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Medium 9788577260485

Capítulo 17 - Sistema de Nome de Domínio (DNS)

Behrouz A. Forouzan Grupo A PDF Criptografado

SEÇÃO 2.1   O MODELO OSI   471

Capítulo 17

Sistema de Nome de Domínio (DNS)

Para identificarem uma entidade, os protocolos TCP/IP usam o endereço IP, que reconhece exclusivamente a conexão de um host à Internet. Entretanto, as pessoas preferem usar nomes, em vez de endereços numéricos. Portanto, precisamos de um sistema que possa fazer o mapeamento de um nome para um endereço ou de um endereço para um nome.

Quando a Internet era pequena, o mapeamento era feito usando um arquivo de host. O arquivo de host tinha apenas duas colunas: nome e endereço. Todo host podia armazenar o arquivo de host em seu disco e atualizá-lo periodicamente com base em um arquivo de host mestre. Se um programa ou um usuário quisesse fazer o mapeamento de um nome para um endereço, o host consultava o arquivo de host e encontrava o mapeamento.

Atualmente, entretanto, é impossível ter um único arquivo de host para relacionar cada endereço a um nome, e vice-versa. O arquivo de host seria grande demais para armazenar em cada host. Além disso, seria impossível atualizar todos os arquivos de host sempre que houvesse uma alteração.

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Medium 9788577803811

3.1 listas lineares implementadas através de contigüidade física

Nina Edelweiss, Renata Galante Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 3

3.1

Listas Lineares

53

listas lineares implementadas através de contigüidade física

Listas lineares implementadas através de contigüidade física utilizam a seqüencialidade da memória do computador para representar a ordem dos nodos na lista. Endereços fisicamente adjacentes na memória representam nodos logicamente adjacentes na lista. Deste modo, o relacionamento lógico representado pela posição de um nodo na lista não precisa ser explicitamente representado.

A forma mais usual de implementar uma lista linear através de contigüidade física é através da utilização de um arranjo de uma dimensão (vetor). Cada elemento do arranjo representa um nodo da lista. Qualquer nodo da lista pode ser acessado diretamente através do índice do arranjo, que representa sua posição na lista. A Figura 3.2 ilustra uma lista linear de 6 nodos, representada pelo arranjo LL de 6 elementos. O primeiro nodo desta lista (L1) está armazenado em LL[1], o segundo em LL[2] e o último em LL[6].

A possibilidade de acessar diretamente um nodo é uma característica importante deste tipo de implementação, pois não é necessário percorrer toda a lista, a partir de seu início, para que um determinado nodo seja acessado.

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Medium 9788530956738

7 - PACOTES OFFICE

Idankas, Rodney Grupo Gen PDF Criptografado

PACOTES OFFICE

Sumário: 7.1 Uma visão geral dos principais pacotes Office

(aplicativos de produtividade) – 7.2 Microsoft Office Word:

7.2.1 Nova interface gráfica do Word 2010; 7.2.2 Faixa de opções; 7.2.3 Caixa de diálogos; 7.2.4 Minibarra de tarefas;

7.2.5 Dicas de teclas; 7.2.6 Smartart; 7.2.7 Assinatura digital;

7.2.8 Suporte a arquivos com extensões XPS e PDF; 7.2.9

Teclas de atalho – 7.3 MS Office: Excel: 7.3.1 Nova interface gráfica do Excel 2010; 7.3.2 Faixa de opções; 7.3.3 Caixa de diálogos; 7.3.4 Minibarra de tarefas; 7.3.5 Smartart; 7.3.6 Teclas de atalho e de funções; 7.3.7 Operadores matemáticos do

MS Excel; 7.3.8 Funções do MS Excel – 7.4 Considerações importantes – 7.5 Exercícios para fixação.

7.1 UMA VISÃO GERAL DOS PRINCIPAIS PACOTES

OFFICE (APLICATIVOS DE PRODUTIVIDADE)

Os pacotes de aplicativos, aplicativos de produtividade ou suítes, como são denominados, são programas de computador apresentados em um conjunto que possuem diversas funções e facilidades diferentes, disponibilizados aos usuários.

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Medium 9788582603765

Capítulo 3 - Implementação de continuidade do negócio e recuperação de desastres

J. C. Mackin, Orin Thomas Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 3

Implementação de continuidade do negócio e recuperação de desastres

Este capítulo apresenta as funções fundamentais de backup, restauração e recuperação de servidores. Para compreender os tópicos abordados neste capítulo, é necessário um profundo entendimento de novas tecnologias que talvez não estejam implementadas em seu ambiente. As informações deste capítulo devem ser complementadas com um pouco de prática interativa para que você possa entender melhor como usar essas tecnologias para lidar com cenários do mundo real e resolver problemas em um ambiente de servidor avançado.

