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Medium 9788577809011

Introdução

Barry Purves Grupo A PDF Criptografado

ava s-m pre_P1-11:prelims 20/11/2009 9:36 PM Page 6

Title: Basic Animation-Stop Motion

Client: AVA Book Pte Ltd Size: 160mmx230mm

Introdução

Afinal, o que é stop-motion exatamente? Hoje, a resposta a essa pergunta com certeza seria um pouco imprecisa, pois a maioria das técnicas de animação tem alguns elementos e princípios que se sobrepõem. De modo geral, porém, stop-motion poderia ser definido como a técnica de criar a ilusão de movimento ou desempenho por meio da gravação, quadro a quadro, da manipulação de um objeto sólido, boneco ou imagem de recorte em um cenário físico espacial.

Se alguma dessas coisas despertam seu interesse, então estamos no caminho certo.

She-Bop 1988 animadora

Joanna Priestley

Joanna Priestley utiliza sua animação para conduzir o espectador por transformações ousadas, quase xamanistas.

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U260426 dalimmac 19.11.2009 175#

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Medium 9788577809752

Capítulo 19 - Análise Fatorial

Naresh K. Malhotra Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

19

A análise fatorial permite olhar para grupos de variáveis que tendem a ser correlacionadas uma a outra e identificar dimensões subjacentes que explicam essas correlações.

William D. Neal, sócio sênior, SDR Consulting

Objetivos

Após a leitura deste capítulo, o aluno conseguirá:

1. Descrever o conceito de análise fatorial e explicar como essa análise difere da análise de variância, da regressão múltipla e da análise discriminante.

2. Discutir o procedimento para conduzir análise fatorial, incluindo a formulação do problema, a construção da matriz de correlação, a escolha de um método apropriado, a determinação do número de fatores, a rotação e a interpretação dos fatores.

3. Entender a distinção entre métodos de análise fatorial de componentes principais e de análise de fator comum.

4. Explicar a seleção de variáveis substitutas e suas aplicações, enfatizando sua utilização em análises subsequentes.

5. Descrever o procedimento para verificar o ajuste de um modelo de análise fatorial, utilizando as correlações observadas e reproduzidas.

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Medium 9788577800728

4 A reinvenção da marca esportiva

Irving Rein, Philip Kotler, Ben Shields Grupo A PDF Criptografado

4

A reinvenção da marca esportiva

Imaginemos John e Sally, um casal que se transferiu há pouco para a cidade de

Atlanta e quer assistir a um jogo dos Braves. Como não são portadores de ingressos para toda temporada, eles não contam com nenhuma das “mordomias” que em geral acompanham essa modalidade. Por isso mesmo, ao tomar conhecimento de um novo plano de aquisição de ingressos, eles compram para o dia 18 de julho, contra os famosos New York Yankees. Ao preço promocional de 250 dólares, o casal recebeu dois lugares em camarotes; uma bandeira dos Atlanta Braves; um DVD personalizado enviado ao seu endereço duas semanas antes do jogo, com uma completa análise da rivalidade histórica entre os Braves e os Yankees e os perfis dos maiores astros das duas equipes; um transponder eletrônico com roteiros personalizados indicando qual será o melhor caminho para chegar de automóvel ao local do jogo, transponder esse que poderá ser utilizado em outras oportunidades; e um espaço preferencial de estacionamento, com entrada e saída facilitadas. Na chegada ao estádio, eles almoçarão com o convidado do dia, que pode ser um gerente geral ou diretor de marketing – tudo isso como parte do pacote oferecido aos vários grupos especiais naquela data. O casal paga, além do preço inicial, mais 180 dólares pelos serviços extras, e assim mesmo promete repetir a experiência no final de agosto, quando os Braves enfrentarão os San Francisco Giants, ocasião para a qual já programaram acrescentar a festa de pós-jogo com o treinador ao seu “pacote”.

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Medium 9788582600610

Capítulo 4 - O que está por trás de um nome?

