64 capítulos
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9789724412856

Apresentação, por Philippe Sers

Wassily Kandinsky Grupo Almedina PDF Criptografado

APRESENTAÇÃOKANDINSKY EM BUSCA DE UM MÉTODOPonto-Linha-Plano foi publicado em 1926 pela editoraAlbert Langen em Munique, com o arranjo gráfico de HerbertBayer.Era o nono volume da colecção dos Bauhaus Bücher dirigida por Walter Gropius e Lászlo Moholy-Nagy.Uma segunda edição surgiu em 1928. O título original eraPunkt und Linie zu Flache o que significa literalmente “(do) ponto e (da) linha em relação (com o) plano” (1).Kandinsky explica-nos que se trata de uma continuação orgânica do livro Do Espiritual na Arte. É a obra teórica capital do período da Bauhaus. Kandinsky vai completar 60 anos e quer continuar o seu esforço teórico.O grande passo em frente da pintura e a ignorância em que nos encontramos acerca do seu futuro exigem a constituição de uma verdadeira ciência da arte, já evocada no Espiritual.O objectivo último desta ciência será a grande síntese que ultrapassará os próprios limites da arte, permitindo ao artista dominar a sua criação por intermédio da sua ciência “aplicada”; é claro que é necessário proceder, antes de mais, no que diz respeito à pintura, a uma análise sistemática dos seus elementos. Ponto-Linha-Plano é, como indica o subtítulo, uma

Ver todos os capítulos
Medium 9789724412856

Prefácio à primeira edição

Wassily Kandinsky Grupo Almedina PDF Criptografado

PREFÁCIO À PRIMEIRA EDIÇÃOÉ talvez com algum interesse que faço notar que as ideias expostas neste pequeno livro constituem o desenvolvimento orgânico do meu livro Do Espiritual na Arte. É preciso que prossiga na direcção em que me comprometi.No início da Grande Guerra passei três meses em Goldach, junto ao lago de Constança, consagrando esse tempo quase exclusivamente à sistematização das minhas ideias teóricas, muitas vezes ainda vagas, com as minhas experiências práticas.Disso resultou uma documentação teórica assaz importante.Durante quase dez anos não lhe toquei e só recentemente se proporcionou a possibilidade de dela me ocupar de novo. Este livro é um apanhado desses trabalhos.Os problemas de uma muito recente ciência da arte colocados deliberadamente de uma maneira sucinta ultrapassam, numa evolução consequente, os limites da pintura e finalmente da própria arte. Aqui tento expor somente algumas referências— método analítico, tendo em conta os valores sintéticos.

Ver todos os capítulos
Medium 9789724412856

Plano original

Wassily Kandinsky Grupo Almedina PDF Criptografado

PLANO ORIGINAL113PONTO, LINHA, PLANO114Consideramos plano original a superfície material chamada a suportar a obra.Designá-lo-emos a partir de agora por P.O.O P.O. é, esquematicamente, limitado por duas linhas horizontais e duas verticais e é definido, assim, como um ser autónomo no domínio daquilo que o rodeia.Visto que conhecemos as propriedades das linhas horizontais e verticais, a sonoridade do P.O. torna-se evidente: dois elementos de calma fria e dois elementos de calma quente formam o acorde de dois sons de calma que define a sonoridade serena e objectiva do P.O.A predominância de uma tendência ou de outra, quer dizer, o predomínio do comprimento ou da altura faz prevalecer, consoante o caso, a sonoridade objectiva do frio ou do quente.Assim, os elementos separados são implantados, desde o começo, numa atmosfera mais ou menos fria ou quente e a própria inserção de muitos elementos opostos não faz esquecer totalmente este ambiente — facto a não descurar nunca. É evidente que esse fenómeno oferece inúmeras possibilidades de composição.

