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Lição 5 - Trabalhe com camadas

Deke McClelland Grupo A PDF Criptografado

LIÇÃO

5

TRABALHE COM CAMADAS

TODA IMAGEM começa

como alguns canais de dados – mais comumente, um para vermelho, um para verde e um para azul – fundidos em um painel de pixels (veja a Figura 5-1). Venha a imagem de uma câmera digital mais barata ou de um scanner profissional, não importa, ela existe inteiramente em uma só camada (layer). Existe um e apenas um valor de cor para todo e qualquer pixel, sendo que não existe a transparência. Diz-se que tal imagem é achatada. Mas acrescente imagens (como os braços extras na figura) que você adicionará camadas. Cada camada serve como uma imagem independente que você pode empilhar, transformar ou mesclar com outras camadas.

Uma imagem que contém duas ou mais camadas é chamada de composição em camadas. Não há necessidade de esperar até determinado ponto, no ciclo de edição, para formar tal composição – você pode adicionar camadas quando quiser, como fizemos várias vezes nas lições anteriores. Mas as camadas podem fazer mais do que apenas adicionar imagens manipuláveis em sua composição. Elas oferecem infinitas maneiras de controlar como os componentes da imagem funcionam em conjunto para produzir a aparência final de seu trabalho de arte.

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Lição 7 - Nitidez e smart objects

Deke McClelland Grupo A PDF Criptografado

LIÇÃO

7

NITIDEZ E SMART OBJECTS

O PHOTOSHOP OFERECE mais de cem filtros, alguns dos quais já encontramos em lições anteriores. Alguns filtros modificam o contraste de pixels vizinhos, outros traçam os contornos de uma fotografia e outros ainda deformam uma imagem movendo pixels para novas posições.

(Veja exemplos na Figura 7-1.)

Filter Blur Surface

Filter Artistic Colored Pencil Filter Distort Shear

Fotografia original istockphoto.com/humonia

Fotografia original

Figura 7-1

Pode-se dizer que os filtros mais úteis estão relacionados à nitidez de uma imagem; isto é, remover a suavidade aumentando o contraste nas bordas. Toda fotografia precisa de alguma nitidez para salientar os detalhes que, de outro modo, se perderiam na transferência entre a câmera, o computador e a impressão. Mas fique atento: a nitidez não resolve um foco ruim.

Nenhuma quantidade de filtro compensará os problemas de profundidade de campo. No entanto, nenhuma imagem com foco perfeito será “fantástica” sem a aplicação da quantidade de nitidez apropriada.

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Capítulo 9 - Implementação de aplicativos

Andrew Bettany & Andrew Warren Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 9

Implementação de aplicativos

Sem aplicativos, um computador é apenas um dispositivo eletrônico de pouco uso prático.

Contudo, depois de instalados aplicativos, o computador se torna quase que infinitamente útil. Assim, é importante saber instalar, configurar e manter aplicativos em dispositivos que executam Windows 10.

O Windows 10 suporta aplicativos de área de trabalho e aplicativos da Windows

Store. Esses dois tipos de aplicativos são instalados e gerenciados de formas diferentes. Os aplicativos de área de trabalho tendem a ser programas de software grandes, complexos e de finalidade múltipla, normalmente projetados para computadores de mesa e laptops.

Os aplicativos da Windows Store são projetados para serem usados em várias plataformas, incluindo desktops e laptops e, mais notadamente, em dispositivos de toque menores, como celulares e tablets. Muitos desses aplicativos são pequenos e específicos, projetados para executar apenas uma tarefa ou um pequeno subconjunto de tarefas.

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Capítulo 13 - Configuração da recuperação do sistema e de dados

Andrew Bettany & Andrew Warren Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 13

Configuração da recuperação do sistema e de dados

Neste capítulo examinamos como configurar opções de recuperação do sistema e de dados do Windows 10. Caso tenha experiência com uma versão anterior de Windows, talvez você já conheça muitas das opções, pois algumas estão incluídas no Windows 10. Para a preparação para o exame recomenda-se trabalhar com todos os assistentes e ferramentas, para ter certeza de se sentir à vontade em cada processo, prestando especial atenção às opções mais recentes.

