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Medium 9788521632443

0 – Introdução

Luís Damas Grupo Gen PDF Criptografado

0 - Introdução

Sumário

ß Breve história da SQL ß Características da linguagem SQL ß Apresentação resumida dos vários sistemas utilizados ß Apresentação da forma e ordem em que os assuntos são abordados

0.1 Introdução

Bem-vindos ao mundo dos bancos de dados.

Desta vez iremos estudar e apresentar a linguagem SQL, um verdadeiro caso de sucesso no que diz respeito a acesso e manipulação de dados.

Este livro apresentará a maior parte das características da linguagem SQL. Para que você nunca se sinta perdido, todo o texto está repleto de exemplos explicados com o detalhe necessário para que você não deixe de compreendê-los.

0.2 Breve História da Linguagem SQL

A história da linguagem SQL começa em junho de 1970 com a publicação por E. F. Codd, no

ACM Journal1, de um artigo intitulado “A Relational Model of Data for Large Shared Data

Banks”.

O modelo proposto por Codd é hoje considerado o fundamento para qualquer Sistema de Gerência de Banco de Dados Relacional (SGBDR).

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Medium 9788565837194

10.1 Definindo expressões regulares

David Flanagan Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 10

Comparação de padrões com expressões regulares

Uma expressão regular é um objeto que descreve um padrão de caracteres. A classe RegExp de

JavaScript representa as expressões regulares, e tanto String quanto RegExp definem métodos que utilizam expressões regulares para executar funções poderosas de comparação de padrões e de localização e substituição em texto. A gramática de expressões regulares de JavaScript é um subconjunto bastante completo da sintaxe de expressões regulares utilizadas por Perl 5; portanto, se você é um programador Perl experiente, já sabe como descrever padrões em JavaScript1.

Este capítulo começa definindo a sintaxe utilizada pelas expressões regulares para descrever padrões textuais. Em seguida, passa a descrever os métodos String e RegExp que utilizam expressões regulares.

10.1 Definindo expressões regulares

Em JavaScript, as expressões regulares são representadas por objetos RegExp. Os objetos RegExp podem ser criados com a construtora RegExp(), claro, mas são mais frequentemente criados com o uso de uma sintaxe literal especial. Assim como as strings literais são especificadas como caracteres entre aspas, as literais de expressão regular são especificadas como caracteres entre duas barras normais (/).

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Medium 9788536530833

10.1 Introdução ao Desenho Paramétrico

Editora Saraiva PDF Criptografado

160

Estudo Dirigido de AutoCAD 2019

EXERCÍCIOS

Inserção de cotas no desenho e finalização.

1. Abra o exercício capitulo7.dwg.

2. Posicione o desenho na tela de forma que consiga vê-lo por inteiro.

3. Antes de cotar, defina um estilo de arquitetura. Entre no comando

Dimstyle, selecione New, dê o nome de ARQUITETURA e clique em Continue.

4. Selecione a guia Symbols and Arrows e no campo

Arrowheads, na caixa de listagem, selecione Oblique. Observe a figura ao lado.

5. Na guia Fit, é preciso mudar a escala porque os limites do desenho foram alterados. No campo

Scale for dimension features, digite 0.04.

6. Clique em OK para sair. Note que o estilo ARQUITETURA foi criado. Selecione o botão Set Current e depois Close. Com o estilo criado, vamos cotar.

7. Com o comando Dimlinear cote as linhas conforme indica a figura, usando os comandos

Dimlinear e Dimcontinue.

8. Com o comando Save As salve o desenho como capitulo9.

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10.2 Estabelecimento de Relações Geométricas

Editora Saraiva PDF Criptografado

162

Estudo Dirigido de AutoCAD 2019

As restrições geométricas e dimensionais asseguram que as relações entre medidas se mantenham e persistam mesmo se objetos do desenho forem modificados. As ferramentas para criar e gerenciar as restrições geométricas e dimensionais estão na aba Parametric da Ribbon, que é exibida no

Workspace 2D Drafting & Annotation.

Figura 10.3   Aba Parametric – Painel Geometric e Dimensional.

10.2  Estabelecimento de Relações Geométricas

Restrições geométricas estabelecem e mantêm relações entre objetos, pontos-chave em objetos, ou entre um objeto e um sistema de coordenadas. Também é possível restringir pares de pontos-chave em objetos ou entre objetos a serem verticais ou horizontais em relação ao sistema de coordenadas.

Por exemplo, pode-se especificar que dois círculos sejam sempre concêntricos, duas linhas sejam sempre paralelas ou um dos lados de um retângulo seja sempre horizontal.

