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Capítulo 25 - Teste de aplicações para Web

Roger S. Pressman, Bruce R. Maxim Grupo A PDF Criptografado

25 Teste de aplicações para Web

Conceitos-chave estratégia . . . . . . . . . . . . . 543 planejamento . . . . . . . . . 543 qualidade, dimensões da . . . . . . . . . 541 teste da interface do usuário . . . . . . . . . . . . 549 teste de banco de dados. . . . . . . . . . . . . . 546 teste de carga . . . . . . . . . 562 teste de configuração. . . 558 teste de conteúdo. . . . . . 545 teste de desempenho. . . 560 teste de esforço

(stress) . . . . . . . . . . . . . . . 562 teste de navegação . . . . . 556 teste de segurança . . . . . 559 teste no nível de componente . . . . . . . . . . 554 testes de compatibilidade . . . . . . . 553 testes de usabilidade . . . 552

Há certa urgência que sempre permeia um projeto de WebApp (aplicações para Web). Os grupos de envolvidos – preocupados com a competição de outras WebApps, coagidos pelas exigências do cliente e temerosos com a perda de um nicho de mercado – fazem pressão para colocá-la online. Como resultado, as atividades técnicas que muitas vezes ocorrem mais tarde no processo, como teste, dispõem algumas vezes de um prazo muito curto. Isso pode ser um erro catastrófico. Para evitar isso, os membros da equipe precisam assegurar que cada artefato tenha alta qualidade. Wallace e seus colegas [Wal03] apontam isso quando afirmam:

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Capítulo 18 - P rojeto de aplicativos móveis

Roger S. Pressman, Bruce R. Maxim Grupo A PDF Criptografado

Projeto de aplicativos móveis

Os dispositivos móveis – smartphones, tablets, dispositivos vestíveis e outros produtos especializados – se tornaram a nova onda da computação. Em agosto de 2012, o Los Angeles Times [Rod12] noticiou:

Um novo relatório informa que, pela primeira vez na história, mais americanos possuem smartphones do que telefones normais ou sem fio.

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O relatório, publicado pela Chetan Sharma Consulting , mostra que a penetração de smartphones ultrapassou a marca dos 50% pela primeira vez nos EUA.

E a tendência não é exclusividade das quatro principais empresas de telefonia dos

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EUA. Como mostra a GigaOM , operadoras regionais e outras pequenas empresas de telefonia também estão “explorando o tesouro dos smartphones mais baratos do mercado”.

PANORAMA

O que é? O projeto de aplicativos móveis (MobileApps) abrange atividades técnicas e não técnicas: estabelecer a percepção e a aparência do aplicativo móvel, criar o layout estético da interface do usuário, estabelecer o ritmo da interação do usuário, definir a estrutura arquitetural geral, desenvolver o conteúdo e a funcionalidade residentes na arquitetura e planejar a navegação que ocorre no aplicativo. É preciso dar atenção especial aos elementos que adicionam reconhecimento de contexto ao aplicativo móvel.

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Capítulo 26 - Teste de aplicativos móveis

Roger S. Pressman, Bruce R. Maxim Grupo A PDF Criptografado

Teste de aplicativos móveis

O mesmo senso de urgência que orienta os projetos de WebApp também se aplica aos projetos de aplicativos móveis. Os envolvidos estão preocupados em não perder uma oportunidade do mercado e fazem pressão para ter o aplicativo móvel disponível nas lojas. As atividades técnicas que muitas vezes ocorrem mais tarde no processo, como testes de desempenho e segurança, dispõem algumas vezes de um prazo muito curto. O teste de usabilidade, que deve ocorrer durante a fase de projeto, pode acabar sendo adiado para pouco antes da distribuição. Esses erros podem ser catastróficos. Para evitar essa situação, os membros da equipe precisam assegurar que cada artefato tenha alta qualidade. Um relatório técnico divulgado por Soasta [Soa11] resume isso:

A tecnologia móvel está crescendo mais rapidamente do que outras tecnologias o fizeram no passado – talvez seja a curva de adoção mais rápida da história. E isso tem implicações importantes para seu modelo de negócio. Você chega mais rápido ao mercado, mas também precisa estar preparado para a rápida adoção. Se seu aplicativo tiver desempenho deficiente ou falhar sob carga, muitos concorrentes estarão prontos para tomar seu lugar – as barreiras de entrada são baixas.

