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Medium 9788577805617

2. TRABALHANDO COM ELEMENTOS GRÁFICOS

Adobe Creative Team Grupo A PDF Criptografado

50 ADOBE FLASH CS4

Classroom in a Book

Introdução

Comece abrindo o filme pronto para ver a animação que você vai criar nesta lição.

1 Dê um clique duplo no arquivo 02End.swf na pasta Lesson02/02End para visualizar o projeto final.

O projeto é uma ilustração estática simples de um anúncio de banner. Essa ilustração é para a Aqua Zero, uma empresa fictícia. Nesta lição, você vai desenhar as formas, modificá-las e aprender a combinar elementos simples para criar visuais mais complexos. Você não vai criar nenhuma animação ainda – afinal de contas, você precisa primeiro aprender a andar para depois poder correr! Aprender a criar e modificar elementos gráficos é um passo importante antes de produzir uma animação Flash.

2 Escolha File > New. Na caixa de diálogo New Document, escolha Flash File

(ActionScript 3.0).

3 No inspetor de propriedades, ajuste o tamanho do Stage para 700 pixels x

150 pixels e escolha a cor azul claro para o fundo.

4 Escolha File > Save. Dê o nome 02_workingcopy.fla ao arquivo e salve-o na pasta 02Start. Salvar seu arquivo imediatamente é um bom hábito de trabalho e garante que seu trabalho não será perdido se o aplicativo ou computador travar.

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Medium 9788521617723

9 - Arquitetura Corporativa

MOLINARO, Carneiro Ramos Grupo Gen PDF Criptografado

Arquitetura Corporativa

9

Introdução

Neste capítulo será apresentada uma visão geral do assunto arquitetura corporativa. O principal aspecto deste tema é o alinhamento organizacional que ele sugere, envolvendo desde a missão até as infraestruturas tecnológicas que servem de suporte ao negócio da organização. Além dos conceitos sobre arquitetura, também serão vistos alguns paradigmas que envolvem o tema.

Para fortalecer a compreensão do assunto serão apresentadas as arquiteturas de Zachman, TOGAF e do Garter Group.

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Capítulo 9

9.1 DEFINIÇÃO

A carência da compreensão do funcionamento da área de TI e do negócio proporciona a tomada de decisão personalizada, baseada no modelo mental do gestor ou do grupo de gestores. Essa situação pode ocasionar a utilização ineficaz e ineficiente dos recursos da organização e da unidade de TI.

O instrumento utilizado para comunicar o funcionamento de uma organização com foco estratégico, que busca unificar as diferentes percepções dos diversos atores, é denominado

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Medium 9788582601266

Capítulo 2 - Como criar apresentações

Cox, Joyce Grupo A PDF Criptografado

Como criar apresentações

2

NESTE CAPÍTULO, VOCÊ APRENDERÁ A:

Iniciar e salvar apresentações.

Inserir texto em espaços reservados.

Editar texto.

Adicionar e excluir slides.

Importar slides de fontes já existentes.

O Microsoft PowerPoint 2013 torna a criação de ótimas apresentações uma tarefa mais facil e eficiente. Precisa convencer a gerência a investir em um novo equipamento? Apresentar o orçamento anual para a direção? Elaborar um relatório sobre uma pesquisa recente? O PowerPoint ajuda você a realizar a tarefa de forma profissional e visualmente atraente facilitando a localização e o uso de recursos sofisticados. Assim, até mesmo usuários novatos podem ser produtivos ao trabalhar com o PowerPoint, após uma pequena introdução.

CONSULTE TAMBÉM Se não estiver muito acostumado com recursos como o modo de exibição Backstage, abas e grupos, galerias e Visualização Dinâmica, leia “Como trabalhar na interface de usuário do PowerPoint 2013”, no Capítulo

1, “Como explorar o PowerPoint 2013”.

Neste capítulo, você iniciará criando e salvando diversas novas apresentações.

