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02. MEDITAÇÃO COMO FATOR DE EQUILÍBRIO

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espiritualidade, equilíbrio e equilíbrio Zen

Monja Coen

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01. EXERCÍCIO E MEDITAÇÃO... JUNTOS?

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Mauro Vaisberg

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04. EXERCÍCIO COMO FATOR DE EQUILÍBRIO

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Mauro Vaisberg

Os capítulos anteriores trataram de alguns aspectos interessantes em relação ao funcionamento do nosso organismo, de como é possível potencializar nosso bem-estar quando compreendemos a intrínseca ligação entre corpo e mente e, consequentemente, da utilidade de técnicas meditativas como fator tranquilizador tanto para a mente quanto para o corpo.

Conforme vamos detalhar adiante, essa tranquilidade vinda da meditação, além das vantagens emocionais, tem grande importância no sentido de evitar que uma resposta de estresse se torne crônica, impedindo a produção excessiva de hormônios que, quando secretados continuamente pelo corpo, a longo prazo, podem desencadear doenças e riscos à saúde.

O movimento é uma função orgânica de fundamental importância na biologia dos seres vivos que possuem, entre suas características, a locomoção. Considerando nossa espécie e seu desenvolvimento, é importante lembrar que uma série de fatores foi necessária para moldar as funções fisiológicas consideradas parte de um estado de normalidade. Entre esses fatores, destaca-se a alternância entre períodos de movimento e de repouso, o que significa que a falta da função movimento é um fator de desequilíbrio orgânico e, portanto, gerador de doenças.

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05. EXERCÍCIO E SAÚDE

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como a educação física pode nos ajudar a manter ou recuperar o equilíbrio

Marcos Rojo Rodrigues

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06. SAÚDE, MOVIMENTO E YOGA

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Roberto serafim Simões

Vivemos na sociedade do cansaço. O tempo é escasso e ninguém se permite desperdiçá-lo. Parece que se vive em constante estado de apneia. A alegoria parece exagerada, mas a respiração curta, como reflexo fisiológico, acarreta menor captação de oxigênio do ambiente e a sensação é de total esgotamento físico. Não é coincidência também a resposta trivial a perguntas bastante proferidas no dia a dia: “Como é que você está? Está fazendo o quê? O seu dia hoje, como o sente?”. A resposta é quase (obrigatoriamente) sempre a mesma (e com certo orgulho em alguns núcleos sociais): “Na correria!”.

Com isso, estamos contraindo doenças causadas não por agentes físicos, como um vírus ou bactéria, mas por agentes mentais ou subjetivos. Enquanto as primeiras podem ser identificadas por meio de exames e outras tecnologias disponíveis à medicina moderna, agentes mentais ou subjetivos, muitas vezes, são de difícil reconhecimento e solução. A ansiedade, a síndrome de burnout (esgotamento físico ou mental intenso), o transtorno de déficit de atenção e a depressão ecoam fisicamente. Desenvolvemos medicamentos para combater apenas os efeitos secundários (ecos corporais) dessas mazelas metafísicas, mas o aniquilamento de algo não material nunca poderá vir (definitivamente) via medicamentosa; é necessária uma resposta criativa, amorosa e da mesma natureza sutil de sua manifestação.

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09. COLOCANDO EM PRÁTICA

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Juliana de Melo Batista dos Santos

Roberta Foster

Mauro Vaisberg

Neste capítulo, será apresentada uma nova visão de como praticar os exercícios aos quais você está habituado, por meio de uma nova abordagem, denominada SLOW FIT, que integra exercício e meditação. Trata-se de um modo de integrar os exercícios físicos já usualmente praticados com a meditação, independentemente de pertencerem a uma ou outra linha ou tradição, durante a própria sessão de trabalho.

