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Medium 9788560031528

27. ITERAÇÃO 3 — REQUISITOS

Craig Larman Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

27

ITERAÇÃO 3 — REQUISITOS

Objetivos

• Definir os requisitos para a iteração 3.

Introdução

A concepção e a iteração 1 exploraram muitas idéias básicas da modelagem comum usando A/POO. Na iteração 2, o projeto de objetos foi enfatizado. Nesta terceira iteração volta-se a adotar uma visão mais ampla, explorando vários tópicos de análise e projeto, incluindo:

᭿

Mais padrões de projeto GoF e sua aplicação no projeto de frameworks – em particular, um framework de persistência

᭿

Análise arquitetural; documentação da arquitetura com o modelo de visões N + 1

᭿

Modelagem de processo com os diagramas de atividade UML

᭿

Generalização e especialização

᭿

Projeto de pacotes

᭿

Definição dos requisitos para a iteração 3

O que vem a seguir?

GRASP: Mais

Objetos com

Responsabilidades

Concluída a iteração 2, este capítulo apresenta os requisitos da iteração 3. O próximo capítulo explora brevemente a modelagem de processos com os diagramas de atividade da UML.

Aplicação dos

Padrões de

Projeto GoF

Requisitos da

Iteração 3

Diagramas de

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Medium 9788540700826

Capítulo 9 - Ajuste os detalhes das atribuições

Carl S. Chatfield, Timothy D. Johnson Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 9

Ajuste os detalhes das atribuições

Neste capítulo, você vai aprender a:

Atrasar o início de uma atribuição de recurso.

Controlar como o trabalho de um recurso é agendado usando as delimitações de trabalho.

Aplicar diferentes taxas de custo para um recurso considerando os diferentes tipos de trabalho executados por ele.

Atribuir um recurso material a uma tarefa.

Ver as capacidades de trabalho por ele.

Atribuir tarefas no modo de exibição Planejador de Equipe (somente para o Project Professional).

Como os recursos de trabalho são geralmente a parte mais cara de um projeto, saber como usar melhor seu tempo é uma habilidade de gerenciamento de projeto importante. Neste capítulo, você vai aplicar diversos recursos do Microsoft Project 2010 para gerenciar atribuições de recursos às tarefas e custos das atribuições. Os usuários do Project Professional também podem usar o modo de exibição Planejador de Equipe para gerenciar atribuições.

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Medium 9788577800674

LIÇÃO 2 Trabalhando com uma apresentação

Aldir José Coelho Corrêa da Silva Grupo A PDF Criptografado

LIÇÃO

2

Trabalhando com uma apresentação

Depois desta lição, você será capaz de:

Criar uma nova apresentação usando um modelo de design.

Inserir texto no painel de slides.

Criar um novo slide.

Inserir texto na guia Tópicos.

Editar texto no modo Normal.

Inserir anotações do orador no painel de anotações e no modo de anotações.

✔ Inserir slides de outras apresentações.

✔ Reorganizar slides no modo de classificação de slides.

✔ Exibir slides no modo de apresentação de slides.

TERMOS-CHAVE

espaço reservado de texto modelo de design objeto de texto

Para trabalhar de forma eficiente com o Microsoft PowerPoint, você precisa se familiarizar com os recursos importantes dele. Na lição anterior, você aprendeu a criar uma apresentação usando o Assistente de AutoConteúdo, a alterar o texto do título e do parágrafo, a alterar modos de exibição, a passar de um slide para outro e a salvar uma apresentação.

Após criar uma apresentação de relatório de progresso para o programa de treinamento de funcionários da Contoso Ltda, você decidiu usar o PowerPoint para desenvolver o conteúdo do programa. A próxima etapa é começar uma nova apresentação e desenvolver o conteúdo da primeira sessão de treinamento, “Recrutando novos clientes”. Seu gerente de vendas lhe deu vários slides para serem incluídos na apresentação.

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Medium 9788536530833

10.1 Introdução ao Desenho Paramétrico

Cláudia Campos Netto Editora Saraiva PDF Criptografado

160

Estudo Dirigido de AutoCAD 2019

EXERCÍCIOS

Inserção de cotas no desenho e finalização.

1. Abra o exercício capitulo7.dwg.

2. Posicione o desenho na tela de forma que consiga vê-lo por inteiro.

3. Antes de cotar, defina um estilo de arquitetura. Entre no comando

Dimstyle, selecione New, dê o nome de ARQUITETURA e clique em Continue.

