanda por um enfoque mais holístico do impacto cultural, ambiental, político e social produzido pelo modus operandi das empresas comerciais e outras organizações. E como o design, por sua própria natureza, trata da solução de problemas a partir de uma perspectiva centrada nas pessoas, proporciona uma abordagem mais integrativa e holística para a solução dos desafios contemporâneos “mundiais”.

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Medium 9788577808748

Classificação de tipos

Gavin Ambrose; Paul Harris Grupo A PDF Criptografado

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Classificação de tipos

Cliente: Absolut Label

Design: KesselsKramer

Resumo tipográfico:

Eclética coleção de tipos usados em harmonia com o tema

(WK)

Job:01-76355 Title:Basic Design-Typography

(02-AC30671) 175# Dtp:119 Page:34

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Classificação de tipos

A vasta gama de tipos disponíveis torna essencial a existência de algum sistema de classificação para, principalmente, simplificar as especificações de um trabalho.

Tipos e famílias de tipos podem ser classificados de acordo com suas características intrínsecas. Para entender o sistema de classificação, e os meios pelos quais um tipo é classificado, devemos estar familiarizados com a terminologia utilizada para descrever essas características. Muitas faces – e grande parte da terminologia adotada para descrevê-las – têm origem em projetos concebidos há 500 anos, e foram originalmente fundidas em metal ou gravadas em rocha. Mesmo agora, em nossa era digital, tais faces ainda apresentam as características inconfundíveis associadas às necessidades físicas dos períodos nos quais foram criadas. A classificação de tipos é um daqueles raros casos em que faz sentido julgar somente pela aparência. Por isso, é importante compreender como os tipos são classificados e quais são as diferenças entre suas variações, a fim de entender melhor quando usá-los em um projeto.

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Medium 9788577809011

Conclusão

Barry Purves Grupo A PDF Criptografado

ava s-m end_P186-192:endmatter 24/11/2009 4:26 PM Page 187

Title: Basic Animation-Stop Motion

Client: AVA Book Pte Ltd Size: 160mmx230mm

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Conclusão

Contudo, se você encontrar prazer nas minúcias da profissão ou vibrar de alegria com os resultados de um boneco aparentemente se movendo sozinho, então logo poderá ficar encantado. Se você consegue valorizar alguns segundos de filme produzidos em um dia como uma conquista, então bem-vindo ao stop-motion. Você terá enorme satisfação com as atividades detalhistas da arte, desde colocar a mão na massa e tentar controlar o mínimo detalhe, até a própria repetição do processo.

Se você quer dar vida a personagens extraordinárias e muito verossímeis pelo contato íntimo de suas mãos, então o stop-motion certamente é sua praia.

Você precisará aceitar que o imprevisível acontecerá. Veja isso como uma característica positiva, não como uma

mudança em seu filme, mas como seu crescimento. Uma vez que aceite isso, o stop-motion poderá ser realmente viciante, pois você fez algo se mover aparentemente sozinho; na verdade, você criou vida. As pessoas que nunca tentaram fazer isso podem achar essa necessidade de dar vida

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Medium 9788577809011

Ferramentas e técnicas

Barry Purves Grupo A PDF Criptografado

ava s-m ch5_P134-159:5 Tools & techniques 24/11/2009 4:40 PM Page 135

Title: Basic Animation-Stop Motion

Client: AVA Book Pte Ltd Size: 160mmx230mm

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Ferramentas e técnicas

No Capítulo 5, veremos como todos os elementos técnicos envolvidos no stop-motion afetam a narrativa e o filme em si, e por que eles são tão importantes quanto a animação.

Preparativos > Ferramentas e técnicas > Movimento e performance

Como precisamos criar absolutamente tudo a partir do zero, é importante extrair o máximo de cada elemento, permitindo que contribuam para o filme, em vez de serem apenas algo secundário, mera decoração ou arquitetura. Tente relacionar cada corte, cada enquadramento, cada música a alguma coisa na narrativa e no tema global.

A animação é mais do que personagens móveis; trata-se de narrativa, e cada elemento pode ajudar a contar essa história.

Wallace e Gromit:

A batalha dos vegetais

2005 animador

Aardman

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Medium 9788582600733

Fundamentos da representação

Ericson Straub; Marcelo Castilho; Paulo Biondan; Hélio de Queiroz Grupo A PDF Criptografado

Fundamentos da representação

Fundamentos da representação

O potencial criativo de um designer ou artista deve ser enriquecido pelo processo da representação. Nesse sentido, a análise e os complexos fatores pelos quais se elaboram os juízos do desenho acabam sendo um processo natural. Cada desenho ou rendering é sempre um problema diferente que possui peculiaridades, porém alguns fundamentos são inerentes a qualquer tipo de desenho ou representação. Questões como a proporção ou a composição são, sem dúvida, fundamentos familiares e conhecidos mesmo

àqueles que desconhecem o desenho; o que muitas vezes não existe para alguns é a educação ou o aprendizado do olhar, que aguça a sensibilidade e o poder de transformar imagens mentais em uma representação bidimensional. Talvez a essência dessa pequena parte do livro seja salientar a importância do ato de desenhar – afinal, o sketch, por exemplo, é um desenho “in natura” que se utiliza de materiais próprios. O rendering, manual ou digital, é uma técnica, mas antes dele existe o desenho, a definição do que se quer representar.

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