1696 capítulos
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788536527819

6.1 Hashable: o que é isso?

Sérgio Luiz Banin Editora Saraiva PDF Criptografado

6

Tipos Estruturados Não

Sequenciais

Objetivos

No Capítulo 4 foram vistos os tipos estruturados sequenciais, que se caracterizam por ter seu conteúdo composto por distintos elementos que podem ser acessados a partir de um índice numérico, sequencial e que inicia em zero. Neste capítulo serão vistos os tipos estruturados não sequenciais, os quais também se caracterizam pelo conteúdo composto, porém, a individualização dos elementos não se dá pelo uso de um índice.

No entanto, para que os conceitos de conjunto e das chaves dos dicionários possam ser apresentados de maneira apropriada, é necessário apresentar os conceitos de objetos hashable e não hashable, os quais estão vinculados com a imutabilidade e a mutabilidade desses objetos.

Após essa conceituação, serão vistos dois tipos de objetos, que são o propósito deste capítulo: os conjuntos (set) e os dicionários (dictionary).

6.1  Hashable: o que é isso?

Antes de começar, duas considerações: este é um assunto que poderia ter sido tratado no Capítulo 2, mas foi deixado para este capítulo para evitar que o programador iniciante fosse abarrotado com conceitos específicos e aprofundados de Python antes de dominar seus aspectos mais básicos; o termo técnico hashable, do inglês, não tem uma tradução em português, de modo que esse será o termo utilizado daqui para a frente.

Ver todos os capítulos
Medium 9788536532059

7.1 Princípios do design de interfaces

Wilma Sirlange Sobral Editora Saraiva PDF Criptografado

AGORA É COM VOCÊ!

1. Descreva o papel da prototipagem no design de interfaces.

2. Como você explicaria o que é storyboard? Exemplifique.

3. A parte 10 da norma ISO 9241 descreve sete princípios de diálogo referentes às interfaces de software.

Quais são eles?

4. Qual é a diferença entre protótipo de alta e de baixa fidelidade? Em que situação optamos por usar um ou outro?

86

DESIGN DE INTERFACES - INTRODUÇÃO

7

DESIGN DE INTERFACES

PARA COMEÇAR

Neste capítulo, você vai estudar a lista de princípios que orientam o designer durante o processo de criação, ainda na fase de prototipação. O objetivo desse trabalho é promover interações mais complexas. São oferecidas orientações aos designers sobre as principais características de um bom design, como critérios de usabilidade, aprendizagem, diminuição da incidência de erros etc.

7.1 Princípios do design de interfaces

Ao longo dos anos, são desenvolvidos teorias e princípios para melhorar o desenvolvimento de interfaces. O objetivo é fazer com o que o design ofereça ao usuário uma melhor experiência. Profissionais da área, como o professor estadunidense Donald Norman, especialista na área de ciência cognitiva, e o pesquisador dinamarquês Jakob Nielsen, da área de ciência da computação, há décadas estudam e escrevem a respeito.

Ver todos os capítulos
Medium 9788563308146

Capítulo Sete. A natureza da indústria

Michael R. Baye Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO SETE

A natureza da indústria

Manchete

Microsoft coloca freio em fusão com Intuit

Alguns anos atrás, o Departamento de Justiça dos

Estados Unidos arquivou um processo para impedir os planos da gigante Microsoft de adquirir a produtora de software financeiro Intuit. Relatórios elaborados estimaram a participação da Microsoft em cerca de

20% no mercado de software para finanças pessoais, enquanto a Intuit possuía 70% de participação. Um mês depois de despender $4 milhões nos planos de fusão, a Microsoft anunciou que havia decidido abrir mão do negócio. Adicionalmente aos $4 milhões, a empresa pagou à Intuit mais $40 milhões por ter desistido do negócio.

Você acredita que a Microsoft deveria ter despendido os $4 milhões antecipadamente em planos de fusão? Explique.

Objetivos didáticos

Ao final deste capítulo, você poderá:

• Responder à manchete.

