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Medium 9788582603864

Capítulo 2. Correções básicas de fotografias

Andrew Faulkner, Conrad Chavez Grupo A PDF Criptografado

2

CORREÇÕES BÁSICAS

DE FOTOGRAFIAS

Visão geral da lição

Nesta lição, você vai aprender a:

• Entender a resolução e o tamanho de uma imagem.

• Visualizar e acessar arquivos no Adobe Bridge.

• Alinhar e cortar uma imagem.

• Ajustar o intervalo tonal de uma imagem.

• Utilizar a ferramenta Spot Healing Brush para reparar parte de uma imagem.

• Utilizar a ferramenta Patch, sensível ao conteúdo, para remover ou substituir objetos.

• Utilizar a ferramenta Clone Stamp para retocar certas áreas.

• Remover artefatos digitais de uma imagem.

• Aplicar o filtro Smart Sharpen para concluir o retoque de fotos.

Esta lição levará aproximadamente 1 hora para ser concluída. Faça download dos arquivos de projeto Lesson02 a partir da página do livro no site www. grupoa.com.br, caso ainda não tenha feito isso. Ao trabalhar nesta lição, você preservará os arquivos iniciais. Se precisar restaurá-los, você pode baixá-los novamente a partir do site.

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Medium 9788580550962

Capítulo 8 - A mão invisível em ação

Robert H. Frank, Ben S. Bernanke Grupo A PDF Criptografado

C A PÍ T U L O 8

A M ÃO INVISÍVEL

E M AÇ ÃO

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Após ler este capítulo, você conseguirá:

1. Definir e explicar as diferenças entre lucro contábil e lucro econômico.

2. Mostrar como o lucro econômico e a perda econômica afetam a alocação de recursos nas indústrias.

3. Explicar a diferença entre lucro econômico e renda econômica.

4. Utilizar a teoria da mão invisível para analisar eventos no dia a dia.

5. Entender e explicar a relação entre o equilíbrio de mercado e o ótimo social.

N

o início da década de 1970, o mercado de culinária étnica em Ithaca, Nova

York, oferecia poucas opções: a cidade tinha um restaurante japonês, dois gregos, quatro italianos e três chineses. Mas agora, mais de 30 anos depois, e essencialmente com a mesma população, Ithaca tem um restaurante cingalês, dois indianos, um francês, um espanhol, seis tailandeses, dois coreanos, dois vietnamitas, quatro mexicanos, três gregos, sete italianos, dois caribenhos, dois japoneses e nove chineses. Em outros mercados da cidade, porém, o leque de escolhas disponíveis diminuiu. Por exemplo, diversas empresas ofereciam serviços de atendimento por telefone em 1972, mas somente uma presta esse serviço hoje.

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Medium 9788582602072

Capitulo 11 - Test-Driven Development

Rafael Prikladnicki, Renato Will, Fabiano Milani Grupo A PDF Criptografado

11

Test-Driven Development

BRUNO PEDROSO

O desenvolvimento orientado a testes (TDD, Test-Driven Development) foi inicialmente proposto por Kent Beck como parte integrante da metodologia Extreme Programming (XP). Ele reflete os princípios da metodologia nos níveis mais internos e concretos da atividade de desenvolvimento e constitui um de seus pilares.

Martin Fowler1 destaca o TDD como uma prática central na metodologia, sendo um dos fatores que a torna viável. Isso porque, dentre outros fatores, ele ajuda a manter controlado o crescimento do custo das mudanças ao longo do projeto – talvez a premissa maior por trás de XP. Em outras palavras, a prática do TDD (dentre outras) mantém a solução mais facilmente modificável durante o desenvolvimento, permitindo revisões constantes e viabilizando a estratégia adaptativa como um todo. 

Este capítulo apresenta a técnica. Espera-se que, ao terminar esta leitura, o leitor seja capaz de compreender a importância da automação de testes para o processo de desenvolvimento de software e que consiga discernir com clareza seus objetivos, elementos básicos, classificações e outros aspectos fundamentais. Por fim, espera-se que seja possível visualizar de perto o processo do TDD e compreender os benefícios de utilizar a automação de testes como ferramenta de design e organização pessoal.

