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Medium 9788582604724

Capítulo 1 - Instalação e configuração do Active Directory Domain Services

Andrew Warren Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 1

Instalação e configuração do Active Directory Domain

Services

O Active Directory Domain Services (AD DS, Serviços de Domínio do Active Directory) fornece a base para soluções de identidade e acesso no Windows Server 2016. Portanto,

é importante saber como implementar uma infraestrutura de AD DS para suportar as necessidades de identidade de sua organização.

Neste capítulo, abordamos a instalação e a configuração de controladores de domínio, e como criar e configurar usuários, grupos, computadores e unidades organizacionais

(OUs, Organizational Units). Essas habilidades são fundamentais para implementar AD DS.

IMPORTANTE

Objetivos deste capítulo:

JJ

JJ

JJ

Instalar e configurar controladores de domínio

Criar e gerenciar usuários e computadores do

Active Directory

Criar e gerenciar grupos e OUs do Active Directory

Você leu a página 3?

Ela contém informações valiosas a respeito das habilidades necessárias para sua aprovação no exame.

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Medium 9788577807659

Capítulo 4 - Propriedades das linguagens regulares

Paulo Blauth Menezes Grupo A PDF Criptografado

capítulo

4

propriedades das linguagens regulares

Linguagens regulares são representadas por formalismos muito simples, sendo possível desenvolver algoritmos de pouca complexidade, de grande eficiência e de fácil implementação.

Entretanto, possuem fortes limitações de expressividade.

É por isso que o estudo de algumas das principais propriedades das linguagens regulares, assunto tratado nesse capítulo,

é muito importante.

■ ■

114

Linguagens Formais e Autômatos

Uma das principais características das linguagens regulares é o fato de serem representadas por formalismos de pouca complexidade, grande eficiência e fácil implementação. Entretanto, por ser uma classe relativamente simples, é restrita e limitada, sendo fácil definir linguagens não regulares. Assim, algumas questões sobre linguagens regulares necessitam ser analisadas: a Como determinar se uma linguagem é regular? b A Classe das Linguagens Regulares é fechada para operações de união, concatenação e intersecção (ou seja, a operação de duas linguagens regulares resulta em uma linguagem regular)? c Como verificar se uma linguagem regular é infinita ou finita (ou até mesmo vazia)? d É possível analisar duas linguagens regulares quaisquer e concluir se são iguais ou diferentes?

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Medium 9788577260270

Capítulo 11 - Indexação Baseada em Hash

Raghu Ramakrishnan; Johannes Gehrke Grupo A PDF Criptografado

11

INDEXAÇÃO BASEADA EM HASH

Qual é intuição por trás dos índices estruturados com hash? Por que eles são especialmente bons para pesquisas de igualdade mas inúteis para seleções por intervalo?

O que é Hashing Extensível? Como ele lida com a pesquisa, inserção e exclusão?

O que é Hashing Linear? Como ele lida com a pesquisa, inserção e exclusão?

Quais são as semelhanças e diferenças entre Hashing Extensível e Linear?

Conceitos-chave: função hash, bucket, páginas primárias e de overflow, índices de hash dinâmicos versus estáticos; Hashing Extensível, diretório de buckets, divisão de um bucket, profundidade local e global, duplicação de diretório, páginas de overflow e colisões; Hashing Linear, rodadas de divisão, família de funções hash; páginas de overflow, escolha do bucket para divisão e tempo de divisão; relacionamento entre diretório de Hashing Extensível de Hashing Linear de e família funções hash de Hashing Linear, necessidade de páginas de overflow em ambos os esquemas na prática, uso de um diretório para Hashing Linear.

