111 capítulos
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Medium 9788582600610

Capítulo 3 - Estrutura legal do negócio

Toby Meadows Grupo A PDF Criptografado

Capítu

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esde o início, você precisa pensar no tipo de

estrutura legal que o seu negócio vai adotar.

Antes de decidir, é preciso considerar uma série de fatores: você vai abrir a empresa sozinho ou com sócios? O negócio vai precisar de muitos investimentos para decolar? Escolher a estrutura correta para a empresa manterá os custos em um nível mínimo, além de evitar possíveis desgastes nas suas relações de trabalho – uma das principais causas do fracasso das empresas.

Diferentes estruturas de negócios são adequadas a diferentes situações. Discuta as opções com o seu advogado tendo em mente que a estrutura pode ser alterada mais adiante, à medida que o negócio se desenvolve e você conhece melhor suas capacidades e limitações.

Empresa individual

Se você for abrir a sua marca de moda sozinho, ser um empreendedor individual é a opção mais simples para conduzir o negócio, além de não envolver taxas de inscrição. Não há grandes complicações em manter os registros e as contas, já que você trabalha sozinho, e todos os lucros que obtiver ficam para você. O lado negativo é que você será pessoalmente responsável por qualquer dívida incorrida pela empresa, portanto, esta pode ser uma opção bastante arriscada se você precisar de muito investimento externo.

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Medium 9788577809752

Capítulo 07 - Concepção de Pesquisa Causal: Experimentação

Naresh K. Malhotra Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

7

Embora os experimentos não possam provar causalidade, a experimentação é o melhor método para fazer inferências causais.

Lynd Bacon, CEO e fundador, Sighthound Solutions, Inc.

Objetivos

Após a leitura deste capítulo, o aluno conseguirá:

1. Explicar o conceito de causalidade conforme definido na pesquisa de marketing e distinguir o sentido comum do significado científico de causalidade.

2. Definir e diferenciar os dois tipos de validade: validade interna e validade externa.

3. Discutir as diversas variáveis externas capazes de afetar a validade de resultados obtidos por experimentação e explicar como o pesquisador pode controlar essas variáveis.

4. Descrever e avaliar estudos experimentais e as diferenças entre estudos pré-experimentais, verdadeiramente experimentais, quase-experimentais e estatísticos.

5. Comparar o uso de experimentação de laboratório com a experimentação de campo e os estudos experimentais com estudos não experimentais em pesquisa de marketing.

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Medium 9788577809752

Capítulo 11 - Amostragem: Concepção e Procedimentos

Naresh K. Malhotra Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

11

A amostragem é a única forma viável de coletar dados de pesquisa de marketing na maioria das situações. Isso inevitavelmente gera erros de amostragem. Entretanto, os erros de amostragem com frequência são apenas uma pequena parte dos erros totais de pesquisa.

Chuck Chakrapani, presidente, Standart Research Systems

Objetivos

Após a leitura deste capítulo, o aluno conseguirá:

1. Distinguir entre uma amostra e um censo e identificar as condições em que o uso de uma amostra é preferível à utilização de um censo.

2. Discutir o processo de elaboração de uma amostragem: definição da população-alvo, determinação do arcabouço amostral, seleção da(s) técnica(s) de amostragem, definição do tamanho da amostra e execução do processo de amostragem.

3. Classificar as técnicas de amostragem como não probabilísticas e probabilísticas.

4. Descrever as técnicas de amostragem não probabilísticas por conveniência, por julgamento, por quota e a amostragem bola de neve.

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Medium 9788540701403

Capítulo 9 - Métricas da mídia e da web

Paul W. Farris, Neil T. Bendle, Phillip E. Pfeifer, David J. Reibstein Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 9

Métricas da mídia e da web

Métricas abordadas neste capítulo:

Propaganda: exposições, exposições por impacto e oportunidades de ver

Taxa de interação de rich media

Custo por mil exposições (CME)

Alcance/alcance líquido e frequência

Custo por exposição, custo por clique e custo de aquisição

Funções de resposta de frequência

Visitas, visitantes e abandono

Alcance efetivo e frequência efetiva

Taxa de rejeição

Percentual de presença

Amigos/seguidores/simpatizantes

Exposições, pageviews e hits

Downloads

Taxas de cliques

Tempo de exibição de rich media

A propaganda é a base de muitas estratégias de marketing. O posicionamento e as comunicações transmitidas pela propaganda frequentemente estabelecem o tom e o momento para muitas outras ações de vendas e promoções. A propaganda não é somente o elemento definidor do mix de marketing, mas também é cara e muito difícil de avaliar. Isso porque não é fácil rastrear os incrementos de vendas associados com a propaganda. Para muitos profissionais de marketing, as métricas da mídia são especialmente confusas. O domínio do vocabulário envolvido nesse campo é necessário para trabalhar com planejadores, compradores e agências de mídia. Uma boa compreensão das métricas de mídia pode ajudar os especialistas de marketing a garantir que os orçamentos de propaganda sejam utilizados de forma eficiente e dirigidos a uma meta específica.