Toby Meadows Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 4: O que está por trás de um nome?

U

m grande nome é o começo para uma grande

marca. O melhor nome para a sua marca é aquele que os clientes possam lembrar facilmente e associar a você. O nome da marca também pode ser protegido como marca registrada. Na indústria da moda, é importante que você tenha um nome e um logo, pois eles são parte essencial da imagem da marca. Este capítulo mostrará o processo de escolha do nome e do design do logo, mas antes de começar, é importante que você entenda que vai precisar pensar em pelo menos três nomes para a sua empresa.

O primeiro é o nome de marca, também conhecido como

“marca”, “selo” ou “fonte identificadora”. O segundo é o nome comercial, nome sob o qual o negócio é conduzido e que é aplicável caso o negócio seja algum tipo de sociedade

(veja o Capítulo 3). E o terceiro é o nome de domínio, usado para o site da empresa na internet.

Nome da marca

O nome da marca é um identificador do seu produto e, dentre os três nomes,

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Medium 9788577808748

Prática tipográfica

Gavin Ambrose, Paul Harris Grupo A PDF Criptografado

BDT_001-176

3/31/06

10:46 PM

Page 150

Prática tipográfica

Cliente: Lancaster City Council

Design: Why Not Associates e Gordon Young

Resumo tipográfico:

Vários estilos utilizados para apresentar poemas, letras de músicas e expressões

(WK)

Job:01-76355 Title:Basic Design-Typography

175# Dtp:116 Page:150

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3/31/06

10:47 PM

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Prática tipográfica

A aplicação prática da tipografia no design nem sempre é o que se espera. As demandas tipográficas podem ser mais extensas e menos ortodoxas do que as vistas nas seções anteriores deste livro, embora os princípios básicos permaneçam os mesmos. A aplicação dos tipos pode ser incomum – como o exemplo na página ao lado demonstra –, mas, ainda assim, o designer deve levar em conta a seleção de tipos, sua composição, espaçamento, corpo, legibilidade e padrão.

A tipografia é um ofício técnico, exigente e às vezes confuso, que requer muita atenção, paciência e compreensão histórica. No final das contas, a tipografia é uma experiência íntima e humana – no caso da

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Medium 9788577808748

Produção tipográfica

Gavin Ambrose, Paul Harris Grupo A PDF Criptografado

BDT_001-176

3/31/06

10:41 PM

Page 124

Produção tipográfica

Cliente:

The Photographers’ Gallery

Design: Spin

Resumo tipográfico:

Grandes letras sem serifa se sobrepõem às imagens

(WK)

Job:01-76355 Title:Basic Design-Typography

02-AC30671(119) 175# Dtp:116 Page:124

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3/31/06

10:41 PM

Page 125

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Produção tipográfica

Munido de uma sólida compreensão das noções tipográficas básicas, o designer pode começar a usar outros elementos-chave do processo de design para aprimorá-las. Esta seção aborda a produção tipográfica e como as especificações de produção de um projeto podem acrescentar outras qualidades aos elementos tipográficos, tais como a tatilidade obtida por meio da seleção de substratos ou técnicas de impressão.

As distinções sutis proporcionadas pelas técnicas de impressão e pela seleção de substratos podem ser diferenciais poderosos. Nos exemplos a seguir, a composição é geralmente sóbria, mas o resultado

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Medium 9788540701403

Capítulo 3 - Margens e lucros

Paul W. Farris, Neil T. Bendle, Phillip E. Pfeifer, David J. Reibstein Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 3

Margens e lucros

Métricas abordadas neste capítulo:

Margens

Despesa de marketing – total, fixa e variável

Preços de venda e margens do canal

Análise de ponto de equilíbrio e análise de contribuição

Preço médio por unidade e preço por unidade estatística

Volume desejado

Custos variáveis e custos fixos

Peter Drucker escreveu que o propósito de uma empresa é criar um cliente. Como profissionais de marketing, concordamos com ele. Mas também reconhecemos que uma empresa não pode sobreviver a menos que tenha margens e clientes. De certa forma, as margens são simplesmente a diferença entre o preço de um produto e seu custo. No entanto, este cálculo torna-se mais complicado quando variações de um produto são vendidas a preços diferentes, por meio de vários canais, incorrendo em diferentes custos ao longo do caminho. Por exemplo, um artigo recente da Business

