2069 capítulos
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8.8 Programação funcional

Flanagan David Grupo A PDF Criptografado

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Parte I

JavaScript básica

8.7.7 Objetos que podem ser chamados

Aprendemos na Seção 7.11 que existem objetos “semelhantes a arrays” que não são arrays reais, mas podem ser tratados como arrays para a maioria dos propósitos. Existe uma situação semelhante para funções. Um objeto que pode ser chamado é qualquer objeto que possa ser chamado em uma expressão de invocação de função. Todas as funções podem ser chamadas, mas nem todos os objetos que podem ser chamados são funções.

Os objetos que podem ser chamados e que não são funções são encontrados em duas situações nas implementações atuais de JavaScript . Primeiramente, o navegador Web IE (versão 8 e anteriores) implementa métodos do lado do cliente, como Window.alert() e Document.getElementsById(), usando objetos hospedeiros que podem ser chamados, em vez de objetos Function nativos. Esses métodos funcionam da mesma maneira no IE e em outros navegadores, mas não são realmente objetos

Function. O IE9 passou a usar funções verdadeiras, de modo que esse tipo de objeto que pode ser chamado vai se tornar gradualmente menos comum.

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Medium 9788577808403

1. A Divisão do Trabalho na Sociedade

Duilio ee Ávila Bêrni, Vladimir Lautert Grupo A PDF Criptografado

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A Divisão do Trabalho na Sociedade

Duilio de Avila Bêrni, Vladimir Lautert e Adelar Fochezatto

1.1 A ATIVIDADE ECONÔMICA DA SOCIEDADE HUMANA

A unidade fundamental que caracteriza os indivíduos humanos reside em seu privilegiado grau de consciência relativamente à existência dos outros animais e coisas. Desta forma, nossa consciência da existência simultânea de “um mundo lá fora”

(Cirne-Lima, 2002) e de um mundo interior constituem a dualidade básica da psiquê humana. A consciência de estarmos-no-mundo aponta para o contraste entre nossa própria individualidade e a existência de outros entes: “penso, logo existo”

é o marco inicial da filosofia racionalista. Ademais, ao fazer-se consciente de si, o homem toma ciência de que o “mundo lá fora”, chamado pelo instigante filósofo de

“realidade realmente real”, determina e é influenciado pela consciência que temos de nossa própria existência. Nosso grau de compreensão do mundo lá fora avança com a construção da própria história humana, a cultura e o movimento civilizatório, emulado com a qualidade com que construímos o mundo da realidade imaginada.

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Medium 9788580555486

Capítulo 9 - Capacitação da organização – tomada de decisão

Paige Baltzan Grupo A PDF Criptografado

C A P Í T U LO

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Capacitação da organização – tomada de decisão

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

9.1 Explicar a importância da tomada de decisão para os gestores em cada um dos três principais níveis da organização, além das características de decisão associadas.

9.2 Classificar os diferentes sistemas de apoio operacional, sistemas de apoio à gestão e sistemas

de apoio estratégicos, e explicar como os gestores podem utilizar esses sistemas para tomar decisões e obter vantagens competitivas.

9.3 Descrever a inteligência artificial e identificar seus cinco tipos principais.

Tomando decisões de negócios

As estratégias de Porter descritas na Unidade 1 sugerem que a entrada nos mercados deve acontecer quando de posse de uma vantagem competitiva, seja de liderança de custo global, de diferenciação ou de foco. Para alcançar esses resultados, os gestores precisam tomar decisões e prever as necessidades e requisitos de negócios futuros. A questão mais importante e mais desafiadora que os gestores enfrentam atualmente é como estabelecer as bases para o sucesso de amanhã, ao mesmo tempo que concorrem para vencer no ambiente de negócios de hoje. A empresa não terá um futuro se não cultivar estratégias para o amanhã. O objetivo desta seção é dar mais detalhes sobre o Modelo das Cinco Forças de

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Medium 9788565837194

17.6 Eventos de roda do mouse

Flanagan David Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 17 Tratando eventos

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17.6 Eventos de roda do mouse

Todos os navegadores modernos suportam rodas de mouse e disparam eventos quando o usuário gira a roda do mouse. Muitas vezes os navegadores usam a roda do mouse para rolar o documento ou aproximar e afastar, mas é possível cancelar o evento mousewheel para evitar essas ações padrão.

O objeto evento passado para uma rotina de tratamento de “roda do mouse” tem uma propriedade wheelDelta que especifica quanto o usuário girou a roda. Um “clique ” de roda do mouse girando na direção contrária a do usuário geralmente é um delta de 120 e um clique na sua direção é -120. No

Safari e no Chrome, para suportar mouses da Apple que contêm uma trackball bidimensional, em vez de uma roda de mouse unidimensional, o objeto evento tem propriedades wheelDeltaX e wheelDeltaY, além de wheelDelta, sendo que wheelDelta e wheelDeltaY têm sempre o mesmo valor.

No Firefox, você pode usar o evento não padronizado DOMMouseScroll, em vez de mousewheel, e usar a propriedade detail do objeto evento, em vez de wheelDelta. Entretanto, a escala e o sinal dessa propriedade detail são diferentes de wheelDelta: multiplique detail por -40 para calcular o valor de wheelDelta equivalente.

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Medium 9788536510859

6 - Definição da Interface

ALVES, William Pereira Editora Saraiva PDF Criptografado

6

Definição da

Interface

Para começar

Neste capítulo estudaremos os fundamentos e a importância da interface entre humano e máquina; os tipos de qualidade do software; a evolução das interfaces com o usuário; interface caractere × interface gráfica; a prototipação de interfaces e as categorias de padrões de interfaces para sistemas web.

6.1 Fundamentos da interface humano-computador

Antes de partirmos para a definição do layout do nosso site, faz-se necessária uma pequena introdução aos fundamentos da interface humano-computador. Esse assunto é importante tendo em vista que se trata de uma área de estudo da forma como as pessoas interagem com os sistemas computacionais durante a realização de suas atividades. Esse estudo visa aprimorar a interface desses sistemas de maneira a deixá-los mais agradáveis em sua utilização, como, por exemplo, a identificação fácil de suas funcionalidades e opções.

O objetivo principal dessa área da computação é permitir que sejam desenvolvidas interfaces tão simples que o usuário seja capaz de utilizá-las naturalmente, sem ter a preocupação de entender como funciona cada elemento que as compõem.

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