• Fornecer medidas alternativas de estrutura, conduta e desempenho da indústria e discutir suas limitações.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582604649

Capítulo 6 - Implementação de uma infraestrutura de redeavançada

Andrew Warren Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 6

Implementação de uma infraestrutura de rede avançada

Neste capítulo, você aprende sobre os recursos de rede avançados do Windows Server

2016, incluindo como implementar soluções de rede de alto desempenho e como determinar cenários e requisitos para implementar Redes Definidas por Software (SDN, Software Defined Networking).

Objetivos deste capítulo:

JJ

Objetivo 6.1: Implementar soluções de rede de alto desempenho

JJ

Objetivo 6.2: Determinar cenários e requisitos para implementar SDN

Objetivo 6.1: Implementar soluções de rede de alto desempenho

Muitas organizações grandes conectam suas infraestruturas de rede internas na nuvem e interligam seus datacenters. Embora essas interligações sejam altamente desejáveis, elas podem levar a uma redução no desempenho da rede.

O Windows Server 2016 contém vários recursos que podem ser implementados para habilitar e dar suporte a redes de alto desempenho. Esses recursos podem ajudar a diminuir problemas de desempenho e incluem:

Ver todos os capítulos
Medium 9788582601952

Capítulo 7 - Linguagem PHP

Evandro Manara Miletto, Silvia de Castro Bertagnolli Grupo A PDF Criptografado

Lourenço de Oliveira Basso

Evandro Manara Miletto

capítulo 7

Linguagem PHP

No Capítulo 5, apresentamos a linguagem de programação JavaScript, muito utilizada no desenvolvimento de aplicações Web, atuando junto ao cliente em um modelo cliente-servidor. Passaremos, agora, a abordar o PHP (Hypertext

Preprocessor), uma linguagem de programação que opera no lado servidor

(server-side). O PHP possibilita o desenvolvimento de sistemas Web completos e dinâmicos, oferecendo ao programador um amplo conjunto de recursos.

Neste capítulo, abordaremos as possibilidades oferecidas pela linguagem e exploraremos suas potencialidades com base na proposta do sistema de compras online apresentado no Capítulo 1.

Objetivos de aprendizagem

Compreender os aspectos básicos da linguagem de programação PHP.

Empregar os diferentes recursos oferecidos.

Produzir sistemas Web baseados em um modelo cliente-servidor.

Miletto_BOOK.indb 161

27/03/14 11:26

Ver todos os capítulos
Medium 9788536510859

1 - Uma Revisão de Conceitos

William Pereira Alves Editora Saraiva PDF Criptografado

1

Uma Revisão de Conceitos

Para começar

Neste capítulo, estudaremos os conceitos de bits e bytes; uma pequena visão da história dos números e sistemas de numeração, com descrição dos sistemas numéricos decimal, binário e hexadecimal; os conceitos de redes e protocolos e os fundamentos da internet.

1.1 Bits e bytes

Vamos iniciar nosso estudo com uma pequena recapitulação de alguns conceitos básicos, mas necessários para um melhor entendimento do que será visto mais à frente.

Hoje é comum encontrarmos nos lares microcomputadores com as mais diversas configurações, velocidade e capacidade de processamento. Mas nem sempre foi assim. Os computadores surgiram por causa das necessidades militares, principalmente após a Segunda Guerra Mundial, tanto nos Estados Unidos quanto na Inglaterra. E sendo uma invenção militar, por anos sua utilização ficou restrita às forças armadas desses países e quando muito às instituições acadêmicas (como universidades), órgãos do governo e centros de pesquisa.