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Capítulo 11 - Modelagem de requisitos: comportamento, padrões e WebApps/aplicativos móveis

Roger S. Pressman, Bruce R. Maxim Grupo A PDF Criptografado

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Conceitos-chave diagramas de sequência . . . . . . . . . . . . . 205 diagramas de estados. . . 204 eventos . . . . . . . . . . . . . . . 203 modelo comportamental . . . . . . . 203 modelo de conteúdo . . . 216 modelo de interação . . . 217 modelo de navegação . . 220 modelo funcional . . . . . . 218 modelo de configuração . . . . . . . . . . 219 padrões de análise . . . . . 208 representações de estados . . . . . . . . . . . . 204

Modelagem de requisitos: comportamento, padrões e

WebApps/aplicativos móveis

Após nossa discussão sobre modelos baseados em cenários e em classes, nos

Capítulos 9 e 10, podemos nos perguntar: “Essas representações de modelagem de requisitos não são suficientes?”

A única resposta adequada é: “Depende”.

Para alguns tipos de software, o caso de uso poderia ser a única representação de modelagem de requisitos exigida. Para outros, é escolhida uma abordagem orientada a objetos, e modelos baseados em classes poderiam ser desenvolvidos. Porém, em outras situações, requisitos de aplicação complexos poderiam exigir um exame de como uma aplicação se comporta como consequência de eventos externos; se o conhecimento do domínio existente pode ser adaptado ao problema atual; ou, no caso de sistemas e aplicações baseadas na Web (WebApps) ou aplicativos móveis, como o conteúdo e a funcionalidade combinados poderiam proporcionar a um usuário a capacidade de navegar com êxito por uma aplicação para atingir metas de utilização.

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Capítulo 17 - Projeto de WebApps

Roger S. Pressman, Bruce R. Maxim Grupo A PDF Criptografado

Projeto de WebApps

Em seu respeitado livro sobre projeto para Web, Jakob Nielsen [Nie00] afirma:

“Existem, essencialmente, duas abordagens básicas para projeto: o ideal artístico de se expressar e o ideal de engenharia de resolver um problema para um cliente”. Durante a primeira década de desenvolvimento da Web, o ideal artístico foi a abordagem que muitos desenvolvedores escolheram. O projeto ocorria de maneira assistemática e normalmente era feito à medida que o código

HTML era gerado. O projeto se desenvolveu a partir de uma visão artística que evoluiu junto com a construção de WebApps.

Mesmo hoje, muitos desenvolvedores Web usam WebApps como a representação perfeita de um “projeto limitado”. Eles argumentam que o imediatismo e a volatilidade das WebApps aliviam o processo de projeto formal; que o projeto evolui à medida que uma aplicação é construída (implementada); e que relativamente pouco tempo deve ser gasto na criação de um modelo de projeto mais detalhado. Esse argumento tem seus méritos, mas apenas para

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Capítulo 4 - Educação em informática em saúde

Tiago Kuse Colicchio Grupo A ePub Criptografado

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>> OBJETIVOS

AO FINAL DESTE CAPÍTULO, O LEITOR ESTARÁ PREPARADO PARA:

■Descrever o caminho percorrido pela informática em saúde para que ela seja hoje reconhecida internacionalmente como uma especialidade.

■Identificar os principais recursos que formam o corpo de conhecimento da especialidade de informática em saúde.

■Discutir as vantagens e desvantagens dos treinamentos de curta e longa duração.

