42 capítulos
Medium 9788521636687

Capítulo 9 Modelagem em UML

Wilson de Pádua PAULA FILHO Grupo Gen ePub Criptografado

Este padrão provê um guia de estilo para a confecção de modelos em UML 2.0. É aplicável aos dois principais modelos usados neste livro, o Modelo do problema e o Modelo da solução. Diretrizes específicas para cada um desses modelos são apresentadas nos capítulos seguintes. As diretrizes deste capítulo podem ser usadas também para outros modelos UML que venham a ser adotados em processos personalizados, como modelos de negócio e de sistema.

Algumas das diretrizes aqui definidas são baseadas nas propostas de S. Ambler [Ambler05].1 São adotadas também algumas das recomendações apresentadas por B. Smith [Smith08], procurando-se manter regras que sejam aplicáveis, de forma geral, a ferramentas integradas ao ambiente Eclipse. Na maior parte, as diretrizes se originaram da experiência com o processo Praxis.

Os próprios modelos devem ser estereotipados, conforme o objetivo deles, usando-se os estereótipos mostrados na Tabela 9.1. Outros estereótipos são aplicáveis a pacotes internos.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521636694

Capítulo 2 Capacitação em procesos

Wilson de Pádua PAULA FILHO Grupo Gen ePub Criptografado

Um programa de melhoria de processos não pode ser desenhado de maneira intuitiva. Ele deve refletir o acervo de experiência dos profissionais e organizações da área. Diversas organizações do mundo propuseram paradigmas para a melhoria dos processos dos setores produtivos; em particular, algumas desenvolveram modelos de referência para a melhoria dos processos de software. Interessam aqui, especialmente, os paradigmas chamados de modelos de maturidade de capacitação (capability maturity model): modelos que contêm os elementos essenciais de processos eficazes para uma ou mais disciplinas, e descrevem um caminho de melhoria evolutiva que parte de processos imaturos e ad hoc, até chegar a processos maduros e disciplinados, que melhoram de forma significativa a qualidade dos produtos e a eficácia do trabalho [CMMI10].

Um modelo de maturidade de capacitação serve de referência para avaliar a maturidade dos processos de uma organização. Isso é feito comparando-se as práticas reais da organização com aquelas que o modelo de capacitação prescreve ou recomenda. Essa apreciação (appraisal) produz um diagnóstico da organização quanto à maturidade de seus processos oficiais e reais. O diagnóstico serve de base para recomendações de melhoria de processos, e essas recomendações podem ser consolidadas em um plano de melhoria, como sugere o modelo IDEAL.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521636694

Capítulo 3 Gestão da qualidade

Wilson de Pádua PAULA FILHO Grupo Gen ePub Criptografado

Este capítulo trata de assuntos referentes à qualidade em projetos e produtos de software. O Glossário do IEEE define qualidade como “Grau de conformidade de um sistema, componente ou processo com os respectivos requisitos”, ou, alternativamente, como “Grau de conformidade de um sistema, componente ou processo com as necessidades e expectativas de clientes ou usuários”. Ambas as definições refletem aspectos importantes da qualidade; diversos autores apresentam outras definições, geralmente girando em torno dos temas de conformidade com os requisitos e atendimento das expectativas. Naturalmente, pode haver diferenças entre as aplicações dessas definições, se os requisitos explícitos não refletirem corretamente as necessidades reais. Como salienta [Glass03], a qualidade é definida por uma coleção de atributos, sendo funcionalidade, confiabilidade, satisfação do usuário e desempenho aspectos importantes, mas parciais.

Um conceito central deste capítulo é o de garantia da qualidade, definida pelo Glossário do IEEE como “Conjunto planejado e sistemático de ações necessárias para estabelecer um nível adequado de confiança de que um item ou produto está em conformidade com seus requisitos técnicos”. Essas ações incluem ações preventivas, como o uso de processos e ferramentas adequadas e a capacitação das equipes no uso desses processos e ferramentas. A definição de garantia da qualidade constante do CMMI enfatiza a aderência aos processos: “Conjunto planejado e sistemático de meios para garantir à gerência que os padrões, métodos, práticas e procedimentos definidos por um processo são aplicados”.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521636694

Capítulo 9 O engenheiro de software

Wilson de Pádua PAULA FILHO Grupo Gen ePub Criptografado

A profissão de Engenheiro de software é uma das profissões mais demandadas nas áreas de alta tecnologia e, ao que tudo indica, continuará a sê-lo no futuro previsível. Não apenas grandes empresas de software estão entre as maiores do mundo como as empresas de petróleo, automóveis, comércio e bancos, que formam a maioria no topo da lista, são todas grandes consumidoras de tecnologia da informação.

Política e economicamente, a indústria de software tem um papel global importante. No segundo país mais populoso do mundo, a Índia, o software representa um dos principais produtos de exportação. A indústria de software contribuiu para transformar a Irlanda, um país pequeno que, historicamente, sempre tinha sido um dos mais pobres da Europa, em um dos países de maior renda per capita do mundo (apesar das crises mundiais do passado recente). O conceito de combater a exclusão digital faz parte de muitas políticas de distribuição de renda, no Brasil e no mundo.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521636687

Capítulo 12 Documentação Para Usuários

Wilson de Pádua PAULA FILHO Grupo Gen ePub Criptografado

Esse documento tem o objetivo de fornecer as regras mínimas que devem ser seguidas pela estrutura e pelo conteúdo informativo de um manual de usuário. Nele são abordados aspectos relacionados a manuais impressos e on-line. Esse conjunto de recomendações e regras deve ser suplementado com Manuais de estilo específicos para determinados ambientes de desenvolvimento e tipos de produto.

A referência básica desse padrão é o padrão IEEE para documentação para usuários [IEEE01]. Diretrizes para o processo de desenvolvimento de manuais de estilo foram publicadas por E. Schaffer [Schaffer04].

Devem-se adotar formatos padronizados para cada família de produtos correlatos (por exemplo, produzidos para o mesmo cliente, ou para determinada área de aplicação). Essa padronização deve ser feita através de gabaritos (templates) colocados à disposição dos autores do manual de usuário, de preferência on-line. Os formatos de itens do documento, tais como tamanho da página, estilos de texto, leiautes, estilos de títulos, numeração de página e elementos gráficos (por exemplo, logomarcas), devem estar definidos nesse gabarito.

Ver todos os capítulos

Visualizar todos os capítulos