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Medium 9788582601570

Capítulo 1 - Normas de desenho técnico

Kubba, Sam A. A. Grupo A PDF Criptografado

Introdução

Um desenho técnico geralmente é impresso em papel e representa o desenho de um objeto ou um projeto de máquina, equipamento ou obra de arquitetura ou engenharia. O termo “planta” costuma ser utilizado para qualquer desenho técnico detalhado de uma edificação ou objeto. Há milhares de anos os desenhos técnicos têm sido uma linguagem universal por meio da qual as informações de projeto e construção são transmitidas ao construtor, engenheiro, operário, projetista e outros envolvidos. Assim, a leitura dos desenhos técnicos se refere ao processo de interpretação de um desenho de projeto – uma imagem mental precisa do artefato concluído poderá ser feita com base nas informações oferecidas.

Há algumas décadas, no período inicial das cópias heliográficas, os desenhos tinham fundo azulado com linhas brancas (o resultado do processo de impressão então empregado), mas as melhorias subsequentes no processo passaram a envolver o uso de amônia e de papéis revestidos que reagiam à luz. Mais tarde, o processo com amônia foi eliminado e passaram a ser empregadas páginas brancas com linhas pretas ou azuis. Atualmente, com o uso do computador (CAD), já não são empregadas cópias heliográficas e os desenhos técnicos ou plantas costumam ser impressos com impressoras modernas (plotadoras) em papel sulfite. Os desenhos técnicos muitas vezes também são chamados simplesmente de “desenhos” ou “plantas”.

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Medium 9788577805594

8. TRABALHANDO COM FORMULÁRIOS

Adobe Creative Team Grupo A PDF Criptografado

198 ADOBE DREAMWEAVER CS4

Classroom in a Book

11 No campo Password, digite uma senha com oito caracteres, apenas de letras.

Pressione Tab.

Outra mensagem de erro aparece.

12 Clique no campo Password e digite uma senha com oito caracteres ou mais.

Pelo menos dois dos caracteres devem ser números. Pressione Tab.

13 No campo Repeat Password, digite uma senha diferente daquela que você digitou no campo Password. Pressione Tab.

O widget Spry Validation Confirm detecta que as duas senhas não correspondem e exibe uma mensagem de erro.

14 Volte ao campo Repeat Password e digite uma senha que corresponda com a entrada no campo Password. Pressione Tab.

15 Clique no campo Travel Plans e digite algo sobre uma viagem. Pressione

Tab.

16 Utilize os botões de opção para escolher um número de viajantes.

17 Nas opções Services, selecione qualquer serviço que você gostaria de solicitar.

18 Em Timelist, escolha quando você planeja viajar na lista Timeline.

● Nota: Nenhum dado de formulário é realmente salvo neste exemplo.

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Medium 9788577805617

1. CONHECENDO O FLASH

Adobe Creative Team Grupo A PDF Criptografado

18 ADOBE FLASH CS4

Classroom in a Book

Inicie o Flash e abra um arquivo

Na primeira vez em que iniciar o Flash, você verá uma tela Welcome com links para modelos de arquivo, tutoriais e outros recursos padrão. Nesta lição, você vai criar uma animação simples para mostrar algumas fotografias de férias. Você vai adicionar as fotos e um título enquanto aprende a posicionar elementos no

Stage e ao longo da Timeline.

● Nota: Você também pode iniciar o Flash dando um clique duplo em um arquivo Flash

(*.fla).

1 Inicie o Adobe Flash. No Windows, escolha Iniciar > Todos os Programas >

Adobe Flash CS4. No Mac OS, dê um clique duplo no Adobe Flash CS4 na pasta Applications ou em Dock.

2 Escolha File > Open. Na caixa de diálogo Open, selecione o arquivo 01End. swf na pasta Lesson01/01End e clique em Open para visualizar o projeto final.

Uma animação em que aparecem fotos uma a uma e, no final, um título, é reproduzida.

