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Medium 9788521632443

0 – Introdução

Luís Damas Grupo Gen PDF Criptografado

0 - Introdução

Sumário

ß Breve história da SQL ß Características da linguagem SQL ß Apresentação resumida dos vários sistemas utilizados ß Apresentação da forma e ordem em que os assuntos são abordados

0.1 Introdução

Bem-vindos ao mundo dos bancos de dados.

Desta vez iremos estudar e apresentar a linguagem SQL, um verdadeiro caso de sucesso no que diz respeito a acesso e manipulação de dados.

Este livro apresentará a maior parte das características da linguagem SQL. Para que você nunca se sinta perdido, todo o texto está repleto de exemplos explicados com o detalhe necessário para que você não deixe de compreendê-los.

0.2 Breve História da Linguagem SQL

A história da linguagem SQL começa em junho de 1970 com a publicação por E. F. Codd, no

ACM Journal1, de um artigo intitulado “A Relational Model of Data for Large Shared Data

Banks”.

O modelo proposto por Codd é hoje considerado o fundamento para qualquer Sistema de Gerência de Banco de Dados Relacional (SGBDR).

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Medium 9788521605843

10- A música e a voz

PADUA FILHO, Wilson de Paula Grupo Gen PDF Criptografado

00:10

A Música e a Voz

Padua_cap10.indd 281

7/10/2010 15:30:15

282

Multimídia: Conceitos e Aplicações

TÉCNICAS DE SÍNTESE DIGITAL DE SOM

Os Sintetizadores

O processamento digital do som não é limitado à manipulação de sons gravados. Novos sons podem ser sintetizados de forma inteiramente artificial. Por exemplo, partindo-se de algum tipo de notação de notas musicais, podem-se gerar os sons musicais correspondentes

às notas. Os equipamentos capazes de gerar sons sintéticos a partir de notas musicais, em tempo real, são chamados de sintetizadores.

Os primeiros sintetizadores eletrônicos eram construídos com circuitos analógicos, que eram interligados por meio de um painel de conexões, tal como em um computador analógico antigo, ou em uma mesa manual de telefonista. Na geração seguinte, o painel de conexões foi substituído por uma matriz de chaveamento controlada por um sistema digital. A configuração da matriz de chaveamento por meio de um programa substituiu sua montagem manual, economizando muito tempo de montagem e eliminando erros.

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Medium 9788521621416

10 - Aplicações

WEEKS, Michael Grupo Gen PDF Criptografado

Aplicações

10

Este capítulo apresenta diversas aplicações de processamento digital de sinais e correlatos em MATLAB.

Primeiramente ele abrangerá som e imagem, incluindo como exibir som como um gráfico no domínio da frequência. Outras aplicações concentram-se na transformada discreta de wavelet e em como projetar um filtro FIR. Este capítulo também traz um conjunto de programas para a solução recursiva de um quebracabeça Sudoku. Por fim, ele é concluído com um exemplo de compressão.

10.1

Exemplos de Aplicação com Som

O MATLAB é capaz de ler e gravar arquivos de som no formato.wav. Naturalmente, o computador precisa estar equipado com um microfone para poder gravar som. Infelizmente, no momento da redação deste texto, algumas das características do formato.wav só estavam disponíveis na versão Microsoft Windows® do MATLAB.

O exemplo a seguir grava 16.000 amostras à taxa de 8000 amostras/segundo, na forma de valores duplos (double). Um cálculo rápido revela que a gravação dura dois segundos. Após a gravação, o código reproduz o som.

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Medium 9788577805594

10. AUMENTANDO A PRODUTIVIDADE

Edson Furmankiewicz, Marcio Vitale Grupo A PDF Criptografado

LIÇÃO 10

Aumentando a Produtividade

237

Crie um modelo

Um modelo do Dreamweaver é um tipo de página-mestre da qual páginas filhas são derivadas. Modelos são úteis para configurar uma página-mestre na qual algumas áreas são editáveis e outras não. Ao trabalhar em ambientes de equipe, o conteúdo de página pode ser alterado por várias pessoas da equipe, enquanto o

Web designer é capaz de controlar o design de página e os elementos específicos que precisam permanecer inalterados.