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Medium 9788577806348

11. CRIANDO OBJETOS 3D

Edson Furmankiewicz, Simone Belém Grupo A PDF Criptografado

288 ADOBE AFTER EFFECTS CS4

Classroom in a Book

Introdução

Primeiro, você vai visualizar o vídeo e configurar o projeto.

1 Certifique-se de que os seguintes arquivos estão na pasta AECS4_CIB/Lessons/

Lesson11 no disco rígido ou copie-os agora do DVD do Adobe After Effects CS4

Classroom in a Book.

· Na pasta Assets: AEBack.jpg, AEFront.jpg, AESpine.jpg

· Na pasta Sample_Movie: Lesson11.mov

2 Abra e reproduza o arquivo Lesson11.mov para ver o que será criado nesta lição. Ao concluir, feche o QuickTime Player. Exclua esse vídeo de exemplo do disco rígido se houver pouco espaço de armazenamento.

Ao iniciar esta lição, restaure as configurações de aplicativo padrão para o After

Effects. Consulte “Restaure as preferências padrão”, na página 15.

3 Pressione Ctrl+Alt+Shift (Windows) ou Command+Option+Shift (Mac

OS) ao iniciar o After Effects. Quando solicitado se você quer excluir seu arquivo de preferências, clique em OK. Clique em Close para fechar a janela

Welcome.

O After Effects se abre para exibir um novo projeto.

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Medium 9788577806157

19 Melhorias na Infraestrutura Inteligente

John Watson Grupo A PDF Criptografado

646

OCA ORACLE DATABASE 11g: GUIA DO EXAME DE ADMINISTRAÇÃO I (EXAME 1ZO-052)

E

ste capítulo final descreve os mecanismos para usar o Oracle Support Services e como aplicar os patches ao banco de dados. Um prerrequisito é que você deve ter uma conta no MetaLink associada a um número CSI (Customer Support Identifier) emitido pela Oracle Corporation. O MetaLink é a interface externa do Oracle Support

Services: um banco de dados pesquisável que contém milhões de artigos sobre problemas técnicos e recursos para localizar e fazer download de patches e para criar SRs (Service Requests). Um SR é uma solicitação para que um analista do Oracle Support Services auxilie em um problema.

Esse material não é muito examinado, mas é possível que o conhecimento geral dos procedimentos possa ser testado. Se você não tiver uma conta no MetaLink, não conseguirá concluir os exercícios deste capítulo – por isso, ele inclui os screenshots de cada etapa do uso do Database Control para configurar um job para fazer download e aplicar um patch. na

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Medium 9788577260485

Capítulo 6 - Envio, encaminhamento e roteamento de pacotes IP

Behrouz A. Forouzan Grupo A PDF Criptografado

SEÇÃO 6.2   ENCAMINHAMENTO   131

Capítulo 6

Envio, encaminhamento e roteamento de pacotes IP

Este capítulo descreve o envio, encaminhamento e roteamento de pacotes IP para seus destinos. O envio refere-se à maneira como um pacote é manipulado pelas redes subjacentes sob o controle da camada de rede. Serão discutidos conceitos como serviços sem conexão e orientados à conexão e envio direto e indireto. O encaminhamento é o modo como um pacote é enviado para a próxima estação (ou estações). Discutiremos vários métodos de encaminhamento. O roteamento refere-se à maneira como as tabelas de roteamento são criadas para ajudar no encaminhamento. Discutiremos dois tipos: estático e dinâmico.

6.1 Envio

A camada de rede supervisiona a manipulação dos pacotes pelas redes físicas subjacentes. Definimos essa manipulação como o envio de um pacote. Dois conceitos importantes são o tipo de conexão e o envio direto versus indireto.

Tipos de conexão

O envio de um pacote na camada de rede é feito com um serviço orientado a conexões ou um serviço sem conexão.

