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Capítulo 5 - Tipos de vistas

Kubba, Sam A. A. Grupo A PDF Criptografado

capítulo 5

Tipos de vistas

Já vimos que os desenhos são fundamentais para que exista comunicação adequada no setor da construção, por isso saber interpretá-los é indispensável. Este capítulo traz os princípios de projeção ortogonal (ou ortográfica), responsável por mostrar como o objeto é visto de todos os lados. Vamos aprender que uma única vista é quase sempre insuficiente para mostrar todos os detalhes do objeto de forma precisa. Além disso, você entenderá a importância de conhecer os símbolos de projeção e seus significados, assim como as notas, observações e outras informações possíveis. As vistas auxiliares, as diversas projeções e perspectivas também compõem este capítulo.

Objetivos deste capítulo

Comparar desenhos com duas e três vistas e vista única.

Interpretar adequadamente esses desenhos de acordo com as projeções ortogonais.

Identificar os símbolos de projeção.

Reconhecer as diferentes características entre projeções e desenhos.

Definir os princípios da perspectiva.

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Capítulo 4 - Dimensões

Kubba, Sam A. A. Grupo A PDF Criptografado

Introdução

Uma dimensão é um valor numérico expresso em uma unidade de medida apropriada. Em desenhos, é indicada junto a linhas, setas, símbolos e notas para determinar o tamanho e a especificação de um objeto. Na arquitetura e engenharia civil, as dimensões são frequentemente chamadas de cotas.

O dimensionamento é, portanto, um processo de incorporação de valores numéricos em um desenho para permitir a identificação das medidas de diferentes elementos e a localização de partes de uma edificação ou objeto. Os desenhos devem ser totalmente dimensionados, para que seja necessário o mínimo possível de cálculos e para que todas as partes possam ser executadas sem ser preciso transformar as escalas de um desenho a fim de determinar o tamanho real de um objeto.

Dimensões duplicadas devem, sempre que possível, ser evitadas, a menos que isso ofereça mais clareza. A Figura 4.1 apresenta exemplos de diferentes tipos de dimensão.

As distâncias podem ser indicadas com uma das seguintes formas padronizadas de dimensão: linear ou ordenada. Dimensões lineares são utilizadas para apresentar e medir o comprimento ao longo do eixo X ou Y. Como o nome sugere, só podem ser alinhadas ao longo de tais eixos e costumam ser empregadas para indicar comprimentos (Figura 4.1A). Junto às dimensões lineares, há duas linhas paralelas chamadas linhas auxiliares, que cobrem a distância entre dois elementos e são apresentadas em cada um deles (Figura 4.2A). A linha de cota consiste em uma linha perpendicular às linhas auxiliares. Ela é traçada entre as linhas auxiliares e termina nestas, geralmente com setas, traços ou pontos. (Para exemplos de diferentes pontos de extremidade, veja as Figuras 4.2A,

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I DELIMITANDO O BÁLTICO: LESTE OU OESTE? CENTRO OU NORTE?

Erick Reis Godliauskas Zen Editora Almedina PDF Criptografado

I

DELIMITANDO O BÁLTICO:

LESTE OU OESTE? CENTRO OU NORTE?

O mar Báltico está localizado no norte da Europa e banha o litoral da Escandinávia, da Europa continental e das ilhas da Dinamarca. Pelos estreitos de Skagerrak, Kattegat Storebaelt e Lillebaelt se comunica com o Mar do Norte, banhando: Dinamarca, Suécia, Finlândia, Rússia,

Estônia, Lituânia, Polônia e Alemanha.

Ao longo da história, o mar Báltico recebeu diversos nomes. Durante o período do Império Romano foi chamado de Mare Suebicum, em referência ao povo germânico dos suevos, e também de mar dos bárbaros.

