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Medium 9788582602171

Design social: Como entregar um impacto social positivo

Marc Stickdorn, Jakob Schneider Grupo A PDF Criptografado

Quem são os designers de serviços?

DESIGN SOCIAL:

COMO ENTREGAR UM IMPACTO

SOCIAL POSITIVO

KATE ANDREWS

Intencionalmente ou não, o design e seus processos formaram e moldaram o mundo em que vivemos. O design cerca a vida cotidiana de tal maneira que os designers e seus processos tornaram-se, em grande parte, invisíveis, amplamente mal-entendidos e, subsequentemente, subvalorizados pela sociedade. O design de serviços desempenha um importante papel para mudar velhas percepções, decompondo noções preconcebidas sobre criatividade e ilustrando ativamente a aplicação social significativa e mais ampla do design, além de envolvendo mais pessoas no processo de design.

É comum ver graduandos em design, em sua exposição de formatura, sem nada para ilustrar seus três ou quatro anos de conhecimento, desenvolvimento e produção visual e física, a não ser o painel de 1m2 que estão expondo. Essas limitações talvez gerem uma autoconfiança ingênua de que algum profissional do mercado possa reconhecer a combinação de suas boas notas com a profundidade e o sentido do trabalho que o aluno está expondo.

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Medium 9788577808380

11. A Organização Inovadora

David A. Aaker Grupo A PDF Criptografado

292

Relevância de Marca

custos, esforços sistemáticos para desenvolver gerentes excepcionais, avaliações estritas do desempenho dos executivos e a criação de um portfólio de negócios, por meio de aquisições e desinvestimento, que eram número 1 e 2 em seus mercados. Welch fez o negócio passar de 25 bilhões para mais de 100 bilhões de dólares e se tornou um dos

CEOs mais respeitados de sua época.

Immelt concluiu que uma mudança de estratégia, determinada pelas mudanças na própria GE e pelas realidades de um mercado dinâmico, seria necessária. As unidades de negócios do core business da GE eram grandes e bem estabelecidas, mas as estratégias de aquisição e contenção de custos de Welch não seriam mais uma base sólida para o crescimento. Em vez disso, Immelt decidiu que o foco precisava passar para o crescimento orgânico e deveria ser alimentado por inovações. Para apoiar essa estratégia, a organização precisava mudar, e mudar radicalmente.

O programa mais importante, iniciado em fins de 2003, foi uma iniciativa com marca interna, a Imagination Breakthrough (IB). Nela, todos as empresas deveriam, todos os anos, desenvolver três propostas revolucionárias que faturariam um potencial de 100 milhões de dólares em um período de três a cinco anos. Para ser selecionado como um projeto IB pelo conselho comercial liderado por Immelt, a proposta precisava demonstrar suas projeções de mercado, viabilidade econômica e, acima de tudo, o potencial de transformar os mercados. O financiamento, se necessário, era disponibilizado por “capital de risco” interno. O grupo de marketing central que liderava o processo de IB criava uma estrutura de planejamento, incluindo dimensões como calibragem da ideia, exploração do mercado, criação da oferta, organização da entrega e execução no mercado. Quatro anos depois do seu lançamento, a iniciativa IB estava agregando 2-3 bilhões de dólares em vendas todos os anos e tinha cerca de 45 projetos em atividade.²

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Medium 9788521205463

Capítulo 5 - A cor na comunicação

Modesto Farina, Clotilde Perez, Dorinho Bastos Editora Blucher PDF Criptografado

parte

5

a cor na comunicação

Eu ando pelo mundo prestando atenção

Em cores que eu não sei o nome

Cores de Almodóvar

Cores de Frida Kahlo, cores.

Esquadros, Adriana Calcanhotto

Figura 1

Mercado em Barcelona,

Espanha, abril de 2006.

Profusão cromática.

Foto: Bruno Pompeu

Marques Filho.

Após as considerações feitas até aqui, nas quais estudamos a

“natureza, o homem e a cor”, o “processo visual”, o “fenômeno do cromatismo” e a “cor como signo cultural e psicológico”, já podemos analisar como essas teorias e conceitos se comportam no cotidiano da comunicação mercadológica.

Porém, antes de abordarmos a cor como foco desta análise, vale lembrar como se deu a evolução da estética da comunicação que hoje conhecemos. Isso pode ser interessante, pois se temos a convicção de que a imagem passou a dominar a comunicação no final do século passado, podemos concluir que a cor passa a ter maior importância nesse processo.