Apoiando-se em fundamentos fisiológicos, a abordagem SLOW FIT propõe que o trabalho muscular é mais bem aproveitado quando o músculo parte de um estado de relaxamento. Após o aquecimento, já com o tônus adequado, realiza-se a contração desejada, obtendo, dessa forma, o melhor rendimento possível para o indivíduo. Nessa abordagem, a prática da meditação favorece tanto o relaxamento muscular como a autopercepção. O relaxamento é importante para que o músculo consiga passar por todas as fases fisiológicas envolvidas na contração. A autopercepção é fundamental para que o praticante do exercício, ao prestar atenção em seu corpo, possa sentir o real estado em que se encontra, se com tônus adequado ou com contraturas localizadas ou mesmo generalizada (de acordo com a “couraça muscular” de Reich, anteriormente citada). Observamos que, muitas vezes, um músculo enrijecido por contratura é confundido com um bom tônus muscular. Um músculo, mesmo exercitado, quando em repouso, deve estar relaxado e, quando contraído, deve assumir um estado endurecido. Assim, muitos atletas com lesões musculares de repetição apresentam, ao exame, contraturas que são a causa das lesões de repetição.

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07. PROBIÓTICOS E EQUILÍBRIO ORGÂNICO

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eixo intestino-cérebro

Antonio Herbert Lancha Jr.

André Luis Lacerda Bachi

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08. MEDITAÇÃO E EXERCÍCIO

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convergência para promover uma vida melhor

Mauro Vaisberg

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03. A MEDITAÇÃO NO CAMPO DA SAÚDE

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Elisa Harumi Kozasa

Roberta Foster

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Capítulo 2 - Desenhos técnicos e executivos: uma linguagem universal

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Introdução

Há não muito tempo, algumas previsões diziam que, até o início do século XXI, os desenhos técnicos impressos já teriam se tornado obsoletos e não seriam mais utilizados em canteiros de obras.

Também sugeria-se que todas as informações relativas à construção seriam lidas diretamente na tela do computador, e não mais em desenhos impressos. Isso não apenas representaria maior eficiência, como economizaria uma tremenda quantidade de papel. Tais previsões não se materializaram. Ainda que plantas sejam regularmente visualizadas em telas de computadores e enviadas por meio deles, desenhos técnicos em papel continuam sendo o formato preferido em canteiros de obras. Em muitas partes do mundo, o esboço feito à mão e os desenhos técnicos ainda são a regra.

A leitura de desenhos técnicos consiste essencialmente na busca de informações em um projeto. A informação pode estar disposta em um desenho na forma de linhas, apontamentos, símbolos e tabelas. Normalmente, os itens estão localizados na legenda da prancha ou na área do desenho (por exemplo, em qualquer lugar do desenho fora do selo de prancha). Você deve ter em mente que os desenhos técnicos em geral vêm em jogos (conjuntos). Um jogo de plantas para um projeto de residência familiar pode conter um número pequeno de pranchas. Por outro lado, em um projeto de grande porte, um jogo completo de desenhos pode conter inúmeras pranchas para cada disciplina

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Capítulo 6 - Leiaute de desenhos do projeto executivo

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capítulo 6

Leiaute de desenhos do projeto executivo

Como vimos, a comunicação entre engenheiros, arquitetos e técnicos deve acontecer da forma mais clara possível no desenho. Para tanto, temos tipos de desenhos específicos para cada etapa do processo e que levam em conta todos os envolvidos. Você verá que existem desenhos não utilizados na construção em si, como os desenhos de apresentação, por exemplo, que servem como ferramenta de venda, e desenhos de desenvolvimento do projeto, que estabelecem o diálogo entre o arquiteto e o cliente. Além desses, este capítulo apresenta outros tipos de desenhos em que são abordados detalhes importantes, responsáveis por diferenciar desenhos de engenharia, de arquitetura, de estrutura, de instalações, entre outros.

Objetivos deste capítulo

Reconhecer os tipos de desenhos abordados e a finalidade de cada um.

Sintetizar que tipo de desenho é empregado em cada etapa do projeto.

Destacar os principais elementos dos desenhos de engenharia, de arquitetura, de estrutura, de instalações, do projeto hidrossanitário e do projeto elétrico.

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Apêndice 1 - Glossário

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apêndice 1

Glossário

Abertura para ventilação Em geral, uma abertura no beiral ou no forro, a fim de permitir a circulação do ar retido sob a cobertura não isolada. O usual é cobri-la com uma tampa ou tela de metal.

ABS (Acrilonitrilo Butadieno Estireno) Um tipo de plástico utilizado para a fabricação de tubulações.