Objetivos deste capítulo:

᭿

Objetivo 3.1: Configurar e gerenciar backups

᭿

Objetivo 3.2: Recuperar servidores

᭿

Objetivo 3.3: Configurar tolerância a falhas no nível de site

Objetivo 3.1: Configurar e gerenciar backups

Este objetivo trata da preparação para possível perda de dados. Fazer backups com o recurso Windows Server Backup é o modo mais simples e óbvio de se preparar para a recuperação de desastres, mas isso não significa que é o tema deste objetivo que mais provavelmente aparecerá no exame. O Windows Server Backup – pelo menos no nível mais básico, no qual as pessoas o utilizam mais frequentemente – é realmente simples demais para ser o foco de questões do exame. Caso apareça uma pergunta sobre

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Medium 9788536301921

3. A implementação do PESI

Jorge Luis Nicolas Audy, Ângela Freitag Brodbeck Grupo A PDF Criptografado

3

A implementação do PESI

ASPECTOS SOBRE A IMPLEMENTAÇÃO DO PESI

A implementação de um plano de SI exige uma série de passos que devem ser dados pelos agentes do processo de mudança, quando essa mudança é planejada para implantar as alterações definidas e decorrentes do processo de planejamento, nas dimensões tecnológica e organizacional.

Segundo Lederer e Salmela (1996), a implementação de planejamento estratégico de SI é o processo de execução das mudanças planejadas. Isso implica o desenvolvimento e a instalação de uma arquitetura para os sistemas definidos, a geração dos bancos de dados, a instalação dos sistemas de comunicação, bem como a criação das mudanças organizacionais e treinamento dos usuários e gerentes.

Pode-se identificar também um conjunto de fatores críticos para o planejamento de SI que poderão influir na implementação dos planos: preparação de um plano de migração, obtenção de requisitos aproximados, avaliação das potencialidades e fraquezas das TIs disponíveis, consideração do estilo gerencial da organização, agregação de valor e redução de custos.

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Medium 9788536530833

11.7 Editor de Blocos – Block Editor

Cláudia Campos Netto Editora Saraiva PDF Criptografado

186

Estudo Dirigido de AutoCAD 2019

3. Abra o desenho ESCRITORIO, e os blocos do desenho TAMPO MESA1 estarão sem as alterações. Para alterar todos os blocos TAMPO MESA1 ao mesmo tempo, entre no comando Insert e selecione o arquivo TAMPO MESA1 por meio do botão Browse, como se fosse inseri-lo novamente.

4. Ao selecionar OK na janela do comando Insert, aparece a janela de diálogo da Figura 11.13, alertando que já existe no desenho um bloco com aquele nome e perguntando se deseja redefini-lo; confirme com Sim ou OK.

5. Nesse momento, todos os blocos TAMPO MESA1 no desenho ESCRITORIO são redefinidos.

Após esse passo, pode-se cancelar o comando com a tecla , se não for necessário inserir novamente o bloco redefinido (Figura 11.14).

Figura 11.13.   Alerta de confirmação

da redefinição dos blocos.

Figura 11.14   Blocos atualizados automaticamente.

OBSERVAÇÃO

Quando se insere um desenho em outro, ele se torna um bloco no outro. Nesse procedimento, o desenho inserido é totalmente carregado sobre o outro, de modo que todos os níveis de trabalho, estilos de texto, blocos do desenho inserido etc. fazem parte do desenho ativo.

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Medium 9788563308153

Capítulo 3: O mundo clássico de David Ricardo e a vantagem comparativa

Dennis R. Appleyard, Alfred J. Field Jr., Steven L. Cobb Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

3

O MUNDO CLÁSSICO DE

DAVID RICARDO E A

VANTAGEM COMPARATIVA

OBJETIVOS DE APRENDIZADO

■ Compreender a vantagem comparativa como a base para o comércio entre nações.

■ Identificar a diferença entre vantagem comparativa e vantagem absoluta.

■ Quantificar os ganhos do comércio em um modelo dois-países, duas-mercadorias.

■ Reconhecer a vantagem comparativa e os ganhos potenciais do comércio usando

as fronteiras de possibilidades de produção.

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CAPÍTULO 3

O MUNDO CLÁSSICO DE DAVID RICARDO E A VANTAGEM COMPARATIVA

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INTRODUÇÃO

Alguns mitos comuns

Ouvimos que trocas nos fazem mais pobres. Não é verdade. O comércio é o grande gerador de bem-estar econômico. Enriquece nações porque permite às empresas e aos trabalhadores se especializarem naquilo que fazem melhor. A competição os força a serem mais produtivos. No final, os consumidores têm como recompensa produtos e serviços mais baratos e melhores...