■Descrever os principais tipos de treinamento disponíveis para a formação de especialistas em informática em saúde.

■Sumarizar as experiências de projetos de educação a distância nos Estados Unidos e na América Latina.

>> RESUMO

A área de informática em saúde possui hoje todo o corpo de conhecimento necessário para ser considerada uma especialidade. Após as primeiras aplicações de computadores em pesquisas biomédicas e assistência em saúde nos Estados Unidos, entre os anos de 1950 e 1960, o conhecimento produzido por atividades de pesquisa e desenvolvimento na área tem sido disseminado por livros, revistas acadêmicas, conferências especializadas, programas educacionais e certificações. O interesse e a necessidade de formar profissionais especializados têm aumentado nas últimas décadas em resposta ao crescente uso de tecnologias da informação e comunicação aplicadas à saúde. Hoje em dia, diversas modalidades de programas de treinamento e certificações de profissionais da área são oferecidas por uma variedade de organizações e instituições de ensino. Neste capítulo são apresentados os principais recursos de produção e disseminação de conhecimento da área, bem como os principais programas de treinamento de profissionais especializados. Também são discutidos os treinamentos voltados para profissionais clínicos e os programas de educação continuada no modelo de educação a distância (EAD).

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Capítulo 15 - O sistema de saúde do futuro

Tiago Kuse Colicchio Grupo A ePub Criptografado

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>> OBJETIVOS

AO FINAL DESTE CAPÍTULO, O LEITOR ESTARÁ PREPARADO PARA:

■Discutir as principais funcionalidades e características do prontuário eletrônico do paciente do futuro e qual será a importância delas para apoiar o processo decisório no sistema de saúde do futuro.

■Discutir como será a prestação de assistência em saúde no futuro.

■Discutir as potenciais consequências não esperadas dos avanços tecnológicos em saúde.

>> RESUMO

Embora a informática em saúde seja uma área do conhecimento relativamente nova e, em decorrência de diversas limitações, o prontuário eletrônico do paciente (PEP) não seja visto com bons olhos por muitos profissionais de saúde, caso as forças que promovem inovação sejam aplicadas da maneira correta, o futuro da informática em saúde e do PEP pode ser bastante promissor. Em um futuro próximo, o PEP deve adquirir um protagonismo jamais visto: por meio dele, decisões importantes do cuidado do paciente serão tomadas de forma mais precisa e ágil. O paciente do futuro será privilegiado por receber cuidado em um sistema de saúde mais eficaz, onde os profissionais terão acesso a uma série de ferramentas essenciais para garantir a continuidade do cuidado do paciente para além das fronteiras organizacionais. Entretanto, os mesmos avanços tecnológicos que nos levarão à medicina do futuro inevitavelmente introduzirão novas modalidades de problemas, e consequências não esperadas surgirão, exigindo atenção redobrada dos entes envolvidos na construção do sistema de saúde do futuro.

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Capítulo 1 - Informática em saúde: conceitos fundamentais e evolução histórica

Tiago Kuse Colicchio Grupo A ePub Criptografado

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>> OBJETIVOS

AO FINAL DESTE CAPÍTULO, O LEITOR ESTARÁ PREPARADO PARA:

■Discutir a definição de informática em saúde, bem como as características que a diferenciam da tecnologia da informação convencional.

■Analisar os eventos históricos que contribuíram para o surgimento da área de informática em saúde e do prontuário eletrônico do paciente.

■Comparar os principais eventos históricos da área no Brasil, nos Estados Unidos e no mundo.

■Discutir as principais aplicações da informática em saúde como disciplina e como profissão.