4. Selecione a guia Symbols and Arrows e no campo

Arrowheads, na caixa de listagem, selecione Oblique. Observe a figura ao lado.

5. Na guia Fit, é preciso mudar a escala porque os limites do desenho foram alterados. No campo

Scale for dimension features, digite 0.04.

6. Clique em OK para sair. Note que o estilo ARQUITETURA foi criado. Selecione o botão Set Current e depois Close. Com o estilo criado, vamos cotar.

7. Com o comando Dimlinear cote as linhas conforme indica a figura, usando os comandos

Dimlinear e Dimcontinue.

8. Com o comando Save As salve o desenho como capitulo9.

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Medium 9788536516325

EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO

André Luíz Navarro Garcia Manzano Editora Saraiva PDF Criptografado

118

Estudo Dirigido de Windows 10 Home

EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO

1. Aplique para as configurações as seguintes definições:

▶▶ Aplicativos padrão:

�� Player de música: devolva para o Groove Música.

�� Visualizador de fotos: defina como sendo o Paint.

�� Player de vídeo: defina como sendo o Windows Media Player.

�� Defina que arquivos .pdf devam ser abertos no Leitor (ou Reader da Adobe).

�� Arquivos no formato .png devem ser abertos no Paint.

2. Em configurações de tela, defina o brilho para 85%.

3. Deixe sua Barra de ferramentas com:

▶▶ Dispositivos Bluetooth.

▶▶ Acesso à Internet.

▶▶ Nível de Energia.

4. Use a Loja para instalar:

▶▶ Calendário.

▶▶ Candy Crush Saga.

▶▶ Lance!

▶▶ Money Love.

5. Na área de configurações, desinstale os seguintes aplicativos:

▶▶ Candy Crush Saga.

▶▶ Lance!

6. Crie uma nova conta de usuário convidado chamada Cobaia.

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Medium 9786586407013

Capítulo 7: Inteligência Artificial e o futuro do emprego: visão macro

Adriano Mussa Saint Paul Editora PDF Criptografado

1 | AS DIFERENTES INTELIGÊNCIAS ARTIFICIAISInteligência Artificial e o futuro do emprego: visão macro muito se ouve dizer sobre a inteligência artificial e seus impactos nos negócios, nas startups e até mesmo nos países. Mas e quanto ao seu impacto no indivíduo? Na empregabilidade de nossos atuais profissionais? Na pessoa? Em mim? Em você?Ao longo dos capítulos anteriores, discutimos que a expectativa é que aInteligência Artificial traga muito aumento de produtividade e, consequentemente, dê valor e riqueza para as organizações e para os países que a adotarem de forma consistente. Os estudos da PWC1 e da McKinsey2, abordados no Capítulo 1, tangibilizaram bem essa perspectiva.No mesmo sentido, o ganhador do prêmio Nobel de Economia, ChristopherPissarides, e o diretor do Instituto Global McKinsey, Jacques Bughin3, enfatizam que, numa era em que a produtividade permanece praticamente estagnada há alguns anos, e em que as populações economicamente ativas diminuem nos países desenvolvidos, a Inteligência Artificial, em conjunto com outras tecnologias como

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Medium 9788521608714

Apêndice

Liriane Soares de Araújo de Camargo, Silvana Aparecida Borsetti Gregorio Vidotti Grupo Gen PDF Criptografado

Apêndice

Fase 1 – Levantamento de requisitos e planejamento

Atividade 1 – coletar requisitos

Formulação de perguntas

Práticas

Práticas

Descrição textual dos requisitos

Descrição gráfica dos requisitos

Estudo de usuários

Atividade 2 – elaborar documento de requisitos

Atividade 3 – elaborar planejamento

Formulação de perguntas

Práticas

Análise de risco

Etnografia

Listagem de recursos

Fase 2 – Análise e projeto

Etapa 2.1 – Tratamento funcional

Atividade 1 – listar e projetar as funcionalidades do ambiente

Listagem de funcionalidades

Práticas

Diagramas de caso de uso

Diagrama de sequência

Diagrama de atividade

Etapa 2.2 – Tratamento estrutural

Atividade 1 – analisar e projetar a estrutura e os fluxos informacionais do ambiente

Modelo de arquitetura

Práticas

Diagrama de contexto

Diagrama de fluxo de dados

Diagrama de classe

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Medium 9788536532356

Capítulo 13: Orçamentação de Serviços em Oficina

Jose Osvaldo De Sordi Editora Saraiva PDF Criptografado

Anotações

13 Capítulo

Orçamentação de Serviços em Oficina

Neste caso, discutiremos o modelo lógico de dados direcionado a um sistema para Orçamentação de Serviços em Oficina. Nele exploraremos as notações associadas a supertipo e subtipo de entidade, bem como a notação referente à restrição de relacionamento, mais especificamente do tipo “relacionamentos sequenciais”.