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Medium 9788521629399

Parte Um | Capítulo 2 - Estruturas do Sistema Operacional

SILBERSCHATZ, Abraham; GALVIN, Peter Baer; GAGNE, Greg Grupo Gen PDF Criptografado

2

CAPÍTULO

Estruturas do

Sistema Operacional

Um sistema operacional fornece o ambiente dentro do qual os programas são executados. Internamente, os sistemas operacionais variam muito em sua composição, já que estão organizados em muitas linhas diferentes. O projeto de um novo sistema operacional é uma tarefa de peso. É importante que os objetivos do sistema sejam bem definidos antes de o projeto começar. Esses objetivos formam a base das escolhas feitas entre vários algoritmos e estratégias.

Podemos considerar um sistema operacional segundo vários critérios. Um ponto de vista enfoca os serviços que o sistema fornece; outro, a interface que ele torna disponível para usuários e programadores; e um terceiro enfoca seus componentes e suas interconexões. Neste capítulo, exploramos todos os três aspectos dos sistemas operacionais, mostrando os pontos de vista de usuários, programadores e projetistas de sistemas operacionais.

Consideramos os serviços que um sistema operacional fornece, como eles são fornecidos, como são depurados e que metodologias existem para o projeto desses sistemas. Para concluir, descrevemos como os sistemas operacionais são criados e como um computador inicia seu sistema operacional.

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Medium 9788521633532

2 - O MUNDO BINÁRIO

DELGADO, José; RIBEIRO, Carlos Grupo Gen PDF Criptografado

2 - O Mundo Binário

Os circuitos eletrônicos começaram realmente a sua história em 1906, quando Lee de Forest inventou a válvula eletrônica com controle de corrente, com um elétrodo (o cátodo) aquecido que emite elétrons para outro elétrodo

(anodo), passando por um terceiro elétrodo colocado entre os dois (grade), que permite controlar a corrente de elétrons de forma a amplificar o sinal aplicado à grade. Em 1947 apareceu o primeiro transistor com iguais capacidades, porém mais confiável, com menores tensões e consumo muito menor. Tanto a válvula como o transistor permitiram amplificar sinais analógicos (com uma faixa contínua de valores de tensão e corrente), como, por exemplo, áudio e vídeo.

Os computadores são implementados com circuitos eletrônicos digitais, chamados assim por oposição aos circuitos analógicos, indicando que são usados apenas alguns valores possíveis e não uma faixa contínua. Para ser mais simples de implementar, são usados apenas dois valores, o mínimo (0) e o máximo permitido pelo circuito (1), o que permite tratar os circuitos como binários perfeitos e aplicar as regras da Álgebra de Boole, cujos princípios foram estabelecidos pelo matemático inglês George Boole em 1854.

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Medium 9788582600931

Capítulo 3. Construção do ambiente de aprendizagem

Marcelo Augusto Rauh Schmitt, André Peres, César Augusto Hass Loureiro Grupo A PDF Criptografado

capítulo 3

Construção do ambiente de aprendizagem

No transcorrer do livro, você aprenderá conceitos e terá exemplos práticos das aplicações mais comuns na internet. Para os exemplos práticos, optamos pela utilização de um ambiente que seja o mais similar possível ao das soluções adotadas no mercado e, ao mesmo tempo, não dependa da aquisição de licenças de uso por parte do leitor.

Objetivos deste capítulo

Proceder a instalação do ambiente de virtualização Virtual Box

Configurar um servidor virtual

Aplicar alguns comandos básicos do Linux

Introdução

DICA

Nas imagens Ubuntu, a diferença entre uma versão normal e uma versão LTS é que a primeira possui atualizações de segurança garantidas (e gratuitas) pelo período de 18 meses.

As imagens LTS possuem as mesmas atualizações pelo período de 5 anos. As versões LTS são lançadas a cada dois anos.