>> RESUMO

A informática em saúde tem evoluído como uma disciplina e como uma profissão cada vez mais comum nas organizações de saúde do mundo todo. A informática em saúde incorpora processos, ferramentas, teorias e conceitos de áreas do conhecimento heterogêneas como ciência da informação, ciência da computação, ciência cognitiva e ciências da saúde (medicina, biologia, saúde pública). Os profissionais de informática em saúde utilizam ferramentas de tecnologia da informação para gerenciar e comunicar dados, informações, conhecimento e sabedoria, a fim de auxiliar o processo de decisão em saúde. O objetivo da informática em saúde é dar suporte aos profissionais envolvidos na assistência e pesquisa em saúde, visando melhorar a saúde nos níveis molecular, individual e populacional. Este capítulo explora as definições e a evolução histórica da área de informática em saúde no Brasil e no mundo.

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Capítulo 8 - Informática do consumidor

Tiago Kuse Colicchio Grupo A ePub Criptografado

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>> OBJETIVOS

AO FINAL DESTE CAPÍTULO, O LEITOR ESTARÁ PREPARADO PARA:

■Discutir a definição da disciplina de informática do consumidor.

■Definir e discutir as aplicações e usos do registro eletrônico de saúde pessoal.

■Descrever e diferenciar os tipos de registro eletrônico de saúde pessoal.

■Discutir as vantagens e desvantagens de cada tipo de registro eletrônico de saúde pessoal.

■Discutir os principais usos e impactos do registro eletrônico de saúde pessoal.

■Discutir as barreiras para a adoção do registro eletrônico de saúde pessoal.

>> RESUMO

Informática do consumidor é uma disciplina dedicada ao estudo das ferramentas necessárias para promover a participação do paciente no seu cuidado médico. O principal objeto de estudo dessa disciplina é o registro eletrônico de saúde pessoal (RESP). O RESP é uma aplicação por meio da qual o paciente pode acessar, gerenciar e compartilhar informações sobre sua saúde. Embora o RESP seja uma ferramenta relativamente nova, tem potencial para auxiliar os consumidores de serviços de saúde a tornarem-se mais engajados, contribuindo assim para a manutenção da sua saúde e bem-estar. Neste capítulo são discutidos os conceitos e ferramentas da informática do consumidor, suas aplicações e desafios.

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Capítulo 6 - Padrões de comunicação em saúde

Tiago Kuse Colicchio Grupo A ePub Criptografado

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>> OBJETIVOS

AO FINAL DESTE CAPÍTULO, O LEITOR ESTARÁ PREPARADO PARA:

■Discutir a necessidade de padrões de comunicação em saúde.

■Descrever o conceito de interoperabilidade de sistemas e seus diferentes níveis.

■Descrever o processo de criação de padrões de comunicação em saúde.

■Descrever os principais padrões de troca de dados entre sistemas de informação em saúde.

■Descrever os principais padrões de terminologia clínica utilizados na comunidade internacional.

■Discutir a necessidade e exemplos de modelos de dados clínicos.

>> RESUMO

Diversos setores da economia utilizam padrões para otimizar processos e diminuir retrabalho, e a área de informática em saúde não é uma exceção. Dados em saúde são produzidos dentro de um complexo ecossistema composto por várias organizações de saúde que operam de forma descentralizada e independente. Por conseguinte, a coordenação do cuidado do paciente é comprometida, pois, em vez de o paciente ter um único prontuário, acessível aos profissionais responsáveis pelo seu cuidado, ele possui diversos fragmentos do seu prontuário espalhados pelas instituições que o atenderam ao longo de sua vida. O uso de padrões de comunicação em saúde visa garantir a interoperabilidade de sistemas para diminuir o retrabalho com integração de sistemas distintos, aumentar o fluxo de dados e facilitar a continuidade do cuidado. Neste capítulo são apresentados os principais padrões de comunicação em saúde usados na comunidade internacional, bem como os padrões desenvolvidos e adotados no Brasil.