Os povos escandinavos o denominaram “mar do leste” e os estonianos

“mar do oeste”. A palavra “báltico” foi escrita pela primeira vez na sua forma latina, Balticum, nos trabalhos de Adam de Bremen (1050–1085) sobre a história da igreja de Hamburgo. A palavra Báltico não era utilizada com frequência para descrever a região até o século XIX, quando o Império Russo passou a dominá-la. Inicialmente, os russos utilizavam a expressão “mar do oeste” para se referir à região. Aos poucos passaram a associar a palavra “báltico” aos germânicos que viviam principalmente nos territórios atuais da Estônia e da Letônia.

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IV GUERRAS, REVOLUÇÕES E INDEPENDÊNCIAS

Erick Reis Godliauskas Zen Editora Almedina PDF Criptografado

IV

GUERRAS, REVOLUÇÕES E INDEPENDÊNCIAS

Nas cidades de Tallinn e de Riga existem monumentos em homenagem à Revolução de 1905, que podem ser visitados facilmente.

Em Vilnius, a memória daquele importante movimento político está simbolizada pela beleza da construção do edifício que atualmente é a sede da filarmônica da Lituânia. Ao contrário do que ocorreu com os demais monumentos dedicados às revoluções, eles não foram destruídos ou estão abandonados. A Revolução de 1905 entrou para memória do Báltico como um passo importante para a conquista da independência.

A Revolução de 1905 tem importância diferente para Estônia,

Letônia e Lituânia do que normalmente encontramos nos livros de história geral e de geopolítica. Nesses, o movimento no Império Russo

é visto como um prenúncio ou “ensaio geral” da revolução Bolchevique de 1917. Nessa visão, o foco é a Revolução Comunista ou os desdobramentos da política em São Petersburgo e Moscou. Na periferia do

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09. COLOCANDO EM PRÁTICA

Mauro Vaisberg Editora Manole ePub Criptografado

Juliana de Melo Batista dos Santos

Roberta Foster

Mauro Vaisberg

Neste capítulo, será apresentada uma nova visão de como praticar os exercícios aos quais você está habituado, por meio de uma nova abordagem, denominada SLOW FIT, que integra exercício e meditação. Trata-se de um modo de integrar os exercícios físicos já usualmente praticados com a meditação, independentemente de pertencerem a uma ou outra linha ou tradição, durante a própria sessão de trabalho.

Apoiando-se em fundamentos fisiológicos, a abordagem SLOW FIT propõe que o trabalho muscular é mais bem aproveitado quando o músculo parte de um estado de relaxamento. Após o aquecimento, já com o tônus adequado, realiza-se a contração desejada, obtendo, dessa forma, o melhor rendimento possível para o indivíduo. Nessa abordagem, a prática da meditação favorece tanto o relaxamento muscular como a autopercepção. O relaxamento é importante para que o músculo consiga passar por todas as fases fisiológicas envolvidas na contração. A autopercepção é fundamental para que o praticante do exercício, ao prestar atenção em seu corpo, possa sentir o real estado em que se encontra, se com tônus adequado ou com contraturas localizadas ou mesmo generalizada (de acordo com a “couraça muscular” de Reich, anteriormente citada). Observamos que, muitas vezes, um músculo enrijecido por contratura é confundido com um bom tônus muscular. Um músculo, mesmo exercitado, quando em repouso, deve estar relaxado e, quando contraído, deve assumir um estado endurecido. Assim, muitos atletas com lesões musculares de repetição apresentam, ao exame, contraturas que são a causa das lesões de repetição.

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Prefácio à primeira edição

Wassily Kandinsky Grupo Almedina PDF Criptografado

PREFÁCIO À PRIMEIRA EDIÇÃOÉ talvez com algum interesse que faço notar que as ideias expostas neste pequeno livro constituem o desenvolvimento orgânico do meu livro Do Espiritual na Arte. É preciso que prossiga na direcção em que me comprometi.No início da Grande Guerra passei três meses em Goldach, junto ao lago de Constança, consagrando esse tempo quase exclusivamente à sistematização das minhas ideias teóricas, muitas vezes ainda vagas, com as minhas experiências práticas.Disso resultou uma documentação teórica assaz importante.Durante quase dez anos não lhe toquei e só recentemente se proporcionou a possibilidade de dela me ocupar de novo. Este livro é um apanhado desses trabalhos.Os problemas de uma muito recente ciência da arte colocados deliberadamente de uma maneira sucinta ultrapassam, numa evolução consequente, os limites da pintura e finalmente da própria arte. Aqui tento expor somente algumas referências— método analítico, tendo em conta os valores sintéticos.

