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Medium 9788520432273

Sobre o design gráfico deste livro – depoimento de Rico Lins

NACCACHE, Andréa Editora Manole PDF Criptografado

SOBRE O DESIGN

GRÁFICO DESTE LIVRO

DEPOIMENTO DE

RICO LINS

LIBERDADE E LIMITES

O limite é um estímulo poderoso na criação.

Os designers gráficos de minha geração, no

Brasil, puderam experimentá-lo de modo bastante claro: para muito do que realizamos anos atrás, não tivemos referências, não havia nem mesmo certas técnicas, e justamente por isso tivemos liberdade e valia tudo na solução dos desenhos.

As pessoas às vezes não gostam de lidar com limites. Eu gosto. Eles exigem consistência do trabalho criativo. Geram necessidade de um envolvimento maior – quando temos que encontrar uma solução em condições estritas.

Não impedem a conceitualização. Ao contrário, oferecem uma base para ela. Este livro nasceu com limites importantes para o design.

AS FOTOGRAFIAS DOS DEBATES

O primeiro e principal limite estava nas fotos.

Elas não foram preparadas para o projeto gráfico.

São um registro documental dos encontros.

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Medium 9789724417134

1. Os valores de monumento e o seu desenvolvimentohistórico

Riegl, Alois Grupo Almedina PDF Criptografado

O Culto Moderno dos Monumentos1. Os valores de monumento e o seu desenvolvimento históricoPor monumento no sentido mais antigo e originário compreende-se uma obra de mão humana, construída com o fito determinado de conservar sempre presentes e vivos na consciência das gerações seguintes feitos ou destinos humanos particulares(ou conjuntos de tais feitos e destinos). Pode ser um monumento artístico ou um monumento escrito, conforme se dá a conhecer ao espectador o acontecimento a imortalizar com os meros meios expressivos da arte plástica ou valendo-se de uma inscrição; o mais frequente é encontrarem-se unidos em igual grau os dois géneros. O estabelecimento e conservação de tais monumentos«intencionais», que se pode seguir até aos tempos mais recuados de que há provas da cultura humana, é hoje ainda maior. Mas, ao falarmos do culto moderno dos monumentos e da sua protecção, não pensamos de modo nenhum nos monumentos «intencionais», mas sim nos «monumentos artísticos e históricos», como rezou até ao presente a expressão oficial para tal, pelo menos na Áustria.

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Medium 9788520432273

3. Intermezzo: convívio – Jum Nakao e colaboradores

NACCACHE, Andréa Editora Manole PDF Criptografado

INTERMEZZO:

CONVÍVIO

JUM NAKAO E COLABORADORES

Década de 1970: abaixo o pudor de

/O paraíso e o inferno da experimentação digital 81 /Jum Nakao:

criar! 80

a criação não está no desenho 83

/Impacto. Porque a referência comercial é pouco comercial 84 /Quem quer ser

Pablo Picasso? A busca (ou não) da ruptura histórica 85

/Estamos mais

/A tese da explosão de criatividade 91 /Um corte e uma costura pessoais 92 /“Os criativos” não existem

96 /Malcriação? 97 /O talento insiste 98 /A questão é de convívio 99

/Esses “bichos criativos” 101 livres? 88

80

DÉCADA DE 1970: ABAIXO

O PUDOR DE CRIAR!

É nosso último encontro. Uma noite agitada pela abertura de exposições e eventos na cidade deixa a agenda dos convidados movimentada. Alex virá para a conversa com Jum algumas horas mais tarde – direto da cozinha, vestido em seu dólmã branco.