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Medium 9788582600610

Capítulo 9 - Produto e imagem

Toby Meadows Grupo A PDF Criptografado

duto e

Capítulo 9: Pro

imagem

A

o desenvolver o seu produto, você tem a chance de

se expressar criativamente e de produzir algo que o faça se sentir bem – provavelmente, o motivo por que você começou essa jornada. Mas é ainda mais importante ter certeza de que você tem um perfil forte e uma boa avaliação dos seus clientes. Este capítulo delineia as regras para verificar se a linha que você desenvolveu cria o impacto que precisa.

Entenda o seu cliente

Se você realmente quer desenvolver uma linha de roupas que permita criar um negócio duradouro, deve fazer uma pesquisa de mercado e ter um conhecimento profundo do estilo de vida do seu público-alvo. Sem esse conhecimento sobre a sua base de clientes, fica muito difícil determinar o que eles vão vestir e em que ocasião.

Marcas de moda iniciantes podem, com frequência, ser bastante vaidosas e desenhar modelos tendo elas próprias em mente, na crença cega de que“eu sei que os outros vão adorar isso!”. Se o seu gosto reflete os gostos do mercado e se você se encaixa no perfil do seu cliente-alvo, isso pode ser uma coisa boa, mas normalmente é um atalho para o fracasso.

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Medium 9788540701403

Capítulo 5 - Rentabilidade do cliente

Paul W. Farris, Neil T. Bendle, Phillip E. Pfeifer, David J. Reibstein Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 5

Rentabilidade do cliente

Principais conceitos abordados neste capítulo:

Clientes, recência e retenção

Valor do prospect versus valor do cliente

Lucro do cliente

Despesa de aquisição versus despesa de retenção

Valor de duração do cliente

O Capítulo 2, “Participação em Corações, Mentes e Mercados”, apresentou métricas criadas para mensurar como uma empresa está se saindo com seus clientes como um todo. As métricas discutidas anteriormente eram sínteses do desempenho da empresa em relação aos clientes para mercados inteiros ou segmentos de mercado.

Neste capítulo, abordamos métricas que mensuram o desempenho de relações de clientes individuais. Começamos com métricas destinadas a simplesmente contar quantos clientes uma empresa atende. Como este capítulo mostrará, é muito mais fácil contar o número de unidades vendidas do que o número de pessoas ou empresas as compram. A Seção 5.2 apresenta o conceito de lucratividade do cliente.

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Medium 9788577809752

Capítulo 19 - Análise Fatorial

Naresh K. Malhotra Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

19

A análise fatorial permite olhar para grupos de variáveis que tendem a ser correlacionadas uma a outra e identificar dimensões subjacentes que explicam essas correlações.

William D. Neal, sócio sênior, SDR Consulting

Objetivos

Após a leitura deste capítulo, o aluno conseguirá:

1. Descrever o conceito de análise fatorial e explicar como essa análise difere da análise de variância, da regressão múltipla e da análise discriminante.

2. Discutir o procedimento para conduzir análise fatorial, incluindo a formulação do problema, a construção da matriz de correlação, a escolha de um método apropriado, a determinação do número de fatores, a rotação e a interpretação dos fatores.

3. Entender a distinção entre métodos de análise fatorial de componentes principais e de análise de fator comum.

4. Explicar a seleção de variáveis substitutas e suas aplicações, enfatizando sua utilização em análises subsequentes.

5. Descrever o procedimento para verificar o ajuste de um modelo de análise fatorial, utilizando as correlações observadas e reproduzidas.

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Medium 9788577800728

2 Esportes em risco

Irving Rein, Philip Kotler, Ben Shields Grupo A PDF Criptografado

40 Marketing esportivo: a reinvenção do esporte na busca de torcedores

2

Esportes em risco

A luta entre Jack Dempsey e Gene Tunney pelo título dos pesos-pesados realizada em

1927 foi um acontecimento nacional. Mais de 145 mil torcedores se amontoaram nas arquibancadas e nas galerias do estádio Soldier Field, em Chicago. Cinqüenta milhões de pessoas passaram o tempo inteiro de ouvido colado ao rádio, fazendo o melhor uso possível da imaginação e da descrição do narrador para visualizar o confronto épico.¹ E centenas de jornalistas deram o melhor de si para levar o resultado da luta aos leitores das últimas edições dos seus diários. O país parecia realmente ter ficado paralisado, com todas as atenções concentradas nesse fantástico confronto de boxe.