Figura 10.4   Restrições geométricas.

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Medium 9788565837194

10.2 Métodos de String para comparação de padrões

David Flanagan Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 10

Comparação de padrões com expressões regulares

253

Há um último elemento da gramática de expressões regulares. Os flags de expressão regular especificam regras de comparação de padrões de alto nível. Ao contrário do restante da sintaxe de expressão regular, os flags são especificados fora dos caracteres /; em vez de aparecerem dentro das barras normais, eles aparecem após a segunda barra. JavaScript suporta três flags. O flag i especifica que a comparação de padrões não deve diferenciar letras maiúsculas e minúsculas. O flag g especifica que a comparação de padrões deve ser global – isto é, todas as correspondências dentro da string pesquisada devem ser encontradas. O flag m faz comparação de padrões no modo de várias linhas. Nesse modo, se a string a ser pesquisada contém novas linhas, as âncoras ^ e $ correspondem ao início e ao final de uma linha, além de corresponderem ao início e ao final de uma string. Por exemplo, o padrão /java$/im corresponde a “java” e também a “Java\nis fun”.

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10.3 Estabelecimento de Relações Dimensionais – Dimconstraint

Editora Saraiva PDF Criptografado

170

Estudo Dirigido de AutoCAD 2019

Figura 10.28   Aplicação do Auto Constrain.

Na janela de diálogo Constraint Settings as opções são:

▶▶ Apply: clicando na seta, liga/desliga a restrição.

▶▶ Move Up: move a restrição uma linha acima.

▶▶ Move Down: move a restrição uma linha abaixo.

▶▶ Select All: seleciona todas as restrições.

▶▶ Clear All: desfaz a seleção de todas as restrições.

▶▶ Reset: volta à posição padrão das restrições.

▶▶ Tangent objects must share an intersection point: indica que duas curvas devem compartilhar um ponto comum para a tangente ser aplicada. A distância dos pontos é definida na barra

Tolerances na parte inferior da janela.

▶▶ Perpendicular objects must share an intersection point: especifica quais linhas devem se interceptar ou que o ponto final de uma linha deve coincidir com o ponto final de outra linha.

A distância é definida em Tolerances na parte inferior da janela.

▶▶ Tolerances: ajusta o valor das tolerâncias para que a restrição seja aplicada para distâncias e

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10.3 O objeto RegExp

David Flanagan Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 10

Comparação de padrões com expressões regulares

255

Por exemplo, considere a análise de um URL com o código a seguir: var url = /(\w+):\/\/([\w.]+)\/(\S*)/; var text = "Visit my blog at http://www.example.com/~david"; var result = text.match(url); if (result != null) { var fullurl = result[0];

// Contém "http://www.example.com/~david" var protocol = result[1]; // Contém "http" var host = result[2];

// Contém "www.example.com" var path = result[3];

// Contém "~david"

}

É interessante notar que passar uma expressão regular não global para o método match() de uma string é o mesmo que passar a string para o método exec() da expressão regular: o array retornado tem as propriedades index e input, conforme descrito para o método exec() a seguir.

O último dos métodos de expressões regulares do objeto String é split(). Esse método divide a string na qual é chamado em um array de substrings, usando o argumento como separador. Por exemplo:

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Medium 9788577805594

10. AUMENTANDO A PRODUTIVIDADE

Edson Furmankiewicz, Marcio Vitale Grupo A PDF Criptografado

LIÇÃO 10

Aumentando a Produtividade

237

Crie um modelo

Um modelo do Dreamweaver é um tipo de página-mestre da qual páginas filhas são derivadas. Modelos são úteis para configurar uma página-mestre na qual algumas áreas são editáveis e outras não. Ao trabalhar em ambientes de equipe, o conteúdo de página pode ser alterado por várias pessoas da equipe, enquanto o

Web designer é capaz de controlar o design de página e os elementos específicos que precisam permanecer inalterados.

Embora você possa criar um modelo a partir de uma página em branco, é muito mais prático – e comum – converter uma página existente em um modelo. Neste exercício, você vai criar um modelo a partir de uma página existente.

1 Abra o Dreamweaver.

2 Se necessário, pressione F8 para abrir o painel Files e escolha DW CIB na lista de sites.

3 No painel Files, expanda a pasta lesson10 e dê um clique duplo no arquivo template-start.html para abri-lo.

A operação básica para converter uma página existente em um modelo é um

único passo: salve a página como um modelo.