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Medium 9788582603727

Capítulo 27 - Desempenho de rede (QoS e Diffserv)

Douglas E. Comer Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 27

Desempenho de rede

(QoS e Diffserv)

27.1

27.2

27.3

27.4

27.5

27.6

27.7

27.8

27.9

27.10

27.11

27.12

27.13

27.14

Introdução, 411

Medidas de desempenho, 411

Latência ou atraso, 412

Capacidade, taxa de transferência (throughput) e goodput, 413

Entendendo a taxa de transferência e o atraso, 414

Jitter, 415

Relação entre o atraso e a taxa de transferência, 416

Medindo atraso, taxa de transferência e jitter, 418

Medição passiva, pacotes pequenos e NetFlow, 419

Qualidade de Serviço (QoS), 420

QoS de granularidade fina e grossa, 421

Implementação de QoS, 423

Internet QoS Technologies, 425

Resumo, 426

27.1 Introdução

Os capítulos anteriores consideram as propriedades fundamentais dos sistemas de comunicação de dados e discutem as relações entre sinais, frequências, largura de banda, codificação de canal e transmissão de dados. Eles explicam as medidas de sistemas de transmissão de dados, discutem o tamanho da rede e esclarecem que cada tecnologia de rede é classificada em PAN, LAN, MAN, ou WAN.

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Medium 9788577801480

15. Imprimindo Arte-Final e Produzindo Separações de Cores

Adobe Creative Team Grupo A PDF Criptografado

15 Imprimindo Arte-Final e

Produzindo Separações de Cores

Nesta lição, você aprenderá:

• Diferentes tipos de requisitos de impressão e dispositivos de impressão

• Conceitos e a terminologia de impressão

• Princípios básicos de cor

• Como separar a arte-final colorida a fim de gerar a saída para impressão

• Como utilizar cores spot para impressão em duas cores

• Considerações especiais ao gerar saída para impressão

• Salvar e imprimir arquivos com efeitos de transparência

Impressão: Uma visão geral

Quando você imprime um documento partindo de um computador, os dados são enviados do documento para o dispositivo de impressão, para serem impressos em papel ou convertidos em uma imagem positiva ou negativa em filme. Para P&B, escala de cinza ou baixa tiragem de trabalhos coloridos, muitas pessoas utilizam impressoras desktop. Entretanto, se você precisa de grandes tiragens impressas, como folhetos ou revistas, você precisará preparar a arte-final para as impressoras de uma gráfica comercial. Imprimir em uma gráfica é uma arte que exige tempo e experiência para alcançar a perfeição. Além de uma boa comunicação com a gráfica, aprender os conceitos básicos de impressão e a terminologia o ajudarão a produzir resultados que atendam a suas expectativas.

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Medium 9788582601952

Capítulo 10 - Introdução à segurança em sistemas Web

Evandro Manara Miletto; Silvia de Castro Bertagnolli Grupo A PDF Criptografado

André Peres

capítulo 10

Introdução à segurança em sistemas Web

A segurança computacional é um processo contínuo de análise e aprimoramento dos sistemas em busca da correção de falhas. É uma área dinâmica, que envolve a malícia e a inteligência de atacantes, desenvolvedores, responsáveis pela infraestrutura de TI e profissionais de segurança. Neste capítulo, você aprenderá os conceitos básicos de segurança computacional e algumas técnicas de segurança para o desenvolvimento de sistemas Web.

Objetivos de aprendizagem

Compreender os conceitos básicos de segurança.

Identificar os ataques mais comuns a sistemas Web.

Reconhecer as técnicas para ampliar a segurança de sistemas Web.

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Introdução

Assim como a busca pelo conhecimento, a procura pelo aperfeiçoamento da segurança computacional é constante – um processo contínuo.

É muito complicado medir a segurança de um sistema. Imagine um carro com alarme cujo led pisca bem forte no painel. Esse alarme é um mecanismo de segurança, mas como medir sua eficiência? É necessário saber quantas vezes o carro deixou de ser roubado por causa dele. Não basta saber quantas vezes o alarme disparou e evitou o roubo, mas deve-se considerar também quantas vezes um ladrão passou pelo carro, viu a luz do led piscando e, por causa dele, desistiu do roubo.

