49 capítulos
Medium 9788577808120

Fase 4 - Criação de pontos decontato

Wheeler, Alina Grupo A PDF Criptografado

4 : criação de pontos de contato

Fase 4

Criação de pontos de contato: visão geral

A Fase 4 trata do desenvolvimento e do refinamento do design. O conceito de design da identidade da marca foi aprovado, e uma atmosfera de urgência gera um bombardeio de perguntas: “Quando teremos os cartões de visita?”, seguida de “em quanto tempo nossos padrões estarão funcionando?”.

O design é inteligência tornada visível.

Lou Danziger

Designer e educador

Depois que as decisões maiores são tomadas, grande parte das empresas quer começar a todo vapor. A tarefa da consultoria de identidade de marca é manter o ímpeto enquanto cuida da finalização dos detalhes cruciais.

Na Fase 3, foram desenvolvidas aplicações hipotéticas para testar as ideias e ajudar a vender os principais conceitos. Agora, a prioridade maior é refinar e finalizar os elementos da identidade e criar as assinaturas visuais. Esse trabalho exige uma atenção obsessiva ao detalhe, pois os arquivos criados são permanentes. É fundamental testar as assinaturas visuais nos mais diversos tamanhos e mídias. As decisões sobre famílias tipográficas, paletas de cores e elementos visuais secundários são tomadas nesta fase.

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Medium 9788520462805

05. EXERCÍCIO E SAÚDE

Mauro Vaisberg Editora Manole ePub Criptografado

como a educação física pode nos ajudar a manter ou recuperar o equilíbrio

Marcos Rojo Rodrigues

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Medium 9789724418933

ANEXO – PORQUÊ CONCRETO?

Wassily Editora Almedina PDF Criptografado

ANEXOPORQUÊ CONCRETO?Por: ALEXANDRE KOJÈVEINTRODUÇÃOEste texto foi publicado em dezembro de 1966 no n.º 27 da revistaXX. Siècle, destinado a celebrar o centenário do nascimento deKandinsky.Tem o mérito de ter sido redigido em 1936, a pedido de Kandinsky, pelo filósofo Alexandre Kojève, seu sobrinho. É o resultado das discussões mútuas, nessa época, e o artista, depois de ter feito algumas anotações com a sua própria mão, declarou-se de acordo com o seu conteúdo.Nele encontramos um certo número de definições simples que esclarecem o seu pensamento: é a pintura tradicional que é abstrata, uma vez que ela extrai (daí abstrata) o Belo encarnado de maneira visível na natureza. A pintura não-figurativa, essa, é concreta e não abstrata, uma vez que ela cria um objeto e que, consequentemente, o Belo não existe nela abstraído da natureza, sendo diretamente produzido pelos seus próprios meios, A pintura não-figurativa é tão concreta e tão objetiva como o Belo que encarna na natureza.

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Medium 9786586618006

II A EXPANSÃO LITUANA E A LIVÔNIA MEDIEVAL

Erick Reis Godliauskas Zen Editora Almedina PDF Criptografado

II

A EXPANSÃO LITUANA E A LIVÔNIA MEDIEVAL

As primeiras referências escritas sobre o Báltico apareceram no momento em que missionários se estabeleceram na região para cristianizá-la. O nome Lituânia foi escrito pela primeira vez em 1009 em uma crônica germânica. A crônica relata o assassinato, ou martírio, de um missionário chamado Bruno que trabalhava para introduzir o cristianismo entre os que viviam na Lituânia.

Os povos do Báltico também aparecem nas crônicas que relatam os ataques e as invasões dos Vikings. A crônica A Vida do Santo Ansgar, do Arcebispo de Rimbert de Bremen, registrou a guerra e a vitória dos curonianos contra os dinamarqueses e também a vitória sueca em

850. Os suecos procuraram se estabelecer no sudeste da Letônia, mas a resistência local impediu que eles adentrassem na região. As constantes navegações vikings e seus ataques acabou por estabelecer algumas rotas e pontos comerciais tanto no mar Báltico e golfo da Finlândia, como nos rios que cortam a região. Pelo Rio Neva, ao sul, pode-se chegar ao lago Ladoga e mais ao sul à Novgorod, e ao leste alcançar o rio Volga e o mar Cáspio. Outra rota importante foi pelo rio Daugava até o Dniepre e ao sul de Kiev de onde pode-se chegar ao Mar Negro e a Constantinopla. Pelo território Lituano é possível atravessar navegando pelo Rio Nemunas. Diversas crônicas narram ataques de piratas e sequestros nessas rotas. A arqueologia encontrou moedas de ouro e prata de Bizâncio na região, o que confirma a circulação e o comércio.

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Medium 9788520458808

1. Explorar e improvisar o movimento

Sandra Cerny Minton Editora Manole PDF Criptografado

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Explorar e improvisar o movimento

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19/11/19 15:00

2 COREOGRAFIA

Para mim, o processo criativo sempre foi maravilhoso, ainda que ilusório. É maravilhoso porque a dança, ou produto final, é uma entidade capaz de entreter, comunicar e inspirar. É ilusório porque o coreógrafo (a pessoa que cria a dança) usa o processo criativo para energizar um espaço previamente vazio e torná-lo vivo. Com o advento de várias tecnologias eletrônicas e da internet, as possibilidades de produzir dança podem ser estendidas e, futuramente, poderão incluir formas de multimídia que hoje nem sequer conseguimos imaginar.

Exemplos de formas de dança multimídia são descritos no Capítulo 2.

Se uma dança inclui ou não inovações tecnológicas, a descoberta de movimentos adaptativos por meio da improvisação (criar movimentos de maneira espontânea) é uma parte importante do processo coreográfico. Tenho notado que, quando insisto nos movimentos improvisados − quando eles parecem “certos”

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