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ANEXO – PORQUÊ CONCRETO?

Kandinsky, Wassily Grupo Almedina PDF Criptografado

ANEXOPORQUÊ CONCRETO?Por: ALEXANDRE KOJÈVEINTRODUÇÃOEste texto foi publicado em dezembro de 1966 no n.º 27 da revistaXX. Siècle, destinado a celebrar o centenário do nascimento deKandinsky.Tem o mérito de ter sido redigido em 1936, a pedido de Kandinsky, pelo filósofo Alexandre Kojève, seu sobrinho. É o resultado das discussões mútuas, nessa época, e o artista, depois de ter feito algumas anotações com a sua própria mão, declarou-se de acordo com o seu conteúdo.Nele encontramos um certo número de definições simples que esclarecem o seu pensamento: é a pintura tradicional que é abstrata, uma vez que ela extrai (daí abstrata) o Belo encarnado de maneira visível na natureza. A pintura não-figurativa, essa, é concreta e não abstrata, uma vez que ela cria um objeto e que, consequentemente, o Belo não existe nela abstraído da natureza, sendo diretamente produzido pelos seus próprios meios, A pintura não-figurativa é tão concreta e tão objetiva como o Belo que encarna na natureza.

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Capítulo 2 - TRANSTORNOS COGNITIVOS

Landeira-Fernandez, J. Grupo A PDF Criptografado

capítulo 2

TRANSTORNOS

COGNITIVOS

O termo cognição deriva da palavra latina cognitione, que significa conhecer. Representa o conjunto das funções mentais responsáveis pela aquisição, organização, interpretação e armazenamento de informações do mundo externo que possuem algum valor significativo para o indivíduo. São as habilidades cognitivas que nos permitem representar o mundo à nossa volta, prevendo e alterando o curso de eventos futuros. Dentre o grande número de funções cognitivas, destacam-se a consciência, a atenção, a orientação, a sensopercepção, a memória, o pensamento, a inteligência e as funções executivas. A seguir, discutiremos algumas dessas funções cognitivas.

A consciência é, sem dúvida, a mais complexa de todas as funções mentais. A própria palavra consciência é utilizada em nossa língua para expressar, pelo menos, dois processos mentais relativamente distintos. Assim, o termo consciência pode ser empregado para indicar a vivência subjetiva da atividade mental, o dar-se conta das vivências internas (pensamentos, sentimentos, recordações), dos estímulos corporais e do mundo externo (a sensopercepção). Nesse sentido, ela representa a integração de todos os processos psíquicos em determinado momento.

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Medium 9789724418933

REFLEXÕES SOBRE A ARTE ABSTRATA

Kandinsky, Wassily Grupo Almedina PDF Criptografado

REFLEXÕES SOBRE A ARTE ABSTRATAEm 1931, Christian Zervos solicitou a Kandinsky, para os Cahiers d’Art, uma resposta a um inquérito sobre a arte abstrata, acusada:«1. de ser voluntariamente inexpressiva e excessivamente cerebral e, por conseguinte, de estar em contradição com a própria natureza da verdadeira arte, a qual seria essencialmente de ordem sensual e emotiva;«2. de ter voluntariamente substituído a emoção proveniente das longínquas profundezas do inconsciente por um exercício mais ou menos hábil e subtil, mas sempre objetivo, de tons puros e desenhos geométricos;«3. de ter limitado as possibilidades que se ofereciam à pintura e à escultura até reduzir a obra de arte a um simples jogo de cores inscritas em formas de um racionalismo plástico muito restritivo, as quais poderiam ser muito convenientes para um cartaz ou um catálogo de publicidade mas de valor nulo para obras que se pretendem do domínio artístico;«4. de ter, por severidade técnica e despojamento total, levado a arte a um impasse, assim suprimindo todas as suas possibilidades de evolução e de desenvolvimento.»