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Medium 9788582605134

Básico - Antes e depois

Alina Wheeler Grupo A PDF Criptografado

Antes e depois

Redesign de símbolos de marca

À medida que as empresas crescem, seus propósitos se tornam mais lúcidos. A equipe de criação tem que enfrentar três perguntas cruciais: qual é o imperativo da empresa nessa mudança? Que elementos precisam ser mantidos para preservar o valor de marca? A mudança deve ser evolucionária ou revolucionária? A maior parte das iniciativas de gestão de marcas envolve reposicionamento e redesign.

Mudanças trazem oportunidades.

Nido Qubein

Precisamos encontrar um equilíbrio entre reconhecimento e versatilidade. Criamos um novo ícone de aplicativo para o

Instagram e um conjunto de ícones unificados para o

Hyperlapse, o Layout e o Boomerang. Também renovamos a interface do usuário com um design mais simples e consistente, que ajuda a destacar as fotos e vídeos das pessoas.

Antes

Depois

Esperamos ter capturado um pouco da vida, criatividade e otimismo que as pessoas trazem para o Instagram todos os dias, respeitando a tradição e o espírito do

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Medium 9788577809752

Capítulo 07 - Concepção de Pesquisa Causal: Experimentação

Naresh K. Malhotra Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

7

Embora os experimentos não possam provar causalidade, a experimentação é o melhor método para fazer inferências causais.

Lynd Bacon, CEO e fundador, Sighthound Solutions, Inc.

Objetivos

Após a leitura deste capítulo, o aluno conseguirá:

1. Explicar o conceito de causalidade conforme definido na pesquisa de marketing e distinguir o sentido comum do significado científico de causalidade.

2. Definir e diferenciar os dois tipos de validade: validade interna e validade externa.

3. Discutir as diversas variáveis externas capazes de afetar a validade de resultados obtidos por experimentação e explicar como o pesquisador pode controlar essas variáveis.

4. Descrever e avaliar estudos experimentais e as diferenças entre estudos pré-experimentais, verdadeiramente experimentais, quase-experimentais e estatísticos.

5. Comparar o uso de experimentação de laboratório com a experimentação de campo e os estudos experimentais com estudos não experimentais em pesquisa de marketing.

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Medium 9788582605271

Capítulo 10 - Facilitação de workshops

Marc Stickdorn, Adam Lawrence, Markus Hormess, Jakob Schneider Grupo A PDF Criptografado

Isto é Design de Serviço na Prática

10

FACILITAÇÃO DE

WORKSHOPS

Os workshops são o principal formato de trabalho do design de serviço.

Como podemos mantê-los envolventes, relevantes e produtivos?

Comentários de especialistas

Arne van Oosterom

Carola Verschoor

Arthur Yeh

Ivan Boscariol

Belina Raffy

Renatus Hoogenraad

Isto é Design de Serviço na Prática

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FACILITAÇÃO DE WORKSHOPS

10.1 Principais conceitos da facilitação�������������������������������392

10.4.3 A sala��������������������������������������������������������������������������������� 408

10.1.1 Consentimento����������������������������������������������������������������� 392

10.4.4 Ferramentas e adereços�������������������������������������������������� 409

10.1.2 Status��������������������������������������������������������������������������������� 393

10.4.5 Visualização����������������������������������������������������������������������� 409

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Medium 9788580551457

Capítulo 8 - Desenvolvimento da visão global por meio da pesquisa de marketing

Philip R. Cateora, Mary C. Gilly, John L. Graham Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

8

Desenvolvimento da visão global por meio da pesquisa de marketing

Sumário

■■ Problemas na análise e interpretação das informações da pesquisa

■■ Perspectiva global

■■ Responsabilidade pela condução da pesquisa de marketing

Japão: mercado­‑piloto mundial

■■ Amplitude e escopo da pesquisa de marketing internacional

■■ Processo de pesquisa

■■ Comunicação com os tomadores de decisões

■■ Apêndice: fontes de dados secundários

■■ Definição do problema e proposição dos objetivos de pesquisa

objetivos de aprendizagem

■■ Problemas de disponibilidade e utilização de dados secundários

OA1

Importância da definição do problema na pesquisa internacional

OA2

Problema de disponibilidade e utilização de dados secundários

OA3

Fontes de dados secundários

OA4

Métodos de pesquisa quantitativa e qualitativa

OA5

Amostragem multicultural e seus problemas nos países menos desenvolvidos

OA6

Utilização da pesquisa de marketing internacional

■■

■■

■■

■■

Disponibilidade de dados

Confiabilidade dos dados

Comparabilidade dos dados

Validação de dados secundários

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Medium 9788582605134

Estudos de caso - Pitney Bowes

Alina Wheeler Grupo A PDF Criptografado

Estudos de caso

Pitney Bowes

Metas

Na Pitney Bowes, levamos precisão e exatidão ao mundo conectado e sem fronteiras do comércio para ajudar nossos clientes a produzirem um impacto significativo.