Objetivos deste capítulo:

JJ

Configurar uma unidade de recuperação

JJ

Configurar a restauração do sistema

JJ

Fazer uma atualização ou reciclagem

JJ

Executar operações de recuperação usando Windows Recovery

JJ

Configurar pontos de restauração

JJ

Usar Windows Backup and Restore

JJ

Fazer backup e restaurar com WBAdmin

JJ

Configurar File History

JJ

Restaurar versões anteriores de arquivos e pastas

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Capítulo 3 - Configuração de dispositivos e drivers de dispositivo

Andrew Bettany & Andrew Warren Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 3

Configuração de dispositivos e drivers de dispositivo

O Windows 10 identifica e configura o hardware durante a instalação inicial. Ao receber um dispositivo com Windows 10, normalmente o usuário vai querer adicionar seu próprio hardware e periféricos, como uma impressora, um mouse Bluetooth ou uma webcam.

Neste capítulo vamos aprender como o Windows 10 instala drivers para novos dispositivos e hardware, e como manter esses drivers, atualizá-los e resolver problemas que eles possam ter.

Objetivos deste capítulo:

JJ

Instalar dispositivos

JJ

Atualizar, desabilitar e reverter drivers

JJ

Resolver problemas de driver

JJ

Configurar ajustes de driver

JJ

Fazer a assinatura de driver

JJ

Gerenciar pacotes de driver

JJ

Baixar e importar pacotes de driver

JJ

Usar a ferramenta Deployment Image And Service Management (DISM) para adicionar pacotes

Objetivo: Instalar dispositivos

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Capítulo 14 - Configuração de autorização e autenticação

Andrew Bettany & Andrew Warren Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 14

Configuração de autorização e autenticação

Autenticação é o processo de verificar a identidade de um principal de segurança: um usuário, um grupo, um computador ou outro dispositivo, um serviço ou processo. A autorização ocorre depois que o principal de segurança foi autenticado e é o processo de garantir acesso a um recurso para um principal de segurança identificado.

No Windows 10 a autenticação pode ser implementada de diversas maneiras. É importante conhecer os vários métodos de autenticação e saber habilitá-los e configurá-los, para ajudar a garantir que sua rede e dispositivos conectados permaneçam seguros.

Como resultado, o Exame 70-698 – Instalação e Configuração do Windows traz questões relacionadas a métodos de autenticação, gerenciamento de contas e credenciais e segurança de dispositivos.

Objetivos deste capítulo:

JJ

Configurar contas de usuário

JJ

Configurar Microsoft Passport e Windows Hello

JJ

Gerenciar segurança de credencial

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Capítulo 4 - Iterando em direção à agilidade

Mike Cohn Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 4

Iterando em direção

à agilidade

H

istoricamente, quando uma empresa precisava mudar, ela adotava um

“programa de mudança”. A mudança era projetada, tinha um começo e um fim identificáveis e era imposta pelas camadas hierárquicas superiores. Isso funcionava bem em uma área em que a mudança só era necessária uma vez em um período de alguns anos. Christopher Avery escreveu: “Acho que nos anos 60 e 70 essa abordagem provavelmente funcionava melhor do que nos anos 90 e hoje porque a frequência das mudanças se intensificou à medida que a competição se tornou global e o modelo ruiu” (2005, 18). Avery continua seu raciocínio dizendo que, “se as mudanças estão ocorrendo tão rápida e impetuosamente a ponto de a mudança programada não funcionar, talvez tenhamos que nos adaptar (organizacionalmente falando) para assimilar, continuamente, um número muito maior de mudanças menores” (2005, 20).