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Medium 9788582601570

Capítulo 5 - Tipos de vistas

Kubba, Sam A. A. Grupo A PDF Criptografado

capítulo 5

Tipos de vistas

Já vimos que os desenhos são fundamentais para que exista comunicação adequada no setor da construção, por isso saber interpretá-los é indispensável. Este capítulo traz os princípios de projeção ortogonal (ou ortográfica), responsável por mostrar como o objeto é visto de todos os lados. Vamos aprender que uma única vista é quase sempre insuficiente para mostrar todos os detalhes do objeto de forma precisa. Além disso, você entenderá a importância de conhecer os símbolos de projeção e seus significados, assim como as notas, observações e outras informações possíveis. As vistas auxiliares, as diversas projeções e perspectivas também compõem este capítulo.

Objetivos deste capítulo

Comparar desenhos com duas e três vistas e vista única.

Interpretar adequadamente esses desenhos de acordo com as projeções ortogonais.

Identificar os símbolos de projeção.

Reconhecer as diferentes características entre projeções e desenhos.

Definir os princípios da perspectiva.

Kubba_05.indd 65

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Medium 9788536321318

Capítulo 6 - TRANSTORNOS DE ANSIEDADE

Landeira-Fernandez, J. Grupo A PDF Criptografado

116

Figura 6.1

TRANSTORNOS DE ANSIEDADE

Grupos de sinais e sintomas que caracterizam uma reação de ansiedade.

de atividades comportamentais, como inquietação, definida pela movimentação das mãos, dos pés ou de qualquer outra parte do corpo, ou por andar de um lado para o outro; e reações fisiológicas associadas, como sudorese, palpitação, náusea e a sensação de vazio no estômago.

Tanto o DSM-IV-TR como a CID-10 definem diferentes transtornos de ansiedade, dentre os quais estão o transtorno de pânico, a agorafobia sem história de transtorno de pânico, a fobia social, a fobia específica, o transtorno obsessivo-compulsivo, o transtorno de estresse agudo, o transtorno de estresse pós-traumático e o transtorno de ansiedade generalizada.

TRANSTORNO DE PÂNICO

O transtorno de pânico possui dois componentes principais: os ataques de pânico inesperados e recorrentes; e o medo e a preocupação constantes quanto a apresentar novos ataques de pânico.

Um ataque de pânico consiste em uma crise aguda de ansiedade de grande intensidade, de início abrupto e curta duração, com destaque para os seguintes sintomas: falta de ar (dispneia), vertigem, sensação de desmaio, palpitação, tremor, sudorese, náusea, formigamento

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Medium 9788536321318

Capítulo 13 - TRANSTORNOS DO CONTROLE DOS IMPULSOS

Landeira-Fernandez, J. Grupo A PDF Criptografado

capítulo 13

TRANSTORNOS

DO CONTROLE

DOS IMPULSOS

O conceito de impulso vem da física e está relacionado ao esforço necessário para colocar um corpo em movimento. Matematicamente, um impulso “I” pode ser expresso pela fórmula “I = F.t”, onde “F” é a força aplicada sobre o corpo e “t”, o tempo de atuação da força. Em neurofisiologia, utiliza-se o termo impulso nervoso para descrever um sinal elétrico que é transmitido ao longo de um neurônio. Em psicologia, impulso representa uma força motivacional capaz de dar origem a um comportamento. Além do impulso, processos relacionados com a volição (ou vontade) são importantes para a ocorrência de uma ação.

Dentro desse modelo, o impulso representa o aspecto emocional relacionado à força que impele o indivíduo à ação. A volição, por sua vez, representa o componente cognitivo responsável pelo processo de escolha entre várias possibilidades de ação. Assim, embora a ausência de um impulso impossibilite uma ação, são as etapas do processo volitivo que determinam como o indivíduo irá agir.

