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VIII GASTRONOMIA ENTRE O TÍPICO E O MODERNO

Erick Reis Godliauskas Zen Editora Almedina PDF Criptografado

VIII

GASTRONOMIA

ENTRE O TÍPICO E O MODERNO

Ao chegar em uma residência, a saudação se dará com um aperto de mãos e para os mais íntimos com um leve abraço. Não se troca beijos. Ao ingressar é preciso tirar os sapatos, pois o chão, em geral, é de madeira e nos dias com neve não é adequado entrar com as botas sujas e molhadas. Os mais velhos costumam levar a suas pantufas, às vezes, o anfitrião as oferece. Os mais novos ficam de meia sem constrangimentos. Se for necessário não há nenhum inconveniente em pedir para lavar os pés devido ao frio ou se a neve entrou pelo sapato. Nas casas e apartamentos, as áreas de sanitário e banho, em geral, são separadas.

Os anfitriões colocam os alimentos na mesa e o convidado deve se servir daquilo que desejar. No passado e entre os imigrados era comum colocar todos os alimentos disponíveis na casa na mesa para serem servido, mesmo porque não eram muitos. Hoje, já há uma seleção do que será oferecido. Não é necessário experimentar tudo ou beber todas as bebidas, apenas se servir do que pareça mais apetitoso. É respeitoso elogiar o que foi preparado na casa. Se quem recebe precisar de alguma coisa ele vai pedir para levar, se não pedir nada é educado, mas não obrigatório, levar alguma coisa. Se disser para não levar não leve. Uma característica dos comportamentos no Báltico é que ele é muito direto.

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VII O DEDO PARTIDO DE LENIN

Erick Reis Godliauskas Zen Editora Almedina PDF Criptografado

VII

O DEDO PARTIDO DE LENIN

7.1.  A CRISE DA UNIÃO SOVIÉTICA

Quando o governo de Brezhnev chegou ao fim, a União Soviética estava imersa em uma crise social e econômica. Com a sua morte, foi substituído por Yuri Andropov e Konstantin Chernenko, mas era necessário articular uma renovação, ou ao menos esse foi o entendimento dos líderes soviéticos. Como forma de superar a crise, o principal órgão do Partido Comunista, o Politburgo, escolheu Mikhail Gorbachev, como

Secretário-geral, em 15 de março de 1985. Com 55 anos, ele era um dos líderes mais jovens da União Soviética e defendia a renovação da administração e da economia.

O objetivo de Gorbachev era modernizar a União Soviética tanto na

área econômica quanto na política e na cultura. Em 1986, Gorbachev introduziu duas políticas: a Glasnost (abertura política) e a Perestroika

(reconstrução). Em síntese, podemos dizer que essas duas reformas tinham por objetivo descentralizar o poder, permitir maior debate sobre a União Soviética, diminuindo a censura no meio acadêmico e na arte, além de fazer uma série de concessões para a economia de mercado. O resultado final não poderia ter sido previsto, pois além de não resolver as crises que se propunha, ela abriu o caminho para o fim da União Soviética que ocorreu em 26 de dezembro de 1991.

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VI O BÁLTICO SOVIÉTICO

Erick Reis Godliauskas Zen Editora Almedina PDF Criptografado

VI

O BÁLTICO SOVIÉTICO

No início de 2018, o corpo do General de Brigada Adolfas Ramanauskas,

Vanagas, foi encontrado no cemitério de Našlaičiai, em Antakalnis.

Ao que se sabe, ele foi preso em 1953, brutalmente torturado e assassinado pela polícia política da União Soviética: a KGB. Um ano depois, seu corpo foi enterrado sem identificação. Ramanauskas era um dos principais líderes da resistência armada à ocupação da Lituânia pela

União Soviética e lutou nas florestas por dez anos. Após a identificação do corpo, o governo da Lituânia decidiu realizar o seu enterro com as honras de Estado. O corpo foi removido para a cidade de Vilnius, onde foi realizada uma cerimônia fúnebre de dois dias e o enterro no cemitério de Antakalnis, no dia 6 de outubro. A cerimônia contou com as principais autoridades políticas e os líderes religiosos do país e causou comoção popular.

No plano internacional, a cerimônia foi contestada e houve um protesto formal da Rússia que considera ainda hoje os partisans que lutaram contra a invasão soviética como terroristas. O protesto russo, acrescentou que o cemitério onde foi realizado o enterro era também o local de homenagem aos soldados soviéticos que lutaram e derrotaram os nazistas que ocupavam a Lituânia.

