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Plano original

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PLANO ORIGINAL113PONTO, LINHA, PLANO114Consideramos plano original a superfície material chamada a suportar a obra.Designá-lo-emos a partir de agora por P.O.O P.O. é, esquematicamente, limitado por duas linhas horizontais e duas verticais e é definido, assim, como um ser autónomo no domínio daquilo que o rodeia.Visto que conhecemos as propriedades das linhas horizontais e verticais, a sonoridade do P.O. torna-se evidente: dois elementos de calma fria e dois elementos de calma quente formam o acorde de dois sons de calma que define a sonoridade serena e objectiva do P.O.A predominância de uma tendência ou de outra, quer dizer, o predomínio do comprimento ou da altura faz prevalecer, consoante o caso, a sonoridade objectiva do frio ou do quente.Assim, os elementos separados são implantados, desde o começo, numa atmosfera mais ou menos fria ou quente e a própria inserção de muitos elementos opostos não faz esquecer totalmente este ambiente — facto a não descurar nunca. É evidente que esse fenómeno oferece inúmeras possibilidades de composição.

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Apêndice 1 - Glossário

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apêndice 1

Glossário

Abertura para ventilação Em geral, uma abertura no beiral ou no forro, a fim de permitir a circulação do ar retido sob a cobertura não isolada. O usual é cobri-la com uma tampa ou tela de metal.

ABS (Acrilonitrilo Butadieno Estireno) Um tipo de plástico utilizado para a fabricação de tubulações.

Acessível Adjetivo empregado para um terreno, uma edificação ou equipamento urbano ou parte deles que atenda aos requisitos de acessibilidade universal de qualquer tipo de usuário, inclusive aqueles com dificuldades de locomoção, como os cadeirantes.

Adendo Instrução escrita ou representada graficamente feita pelo arquiteto antes da execução do contrato, modificando ou interpretando os documentos que serão assinados, por meio de acréscimos, ressalvas, esclarecimentos ou correções. Um adendo se torna parte dos documentos do contrato quando eles entram em vigor.

Adesivo Material de solidarização utilizado para unir dois elementos.

Adobe Tijolo de argila não cozido empregado em muitos locais com clima quente e seco.

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TELA VAZIA

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TELA VAZIAPublicado no n.º 5-6 da revista Cahiers de l’Art, em 1935.Esta edição da revista era quase exclusivamente consagrada aos surrealistas. Kandinsky inseria-se nela de um modo bastante natural tendo em conta os numerosos contactos que os surrealistas haviam tido com ele desde a sua chegada a Paris em 1933. Convém a este propósito sublinhar que Kandinsky é o único pintor abstrato de quemAndré Breton disse bem desde 1938 (1).Aqui, de maneira quase fenomenológica, o autor dá-nos informações acerca da sua criação. Trata-se de uma tentativa, conforme aos objetivos gerais de Kandinsky, para aproximar de modo interior os meios e o conteúdo da sua arte.O resultado é uma expressão literária, que retoma mesmo certas passagens dos seus poemas e que nos mostra o pintor em contacto com os meios da criação pictórica. Kandinsky define os três períodos do seu encontro com estes meios nos últimos 25 anos.Antes da Primeira Guerra Mundial é o «diapasão dramático»:

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Capítulo 5 - Tipos de vistas

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capítulo 5

Tipos de vistas

Já vimos que os desenhos são fundamentais para que exista comunicação adequada no setor da construção, por isso saber interpretá-los é indispensável. Este capítulo traz os princípios de projeção ortogonal (ou ortográfica), responsável por mostrar como o objeto é visto de todos os lados. Vamos aprender que uma única vista é quase sempre insuficiente para mostrar todos os detalhes do objeto de forma precisa. Além disso, você entenderá a importância de conhecer os símbolos de projeção e seus significados, assim como as notas, observações e outras informações possíveis. As vistas auxiliares, as diversas projeções e perspectivas também compõem este capítulo.

Objetivos deste capítulo

Comparar desenhos com duas e três vistas e vista única.

Interpretar adequadamente esses desenhos de acordo com as projeções ortogonais.

Identificar os símbolos de projeção.

Reconhecer as diferentes características entre projeções e desenhos.

Definir os princípios da perspectiva.