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Medium 9788577806188

3. FILMANDO E CAPTURANDO CONTEÚDO DE VÍDEO

Adobe Creative Team Grupo A PDF Criptografado

54 ADOBE PREMIERE PRO CS4

Classroom in a Book

Introdução

O propósito deste livro é ajudá-lo a utilizar o Adobe Premiere Pro para criar vídeos com uma aparência profissional. Para isso você precisa iniciar com um material bruto de alta qualidade. Esta lição dá dicas de como filmar bons vídeos e de como transferi-los para o Adobe Premiere Pro.

Dicas para filmar vídeos incríveis

Com a câmera de vídeo preferida em mãos, está na hora de aventurar-se e produzir vídeos. Se for iniciante em videografia, essas dicas o ajudarão a criar vídeos melhores. Se for experiente, pense nessa lista de princípios como uma maneira de sair da rotina e tornar as coisas um pouco mais interessantes.

· Faça uma tomada de fechamento.

· Faça uma tomada de abertura.

· Filme bastante.

· Siga a regra dos terços.

· Mantenha suas tomadas estáveis.

· Siga a ação.

· Filme sobre trilhos (trucking shots).

· Encontre ângulos incomuns.

· Incline-se para frente ou para trás.

· Utilize tomadas distantes e tomadas próximas.

· Filme uma ação repetitiva em uma sequência (matched action).

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Medium 9788577801145

8. Criando Páginas Interativas

Adobe Creative Team Grupo A PDF Criptografado

8 Criando Páginas

Interativas

Nesta lição, você aprenderá a tornar suas páginas Web interativas fazendo o seguinte:

• Entender os comportamentos do Dreamweaver

• Aplicar um comportamento para trocar a origem de uma imagem

• Modificar um comportamento existente

• Abrir uma janela de navegador interativamente

• Definir áreas a exibir e a ocultar sob o controle do usuário

• Alterar o evento para um comportamento

Esta lição levará aproximadamente 90 minutos para ser concluída. Certifique-se de que você copiou Lessons/Lesson08 do CD do Adobe Dreamweaver CS3, Classroom in a Book para sua unidade de disco antes de começar. Ao trabalhar nesta lição, você sobrescreverá os arquivos iniciais. Se for necessário restaurar os arquivos iniciais, copie-os novamente do CD.

Entenda os comportamentos do Dreamweaver

Um comportamento do Dreamweaver é o código JavaScript que realiza uma ação, como abrir uma janela de navegador, quando acontece um evento particular, por exemplo, um clique de mouse. Aplicar um comportamento é um processo de três passos:

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Medium 9788536321318

Capítulo 15 - TRANSTORNOS MENTAIS DA INFÂNCIA E DA ADOLESCÊNCIA

Landeira-Fernandez, J. Grupo A PDF Criptografado

capítulo 15

TRANSTORNOS

MENTAIS DA

INFÂNCIA E DA

ADOLESCÊNCIA

Ao nascer, o bebê é totalmente dependente dos cuidados de um adulto.

Essa fragilidade faz com que necessite de atenção especial, sem a qual a preservação de sua vida seria inviável. Com o passar do tempo, a criança torna-se cada vez mais independente e autônoma ante as demandas do mundo externo, graças à aquisição de habilidades motoras, cognitivas e sociais. O desenvolvimento dessas habilidades depende da conjugação entre fatores genéticos, herdados dos pais, e informações adquiridas a partir das interações que faz com o seu ambiente.

Após o nascimento, a criança passa por períodos críticos ou sensíveis, durante os quais a influência do meio externo produz efeitos duradouros ou mesmo irreversíveis no funcionamento de sua atividade mental, em oposição a efeitos circunstanciais da experiência fora desses períodos. De fato, os períodos críticos representam momentos em que o sistema nervoso está extremamente sensível aos processos de aprendizagem capazes de produzir alterações permanentes em determinadas estruturas neurais.