Independentemente de estar apenas começando a adotar o Scrum ou de estar no momento em que está pronto para fazer ajustes em sua maneira de usá-lo, você deve gerenciar o esforço de uma maneira ágil. Seguir um processo de transição iterativo – fazer pequenas mudanças continuamente – é um modo lógico de adotar um processo de desenvolvimento que seja, ele próprio, iterativo. Esse curso de ação terá muito mais probabilidades de resultar em uma transição bem-sucedida e sustentável. Por isso acho que o esforço de adotar o

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Capítulo 15 - Planejamento

Mike Cohn Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 15

Planejamento

Somos ágeis; não planejamos” e “Terminaremos quando terminarmos” eram declarações comuns nos primeiros anos após a publicação do Manifesto Ágil.

Suspeito que muitas pessoas de algumas das primeiras equipes ágeis que assumiram essa postura sabiam que estavam deixando de lado algo importante ao descartar o planejamento. Mas essa era uma reação natural às culturas em que trabalhavam. Muitos desenvolvedores odiavam planejar porque o planejamento nunca trazia qualquer benefício pessoal para eles, e com frequência era usado contra os desenvolvedores: “Você disse que terminaria em junho; já estamos em junho. Cumpra o que prometeu”.

Da mesma forma que era inapropriado usar planos como armas, também o era descartar inteiramente o planejamento. Como ex-vice-presidente de engenharia de algumas empresas em que o desenvolvimento ágil foi essencial para nosso sucesso, também sabia que as equipes Scrum podiam e deviam planejar.

Na verdade, além das equipes ágeis e de Scrum poderem planejar, de acordo com uma pesquisa de Kjetil Moløkken-Østvold e Magne Jørgensen, geralmente as equipes ágeis planejam com mais precisão do que equipes que usam um processo sequencial (2005).

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Capítulo 12 - Liderando uma equipe auto-organizada

Mike Cohn Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 12

Liderando uma equipe auto-organizada

U

m dos primeiros modelos de mudança organizacional foi proposto por

Kurt Lewin nos anos 40. No modelo de Lewin, a mudança é um processo de três etapas: “descongelar” a situação atual para que a mudança possa ocorrer, fazer a transição para um novo estado, e então “congelar” o novo estado para que ele persista. Muitos modelos de mudança organizacional que vieram depois são semelhantes ao de Lewin ao apresentar longos períodos de relativa estabilidade interrompidos por breves períodos de transição.

Embora o mundo de Lewin fosse assim no início do século XX, o mundo de hoje é muito diferente. A mudança não ocorre mais em espasmos curtos que interrompem longos períodos de relativa estabilidade. Em vez de passarem de um estado de equilíbrio para outro, as empresas do século XXI operam sob condições bem distantes do equilíbrio. Apesar do tumulto e do ritmo frenético, há vantagens nisso. Uma empresa em equilíbrio, e que procura voltar ao equilíbrio quando tirada dele, é aquela que resiste à mudança (Goldstein, 1994, 15). Empresas que operam longe do equilíbrio são mais adaptadas à mudança contínua.

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Capítulo 5 - Seus primeiros projetos

Mike Cohn Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 5

Seus primeiros projetos

A

menos que você esteja trabalhando de modo sigiloso, todos os olhos se Consulte também voltarão para o primeiro projeto a experimentar o Scrum, principalmente A transição sigilosa foi durante as primeiras sprints. A seleção correta do projeto e da equipe é introduzida no Capítulo crucial. Seu projeto inicial de Scrum deve ser considerado importante e significa- 3, “Padrões para adoção do Scrum”. tivo para que os resultados não sejam minimizados, mas não tão grande a ponto de não ter retorno. Os membros da equipe devem ser selecionados considerando-se não só sua compatibilidade, mas também sua vontade de tentar algo novo.