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Medium 9789724418933

PINTURA ABSTRATA

Wassily Editora Almedina PDF Criptografado

PINTURA ABSTRATAPublicado em 1935, no n.° 6 da Kronick van Hedendaagse Kunst en Kultuur.Tendo fugido da Alemanha nazi em 1933, Kandinsky encontrara refúgio em Paris. Paris era para ele um sonho já antigo, que a necessidade o forçou a realizar. Mas aí ir-se-ia encontrar muito isolado.Como escreveu Miró, testemunha dessa época, «nessa altura, os mestres recusavam-se educadamente a recebê-lo, os críticos apelidavam-no de professor escolar e classificavam os seus quadros como obras de senhoras».Foi uma grande deceção para Kandinsky, que já na Alemanha, em 1912, sofrera os ataques mais ferozes contra as suas teorias.O texto que apresentamos dá testemunho da necessidade de se justificar e de explicar uma vez mais aquilo que criou.Trata-se, portanto, de um artigo essencialmente polémico, no qual o autor se faz advogado da arte abstrata.Nele encontramos, primeiro, uma reflexão sobre as diferentes denominações da arte abstrata: o termo «não-figurativo» exclui o objeto sem o substituir, o termo «absoluto» não vale muito mais.

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ANEXO – PORQUÊ CONCRETO?

Wassily Editora Almedina PDF Criptografado

ANEXOPORQUÊ CONCRETO?Por: ALEXANDRE KOJÈVEINTRODUÇÃOEste texto foi publicado em dezembro de 1966 no n.º 27 da revistaXX. Siècle, destinado a celebrar o centenário do nascimento deKandinsky.Tem o mérito de ter sido redigido em 1936, a pedido de Kandinsky, pelo filósofo Alexandre Kojève, seu sobrinho. É o resultado das discussões mútuas, nessa época, e o artista, depois de ter feito algumas anotações com a sua própria mão, declarou-se de acordo com o seu conteúdo.Nele encontramos um certo número de definições simples que esclarecem o seu pensamento: é a pintura tradicional que é abstrata, uma vez que ela extrai (daí abstrata) o Belo encarnado de maneira visível na natureza. A pintura não-figurativa, essa, é concreta e não abstrata, uma vez que ela cria um objeto e que, consequentemente, o Belo não existe nela abstraído da natureza, sendo diretamente produzido pelos seus próprios meios, A pintura não-figurativa é tão concreta e tão objetiva como o Belo que encarna na natureza.

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Ponto

Wassily Kandinsky Grupo Almedina PDF Criptografado

PONTO31PONTO, LINHA, PLANO32O ponto geométrico é um ser invisível. Deve, portanto, ser definido como imaterial. Do ponto de vista material, o ponto compara-se ao Zero.Mas este zero esconde diferentes propriedades “humanas”.Segundo a nossa concepção, este zero — o ponto geométrico— evoca o laconismo absoluto, ou seja, a maior retenção mas, no entanto, fala.Assim, o ponto geométrico é, segundo a nossa concepção, a última e única união do silêncio e da palavra.Eis por que o ponto geométrico encontrou a sua forma material em primeiro lugar na escrita — ele pertence à linguagem e significa o silêncio.Na fluidez da linguagem, o ponto é o símbolo da interrupção, o Não-ser (elemento negativo) e, ao mesmo tempo, é a ponte entre um Ser e outro (elemento positivo). Na escrita, é essa a sua significação interior.Exteriormente, não é mais do que um signo na sua aplicação prática, trazendo em si o elemento “utilitário” que aprendemos em crianças. O signo torna-se um hábito, encobrindo o som profundo do símbolo.