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A ARTE ABSTRATA

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A ARTE ABSTRATAPublicado na revista «Der cicerone» n.º 13, em 1925, este artigo era acompanhado de dez reproduções de obras de Kandinsky produzidas entre 1913 e 1924, assim como de uma xilogravura.Neste texto é abordado o aspeto capital da contribuição teórica definida por Kandinsky: a conversão dos valores, que é feita no sentido do interior. O ponto de vista desloca-se do exterior para o interior, do material para o espiritual. Nesta «destituição do tema», verdadeira revolução copernicana da arte, se encontra a chave da abstração.A arte abstrata foi precedida pela análise metódica do material exterior da arte, através do impressionismo, do neoimpressionismo e do cubismo. A partir de agora pode ser feita a análise do valor interior destas expressões da arte. É essa a tarefa da arte abstrata.Os grandes problemas da nossa época, que são também os mesmos da arte nova, serão solucionados graças a um estudo preciso das expressões exteriores e do seu valor interior: são os problemas da arte sintética e da ciência estética, do conteúdo e da forma.

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Capítulo 4 - Dimensões

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Introdução

Uma dimensão é um valor numérico expresso em uma unidade de medida apropriada. Em desenhos, é indicada junto a linhas, setas, símbolos e notas para determinar o tamanho e a especificação de um objeto. Na arquitetura e engenharia civil, as dimensões são frequentemente chamadas de cotas.

O dimensionamento é, portanto, um processo de incorporação de valores numéricos em um desenho para permitir a identificação das medidas de diferentes elementos e a localização de partes de uma edificação ou objeto. Os desenhos devem ser totalmente dimensionados, para que seja necessário o mínimo possível de cálculos e para que todas as partes possam ser executadas sem ser preciso transformar as escalas de um desenho a fim de determinar o tamanho real de um objeto.

Dimensões duplicadas devem, sempre que possível, ser evitadas, a menos que isso ofereça mais clareza. A Figura 4.1 apresenta exemplos de diferentes tipos de dimensão.

As distâncias podem ser indicadas com uma das seguintes formas padronizadas de dimensão: linear ou ordenada. Dimensões lineares são utilizadas para apresentar e medir o comprimento ao longo do eixo X ou Y. Como o nome sugere, só podem ser alinhadas ao longo de tais eixos e costumam ser empregadas para indicar comprimentos (Figura 4.1A). Junto às dimensões lineares, há duas linhas paralelas chamadas linhas auxiliares, que cobrem a distância entre dois elementos e são apresentadas em cada um deles (Figura 4.2A). A linha de cota consiste em uma linha perpendicular às linhas auxiliares. Ela é traçada entre as linhas auxiliares e termina nestas, geralmente com setas, traços ou pontos. (Para exemplos de diferentes pontos de extremidade, veja as Figuras 4.2A,

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ANÁLISE DOS ELEMENTOS PRIMEIROSDA PINTURA

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ANÁLISE DOS ELEMENTOS PRIMEIROSDA PINTURAPublicado no n.º 4 dos Cahiers de Belgique, em maio de 1928.A revista continha também um artigo elogioso acerca da exposiçãoKandinsky que decorria na Galerie de l‘Époque, em Bruxelas.Este texto possui o mérito de apresentar uma síntese das ideias do artista numa época em que ele está de plena posse dos seus recursos. Kandinsky reafirma a dupla essência da criação artística: intuição e reflexão. Foi a pintura «abstrata» que veio permitir clarificar a pesquisa teórica ao desvendar o «caráter objetivo dos processos pictóricos». Desta maneira, a teoria da pintura entrou numa via«científica», devendo estabelecer o vocabulário e a gramática da linguagem da pintura.Tornar preciso o vocabulário e definir os elementos primeiros da pintura, essa é a parte analítica do trabalho. Estabelecer a gramática, isto é, determinar as «leis às quais estes elementos obedecem numa obra», essa é a parte sintética.Kandinsky expõe os resultados das suas investigações neste sentido e termina fazendo um paralelismo entre a criação artística e as obras da natureza: existe uma equivalência entre as leis de construção da natureza e as da arte.

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Prefácio à primeira edição

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PREFÁCIO À PRIMEIRA EDIÇÃOÉ talvez com algum interesse que faço notar que as ideias expostas neste pequeno livro constituem o desenvolvimento orgânico do meu livro Do Espiritual na Arte. É preciso que prossiga na direcção em que me comprometi.No início da Grande Guerra passei três meses em Goldach, junto ao lago de Constança, consagrando esse tempo quase exclusivamente à sistematização das minhas ideias teóricas, muitas vezes ainda vagas, com as minhas experiências práticas.Disso resultou uma documentação teórica assaz importante.Durante quase dez anos não lhe toquei e só recentemente se proporcionou a possibilidade de dela me ocupar de novo. Este livro é um apanhado desses trabalhos.Os problemas de uma muito recente ciência da arte colocados deliberadamente de uma maneira sucinta ultrapassam, numa evolução consequente, os limites da pintura e finalmente da própria arte. Aqui tento expor somente algumas referências— método analítico, tendo em conta os valores sintéticos.