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Medium 9788577808243

10. conclusões

Tiarajú Asmuz Diverio, Paulo Blauth Menezes Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 10

Conclusões

277

formalismo equivalente às máquinas universais. Por fim, o livro trata da computabilidade e do estudo da solucionabilidade de problemas. Os problemas podem ser divididos em problemas solucionáveis (existe um algoritmo que resolva o problema, para qualquer entrada) e os não solucionáveis (não existe um algoritmo que sempre resolva o problema). Ou, alternativamente, podem ser divididos em problemas parcialmente solucionáveis (computáveis) e problemas completamente insolúveis (não computáveis).

10.1

resumo dos principais conceitos

O principal conceito estudado é o de computabilidade, o qual é construído usando noções de programas, máquinas e computações. São três conceitos distintos, mas diretamente relacionados, pois um programa para uma máquina pode induzir uma computação. Se ela for finita, então se define ainda a função computada por esse programa nessa máquina: ela descreve o que o programa faz.

A distinção entre programa e máquina é importante na ciência da computação, uma vez que o programa (ou algoritmo) independe da máquina e possui uma complexidade estrutural e computacional (quantidade de trabalho necessário para resolver o problema).

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Medium 9788580551044

10. Concorrência entre poucos

Paul A. Samuelson, William D. Nordhaus Grupo A PDF Criptografado

capítulo

10

concorrência entre poucos

Veja as guerras de preço das companhias aéreas de 1992. Quando a American Airlines, a Northwest Airlines e outras companhias aéreas dos Estados Unidos entraram em um corpo a corpo para igualar e superar a redução dos preços umas das outras, o resultado foi um recorde de viagens aéreas – e um recorde de prejuízos. Algumas estimativas sugerem que as perdas totais sofridas pelo setor, naquele ano, ultrapassaram os lucros conjuntos de todo o setor desde o seu início.

Akshay R. Rao, Mark E. Bergen e Scott Davis

“Como combater em uma guerra de preços”

Nos capítulos anteriores, analisamos as estruturas de mercado da concorrência perfeita e do monopólio total. Porém, se observar a economia norte-americana, você verá que esses casos extremos são raros. A maioria dos setores situa-se entre eles, sendo constituídos por um pequeno número de empresas que concorrem entre si.

Quais são as características-chave desses tipos intermédios de concorrentes imperfeitos? Como eles estabelecem seus preços e a sua produção? Para responder a essas questões, observaremos de perto o que acontece no oligopólio e em concorrência monopolística, prestando especial atenção ao papel da concentração e da interação estratégica. A seguir, apresentamos os elementos da teoria dos jogos, que é uma ferramenta importante para compreendermos como as pessoas e as empresas interagem em situações estratégicas. A seção final revê as várias políticas públicas usadas para combater os abusos de monopólio, focando a regulação e as leis de defesa da concorrência.

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Medium 9788577801145

10. Construindo Formulários

Edson Furmankiewicz, Marcio Vitale Grupo A PDF Criptografado

10 Construindo Formulários

Nesta lição, você aprenderá a criar formulários para sua página e a fazer o seguinte:

• Inserir um formulário

• Incluir campos de texto

• Trabalhar com componentes de formulário Spry

• Utilizar botões de opção

• Aplicar caixas de seleção

• Inserir listas

• Adicionar botões de formulário

• Incorporar conjuntos de campos e legendas

• Formatar formulários com estilos de CSS

Esta lição levará aproximadamente 120 minutos para ser concluída. Certifique-se de você copiou Lessons/Lesson10 do CD do Adobe Dreamweaver

CS3, Classroom in a Book para sua unidade de disco antes de iniciar. Ao trabalhar nesta lição, você sobrescreverá os arquivos iniciais. Se for necessário restaurar os arquivos iniciais, copie-os novamente do CD.

Visualize seu arquivo final

Para ter uma idéia do arquivo em que você trabalhará na primeira parte desta lição, vamos visualizar a página final no navegador.