Ver todos os capítulos
Medium 9789724412856

Prefácio à segunda edição

Wassily Kandinsky Grupo Almedina PDF Criptografado

PREFÁCIO À SEGUNDA EDIÇÃODesde 1914, o ritmo da nossa época parece tornar-se cada vez mais rápido. As tensões internas aceleram esse ritmo em todos os domínios que conhecemos. Um só ano corresponde a, pelo menos, dez anos de um período “calmo”, “normal’:O ano que decorreu desde a primeira edição deste livro poderia contar por dez. O desenvolvimento, tanto analítico como sintético, interveniente na teoria assim como na prática— desenvolvimento que afectou não só a pintura mas também as outras artes ao mesmo tempo que as ciências “positivas” e“humanas” — confirma a exactidão do princípio que serviu de base à presente obra.Para já, não existe senão uma maneira de o desenvolver: multiplicar os casos particulares ou os exemplos, o que provocaria o alongar do texto. Por razões práticas a isso renunciei.Decidi, portanto, reeditar a primeira edição sem alterações.DessauJaneiro de 1928KANDINSKY21PONTO, LINHA, PLANO

Ver todos os capítulos
Medium 9789724412856

Linha

Wassily Kandinsky Grupo Almedina PDF Criptografado

LINHA59PONTO, LINHA, PLANO60A linha geométrica é um ser invisível. É o rasto do ponto em movimento, portanto, é o seu produto. Nasceu do movimento, e isto pelo aniquilamento da imobilidade suprema do ponto. Aqui dá-se um salto do estático para o dinâmico.A linha é, portanto, o maior contraste do elemento originário da pintura que é o ponto. Na verdade, a linha pode ser considerada um elemento secundário.As forças exteriores que transformam o ponto em linha Origem podem ser de naturezas muito diferentes. A diversidade de linhas depende do número destas forças e das suas combinações.No fim de contas, todas as formas lineares podem ser agrupadas nos dois casos seguintes:1. acção de uma força, e2. acção de duas forças: a) efeito alternado de duas forças, única ou repetida, b) efeito simultâneo de duas forças.I.A.Quando uma força exterior faz mover o ponto numa A linha direcção determinada, cria-se o primeiro tipo de linha que recta mantém inalterável a direcção tomada, com uma tendência para continuar sempre a direito em direcção ao infinito.

Ver todos os capítulos
Medium 9789724412856

Nota dos tradutores da edição francesa

Wassily Kandinsky Grupo Almedina PDF Criptografado

NOTA DOS TRADUTORESDA EDIÇÃO FRANCESANa época em que Kandinsky escreveu este livro, ele próprio deplorava — como tantas vezes se nota nas páginas que se vão seguir — não dispor de uma sintaxe, de um dicionário ou de uma terminologia precisa para falar de estética.Esta noção ou aquela eram demasiado novas no contexto da arte e seria necessário encontrar, para elas surgirem, palavras novas, inéditas, ainda não carregadas de um sentido convencional.Foi por isso que hesitámos muitas vezes em designar através de uma palavra nova ou não habitual alguns pensamentos novos ou não habituais para a época.Quando, após muitas hesitações, fizemos a tradução do livro de Kandinsky, Punkt und Linie zu Flache, encontrámo-nos perante um dilema onde nenhum compromisso era aceitável — escrever em “bom francês “, agradável à leitura e fácil de assimilar, correndo o risco de deformar o estilo e o pensamento de Kandinsky ao querer reformulá-los, ou ficar o mais próximo possível do texto original, deixando ficar os neologismos, as repetições e as metáforas que podem chocar um ouvido para o qual a beleza da linguagem deve prevalecer sobre a espontaneidade do texto ou mesmo da ideia.