Week observou que menos “de dois terços das vendas da GM são de varejo. O resto vai para as agências de aluguel de automóveis ou para funcionários da empresa e suas famílias – as vendas que oferecem as margens brutas mais baixas”.1 É verdade que uma empresa não pode sobreviver sem uma margem positiva, mas pode ser um desafio determinar com precisão a margem que ela realmente obtém.

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Medium 9788540701403

Capítulo 8 - Promoção

Paul W. Farris, Neil T. Bendle, Phillip E. Pfeifer, David J. Reibstein Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 8

Promoção

Métricas abordadas neste capítulo:

Vendas básicas, vendas incrementais e impulso promocional

Taxas de resgate para cupons/descontos

Porcentagem de vendas com desconto, porcentagem de tempo em promoção e porcentagem de vendas em promoção

Repasse e cascata de preços

As promoções de preços podem ser divididas em duas categorias amplas:

◆ Reduções temporárias de preços.

◆ Aspectos permanentes de sistemas de preços.1

Com essas duas categorias, as empresas buscam mudar o comportamento dos consumidores e dos clientes corporativos para aumentar as vendas e os lucros com o decorrer do tempo, apesar de o efeito de curto prazo de uma promoção sobre os lucros ser em geral negativo. Existem muitos caminhos para o crescimento das vendas e dos lucros e muitas razões potenciais para oferecer preços promocionais. O objetivo desses programas pode ser afetar o comportamento de usuários finais (consumidores), clientes intermediários (distribuidores ou varejistas), concorrentes ou mesmo da própria equipe de vendas de uma empresa. Apesar de a meta de uma promoção ser quase sempre aumentar as vendas, esses programas também podem afetar os custos.

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Medium 9788577809011

Movimento e performance

Barry Purves Grupo A PDF Criptografado

ava s-m ch6_P160-185:6 Movement and performance 23/11/2009 3:48 PM Page 161

Title: Basic Animation-Stop Motion

Client: AVA Book Pte Ltd Size: 160mmx230mm

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Movimento e performance

Neste último capítulo, veremos não apenas como obter animação clara e legível, mas também como fazê-la ter algum significado. Veremos as características e peculiaridades específicas do stop-motion, sua imprevisibilidade e fisicalidade e como garantir que cada quadro seja levado em consideração. Tentaremos estimular uma animação criativa e imaginativa, em vez de estritamente realista. Veremos como dar a ilusão de elementos como peso e inércia, os quais ajudam a produzir animação verossímil, e enfatizaremos os aspectos importantes da performance, do timing e da atuação, fundamentais a qualquer movimento.

Ferramentas e técnicas > Movimento e performance

Sonho de Uma Noite de

Verão 1959 diretor

Jirˇí Trnka

Também conhecido como Sen noci svatojanske, este belo premiado filme contém algumas performances excelentes. Foi lançado originalmente sem diálogo, contando a história por meio de música, pantomima e dança. Posteriormente, uma versão em inglês utilizou as vozes de alguns dos excelentes atores shakespearianos da

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Medium 9788577800728

1 O desafio do torcedor

Irving Rein, Philip Kotler, Ben Shields Grupo A PDF Criptografado

1

O desafio do torcedor

Estamos em um sábado de outubro em Chicago, metrópole norte-americana. A televisão aberta apresenta dois jogos que definem os finalistas da Major League

Baseball (MLB), a primeira divisão do beisebol, dois jogos da pré-temporada da

National Basketball Association (NBA), a primeira divisão do basquete, 14 jogos de futebol americano das ligas universitárias, cinco torneios de golfe, um jogo da American Hockey League (AHL), uma prova internacional de turfe, duas provas da National Association for Stock Car Automobile Racing (NASCAR) e oito partidas de futebol. Os times de futebol americano da University of