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Medium 9788586804885

Capítulo 19 - Camada de Rede: Endereçamento Lógico

Behrouz A. Forouzan Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 19

Camada de Rede:

Endereçamento Lógico

Como discutimos no Capítulo 2, a comunicação na camada de rede é host-host (computadorcomputador); um computador em algum ponto do mundo precisa se comunicar com outro computador em outra parte do planeta. Normalmente, os computadores se comunicam pela Internet.

O pacote transmitido pelo computador transmissor pode passar por várias LANs ou WANs antes de atingir o computador de destino.

Para esse nível de comunicação, precisamos de um esquema de endereçamento global; nós o denominamos endereçamento lógico no Capítulo 2. Atualmente, usamos o termo endereço IP para indicar um endereço lógico na camada de rede do conjunto de protocolos TCP/IP.

Os endereços Internet têm 32 bits de comprimento; isso permite um máximo de 232 endereços. São conhecidos como endereços IPv4 (IP versão 4) ou simplesmente endereços IP para evitar confusão.

A necessidade de mais endereços, além de outras preocupações em relação à camada IP, motivou um novo projeto da camada IP chamado nova geração do IP ou IPv6 (IP versão 6).

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Medium 9788536530833

9.11 Comando DIM – Cotas Automáticas

Cláudia Campos Netto Editora Saraiva PDF Criptografado

146

Estudo Dirigido de AutoCAD 2019

▶▶ CENTERMARKEXE: variável ON/OFF. Se ON, desenha a linha de centro; se OFF, desenha a marca de centro com linha curta.

▶▶ CENTERLTYPE: especifica o tipo de linha usado para a linha de centro.

▶▶ CENTERLAYER: especifica o layer para o desenho da linha de centro.

▶▶ CENTERLTSCALE: especifica a escala usada para o desenho da linha de centro.

▶▶ CENTERCROSSSIZE: determina o tamanho da linha que marca o centro do círculo.

▶▶ CENTERCROSSGAP: determina a distância da linha do centro a linha que marca o centro do círculo.

9.9  Comando Dimjogged

Este comando insere uma cota de raio em círculos e arcos com a linha de cota cortada.

Command: _Dimjogged.

Select arc or circle: selecione o círculo.

Specify center location override: selecione o centro.

Dimension text = 67,93.

Specify dimension line location or [Mtext/Text/

Angle]: marque a posição da linha.

Specify jog location: marque a posição do corte.

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Medium 9788582603956

Capítulo 8 - Analise conjuntos alternativos de dados

Curtis Frye Grupo A PDF Criptografado

8

Neste capítulo

᭿ Examine dados usando a Lente de

Análise Rápida

᭿ Defina um conjunto alternativo de dados

᭿ Defina vários conjuntos alternativos de dados

᭿ Analise dados usando tabelas de dados

᭿ Varie seus dados para obter um resultado específico com o recurso Atingir Meta

᭿ Encontre as melhores soluções com o Solver

᭿ Analise dados por meio de estatísticas descritivas

Arquivos de prática

Use neste capítulo os arquivos de prática da pasta Excel2016PAP\

Cap08. Para ver as instruções de download dos arquivos de prática, consulte a Introdução.

Analise conjuntos alternativos de dados

Quando os dados estão armazenados em uma pasta de trabalho do Excel 2016, você pode usá-los, isolados ou como parte de um cálculo, para descobrir informações importantes sobre sua empresa. É possível resumir seus dados rapidamente usando a Lente de Análise Rápida para criar gráficos, calcular totais ou aplicar formatação condicional.

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Medium 9788565837194

15.6 Criando, inserindo e excluindo nós

David Flanagan Grupo A PDF Criptografado

372

Parte II

JavaScript do lado do cliente

CharacterData também define métodos pouco usados para anexar, excluir, inserir e substituir texto dentro de um nó Text ou CDATASection. Em vez de alterar o conteúdo de nós Text existentes, também é possível inserir novos nós Text em um Element ou substituir nós existentes por novos nós

Text. A criação, inserção e exclusão de nós são o tema da próxima seção.

15.6 Criando, inserindo e excluindo nós

Vimos como consultar e alterar conteúdo de documento usando strings HTML e de texto puro. E também vimos que podemos percorrer um objeto Document para examinar os nós Element e Text individuais de que é constituído. Também é possível alterar um documento no nível dos nós individuais. O tipo Document define métodos para criar objetos Element e Text e o tipo Node define métodos para inserir, excluir e substituir nós na árvore. O Exemplo 13-4 demonstrou a criação e a inserção de nós e aquele breve exemplo está duplicado aqui:

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Medium 9788536530833

9.4 Comando Dimcontinue

Cláudia Campos Netto Editora Saraiva PDF Criptografado

142

Estudo Dirigido de AutoCAD 2019

9.3  Comando Dimbaseline

O comando Dimbaseline possibilita o dimensionamento linear a partir de uma linha de referência.

