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4. Organização das fases da apresentação

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Organização das fases da apresentação

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A dança existe apenas na mente do coreógrafo e como um exercício de ensaio, até ser executada. O processo de coreografia é completado quando a dança é trazida ao palco e apresentada a um público. No entanto, a realização de uma apresentação de dança requer planejamento de longo alcance e diversas etapas intermediárias.

Planejar uma apresentação de dança pode ser uma tarefa difícil, contudo, é possível minimizar o desafio organizando o processo de produção em uma série de tarefas menores e mais digeríveis. É possível agendar cada tarefa individual, começando pela data da apresentação e trabalhando de forma retrógrada até a audição. Este capítulo ensina como deixar a sua dança pronta para a apresentação. Em termos da estrutura apresentada no Capítulo 1, a informação oferecida aqui deve ser usada após a finalização da criação e depois que seu trabalho estiver polido.

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Apêndice 1. Exercícios complementares

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Apêndice 1 – Exercícios complementares

Capítulo 1

Explorar e improvisar o movimento

Exercício 1: Observe as pessoas em um ambiente em particular (escola, loja, igreja, casa) e determine o ritmo delas. Analise a quantidade de energia que elas usam para se deslocar pelo espaço ou para concluir uma atividade. Faça anotações sobre movimentos particulares que poderia gerar ideias com base nas qualidades de energia e ritmo.

Exercício 2: Observe o ambiente ao redor da sua casa e procure algo que inspire o movimento em você. Talvez, seja algo sentimental e que faça você sentir vontade de contar uma história.

Ou, pode ser algo que tenha movimento real, como a água. Crie uma sequência curta que

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conte essa história. Encontre a música que corresponde a sua intenção original.

Exercício 3: Pesquise na internet alguma peça de coreografia famosa de um gênero qualquer.

Defina o ritmo, níveis, vias e as partes do corpo usadas. Tente determinar a intenção da peça. É possível que você descubra uma fonte primária que tenha o propósito real do coreógrafo para a criação do trabalho.

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2. Delineamento e modelagem da dança

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Delineamento e modelagem da dança

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Coreógrafos usam a exploração e a improvisação para descobrir materiais de movimento, mas é a arte que lhes permite moldar os movimentos criados em uma dança. Trata-se de um processo de descoberta de possibilidades e de encaixar as peças do quebra-cabeça.

Neste capítulo, você aprenderá a manipular os elementos do movimento − espaço, tempo, energia e forma −, experimentando as numerosas sugestões fornecidas de maneiras de variar o movimento. Essas variações deverão ser baseadas nos elementos do movimento. Por exemplo, se um dos movimentos descobertos durante a improvisação consiste em virar e cair no chão, é possível usar a manipulação para criar muitas variações, como virar devagar e cair rápido no chão, ou virar rápido e descer lentamente. Será necessário analisar e avaliar os movimentos criados, a fim de decidir qual variação de movimento se adéqua àquilo que você quer dizer ou fazer em sua dança. A coreografia tem o poder de comunicar ou produzir impacto, contudo, o sucesso da comunicação depende da forma final do trabalho.

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1. Explorar e improvisar o movimento

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Explorar e improvisar o movimento

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2 COREOGRAFIA

Para mim, o processo criativo sempre foi maravilhoso, ainda que ilusório. É maravilhoso porque a dança, ou produto final, é uma entidade capaz de entreter, comunicar e inspirar. É ilusório porque o coreógrafo (a pessoa que cria a dança) usa o processo criativo para energizar um espaço previamente vazio e torná-lo vivo. Com o advento de várias tecnologias eletrônicas e da internet, as possibilidades de produzir dança podem ser estendidas e, futuramente, poderão incluir formas de multimídia que hoje nem sequer conseguimos imaginar.

Exemplos de formas de dança multimídia são descritos no Capítulo 2.

Se uma dança inclui ou não inovações tecnológicas, a descoberta de movimentos adaptativos por meio da improvisação (criar movimentos de maneira espontânea) é uma parte importante do processo coreográfico. Tenho notado que, quando insisto nos movimentos improvisados − quando eles parecem “certos”

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Apêndice 2. Fichas e formulários

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Apêndice 2 – Fichas e formulários

Ficha de avaliação coreográfica

Para cada um dos critérios a seguir, pode ser atribuído 1-2 pontos, dependendo da pontuação total almejada. (Também é possível usar frações de pontos.) Por exemplo, se você concluir que o coreógrafo criou uma dança que tem um senso de forma do começo ao fim, e se uma escala de 10 pontos for usada, atribua a pontuação máxima de 1 no espaço em branco do item 1. Se houver um senso de forma intermitente, atribua uma pontuação de 0,5 ponto. Atribuir zero ponto, se a dança não apresentar forma nem desenvolvimento.

Caso o uso de pontuação seja entediante ou intimidador, apenas use o formulário como um guia para descrever seus comentários ou sugestões referentes a uma determinada dança. Se houver outros componentes mais compatíveis com seus próprios conceitos coreográficos, eles poderão ser substituídos por alguns dos itens listados.

Pontuação

___   1. Forma geral: iniciante, intermediário, final

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3. Identificação da forma coreográfica

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Identificação da forma coreográfica

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Qualquer trabalho criativo, incluindo a dança, existe no contexto de uma forma (o desenvolvimento geral da peça) que é modelada a partir da inspiração ou intenção (motivação que estimula o movimento) do trabalho. O ato de dar forma à sua dança ocorre após a descoberta de alguns movimentos. Com base na estrutura apresentada no Capítulo 1, a forma somente é encontrada depois que a sua inspiração começa a ser transformada em movimento.