3 Feche a janela de visualização.

4 Escolha File > New. Na caixa de diálogo New Document, escolha Flash File

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Medium 9788520432273

4. Destinos – Alex Atala e Jum Nakao

NACCACHE, Andréa Editora Manole PDF Criptografado

DESTINOS

ALEX ATALA E JUM NAKAO

A criação de pés no chão: técnica e

/Alex Atala: da imaginação à mesa 111 /Similaridade

112 /O ingrediente racionalidade 113

/Preguiça: o tempo de fazer nada 115 /Os tempos e seus pesos 117

/Manteiga de cacau! À exaustão, e utilidade 108

de novo, de novo, de novo... 118

/O que simboliza? Para que serve?

Por que gostamos? 119 /As lições de criação 119 /Jogos de espelhos 122 /Lindo! Delicioso!

Inesquecível! Bravo! Silêncio 124

/Autocrítica e autopromoção 125

/E agora, acabou? 127 /A imagem

do homem e a imagem do criador 129

/Repercussão 130

108

A primeira rodada de conversas desta noite durou duas horas, encerrada com o atrelamento, defendido pelo Jum, de limite e criatividade. Logo, Alex entra na sala – apressado, agitado, ritmado como a cozinha de restaurante exige. São 22 horas e todos querem ouvi-lo também. Alceu Baptistão reinicia o debate.

Brasília, com Cardozo contratado pela empresa de engenharia responsável. Foi ele quem conseguiu fazer a cúpula da Câmara Federal ficar elevada sobre o prédio do Congresso; são seus os números da curvatura que mantém em pé a

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Medium 9788577801107

11. Publicando Documentos do Flash

Adobe Creative Team Grupo A PDF Criptografado

324 ADOBE FLASH CS3 PROFESSIONAL

Classroom in a Book

Teste um documento do Flash

Solucionar problemas é uma habilidade que você desenvolve ao longo do tempo, mas é mais fácil identificar a causa do problema se você testar seu filme freqüentemente ao criar o conteúdo. Se você faz testes depois de cada passo, sabe quais alterações fez e, portanto, identifica o que poderia ter dado errado. Um bom lema para se ter em mente é “Teste desde o início e teste com freqüência”.

Uma maneira rápida de visualizar um filme é escolhendo Control > Test Movie, como você fez nas lições anteriores. Esse comando cria um arquivo SWF para que você possa reproduzir o filme; ele não cria o arquivo HTML nem outros arquivos necessários para reproduzir o filme a partir de um site Web ou de um DVD.

Quando você acha que completou seu filme ou uma parte do filme, pare por alguns minutos para certificar-se de que todas as partes estão corretas e que elas têm o desempenho que você espera.

1 Revise o storyboard do projeto, se você tiver um, ou outros documentos que descrevem

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Medium 9788577801480

8. Trabalhando com Camadas

Adobe Creative Team Grupo A PDF Criptografado

8 Trabalhando com

Camadas

Nesta lição, você aprenderá o seguinte:

• Trabalhar com o painel Layers

• Criar, reorganizar e bloquear camadas, camadas embutidas e grupos

• Mover objetos entre camadas

• Colar camadas dos objetos de um arquivo para outro

• Mesclar camadas em uma única camada

• Aplicar uma sombra projetada a uma camada

• Criar uma máscara de corte de camada

• Aplicar um atributo de aparência a objetos e a camadas

Introdução

Nesta lição, você concluirá a arte-final de um relógio de parede à medida que explora as várias possibilidades do uso do painel Layers. Antes de começar, restaure as preferências padrão do Adobe Illustrator e então abra o arquivo de arte-final desta lição para ver o que você vai fazer.

1 Para assegurar que as ferramentas e os painéis funcionem exatamente

como descritos nesta lição, exclua ou desative (renomeando) o arquivo de preferências do Adobe Illustrator CS3. Consulte “Restaurando as preferências padrão”, na página 19.

2 Inicie o Adobe Illustrator CS3.

Nota: Se você ainda não copiou os arquivos desta lição para o seu disco rígido a partir da pasta Lesson08 do CD que acompanha este livro, faça isso agora. Veja “Copiando os arquivos do Classroom in a Book”, na página 18.

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Medium 9788536321318

Capítulo 11 - TRANSTORNOS DA ALIMENTAÇÃO

Landeira-Fernandez, J. Grupo A PDF Criptografado

TRANSTORNOS DA ALIMENTAcãO

178

~

sível fazer uma refeição, por mais saborosa que ela seja, em um local que apresente aspectos desagradáveis, como pessoas sujas ou cheiro de esgoto.