A Pitney Bowes é uma empresa de tecnologia global por trás de bilhões de transações físicas e digitais. Clientes de todo o mundo, incluindo 90% da lista Fortune 500, dependem de produtos, soluções e serviços da Pitney Bowes nas áreas de gerenciamento das informações dos clientes, inteligência de localização, envolvimento do cliente, expedição, correios e e-commerce global.

Redefinir a categoria de negócio e a estratégia de marca.

Criar demanda entre compradores e parceiros.

Modernizar a identidade visual e renovar o tom de voz.

Reunir os funcionários em torno da nova marca.

Demonstrar claramente como a marca cumpre a sua promessa.

Queríamos que nossa nova estratégia e identidade de marca refletisse quem somos hoje e, mais do que isso, aonde vamos no futuro.

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Medium 9788582602171

Áreas do design de serviços

Marc Stickdorn, Jakob Schneider Grupo A PDF Criptografado

Quem são os designers de serviços?

ÁREAS DO DESIGN DE SERVIÇOS

O design thinking de serviços, como abordagem interdisciplinar, inclui e conecta diversas áreas de atividade. Os artigos apresentados nas próximas páginas fornecem um panorama abrangente de como diferentes disciplinas de design e gestão incorporam o design thinking de serviços e de como essas disciplinas facilitam o design de serviços.

A seleção de disciplinas está longe de ser uma listagem completa.

Na verdade, muitas outras poderiam ser incluídas aqui, como Engenharia, TI, Arquitetura e Psicologia, apenas para citar algumas.

No entanto, estes exemplos ilustram bem a faixa de aplicação do design thinking de serviços.

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Fundamentos

Áreas do design de serviços

Introdução

SATU MIETINNEN, FINLÂNDIA

Design de produtos

JAKOB SCHNEIDER, ALEMANHA

Design gráfico

SIMON CLATWORTHY, NORUEGA

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Medium 9788582602171

Design de serviços e biofilia

Marc Stickdorn, Jakob Schneider Grupo A PDF Criptografado

Estudos avançados no campo do design thinking de serviços

DESIGN DE SERVIÇOS E BIOFILIA

RENATO TRONCON

Design: apenas coisas?

Até mesmo os livros e tratados mais brilhantes sobre design muitas vezes baseiam suas discussões na ideia de que design significa produção de objetos. Cadeiras, luminárias, paredes, mobiliário, roupas ou – na melhor das hipóteses – imagens: esse é o conceito de design aceito por profissionais, pesquisadores, público e publicações.

Pergunte a eles (na verdade, pergunte a si mesmo) e você verá que, embora esse pensamento seja uma simplificação grosseira, voltamos à ideia de que o design significa, essencialmente, a produção de “coisas”. Mas o mesmo “ruído” indistinto dos mil e um objetos que o design introduz na vida cotidiana hoje requer que até mesmo o observador mais desatento considere que há outras questões envolvidas no design do que meramente as coisas em si – como psicologias, circunstâncias de vida e renda, estilos de vida, e assim por diante. Qual é, então, o motivo dessa ilusão? A fixação na fisicalidade do objeto em si está profundamente enraizada em nosso modo moderno de pensar sobre as coisas. Isso remonta aos séculos XVI e XVII, às ciências da engenharia e até mesmo à biologia, que encarava os organismos vivos como “formas com um propósito”. Nessas ciências, não havia qualquer distinção entre artefatos e máquinas, que eram verdadeiras engenhocas autopropulsionadas, consistindo em diferentes peças que se comunicavam entre si, sem jamais perder sua individualidade. Com esse tipo de ciência mecanicista, conseguimos produzir escavadeiras que derrubaram montanhas e desviaram rios, executando suas incríveis tarefas de maneira completamente autônoma.

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Medium 9788582600610

Capítulo 10 - Produção

Toby Meadows Grupo A PDF Criptografado

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alvez a parte mais intimidante de se ter um marca

de moda própria seja o como e o onde fazer o produto.

Encontrar um fabricante que faça o produto com a qualidade e na quantidade que você precisa, e a um preço que permita que seu plano de negócios seja lucrativo, pode ser muito difícil. Este capítulo apresenta esse processo.

Opções de fabricação

Entender os detalhes técnicos do processo de fabricação* é muito importante, pois o coloca em uma posição melhor na hora de tomar a decisão mais adequada para o seu produto e para a cadeia de fornecimento como um todo.