Iniciamos com Jum um debate livre, em que se revelam especialmente os conhecimentos profissionais e as preocupações dos convidados. Enrique Lipszyc, que fundou a Panamericana – Escola de Arte e Design em São Paulo, abre a conversação:

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Medium 9789724417134

Introdução

Riegl, Alois Grupo Almedina PDF Criptografado

IntroduçãoUm espectro assombra a reflexão sobre a arte; é o espectro do fim da arte, fixado por Hegel na fórmula «a arte é para nós coisa do passado»(1). Não se trata, como por vezes ainda se pode ler, de um decreto de um pensador tido por obscuro, que, do alto de uma sabedoria esotérica, relega sem apelo nem agravo a arte para uma posição subalterna. Uma tal arbitrariedade, imputada a Hegel, iria ao arrepio do sentido da tese hegeliana. O fim da arte é antes a verificação histórica post factum do desenvolvimento cultural da Europa e do seu apogeu na modernidade, de uma era em que«o poder de unificação desapareceu da vida dos homens, e os opostos perderam a sua relação viva e acção recíproca e ganharam autonomia», pois «quanto mais a cultura prospera, quanto mais diversificado se torna o desenvolvimento das expressões da vida, no qual a cisão se pode devorar a si mesma, tanto maior se torna o poder da cisão, tanto mais firme a sua sacralidade climática, tanto mais estranhos para a totalidade da cultura, e sem significado, os

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Medium 9788520435007

5. Leis municipais de incentivo à cultura

CESNIK, Fábio de Sá Editora Manole PDF Criptografado

5

Leis municipais de incentivo à cultura

Hoje, as leis municipais têm participação significativa no montante total concedido em incentivos culturais no Brasil. O primeiro município, antes mesmo da lei federal, a implantar o apoio a atividades culturais com abatimento em impostos foi São Paulo. Posteriormente, surgiu um grande número deles, tais como: São José dos Campos (SP), Americana (SP), Belém (PA), Belo Hori­zonte

(MG), Contagem (MG), Cabedelo (PB), Curitiba (PR), Goiânia (GO), Londrina (PR), Maceió (AL), Rio de Janeiro (RJ), Santa Maria (RS) e Vitória (ES).

As leis municipais de incentivo à cultura concedem abatimentos no Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) e Imposto Sobre Serviço (ISS) de qualquer natureza , nos limites do território de sua competência.

LEI DE INCENTIVO À CULTURA

DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO – LEI MENDONÇA

O Município de São Paulo é pioneiro na criação de uma lei municipal de incentivo à cultura. Instituído pela Lei Municipal n. 10.923, de 30 de dezembro de 1990, e batizada de Lei Mendonça, por se tratar de um projeto de lei (n. 398/90) do então vereador Marcos Mendonça, a lei disciplina em seu texto o apoio a projetos culturais no âmbito da cidade de São Paulo.

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Medium 9788582601570

Capítulo 11 - Códigos de edificações e projetos com acessibilidade universal

Kubba, Sam A. A. Grupo A PDF Criptografado

Introdução

O propósito dos códigos de edificações é orientar a execução de edificações públicas, comerciais e habitacionais e regular a construção, de modo a proporcionar aos usuários ambientes saudáveis e seguros. Os códigos de edificações são parte importante do processo de projeto e construção. Eles definem os padrões mínimos para a segurança e o conforto que devem ser alcançados em novas construções e nas reformas mais significativas. Antes de conseguir o alvará de construção para o projeto de uma propriedade comercial, o empreendedor deve fazer um projeto que esteja de acordo com os códigos de edificações vigentes.

Os imóveis preexistentes normalmente não precisam se adequar aos requisitos dos novos códigos, a menos que grandes reformas sejam feitas. Quando imóveis antigos são modernizados, as regulamentações locais estabelecem quando os novos códigos devem ser obedecidos. Em geral, quando a reforma interior inclui a reconstrução de 25 a 50% de um pavimento, as leis municipais exigem o atendimento às normas do código existente de segurança. Portanto, é importante determinar a obsolescência funcional de todos os elementos de segurança. Isso é principalmente relevante para edifícios de escritórios e hotéis, nos quais os interiores são periodicamente reformados e reconfigurados.