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Medium 9788521629139

Parte II - 14 O Ambiente

IERUSALIMSCHY, Roberto Grupo Gen PDF Criptografado

Ierusalimschy — Prova 4 — 13/4/2015 — Maluhy&Co. — página 145

14

O Ambiente

Lua mantém todas as suas variáveis globais em uma tabela normal, chamada de ambiente global (para ser mais preciso, Lua mantém as suas variáveis “globais” em vários ambientes, mas ignoraremos essa multiplicidade por enquanto). Uma vantagem dessa estrutura é que ela simplifica a implementação interna de Lua, pois não há necessidade de uma estrutura de dados diferente para variáveis globais. Outra vantagem é que podemos manipular essa tabela como qualquer outra. Para facilitar isso, Lua armazena o próprio ambiente em uma variável global _G (sim, _G._G é igual a _G). Por exemplo, o código a seguir imprime os nomes de todas as variáveis globais definidas no ambiente global: for n in pairs(_G) do print(n) end

Neste capítulo, veremos diversas técnicas úteis para manipular o ambiente.

14.1 Variáveis Globais com Nomes Dinâmicos

Em geral, atribuições são suficientes para acessar e atribuir valores a variáveis globais.

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Medium 9788521636687

Capítulo 6 Desenho

PAULA FILHO, Wilson de Pádua Grupo Gen ePub Criptografado

A disciplina de Desenho (design ou projeto)1 tem por objetivo definir uma estrutura implementável para um produto de software, que atenda aos requisitos especificados para ele. O desenho de um produto de software deve considerar os seguintes aspectos:

• o atendimento dos requisitos não funcionais, como os requisitos de desempenho e usabilidade;

• a definição de classes e outros elementos de modelo em nível de detalhe suficiente para a respectiva implementação;

• a decomposição do produto em componentes cuja construção seja relativamente independente, de forma que eventualmente possa ser realizada por pessoas diferentes, possivelmente trabalhando em paralelo;

• a definição adequada e rigorosa das interfaces entre os componentes do produto, minimizando os efeitos que problemas em cada um dos componentes possam trazer aos demais elementos;

• a documentação das decisões de desenho, de forma que essas possam ser comunicadas e entendidas por quem vier a implementar e manter o produto;

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Medium 9788521618805

2. Análise de Dados

CARVALHO, André Carlos Ponce de Leon Ferreira de; FACELI, Katti; LORENA, Ana Carolina; GAMA, João Grupo Gen PDF Criptografado

“aprendizagem” — 2011/7/12 — 11:51 — page 12 — #12

Cap´ıtulo 2

An´ alise de Dados

A an´alise das caracter´ısticas presentes em um conjunto de dados permite a descoberta de padr˜oes e tendˆencias que podem fornecer informa¸c˜oes valiosas que ajudem a compreender o processo que gerou os dados. Muitas dessas caracter´ısticas podem ser obtidas por meio da aplica¸c˜ao de f´ormulas estat´ısticas simples. Outras podem ser observadas por meio do uso de t´ecnicas de visualiza¸c˜ao.

Neste cap´ıtulo s˜ao descritas as principais caracter´ısticas observadas para a descri¸c˜ao, an´alise e compreens˜ao de um conjunto de dados utilizado em experimentos de AM, como os dados podem estar organizados e os tipos de valores que eles podem assumir. Ser˜ao apresentados ainda v´arios gr´aficos que facilitam a an´alise visual da distribui¸c˜ao dos valores em conjuntos de dados com uma ou mais vari´aveis.

Para isso, este cap´ıtulo est´a organizado da seguinte maneira. A Se¸c˜ao 2.1 descreve como os atributos de um conjunto de dados podem ser caracterizados pelo seu tipo e escala. Ao final, na Se¸c˜ao 2.2, s˜ao apresentadas v´arias medidas, assim como gr´aficos, que permitem descrever conjuntos de dados, tanto univariados quanto multivariados.

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Medium 9788521629351

Capítulo 8 - Inferência e Resolução na Solução de Problemas

COPPIN, Ben Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

8

Inferência e Resolução na

Solução de Problemas

O trabalho anterior em programas para prova de teoremas para lógicas quantificadas culminou, em 1965, com o desenvolvimento, por Alan

Robinson, da formulação orientada a máquina da lógica de primeira ordem chamada Resolução (Robinson, 1965). Seguiu-se um período imensamente produtivo de exploração de prova de teoremas baseada em resolução.