Embora você possa criar um modelo a partir de uma página em branco, é muito mais prático – e comum – converter uma página existente em um modelo. Neste exercício, você vai criar um modelo a partir de uma página existente.

1 Abra o Dreamweaver.

2 Se necessário, pressione F8 para abrir o painel Files e escolha DW CIB na lista de sites.

3 No painel Files, expanda a pasta lesson10 e dê um clique duplo no arquivo template-start.html para abri-lo.

A operação básica para converter uma página existente em um modelo é um

único passo: salve a página como um modelo.

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Medium 9788577808243

10. conclusões

Tiarajú Asmuz Diverio, Paulo Blauth Menezes Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 10

Conclusões

277

formalismo equivalente às máquinas universais. Por fim, o livro trata da computabilidade e do estudo da solucionabilidade de problemas. Os problemas podem ser divididos em problemas solucionáveis (existe um algoritmo que resolva o problema, para qualquer entrada) e os não solucionáveis (não existe um algoritmo que sempre resolva o problema). Ou, alternativamente, podem ser divididos em problemas parcialmente solucionáveis (computáveis) e problemas completamente insolúveis (não computáveis).

10.1

resumo dos principais conceitos

O principal conceito estudado é o de computabilidade, o qual é construído usando noções de programas, máquinas e computações. São três conceitos distintos, mas diretamente relacionados, pois um programa para uma máquina pode induzir uma computação. Se ela for finita, então se define ainda a função computada por esse programa nessa máquina: ela descreve o que o programa faz.

A distinção entre programa e máquina é importante na ciência da computação, uma vez que o programa (ou algoritmo) independe da máquina e possui uma complexidade estrutural e computacional (quantidade de trabalho necessário para resolver o problema).

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Medium 9788580551044

10. Concorrência entre poucos

Paul A. Samuelson, William D. Nordhaus Grupo A PDF Criptografado

capítulo

10

concorrência entre poucos

Veja as guerras de preço das companhias aéreas de 1992. Quando a American Airlines, a Northwest Airlines e outras companhias aéreas dos Estados Unidos entraram em um corpo a corpo para igualar e superar a redução dos preços umas das outras, o resultado foi um recorde de viagens aéreas – e um recorde de prejuízos. Algumas estimativas sugerem que as perdas totais sofridas pelo setor, naquele ano, ultrapassaram os lucros conjuntos de todo o setor desde o seu início.

Akshay R. Rao, Mark E. Bergen e Scott Davis

“Como combater em uma guerra de preços”

Nos capítulos anteriores, analisamos as estruturas de mercado da concorrência perfeita e do monopólio total. Porém, se observar a economia norte-americana, você verá que esses casos extremos são raros. A maioria dos setores situa-se entre eles, sendo constituídos por um pequeno número de empresas que concorrem entre si.

Quais são as características-chave desses tipos intermédios de concorrentes imperfeitos? Como eles estabelecem seus preços e a sua produção? Para responder a essas questões, observaremos de perto o que acontece no oligopólio e em concorrência monopolística, prestando especial atenção ao papel da concentração e da interação estratégica. A seguir, apresentamos os elementos da teoria dos jogos, que é uma ferramenta importante para compreendermos como as pessoas e as empresas interagem em situações estratégicas. A seção final revê as várias políticas públicas usadas para combater os abusos de monopólio, focando a regulação e as leis de defesa da concorrência.