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Apêndice 2 - Conversão de medidas

Kubba, Sam A. A. Grupo A PDF Criptografado

apêndice 2

Conversão de medidas

ÁREA

DE

PARA

MULTIPLIQUE POR

acres (ac) acres (ac) hectares (ha) hectares (ha) perchas(p) roods (rd) quadrados centímetros quadrados (cm²) pés quadrados (ft²) polegadas quadradas (in²) polegadas quadradas (in²) polegadas quadradas (in²) metros quadrados (m²) metros quadrados (m²) metros quadrados (m²) metros quadrados (m²) metros quadrados (m²) metros quadrados (m²) metros quadrados (m²) metros quadrados (m²) milímetros quadrados (mm²) jardas quadradas (yd²)

hectares (ha) metros quadrados (m²) metros quadrados (m²) acres (ac) metros quadrados (m²) metros quadrados (m²) metros quadrados (m²) polegadas quadradas (in²) metros quadrados (m²) metros quadrados (m²) milímetros quadrados (mm²) centímetros quadrados (cm²) jardas quadradas (yd²) pés quadrados (ft²) polegadas quadradas (in²) acres (ac) roods (rd) perchas (p) hectares (ha) quadrados polegadas quadradas (in²) metros quadrados (m²)

0,4047

4.047

10.000

2,471

25,2929

1.011,7

9,2903

0,155

0,0929

0,00064516

645,16

6,4516

1,196

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Linha

Wassily Kandinsky Grupo Almedina PDF Criptografado

LINHA59PONTO, LINHA, PLANO60A linha geométrica é um ser invisível. É o rasto do ponto em movimento, portanto, é o seu produto. Nasceu do movimento, e isto pelo aniquilamento da imobilidade suprema do ponto. Aqui dá-se um salto do estático para o dinâmico.A linha é, portanto, o maior contraste do elemento originário da pintura que é o ponto. Na verdade, a linha pode ser considerada um elemento secundário.As forças exteriores que transformam o ponto em linha Origem podem ser de naturezas muito diferentes. A diversidade de linhas depende do número destas forças e das suas combinações.No fim de contas, todas as formas lineares podem ser agrupadas nos dois casos seguintes:1. acção de uma força, e2. acção de duas forças: a) efeito alternado de duas forças, única ou repetida, b) efeito simultâneo de duas forças.I.A.Quando uma força exterior faz mover o ponto numa A linha direcção determinada, cria-se o primeiro tipo de linha que recta mantém inalterável a direcção tomada, com uma tendência para continuar sempre a direito em direcção ao infinito.

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A ARTE DE HOJE ESTÁ MAIS VIVADO QUE NUNCA

Wassily Editora Almedina PDF Criptografado

A ARTE DE HOJE ESTÁ MAIS VIVADO QUE NUNCAEm 1935, Christian Zervos publica um número especial dos Cahiers d’Art, destinada a demonstrar que «a arte de hoje está mais viva do que nunca», para responder às inquietações dos jovens.A resposta de Kandinsky às questões colocadas a diferentes artistas é uma lição de sabedoria: não há receitas para transmitir aos jovens. A única receita seria a de terem como referência não as formas herdadas, mas sim o espírito da época, o «conteúdo» das obras de arte. Apenas conta a honestidade do artista e, de qualquer das maneiras, este não deve ser levado pelo gosto do público, isto se ele estiver seguro da autenticidade do seu caminho.O jovem deve tomar em conta o conteúdo das formas de arte do passado, mas também as do mundo ambiente que ele, de resto, nãoé obrigado a representar literalmente. A natureza, a vida, o mundo, a alma, são a única fonte da arte. As diferenças situam-se ao nível dos meios de expressão, tendo a expressão abstrata a vantagem de provocar vibrações puras, emoções mais livres e mais elásticas do que a expressão objetiva (assim se passa com a música com ou sem palavras, abstrata).