–Alan Newell, The Knowledge Level

Quando você tiver eliminado o impossível, o que quer que sobre, não importa quão improvável, deve ser a verdade.

–Sir Arthur Conan Doyle, The Sign of Four

Aos trinta um homem suspeita que ele seja um bobo.

Sabe disso aos quarenta e refaz seus planos.

Aos cinquenta reprova o seu infame atraso,

Empurra o seu prudente propósito em resolver.

Em toda a magnanimidade de pensamento

Resolve, e re-resolve, então morre o mesmo.

–Edward Young, Night Thoughts

8.1 Introdução

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Medium 9788577807505

3. Proteção de Dados: RAID

Somasundaram, G. Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

3

Proteção de Dados: RAID

No final da década de 1980, a rápida adoção de

CONCEITOS-CHAVE computadores em processos empresariais estimuHardware e software RAID lou o surgimento de novos aplicativos e bancos de dados, aumentando significativamente a demanStriping, espelhamento e paridade da por capacidade de armazenamento. Naquela

Penalidade de gravação RAID

época, os dados eram armazenados em um único drive de disco grande e caro, chamado Single LarHot spares ge Expensive Drive (SLED). O uso de discos únicos não poderia satisfazer os níveis de desempenho exigidos, devido às suas limitações inerentes (detalhadas no Capítulo 2, Seção 2.4,

“Leis fundamentais que controlam o desempenho do disco”).

HDDs estão sujeitos a falhas em virtude de desgastes mecânicos e outros fatores ambientais. Uma falha no HDD pode resultar em perda de dados. As soluções disponíveis durante a década de 1980 não conseguiam satisfazer as demandas dos aplicativos quanto a disponibilidade e desempenho.

Um HDD tem uma expectativa de vida projetada antes que venha a falhar. O

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Medium 9788586804885

Capítulo 23 - Comunicação entre Processos: UDP, TCP e SCTP

Behrouz A. Forouzan Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 23

Comunicação entre Processos:

UDP, TCP e SCTP

Iniciaremos este capítulo apresentando os reais motivos para a existência da camada de transporte — a necessidade da comunicação entre processos finais. Discutiremos as principais questões relacionadas à comunicação entre processos, bem como os métodos para lidar com elas.

O modelo Internet especifica três protocolos na camada de transporte: UDP, TCP e SCTP. Primeiro, trataremos do UDP, que é o mais simples dos três. Veremos como usar esse protocolo extremamente simples, o qual não possui os mesmos recursos oferecidos pelos outros dois protocolos.

Em seguida discutiremos o TCP, um protocolo complexo de camada de transporte. Veremos como os conceitos apresentados anteriormente se aplicam ao TCP. Deixaremos a discussão sobre controle de congestionamento e qualidade de serviços no TCP para o Capítulo 24, pois esses dois tópicos também estão relacionados à camada de enlace de dados e camada de rede.

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Medium 9788577260270

Capítulo 1 - Visão Geral sobre Sistemas de Banco de Dados

Raghu Ramakrishnan; Johannes Gehrke Grupo A PDF Criptografado

1

VISÃO GERAL SOBRE

SISTEMAS DE BANCO DE DADOS

O que é um SGBD, em particular, um SGBD relacional?

Por que devemos utilizar um SGBD para gerenciar dados?

Como os dados da aplicação são representados em um SGBD?

Como os dados em um SGBD são recuperados e manipulados?

Como um SGBD suporta o acesso concorrente e protege os dados na ocorrência de falhas no sistema?

Quais são os principais componentes de um SGBD?

Quem está envolvido com bancos de dados na vida real?

Conceitos-chave: gerenciamento de banco de dados, independência de dados, projeto de banco de dados, modelo de dados; bancos de dados e consultas relacionais; esquemas, níveis de abstração; transações, concorrência e bloqueio, recuperação e registro em log; arquitetura de um SGBD; administrador de um banco de dados, programador do aplicativo, usuário final.