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V A PRIMEIRA INDEPENDÊNCIA — ESTÔNIA, LETÔNIA E LITUÂNIA

Erick Reis Godliauskas Zen Editora Almedina PDF Criptografado

V

A PRIMEIRA INDEPENDÊNCIA — ESTÔNIA,

LETÔNIA E LITUÂNIA

Os governos da Estônia, Letônia e Lituânia tiveram que enfrentar muitas dificuldades para estruturar Estados para os quais não havia precedentes na História Moderna. A infraestrutura havia sido devastada pelas guerras. As necessidades mínimas da população eram difíceis de serem alcançadas. A autonomia não estava completamente assegurada e mesmo a formação dos exércitos nacionais ainda precisava ser resolvida. Precisavam formar um Estado a partir das poucas estruturas administrativas que possuíam. O primeiro passo, depois de formar um exército em meio à Guerra, era organizar a legislação. Os três países adotaram constituições inspiradas nas mais modernas em vigor na

Europa, como a alemã da República de Weimar. Formaram parlamentos: Riigikogu na Estônia, Saeima na Letônia e Seimas na Lituânia.

Os partidos seguiam as mesmas divisões ideológicas dos países ocidentais com organizações de direita e de esquerda. Na Estônia e na Letônia, os partidos comunistas foram proibidos, pois lutaram do lado da União Soviética na guerra de independência. Nos primeiros anos, os partidos socialistas eram os maiores e mais influentes, mas a democracia no Báltico não iria durar muito tempo e eles rapidamente perderiam o poder.

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TODA A ÉPOCA ESPIRITUAL

Wassily Editora Almedina PDF Criptografado

TODA A ÉPOCA ESPIRITUALTexto publicado na revista XX. Siècle em 1943, um ano antes da morte de Kandinsky.As nove primeiras linhas são retomadas de uma publicação de luxo, 10 Origin, editada em 1942 por Max Bill, na Allianz Verlag deZurique e que oferecia xilogravuras de Kandinsky e de muitos outros artistas. Kandinsky escreveu a este propósito uma curta introdução.Ele retoma a ideia segundo a qual todos os domínios espirituais de uma época estão ligados por um mesmo conteúdo, que eles procuram exprimir seguindo uma forma perfeitamente adequada.O conteúdo espiritual da nossa época é a luta contra o materialismo puro.A arte possui além disso uma virtude profética que lhe permite exprimir o conteúdo da época futura. Este conteúdo é o advento da ideia sintética na qual se unirão o espírito e a matéria.O texto continua com um grande extrato do texto anterior a este(«O valor de uma obra concreta»), no qual ele liga a obra de um determinado pintor a essa fisionomia geral de uma época, ao seu conteúdo presente e futuro.

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TODA A ÉPOCA ESPIRITUAL

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TODA A ÉPOCA ESPIRITUAL

Texto publicado na revista XX. Siècle em 1943, um ano antes da morte de Kandinsky.

As nove primeiras linhas são retomadas de uma publicação de luxo, 10 Origin, editada em 1942 por Max Bill, na Allianz Verlag de

Zurique e que oferecia xilogravuras de Kandinsky e de muitos outros artistas. Kandinsky escreveu a este propósito uma curta introdução.

Ele retoma a ideia segundo a qual todos os domínios espirituais de uma época estão ligados por um mesmo conteúdo, que eles procuram exprimir seguindo uma forma perfeitamente adequada.

O conteúdo espiritual da nossa época é a luta contra o materialismo puro.

A arte possui além disso uma virtude profética que lhe permite exprimir o conteúdo da época futura. Este conteúdo é o advento da ideia sintética na qual se unirão o espírito e a matéria.

O texto continua com um grande extrato do texto anterior a este

(«O valor de uma obra concreta»), no qual ele liga a obra de um determinado pintor a essa fisionomia geral de uma época, ao seu conteúdo presente e futuro.

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TELA VAZIA

Wassily Editora Almedina PDF Criptografado

TELA VAZIA

Publicado no n.º 5-6 da revista Cahiers de l’Art, em 1935.

Esta edição da revista era quase exclusivamente consagrada aos surrealistas. Kandinsky inseria-se nela de um modo bastante natural tendo em conta os numerosos contactos que os surrealistas haviam tido com ele desde a sua chegada a Paris em 1933. Convém a este propósito sublinhar que Kandinsky é o único pintor abstrato de quem

André Breton disse bem desde 1938 (1).

Aqui, de maneira quase fenomenológica, o autor dá-nos informações acerca da sua criação. Trata-se de uma tentativa, conforme aos objetivos gerais de Kandinsky, para aproximar de modo interior os meios e o conteúdo da sua arte.