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Medium 9788577801145

10. Construindo Formulários

Edson Furmankiewicz, Marcio Vitale Grupo A PDF Criptografado

10 Construindo Formulários

Nesta lição, você aprenderá a criar formulários para sua página e a fazer o seguinte:

• Inserir um formulário

• Incluir campos de texto

• Trabalhar com componentes de formulário Spry

• Utilizar botões de opção

• Aplicar caixas de seleção

• Inserir listas

• Adicionar botões de formulário

• Incorporar conjuntos de campos e legendas

• Formatar formulários com estilos de CSS

Esta lição levará aproximadamente 120 minutos para ser concluída. Certifique-se de você copiou Lessons/Lesson10 do CD do Adobe Dreamweaver

CS3, Classroom in a Book para sua unidade de disco antes de iniciar. Ao trabalhar nesta lição, você sobrescreverá os arquivos iniciais. Se for necessário restaurar os arquivos iniciais, copie-os novamente do CD.

Visualize seu arquivo final

Para ter uma idéia do arquivo em que você trabalhará na primeira parte desta lição, vamos visualizar a página final no navegador.

1 Inicie o Adobe Dreamweaver CS3.

2 Se necessário, pressione F8 para abrir o painel Files e escolha DW CIB

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Medium 9788577806348

10. CORREÇÃO DE CORES

Edson Furmankiewicz, Simone Belém Grupo A PDF Criptografado

10

CORREÇÃO DE CORES

Visão geral da lição

Nesta lição, você vai aprender a:

· Utilizar o efeito Levels para corrigir as cores em uma foto

· Substituir o céu por uma imagem diferente

· Utilizar o efeito Auto Levels para introduzir um deslocamento de cor

· Corrigir um intervalo de cores utilizando Synthetic Aperture Color Finesse 2

· Aplicar o efeito Photo Filter para tornar mais quente partes de uma imagem

· Remover elementos indesejáveis com a ferramenta Clone Stamp

Como o nome indica, a correção de cores é um modo de alterar ou adaptar a cor da imagem capturada. Ela é utilizada para otimizar o material bruto, chamar a atenção a um elemento-chave em uma foto, corrigir erros no balanço de branco e na exposição, assegurar uma consistência de cores entre uma foto e outra ou criar uma paleta de cores para uma aparência visual que um diretor deseja. Nesta lição, você vai aprimorar as cores de um videoclipe que foi filmado sem uma configuração adequada de balanço de branco. Vários efeitos de correção de cores serão aplicados para limpar e aprimorar a imagem. Por fim, você vai remover uma parte indesejável da foto com a ferramenta Clone

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Medium 9788580551105

10. Desenvolvendo soluções de negócios/TI

James A. O'Brien, George M. Marakas Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

10

Desenvolvendo soluções de negócios/TI

Desafios gerenciais

Aplicações de negócios

Módulo

IV

Processos de desenvolvimento

Tecnologias da informação

Conceitos fundamentais

Destaques do capítulo

Objetivos de aprendizagem

Seção I

Desenvolvendo sistemas de negócios

1. Usar o processo de desenvolvimento de sistemas esboçado neste capítulo e o modelo dos componentes de SI do Capítulo 1 como estruturas de solução de problemas para ajudar a propor soluções de sistemas de informação para problemas simples de negócios.

Desenvolvimento de sistemas de informação

Abordagem sistêmica

“Caso do mundo real 1”: PayPal: globalizando em todos os idiomas de uma só vez

Análise e projeto de sistemas

O ciclo de desenvolvimento de sistemas

Iniciando o processo de desenvolvimento de sistemas

Análise de sistemas

Projeto de sistemas

Desenvolvimento pelo usuário final

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Medium 9788560031528

10. DIAGRAMAS DE SEQÜÊNCIA DO SISTEMA

Craig Larman Grupo A PDF Criptografado

196

PARTE III • ELABORAÇÃO: ITERAÇÃO 1 – CONCEITOS BÁSICOS

A influência dos artefatos no PU enfatizando diagramas de seqüência de sistema é mostrada na Figura 10.1. O texto do caso de uso e seus eventos implícitos no sistema são entradas para a criação do DSS. As operações do DSS (tais como entrarItem) podem, por sua vez, ser analisadas nos contratos de operação, detalhadas no Glossário, e

– mais importante – servir como ponto de partida para projetar objetos de colaboração.