Essa função deve ser acionada obrigatoriamente após um dimensionamento linear qualquer, pois a dimensão será cotada em relação à primeira linha de chamada do comando anterior.

Faça um desenho semelhante ao da Figura 9.12.

Figura 9.12   Dimensionamento a partir de uma referência.

Clique no botão do comando Linear Dimension.

Command: Dimlinear.

First extension line origin or : P1.Specify second extension line origin: P2.Specify dimension line location or: P3.Clique no botão do comando Baseline Dimension.Command: DimbaselineSpecify a second extension line origin or [Undo/Select] : P4.

Specify a second extension line origin or [Undo/Select] : P5.Specify a second extension line origin or[Undo/Select] : .

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Medium 9788536532059

MATERIAL DIGITAL

Wilma Sirlange Sobral Editora Saraiva PDF Criptografado

ESTE LIVRO POSSUI MATERIAL DIGITAL EXCLUSIVO

Para enriquecer a experiência de ensino e aprendizagem por meio de seus livros, a Saraiva Educação oferece materiais de apoio que proporcionam aos leitores a oportunidade de ampliar seus conhecimentos.

Nesta obra, o leitor que é aluno terá acesso ao gabarito das atividades apresentadas ao longo dos capítulos. Para os professores, preparamos um plano de aulas, que o orientará na aplicação do conteúdo em sala de aula.

Para acessá-lo, siga estes passos:

1. Em seu computador, acesse o link: https://somos.in/DDI1

2. Se você já tem uma conta, entre com seu login e senha. Se ainda não tem, faça seu cadastro.

3. Após o login, clique na capa do livro. Pronto! Agora, aproveite o conteúdo extra e bons estudos!

Qualquer dúvida, entre em contato pelo e-mail suportedigital@saraivaconecta.com.br.

4

DESIGN DE INTERFACES - INTRODUÇÃO

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Medium 9788565837194

3.8 Conversões de tipo

David Flanagan Grupo A PDF Criptografado

44

Parte I

JavaScript básica

Objetos não são comparados por valor: dois objetos não são iguais mesmo que tenham as mesmas propriedades e valores. E dois arrays não são iguais mesmo que tenham os mesmos elementos na mesma ordem: var o o === var a a ===

= {x:1}, p = {x:1}; p

= [], b = []; b

//

//

//

//

Dois objetos com as mesmas propriedades

=> falso: objetos distintos nunca são iguais

Dois arrays vazios diferentes

=> falso: arrays diferentes nunca são iguais

Às vezes os objetos são chamados de tipos de referência para distingui-los dos tipos primitivos de

JavaScript. Usando essa terminologia, os valores de objeto são referências e dizemos que os objetos são comparados por referência: dois valores de objeto são iguais se, e somente se, eles se referem ao mesmo objeto básico. var a = []; var b = a; b[0] = 1; a[0] a === b

//

//

//

//

//

A variável a se refere a um array vazio.

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Medium 9788521614807

Capítulo 14- Resumo e visão geral

Burgess Mark Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

14

Resumo e visão geral

O objetivo deste livro é apresentar uma visão geral da área de administração de sistemas para administradores ativos, cursos universitários e pesquisadores de informática de qualquer lugar. Por muito tempo, a administração de sistemas foi divulgada oralmente e resistiu à formalização. Só recentemente a necessidade de formalização da área foi reconhecida, através de cursos e certificações: tentativas determinadas, embora nem sempre ideais, de consolidar algo definitivo a partir do inconstante e variável corpo de conhecimento com o qual lidam os administradores de sistemas.

Comparado com muitos outros livros sobre administração de sistemas, que são excelentes referências práticas, este livro é bastante teórico. Ele pode desapontar os que vêem na tradição uma fonte de autoridade.

Trilhei outro caminho para ser lógico em vez de convencional, para ignorar peculiaridades redundantes onde apropriado e propor melhorias (com justificativas acompanhando-as). Raramente a história tem sido subserviente à lógica, e acredito que é hora de abandonar algumas práticas antigas para o bem da área. Sem mencionar que não alego ter as respostas definitivas, pois a principal mensagem deste livro é fazer você, leitor, pensar e julgar por si próprio. Afinal, não há perguntas que não devam ser feitas; não há autoridade que não deva ser questionada.

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