Illinois e da Northern Illinois University e os Chicago Wolves da AHL jogam em seus estádios. O hipódromo de Hawthorne tem um programa completo, e há provas de trote em Balmoral Park. Há ainda 29 jogos de futebol nos colégio e a rodada final dos campeonatos estaduais, masculino e feminino, de golfe das escolas de nível médio. Jogos da juventude e de entidades recreativas são também desenvolvidos em todos os distritos da área de Chicago. E quanto a nomes famosos como Chicago Bulls, Bears, Blackhawks e Northwestern Wildcats? Os Bulls jogaram em casa na noite anterior, os Bears jogam em casa hoje, os Blackhawks estão fora e os Wildcats fazem seu recesso de meio de temporada. Claro, isto não inclui as centenas de canais de televisão por satélite que transmitem jogos de futebol, rugby e críquete realizados pelo mundo afora, nem os milhares de sites de internet com seus jogos virtuais, informações exclusivas e previsões de resultados; tudo isso e mais uma imensa variedade de videogames, cada vez mais realistas, tendo como tema o mundo dos esportes.

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Medium 9788540701779

Capítulo 4 - Pesquisa e Fontes de Moda

Gini Stephens Frings Grupo A PDF Criptografado

4

Pesquisa e Fontes de Moda

Foco de carreira

Muito antes de começar uma nova linha ou coleção, designers e merchandisers da indústria já estão ativamente envolvidos na pesquisa de moda. Consultores de pesquisa de mercado estudam e elaboram relatórios sobre as informações demográficas e hábitos de compra dos consumidores. Serviços de design e publicações de moda também precisam de especialistas em pesquisa e previsão de moda para cada categoria de mercadoria.

Objetivos do capítulo

Neste capítulo, você vai aprender a:

1. Discutir a importância da pesquisa

2. Explicar a necessidade dos estudos de mercado e da previsão de moda

3. Discutir e dar exemplos de fontes de design

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Parte I | Os Fundamentos da Moda

Não é nada fácil fazer e vender o que as pessoas vão querer comprar em uma temporada de vendas futura. Percepção, pesquisa e planejamento são necessários para que produtores e varejistas produzam, comprem e vendam o que os consumidores vão querer. Os profissionais da moda devem estar atentos ao que está acontecendo no mundo, incluindo economia, política, demografia e mudanças sociais e em como esses eventos e condições afetarão os seus negócios. Sem uma pesquisa adequada, ou com uma mudança inesperada dos acontecimentos, a mercadoria acaba parada nas prateleiras e cabides, causando prejuízos – e até mesmo encerramento de negócios – para produtores, fabricantes e varejistas.

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Medium 9788577809752

Capítulo 09 - Mensuração e Escalonamento: Técnicas de Escalonamento Não Comparativas

Naresh K. Malhotra Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

9

É importante estabelecer a confiabilidade e a validade de nossas escalas. Se não, não poderemos acreditar em nossos dados.

Chet Zalesky, presidente, CMI

Objetivos

Após a leitura deste capítulo, o aluno conseguirá:

1. Descrever as técnicas de escalonamento não comparativas, distinguindo entre escalas contínuas e escalas itemizadas, e explicar as escalas Likert, de diferencial semântico e Stapel.

2. Discutir as decisões envolvidas na construção de escalas itemizadas em relação ao número de categorias, escalas balanceadas ou não balanceadas, número par ou ímpar de categorias, escalas de escolha forçada ou não forçada, descrição verbal e formato da escala.

3. Discutir os critérios usados para avaliação de uma escala e explicar como obter confiabilidade, validade e capacidade de generalização.