De fato, a motivação alimentar é uma das características mais importantes para a sobrevivência do indivíduo e, certamente, modelou o desenvolvimento evolucionário de nossa espécie. Se hoje temos grande facilidade para obter alimento nos supermercados e armazená-lo em geladeiras, nossos primeiros ancestrais, que viveram cerca de 100 a 150 mil anos atrás, não possuíam tais facilidades. A comida era escassa. Acredita-se que, antes as dificuldades ambientais, o processo de seleção natural tenha privilegiado os fenótipos que pudessem armazenar o excesso de alimento ingerido sob forma de gordura. Hoje em dia, no entanto, como consequência da ampla disponibilidade de alimento observada em países desenvolvidos e em desenvolvimento, a obesidade tornou-se um problema de saúde pública. Estudos epidemiológicos indicam que a obesidade vem crescendo assustadoramente, chegando mesmo a níveis epidêmicos. Na América Latina, sua prevalência chega a ser maior do que a de desnutrição.

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Medium 9788536305523

ACESSOS PARA MANUTENÇÃO

Tilley, Alvin R Grupo A PDF Criptografado

ACESSOS PARA MANUTENÇÃO

62

O CORPO INTEIRO

OS MEMBROS

No desenho da esquerda, o painel de controle foi dividido em seções, para a determinação de alturas de trabalho em três posições distintas: de pé, ajoelhado e sentado. Observe os ângulos ideais de trabalho entre o ombro e o cotovelo; as medidas podem variar entre 101 e 152 mm acima dos ombros e abaixo dos cotovelos. Todas as áreas superiores devem ser usadas para telas (monitores).

A postura de quatro é muito comum em trabalhos de manutenção. A postura em pronação também é valiosa, pois permite acesso aos espaços mais reduzidos. A postura supina exigiria uma altura maior, pois seria necessário o uso de um carrinho ou plataforma móvel.

Acrescente 140 mm para todas as posturas. A largura mínima é 610 mm.

À direita são representadas várias aberturas. A abertura retangular pequena e a abertura oval mínima são para o acesso horizontal (tanto no teto quanto no piso). A abertura lateral maior e aquela com 760 mm de diâmetro são para aberturas verticais (ou seja, em paredes).

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Medium 9788577806348

4. TRABALHANDO COM CAMADAS DE FORMA

Adobe Creative Team Grupo A PDF Criptografado

110 ADOBE AFTER EFFECTS CS4

Classroom in a Book

Introdução

Primeiro, você vai visualizar o vídeo final e configurar o projeto.

1 Certifique-se de que os seguintes arquivos estão na pasta AECS4_CIB/

Lessons/Lesson04 no disco rígido ou copie-os agora do DVD do Adobe

After Effects CS4 Classroom in a Book.

· Na pasta Assets: DJ.mov, gc_adobe_dj.mp3

· Na pasta Sample_Movie: Lesson04.mov

2 Abra e reproduza o vídeo de exemplo Lesson04.mov para ver o que será criado nesta lição. Ao concluir, feche o QuickTime Player. Exclua esse vídeo de exemplo do disco rígido se houver pouco espaço de armazenamento.

À medida que o After Effects inicia, restaure as configurações padrão do aplicativo. Consulte “Restaure as preferências padrão”, na página 15.

3 Pressione Ctrl+Alt+Shift (Windows) ou Command+Option+Shift (Mac OS) ao iniciar o After Effects. Quando solicitado se você quer excluir seu arquivo de preferências, clique em OK.

4 Clique em Close para fechar a janela Welcome.

O After Effects se abre e exibe um novo projeto.

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Medium 9788577806348

6. ANIMANDO CAMADAS

Adobe Creative Team Grupo A PDF Criptografado

174 ADOBE AFTER EFFECTS CS4

Classroom in a Book

Introdução

Primeiro, você vai visualizar o filme final e configurar o projeto.

1 Certifique-se de que os seguintes arquivos estão na pasta AECS4_CIB/

Lessons/Lesson06 no disco rígido ou copie-os agora do DVD do Adobe

After Effects CS4 Classroom in a Book.