Ver todos os capítulos
Medium 9788586804885

Capítulo 21 - Camada de Rede: Mapeamento de Endereços, Notificação de Erros e Multicasting

Behrouz A. Forouzan Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 21

Camada de Rede: Mapeamento de

Endereços, Notificação de Erros e

Multicasting

No Capítulo 20, discutimos o Internet Protocol (IP) como o principal protocolo da camada de rede. O IP foi desenvolvido como um protocolo de entrega best effort, mas lhe faltam alguns recursos, como controle de fluxo e de erros. Trata-se de um protocolo host-to-host que usa endereçamento lógico. Para fazer que o IP responda de forma mais eficiente a certas necessidades de internetworking de nossos dias, necessitamos do auxílio de outros protocolos.

Primeiro, precisamos que algum protocolo crie um mapeamento entre endereços lógicos e físicos. Os pacotes IP usam endereços lógicos (host-to-host). Esses pacotes, porém, devem ser encapsulados em frames, que requerem endereços físicos (nó-a-nó). Veremos que um protocolo denominado ARP (Address Resolution Protocol — protocolo de resolução de endereço) foi desenvolvido para esse fim. Algumas vezes, precisamos do mapeamento inverso — associar (mapear) um endereço físico a um endereço lógico como, por exemplo, ao fazer o boot de um computador sem disco (diskless) ou alugar um endereço IP para um host. Foram desenvolvidos três protocolos para essa finalidade: RARP, BOOTP e DHCP.

Ver todos os capítulos
Medium 9788536510859

3 - Introdução à Gestão de Projetos

William Pereira Alves Editora Saraiva PDF Criptografado

3

Introdução à

Gestão de Projetos

Para começar

Neste capítulo estudaremos os fundamentos de gerenciamento de projetos; a importância da gestão de projetos; o ciclo de vida de um projeto; as fases presentes no ciclo de vida; o processo de desenvolvimento de um software e o acompanhamento do projeto.

3.1 Gerenciamento de projetos

Aqueles que trabalham na área de informática, principalmente quem atua no desenvolvimento de sistemas, invariavelmente se encontram envolvidos em projetos, alguns pequenos, de curta duração, outros grandes, mais longos. Em função disso, você, como um futuro desenvolvedor, precisa ter consciência da importância de saber sua posição dentro de um projeto e conhecer as etapas e requisitos que fazem parte da elaboração desses projetos, que são vitais para que eles alcancem sucesso.

Basicamente, um projeto pode ser definido como um evento com um tempo de duração predefinido e temporário. Embora às vezes possa ser executado por apenas uma pessoa, normalmente são empregadas várias pessoas nesse tipo de empreendimento, com funções já estabelecidas, ou seja, cada pessoa é encarregada da execução de uma tarefa específica. O resultado final após a execução de um projeto pode ser um produto novo ou um serviço.

Ver todos os capítulos
Medium 9788536532875

5.4 Pontos do levantamento

Marcus Cesar Cardoso Editora Saraiva PDF Criptografado

106

Autodesk® Civil 3D 2020 – Aplicações BIM para Projetos de Infraestrutura

Figura 5.18  Aba Import Options para configuração dos parâmetros de importação do arquivo do levantamento.

Por meio do arquivo de formato FBK, pode-se observar a inserção dos dados topográficos na mesma ordem sequencial do arquivo.

Esse exemplo ilustrou de forma simples que o processo para a importação dos dados do levantamento pode ser automatizado pelas configurações dos prefixos para as figuras topográficas e dos códigos de linework, além da definição dos estilos de representação dos pontos e das figuras, beneficiando a criação automatizada dos desenhos topográficos.

1. Verifique os dados importados na área de desenho. Por meio da aba Survey, observe os objetos pontos, figuras e network importados do arquivo Field Book. Grave o arquivo como

Levantamento.DWG.

2. As figuras topográficas, assim como os pontos importados, podem ser manipuladas pela ribbon contextual Survey exibida quando selecionamos um objeto desejado na área de desenho. A ribbon contextual de figuras possibilita acessar a caixa de propriedades, editar a geometria horizontal e verificar as elevações dos vértices das figuras selecionadas, além de possibilitar atualizar o banco de dados com as novas correções ou, ainda, importar novamente os objetos do banco de dados para o desenho atual.

