69 capítulos
Medium 9788582604915

Capítulo 2. Planejamento visando ao crescimento

Jonathan F. P. Rose Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

2

Planejamento visando ao crescimento

O urbanismo de Uruk e de sua rede mesopotâmica se espalhou pelo Grande

Corredor, a oeste rumo à Itália, a leste através da área harapana do Indo até a China e ao sul até o Egito ao longo do Nilo.

A cidade egípcia de Mênfis foi fundada em 3100 a.C. onde o rio Nilo flui para um delta vasto e fértil, 400 quilômetros ao sul da futura cidade de Alexandria. Em 2250 a.C., enquanto as cidades mesopotâmicas entravam em declínio, Mênfis se tornou a maior cidade do mundo. Acredita-se que tenha sido a primeira cidade com bairros extremamente diferenciados: no oeste, as pirâmides extraordinárias construídas como necrópoles para os governantes da cidade; no centro, templos, santuários, cortes cerimoniais e casernas, todos servindo a corte real. Em torno disso ficavam os temenos – áreas sagradas delimitadas por muros, reservadas a reis e sacerdotes, e que serviam de caminhos, conectando prédios cerimoniais e oferecendo locais de contemplação e reflexão. Tais temenos incluíam bosques sagrados, os primeiros jardins urbanos de que se tem notícia.

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Medium 9788521625858

Capítulo 14 - Produtos Especiais

SILVA, Paulo Furtado da Grupo Gen PDF Criptografado

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Produtos Especiais

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14.1 Introdução

Alguns produtos muito usados na pintura imobiliária, embora não enquadrados nos conceitos anteriores, merecem ser aqui abordados.

Apresentaremos agora os selantes, fundos, impermeabilizantes, massas e solventes e produtos para usos específicos, portanto, especiais.

Nos últimos anos, os fabricantes de tintas têm elaborado diversos produtos para atender determinadas exigências. Esses produtos especiais têm mercado limitado, mas são de grande importância.

Os fabricantes oferecem serviços gratuitos de informações sobre seus produtos, seja por telefone (0800), seja pela internet. Os SACs

(Serviço de Atendimento ao Cliente) prestam informações detalhadas ao consumidor, ajudando muitas vezes na escolha da melhor solução para eventuais problemas em sua linha de produtos.

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Medium 9788521622550

INTRODUÇÃO - O Contexto do Desenho Urbano no Brasil

DEL RIO, Vicente; SIEMBIEDA, William J. Grupo Gen PDF Criptografado

INTRODUÇÃO

O Contexto do Desenho Urbano no Brasil

Vicente del Rio

O

objetivo desta introdução é prover um entendimento básico sobre a evolução do desenho urbano no Brasil como prática profissional sistemática, do surgimento do modernismo aos nossos dias, com a ampliação da noção de intervenção urbana, passando pelo período militar e pelos movimentos de redemocratização do país. Nesse sentido, deve ser vista apenas como um brevíssimo ensaio, uma visão particular que não pretende análise exaustiva ou muito menos conclusiva, tarefa por demais pretensiosa e que demandaria – com a imensidão e a história tão complexa do Brasil ‑ pelo menos uma obra própria com vários volumes! A ideia, portanto, é expor os fundamentos históricos das diferentes abordagens que lidam com a cidade brasileira contemporânea, auxiliando na compreensão dos conteúdos e das implica‑

ções dos casos discutidos nos capítulos posteriores.

Esta introdução foi particularmente importante na edição original deste livro nos EUA, pois praticamente não há publicações disponíveis em língua inglesa que discutam o mesmo período evolutivo do urbanismo e do desenho urbano brasileiro, embora várias – particularmente aquelas que tratam da arquitetura modernista brasileira – abordem projetos ou questões específicas. Na medida do possível, fizemos uma revisão dos principais trabalhos publicados, apresentados nas referências bibliográficas, de modo a pos‑ sibilitar aos leitores estudos mais aprofundados. Notamos que essa é uma tarefa cada vez mais difícil no

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Medium 9788521625278

PARTE II - Capítulo 7 - Equivalência dos Fluxos de Caixa

MARTLAND, Carl D. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

7

Equivalência dos Fluxos de Caixa

Se resume a pedaços de papel, números, taxa interna de retorno, valor presente líquido, fluxos de caixa descontados – é disso que se trata... Com certeza, queremos criar qualidade e queremos criar algo que será uma declaração, mas se você não consegue fazer isso e ainda tem financiamento e retorno, então por que estamos fazendo?”

Terry Soderberg1

CONCEITOS DO CAPÍTULO

Seção 7.1 Introdução

Seção 7.2 Valor Temporal do Dinheiro

Razões para descontar os fluxos de caixa futuros: potencial para o crescimento, inflação e risco

Seção 7.3 Relações de Equivalência

Valor presente de uma cadeia arbitrária de fluxos de caixa

Valores futuros e anuidades equivalentes ao valor presente

Notação para descrever as relações de equivalência

Utilização de tabelas que exibem estas relações de equivalência

Seção 7.4 Composição Contínua: Taxas de Juros Nominais versus Efetivas

Juros compostos: taxas de juros nominais e efetivas

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Medium 9788521625278

PARTE III - Capítulo 11 - Desenvolvimento de uma Estratégia para Lidar com um Problema

MARTLAND, Carl D. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

11

Desenvolvimento de uma

Estratégia para Lidar com um

Problema

Espero que, no fim das contas, venha a se comprovar a viabilidade de construir um canal no nível do mar.

Indubitavelmente, no fim esse canal seria melhor, se for viável, e acho que uma das principais vantagens da Rota do

Panamá é que, no fim das contas, um canal no nível do mar será uma possibilidade. Mas, enquanto prestar atenção à perfectibilidade ideal do esquema pela perspectiva de um engenheiro, lembre-se da necessidade de ter um plano que vá proporcionar a construção imediata do canal nos termos mais seguros e no menor tempo possível.1

CONCEITOS DO CAPÍTULO

Seção 11.1 Introdução

Seção 11.2 Identificação das Necessidades e Objetivos

Preparação de uma declaração das necessidades para evitar a limitação do projeto

Utilização da declaração das necessidades para preparar os objetivos de um projeto

Necessidade de interação no desenvolvimento de uma boa declaração das necessidades

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