· Na pasta Assets: clock.mov, sunrise.psd

· Na pasta Sample_Movies: Lesson06_regular.mov, Lesson06_retimed.mov

2 Abra e reproduza o arquivo Lesson06_regular.mov para ver a animação timelapse simples que será criada nesta lição.

3 Abra e reproduza o arquivo Lesson06_retimed.mov para ver a mesma animação depois que o tempo foi remapeado, o que também será feito nesta lição.

4 Ao concluir, feche o QuickTime Player. Exclua o vídeo de exemplo do disco rígido se houver pouco espaço de armazenamento.

Ao começar a lição, restaure as configurações de aplicativo padrão do After

Effects. Consulte “Restaure as preferências padrão”, na página 15.

5 Pressione Ctrl+Alt+Shift (Windows) ou Command+Option+Shift (Mac OS) ao iniciar o After Effects. Quando solicitado se você quer excluir seu arquivo de preferências, clique em OK. Clique em Close para fechar a janela Welcome.

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Medium 9788577805617

8. UTILIZANDO COMPONENTES

Adobe Creative Team Grupo A PDF Criptografado

LIÇÃO 8

Utilizando Componentes

4 Dê um clique duplo no arquivo 08Start.fla na pasta Lesson08/08Start para abri-lo no Flash.

O documento do Flash contém a imagem de fundo.

5 Escolha File > Save As. Nomeie o arquivo 08_workingcopy.fla e salve-o na pasta 08Start. Salvar uma cópia de trabalho garante que o arquivo original inicial esteja disponível caso você queira recomeçar.

6 Abra o arquivo 08End.fla para consultá-lo enquanto cria o código de ActionScript.

Sobre os componentes

Componentes são símbolos de movie clip predefinidos com parâmetros definidos que você pode usar para adicionar elementos de interface de usuário, como botões, caixas de seleção ou barras de rolagem, ao documento. Modifique os parâmetros para alterar a aparência e o comportamento de um componente.

Se trabalhou no projeto da lição anterior, você já viu e utilizou um componente

– um componente de reprodução, usado para exibir e reproduzir um vídeo externo ao projeto. O componente de reprodução de vídeo forneceu as opções para escolher o arquivo de vídeo de origem, o arquivo de skin e outras configurações opcionais.

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Medium 9788577807826

6. DESIGN E INOVAÇÃO: COORDENAÇÃO POR MEIO DO DESIGN

Mozota, Brigitte Borja de Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 6

DESIGN E INOVAÇÃO: COORDENAÇÃO POR

MEIO DO DESIGN

O design é uma ferramenta de gestão que cria diferenciação nas capacidades internas da empresa. O design não é mais visto como apenas um resultado relacionado à forma, mas como um processo criativo de gestão que pode ser integrado em outros processos da organização, como gestão de ideias, de inovação e de pesquisa e desenvolvimento, e que modifica a estrutura tradicional do gerenciamento de processos em uma empresa.

O design relaciona-se com questões fundamentais de gestão da inovação e com o sucesso do desenvolvimento de novos produtos (DNP), alinhado com importantes fatores que são cruciais para o sucesso da inovação: vantagem competitiva, compreensão das necessidades do usuário e sinergia entre inovação e pontos fortes da empresa em termos de tecnologia (ver Tabela 6.1).

Entretanto, um bom produto não é suficiente para o sucesso da inovação: estudos anteriores enfatizam a importância da gestão no desempenho da inovação.

Nesse processo, o design cria valor porque participa da melhoria da qualidade do processo de DNP, da definição da estratégia de produto e da qualidade das equipes de novos produtos (ver Tabela 6.2).

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Medium 9788520432273

Sobre o design gráfico deste livro – depoimento de Rico Lins

NACCACHE, Andréa Editora Manole PDF Criptografado

SOBRE O DESIGN

GRÁFICO DESTE LIVRO

DEPOIMENTO DE

RICO LINS

LIBERDADE E LIMITES

O limite é um estímulo poderoso na criação.

Os designers gráficos de minha geração, no

Brasil, puderam experimentá-lo de modo bastante claro: para muito do que realizamos anos atrás, não tivemos referências, não havia nem mesmo certas técnicas, e justamente por isso tivemos liberdade e valia tudo na solução dos desenhos.