10.1 Exemplo: DSS do ProxGer

Um DSS mostra, para uma seqüência específica de eventos dentro de um caso de uso, os atores externos que interagem diretamente com o sistema, o sistema (como uma cai-

Exemplo de Relacionamento entre Artefatos do PU

Modelo de Domínio

Venda

Modelagem de Negócio

1..* LinhadeItem

DeVenda

1

data

...

...

...

quantidade

Visão

Modelo de Caso de Uso

Processar Venda

Processar

Venda

nomes de casos de uso

Caixa

1. Cliente chega

2. Caixa insere nova venda.

3. …

Requisitos

Diagrama de Caso de Uso

Parâmetros e detalhes do valor de retorno

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Medium 9788577808403

10. Distribuição da Renda Pessoal e Avaliação do Bem-Estar Social

Duilio de Ávila Bêrni, Vladimir Lautert Grupo A PDF Criptografado

10

Distribuição da Renda Pessoal e

1

Avaliação do Bem-Estar Social

Vladimir Lautert e Duilio de Avila Bêrni

10.1 CONSIDERAÇÕES INICIAIS2

Em diversas instâncias dos capítulos anteriores, estudamos os processos de geração, apropriação e absorção do valor adicionado, mensurando-o por meio das óticas do produto, da renda e da despesa. Iniciamos destacando, na Tabela 3.5 do Capítulo

3 (Dimensões), a distribuição primária (funcional) emanando dos produtores e alcançando os locatários dos fatores de produção. Depois, examinamos a distribuição secundária, quando estes remetem seus rendimentos às instituições. Por fim, assinalamos que o círculo se fecha quando a renda circula das instituições aos produtores que lhes fornecem bens e serviços de consumo (privado ou do governo), investimento ou exportação. Este fluxo circular percorrido pela renda perpassa o núcleo conceitual de nosso livro, nomeadamente, a matriz de contabilidade social que vem sendo examinada em diferentes graus de detalhamento, como a da Tabela

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Medium 9788521615439

10. Entrada e Saída (E/S)

Mario A. Monteiro Grupo Gen PDF Criptografado

10

Entrada e Saída (E/S)

10.1 INTRODUÇÃO

No Cap. 2 foram apresentados os componentes principais de um sistema de computação e descritas suas funções básicas. Nos capítulos seguintes, descreveram-se, em detalhe, as características e funcionamento de cada um deles: a memória (memória principal no Cap. 4, memória cache no Cap. 5 e memória secundária no

Cap. 9) e o processador (Cap. 6), restando os dispositivos de entrada e saída (E/S) para este capítulo.

Das descrições efetuadas, pode-se observar que o conjunto processador (UCP) e memória funcionam de modo bastante interligado, inclusive com faixa de velocidade mais ou menos compatível (estamos nos referindo a MP e Cache). A interligação UCP/MP pode ser vista como mostrado na Fig. 10.1, através do barramento do sistema, decomposto na figura em seus três elementos funcionais distintos: endereços, dados e controle.

No entanto, para que possamos desfrutar da rapidez e flexibilidade de um computador, não basta sabermos que ele pode armazenar na memória os programas e dados que desejamos processar e nem que ele pode executar mais de um bilhão de operações por segundo. É preciso que o programa que tenha sido codificado em uma folha de papel e os dados que serão por ele manipulados sejam inseridos no sistema, caractere por caractere, inclusive os espaços em branco entre os caracteres, os sinais de pontuação e os símbolos de operações matemáticas. Para tanto, precisamos de um meio qualquer que faça essa comunicação homem/máquina. Um teclado do tipo semelhante ao de uma máquina de escrever pode servir como elemento de entrada.

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Medium 9788536301921

10. Estudos de caso

Jorge Luis Nicolas Audy, Ângela Freitag Brodbeck Grupo A PDF Criptografado

ESTUDOS DE CASO

133

10

Estudos de Caso

Este capítulo apresenta dois estudos de caso de referência dos modelos PESIAO (Figura 7.2, Capítulo 7) e MOAE (Figura 8.1, Capítulo 8). O primeiro caso apresenta o processo de planejamento de sistemas de informação de um centro médico, abordando aspectos de aprendizagem na sua condução. O segundo caso apresenta os elementos promotores de alinhamento durante as etapas de formulação e implementação do processo de PE em uma indústria do setor automotivo.