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Medium 9789724418933

REFLEXÕES SOBRE A ARTE ABSTRATA

Kandinsky, Wassily Grupo Almedina PDF Criptografado

REFLEXÕES SOBRE A ARTE ABSTRATAEm 1931, Christian Zervos solicitou a Kandinsky, para os Cahiers d’Art, uma resposta a um inquérito sobre a arte abstrata, acusada:«1. de ser voluntariamente inexpressiva e excessivamente cerebral e, por conseguinte, de estar em contradição com a própria natureza da verdadeira arte, a qual seria essencialmente de ordem sensual e emotiva;«2. de ter voluntariamente substituído a emoção proveniente das longínquas profundezas do inconsciente por um exercício mais ou menos hábil e subtil, mas sempre objetivo, de tons puros e desenhos geométricos;«3. de ter limitado as possibilidades que se ofereciam à pintura e à escultura até reduzir a obra de arte a um simples jogo de cores inscritas em formas de um racionalismo plástico muito restritivo, as quais poderiam ser muito convenientes para um cartaz ou um catálogo de publicidade mas de valor nulo para obras que se pretendem do domínio artístico;«4. de ter, por severidade técnica e despojamento total, levado a arte a um impasse, assim suprimindo todas as suas possibilidades de evolução e de desenvolvimento.»

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Medium 9789724417134

Obra da natureza e obra de arte. II

Riegl, Alois Grupo Almedina PDF Criptografado

Obra da natureza e obra de arte. IINum ensaio anterior, publicado com o mesmo título, tentei apresentar como, desde meados do século XIX, se revezaram três teorias relativamente à concepção da relação entre obra da natureza e obra de arte: a teoria puramente materialista de GottfriedSemper, a teoria semi-materialista, que se associava à imagem mnésica, e a positivista, que se atinha somente ao impulso estético,à vontade artística, como único dado positivo. Comum a todas estas três teorias era o facto de o princípio fundamental de cada uma delas ser apreendido como passível de evolução a partir de um motivo facilmente cognoscível, porquanto apenas deste modo se conseguia abrir a possibilidade de explicar satisfatoriamente a variegada mudança dos períodos estilísticos.Ora, de alguns anos a esta parte, na Alemanha, ganhou uma crescente reputação entre artistas e leigos, amadores e historiadores da arte, a teoria artística, formulada pelo escultor alemãoAdolf Hildebrandt e sedimentada no seu livro «Das Problem der

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Medium 9789724418933

A ARTE ABSTRATA

Kandinsky, Wassily Grupo Almedina PDF Criptografado

A ARTE ABSTRATAPublicado na revista «Der cicerone» n.º 13, em 1925, este artigo era acompanhado de dez reproduções de obras de Kandinsky produzidas entre 1913 e 1924, assim como de uma xilogravura.Neste texto é abordado o aspeto capital da contribuição teórica definida por Kandinsky: a conversão dos valores, que é feita no sentido do interior. O ponto de vista desloca-se do exterior para o interior, do material para o espiritual. Nesta «destituição do tema», verdadeira revolução copernicana da arte, se encontra a chave da abstração.A arte abstrata foi precedida pela análise metódica do material exterior da arte, através do impressionismo, do neoimpressionismo e do cubismo. A partir de agora pode ser feita a análise do valor interior destas expressões da arte. É essa a tarefa da arte abstrata.Os grandes problemas da nossa época, que são também os mesmos da arte nova, serão solucionados graças a um estudo preciso das expressões exteriores e do seu valor interior: são os problemas da arte sintética e da ciência estética, do conteúdo e da forma.

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Medium 9788520435007

7. Considerações finais

CESNIK, Fábio de Sá Editora Manole PDF Criptografado

7

Considerações finais

Com as modificações ocorridas nas leis de incentivo à cultura desde o início da década de 1990, quando estas foram instituídas, identificamos uma situação de efervescência de ideias e posições sobre as diversas formas de estímulo das atividades culturais. O quadro que temos é extremamente positivo, pois está estimulando a criação de uma consciência do empresariado sobre quanto é importante o investimento em cultura e como este pode dar retorno para sua marca e para seu balanço financeiro e social. No que pesem algumas críticas contrárias às leis, todos concordam que elas foram fundamentais no processo de consolidação do investimento em cultura no Brasil.

