14 capítulos
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Da invenção do sutiã até os anos 1950

Lesley Scott Editora Manole PDF Criptografado

Da invenção do sutiã até os anos 1950

Na década de 1890, surgiram as primeiras versões da lingerie, que acabou por se tornar um item indispensável no guarda-roupa das mulheres. A princípio um tipo de espartilho dividido, o brassière foi aperfeiçoado por uma série de estilistas empreendedoras, até que nos anos 1930 a produção em massa permitiu que o sutiã fosse acessível a todas. Os novos tecidos elásticos e a invenção das taças deixaram o sutiã mais confortável e sofisticado, e o busto se tornava uma zona erógena cada vez mais importante. Provavelmente, a história do sutiã atingiu o seu apogeu com as belas Sweater Girls, como Lana Turner, que usavam sutiãs cônicos para valorizar ao máximo seus atributos.

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Pedido de patente de

Mary Phelps para o

“brassière frente única”

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Da invenção Do sutiã até os anos 1950

A invenção do sutiã

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A lingerie desde os anos 1960 até os dias de hoje

Lesley Scott Editora Manole PDF Criptografado

A lingerie desde os anos

1960 até os dias de hoje

Enquanto na década de 1950 era inadmissível que uma mulher decente saísse de casa sem um sutiã de firme sustentação – possivelmente um bustiê – e uma cinta para controlar e achatar a barriga, nos anos 1960 houve uma mudança radical em relação ao uso da roupa íntima. O corpo da moda era mais infantil, com modelos que quase não tinham seios, tais como Twiggy, ao passo que o surgimento do movimento feminista significava que muitas mulheres não estavam mais dispostas a se achatar em nome da moda.

Mais tarde, ainda que os avanços na tecnologia de tecidos e desenhos tenham conduzido a uma nova gama de roupas

íntimas modeladoras confortáveis, outras mulheres optavam por dietas e exercícios aeróbicos para tonificar o corpo, o que tornava as vestimentas de contenção em parte redundantes.

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Cena do filme Boneca de carne

(1956) de Elia Kazan

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Técnicas de arte em papel

Clare Youngs Editora Manole PDF Criptografado

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Técnicas de arte em papel

Uma das melhores coisas do artesanato em papel é que ele não exige o uso de técnicas complicadas. No entanto, você precisará utilizar moldes (algumas vezes ampliando-os até o tamanho desejado) e cortar, vincar e dobrar com precisão.

Algumas dicas são apresentadas a seguir.

Ampliar os moldes

Alguns dos moldes impressos nas páginas 118 a 126 precisam ser ampliados por fotocópia. Se for esse o caso, a porcentagem de ampliação necessária será fornecida.

Se não tiver acesso a uma fotocopiadora, você pode ampliar os moldes à mão. Primeiro, desenhe o molde em papel quadriculado utilizando a técnica descrita a seguir.

Então, em um papel branco maior, desenhe uma grade com a mesma quantidade de quadrados, mas ampliados

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na porcentagem adequada. Você pode então ampliar o molde à mão, copiando as linhas em cada quadrado do papel quadriculado dentro do quadrado correspondente na grade maior.

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Impressos e recortes

Clare Youngs Editora Manole PDF Criptografado

Impressos e recortes

Encadernação japonesa

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Recortes emoldurados

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Icosaedros empilhados

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Flores de papel

64

Letras em 3D

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Móbile de aviões

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Cubos monocromáticos para fotografias

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Porta-cartas de papel ondulado 80

Nível de dificuldade

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Ferramentas e materiais

Papel de rascunho, como folhas de cadernos velhos

Tesoura

Estilete

Régua

Base de corte

2 folhas de papel grosso ou cartolina, 14 x 14 cm

Molde da página 120

Papel vegetal

Fita crepe

Lápis (2H e HB)

Prendedores de papel (tipo grampomol)

Furador simples ou com cabo

Martelo

Palitos de dente

Agulha de tapeçaria

Barbante fino, linha grossa ou barbante de algodão parafinado, 80 cm

Recortes de papel para decorar a capa, como rótulos e selos

Cola em bastão

Este pequeno caderno é feito por um método de encadernação japonesa. Ao acompanhar as instruções você perceberá como ele é fácil de fazer. Você pode se inspirar e usar este método para criar blocos de rascunho, diários e scrapbooks.

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A lingerie no século XIX

Lesley Scott Editora Manole PDF Criptografado

A lingerie no século XIX

A Revolução Francesa de 1789 sinalizou uma grande mudança política e social. Saias amplas, corpetes exagerados, anáguas e paniers complexos foram jogados fora com o antigo regime, e estilos românticos mais simples com cinturas largas foram adotados, exigindo o mínimo de roupas íntimas.

Porém, em meados da década de 1820, o tamanho da cintura diminuiu novamente, e o espartilho, que depois passou a se chamar corset, entrou de novo na moda, dessa vez criando uma forma mais parecida com a “ampulheta”.

O século XIX presenciou uma série de avanços tecnológicos no desenho dos corpetes, incluindo uma renda elástica, bem como elaborações complicadas, como as crinolinas e anquinhas, desenvolvidas para dar suporte às elegantes saias da época.

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Neste retrato da Madame Récamier do início do século XIX, de François

Gérard, as roupas eram minimalistas

Vestidos delicados e esvoaçantes, com um evidente toque do século XIX

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