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Capítulo 10 - Como interpretar especificações

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Introdução

As especificações típicas para uma edificação são documentos escritos que acompanham os desenhos do projeto executivo e descrevem tanto os materiais como os métodos de instalação ou construção. Elas também prescrevem os padrões de qualidade esperados para a execução de um projeto.

Nos Estados Unidos, o Construction Specifications Institute (CSI) estabeleceu um formato amplamente aceito para a organização das especificações técnicas. O CSI é uma organização nacional composta de arquitetos, engenheiros, representantes da indústria da construção civil, construtores e outros interessados que vêm trabalhando juntos para desenvolver esse sistema de identificação.

Até o ano de 2004, o formato consistia em especificações para 16 divisões, quando então essas normas de especificação foram expandidas para 50 setores.

As especificações são documentos legais e, portanto, devem ser completas, precisas e não podem ter ambiguidades. A redação das especificações tem dois papéis principais: definir o escopo de uma obra e criar um conjunto de instruções. A definição do escopo é o cerne dessa tarefa. Embora isso nem sempre seja bem entendido, é fundamental garantir que o nível desejado de qualidade do produto e dos serviços seja claramente comunicado aos orçamentistas e licitantes e que o projeto executado respeite os padrões de qualidade descritos nas especificações. Atualmente, a maioria dos projetos inclui as especificações dentro de um manual de projeto (um conceito que foi desenvolvido pela primeira vez nos Estados Unidos em 1964 pelo American Institute of Architects) que

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Capítulo 12 - A construção civil na atualidade

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Introdução

Atualmente, muitos profissionais qualificados e experientes têm se encontrado desamparados, procurando emprego pela primeira vez após um longo período, por terem sido forçados a abandonar a segurança de uma organização que todos os meses lhes garantia um salário. Como resultado, um número cada vez maior de profissionais está reconsiderando qual seria sua melhor estratégia para inserção no mercado de trabalho. Entre as questões mais importantes estão o capital a ser investido, um plano de saúde e a aposentadoria. Os veteranos também estão se preocupando mais com a satisfação profissional, a localização de seu local de trabalho e o estresse.

Digamos que você está considerando a possibilidade de abrir seu próprio negócio. Existem muitos atrativos em ser autônomo: você é seu próprio chefe, o horário de trabalho é flexível e você decide os horários que dedicará a sua família. No entanto, antes de tomar a decisão final de abrir seu negócio, há alguns pontos que devem ser considerados:

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Fase 4 - Criação de pontos decontato

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4 : criação de pontos de contato

Fase 4

Criação de pontos de contato: visão geral

A Fase 4 trata do desenvolvimento e do refinamento do design. O conceito de design da identidade da marca foi aprovado, e uma atmosfera de urgência gera um bombardeio de perguntas: “Quando teremos os cartões de visita?”, seguida de “em quanto tempo nossos padrões estarão funcionando?”.

O design é inteligência tornada visível.

Lou Danziger

Designer e educador

Depois que as decisões maiores são tomadas, grande parte das empresas quer começar a todo vapor. A tarefa da consultoria de identidade de marca é manter o ímpeto enquanto cuida da finalização dos detalhes cruciais.

Na Fase 3, foram desenvolvidas aplicações hipotéticas para testar as ideias e ajudar a vender os principais conceitos. Agora, a prioridade maior é refinar e finalizar os elementos da identidade e criar as assinaturas visuais. Esse trabalho exige uma atenção obsessiva ao detalhe, pois os arquivos criados são permanentes. É fundamental testar as assinaturas visuais nos mais diversos tamanhos e mídias. As decisões sobre famílias tipográficas, paletas de cores e elementos visuais secundários são tomadas nesta fase.