Optou-se em todo o livro pela utilização do sistema operacional Linux Ubuntu

Server versão 12.04 LTS. A versão 12.04 LTS (Long Term Support) é a que (durante a escrita deste livro) apresenta o maior tempo de suporte dentre as versões do

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Medium 9788582603369

Capítulo 8 - Pacotes e interfaces

Herbert Schildt Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 8

Pacotes e interfaces

Capítulo 8

Pacotes e interfaces

261

Principais habilidades e conceitos

• Usar pacotes

• Entender como os pacotes afetam o acesso

• Aplicar o modificador de acesso protected

• Importar pacotes

• Conhecer os pacotes padrão Java

• Entender os aspectos básicos da interface

• Implementar uma interface

• Aplicar referências de interface

• Entender as variáveis de interface

• Estender interfaces

• Criar métodos de interface padrão e estáticos

.....................................................................................................................................

E

ste capítulo examina dois dos recursos mais inovadores de Java: os pacotes e as interfaces. Pacotes são grupos de classes relacionadas. Os pacotes ajudam a organizar o código e fornecem outra camada de encapsulamento. Uma interface define um conjunto de métodos que será implementado por uma classe. Logo, a interface fornece uma maneira de especificarmos o que uma classe fará, mas não como ela o fará. Os pacotes e as interfaces proporcionam um controle maior sobre a organização do programa.

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Medium 9788580555332

Capítulo 23 - Teste de aplicativos convencionais

Roger Pressman; Bruce Maxim Grupo A PDF Criptografado

23

Conceitos-chave análise de valor limite . . 512 complexidade ciclomática . . . . . . . . . . . 503 grafos de fluxo. . . . . . . . . 500 matrizes de grafos. . . . . . 506 métodos de teste baseados em grafos . . . . 509 padrões. . . . . . . . . . . . . . . 519 particionamento de equivalência . . . . . . . . 511 teste baseado em modelo . . . . . . . . . . . 516 teste caixa-branca . . . . . 500 teste caixa-preta . . . . . . . 509

Teste de aplicativos convencionais

O teste apresenta um dilema interessante para os engenheiros de software, que são, por natureza, pessoas construtivas. Ele requer que o desenvolvedor descarte noções preconcebidas da “corretividade” do software recém-desenvolvido e passe a trabalhar arduamente projetando casos de teste para “quebrar” o software. Beizer [Bei90] descreve muito bem essa situação quando declara:

Há um mito de que, se fôssemos realmente bons em programação, não precisaríamos caçar erros. Se pudéssemos realmente nos concentrar, se todos usassem programação estruturada, projeto com detalhamento progressivo... Então não haveria erros. E assim continua o mito. Existem erros, diz o mito, porque somos ruins no que fazemos; e se somos ruins no que fazemos, devemos nos sentir culpados por isso. Portanto, o teste e o planejamento de casos de teste é um

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Medium 9788577800179

LIÇÃO 12: O Word e a Web

MOAC - Microsoft Official Academic Course Grupo A PDF Criptografado

LIÇÃO

12

O Word e a Web

Depois desta lição, você será capaz de:

Visualizar um documento como página da Web.

Salvar um documento do Word como uma página da Web.

Inserir um hiperlink em uma página da Web ou em um arquivo.

Usar serviços de pesquisa do Word.

Enviar um documento como um anexo de mensagem de correio eletrônico.

Visualizar e modificar propriedades do documento.

TERMOS-CHAVE

anexo conjunto de caracteres endereço da Web e-mail hiperlink

HTML (Hypertext Markup

Language)

indicador

Internet navegador da Web páginas da Web propriedades do documento

Web

A maioria dos documentos que as pessoas criam para uso comercial e pessoal é composta principalmente por texto – com alguns elementos gráficos adicionados para fornecer informações visuais e efeitos atraentes. Por anos, o Microsoft Word foi, e continua a ser, a ferramenta de software mais popular para a criação desses documentos.

No entanto, nos últimos anos, um tipo diferente de documento vem crescendo em popularidade e uso. Já que a Internet continua cada vez mais popular, uma quantidade cada vez maior de pessoas quer criar documentos que possam ser visualizados na Web – o termo usado para descrever a tecnologia que distribui texto, elementos gráficos, som e até mesmo vídeo na Internet. Embora esses recursos multimídia sejam amplamente usados por sites da Web ao redor do mundo, a maioria dos documentos da Web continua a ser composta principalmente por texto e elementos gráficos.