O drama e a controvérsia daquela que ficou na história como a “Longa Contagem” concentraram-se em apenas um assalto da luta. No sétimo, mais precisamente, quando Dempsey mandou Tunney à lona e chegou a comemorar a vitória. O encarregado da cronometragem, Paul Beeler, começou sua contagem para o nocaute, e chegou a cinco antes que o árbitro Dave Barry começasse sua própria contagem. O

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Medium 9788521205463

Capítulo 4 - Cor: signo cultural e o psicólogo

Modesto Farina, Clotilde Perez, Dorinho Bastos Editora Blucher PDF Criptografado

parte

4

cor: signo cultural e psicológico

O significado das cores:

A liberdade é azul? A fraternidade é vermelha? A paz é branca?

O signo estético arranha o impossível do real.

Lucia Santaella

1 — REALIDADE SENSORIAL

Esta parte da obra envolve um aprofundamento na Psicologia, porque desta não podemos nos afastar, mesmo quando procuramos escla­recer os vários processos de que se ocupa o fenômeno do cromatis­mo, mas também teremos em conta os estudos culturais.

Como vimos anteriormente, a cor é uma realidade sensorial

à qual não podemos fugir. Além de atuar sobre a emotividade humana, as cores produzem uma sensação de movimento, uma dinâmica envolvente e compulsiva. Vemos o amarelo transbordar de seus limites espaciais com uma tal força expansiva que parece invadir os es­paços circundantes; o vermelho, embora agressivo, equilibra-se so­bre si mesmo; o azul cria a sensação do vazio, de distância, de profundidade. Vimos, na primeira parte, como o espaço arquitetural pode ser modificado, tornando-se maior ou menor, mais baixo, mais alto, ou mais estreito, apenas pelo efeito da cor. Citamos, embora li­geiramente, diversos outros campos em que as propriedades das co­res são usadas para fins definidos.

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Medium 9788577808748

Conclusão

Gavin Ambrose, Paul Harris Grupo A PDF Criptografado

BDT_001-176

3/31/06

10:50 PM

Page 172

Conclusão

Conclusão

Este livro buscou explicar e ilustrar os princípios básicos da tipografia. Uma boa compreensão desses elementos básicos, aliada ao conhecimento de formato, layout, cor e imagem, equipa o designer com ferramentas poderosas para soltar a criatividade.

O design é uma atividade comercial, e a aplicação desses princípios básicos facilita a eficiência do processo de design, mantendo tempo e custos dentro do planejado. No entanto, a inspiração continua a ser o centro da atividade criativa, e esperamos que os exemplos que ilustram este volume, de muitos dos principais estúdios de design contemporâneos, tenham servido como inspiração. Ao produzirmos este livro, ficou claro que a tipografia tem um apelo especial para muitos designers. O entusiasmo e a compreensão com que nossos colaboradores abordaram o assunto, por sua vez, ajudaram-nos a oferecer um conhecimento sólido sobre essa área muito querida por todos.

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Medium 9788577800728

5 Gerando a transformação da marca esportiva

Irving Rein, Philip Kotler, Ben Shields Grupo A PDF Criptografado

136 Marketing esportivo: a reinvenção do esporte na busca de torcedores

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Gerando a transformação da marca esportiva

Na década de 1930, Glenn Cunningham, norte-americano especialista na corrida da milha, podia estabelecer o cachê que bem entendesse. Essa era uma das maiores provas de atletismo do circuito dos esportes de inverno, quando as grandes cidades promoviam eventos em estádios cobertos famosos, como o Madison Square Garden, em Nova York, e o Chicago Stadium, sempre lotados. Tratava-se de competições que os grandes jornais da época faziam questão de patrocinar, com parte dos lucros destinadas para obras sociais. Glenn Cunningham, um herói da época da Depressão que conseguira sobreviver a um trágico incêndio que praticamente destruiu suas duas pernas aos 12 anos de idade – superando ainda, evidentemente, as seqüelas físicas do episódio – ganhava muito bem ao participar desses eventos, mesmo sendo administrados pela Amateur Athletic Union (AAU) – as substanciais “gratificações” inclusive não pagavam imposto. Para muitos jovens atletas como ele, o objetivo máximo, que era disputar os Jogos Olímpicos, precisava ser sustentado por um vasto sistema de suporte das competições de atletismo, em colégios, universidades, clubes e nações de todo o mundo. As provas de atletismo figuravam entre as principais atrações esportivas, atraindo, como tal, platéias enormes e contando com uma sólida infra-estrutura.