O resultado é uma expressão literária, que retoma mesmo certas passagens dos seus poemas e que nos mostra o pintor em contacto com os meios da criação pictórica. Kandinsky define os três períodos do seu encontro com estes meios nos últimos 25 anos.

Antes da Primeira Guerra Mundial é o «diapasão dramático»:

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TELA VAZIA

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TELA VAZIAPublicado no n.º 5-6 da revista Cahiers de l’Art, em 1935.Esta edição da revista era quase exclusivamente consagrada aos surrealistas. Kandinsky inseria-se nela de um modo bastante natural tendo em conta os numerosos contactos que os surrealistas haviam tido com ele desde a sua chegada a Paris em 1933. Convém a este propósito sublinhar que Kandinsky é o único pintor abstrato de quemAndré Breton disse bem desde 1938 (1).Aqui, de maneira quase fenomenológica, o autor dá-nos informações acerca da sua criação. Trata-se de uma tentativa, conforme aos objetivos gerais de Kandinsky, para aproximar de modo interior os meios e o conteúdo da sua arte.O resultado é uma expressão literária, que retoma mesmo certas passagens dos seus poemas e que nos mostra o pintor em contacto com os meios da criação pictórica. Kandinsky define os três períodos do seu encontro com estes meios nos últimos 25 anos.Antes da Primeira Guerra Mundial é o «diapasão dramático»:

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Sobre o design gráfico deste livro – depoimento de Rico Lins

Alex Atala, Fernando Campana, Humberto Campana, Jum Nakao Editora Manole PDF Criptografado

SOBRE O DESIGN

GRÁFICO DESTE LIVRO

DEPOIMENTO DE

RICO LINS

LIBERDADE E LIMITES

O limite é um estímulo poderoso na criação.

Os designers gráficos de minha geração, no

Brasil, puderam experimentá-lo de modo bastante claro: para muito do que realizamos anos atrás, não tivemos referências, não havia nem mesmo certas técnicas, e justamente por isso tivemos liberdade e valia tudo na solução dos desenhos.

As pessoas às vezes não gostam de lidar com limites. Eu gosto. Eles exigem consistência do trabalho criativo. Geram necessidade de um envolvimento maior – quando temos que encontrar uma solução em condições estritas.

Não impedem a conceitualização. Ao contrário, oferecem uma base para ela. Este livro nasceu com limites importantes para o design.

AS FOTOGRAFIAS DOS DEBATES

O primeiro e principal limite estava nas fotos.

Elas não foram preparadas para o projeto gráfico.

São um registro documental dos encontros.

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REFLEXÕES SOBRE A ARTE ABSTRATA

Wassily Editora Almedina PDF Criptografado

REFLEXÕES SOBRE A ARTE ABSTRATAEm 1931, Christian Zervos solicitou a Kandinsky, para os Cahiers d’Art, uma resposta a um inquérito sobre a arte abstrata, acusada:«1. de ser voluntariamente inexpressiva e excessivamente cerebral e, por conseguinte, de estar em contradição com a própria natureza da verdadeira arte, a qual seria essencialmente de ordem sensual e emotiva;«2. de ter voluntariamente substituído a emoção proveniente das longínquas profundezas do inconsciente por um exercício mais ou menos hábil e subtil, mas sempre objetivo, de tons puros e desenhos geométricos;«3. de ter limitado as possibilidades que se ofereciam à pintura e à escultura até reduzir a obra de arte a um simples jogo de cores inscritas em formas de um racionalismo plástico muito restritivo, as quais poderiam ser muito convenientes para um cartaz ou um catálogo de publicidade mas de valor nulo para obras que se pretendem do domínio artístico;«4. de ter, por severidade técnica e despojamento total, levado a arte a um impasse, assim suprimindo todas as suas possibilidades de evolução e de desenvolvimento.»

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REFLEXÕES SOBRE A ARTE ABSTRATA

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REFLEXÕES SOBRE A ARTE ABSTRATAEm 1931, Christian Zervos solicitou a Kandinsky, para os Cahiers d’Art, uma resposta a um inquérito sobre a arte abstrata, acusada:«1. de ser voluntariamente inexpressiva e excessivamente cerebral e, por conseguinte, de estar em contradição com a própria natureza da verdadeira arte, a qual seria essencialmente de ordem sensual e emotiva;«2. de ter voluntariamente substituído a emoção proveniente das longínquas profundezas do inconsciente por um exercício mais ou menos hábil e subtil, mas sempre objetivo, de tons puros e desenhos geométricos;«3. de ter limitado as possibilidades que se ofereciam à pintura e à escultura até reduzir a obra de arte a um simples jogo de cores inscritas em formas de um racionalismo plástico muito restritivo, as quais poderiam ser muito convenientes para um cartaz ou um catálogo de publicidade mas de valor nulo para obras que se pretendem do domínio artístico;«4. de ter, por severidade técnica e despojamento total, levado a arte a um impasse, assim suprimindo todas as suas possibilidades de evolução e de desenvolvimento.»

