194 capítulos
Medium 9788536305523

SEGURANÇA NO TRABALHO E EM CASA

Tilley, Alvin R Grupo A PDF Criptografado

SEGURANÇA NO TRABALHO E EM CASA

Segurança é uma necessidade humana básica. Os fatores humanos vão além de apenas aumentar a eficiência das máquinas e os lucros, eles também consideram de modo consciente a segurança e o conforto dos seres humanos. Os seguintes termos definem as categorias de segurança:

Basicamente seguro: o erro humano não irá degradar ou danificar equipamentos, representar risco ou causar ferimentos.

Razoavelmente seguro: o erro humano poderia resultar em ferimentos.

Perigoso: o erro humano provavelmente causará ferimentos ou a morte.

Catastrófico: o erro humano pode causar ferimentos graves – a perda de um membro, ferimentos, a morte ou mortes múltiplas.

Segurança é preocupação para todos os projetistas, que devem investigar e eliminar todos os perigos e tentar tornar todas as condições basicamente seguras. Alguns engenheiros consideram o potencial de erro humano tão grande que é impossível antecipar todos os erros que podem ocasionar ferimentos. Contudo, o projetista deve levar em consideração como os erros podem se dar e tentar imaginar situações nas quais podem ocorrer danos aos equipamentos e ferimentos aos usuários.

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Medium 9788520432273

3. Intermezzo: convívio – Jum Nakao e colaboradores

NACCACHE, Andréa Editora Manole PDF Criptografado

INTERMEZZO:

CONVÍVIO

JUM NAKAO E COLABORADORES

Década de 1970: abaixo o pudor de

/O paraíso e o inferno da experimentação digital 81 /Jum Nakao:

criar! 80

a criação não está no desenho 83

/Impacto. Porque a referência comercial é pouco comercial 84 /Quem quer ser

Pablo Picasso? A busca (ou não) da ruptura histórica 85

/Estamos mais

/A tese da explosão de criatividade 91 /Um corte e uma costura pessoais 92 /“Os criativos” não existem

96 /Malcriação? 97 /O talento insiste 98 /A questão é de convívio 99

/Esses “bichos criativos” 101 livres? 88

80

DÉCADA DE 1970: ABAIXO

O PUDOR DE CRIAR!

É nosso último encontro. Uma noite agitada pela abertura de exposições e eventos na cidade deixa a agenda dos convidados movimentada. Alex virá para a conversa com Jum algumas horas mais tarde – direto da cozinha, vestido em seu dólmã branco.

Iniciamos com Jum um debate livre, em que se revelam especialmente os conhecimentos profissionais e as preocupações dos convidados. Enrique Lipszyc, que fundou a Panamericana – Escola de Arte e Design em São Paulo, abre a conversação:

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Medium 9788577808540

5 MOVIMENTO E TRANSFORMAÇÃO ARTICULADOS

Adobe Creative Team Grupo A PDF Criptografado

LIÇÃO 5 165

Movimento e Transformação Articulados

Movimento articulado com cinética inversa

Para facilitar a animação de um objeto articulado (com várias junções), como uma pessoa caminhando ou o guindaste em movimento do nosso exemplo, o

Flash Professional CS5 apresenta a cinemática inversa. A cinemática inversa é um meio matemático de calcular os diferentes ângulos de um objeto articulado para alcançar certa configuração. Você pode posicionar o objeto em um keyframe inicial e então definir uma posição diferente em um keyframe posterior. O

Flash utiliza a cinemática inversa para descobrir os diferentes ângulos para todas as junções da primeira posição até a seguinte.

A cinemática inversa facilita o processo de animação porque você não precisa se preocupar em animar cada segmento de um objeto ou o membro de um personagem. Basta se concentrar nas posições gerais.

Defina os bones

O primeiro passo para criar movimento articulado é definir os bones (ossos) do objeto com a ferramenta Bone ( ). A ferramenta Bone informa ao Flash o modo como uma série de instâncias de movie clip é conectada. Movie clips conectados são chamados de armaduras (armatures) e cada movie clip é chamado de node.

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Medium 9788536321318

Capítulo 7 - TRANSTORNOS SOMATOFORMES

Landeira-Fernandez, J. Grupo A PDF Criptografado

capítulo 7

TRANSTORNOS

SOMATOFORMES

Todo ser vivo é dotado de instintos de autopreservação. Nesse sentido, para o ser humano nada é mais assustador do que algo que põe em risco a sua sobrevivência. Nossos órgãos sensoriais nos dão informações sobre o funcionamento do nosso corpo. Sensações desagradáveis transmitidas por eles podem ser bastante úteis, porque nos alertam sobre ameaças a nossa integridade física e nossa saúde corporal. Todavia, um sistema de automonitoramento, ou a interpretação dos sinais que ele detecta, pode estar alterado. Esse é o caso dos transtornos somatoformes.

Os transtornos somatoformes (ou somatomorfos) caracterizam-se pela presença de sintomas físicos (soma significa “corpo”) que não podem ser explicados por uma condição médica geral. Ou seja, há o componente subjetivo de um sofrimento localizado em alguma região corporal, mas exames clínicos e laboratoriais não revelam nenhuma alteração significativa que corresponda à queixa do paciente. Embora os sintomas físicos possam ser extremamente variados, desde dores de cabeça até a paralisia de um membro, todos compartilham uma mesma particularidade: a ausência de comprovação objetiva de uma doença.

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Medium 9788520432273

5. Entrevistas

NACCACHE, Andréa Editora Manole PDF Criptografado

ENTREVISTAS

Da Vinci e o moldureiro 137 fernando cocchiarale

O verdadeiro brasileiro 141 roberta cosulich

Vida independente, mundo sem dono 147 joão marcello bôscoli

Remixando vidas 153 reinaldo pamponet

O desejo em rede 161 fernando cocchiarale

Luzes, câmeras, indústria! 165 paulo borges

O mundo na ponta dos dedos 171 ricardo guimarães

Design, experiência humana 177 paula dib

Escola sem ficção 185 elenice lobo e gilson domingues

Realidade inventada 191 alceu baptistão

A importância econômica da criação 199 stephen rimmer

O imperativo da presença 207 ana carmen longobardi

Para se sentir vivo 213 charles watson

5

1

DA VINCI E O MOLDUREIRO

SOBRE A SEPARAÇÃO E O REENCONTRO DA

ARTE E DO ARTESANATO

FERNANDO COCCHIARALE, ARTISTA DE MÍDIA, FILÓSOFO E

PROFESSOR DE CRIAÇÃO

138

CRIAÇÃO

Este termo começou a ser usado para o trabalho do artista apenas no século 19. Surgiu como consequência do Romantismo, movimento intelectual e artístico do século 18, que pregava a ideia de originalidade e genialidade pessoal, e de separação entre arte e artesanato. Até então, arte e artesanato tinham sido sempre indiferenciados. A partir daquele momento, os produtos utilitários foram considerados atribuição exclusiva do artesão, e o artista, por outro lado, era quem elaborava os objetos destinados à contemplação.

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