Como a estrutura para criar uma dança é circular, ou se dá em ciclos que se voltam sobre si mesmos, o ato de dar forma à peça pode ser interrompido por descobertas de novos movimentos ou novos arranjos de movimento. A frase da dança e os critérios para uma forma efetiva são descritos neste capítulo, seguidos por uma discussão sobre como essas técnicas podem ser usadas para moldar uma dança. Formas de dança comuns são introduzidas em conjunto com explicações para ajudar você a compreender os estilos (características de movimento) e os métodos coreográficos literal (comunica uma mensagem), de abstração (condensado à sua essência) e não literal (sem mensagem). Este capítulo conclui com um conselho sobre a seleção apropriada de temas para a coreografia, trabalhando ao longo dos estágios de desenvolvimento da produção da dança, e acrescentando os toques finais em seu trabalho.

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Glossário

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Glossário

AB – forma coreográfica simples que consiste em duas seções com temas contrastantes.

ABA – forma coreográfica simples que consiste em três seções e dois temas contrastantes, A e B, seguidos de uma repetição do primeiro tema na terceira seção. Em ABA, a terceira seção pode ser uma versão mais curta da seção A original. abstração – processo de remoção, separação ou condensação. Destilar algo à sua essência. abstrato – um tipo de estilo de dança que não comunica nenhuma mensagem. (A palavra geométrica é usada neste livro como substituta da palavra abstrato, para evitar confusões com abstração.) acento – ênfase (realce) em certas contagens musicais ou com movimentos específicos. acompanhamento – copiar simultaneamente os movimentos de outro dançarino, voltando-se de frente para a mesma direção que o líder. adereço – objeto à parte do traje do dançarino, mas que faz parte de uma ação ou do projeto espacial em uma coreografia, ou que contribui para o significado de uma dança. ala – área nas laterais do palco. alinhamento – posicionamento dos segmentos corporais de perfil, um sobre o outro, de modo que a orelha, o ombro, o quadril, o joelho e o tornozelo formem o mais estreitamente possível uma reta que se estenda em ângulo reto para o solo.

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05. EXERCÍCIO E SAÚDE

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como a educação física pode nos ajudar a manter ou recuperar o equilíbrio

Marcos Rojo Rodrigues

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07. PROBIÓTICOS E EQUILÍBRIO ORGÂNICO

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eixo intestino-cérebro

Antonio Herbert Lancha Jr.

André Luis Lacerda Bachi

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02. MEDITAÇÃO COMO FATOR DE EQUILÍBRIO

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espiritualidade, equilíbrio e equilíbrio Zen

Monja Coen

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01. EXERCÍCIO E MEDITAÇÃO... JUNTOS?

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Mauro Vaisberg

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04. EXERCÍCIO COMO FATOR DE EQUILÍBRIO

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Mauro Vaisberg

Os capítulos anteriores trataram de alguns aspectos interessantes em relação ao funcionamento do nosso organismo, de como é possível potencializar nosso bem-estar quando compreendemos a intrínseca ligação entre corpo e mente e, consequentemente, da utilidade de técnicas meditativas como fator tranquilizador tanto para a mente quanto para o corpo.

Conforme vamos detalhar adiante, essa tranquilidade vinda da meditação, além das vantagens emocionais, tem grande importância no sentido de evitar que uma resposta de estresse se torne crônica, impedindo a produção excessiva de hormônios que, quando secretados continuamente pelo corpo, a longo prazo, podem desencadear doenças e riscos à saúde.

O movimento é uma função orgânica de fundamental importância na biologia dos seres vivos que possuem, entre suas características, a locomoção. Considerando nossa espécie e seu desenvolvimento, é importante lembrar que uma série de fatores foi necessária para moldar as funções fisiológicas consideradas parte de um estado de normalidade. Entre esses fatores, destaca-se a alternância entre períodos de movimento e de repouso, o que significa que a falta da função movimento é um fator de desequilíbrio orgânico e, portanto, gerador de doenças.

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06. SAÚDE, MOVIMENTO E YOGA

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Roberto serafim Simões

Vivemos na sociedade do cansaço. O tempo é escasso e ninguém se permite desperdiçá-lo. Parece que se vive em constante estado de apneia. A alegoria parece exagerada, mas a respiração curta, como reflexo fisiológico, acarreta menor captação de oxigênio do ambiente e a sensação é de total esgotamento físico. Não é coincidência também a resposta trivial a perguntas bastante proferidas no dia a dia: “Como é que você está? Está fazendo o quê? O seu dia hoje, como o sente?”. A resposta é quase (obrigatoriamente) sempre a mesma (e com certo orgulho em alguns núcleos sociais): “Na correria!”.

Com isso, estamos contraindo doenças causadas não por agentes físicos, como um vírus ou bactéria, mas por agentes mentais ou subjetivos. Enquanto as primeiras podem ser identificadas por meio de exames e outras tecnologias disponíveis à medicina moderna, agentes mentais ou subjetivos, muitas vezes, são de difícil reconhecimento e solução. A ansiedade, a síndrome de burnout (esgotamento físico ou mental intenso), o transtorno de déficit de atenção e a depressão ecoam fisicamente. Desenvolvemos medicamentos para combater apenas os efeitos secundários (ecos corporais) dessas mazelas metafísicas, mas o aniquilamento de algo não material nunca poderá vir (definitivamente) via medicamentosa; é necessária uma resposta criativa, amorosa e da mesma natureza sutil de sua manifestação.

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08. MEDITAÇÃO E EXERCÍCIO

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convergência para promover uma vida melhor

Mauro Vaisberg

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03. A MEDITAÇÃO NO CAMPO DA SAÚDE

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Elisa Harumi Kozasa

Roberta Foster

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