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Medium 9788521618805

27. Robótica

André Carvalho Grupo Gen PDF Criptografado

“aprendizagem” — 2011/7/12 — 11:51 — page 333 — #333

Cap´ıtulo 27

Rob´ otica

O termo rob´otica se refere ao estudo e uso de robˆos. Uma caracteriza¸c˜ao completa desse termo, portanto, envolve uma defini¸c˜ao formal do que vem a ser um robˆo. Existem diversas tentativas nesse sentido. A defini¸c˜ao mais usual ´e a de que um robˆo ´e uma m´aquina que procura reproduzir alguma capacidade f´ısica de uma pessoa. Historicamente, a palavra robˆo foi introduzida pelo dramaturgo tcheco Karel Capek em 1921 em sua pe¸ca

R.U.R. (Robˆ os Universais de Rossum), a qual ilustrava a desumaniza¸c˜ao do homem em uma civiliza¸c˜ao tecnol´ogica, e tem origem na palavra tcheca que designa trabalho for¸cado ou escravo. J´a o termo rob´otica foi criado e usado primeiramente pelo cientista russo

Isaac Asimov, mais conhecido pelos in´ umeros trabalhos de fic¸c˜ao cient´ıfica que produziu

(entre eles, Eu Robˆ o, de 1950).

Em geral, os robˆos podem ser divididos em duas classes (Turban e Frenzel, 1992). A primeira ´e constitu´ıda por robˆos pr´e-programados na realiza¸c˜ao de tarefas espec´ıficas, tais como os robˆos de ind´ ustrias automotivas. Esses tipos de robˆos podem substituir os humanos em tarefas bem definidas e limitadas. Dessa forma, eles s˜ao capazes de realizar somente um conjunto de tarefas repetidamente. N˜ao s˜ao capazes, por exemplo, de se adaptar a mudan¸cas que venham a ocorrer em seu ambiente, sem que seja necess´aria uma reprograma¸c˜ao. No sentido de acomodar esse tipo de requisito, tem-se o desenvolvimento de robˆos inteligentes, os quais se utilizam de t´ecnicas de Inteligˆencia Artificial na percep¸c˜ao do ambiente e na realiza¸c˜ao de suas tarefas. Os robˆos inteligentes podem ser definidos, portanto, como mecanismos capazes de extrair informa¸c˜oes de seu ambiente e usar conhecimento sobre ele para realizar suas tarefas de forma segura e u

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Medium 9788536530833

10.1 Introdução ao Desenho Paramétrico

Editora Saraiva PDF Criptografado

160

Estudo Dirigido de AutoCAD 2019

EXERCÍCIOS

Inserção de cotas no desenho e finalização.

1. Abra o exercício capitulo7.dwg.

2. Posicione o desenho na tela de forma que consiga vê-lo por inteiro.

3. Antes de cotar, defina um estilo de arquitetura. Entre no comando

Dimstyle, selecione New, dê o nome de ARQUITETURA e clique em Continue.

4. Selecione a guia Symbols and Arrows e no campo

Arrowheads, na caixa de listagem, selecione Oblique. Observe a figura ao lado.

5. Na guia Fit, é preciso mudar a escala porque os limites do desenho foram alterados. No campo

Scale for dimension features, digite 0.04.

6. Clique em OK para sair. Note que o estilo ARQUITETURA foi criado. Selecione o botão Set Current e depois Close. Com o estilo criado, vamos cotar.

7. Com o comando Dimlinear cote as linhas conforme indica a figura, usando os comandos

Dimlinear e Dimcontinue.

8. Com o comando Save As salve o desenho como capitulo9.

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Medium 9788536530833

9.5 Comando Dimangular

Editora Saraiva PDF Criptografado

142

Estudo Dirigido de AutoCAD 2019

9.3  Comando Dimbaseline

O comando Dimbaseline possibilita o dimensionamento linear a partir de uma linha de referência.

Essa função deve ser acionada obrigatoriamente após um dimensionamento linear qualquer, pois a dimensão será cotada em relação à primeira linha de chamada do comando anterior.