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Capítulo 5 - Sistemas utilizados no cuidado do paciente: o prontuário eletrônico do paciente e seus componentes

Tiago Kuse Colicchio Grupo A ePub Criptografado

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>> OBJETIVOS

AO FINAL DESTE CAPÍTULO, O LEITOR ESTARÁ PREPARADO PARA:

■Discutir as principais diferenças entre o prontuário em papel e o prontuário eletrônico.

■Descrever os modelos de adoção do prontuário eletrônico do paciente mais utilizados internacionalmente.

■Descrever os principais componentes do prontuário eletrônico do paciente: prescrição eletrônica, administração eletrônica da prescrição, sistemas de documentação clínica, sistemas de apoio à decisão clínica, sistemas departamentais e sistemas auxiliares.

■Discutir as perspectivas dos diferentes stakeholders envolvidos na adoção do prontuário eletrônico do paciente.

■Discutir os desafios e barreiras para a adoção do prontuário eletrônico do paciente.

>> RESUMO

Os capítulos anteriores introduziram os conceitos do prontuário médico e dos registros de saúde do paciente, sua evolução histórica, o advento do prontuário eletrônico do paciente (PEP) e os diferentes tipos de dados registrados no PEP. Neste capítulo são discutidas as principais diferenças entre o prontuário médico em papel e o prontuário eletrônico, os diferentes componentes do PEP e como eles são utilizados no cuidado do paciente. Também são discutidos os modelos de adoção do PEP mais empregados internacionalmente, as diferentes perspectivas dos envolvidos na adoção do PEP e os temas recorrentes sobre sua adoção e uso como ferramenta de apoio à assistência em saúde.

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Capítulo 10 - Métodos computacionais aplicados à saúde

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>> OBJETIVOS

AO FINAL DESTE CAPÍTULO, O LEITOR ESTARÁ PREPARADO PARA:

■Definir processamento de linguagem natural, big data e ciência de dados.

■Discutir a importância do processamento de linguagem natural em saúde.

■Discutir os principais usos e técnicas do processamento de linguagem natural em saúde.

■Discutir os principais desafios na aplicação do processamento de linguagem natural em saúde.

■Definir os objetivos da descoberta de conhecimento e mineração de dados em saúde.

■Discutir as competências do profissional especializado em métodos computacionais em saúde.

>> RESUMO

Este capítulo introduz o leitor ao conjunto de métodos computacionais aplicados à saúde, popularmente conhecidos como inteligência artificial em saúde. São discutidos em particular os métodos de processamento de linguagem natural (PLN) e de descoberta de conhecimento e mineração de dados (KDDM, do inglês knowledge discovery and data mining); estes últimos são componentes da ciência de dados, que recentemente tem sido incorporada aos treinamentos de informática em saúde. O PLN é uma área de pesquisa que viabiliza a extração de informações contidas em textos narrativos, e os métodos de KDDM são utilizados para a condução de análises de grandes volumes de dados conhecidos como big data. O presente capítulo discute os principais métodos, aplicações e desafios da utilização de PLN e KDDM em saúde, bem como as competências necessárias para profissionais especializados em métodos computacionais em saúde.

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Capítulo 12 - Desafios de um sistema de saúde digitalizado: a experiência americana

Tiago Kuse Colicchio Grupo A ePub Criptografado

12

>> OBJETIVOS

AO FINAL DESTE CAPÍTULO, O LEITOR ESTARÁ PREPARADO PARA:

■Discutir as principais características do sistema de saúde americano.

■Definir o programa Meaningful Use, suas características, critérios e objetivos.

■Analisar o impacto da adoção do prontuário eletrônico do paciente em nível nacional nos Estados Unidos.

■Criticar os estudos científicos que serviram de base para a criação do programa Meaningful Use.

■Descrever o conceito de “paradoxo da produtividade”.

■Sumarizar as lições aprendidas com a informatização do sistema de saúde americano e como elas podem ser aplicadas no Brasil.