Ver todos os capítulos
Medium 9789724412856

Introdução

Wassily Kandinsky Grupo Almedina PDF Criptografado

INTRODUÇÃO23PONTO, LINHA, PLANO24Todos os fenómenos podem ser vividos de duas formas. ExteriorEssas duas formas não estão arbitrariamente ligadas aos -Interior fenómenos — decorrem da natureza dos fenómenos, de duas das suas propriedades:Exterior — Interior.Se observamos a rua através da janela, os seus ruídos são atenuados, os seus movimentos são fantasmáticos e a própria rua, por causa do vidro transparente mas duro e rígido, parece um ser isolado palpitando num “para lá de”.Mas eis que abrimos a porta: saímos do isolamento, participamos desse ser, aí nos tornamos agentes e vivemos a sua pulsação através de todos os nossos sentidos. A alternância. contínua do timbre e da cadência dos sons envolve-nos, os sons sobem em turbilhão e, subitamente, desvanecem-se. Do mesmo modo, os movimentos envolvem-nos — o jogo de linhas e de traços verticais e horizontais, inclinados pelo movimento para diversas direcções, jogo de manchas coloridas que se aglomeram e se dispersam, com uma ressonância por vezes aguda, outras vezes grave.

Ver todos os capítulos
Medium 9789724412856

Ponto

Wassily Kandinsky Grupo Almedina PDF Criptografado

PONTO31PONTO, LINHA, PLANO32O ponto geométrico é um ser invisível. Deve, portanto, ser definido como imaterial. Do ponto de vista material, o ponto compara-se ao Zero.Mas este zero esconde diferentes propriedades “humanas”.Segundo a nossa concepção, este zero — o ponto geométrico— evoca o laconismo absoluto, ou seja, a maior retenção mas, no entanto, fala.Assim, o ponto geométrico é, segundo a nossa concepção, a última e única união do silêncio e da palavra.Eis por que o ponto geométrico encontrou a sua forma material em primeiro lugar na escrita — ele pertence à linguagem e significa o silêncio.Na fluidez da linguagem, o ponto é o símbolo da interrupção, o Não-ser (elemento negativo) e, ao mesmo tempo, é a ponte entre um Ser e outro (elemento positivo). Na escrita, é essa a sua significação interior.Exteriormente, não é mais do que um signo na sua aplicação prática, trazendo em si o elemento “utilitário” que aprendemos em crianças. O signo torna-se um hábito, encobrindo o som profundo do símbolo.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520432273

3. Intermezzo: convívio – Jum Nakao e colaboradores

Alex Atala, Fernando Campana, Humberto Campana, Jum Nakao Editora Manole PDF Criptografado

INTERMEZZO:

CONVÍVIO

JUM NAKAO E COLABORADORES

Década de 1970: abaixo o pudor de

/O paraíso e o inferno da experimentação digital 81 /Jum Nakao:

criar! 80

a criação não está no desenho 83

/Impacto. Porque a referência comercial é pouco comercial 84 /Quem quer ser

Pablo Picasso? A busca (ou não) da ruptura histórica 85

/Estamos mais

/A tese da explosão de criatividade 91 /Um corte e uma costura pessoais 92 /“Os criativos” não existem

96 /Malcriação? 97 /O talento insiste 98 /A questão é de convívio 99

/Esses “bichos criativos” 101 livres? 88

80

DÉCADA DE 1970: ABAIXO

O PUDOR DE CRIAR!

É nosso último encontro. Uma noite agitada pela abertura de exposições e eventos na cidade deixa a agenda dos convidados movimentada. Alex virá para a conversa com Jum algumas horas mais tarde – direto da cozinha, vestido em seu dólmã branco.

Iniciamos com Jum um debate livre, em que se revelam especialmente os conhecimentos profissionais e as preocupações dos convidados. Enrique Lipszyc, que fundou a Panamericana – Escola de Arte e Design em São Paulo, abre a conversação:

Ver todos os capítulos
Medium 9788520432273

4. Destinos – Alex Atala e Jum Nakao

Alex Atala, Fernando Campana, Humberto Campana, Jum Nakao Editora Manole PDF Criptografado

DESTINOS

ALEX ATALA E JUM NAKAO

A criação de pés no chão: técnica e

/Alex Atala: da imaginação à mesa 111 /Similaridade

112 /O ingrediente racionalidade 113

/Preguiça: o tempo de fazer nada 115 /Os tempos e seus pesos 117

/Manteiga de cacau! À exaustão, e utilidade 108

de novo, de novo, de novo... 118

/O que simboliza? Para que serve?