Faça um desenho semelhante ao da Figura 9.12.

Figura 9.12   Dimensionamento a partir de uma referência.

Clique no botão do comando Linear Dimension.

Command: Dimlinear.

First extension line origin or : P1.Specify second extension line origin: P2.Specify dimension line location or: P3.Clique no botão do comando Baseline Dimension.Command: DimbaselineSpecify a second extension line origin or [Undo/Select] : P4.

Specify a second extension line origin or [Undo/Select] : P5.Specify a second extension line origin or[Undo/Select] : .

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Medium 9788521629399

Parte Sete | Capítulo 20 - Sistemas Operacionais Influentes

Abraham Silberschatz, Peter Baer Galvin, Greg Gagne Grupo Gen PDF Criptografado

20

CAPÍTULO

Sistemas Operacionais

Influentes

Agora que você conhece os conceitos básicos dos sistemas operacionais (scheduling da CPU, gerenciamento de memória, processos, e assim por diante), estamos em posição de examinar como esses conceitos foram aplicados em vários sistemas operacionais mais antigos e altamente influentes. Alguns deles (como o XDS-940 e o sistema THE) foram os únicos sistemas de seu tipo; outros (como o OS/360) são amplamente usados. A ordem de apresentação realça as semelhanças e diferenças entre os sistemas; ela não é estritamente cronológica ou ordenada por importância. Os estudantes sérios de sistemas operacionais devem estar familiarizados com todos esses sistemas.

Nas Notas Bibliográficas no fim do capítulo, incluímos referências a leituras complementares sobre esses sistemas iniciais.

Os artigos, escritos pelos projetistas dos sistemas, são importantes tanto por seu conteúdo técnico quanto por seu estilo e qualidade.

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Medium 9788582604137

Capítulo 11 - Trabalho com mais eficiência

Joan Lambert, Steve Lambert Grupo A PDF Criptografado

Trabalho com mais eficiência

Vários recursos novos ou melhorados no Windows 10 foram projetados para ajudá-lo a executar tarefas com mais rapidez e eficiência ou, em alguns casos, para que elas sejam feitas para você.

O mais incrível desses recursos é a Cortana (não disponível em língua portuguesa quando da produção deste livro). Intitulada

“sua assistente pessoal”, a Cortana pode monitorar suas atividades online diárias e apresentar lembretes úteis. Ela interage com as suas pesquisas no Bing para localizar informações e também permite que você faça pesquisas e realize tarefas no seu computador com o uso de comandos verbais.

A nova Central de Ações é um ponto central para revisar notificações. Ela também contém botões de ação que funcionam como atalhos para as configurações que você acessaria com mais frequência. Outra novidade interessante é a área de trabalho virtual, que oferece aos adeptos da multitarefa uma maneira de organizar os aplicativos em modos de exibição separados da

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Medium 9788582601457

Capítulo 5 - Linguagem C: parte II

Fabio Yoshimitsu Okuyama, Evandro Manara Miletto, Mariano Nicolao Grupo A PDF Criptografado

Fabio Yoshimitsu Okuyama

Carlos Fernandes

Fabrícia Py Tortelli Noronha

capítulo 5

Linguagem C: parte II

A linguagem C é uma linguagem bastante poderosa que nos permite a implementação de programas com uma grande variedade de propósitos. Vimos, no capítulo anterior, os conceitos principais da linguagem C. Neste capítulo, continuaremos vendo como fazer uso da linguagem C e quais seus principais recursos.

Objetivos deste capítulo

Compreender o funcionamento de vetores, matrizes e strings em C.

Criar suas próprias funções em C.

Fazer uso de ponteiros em C.

Fazer uso de registros em C.

Processar parâmetros de linha de comando.

Usar a função de alocação de memória.

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Matrizes e vetores na linguagem C

As matrizes são tipos de dados uniformes e que possuem uma quantidade predeterminada de elementos referenciados por um mesmo nome, os quais podem ser acessados individualmente através de índices. As matrizes permitem, por exemplo, fazer uma estrutura de repetição que irá ler um conjunto grande de dados de mesmo tipo com poucas linhas de código. Quando a matriz possui apenas uma dimensão, esta é referida como vetor.