Reparou que todas as letras da palavra database (banco de dados, em inglês) são digitadas com a mão esquerda? Sabemos que a disposição do teclado da máquina de escrever (QWERTY) foi projetada, entre outras coisas, para facilitar o uso uniforme de ambas as mãos. Conclui-se, então, que escrever sobre bancos de dados, além de ser algo não natural, é bem mais difícil do que parece.

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Medium 9788577806348

12. UTILIZANDO RECURSOS 3D

Adobe Creative Team Grupo A PDF Criptografado

316 ADOBE AFTER EFFECTS CS4

Classroom in a Book

Introdução

Esta lição é uma continuação do projeto iniciado na Lição 11. Comece com o arquivo de projeto Lesson12_Start.aep fornecido neste livro, ou, se completou a

Lição 11, utilize o arquivo de projeto que você salvou no final dessa lição. Os dois arquivos devem ser equivalentes.

1 Certifique-se de que os seguintes arquivos estão na pasta AECS4_CIB/Lessons/

Lesson12 no disco rígido ou copie-os agora do DVD do Adobe After Effects CS4

Classroom in a Book.

· Na pasta Assets: AEBack.jpg, AEFront.jpg, AESpine.jpg, brush.psd

· Na pasta Sample_Movie: Lesson12.mov

· Na pasta Start_Project: Lesson12_Start.aep

2 Abra e reproduza o arquivo Lesson12.mov para ver o que será criado nesta lição. Ao concluir, feche o QuickTime Player. Exclua esse vídeo de exemplo do disco rígido se houver pouco espaço de armazenamento.

Ao iniciar esta lição, restaure as configurações de aplicativo padrão para o After

Effects. Consulte “Restaure as preferências padrão”, na página 15.

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Medium 9788521618805

27. Robótica

CARVALHO, André Carlos Ponce de Leon Ferreira de; FACELI, Katti; LORENA, Ana Carolina; GAMA, João Grupo Gen PDF Criptografado

“aprendizagem” — 2011/7/12 — 11:51 — page 333 — #333

Cap´ıtulo 27

Rob´ otica

O termo rob´otica se refere ao estudo e uso de robˆos. Uma caracteriza¸c˜ao completa desse termo, portanto, envolve uma defini¸c˜ao formal do que vem a ser um robˆo. Existem diversas tentativas nesse sentido. A defini¸c˜ao mais usual ´e a de que um robˆo ´e uma m´aquina que procura reproduzir alguma capacidade f´ısica de uma pessoa. Historicamente, a palavra robˆo foi introduzida pelo dramaturgo tcheco Karel Capek em 1921 em sua pe¸ca

R.U.R. (Robˆ os Universais de Rossum), a qual ilustrava a desumaniza¸c˜ao do homem em uma civiliza¸c˜ao tecnol´ogica, e tem origem na palavra tcheca que designa trabalho for¸cado ou escravo. J´a o termo rob´otica foi criado e usado primeiramente pelo cientista russo

Isaac Asimov, mais conhecido pelos in´ umeros trabalhos de fic¸c˜ao cient´ıfica que produziu

(entre eles, Eu Robˆ o, de 1950).

Em geral, os robˆos podem ser divididos em duas classes (Turban e Frenzel, 1992). A primeira ´e constitu´ıda por robˆos pr´e-programados na realiza¸c˜ao de tarefas espec´ıficas, tais como os robˆos de ind´ ustrias automotivas. Esses tipos de robˆos podem substituir os humanos em tarefas bem definidas e limitadas. Dessa forma, eles s˜ao capazes de realizar somente um conjunto de tarefas repetidamente. N˜ao s˜ao capazes, por exemplo, de se adaptar a mudan¸cas que venham a ocorrer em seu ambiente, sem que seja necess´aria uma reprograma¸c˜ao. No sentido de acomodar esse tipo de requisito, tem-se o desenvolvimento de robˆos inteligentes, os quais se utilizam de t´ecnicas de Inteligˆencia Artificial na percep¸c˜ao do ambiente e na realiza¸c˜ao de suas tarefas. Os robˆos inteligentes podem ser definidos, portanto, como mecanismos capazes de extrair informa¸c˜oes de seu ambiente e usar conhecimento sobre ele para realizar suas tarefas de forma segura e u

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