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Prefácio à segunda edição

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PREFÁCIO À SEGUNDA EDIÇÃODesde 1914, o ritmo da nossa época parece tornar-se cada vez mais rápido. As tensões internas aceleram esse ritmo em todos os domínios que conhecemos. Um só ano corresponde a, pelo menos, dez anos de um período “calmo”, “normal’:O ano que decorreu desde a primeira edição deste livro poderia contar por dez. O desenvolvimento, tanto analítico como sintético, interveniente na teoria assim como na prática— desenvolvimento que afectou não só a pintura mas também as outras artes ao mesmo tempo que as ciências “positivas” e“humanas” — confirma a exactidão do princípio que serviu de base à presente obra.Para já, não existe senão uma maneira de o desenvolver: multiplicar os casos particulares ou os exemplos, o que provocaria o alongar do texto. Por razões práticas a isso renunciei.Decidi, portanto, reeditar a primeira edição sem alterações.DessauJaneiro de 1928KANDINSKY21PONTO, LINHA, PLANO

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Melhores práticas

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3 Melhores Práticas

A Parte 3 ilustra as melhores práticas. Projetos locais e globais, públicos e privados, todos altamente bem-sucedidos, foram criados por empresas de gestão de marcas e consultorias de design que inspiram e exemplificam soluções originais, flexíveis e duradouras.

Estudos de caso

206 ACLU

262 MoMA

208 Amazon.com

264 The New School

210 Apotek

266 NIZUC

212 Assurant

268 Obama

214 Aveda Uruku

270 Park Angels

216 Beeline

272 PNC Virtual Wallet

218 Biblioteca do

Congresso dos EUA

274 Poplar Forest de

Thomas Jefferson

220 BP

276 Preferred

222 California Academy of

Sciences

278 (RED)

224 Cereality

282 sugarFISH

226 Chambers Group

284 Superman

228 City Church Eastside

286 Tate

230 Coca-Cola

288 TiVo

232 Eimer Stahl

290 Unilever

234 FedEx

292 Vanguard ETFs

236 Feng

294 Velfina

238 FORA.tv

296 Vueling

240 GE

298 The Wild Center

242 Good Housekeeping

Seal

300 Xohm

280 Saks Fifth Avenue

244 Heavy Bubble

246 Herman Miller

248 Hot Wheels

250 HP

252 Igreja Presbiteriana

254 IUNI Educacional

256 Jogos Olímpicos

258 Kort & Godt

260 Laura Zindel

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4. Destinos – Alex Atala e Jum Nakao

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DESTINOS

ALEX ATALA E JUM NAKAO

A criação de pés no chão: técnica e

/Alex Atala: da imaginação à mesa 111 /Similaridade

112 /O ingrediente racionalidade 113

/Preguiça: o tempo de fazer nada 115 /Os tempos e seus pesos 117

/Manteiga de cacau! À exaustão, e utilidade 108

de novo, de novo, de novo... 118

/O que simboliza? Para que serve?

Por que gostamos? 119 /As lições de criação 119 /Jogos de espelhos 122 /Lindo! Delicioso!

Inesquecível! Bravo! Silêncio 124

/Autocrítica e autopromoção 125

/E agora, acabou? 127 /A imagem

do homem e a imagem do criador 129

/Repercussão 130

108

A primeira rodada de conversas desta noite durou duas horas, encerrada com o atrelamento, defendido pelo Jum, de limite e criatividade. Logo, Alex entra na sala – apressado, agitado, ritmado como a cozinha de restaurante exige. São 22 horas e todos querem ouvi-lo também. Alceu Baptistão reinicia o debate.

Brasília, com Cardozo contratado pela empresa de engenharia responsável. Foi ele quem conseguiu fazer a cúpula da Câmara Federal ficar elevada sobre o prédio do Congresso; são seus os números da curvatura que mantém em pé a

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Nota dos tradutores da edição francesa

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NOTA DOS TRADUTORESDA EDIÇÃO FRANCESANa época em que Kandinsky escreveu este livro, ele próprio deplorava — como tantas vezes se nota nas páginas que se vão seguir — não dispor de uma sintaxe, de um dicionário ou de uma terminologia precisa para falar de estética.Esta noção ou aquela eram demasiado novas no contexto da arte e seria necessário encontrar, para elas surgirem, palavras novas, inéditas, ainda não carregadas de um sentido convencional.Foi por isso que hesitámos muitas vezes em designar através de uma palavra nova ou não habitual alguns pensamentos novos ou não habituais para a época.Quando, após muitas hesitações, fizemos a tradução do livro de Kandinsky, Punkt und Linie zu Flache, encontrámo-nos perante um dilema onde nenhum compromisso era aceitável — escrever em “bom francês “, agradável à leitura e fácil de assimilar, correndo o risco de deformar o estilo e o pensamento de Kandinsky ao querer reformulá-los, ou ficar o mais próximo possível do texto original, deixando ficar os neologismos, as repetições e as metáforas que podem chocar um ouvido para o qual a beleza da linguagem deve prevalecer sobre a espontaneidade do texto ou mesmo da ideia.

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