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Medium 9788577808540

8 TRABALHANDO COM SOM E VÍDEO

Adobe Creative Team Grupo A PDF Criptografado

292 ADOBE FLASH CS5

Classroom in a Book

Introdução

Inicie a lição visualizando a animação pronta do quiosque do zoológico. Você vai criar o quiosque adicionando arquivos de som e vídeo a um projeto no Flash.

1 Dê um clique duplo no arquivo 08End.swf, na pasta Lesson08/08End, para reproduzir a animação.

Assista ao filme do urso polar com uma trilha sonora em estilo africano.

O diretor do zoológico se apresenta e, enquanto fala, são exibidos elementos

Flash sincronizados às suas palavras.

2 Clique em um dos botões sound para ouvir o som de um animal.

3 Clique em um botão de thumbnail para ver um filme curto sobre o animal.

Utilize os controles de interface abaixo do filme para pausar, continuar ou diminuir o volume.

Nesta lição, você vai importar arquivos de áudio e colocá-los na Timeline. Além disso, vai aprender a incorporar sons aos botões. Você vai usar o Adobe Media

Encoder CS5 para compactar e converter os arquivos de vídeo em formato apropriado para o Flash. Você vai aprender a trabalhar com fundos transparentes para criar o vídeo do diretor do zoológico. Você também vai acrescentar pontos de sinalização no vídeo do diretor do zoológico para abrir outros elementos

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Medium 9788577806348

2. CRIANDO UMA ANIMAÇÃO COM PREDEFINIÇÕES E EFEITOS BÁSICOS

Adobe Creative Team Grupo A PDF Criptografado

56 ADOBE AFTER EFFECTS CS4

Classroom in a Book

Introdução

1 Certifique-se de que os seguintes arquivos estão na pasta AECS4_CIB/

Lessons/Lesson02 no disco rígido ou copie-os agora do DVD do Adobe After

Effects CS4 Classroom in a Book.

· Na pasta Assets: 5logo.ai, ggbridge.jpg

· Na pasta Sample_Movie: Lesson02.mov

2 Abra e reproduza o vídeo de exemplo Lesson02.mov para ver o que será criado nesta lição. Ao concluir, feche o QuickTime Player. Exclua esse vídeo de exemplo do disco rígido se houver pouco espaço de armazenamento.

Ao começar a lição, restaure as configurações de aplicativo padrão do After

Effects. Consulte “Restaure as preferências padrão”, na página 15.

3 Pressione Ctrl+Alt+Shift (Windows) ou Command+Option+Shift (Mac OS) ao iniciar o After Effects. Quando solicitado se você quer excluir seu arquivo de preferências, clique em OK.

4 Clique em Close para fechar a janela Welcome. O After Effects se abre e exibe um novo projeto.

5 Escolha File > Save As.

6 Na caixa de diálogo Save As, navegue até a pasta AECS4_CIB/Lessons/

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Medium 9789724417134

Sobre os amadores de arte: antigos e modernos

Riegl, Alois Grupo Almedina PDF Criptografado

Sobre os amadores de arte: antigos e modernos(*)Um dos fenómenos mais marcantes da vida moderna é o associativismo. Qual é o seu móbil, donde vem o ímpeto urgente para tal? A resposta imediata reza: a comunidade de interesses.Um dado número de pessoas consagra-se à mesma actividade, segue as mesmas tendências, e cada qual crê que sai a ganhar, se todos unirem esforços para atingir um e o mesmo objectivo. Mas acresce a isto uma segunda coisa. Aqueles que se unem com uma determinada finalidade crêem assim que estão a ser úteis não só a si próprios mas também à colectividade, na medida em que desempenham uma tarefa determinada como que numa espécie de divisão do trabalho no seio da colectividade. O egoísmo em estado puro nunca pode ser o princípio da sociedade; há, sem dúvida, sociedades que parecem estar dele imbuídas a um ponto extremo, mas ainda assim é-lhes inerente uma necessidade interna, pois de outro modo não subsistiriam: o todo ameaçado por elementos(*) Conferência proferida na Sociedade vienense dos amadores de arte(nota do editor alemão).

