1546 capítulos
Medium 9788577804153

7. Movendo Recursos Entre Objetos

Martin Fowler Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

7

Movendo Recursos Entre Objetos

U

ma das decisões mais fundamentais, se não a fundamental, no projeto orientado a objetos é onde colocar as responsabilidades. Tenho trabalhado com objetos há mais de uma década, mas ainda não consigo acertar de primeira. Isso costumava me incomodar, mas agora percebo que posso usar refatoração para mudar de idéia nesses casos.

Freqüentemente posso resolver esses problemas simplesmente usando Mover

Método (125) e Mover Campo (129) para mover o comportamento. Se precisar usar ambos, prefiro usar Mover Campo (129) primeiro e então Mover Método (125).

Muitas vezes as classes ficam inchadas com responsabilidades demais. Nesse caso, uso Extrair Classe (132) para separar algumas dessas responsabilidades. Se uma classe acabar tendo muito poucas responsabilidades, uso Internalizar Classe (136) para fundi-la com outra. Se outra classe estiver sendo usada, muitas vezes é útil ocultar esse fato com Ocultar Delegação (138). Às vezes ocultar a classe delegada resulta em alterações freqüentes na interface do dono. Nesse caso, você precisará usar Remover

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Medium 9788582604687

Capítulo 7 - Expressões e sentenças de atribuição

Robert W. Sebesta Grupo A PDF Criptografado

7

Expressões e sentenças de atribuição

7.1

Introdução

7.2

Expressões aritméticas

7.3

Operadores sobrecarregados

7.4

Conversões de tipos

7.5

Expressões relacionais e booleanas

7.6

Avaliação em curto-circuito

7.7

Sentenças de atribuição

7.8

Atribuição de modo misto

300   Conceitos de linguagens de programação

C

omo o título indica, este capítulo trata de sentenças de atribuição e de expressão. Primeiro, são discutidas as regras semânticas que determinam a ordem de avaliação dos operadores em expressões. A seguir, é feita uma explanação sobre um problema em potencial na ordem de avaliação dos operandos, que ocorre quando as funções têm efeitos colaterais. Operadores sobrecarregados, tanto predefinidos quanto definidos pelo usuário, são então discutidos, assim como seus efeitos nas expressões em programas. A seguir, expressões de modo misto são descritas e avaliadas. Isso leva à definição e à avaliação de conversões de tipo de alargamento e de estreitamento, tanto implícitas quanto explícitas. Expressões relacionais e booleanas também são discutidas, incluindo o processo de avaliação em curto-circuito. Por fim, são abordadas as sentenças de atribuição, desde sua forma mais simples até todas suas variações, incluindo atribuições como expressões e atribuições de modo misto.

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Medium 9788582601891

Capítulo 2 - Unidades léxicas, variáveis, constantes e expressões

Nina Edelweiss, Maria Aparecida Castro Livi Grupo A PDF Criptografado

capítulo

2

unidades léxicas, variáveis, constantes e expressões

Este capítulo apresenta as unidades léxicas de linguagens de programação imperativas, como Pascal e C.

Discute as declarações de variáveis, de constantes e de tipos, bem como a representação de expressões aritméticas e lógicas.

Neste capítulo, e nos que o sucedem, todos os conceitos são apresentados e analisados inicialmente em linguagem algorítmica, sendo a seguir comentados e exemplificados em

Pascal e C.

■ ■

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Algoritmos e Programação com Exemplos em Pascal e C

Para que um algoritmo se transforme em um programa executável, é necessário que esse seja inicialmente traduzido para uma linguagem de programação pelo compilador correspondente, que irá gerar o programa a ser executado. Essa tradução é feita com base na gramática da linguagem. Nesse processo, cada símbolo, cada palavra e cada construção sintática utilizados no programa devem ser reconhecidos pelo compilador. Isso é possível porque toda linguagem de programação possui uma gramática bem definida que rege a escrita dos programas, ou seja, que define sua sintaxe.

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Medium 9788580551686

Capítulo 6 - Redes sem Fio e IP Móvel

Behrouz A. Forouzan, Firouz Mosharraf Grupo A PDF Criptografado

C APÍTULO

6

Redes sem Fio e IP Móvel

D

iscutimos redes com fios (também chamadas redes cabeadas ou redes guiadas) no Capítulo 5.

Neste capítulo, apresentamos as redes sem fio. Discutiremos diversas tecnologias sem fio, incluindo LANs e outras redes sem fio, como telefonia celular, satélites e redes de acesso.

A natureza das redes sem fio é diferente daquela das LANs com fio, conforme veremos neste capítulo. A utilização de outras redes sem fio, como telefonia celular e comunicação via satélite, está aumentando na Internet. Dedicamos uma seção deste capítulo ao IP móvel: o uso do protocolo

IP com estações móveis.

A tecnologia sem fio abrange, na realidade, tanto a camada de enlace de dados como a camada física da pilha de protocolos TCP/IP. Aqui, nos concentraremos principalmente nas questões relacionadas à camada de enlace de dados, adiando questões relativas à camada física até o Capítulo 7.

Este capítulo é dividido em três seções:

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Medium 9786581335076

Capítulo 3 - Métodos de pesquisa aplicados à informática em saúde

Tiago Kuse Colicchio Grupo A ePub Criptografado

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>> OBJETIVOS

AO FINAL DESTE CAPÍTULO, O LEITOR ESTARÁ PREPARADO PARA:

■Descrever os principais propósitos da condução de avaliações de informática em saúde.

■Discutir como o escopo do projeto e seus propósitos contribuem para a generalização dos resultados de uma avaliação de informática em saúde.

■Descrever os principais métodos qualitativos utilizados em avaliações de informática em saúde.

■Descrever os principais métodos quantitativos utilizados em avaliações de informática em saúde.

■Discutir as vantagens e desvantagens dos métodos pré-teste/pós-teste e séries temporais interrompidas para a condução de avaliações de informática em saúde.

■Descrever as principais variáveis avaliadas em análises de satisfação do usuário do prontuário eletrônico do paciente.

>> RESUMO

Intervenções de informática em saúde consistem no desenvolvimento, teste e implantação de ferramentas de apoio ao fluxo de trabalho e processo decisório dos profissionais de saúde. Avaliações de informática em saúde, por sua vez, consistem na aplicação de um conjunto de métodos e ferramentas para avaliar a qualidade das soluções desenvolvidas, ou para avaliar os resultados produzidos por elas em ambientes clínicos reais. Profissionais e pesquisadores clínicos e de informática em saúde são os principais envolvidos nessas avaliações, que têm um papel fundamental para a produção de evidência científica e geração do conhecimento necessário ao desenvolvimento de sistemas de informação em saúde mais eficazes. Neste capítulo são apresentados os principais propósitos da avaliação de intervenções de informática em saúde e os métodos e ferramentas mais utilizados nessas avaliações.

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