Por que gostamos? 119 /As lições de criação 119 /Jogos de espelhos 122 /Lindo! Delicioso!

Inesquecível! Bravo! Silêncio 124

/Autocrítica e autopromoção 125

/E agora, acabou? 127 /A imagem

do homem e a imagem do criador 129

/Repercussão 130

108

A primeira rodada de conversas desta noite durou duas horas, encerrada com o atrelamento, defendido pelo Jum, de limite e criatividade. Logo, Alex entra na sala – apressado, agitado, ritmado como a cozinha de restaurante exige. São 22 horas e todos querem ouvi-lo também. Alceu Baptistão reinicia o debate.

Brasília, com Cardozo contratado pela empresa de engenharia responsável. Foi ele quem conseguiu fazer a cúpula da Câmara Federal ficar elevada sobre o prédio do Congresso; são seus os números da curvatura que mantém em pé a

Ver todos os capítulos
Medium 9788520432273

5. Entrevistas

Alex Atala, Fernando Campana, Humberto Campana, Jum Nakao Editora Manole PDF Criptografado

ENTREVISTAS

Da Vinci e o moldureiro 137 fernando cocchiarale

O verdadeiro brasileiro 141 roberta cosulich

Vida independente, mundo sem dono 147 joão marcello bôscoli

Remixando vidas 153 reinaldo pamponet

O desejo em rede 161 fernando cocchiarale

Luzes, câmeras, indústria! 165 paulo borges

O mundo na ponta dos dedos 171 ricardo guimarães

Design, experiência humana 177 paula dib

Escola sem ficção 185 elenice lobo e gilson domingues

Realidade inventada 191 alceu baptistão

A importância econômica da criação 199 stephen rimmer

O imperativo da presença 207 ana carmen longobardi

Para se sentir vivo 213 charles watson

5

1

DA VINCI E O MOLDUREIRO

SOBRE A SEPARAÇÃO E O REENCONTRO DA

ARTE E DO ARTESANATO

FERNANDO COCCHIARALE, ARTISTA DE MÍDIA, FILÓSOFO E

PROFESSOR DE CRIAÇÃO

138

CRIAÇÃO

Este termo começou a ser usado para o trabalho do artista apenas no século 19. Surgiu como consequência do Romantismo, movimento intelectual e artístico do século 18, que pregava a ideia de originalidade e genialidade pessoal, e de separação entre arte e artesanato. Até então, arte e artesanato tinham sido sempre indiferenciados. A partir daquele momento, os produtos utilitários foram considerados atribuição exclusiva do artesão, e o artista, por outro lado, era quem elaborava os objetos destinados à contemplação.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520432273

6. Um pouco de história

Alex Atala, Fernando Campana, Humberto Campana, Jum Nakao Editora Manole PDF Criptografado

223

UM POUCO

DE HISTÓRIA

224

DESIGN

UMA RESPOSTA À

“ARTE DE SALÃO”

Humberto lembra da escola de Walter Gropius, a Bauhaus, quando pensa no alcance popular da criação.

A Bauhaus foi o instituto de arquitetura e design criado por Gropius na cidade alemã de

Weimar, no início do século 20, com o desejo de que muitas das coisas que pareciam ser luxo se tornassem “normais entre as pessoas em um futuro próximo”. Design acessível.

Naquela época, despontavam endereços de arquitetura moderna ao redor do planeta. As formas geométricas, os materiais de escolha e outras características da Bauhaus – cimento, vidro, madeira sem adornos, ângulos retos, amplos ambientes abertos – deixavam para trás os detalhes rebuscados, os cantos em rococó, as marchetarias coloridas e os veludos e sedas decorativos, que vestiam objetos e compunham estilos com nomes em homenagem aos reis da França.