As pessoas às vezes não gostam de lidar com limites. Eu gosto. Eles exigem consistência do trabalho criativo. Geram necessidade de um envolvimento maior – quando temos que encontrar uma solução em condições estritas.

Não impedem a conceitualização. Ao contrário, oferecem uma base para ela. Este livro nasceu com limites importantes para o design.

AS FOTOGRAFIAS DOS DEBATES

O primeiro e principal limite estava nas fotos.

Elas não foram preparadas para o projeto gráfico.

São um registro documental dos encontros.

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Medium 9788582601570

Capítulo 7 - A interpretação de desenhos técnicos na indústria

Kubba, Sam A. A. Grupo A PDF Criptografado

Introdução

Um dos primeiros passos para aprender a ler os desenhos empregados pela indústria é se acostumar com os principais termos, símbolos e convenções de uso geral na indústria. Embora os pacotes atuais de CAD tornem a geração de desenhos industriais muito mais fácil, ainda é fundamental seguir as normas e convenções do setor.

Tolerância

A tolerância é a variação total que uma dimensão pode ter. Ela é basicamente definida como a diferença entre os limites superior e inferior. Trabalhar com dimensões básicas absolutas ou exatas é pouco prático e desnecessário na maioria dos casos; assim, o projetista deve fazer alguns cálculos, além de usar as dimensões básicas com uma variação aceitável. Portanto, o trabalho deve ser executado dento dos limites de precisão especificados no desenho. O entendimento claro das tolerâncias e folgas pode ajudar muito a prevenir erros que, embora pequenos, podem se tornar graves.

As tolerâncias são mostradas em um desenho como +/− determinado valor, seja uma fração ou um valor decimal. Os limites são os valores máximos e/ou mínimos prescritos para uma dimensão específica, enquanto as tolerâncias representam o valor total no qual determinada dimensão pode variar. As tolerâncias podem ser indicadas nos desenhos de diversas maneiras. A Figura 7.1 mostra três exemplos: A. O método unilateral, que é utilizado quando a variação do tamanho do elemento projetado é permitida apenas em uma direção; B. O método bilateral, quando a figura dimensionada mostra a variação aceitável em ambas as direções; e C. O método do dimensionamento limite, no qual tanto a medida máxima como a mínima é mostrada. A Figura 7.2 ilustra um método típico empregado para mostrar tolerâncias em orifícios e pinos. As superfícies que apresentam tolerâncias dimensionais têm características geométricas como o fato de serem cilíndricas ou perpendiculares a outras superfícies. A Figura 7.3 mostra símbolos típicos empregados em vez de notas (ou junto a elas) para mostrar as características geométricas que apresentam tolerâncias dimensionais.

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Medium 9788536321318

Capítulo 12 - TRANSTORNOS DO SONO

Landeira-Fernandez, J. Grupo A PDF Criptografado

TRANSTORNOS DO SONO

188 poral do ciclo sono-vigília também pode ser confirmando a partir de nossa própria experiência.

Quanto mais tempo ficamos acordados, maior a nossa necessidade de dormir.

O sono é um estado de perda reversível, periódica e espontânea da consciência, em que se observa a presença de posturas estereotipadas, como ficar deitado com os olhos fechados, associadas à redução da atividade motora e processamento sensorial. Ao acordar, muitas vezes somos capazes de nos lembrar de imagens (predominantemente visuais) e vivências emocionais que experimentamos enquanto estávamos dormindo, as quais representam os sonhos.

Grande parte da aquisição do conhecimento acerca do sono e do sonho ocorreu com a observação de padrões de ondas elétricas do cérebro registradas por meio do eletroencefalograma (EEG). Além das ondas cerebrais, é importante também observar o movimento dos olhos e o tônus muscular, registrados, respectivamente, por meio do eletroculograma e do eletromiograma. Finalmente, pode-se ainda monitorar a atividade autonômica de uma pessoa durante o sono a partir de seus batimentos cardíacos e de seu padrão de respiração. Esses registros demonstram, de forma inequívoca, que o sono apresenta dois grandes períodos completamente distintos, denominados sono REM e sono não REM (NREM).

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