Algumas opções de fabricação são:

Interna:

Comum entre as marcas iniciantes em que o designer tem conhecimento técnico em modelagem e pilotagem;

Permite a produção de quantidades muito pequenas;

Você pode controlar a qualidade de perto;

Pode ser problemática quando há produção de pedidos maiores;

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Medium 9788582600610

Capítulo 8 - Compreenda as tendências

Toby Meadows Grupo A PDF Criptografado

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s tendências desempenham um papel importante no mundo da moda e, por isso, você precisa entender como funcionam e de que modo pode tirar o melhor proveito delas.

Você vai ter que decidir qual é a importância das tendências para a sua base de clientes. Sua pesquisa inicial forneceu um bom entendimento de quem é o seu cliente em potencial; a essa altura, você já deve ser capaz de determinar se ele é ou não influenciado pelas tendências, e deve desenvolver o seu produto de acordo com isso. O sucesso do seu produto depende de sua habilidade em atender às necessidades de seus clientes. Este capítulo mostra como descobrir o que os seus clientes realmente querem e como eles são influenciados pelas tendências.

O que é uma tendência de moda?

Uma “tendência de moda” pode ser definida como um movimento da moda ao longo de um período de tempo. O que está na moda em uma temporada pode estar fora de moda na próxima. As tendências de moda giram em torno do

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Medium 9788582605134

Estudos de caso - Mozilla

Alina Wheeler Grupo A PDF Criptografado

Estudos de caso

Mozilla

Somos uma comunidade global de tecnólogos, pensadores e construtores, que trabalham juntos para manter a Internet saudável, aberta e acessível, em nome de todos os indivíduos que valorizam a

Internet como um recurso público global.

A Mozilla é uma organização sem fins lucrativos, formada em 1998 por um grupo de defensores do código livre no interior da Netscape. Apoiada por uma comunidade global de colaboradores voluntários, a Mozilla cria programas, tecnologias e produtos que beneficiam a saúde da Internet. O navegador de código aberto Firefox, desenvolvido pela Mozilla, é usado por mais de 100 milhões de pessoas todos os dias, o que demonstra os valores da organização em ação.

Metas

Aumentar o reconhecimento de marca usando princípios de código aberto.

Reforçar o propósito fundamental e o status de organização sem fins lucrativos.

Ser conhecida como defensora de uma Internet saudável.

Criar um kit de ferramentas visual e verbal.

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Medium 9788577809011

Os bonecos

Barry Purves Grupo A PDF Criptografado

ava s-m ch3_P78-115:3 Puppets 23/11/2009 1:06 PM Page 79

Title: Basic Animation-Stop Motion

Client: AVA Book Pte Ltd Size: 160mmx230mm

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Os bonecos

No Capítulo 3, descobriremos quais qualidades que um boneco pode trazer para um filme que atores, desenhos e imagens 3D não podem.

Veremos por que os bonecos de stop-motion têm um elemento extra de vida e espontaneidade e veremos também como tirar o máximo proveito de um boneco em termos de design. Em particular, vamos nos concentrar em como explorar os traços de um boneco, como os olhos e as mãos, que são mais expressivos, e como torná-lo o mais fácil de animar possível.

Concentrando-se na ideia > Os bonecos > Preparativos

Por fim, discutiremos outras técnicas que envolvem tocar e manipular os objetos diante da câmera para contar uma história. Essas técnicas demonstram claramente que um boneco complexo nem sempre é necessário para se contar uma história emocionante.

Rigoletto 1993 animador

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Medium 9788582605134

Estudos de caso - Dia Mundial de Lavar as Mãos

Alina Wheeler Grupo A PDF Criptografado

Estudos de caso

Dia Mundial de Lavar as Mãos

Incentivamos as crianças a serem agentes da mudança em suas casas, escolas e comunidades de todo o mundo. Mãos limpas salvam vidas, mais do que qualquer vacina ou intervenção médica isolada.

Metas

O Dia Mundial de Lavar as Mãos (15 de outubro) foi criado pela Parceria Público-Privada para a

Lavagem das Mãos (PPPHW, na sigla em inglês) para motivar e mobilizar milhões de pessoas de todo o mundo a lavarem as mãos com sabonete. A PPPHW é uma colisão de grupos internacionais ligados à lavagem das mãos, fundada em 2001.

Promover uma cultura global de lavar as mãos com sabonete.

Conscientizar o público sobre os benefícios de lavar as mãos com sabonete.

Desenvolver uma identidade visual única, sem texto.

Apelar a adultos e crianças de todo o mundo.

Criar diretrizes para os stakeholders futuros.

O desafio é transformar lavar as mãos com sabonete em um hábito arraigado, que pode ser realizado em casas, escolas e comunidades do mundo todo. Lavar as mãos com sabonetes de alta qualidade, como o Safeguard, pode prevenir doenças como diarreia e infecções respiratórias, que custam a vida de milhões de crianças todos os anos.

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