No começo da primeira sprint, as expectativas sobre as vantagens que o

Scrum trará podem ser muito altas. Às vezes, isso é resultado de um otimismo generalizado; outras vezes, de fanatismo por parte dos primeiros adeptos do desenvolvimento ágil em uma empresa, cujo exagero leva as outras pessoas a acharem que o Scrum curará todos os males. Você deve definir e gerenciar corretamente essas expectativas; caso contrário, um projeto inicial que deveria ser visto como muito bem-sucedido será considerado uma falha desanimadora quando não corresponder a expectativas exageradas.

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Capítulo 11 - Trabalho em equipe

Mike Cohn Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 11

Trabalho em equipe

O

trabalho em equipe faz parte da essência de qualquer processo ágil. O

Manifesto Ágil proclama que devemos preferir “pessoas e interações a processos e ferramentas” (Beck et al., 2001), ou seja, software bom vem de boas equipes. O próprio Scrum ganhou seu nome da ideia de que uma equipe de desenvolvimento de produtos deve se comportar de maneira parecida a de um time de rugby – um grupo de pessoas movendo a bola pelo campo de forma coesa. Considerando-se a importância central das equipes para um desenvolvimento ágil bem-sucedido, você não deve ficar surpreso ao encontrar um capítulo chamado “Trabalho em equipe”.

As equipes Scrum são bem-sucedidas em conjunto e falham em conjunto. Não há “meu trabalho” e “seu trabalho” em uma equipe Scrum; há apenas

“nosso trabalho”. Essa é uma maneira radicalmente diferente de trabalhar para a maioria das pessoas, principalmente as acostumadas a trabalhar em áreas de especialização isoladas ou as que adquiriram o hábito de só fazer o que lhes é pedido. As equipes que se libertam dessa mentalidade sem dúvida sentem satisfação e realização. Muitas equipes, no entanto, param de melhorar no ponto em que começam a funcionar como uma unidade, perdendo muitas das vantagens que o Scrum pode trazer. Tornar-se realmente uma equipe Scrum de alto desempenho requer um esforço conjunto em direção ao aprendizado e à melhoria contínuos.

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Medium 9788577800575

4: Gerenciamento de memória

Andrew S. Tanenbaum ; Albert S. Woodhull Grupo A PDF Criptografado

4

GERENCIAMENTO DE MEMÓRIA

A memória é um recurso importante que deve ser cuidadosamente gerenciado. Embora, hoje em dia, um computador doméstico médio tenha duas mil vezes mais memória do que o IBM

7094 (o maior computador do mundo no início dos anos 60), os programas e os dados que eles devem manipular também cresceram tremendamente. Parafraseando a lei de Parkinson,

“os programas e seus dados aumentam de forma a ocupar toda a memória disponível para contê-los”. Neste capítulo, estudaremos o modo como os sistemas operacionais gerenciam a memória.

Teoricamente, o que todo programador gostaria é de uma memória infinitamente grande, infinitamente rápida e que também fosse não-volátil; isto é, que não perdesse seu conteúdo na falta de energia elétrica. E já que estamos nessa, por que não pedir também que fosse barata? Infelizmente, a tecnologia não consegue tornar esses sonhos uma realidade.

Conseqüentemente, a maioria dos computadores tem uma hierarquia de memória, com uma pequena quantidade de memória cache, volátil, muito rápida e cara; centenas de megabytes de memória principal volátil (RAM) de velocidade e preço médios; e dezenas ou centenas de gigabytes de armazenamento em disco, não-volátil, lento e barato. A tarefa do sistema operacional é coordenar a utilização desses diferentes tipos de memória.

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Medium 9788577260454

Apêndice D: Análise de Sistemas Estruturada: O Estudo de Caso da MSG Foundation

Stephen R. Schach Grupo A PDF Criptografado

Apêndice

D

Análise de Sistemas

Estruturada: O Estudo de Caso da MSG

Foundation

Etapa 1. Desenhar o Diagrama de Fluxo de Dados Veja a Figura 11.9.