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Medium 9788580555486

Plug-in G2 - Processos de negócios

Paige Baltzan Grupo A PDF Criptografado

PLUG-IN

G2

Processos de negócios

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

1. Descrever os processos de negócios e sua importância para uma organização.

2. Comparar o modelo de melhoria contínua de processos e a reengenharia do processo de negócios.

3. Descrever a importância da modelagem (ou mapeamento) de processos de negócios e dos modelos de processos de negócios.

4. Explicar o processo de gestão de negócios, bem como a razão de sua importância para uma organização.

OA 1 Descrever os processos de negócios e sua importância para uma organização.

Introdução

As vantagens da melhoria de processos de negócios variam, mas a regra básica é que ela, no mínimo, vai dobrar os ganhos de um projeto por meio da revisão de práticas obsoletas, melhorar a eficiência, promover conformidade e padronização e tornar a organização mais

ágil. A melhoria dos processos de negócios envolve três etapas principais:

1. Medir o que importa para a maioria dos clientes.

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Medium 9788540701427

Capítulo 7 - Números em ponto fixo e ponto flutuante

Raul Fernando Weber Grupo A PDF Criptografado

capítulo

7

números em ponto fixo e ponto flutuante

É trivial para um computador atual tratar e operar com números inteiros. Entretanto, em muitas aplicações do dia a dia é necessário realizar operações com quantidades fracionárias, ou representar valores muito grandes ou muito pequenos. Para estas situações deve-se representar números em ponto fixo ou em ponto flutuante. De fato, a maioria dos computadores atuais já possui internamente uma (ou mais) unidade de ponto flutuante, para operar com números em notação científica.

■ ■

104

Fundamentos de Arquitetura de Computadores

números em ponto fixo

7.1

Observação inicial: “ponto fixo” e “ponto flutuante” são traduções diretas dos termos ingleses

“fixed point” e “floating point”, que se referem ao símbolo utilizado nos países de língua inglesa para representar a vírgula decimal. As traduções corretas seriam, respectivamente, “vírgula fixa” e

“vírgula flutuante”. Entretanto, devido ao fato de os termos “ponto fixo” e “ponto flutuante” já serem de uso corrente na literatura especializada nacional, eles serão empregados aqui também.

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Medium 9788521629139

Parte I - 1 Primeiros Passos

IERUSALIMSCHY, Roberto Grupo Gen PDF Criptografado

Ierusalimschy — Prova 4 — 13/4/2015 — Maluhy&Co. — página 3

1

Primeiros Passos

Para manter a tradição, nosso primeiro programa em Lua apenas imprime

"Hello World": print("Hello World")

Se você estiver usando o interpretador Lua de linha de comando, tudo o que você precisa fazer para executar o seu primeiro programa é chamar o interpretador

— geralmente, denominado lua ou lua5.2 — com o nome do arquivo de texto que contém o seu programa. Se você salvar o programa acima em um arquivo hello.lua, o comando seguinte deverá executá-lo:

% lua hello.lua

Como exemplo mais complexo, o próximo programa, após definir uma função para computar o fatorial de um dado número, pede que o usuário forneça um número e imprime o seu fatorial:

-- define uma função fatorial function fact (n) if n == 0 then return 1 else return n * fact(n-1) end end

3

Ierusalimschy — Prova 4 — 13/4/2015 — Maluhy&Co. — página 4

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Medium 9788560031528

4. CONCEPÇÃO NÃO É A FASE DE REQUISITOS

Larman, Craig Grupo A PDF Criptografado

76

PARTE II • CONCEPÇÃO

4.1 O que é concepção?

A maior parte dos projetos exige um passo inicial curto, no qual os seguintes tipos de questões são explorados:

᭿

Qual é a visão e o caso de negócio para este projeto?