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Prefácio à segunda edição

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PREFÁCIO À SEGUNDA EDIÇÃODesde 1914, o ritmo da nossa época parece tornar-se cada vez mais rápido. As tensões internas aceleram esse ritmo em todos os domínios que conhecemos. Um só ano corresponde a, pelo menos, dez anos de um período “calmo”, “normal’:O ano que decorreu desde a primeira edição deste livro poderia contar por dez. O desenvolvimento, tanto analítico como sintético, interveniente na teoria assim como na prática— desenvolvimento que afectou não só a pintura mas também as outras artes ao mesmo tempo que as ciências “positivas” e“humanas” — confirma a exactidão do princípio que serviu de base à presente obra.Para já, não existe senão uma maneira de o desenvolver: multiplicar os casos particulares ou os exemplos, o que provocaria o alongar do texto. Por razões práticas a isso renunciei.Decidi, portanto, reeditar a primeira edição sem alterações.DessauJaneiro de 1928KANDINSKY21PONTO, LINHA, PLANO

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Prefácio à primeira edição

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PREFÁCIO À PRIMEIRA EDIÇÃOÉ talvez com algum interesse que faço notar que as ideias expostas neste pequeno livro constituem o desenvolvimento orgânico do meu livro Do Espiritual na Arte. É preciso que prossiga na direcção em que me comprometi.No início da Grande Guerra passei três meses em Goldach, junto ao lago de Constança, consagrando esse tempo quase exclusivamente à sistematização das minhas ideias teóricas, muitas vezes ainda vagas, com as minhas experiências práticas.Disso resultou uma documentação teórica assaz importante.Durante quase dez anos não lhe toquei e só recentemente se proporcionou a possibilidade de dela me ocupar de novo. Este livro é um apanhado desses trabalhos.Os problemas de uma muito recente ciência da arte colocados deliberadamente de uma maneira sucinta ultrapassam, numa evolução consequente, os limites da pintura e finalmente da própria arte. Aqui tento expor somente algumas referências— método analítico, tendo em conta os valores sintéticos.

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Ponto

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PONTO31PONTO, LINHA, PLANO32O ponto geométrico é um ser invisível. Deve, portanto, ser definido como imaterial. Do ponto de vista material, o ponto compara-se ao Zero.Mas este zero esconde diferentes propriedades “humanas”.Segundo a nossa concepção, este zero — o ponto geométrico— evoca o laconismo absoluto, ou seja, a maior retenção mas, no entanto, fala.Assim, o ponto geométrico é, segundo a nossa concepção, a última e única união do silêncio e da palavra.Eis por que o ponto geométrico encontrou a sua forma material em primeiro lugar na escrita — ele pertence à linguagem e significa o silêncio.Na fluidez da linguagem, o ponto é o símbolo da interrupção, o Não-ser (elemento negativo) e, ao mesmo tempo, é a ponte entre um Ser e outro (elemento positivo). Na escrita, é essa a sua significação interior.Exteriormente, não é mais do que um signo na sua aplicação prática, trazendo em si o elemento “utilitário” que aprendemos em crianças. O signo torna-se um hábito, encobrindo o som profundo do símbolo.

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Plano original

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PLANO ORIGINAL113PONTO, LINHA, PLANO114Consideramos plano original a superfície material chamada a suportar a obra.Designá-lo-emos a partir de agora por P.O.O P.O. é, esquematicamente, limitado por duas linhas horizontais e duas verticais e é definido, assim, como um ser autónomo no domínio daquilo que o rodeia.Visto que conhecemos as propriedades das linhas horizontais e verticais, a sonoridade do P.O. torna-se evidente: dois elementos de calma fria e dois elementos de calma quente formam o acorde de dois sons de calma que define a sonoridade serena e objectiva do P.O.A predominância de uma tendência ou de outra, quer dizer, o predomínio do comprimento ou da altura faz prevalecer, consoante o caso, a sonoridade objectiva do frio ou do quente.Assim, os elementos separados são implantados, desde o começo, numa atmosfera mais ou menos fria ou quente e a própria inserção de muitos elementos opostos não faz esquecer totalmente este ambiente — facto a não descurar nunca. É evidente que esse fenómeno oferece inúmeras possibilidades de composição.

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