13.1  As regras de negócios a serem atendidas

Elabore o Modelo Entidade Relacionamento (MER) para um sistema de informação voltado à Orçamentação de Serviços em Oficina que seja capaz de atender às seguintes regras:

Regra A: o sistema deve permitir o controle do envio da informação desejada (orçamento para execução do serviço) para análise do cliente (dono do automóvel) dentro do prazo máximo de 48 horas e pelo canal de comunicação indicado por ele (telefone, e-mail ou WhatsApp).

Regra B: para todos os veículos que estão no interior da oficina, em execução ou em orçamento, devemos ter os dados básicos do veículo e do seu proprietário. Estes são averiguados antes do aceite e ingresso do veículo na oficina, evitando problemas como ocultação de carro roubado.

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Medium 9788521629351

Capítulo 21 - Visão de Máquina

Ben Coppin Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

21

Visão de Máquina

O Senhor livra homens de uma prisão: o Senhor dá visão ao cego.

–Salmo 146, Versículo 7

Você vê, mas não observa.

–Sir Arthur Conan Doyle, As Aventuras de Sherlock Holmes

Todo o poderoso mundo

De olho e ouvido, ambos que eles criaram pela metade,

E o que eles percebem.

–Sir William Wordsworth

21.1 Introdução

O sistema de visão em mamíferos (tais como seres humanos) é um dos sistemas mais extraordinários do mundo natural. Sem visão, seria possível argumentar que seres humanos não teriam chegado aos níveis atuais de avanço tecnológico e, na verdade, que nenhum dos seres vivos atualmente teria sido capaz de evoluir com êxito sem visão.

Proporcionar a sistemas computacionais, agentes ou robôs a capacidade de perceber o mundo visualmente é, sem dúvida, altamente desejável.

Neste capítulo, examinamos as técnicas que são utilizadas para possibilitar que computadores “vejam” o mundo real, da mesma forma que fazemos.

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Medium 9788573077186

Capítulo 6 - Máquinas de vetor de suporte

Simon Haykin Grupo A PDF Criptografado
Medium 9788536531397

6.2 Comandos Dim e Public

José Eduardo Chamon Editora Saraiva PDF Criptografado

b) Implícita

Na forma implícita, há a possibilidade de não declaração anterior da variável. Se isso ocorrer, o tipo Variant será atribuída a ela.

6.1 Variáveis durante o processo de execução

Enquanto um programa estiver em execução, as variáveis em memória poderão ser descritas conforme mostrado a seguir:

››

Public: pode ser utilizada em todos os módulos.

››

Private ou Dim: pode ser utilizada somente dentro do seu módulo.

6.2 Comandos Dim e Public

Os comandos Dim e Public definirão como será a atuação das variáveis de memória e o seu alcance nos módulos, procedimentos ou funções, enquanto o programa estiver em execução.

6.2.1 Comando Dim

Este comando permite declarar variáveis e alocar espaço em memória para ser utilizado.

Sintaxe

Dim [WithEvents] varname[([subscripts])] [As [New] type]

[, [WithEvents] varname[([subscripts])] [As [New] type]] . . .

Exemplo

Dim

cidade as String

Dim

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Medium 9788536527864

9.7 Computação em nuvem

Getúlio K. Akabane Editora Saraiva PDF Criptografado

Enquanto isso, para executar com sucesso o modelo Big Data Maturity, algumas capacidades internas são necessárias (EL-DARWICHE et al., 2014), e, nesse sentido, a organização deve:

�� desenvolver uma estratégia clara de Big Data;

�� provar o valor dos dados em esquemas-piloto;

�� identificar o proprietário do Big Data na organização, nomeando-o com um cargo sênior formal (por exemplo, Chief Data Officer, Chief Data Scientist);

�� proceder a recrutamento, treinamento e retenção de talentos de dados;

�� fazer dos grandes dados uma parte integrante da operação da organização;

�� providenciar o estabelecimento de uma cultura de decisão orientada a dados e a promoção proativa dessa cultura.