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Medium 9788582601570

Capítulo 3 - Tipos de linha

Kubba, Sam A. A. Grupo A PDF Criptografado

Introdução

O alfabeto das linhas é uma linguagem universal compreendida por técnicos, arquitetos e engenheiros. Na verdade, as linhas são a base de todos os desenhos executivos. A fim de ler e entender os desenhos técnicos, você deve entender o uso das linhas. Por meio da combinação de diferentes espessuras, tipos e comprimentos, é possível descrever objetos graficamente com detalhe suficiente para permitir que alguém com entendimento básico de desenho técnico possa visualizar com precisão o tamanho e o formato. Como será explicado, as características das linhas, como espessura, interrupções e zigue-zagues, sempre têm um significado. Cada linha possui um desenho e uma espessura distintos para que se distingam das outras.

O desenho técnico é uma linguagem gráfica internacional que utiliza linhas, símbolos e notas para descrever uma edificação a ser construída; as próprias linhas são ferramentas expressivas em desenhos bem executados. Algumas linhas são desenhadas com determinada espessura, para que se destaquem claramente de outras informações no desenho, enquanto outras linhas são finas. As linhas finas não são necessariamente menos importantes do que as linhas espessas; apenas estão subordinadas a elas para fins de identificação. Desenhos que apresentem todas as linhas na mesma intensidade geralmente são difíceis de interpretar e de leitura muito monótona.

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Medium 9789724417134

2. A relação do valor de memória com o cultodos monumentos

Riegl, Alois Grupo Almedina PDF Criptografado

o culto moderno dos monumentosdo curso natural, regular, a que toda a obra humana está certa e infalivelmente sujeita. Os sinais de uma destruição violenta fazem que as ruínas de um castelo, mesmo proporcionalmente, pareçam menos apropriadas para evocar no espectador moderno uma pura disposição harmoniosa do valor de antiguidade; se recorremos a este exemplo, contudo, num passo anterior, para ilustrar o valor de antiguidade, tal só sucedeu porque, a partir das ruínas, um tal valor torna-se sonora e nitidamente perceptível, demasiado sonoro para proporcionar ao homem afectivamente impressionável moderno a redenção perfeita.2. A relação do valor de memória com o culto dos monumentosDistinguimos nos monumentos três valores de memória diferentes e temos agora de investigar que exigências ao culto dos monumentos resultam da índole de cada um destes valores individualmente. Seguidamente, cumpre considerar os restantes valores que um monumento pode oferecer ao homem moderno; enquanto valores de actualidade, podem contrapor-se em globo aos valores de passado ou de memória.

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TODA A ÉPOCA ESPIRITUAL

Kandinsky, Wassily Grupo Almedina PDF Criptografado

TODA A ÉPOCA ESPIRITUALTexto publicado na revista XX. Siècle em 1943, um ano antes da morte de Kandinsky.As nove primeiras linhas são retomadas de uma publicação de luxo, 10 Origin, editada em 1942 por Max Bill, na Allianz Verlag deZurique e que oferecia xilogravuras de Kandinsky e de muitos outros artistas. Kandinsky escreveu a este propósito uma curta introdução.Ele retoma a ideia segundo a qual todos os domínios espirituais de uma época estão ligados por um mesmo conteúdo, que eles procuram exprimir seguindo uma forma perfeitamente adequada.O conteúdo espiritual da nossa época é a luta contra o materialismo puro.A arte possui além disso uma virtude profética que lhe permite exprimir o conteúdo da época futura. Este conteúdo é o advento da ideia sintética na qual se unirão o espírito e a matéria.O texto continua com um grande extrato do texto anterior a este(«O valor de uma obra concreta»), no qual ele liga a obra de um determinado pintor a essa fisionomia geral de uma época, ao seu conteúdo presente e futuro.

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