Etapa 2. Decidir Quais Seções Informatizar e como informatizar todo o projetopiloto on-line. Entretanto, se o cálculo semanal referente à disponibilidade de verbas para financiamentos imobiliários se mostrar muito demorado, talvez seja melhor realizá-lo durante a noite anterior à noite em que ele será necessário (batch – em lotes).

Etapa 3. Determinar os Detalhes dos Fluxos de Dados

586

investment_details investment_number investment_name expected_return date_expected_return_updated

(12 caracteres)

(25 caracteres)

(9 + 2 dígitos)

(8 caracteres)

mortgage_details mortgage_number mortgage_name price date_mortgage_issued weekly_income date_weekly_income_was_updated annual_property_tax

(12 caracteres)

(21 caracteres)

(6 + 2 dígitos)

(8 caracteres)

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Capítulo 10: Levantamento de Necessidades

Stephen R. Schach Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

10

Levantamento de

Necessidades

Objetivos de Aprendizagem

Após estudar este capítulo, você deverá ser capaz de:

• Executar o fluxo de trabalho de levantamento de necessidades.

• Elaborar o modelo de negócio.

• Estabelecer as necessidades.

• Construir um protótipo rápido.

As chances de um produto ser desenvolvido dentro do prazo e do orçamento estabelecidos são um tanto escassas, a menos que os membros da equipe de desenvolvimento de software concordem com aquilo que o produto de software fará. A primeira etapa para se alcançar essa unanimidade é analisar a situação atual do cliente da forma mais precisa possível. Por exemplo, é inadequado dizer: “O cliente precisa de um sistema de projeto com o auxílio de um computador, pois ele alega que seu sistema de projeto manual é péssimo”. A menos que a equipe de desenvolvimento saiba exatamente o que está errado com o sistema manual atual, existe uma grande probabilidade de que aspectos do novo sistema computadorizado sejam igualmente “péssimos”. De forma semelhante, se um fabricante de computadores pessoais está considerando a possibilidade de desenvolver um novo sistema operacional, o primeiro passo é avaliar o sistema operacional atual e analisar de forma cuidadosa exatamente por que ele é insatisfatório. Para dar um exemplo extremo, é vital saber se o problema existe apenas na mente do gerente de vendas que amaldiçoa o sistema operacional pelas fracas vendas ou se os usuários do sistema operacional estão completamente desencantados com sua funcionalidade e confiabilidade. Apenas depois de ter uma clara idéia da situação atual a equipe poderá tentar responder à questão crítica: “O que o novo produto tem de ser capaz de fazer?”. O processo de responder a essa pergunta é o principal objetivo do fluxo de trabalho de levantamento de necessidades.

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Capítulo 5: As Ferramentasde Trabalho

Stephen R. Schach Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

5

As Ferramentas de Trabalho

Objetivos de Aprendizagem

Após estudar este capítulo, você deverá ser capaz de:

• Avaliar a importância do refinamento gradual e utilizá-lo na prática.

• Aplicar a análise de custo–benefício.

• Escolher métricas de software apropriadas.

• Discutir o escopo e a taxonomia de ferramentas CASE.

• Descrever ferramentas de controle de versões, ferramentas de controle de configurações e ferramentas de consolidação.

• Compreender a importância do CASE.

Os engenheiros de software precisam de dois tipos de ferramentas. Primeiramente, são usadas as ferramentas analíticas no desenvolvimento de software, como o refinamento gradual e a análise de custo–benefício. Em seguida, vêm as ferramentas de software, isto é, produtos que ajudam as equipes de engenheiros a desenvolverem e fazerem a manutenção do software.

Essas são, normalmente, chamadas de ferramentas CASE (CASE é um acrônimo para computer-aided software engineering, engenharia de software com o auxílio do computador). O presente capítulo é dedicado a esses dois tipos de ferramentas de trabalho, primeiramente as ferramentas teóricas e, em seguida, as ferramentas de software (CASE). Começaremos com o refinamento gradual.

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