Ver todos os capítulos
Medium 9788580550962

Capítulo 13 - Mercados de trabalho, pobreza e distribuição de renda

Robert H. Frank, Ben S. Bernanke Grupo A PDF Criptografado

C A PÍ T U L O 1 3

M ER C ADOS DE

T R A B ALHO, P OBREZA

E DISTRIBUIÇ ÃO DE

R EN DA

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Após ler este capítulo, você conseguirá:

1. Entender a relação entre os salários e a produtvidade marginal dos trabalhadores.

2. Analisar como são definidos salários e empregos nos mercados de trabalho competitivos.

3. Comparar e distinguir as várias hipóteses que os economistas propuseram para explicar as diferenças nos rendimentos.

4. Discutir as recentes tendências de desigualdade de renda e justificativas filosóficas nos Estados Unidos para a redistribuição de renda.

5. Descrever e analisar alguns dos métodos usados para reduzir a pobreza nos

Estados Unidos.

P

or margem mínima, Mary Lou Retton ganhou a medalha de ouro na ginástica individual feminina nos Jogos Olímpicos de Los Angeles, em 1984. Nos anos seguintes, permaneceu sob os holofotes e continuou a ganhar milhões de dólares dos endossos de produtos e das palestras motivacionais. Em contrapartida, a medalhista de prata de 1984 caiu totalmente no esquecimento. (Você consegue lembrar seu nome?) Ela é Ecaterina Szabo, uma das ginastas romenas mais talentosas de sua época, que, embora quase tenha ganhado de Retton, nunca obteve riqueza e reconhecimento internacional.

Ver todos os capítulos
Medium 9788536527819

1.5 A quem se destina este livro

Sérgio Luiz Banin Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo 1 – Python: uma Linguagem de Programação

23

Somando-se ao Python Docs, há um grande número de artigos, fóruns, listas de discussões, livros, blogs, e vídeos no YouTube, tudo isso acessível on-line em vários idiomas, inclusive português. Para os brasileiros, a comunidade Python

Brasil () é um excelente recurso em português.

Outra referência importante e avançada é o conjunto de PEPs (Python

Enhancement Proposals). PEP é um documento padronizado utilizado para formalizar a divulgação de informações à comunidade Python, para descrever uma nova funcionalidade, para que sejam apresentadas propostas de novos recursos, para a coleta de informações sobre problemas e para documentar as decisões de projeto que foram adotadas no Python.

1.5  A quem se destina este livro

O conteúdo foi pensado para atender desde o aluno iniciante até o programador experiente que necessita ou deseja aprender a linguagem Python.

Ao iniciante a linguagem Python propicia uma ferramenta simples, intuitiva e de fácil compreensão. Isso permite que o estudante não gaste seu tempo e energia com detalhes e especificidades da linguagem e dedique-os à resolução dos problemas de lógica, construindo algoritmos que representem a solução para tais problemas. Além disso, os diversos exemplos, exercícios resolvidos e exercícios propostos em cada capítulo ajudam o estudante a consolidar os conceitos apresentados, por meio da experimentação prática.

Ver todos os capítulos
Medium 9788536527864

7.4 Big Data

Getúlio K. Akabane Editora Saraiva PDF Criptografado

Descarte

Descarte

Armazenamento

Episódico

Estímulos de entrada

Olfato

Tato

Áudio

Visão

Paladar

Interferência

Memória temporária

Registro de sinais

Codificação

Semântico

Procedural

Atenção

Recuperação

Memória permanente

Saída

Figura 7.5  Processamento e armazenamento das informações cognitivas.

7.4  Big Data

O Gartner’s Group propôs em 2013 uma definição mais atualizada do termo Big Data: trata­

‑se de um conjunto de dados de alto volume, com tráfego em alta velocidade e/ou ativos de informação com alta variedade, que demanda novas formas de processamento para assim viabilizar o aprimoramento da tomada de decisão, a descoberta de insights e a otimização de processos.

Para Boyd e Crawford (2012), o Big Data é um fenômeno cultural, tecnológico e acadêmico.