No setor governamental, requer-se definir os marcos regulatórios do Big Data para garantir a privacidade dos dados (por exemplo, analisando áreas como a limitação da coleta de dados pessoais, a especificação do propósito da coleta de dados, a proteção dos dados coletados, a prevenção de perda de dados ou de acesso não autorizado e a garantia do direito dos indivíduos de obter informações sobre os dados coletados), implantar a infraestrutura de TIC necessária, fornecer educação/treinamento, abordar a percepção e conscientização públicas, e desenvolver o ecossistema Big Data (EL-DARWICHE et al., 2014).

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Medium 9788536530833

16.11 Criação de Paleta de Ferramentas

Cláudia Campos Netto Editora Saraiva PDF Criptografado

294

Estudo Dirigido de AutoCAD 2019

Figura 16.29   Área de trabalho estendida.

16.10  Barra de Acesso Rápido

Você pode inserir na barra de acesso rápido qualquer comando usado frequentemente, para facilitar o acesso a ele. Por exemplo, podemos inserir o comando DIM nesse local, então ele sempre estará visível, não importa em que aba da Ribbon você esteja. Clicando com o botão direito do mouse em qualquer botão de comando, surge a opção Add to Quick Access Toolbar para se adicionar o comando à barra de acesso rápido.

Figura 16.30   Clicar com o botão direito do mouse.

Figura 16.31   Inserção de layers na barra de acesso rápido.

295

Dicas de Produtividade

Para remover o comando da barra de acesso rápido, use o mesmo procedimento. Clique nele com o botão direito do mouse e selecione Remove from Quick Access Toolbar.

Figura 16.32   Remoção do comando da barra de acesso rápido.

16.11  Criação de Paleta de Ferramentas

As paletas de ferramentas oferecem fácil acesso ao conteúdo de desenho de uso mais frequente, inclusive aos blocos e hachuras. É possível economizar tempo ao procurar e inserir conteúdo de desenhos preexistentes nos desenhos ou comandos do AutoCAD.

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Medium 9788577260270

Capítulo 24 - Bancos de Dados Dedutivos

Raghu Ramakrishnan, Johannes Gehrke Grupo A PDF Criptografado

24

BANCOS DE DADOS DEDUTIVOS

Qual é a motivação para estender a SQL com consultas recursivas?

Quais importantes propriedades os programas recursivos devem satisfazer para serem práticos?

O que são modelos mínimos e pontos fixos mínimos e como eles fornecem a base teórica das consultas recursivas?

Quais complicações são introduzidas pelas operações de negação e agregadas?

Como elas são tratadas?

Quais são os desafios na avaliação eficiente de consultas recursivas?

Conceitos-chave: Datalog, bancos de dados dedutivos, recursividade, regras, inferências, segurança, restrição de intervalo; modelo mínimo, semântica declarativa; ponto fixo mínimo, semântica operacional, operador de ponto fixo; negação, programas estratificados; operadores agregados, geração de multiconjunto, agrupamento; avaliação eficiente, evitando inferências repetidas, avaliação de ponto fixo semi-ingênua; antecipação de seleções na consulta, reescrita de Magic Sets.

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Medium 9788580551044

27. Taxas de câmbio e o sistema financeiro internacional

Paul A. Samuelson, William D. Nordhaus Grupo A PDF Criptografado

capítulo

27

taxas de câmbio e o sistema financeiro internacional

O benefício do comércio internacional – a utilização mais eficiente das forças produtivas mundiais.

John Stuart Mill

Economicamente, nenhum país é como uma ilha isola‑ da. Quando o sino dobra para anunciar a recessão ou a crise financeira, o eco ressoa pelo mundo inteiro.

Vemos essa ideia ilustrada expressivamente no sécu‑ lo XX, que pode ser dividido em dois períodos distin‑ tos. O período de 1914 a 1945 foi caracterizado por con‑ corrência destruidora, redução do comércio mundial, isolamento financeiro crescente, guerras militares e comerciais, ditaduras e depressão. Em contrapartida, após a Segunda Guerra Mundial, a maior parte do mundo tem usufruído de crescente cooperação econô‑ mica, da ampliação dos laços comerciais, da integração crescente dos mercados financeiros, da expansão da democracia e de um crescimento econômico rápido.

Esse contraste acentuado salienta a importância de uma gestão esclarecida das nossas economias, nacional e global.

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