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Medium 9788582604328

Capítulo 4 - Crie uma lista de tarefas

Carl Chatfield, Timothy Johnson Grupo A PDF Criptografado

Crie uma lista de tarefas

As tarefas são a parte mais básica do plano de qualquer projeto.

Elas representam o trabalho a ser feito para atingir os objetivos do plano. As tarefas descrevem o trabalho em termos de dependências, duração e necessidade de recursos. No Project 2016, existem vários tipos de tarefas. Isso inclui tarefas resumo, subtarefas e tarefas de marco (todas discutidas neste capítulo). Em termos mais gerais, o que no Project chamamos de tarefas, às vezes também são chamadas de atividades ou pacotes de trabalho.

Este capítulo mostra os procedimentos relacionados ao seguinte: criação de tarefas, inserção de duração e data das tarefas, inserção de tarefas de marco, criação de tarefas resumo, vinculação de tarefas para criar dependências, troca do agendamento de tarefas de manual para automático, verificação da duração e da data de término de um plano e documentação de informações de tarefas.

4

Neste capítulo

᭿ Crie tarefas

᭿ Insira a duração e a data das tarefas

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Medium 9788577800674

LIÇÃO 2 Trabalhando com uma apresentação

Aldir José Coelho Corrêa da Silva Grupo A PDF Criptografado

LIÇÃO

2

Trabalhando com uma apresentação

Depois desta lição, você será capaz de:

Criar uma nova apresentação usando um modelo de design.

Inserir texto no painel de slides.

Criar um novo slide.

Inserir texto na guia Tópicos.

Editar texto no modo Normal.

Inserir anotações do orador no painel de anotações e no modo de anotações.

✔ Inserir slides de outras apresentações.

✔ Reorganizar slides no modo de classificação de slides.

✔ Exibir slides no modo de apresentação de slides.

TERMOS-CHAVE

espaço reservado de texto modelo de design objeto de texto

Para trabalhar de forma eficiente com o Microsoft PowerPoint, você precisa se familiarizar com os recursos importantes dele. Na lição anterior, você aprendeu a criar uma apresentação usando o Assistente de AutoConteúdo, a alterar o texto do título e do parágrafo, a alterar modos de exibição, a passar de um slide para outro e a salvar uma apresentação.

Após criar uma apresentação de relatório de progresso para o programa de treinamento de funcionários da Contoso Ltda, você decidiu usar o PowerPoint para desenvolver o conteúdo do programa. A próxima etapa é começar uma nova apresentação e desenvolver o conteúdo da primeira sessão de treinamento, “Recrutando novos clientes”. Seu gerente de vendas lhe deu vários slides para serem incluídos na apresentação.

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Medium 9788521617419

Capítulo 3 - Representação de Dados

DALE, Nell; LEWIS, John Grupo Gen PDF Criptografado

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Representação de Dados

Quando faz uma viagem de carro, você provavelmente segue um mapa rodoviário. O mapa não é o terreno sobre o qual você viaja, mas, em vez disso, uma representação daquele terreno. O mapa capturou parte da informação necessária para realizar o objetivo de ir de um lugar a outro.

Da mesma forma, os dados que precisamos armazenar e gerenciar em um computador têm que ser representados de uma maneira que capture a essência da informação que nos interessa e têm que fazê-lo de uma forma conveniente para o processamento computacional. Partindo dos conceitos fundamentais do sistema de numeração binário estabelecido no

Capítulo 2, esse capítulo explora como representamos e armazenamos os vários tipos de dados que um computador gerencia.

Objetivos

Após estudar este capítulo, você deverá ser capaz de:

distinguir dados analógicos de dados digitais. explicar compressão de dados e calcular razões de compressão. explicar os formatos binários para valores negativos e de ponto flutuante. descrever as características dos conjuntos de caracteres ASCII e Unicode.

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Medium 9788577260270

Capítulo 10 - Indexação Estruturada em Árvore

Raghu Ramakrishnan, Johannes Gehrke Grupo A PDF Criptografado

10

INDEXAÇÃO ESTRUTURADA

EM ÁRVORE

Qual a intuição por trás dos índices estruturados em árvore? Por que são bons para seleção por intervalo?

Como um índice ISAM manipula a pesquisa, inserção e exclusão?

Como um índice de árvore B+ manipula a pesquisa, inserção e exclusão?

Qual o impacto de valores de chaves duplicados na implementação de índices?

O que é compressão de chaves e por que é importante?

O que é carregamento em massa e por que é importante?

O que acontece a identificadores de registros quando índices dinâmicos são atualizados? Como isso afeta índices agrupados?

Conceitos-chave: ISAM, índices estáticos, páginas de overflow, questões de bloqueio; árvores B+, índices dinâmicos, balanceamento, conjuntos de seqüência, formato de nó; operação de inserção em árvores B+, separação de nó, operação de exclusão, intercalação versus redistribuição, ocupação mínima, duplicatas, páginas de overflow, inclusão de rids em chaves de pesquisa; compressão de chaves; carregamento em massa; efeito de separações em rids em índices agrupados.

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Medium 9788577260454

Capítulo 16: Mais sobre a UML

Stephen R. Schach Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

16

Mais sobre a UML

Objetivos de Aprendizagem

Após estudar este capítulo, você deverá ser capaz de:

• Modelar software usando casos de uso da UML, diagramas de classes, notas, diagramas de casos de uso, diagramas de interação, diagramas de estados, diagramas de atividades, pacotes, diagramas de componentes e diagramas de entrega.

• Perceber que a UML é uma linguagem, e não uma metodologia.

Ao longo deste livro, foram introduzidos vários elementos da UML (Booch, Rumbaugh e Jacobson, 1999). Mais especificamente, as notações para diagramas de classes, herança, agregação e associação foram descritas no Capítulo 7. No Capítulo 10, foram introduzidos os casos de uso, os diagramas de casos de uso e as notas. No Capítulo 12, foram acrescentados os diagramas de estados, os diagramas de colaborações e os diagramas seqüenciais.

Esse subconjunto da UML é adequado para compreender o conteúdo deste livro e para fazer todos os exercícios, bem como no projeto do Apêndice A. Entretanto, os produtos de software do mundo real são, infelizmente, muito maiores e consideravelmente mais complexos do que os do estudo de caso da MSG Foundation ou do projeto do Apêndice A.

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