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Capítulo 8 - O significado dos símbolos

Kubba, Sam A. A. Grupo A PDF Criptografado

Introdução

Os desenhos de um projeto – como empregados pela indústria da construção de edificações – são geralmente utilizados para mostrar como um edifício, objeto ou sistema deve ser construído, implementado, modificado ou consertado. Uma das principais funções dos símbolos gráficos nos projetos executivos é se referir a outros desenhos no jogo de plantas. Por exemplo, um círculo desenhado em torno de uma área de um desenho com uma ampliação indicará que essa parte do desenho foi desenhada em uma escala maior para fornecer mais informações sobre o que é possível na escala preexistente (Figura 8.1). Na preparação dos projetos executivos para a indústria da construção civil, arquitetos e engenheiros elaboraram um sistema de abreviaturas, símbolos e notas padronizadas para simplificar o trabalho daqueles que estão preparando os desenhos e para manter a dimensão e a maior parte dos documentos da construção com um tamanho mínimo aceitável e compreensível. Projetar simples componentes da edificação sem o uso de símbolos seria, na verdade, uma tarefa muito cansativa. Visualizar e ler projetos executivos, portanto, exige um conhecimento dos símbolos e abreviaturas usados na indústria da construção e do seu uso propriamente dito na representação de materiais e outros componentes e de suas localizações (Figura

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Capítulo 9 - Como interpretar tabelas

Kubba, Sam A. A. Grupo A PDF Criptografado

Introdução

Uma tabela aplicada para os desenhos executivos de construção é um método organizado de apresentar notas genéricas ou listas de materiais, componentes da construção (portas, janelas, etc.) e equipamentos de um desenho em formato tabulado. O principal propósito da inclusão de tabelas em um jogo de plantas de construção é proporcionar clareza, localização, dimensionamento, materiais e informações sobre a designação de portas, janelas acabamentos de cobertura, equipamentos, instalações hidrossanitárias e componentes elétricos. Feitas adequadamente, as tabelas podem evitar que os projetos se tornem poluídos com o excesso de informações ou notas impressas e elas têm se mostrado um recurso que poupa tempo para quem está preparando o desenho como também para o arquiteto, engenheiro, construtor e operários na obra. Este capítulo destina-se a auxiliar o leitor na interpretação de informações tabuladas nos desenhos técnicos. Deve ficar claro que tabelas e especificações dão detalhes específicos sobre itens reais, enquanto os desenhos geralmente mostram o tamanho e a localização do item.

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2. Presente – Fernando e Humberto Campana e Jum Nakao

Alex Atala, Fernando Campana, Humberto Campana, Jum Nakao Editora Manole PDF Criptografado

41

PRESENTE

FERNANDO E HUMBERTO CAMPANA

E JUM NAKAO

Nakao: “A Costura do Invisível” 44

/Campana: para mostrar a rua 47

/Da ideia ao objeto ou do objeto à ideia 50

/Egoísmo e generosidade 52 /Para si

ou para o outro, para si e para o outro 54

/O máximo: um trabalho de dar raiva! 56

/Entre o “outro” e o “eu” 57 /Inventores de convívios 59 /Maleável como o ar 59

/Resultados diferentes 61 /O tempo da dúvida 63 /O começo e o fim 64 /De porta em porta: sorte e persistência 65

/Coffee break 66 /A qualquer hora: a inspiração 67 /Extimidade 69

/Parcerias comerciais 70 /Educação

criativa: liberdade compartilhada 71

/Fama e reconhecimento 72 /O futuro:

o alcance econômico e social da criação 73

/De mãos dadas 73

44

NAKAO: “A COSTURA DO INVISÍVEL”

É nosso primeiro encontro aberto a convidados. A proposta foi reunir debatedores de diversas áreas, diferentes bases culturais, para investigarem juntos, em uma edição ao vivo, as histórias que os autores nos contariam sobre suas vidas, seus trabalhos, sua visão da criação atual. Quem estava na sala

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