Busca-se demonstrar, com exemplos práticos, a aplicação das abordagens sugeridas neste livro e o uso adequado dos elementos de aprendizagem organizacional e de alinhamento estratégico durante a condução do processo de PE dentro das organizações. Vale ressaltar que os resultados foram obtidos pelos autores durante observações dentro dessas organizações. Os entrevistados são executivos de alto nível com conhecimento e experiência em processos de PE e em gestão. Por questões de sigilo, algumas informações apresentam-se limitadas.

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Medium 9788577806157

10 Gerenciando Dados e Concorrência

John Watson Grupo A PDF Criptografado

372

OCA ORACLE DATABASE 11g: GUIA DO EXAME DE ADMINISTRAÇÃO I (EXAME 1ZO-052)

O

s dados em um banco de dados relacional são gerenciados com os comandos DML (data manipulation language) do SQL. São os comandos INSERT,

UPDATE, DELETE e (nas versões mais recentes do SQL) MERGE. Associados a esses estão as instruções de controle de transações COMMIT e ROLLBACK.

Esses comandos são tratados com detalhes no currículo de SQL e testados nos exames apropriados, mas pressupõe-se o conhecimento do DML para o currículo do DBA. É improvável que a sintaxe do SQL seja testada nos exames de OCP para DBA, mas uma compreensão completa de como as instruções DML são executadas e do processamento do commit são essenciais.

O SQL é um padrão internacional definido pelas organizações ANSI e ISO. Ele não é planejado para ser uma linguagem completa de desenvolvimento de aplicações. É uma linguagem orientada a conjuntos planejada para gerenciar dados com comandos declarativos: você diz ao SQL o que deseja que ele faça, não como deseja que ele faça. Como tal, ela não tem as construções procedurais e as facilidades de interface de usuário necessárias a um ambiente de desenvolvimento de aplicações completo. A Oracle Corporation projetou sua própria linguagem 3GL (third-generation language), para preencher essa lacuna. Essa linguagem é o PL/SQL, que inclui os recursos para iteração, ramificação condicional, variáveis e desenvolvimento de interface de usuário que os desenvolvedores de aplicações precisam. Os comandos SQL devem ser embutidos no código PL/SQL sempre que o código precisar acessar os dados. O PL/SQL tem os recursos de gerenciamento de código que são encontrados em qualquer 3GL: procedures, funções e pacotes. O PL/

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Medium 9788521617723

10 - Iniciativas Públicas: Legislação, Metodologias e Modelos de Interoperabilidade na Europa, nos Eua e no Brasil

Luís Fernando Ramos Molinaro, Karoll Haussler Carneiro Ramos Grupo Gen PDF Criptografado

Iniciativas Públicas:

Legislação, Metodologias e Modelos de

Interoperabilidade na

Europa, nos EUA e no Brasil

10

Introdução

Neste capítulo serão repassadas as principais normas, legislações e metodologias públicas que estimulam a adoção de boas práticas na gestão dos serviços de Tecnologia da Informação. Primeiramente, será apresentado o caso dos EUA pelas leis Clinger Cohen e Sarbanes Oxley. Ambas as leis são complementares para o desenvolvimento de arquiteturas corporativas que implementam mecanismos de controle.

A Lei Clinger Cohen estimulou o desenvolvimento de metodologias de desenho de arquiteturas corporativas (p. ex.,

FEA), enquanto a Lei Sarbanes Oxley incentivou o uso de mecanismos de controle baseados em melhores práticas (p. ex.,

COBIT®, ITIL®), responsabilizando civil e criminalmente os gestores que não cumprissem com as determinações da lei.

Também será abordado o caso brasileiro, por meio da Instrução Normativa n.º 04/2009 que orienta a aquisição de serviços de Tecnologia de Informação pela Administração Pública Federal.

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