1 Inicie o Adobe Dreamweaver CS3.

2 Se necessário, pressione F8 para abrir o painel Files e escolha DW CIB

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Medium 9788577806348

10. CORREÇÃO DE CORES

Edson Furmankiewicz, Simone Belém Grupo A PDF Criptografado

10

CORREÇÃO DE CORES

Visão geral da lição

Nesta lição, você vai aprender a:

· Utilizar o efeito Levels para corrigir as cores em uma foto

· Substituir o céu por uma imagem diferente

· Utilizar o efeito Auto Levels para introduzir um deslocamento de cor

· Corrigir um intervalo de cores utilizando Synthetic Aperture Color Finesse 2

· Aplicar o efeito Photo Filter para tornar mais quente partes de uma imagem

· Remover elementos indesejáveis com a ferramenta Clone Stamp

Como o nome indica, a correção de cores é um modo de alterar ou adaptar a cor da imagem capturada. Ela é utilizada para otimizar o material bruto, chamar a atenção a um elemento-chave em uma foto, corrigir erros no balanço de branco e na exposição, assegurar uma consistência de cores entre uma foto e outra ou criar uma paleta de cores para uma aparência visual que um diretor deseja. Nesta lição, você vai aprimorar as cores de um videoclipe que foi filmado sem uma configuração adequada de balanço de branco. Vários efeitos de correção de cores serão aplicados para limpar e aprimorar a imagem. Por fim, você vai remover uma parte indesejável da foto com a ferramenta Clone

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Medium 9788580551105

10. Desenvolvendo soluções de negócios/TI

James A. O'Brien, George M. Marakas Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

10

Desenvolvendo soluções de negócios/TI

Desafios gerenciais

Aplicações de negócios

Módulo

IV

Processos de desenvolvimento

Tecnologias da informação

Conceitos fundamentais

Destaques do capítulo

Objetivos de aprendizagem

Seção I

Desenvolvendo sistemas de negócios

1. Usar o processo de desenvolvimento de sistemas esboçado neste capítulo e o modelo dos componentes de SI do Capítulo 1 como estruturas de solução de problemas para ajudar a propor soluções de sistemas de informação para problemas simples de negócios.

Desenvolvimento de sistemas de informação

Abordagem sistêmica

“Caso do mundo real 1”: PayPal: globalizando em todos os idiomas de uma só vez

Análise e projeto de sistemas

O ciclo de desenvolvimento de sistemas

Iniciando o processo de desenvolvimento de sistemas

Análise de sistemas

Projeto de sistemas

Desenvolvimento pelo usuário final

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Medium 9788560031528

10. DIAGRAMAS DE SEQÜÊNCIA DO SISTEMA

Craig Larman Grupo A PDF Criptografado

196

PARTE III • ELABORAÇÃO: ITERAÇÃO 1 – CONCEITOS BÁSICOS

A influência dos artefatos no PU enfatizando diagramas de seqüência de sistema é mostrada na Figura 10.1. O texto do caso de uso e seus eventos implícitos no sistema são entradas para a criação do DSS. As operações do DSS (tais como entrarItem) podem, por sua vez, ser analisadas nos contratos de operação, detalhadas no Glossário, e

– mais importante – servir como ponto de partida para projetar objetos de colaboração.

10.1 Exemplo: DSS do ProxGer

Um DSS mostra, para uma seqüência específica de eventos dentro de um caso de uso, os atores externos que interagem diretamente com o sistema, o sistema (como uma cai-

Exemplo de Relacionamento entre Artefatos do PU

Modelo de Domínio

Venda

Modelagem de Negócio

1..* LinhadeItem

DeVenda

1

data

...

...

...

quantidade

Visão

Modelo de Caso de Uso

Processar Venda

Processar

Venda

nomes de casos de uso

Caixa

1. Cliente chega

2. Caixa insere nova venda.

3. …

Requisitos

Diagrama de Caso de Uso

Parâmetros e detalhes do valor de retorno

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Medium 9788577808403

10. Distribuição da Renda Pessoal e Avaliação do Bem-Estar Social

Duilio de Ávila Bêrni, Vladimir Lautert Grupo A PDF Criptografado

10

Distribuição da Renda Pessoal e

1

Avaliação do Bem-Estar Social

Vladimir Lautert e Duilio de Avila Bêrni

10.1 CONSIDERAÇÕES INICIAIS2

Em diversas instâncias dos capítulos anteriores, estudamos os processos de geração, apropriação e absorção do valor adicionado, mensurando-o por meio das óticas do produto, da renda e da despesa. Iniciamos destacando, na Tabela 3.5 do Capítulo

3 (Dimensões), a distribuição primária (funcional) emanando dos produtores e alcançando os locatários dos fatores de produção. Depois, examinamos a distribuição secundária, quando estes remetem seus rendimentos às instituições. Por fim, assinalamos que o círculo se fecha quando a renda circula das instituições aos produtores que lhes fornecem bens e serviços de consumo (privado ou do governo), investimento ou exportação. Este fluxo circular percorrido pela renda perpassa o núcleo conceitual de nosso livro, nomeadamente, a matriz de contabilidade social que vem sendo examinada em diferentes graus de detalhamento, como a da Tabela

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