>> RESUMO

Neste capítulo são apresentadas algumas características importantes do sistema de saúde americano que contribuíram diretamente para a criação do programa Meaningful Use. A experiência americana, embora bem-sucedida no que diz respeito à adoção do prontuário eletrônico do paciente (PEP), que hoje é utilizado em quase todas as organizações de saúde do país, também produziu consequências não esperadas, algumas com efeitos deletérios em diferentes níveis do sistema de saúde americano. A experiência americana será de grande valia para outros países com baixa adoção do PEP, pois estes terão a oportunidade de aprender com os erros e acertos do programa americano e evitar as consequências não esperadas observadas nesse país.

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Capítulo 2 - A complexidade dos dados em saúde

Tiago Kuse Colicchio Grupo A ePub Criptografado

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>> OBJETIVOS

AO FINAL DESTE CAPÍTULO, O LEITOR ESTARÁ PREPARADO PARA:

■Descrever os principais tipos de dados utilizados na área da saúde.

■Descrever os principais usos para os dados coletados na área da saúde.

■Descrever as principais interfaces e equipamentos usados para coletar dados em saúde.

■Discutir potenciais soluções para diminuir as dificuldades enfrentadas pelos profissionais clínicos para registrar dados no prontuário eletrônico do paciente, bem como suas vantagens e desvantagens.

>> RESUMO

Dados são um ativo de extrema importância para a área da saúde. Vários tipos de dados são produzidos durante a prestação de assistência em saúde; exemplos incluem dados narrativos, valores numéricos, sinais analógicos, imagens e arquivos de áudio e vídeo. Os dados são utilizados em saúde para diversos fins, como produzir um repositório longitudinal de dados clínicos dos pacientes, auxiliar na antecipação de riscos futuros, facilitar a comunicação entre profissionais de saúde, gerar a conta do paciente, registrar dados para uso legal e dar suporte à pesquisa clínica. Um problema persistente da informática em saúde é a dificuldade que os profissionais clínicos enfrentam para registrar dados no prontuário eletrônico do paciente (PEP). Embora muitas melhorias tenham sido desenvolvidas recentemente, esse problema persiste e gera enormes desafios tanto para os profissionais de saúde quanto para os de informática em saúde.

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Capítulo 7 - Sistemas de apoio à decisão clínica

Tiago Kuse Colicchio Grupo A ePub Criptografado

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>> OBJETIVOS

AO FINAL DESTE CAPÍTULO, O LEITOR ESTARÁ PREPARADO PARA:

■Definir e descrever os principais usos dos sistemas de apoio à decisão clínica.

■Discutir a evolução histórica e relevância dos sistemas de apoio à decisão clínica.

■Descrever as principais categorias de sistemas de apoio à decisão clínica.

■Discutir o impacto dos sistemas de apoio à decisão clínica na performance dos profissionais de saúde e na qualidade do cuidado do paciente.

■Discutir os principais desafios relacionados aos sistemas de apoio à decisão clínica.

>> RESUMO

Os sistemas de apoio à decisão clínica (SADCs) são utilizados para auxiliar os profissionais de saúde no seu processo decisório, a fim de prevenir erros, facilitar acesso a informações relevantes para o cuidado do paciente e promover a prestação de assistência em saúde. Os SADCs são um dos componentes mais relevantes do prontuário eletrônico do paciente (PEP) e têm tido um papel de notável protagonismo na área de informática em saúde. Os primeiros SADCs foram desenvolvidos nos Estados Unidos entre as décadas de 1960 e 1970 e serviram de base para os primeiros PEPs longitudinais desenvolvidos por pioneiros da informática em saúde. Ao longo dos anos, diversas funcionalidades de apoio à decisão clínica com regras lógicas complexas têm sido desenvolvidas para auxiliar os profissionais clínicos no seu processo decisório. Este capítulo discute a evolução histórica e relevância dos SADCs, apresenta exemplos de sistemas com impacto clínico positivo e os desafios relacionados ao desenvolvimento, adoção e avaliação de SADCs.

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