A edição da Medida Provisória n. 2.228-1, de 6 de setembro de 2001, aumenta a carteira de incentivos fiscais para o empresário que pretende aplicar seus recursos na atividade cultural, criando novos fundos e novos programas de governo. A partir dele criaram-se dois grandes benefícios ao audiovisual, por exemplo. São eles o Fundo de Financiamento da Indústria Cinematográfica

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Medium 9789724417134

Uma nova história da arte

Riegl, Alois Grupo Almedina PDF Criptografado

Uma nova história da arteQuando Bramante foi incumbido pelo Papa Júlio II (21) de executar a construção da cúpula de São Pedro, no seu entusiasmo impulsivo, conseguiu fazer avançar a obra com uma celeridade tal que, alguns anos depois, aquando da morte do primeiro empreiteiro e construtor, os quatro poderosos pilares da cúpula erguiam-se prontos. Ora, a isso seguiu-se um longo intervalo de reflexão até que se tomou a decisão de avançar para a abóboda da cúpula e terminar assim a construção; conta-se que se examinou a capacidade de carga dos pilares e que ela foi considerada insuficiente, de tal modo que foi preciso proceder ao reforço substancial dos alicerces, antes de se continuar a construção. Foi necessário meio século, até Miguel Ângelo e Giacomo della Porta (22), para que a(21) Donato d’Angelo Lazzari, dito Bramante da Urbino (1444-1514), recebeu do Papa Júlio II, em 1503, a comissão de reconstruir a basílica de São Pedro em Roma. O seu projecto, que era marcadamente romano-bizantino, foi bastante alterado depois da sua morte.

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Medium 9788582601570

Capítulo 7 - A interpretação de desenhos técnicos na indústria

Kubba, Sam A. A. Grupo A PDF Criptografado

Introdução

Um dos primeiros passos para aprender a ler os desenhos empregados pela indústria é se acostumar com os principais termos, símbolos e convenções de uso geral na indústria. Embora os pacotes atuais de CAD tornem a geração de desenhos industriais muito mais fácil, ainda é fundamental seguir as normas e convenções do setor.

Tolerância

A tolerância é a variação total que uma dimensão pode ter. Ela é basicamente definida como a diferença entre os limites superior e inferior. Trabalhar com dimensões básicas absolutas ou exatas é pouco prático e desnecessário na maioria dos casos; assim, o projetista deve fazer alguns cálculos, além de usar as dimensões básicas com uma variação aceitável. Portanto, o trabalho deve ser executado dento dos limites de precisão especificados no desenho. O entendimento claro das tolerâncias e folgas pode ajudar muito a prevenir erros que, embora pequenos, podem se tornar graves.

As tolerâncias são mostradas em um desenho como +/− determinado valor, seja uma fração ou um valor decimal. Os limites são os valores máximos e/ou mínimos prescritos para uma dimensão específica, enquanto as tolerâncias representam o valor total no qual determinada dimensão pode variar. As tolerâncias podem ser indicadas nos desenhos de diversas maneiras. A Figura 7.1 mostra três exemplos: A. O método unilateral, que é utilizado quando a variação do tamanho do elemento projetado é permitida apenas em uma direção; B. O método bilateral, quando a figura dimensionada mostra a variação aceitável em ambas as direções; e C. O método do dimensionamento limite, no qual tanto a medida máxima como a mínima é mostrada. A Figura 7.2 ilustra um método típico empregado para mostrar tolerâncias em orifícios e pinos. As superfícies que apresentam tolerâncias dimensionais têm características geométricas como o fato de serem cilíndricas ou perpendiculares a outras superfícies. A Figura 7.3 mostra símbolos típicos empregados em vez de notas (ou junto a elas) para mostrar as características geométricas que apresentam tolerâncias dimensionais.

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Medium 9788582601570

Apêndice 2 - Conversão de medidas

Kubba, Sam A. A. Grupo A PDF Criptografado

apêndice 2

Conversão de medidas

ÁREA

DE

PARA

MULTIPLIQUE POR

acres (ac) acres (ac) hectares (ha) hectares (ha) perchas(p) roods (rd) quadrados centímetros quadrados (cm²) pés quadrados (ft²) polegadas quadradas (in²) polegadas quadradas (in²) polegadas quadradas (in²) metros quadrados (m²) metros quadrados (m²) metros quadrados (m²) metros quadrados (m²) metros quadrados (m²) metros quadrados (m²) metros quadrados (m²) metros quadrados (m²) milímetros quadrados (mm²) jardas quadradas (yd²)