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Medium 9788563308153

Capítulo 27: Preços e produção em economia aberta

Dennis R. Appleyard, Alfred J. Field Jr., Steven L. Cobb Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

PREÇOS E PRODUÇÃO

EM ECONOMIA ABERTA

Oferta e demanda agregadas

27

OBJETIVOS DE APRENDIZADO

■ Compreender as ligações básicas entre as transações internacionais e a oferta

agregada e a demanda agregada.

■ Captar como os choques e as políticas econômicas afetam os preços e a produção.

■ Entender as diferenças entre o ajuste macroeconômico sob taxas de câmbio fixas e

sob taxas de câmbio flexíveis.

■ Avaliar a diferença entre os efeitos de curto e de longo prazo das políticas macro

sobre a produção e os preços.

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PARTE 6

POLÍTICA MACROECONÔMICA EM ECONOMIA ABERTA

INTRODUÇÃO

Crise na Argentina

A economia da Argentina passou por uma grave crise econômica de 2001 a 2002. Uma pesquisa realizada por Murphy, Artana e Navajas1 indica que a pobreza se alastrou para um em cada três domicílios nos subúrbios de Buenos Aires. Além disso, a combinação de um rompimento traumático da conversibilidade do peso em dólar, uma crise financeira, a moratória da dívida pública minou a confiança de investidores locais e estrangeiros. Murphy, Artana e Navajas acreditam que a crise deveu-se à existência de quatro causas principais:

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Medium 9788582603369

Capítulo 8 - Pacotes e interfaces

Herbert Schildt Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 8

Pacotes e interfaces

Capítulo 8

Pacotes e interfaces

261

Principais habilidades e conceitos

• Usar pacotes

• Entender como os pacotes afetam o acesso

• Aplicar o modificador de acesso protected

• Importar pacotes

• Conhecer os pacotes padrão Java

• Entender os aspectos básicos da interface

• Implementar uma interface

• Aplicar referências de interface

• Entender as variáveis de interface

• Estender interfaces

• Criar métodos de interface padrão e estáticos

.....................................................................................................................................

E

ste capítulo examina dois dos recursos mais inovadores de Java: os pacotes e as interfaces. Pacotes são grupos de classes relacionadas. Os pacotes ajudam a organizar o código e fornecem outra camada de encapsulamento. Uma interface define um conjunto de métodos que será implementado por uma classe. Logo, a interface fornece uma maneira de especificarmos o que uma classe fará, mas não como ela o fará. Os pacotes e as interfaces proporcionam um controle maior sobre a organização do programa.

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Medium 9788577808847

Lição 5 - Trabalhe com camadas

Deke McClelland Grupo A PDF Criptografado

LIÇÃO

5

TRABALHE COM CAMADAS

TODA IMAGEM começa

como alguns canais de dados – mais comumente, um para vermelho, um para verde e um para azul – fundidos em um painel de pixels (veja a Figura 5-1). Venha a imagem de uma câmera digital mais barata ou de um scanner profissional, não importa, ela existe inteiramente em uma só camada (layer). Existe um e apenas um valor de cor para todo e qualquer pixel, sendo que não existe a transparência. Diz-se que tal imagem é achatada. Mas acrescente imagens (como os braços extras na figura) que você adicionará camadas. Cada camada serve como uma imagem independente que você pode empilhar, transformar ou mesclar com outras camadas.

Uma imagem que contém duas ou mais camadas é chamada de composição em camadas. Não há necessidade de esperar até determinado ponto, no ciclo de edição, para formar tal composição – você pode adicionar camadas quando quiser, como fizemos várias vezes nas lições anteriores. Mas as camadas podem fazer mais do que apenas adicionar imagens manipuláveis em sua composição. Elas oferecem infinitas maneiras de controlar como os componentes da imagem funcionam em conjunto para produzir a aparência final de seu trabalho de arte.

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