A chegada da modernidade ao design aconteceu no curso da Revolução Industrial e contou com o trabalho de duas figuras distintas: de um lado, o artesão-artista e, de outro, o artesão-máquina, operário de fábrica.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520432273

1. Origens – Alex Atala, Fernando e Humberto Campana

Alex Atala, Fernando Campana, Humberto Campana, Jum Nakao Editora Manole PDF Criptografado

1

ORIGENS

ALEX ATALA,

FERNANDO E HUMBERTO CAMPANA

Criativos-comunicadores 4

/Aprender do

puro contato 6 /Sutilezas sem palavras 7

/Toda origem é permitida 8 /Linhas cruzadas 10 /Historia naturalis 12

/O trabalho (ou não) da angústia 13

/Os primeiros jovens do século 21 14

/A emergência das ideias 15 /O nascimento dos irmãos 16 /O partido do erro: andando fora da linha (de produção) 18

/Profissões sensoriais 18 /Punk! Sobre

quando o espelho desenquadrou o Alex 21

/Um vão, uma janela 22 /Brasileiros, com residência criativa 23 /Livre-docência sem cátedra nem beca 25 /O vazio entre atos 27 /Ponto de partida: ensinar e aprender criação 29 /O futuro: jogar xadrez com a vida 30 /O número 1 não

é eterno 33 /Tradução da Amazônia 35

/Concorrências 36 /Uma pausa 37

4

CRIATIVOS-COMUNICADORES

A conversa inaugural aconteceu no D.O.M.

Restaurante, à rua Barão de Capanema, nos

Jardins, em São Paulo, endereço do chef Alex

Ver todos os capítulos
Medium 9788520432273

Sobre o design gráfico deste livro – depoimento de Rico Lins

Alex Atala, Fernando Campana, Humberto Campana, Jum Nakao Editora Manole PDF Criptografado

SOBRE O DESIGN

GRÁFICO DESTE LIVRO

DEPOIMENTO DE

RICO LINS

LIBERDADE E LIMITES

O limite é um estímulo poderoso na criação.

Os designers gráficos de minha geração, no

Brasil, puderam experimentá-lo de modo bastante claro: para muito do que realizamos anos atrás, não tivemos referências, não havia nem mesmo certas técnicas, e justamente por isso tivemos liberdade e valia tudo na solução dos desenhos.

As pessoas às vezes não gostam de lidar com limites. Eu gosto. Eles exigem consistência do trabalho criativo. Geram necessidade de um envolvimento maior – quando temos que encontrar uma solução em condições estritas.

Não impedem a conceitualização. Ao contrário, oferecem uma base para ela. Este livro nasceu com limites importantes para o design.

AS FOTOGRAFIAS DOS DEBATES

O primeiro e principal limite estava nas fotos.

Elas não foram preparadas para o projeto gráfico.

São um registro documental dos encontros.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520432273

2. Presente – Fernando e Humberto Campana e Jum Nakao

Alex Atala, Fernando Campana, Humberto Campana, Jum Nakao Editora Manole PDF Criptografado

41

PRESENTE

FERNANDO E HUMBERTO CAMPANA

E JUM NAKAO

Nakao: “A Costura do Invisível” 44

/Campana: para mostrar a rua 47

/Da ideia ao objeto ou do objeto à ideia 50

/Egoísmo e generosidade 52 /Para si

ou para o outro, para si e para o outro 54

/O máximo: um trabalho de dar raiva! 56

/Entre o “outro” e o “eu” 57 /Inventores de convívios 59 /Maleável como o ar 59

/Resultados diferentes 61 /O tempo da dúvida 63 /O começo e o fim 64 /De porta em porta: sorte e persistência 65

/Coffee break 66 /A qualquer hora: a inspiração 67 /Extimidade 69

/Parcerias comerciais 70 /Educação

criativa: liberdade compartilhada 71

/Fama e reconhecimento 72 /O futuro:

o alcance econômico e social da criação 73

/De mãos dadas 73

44

NAKAO: “A COSTURA DO INVISÍVEL”

É nosso primeiro encontro aberto a convidados. A proposta foi reunir debatedores de diversas áreas, diferentes bases culturais, para investigarem juntos, em uma edição ao vivo, as histórias que os autores nos contariam sobre suas vidas, seus trabalhos, sua visão da criação atual. Quem estava na sala

Ver todos os capítulos

Carregar mais