4. Discutir as questões existentes na implementação de escalas não comparativas em um contexto internacional.

5. Entender os problemas de ordem ética envolvidos na elaboração de escalas não comparativas.

6. Discutir o uso da Internet e de computadores na implementação de escalas contínuas e itemizadas.

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Medium 9788540701779

Capítulo 9 - Desenvolvimento de Produto e de Design

Gini Stephens Frings Grupo A PDF Criptografado

9

Desenvolvimento de

Produto e de Design

Foco de carreira

O lado criativo da produção oferece cargos altamente competitivos, como designer, merchandiser, gerente de produto e modelista. Em uma empresa grande, são designados um designer e um merchandiser ou gerente de produtos e seus assistentes para cada grupo de produtos. Um recém-formado na faculdade pode conseguir um emprego como assistente em uma dessas áreas.

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Neste capítulo, você vai aprender a:

1. Descrever o desenvolvimento da coleção por item ou por grupo

2. Explicar os elementos e princípios fundamentais do design e sua aplicação no desenvolvimento da coleção

3. Descrever o processo de criação de uma peça de amostra

212

Parte III | Produção e Marketing de Moda

O departamento de desenvolvimento de produto ou de design de um fabricante planeja e cria novos modelos dentro da imagem ou identidade da empresa.

Este capítulo começa explicando como uma coleção de roupas ou acessórios é desenvolvida. Para estar preparado para esta leitura, é muito importante ter lido primeiro os Capítulos 2, 3 e 4 e entender bem as noções de clientes-alvo, influências de design e recursos. O capítulo então segue discutindo os elementos e princípios do design de moda, incluindo cor e fabricação e a criação de uma coleção de amostra.

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Medium 9788577808748

Geração de tipos

Gavin Ambrose, Paul Harris Grupo A PDF Criptografado

BDT_001-176

3/31/06

10:37 PM

Page 108

Geração de tipos

Cliente: Balletlab

Design: 3 Deep Design

Resumo tipográfico:

Tipo gerado a partir do padrão de fundo

(WK)

Job:01-76355 Title:Basic Design-Typography

03-AC31201(119) 175# Dtp:116 Page:108

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10:37 PM

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Geração de tipos

A geração de tipos refere-se aos diferentes instrumentos ou abordagens utilizados para criar letras. Esse processo pode ser parte de um método deliberado para projetar uma nova face, ou algo tão simples como desenhar as letras necessárias com spray.

O tema unificador desta seção é que a tipografia pode ser manipulada de muitas maneiras, e pode ser criada a partir de diferentes recursos para servir a propósitos de design específicos.

Dessa forma, os designers tiram proveito dos atributos do tipo gerado para acrescentar, ou reforçar, a mensagem que querem transmitir.

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Capítulo 13 - Finanças

Toby Meadows Grupo A PDF Criptografado

Capítul

o 13: F inanças

A

parte financeira da criação de uma marca

muitas vezes é a área que a maioria dos aspirantes a empreendedor de moda deixa para enfrentar por último.

O melhor, no entanto, é resolver os aspectos financeiros do seu negócio logo no início. Como afirma Caroline Charles,

“Tente não separar o processo de design e de marketing da parte financeira – quanto mais cedo você abraçar todas elas como parte do processo criativo, maior será o seu sucesso e diversão.” Este capítulo aborda os passos necessários para fazer com que o seu negócio decole e se eleve para um nível sustentável. Isso inclui os custos do espaço do ateliê, da fabricação, do marketing, dos equipamentos de escritório e das eventualidades.

Projete os seus custos de abertura

Traje formal da Pose London

Projetar os custos de abertura do negócio costuma ser um pouco complicado para as marcas de moda iniciantes. A tabela abaixo mostra as principais despesas iniciais e fixas normalmente enfrentadas. Pesquisando as áreas indicadas, você deve conseguir chegar a uma boa estimativa para cada uma delas. Inclua uma expectativa de salário razoável para você, mesmo que no início você não consiga obter um salário. Com apenas um cofrinho limitado de dinheiro disponível no início, você deve priorizar as suas despesas.

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