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Medium 9788577808748

Prática tipográfica

Gavin Ambrose, Paul Harris Grupo A PDF Criptografado

BDT_001-176

3/31/06

10:46 PM

Page 150

Prática tipográfica

Cliente: Lancaster City Council

Design: Why Not Associates e Gordon Young

Resumo tipográfico:

Vários estilos utilizados para apresentar poemas, letras de músicas e expressões

(WK)

Job:01-76355 Title:Basic Design-Typography

175# Dtp:116 Page:150

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3/31/06

10:47 PM

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Prática tipográfica

A aplicação prática da tipografia no design nem sempre é o que se espera. As demandas tipográficas podem ser mais extensas e menos ortodoxas do que as vistas nas seções anteriores deste livro, embora os princípios básicos permaneçam os mesmos. A aplicação dos tipos pode ser incomum – como o exemplo na página ao lado demonstra –, mas, ainda assim, o designer deve levar em conta a seleção de tipos, sua composição, espaçamento, corpo, legibilidade e padrão.

A tipografia é um ofício técnico, exigente e às vezes confuso, que requer muita atenção, paciência e compreensão histórica. No final das contas, a tipografia é uma experiência íntima e humana – no caso da

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Medium 9788540701465

Introdução

Kathryn Best Grupo A PDF Criptografado

Introdução

8

Gestão do design é o gerenciamento bem-sucedido de pessoas, projetos, processos e procedimentos que estão por trás da criação dos produtos, serviços, ambientes e experiências que fazem parte de nossa vida diária.

Envolve também a gestão das relações entre diferentes disciplinas (como design, gestão, marketing e finanças) e diferentes papéis (clientes, designers, equipes de projeto e stakeholders).

A indústria criativa (também conhecida como

“economia criativa”) inclui as áreas de design, artesanato, publicidade, arquitetura, moda, cinema, música, TV, rádio, artes cênicas, produção editorial e software interativo. As atuais tendências globais relacionadas à criatividade nos segmentos de design identificam essa indústria como um dos setores que mais crescem no mundo e um dos melhores veículos para ampliar a vantagem competitiva entre as empresas comerciais e mesmo entre os países. Além disso, há uma crescente demanda por um enfoque mais holístico do impacto cultural, ambiental, político e social produzido pelo modus operandi das empresas comerciais e outras organizações. E como o design, por sua própria natureza, trata da solução de problemas a partir de uma perspectiva centrada nas pessoas, proporciona uma abordagem mais integrativa e holística para a solução dos desafios contemporâneos “mundiais”.

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Medium 9788540701403

Capítulo 10 - Marketing e finanças

Paul W. Farris, Neil T. Bendle, Phillip E. Pfeifer, David J. Reibstein Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 10

Marketing e finanças

Métricas abordadas neste capítulo:

Lucro líquido e retorno sobre vendas (RSV)

Métricas de projeto: retorno, VPL, TIR

Retorno sobre investimento (RSI)

Retorno sobre investimento em marketing

Lucro econômico (EVA)

À medida que os profissionais de marketing avançam em suas carreiras, torna-se cada vez mais necessário coordenar seus planos com outras áreas funcionais.

Previsões de vendas, orçamentos e estimativas de retornos sobre iniciativas de marketing propostas são quase sempre um foco de discussões entre as áreas de marketing e finanças. Para os profissionais de marketing com pouca exposição a métricas básicas de finanças, um bom ponto de partida é obter uma maior compreensão de “taxa de retorno”. “Retorno” costuma estar associado com lucro, ou pelo menos com fluxo de caixa positivo. “Retorno” também implica que algo saiu

– saída de caixa. Quase todas as atividades empresariais exigem alguma saída de caixa. Mesmo o dinheiro de custo de vendas, que retorna apenas quando as contas são pagas. Neste capítulo, oferecemos um panorama de algumas das medidas de lucratividade e lucro mais comumente empregadas. A compreensão de como as métricas são construídas e usadas pela área de finanças para classificar vários projetos facilitará o desenvolvimento de planos de marketing que satisfaçam os critérios adequados.

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Medium 9788582600610

Capítulo 10 - Produção

Toby Meadows Grupo A PDF Criptografado

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alvez a parte mais intimidante de se ter um marca

de moda própria seja o como e o onde fazer o produto.

Encontrar um fabricante que faça o produto com a qualidade e na quantidade que você precisa, e a um preço que permita que seu plano de negócios seja lucrativo, pode ser muito difícil. Este capítulo apresenta esse processo.

Opções de fabricação

Entender os detalhes técnicos do processo de fabricação* é muito importante, pois o coloca em uma posição melhor na hora de tomar a decisão mais adequada para o seu produto e para a cadeia de fornecimento como um todo.

Algumas opções de fabricação são:

Interna:

Comum entre as marcas iniciantes em que o designer tem conhecimento técnico em modelagem e pilotagem;

Permite a produção de quantidades muito pequenas;

Você pode controlar a qualidade de perto;

Pode ser problemática quando há produção de pedidos maiores;

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