Em seu âmbito, a tecnologia engloba um amálgama estreitamente entrelaçado de análise e mitologia, que inclui o poder da computação, algoritmos, ferramentas e técnicas analíticas, bancos de dados e data warehouses.

Ver todos os capítulos
Medium 9788536506159

5.5 Subprocessos e threads

William Pereira Alves Editora Saraiva PDF Criptografado

Até agora a CPU foi ocupada por 10 + 8 + 10 = 28 ms.

O último processo (P4) assume então o controle da CPU e executa todas as suas tarefas, pois seu tempo de uso é igual ao quantum.

O próximo processo a ocupar a CPU é o P1 novamente, pois faltam 30 ms de execução para completar suas tarefas.

Isso se repete até que o tempo de uso de todos os processos seja completado. Nesse exemplo em particular, os processos P2 e P4 são totalmente executados em uma única vez.

O tamanho de um quantum deve ser definido com muito cuidado, pois, se for muito grande, trará prejuízo no desempenho do sistema, pois o tempo necessário para a conclusão de uma tarefa será grande. Mas também não pode ser muito pequeno; caso contrário, haverá muito chaveamento de recursos na troca dos processos.

5.4.3 SPF (Shortest-Process-First) - Processo mais curto primeiro

Nesse algoritmo, os processos que possuem menor tempo de execução são executados pri­ meiro. Com isso é possível reduzir o tempo médio de espera.

Ver todos os capítulos
Medium 9788536527864

1.1 Semiótica

Getúlio K. Akabane Editora Saraiva PDF Criptografado

Tal volume decorre da necessidade de se atender a tudo o que pode ser armazenado em linguagem humana (livros e todas as outras formas de registros e publicações), do crescente número de capturas de imagens dinâmicas (vídeo e gráficos, fotos), sons e demais áudios. Há também outros dados ocultos em forma de aromas, sabores, texturas, luzes e vibrações que provêm das nossas próprias atividades, do planeta e do próprio universo.

As fontes dos dados também se tornaram variadas e heterogêneas em tamanho, padrão e formato, sejam eles estruturados, semiestruturados ou não estruturados, como os advindos de Facebook, Twitter, WhatsApp, cabeçalhos de e­‑mails ou outras formas de relacionamento dinâmico, veloz e sem fontes definidas de provedores. Tudo isso requer processamentos rápi‑ dos, em tempo real, com respostas adequadas para que nos beneficiemos integralmente de todo esse potencial.

Como aplicação na área de serviços financeiros, mais de cinco milhões de mensagens do mer‑ cado a cada segundo requerem resposta com tempo de latência de 30 microssegundos para que se possa preservar o negócio e atuar de forma competitiva no mercado. Além do mais, as men‑ sagens devem ter um conteúdo consistente que efetivamente agregue valor aos consumidores.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582601723

Capítulo 5 - Configuração dos recursos

Carl Chatfield, Timothy Johnson Grupo A PDF Criptografado

Visão geral do capítulo

Capítulo

??????

Listar

???????

Capacidade

Crie uma

??????

?????? lista?????????????? de recursos, página 80.

Mude a??????

?????? capacidade

?????????????? produtiva de um recurso, página 83.

Taxas

Insira remunerações de recurso,

??????

Exceções

Mude o tempo útil de um recurso,

?????

página 85.

?????? ?????? ??????????????

_Livro_Chatfield_Project.indb 78

página 88.

?????? ?????? ??????????????

29/11/13 14:31

Configuração dos recursos

5

NESTE CAPÍTULO, VOCÊ APRENDERÁ A:

Definir as informações básicas de recursos para as pessoas que trabalham no projeto.

Ajustar a capacidade produtiva máxima de um recurso.

Inserir remunerações padrão e de hora extra para recursos de trabalho.

Modificar o período útil e não útil de um recurso.

Criar recursos de custo para controle financeiro.

Ver todos os capítulos

Carregar mais