᭿

Ele é viável?

᭿

Devemos construir ou comprar?

᭿

Estimativa aproximada de custo: é da ordem de $ 10 a 100 mil ou de milhões?

᭿

Devemos continuar ou parar?

Definir a visão e obter uma estimativa da ordem de grandeza (não confiável) exige alguma exploração dos requisitos. Contudo, a finalidade da fase de concepção não é definir todos os requisitos ou gerar uma estimativa ou plano de projeto plausíveis.

Definição

Esse é um ponto crucial e repetidamente mal-entendido em projetos PU quando as pessoas sobrepõem o velho raciocínio “em cascata”. O PU não é o ciclo em cascata e a primeira fase, concepção, não é a época de elicitar todos os requisitos ou criar planos e estimativas confiáveis. Isso acontece durante a elaboração.

Sob o risco de simplificarmos demasiadamente, a idéia é fazer uma investigação suficiente para formar uma opinião racional e justificável da finalidade geral e da viabilidade do novo sistema em potencial, para então decidir se vale a pena investir em uma exploração mais profunda (a finalidade da fase de elaboração).

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Medium 9788582601891

Capítulo 13 - Arquivos

Nina Edelweiss; Maria Aparecida Castro Livi Grupo A PDF Criptografado

capítulo

13 arquivos

Este capítulo discute a criação e o uso de arquivos para garantir o armazenamento dos dados durante e após a execução dos programas.

São apresentados alguns tipos de arquivos e discutidos especialmente os arquivos de tipo texto e binário.

Ainda, são analisados a declaração, o controle e as formas de acesso a arquivos.

■ ■

Edelweiss_13.indd 335

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336

Algoritmos e Programação com Exemplos em Pascal e C

Nos Capítulos 6 e 7, discutiu-se como trabalhar com grandes volumes de dados usando arranjos. Mas, se o volume de dados que tiver que ser processado for realmente elevado, utilizar arranjos para o seu armazenamento é um problema, pois esses são descartados ao serem encerrados os programas, perdendo-se os dados armazenados.

Suponha que, para resolver um determinado problema, seja necessário armazenar um número indeterminado de valores inteiros e que no mínimo três programas precisem processar esses valores. Se forem utilizados arranjos nos programas, os arranjos deverão ser declarados sempre com um tamanho suficiente para garantir que não faltará espaço para os dados durante o processamento, o que muito provavelmente resultará em arranjos com espaço ocioso. Além disso, a cada execução de um dos programas que usam os dados, esses deverão novamente ser fornecidos, o que muito provavelmente gerará erros. A solução mais indicada para essa situação é criar um arquivo com os dados a serem processados e fazer que todos os programas que deles necessitem utilizem esse arquivo. Essa estratégia é a mais indicada para qualquer tipo de dado, numérico ou não numérico, que necessite ser armazenado com garantia de persistência.

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Medium 9788577806423

Capítulo 24 - SQL Server Integration Services

Mike Hotek Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 24

SQL Server Integration

Services

Neste capítulo, você vai aprender a:

■ Criar um projeto do SSIS

■ Construir um pacote

■ Implementar tarefas e transformações

■ Executar manipulação de exceções

■ Gerenciar configurações de pacote

■ Implantar um pacote

Os 23 primeiros capítulos forneceram uma visão geral dos recursos disponíveis no mecanismo relacional. Por si só, o mecanismo relacional representa uma plataforma flexível e rica em recursos para desenvolver aplicações empresariais. O que diferencia o SQL Server de todos os outros mecanismos de banco de dados é a inclusão de três produtos corporativos adicionais referenciados coletivamente como business intelligence suite. O SQL Server

Integration Services (SSIS) é projetado para fornecer os componentes de infraestrutura que permitem que os dados sejam movidos de um sistema para outro, embora também manipule os dados em um formato desejado à medida que os dados são movidos.

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