Acessível Adjetivo empregado para um terreno, uma edificação ou equipamento urbano ou parte deles que atenda aos requisitos de acessibilidade universal de qualquer tipo de usuário, inclusive aqueles com dificuldades de locomoção, como os cadeirantes.

Adendo Instrução escrita ou representada graficamente feita pelo arquiteto antes da execução do contrato, modificando ou interpretando os documentos que serão assinados, por meio de acréscimos, ressalvas, esclarecimentos ou correções. Um adendo se torna parte dos documentos do contrato quando eles entram em vigor.

Adesivo Material de solidarização utilizado para unir dois elementos.

Adobe Tijolo de argila não cozido empregado em muitos locais com clima quente e seco.

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Apresentação, por Philippe Sers

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APRESENTAÇÃOKANDINSKY EM BUSCA DE UM MÉTODOPonto-Linha-Plano foi publicado em 1926 pela editoraAlbert Langen em Munique, com o arranjo gráfico de HerbertBayer.Era o nono volume da colecção dos Bauhaus Bücher dirigida por Walter Gropius e Lászlo Moholy-Nagy.Uma segunda edição surgiu em 1928. O título original eraPunkt und Linie zu Flache o que significa literalmente “(do) ponto e (da) linha em relação (com o) plano” (1).Kandinsky explica-nos que se trata de uma continuação orgânica do livro Do Espiritual na Arte. É a obra teórica capital do período da Bauhaus. Kandinsky vai completar 60 anos e quer continuar o seu esforço teórico.O grande passo em frente da pintura e a ignorância em que nos encontramos acerca do seu futuro exigem a constituição de uma verdadeira ciência da arte, já evocada no Espiritual.O objectivo último desta ciência será a grande síntese que ultrapassará os próprios limites da arte, permitindo ao artista dominar a sua criação por intermédio da sua ciência “aplicada”; é claro que é necessário proceder, antes de mais, no que diz respeito à pintura, a uma análise sistemática dos seus elementos. Ponto-Linha-Plano é, como indica o subtítulo, uma

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Prefácio à primeira edição

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PREFÁCIO À PRIMEIRA EDIÇÃOÉ talvez com algum interesse que faço notar que as ideias expostas neste pequeno livro constituem o desenvolvimento orgânico do meu livro Do Espiritual na Arte. É preciso que prossiga na direcção em que me comprometi.No início da Grande Guerra passei três meses em Goldach, junto ao lago de Constança, consagrando esse tempo quase exclusivamente à sistematização das minhas ideias teóricas, muitas vezes ainda vagas, com as minhas experiências práticas.Disso resultou uma documentação teórica assaz importante.Durante quase dez anos não lhe toquei e só recentemente se proporcionou a possibilidade de dela me ocupar de novo. Este livro é um apanhado desses trabalhos.Os problemas de uma muito recente ciência da arte colocados deliberadamente de uma maneira sucinta ultrapassam, numa evolução consequente, os limites da pintura e finalmente da própria arte. Aqui tento expor somente algumas referências— método analítico, tendo em conta os valores sintéticos.

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Plano original

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PLANO ORIGINAL113PONTO, LINHA, PLANO114Consideramos plano original a superfície material chamada a suportar a obra.Designá-lo-emos a partir de agora por P.O.O P.O. é, esquematicamente, limitado por duas linhas horizontais e duas verticais e é definido, assim, como um ser autónomo no domínio daquilo que o rodeia.Visto que conhecemos as propriedades das linhas horizontais e verticais, a sonoridade do P.O. torna-se evidente: dois elementos de calma fria e dois elementos de calma quente formam o acorde de dois sons de calma que define a sonoridade serena e objectiva do P.O.A predominância de uma tendência ou de outra, quer dizer, o predomínio do comprimento ou da altura faz prevalecer, consoante o caso, a sonoridade objectiva do frio ou do quente.Assim, os elementos separados são implantados, desde o começo, numa atmosfera mais ou menos fria ou quente e a própria inserção de muitos elementos opostos não faz esquecer totalmente este ambiente — facto a não descurar nunca. É evidente que esse fenómeno oferece inúmeras possibilidades de composição.

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