hectares (ha) metros quadrados (m²) metros quadrados (m²) acres (ac) metros quadrados (m²) metros quadrados (m²) metros quadrados (m²) polegadas quadradas (in²) metros quadrados (m²) metros quadrados (m²) milímetros quadrados (mm²) centímetros quadrados (cm²) jardas quadradas (yd²) pés quadrados (ft²) polegadas quadradas (in²) acres (ac) roods (rd) perchas (p) hectares (ha) quadrados polegadas quadradas (in²) metros quadrados (m²)

0,4047

4.047

10.000

2,471

25,2929

1.011,7

9,2903

0,155

0,0929

0,00064516

645,16

6,4516

1,196

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Medium 9788520432273

2. Presente – Fernando e Humberto Campana e Jum Nakao

NACCACHE, Andréa Editora Manole PDF Criptografado

41

PRESENTE

FERNANDO E HUMBERTO CAMPANA

E JUM NAKAO

Nakao: “A Costura do Invisível” 44

/Campana: para mostrar a rua 47

/Da ideia ao objeto ou do objeto à ideia 50

/Egoísmo e generosidade 52 /Para si

ou para o outro, para si e para o outro 54

/O máximo: um trabalho de dar raiva! 56

/Entre o “outro” e o “eu” 57 /Inventores de convívios 59 /Maleável como o ar 59

/Resultados diferentes 61 /O tempo da dúvida 63 /O começo e o fim 64 /De porta em porta: sorte e persistência 65

/Coffee break 66 /A qualquer hora: a inspiração 67 /Extimidade 69

/Parcerias comerciais 70 /Educação

criativa: liberdade compartilhada 71

/Fama e reconhecimento 72 /O futuro:

o alcance econômico e social da criação 73

/De mãos dadas 73

44

NAKAO: “A COSTURA DO INVISÍVEL”

É nosso primeiro encontro aberto a convidados. A proposta foi reunir debatedores de diversas áreas, diferentes bases culturais, para investigarem juntos, em uma edição ao vivo, as histórias que os autores nos contariam sobre suas vidas, seus trabalhos, sua visão da criação atual. Quem estava na sala

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Medium 9788582601570

Capítulo 4 - Dimensões

Kubba, Sam A. A. Grupo A PDF Criptografado

Introdução

Uma dimensão é um valor numérico expresso em uma unidade de medida apropriada. Em desenhos, é indicada junto a linhas, setas, símbolos e notas para determinar o tamanho e a especificação de um objeto. Na arquitetura e engenharia civil, as dimensões são frequentemente chamadas de cotas.

O dimensionamento é, portanto, um processo de incorporação de valores numéricos em um desenho para permitir a identificação das medidas de diferentes elementos e a localização de partes de uma edificação ou objeto. Os desenhos devem ser totalmente dimensionados, para que seja necessário o mínimo possível de cálculos e para que todas as partes possam ser executadas sem ser preciso transformar as escalas de um desenho a fim de determinar o tamanho real de um objeto.

Dimensões duplicadas devem, sempre que possível, ser evitadas, a menos que isso ofereça mais clareza. A Figura 4.1 apresenta exemplos de diferentes tipos de dimensão.

As distâncias podem ser indicadas com uma das seguintes formas padronizadas de dimensão: linear ou ordenada. Dimensões lineares são utilizadas para apresentar e medir o comprimento ao longo do eixo X ou Y. Como o nome sugere, só podem ser alinhadas ao longo de tais eixos e costumam ser empregadas para indicar comprimentos (Figura 4.1A). Junto às dimensões lineares, há duas linhas paralelas chamadas linhas auxiliares, que cobrem a distância entre dois elementos e são apresentadas em cada um deles (Figura 4.2A). A linha de cota consiste em uma linha perpendicular às linhas auxiliares. Ela é traçada entre as linhas auxiliares e termina nestas, geralmente com setas, traços ou pontos. (Para exemplos de diferentes pontos de extremidade, veja as Figuras 4.2A,

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