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Medium 9788521624639

15 - Casos referentes à privacidade

BARGER, Robert N. Grupo Gen PDF Criptografado

15

Casos referentes à privacidade

Neste capítulo serão apresentados diversos casos que envolvem violações de privacidade.

15.1 O caso de fingering (monitoramento de atividades)

(© 2007 por John Halleck, usado com permissão)

O caso se refere a um aluno que utilizou um computador para monitorar sua ex-namorada, verificando com que frequência ela se conectava, de que terminal ela se conectava e com quem ela se comunicava. Primeiro, eis algumas informações básicas sobre este caso. A maior parte dos sistemas de computador dispõe de um comando “finger” (“dedo duro”) de algum tipo. Esse comando informa se um determinado usuário encontra-se ou não no sistema, quando essa pessoa conectou-se pela última vez e, com frequência, o local onde a pessoa efetuou o login. O comando finger em um sistema, em uma universidade fictícia a que chamaremos Desert State University, também informa se a pessoa recebeu um novo e-mail (e quando ele foi lido pela última vez). Alguns comandos finger até mesmo informam de quem a pessoa recebeu o último e-mail. Esse “recurso” sem dúvida teria sido desabilitado nas máquinas da Universidade nos anos seguintes após este caso ter sido originalmente escrito. A maioria das pessoas na Universidade concordaria que essa informação é mais ou menos “pública”.

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Medium 9788582603727

Capítulo 10 - Modulação e modems

Douglas E. Comer Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 10

Modulação e modems

10.1

10.2

10.3

10.4

10.5

10.6

10.7

10.8

10.9

10.10

10.11

10.12

10.13

10.14

10.15

10.16

10.17

Introdução, 143

Portadoras, frequências e propagação, 143

Esquemas de modulação analógica, 144

Modulação em amplitude, 144

Modulação em frequência, 145

Modulação por deslocamento de fase, 146

Modulação em amplitude e Teorema de Shannon, 146

Modulação, entrada digital de sinal e chaveamento por deslocamento, 146

Chaveamento por deslocamento de fase, 147

O deslocamento de fase e um diagrama de constelação, 148

Quadrature Amplitude Modulation (QAM), 150

Hardware do modem para modulação e demodulação, 151

Modems ópticos e de radiofrequência, 151

Modems de comunicação discada, 152

QAM aplicada à conexão discada, 152

Modems de conexão discada V.32 e V.32bis, 153

Resumo, 154

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Medium 9788521629139

Parte III - 24 A Biblioteca de Depuração

IERUSALIMSCHY, Roberto Grupo Gen PDF Criptografado

Ierusalimschy — Prova 4 — 13/4/2015 — Maluhy&Co. — página 242

24

A Biblioteca de Depuração

A biblioteca de depuração não lhe fornece um depurador para Lua, mas ela oferece todas as primitivas de que você precisa para escrever o seu próprio depurador. Por questões de desempenho, a interface oficial dessas primitivas é definida por meio da

API C. A biblioteca de depuração em Lua é uma maneira de acessá-las diretamente de dentro do código Lua.

Diferentemente de outras bibliotecas, você deve usar a biblioteca de depuração com parcimônia. Em primeiro lugar, algumas de suas funcionalidades não são exatamente famosas por seu desempenho. Em segundo lugar, ela quebra algumas das verdades sagradas da linguagem, como você não poder acessar uma variável local de fora de seu escopo léxico. Frequentemente, você pode não querer abrir essa biblioteca na versão final de um produto ou pode querer apagá-la.

A biblioteca de depuração contém dois tipos de funções: funções de introspecção e ganchos (hooks). As funções de introspecção nos permitem inspecionar diversos aspectos do programa em execução, como a sua pilha de funções ativas, a linha de execução corrente e os valores e nomes de variáveis locais. Os ganchos nos permitem rastrear a execução de um programa.

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Medium 9788577805211

8. sistema de arquivos

Oliveira, Rômulo Silva de Grupo A PDF Criptografado

208

Sistemas Operacionais

É importante observar que sistemas de arquivos implementam um recurso em software que não existe no hardware. O hardware oferece simplesmente espaço em disco, na forma de setores que podem ser acessados individualmente, em uma ordem aleatória.

O conceito de arquivo, muito mais útil que o simples espaço em disco, é uma abstração criada pelo sistema operacional. Nesse caso, temos o sistema operacional criando um recurso lógico a partir dos recursos físicos existentes no sistema computacional.

8.1

conceitos básicos

Arquivos são recipientes que contêm dados. Cada arquivo contém dados que um usuário, por alguma razão, resolveu colocar juntos no mesmo arquivo. Em geral, cada arquivo contém um conjunto de dados que possui algum significado prático para o usuário ou para o sistema. Um arquivo pode conter um programa executável, um módulo de um programa fonte, um texto, uma planilha, uma figura, uma fotografia, uma música, um conjunto de arquivos compactados, etc. Este capítulo discute diversos aspectos relacionados com o uso dos arquivos, e diversas técnicas usadas na implementação de arquivos, além de mostrar como o espaço livre de um disco pode ser gerenciado.

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Medium 9788577260454

Capítulo 11: Análise Clássica

Stephen R. Schach Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

11

Análise Clássica

Objetivos de Aprendizagem

Após estudar este capítulo, você deverá ser capaz de:

• Realizar análise de sistemas estruturada.

• Elaborar especificações formais usando máquinas de estados finitos, redes de Petri e Z.

• Comparar e contrastar métodos de análise clássica.

Um documento de especificação deve satisfazer a duas exigências mutuamente contraditórias.De um lado, esse documento deve ser claro e inteligível para o cliente que, provavelmente, não é um especialista em informática. Afinal, o cliente está pagando pelo produto e, a menos que ele acredite que está realmente entendendo como será esse novo produto, há grandes chances de decidir por não autorizar o seu desenvolvimento ou então de procurar outra empresa para fazê-lo.

De outro lado, o documento de especificação deve ser completo e detalhado, pois é praticamente a única fonte de informações disponível para elaborar o projeto. Mesmo que o cliente concorde que todas as necessidades foram determinadas de forma acurada durante o levantamento de necessidades, se o documento de especificações contiver falhas como omissões, contradições ou ambigüidades, o resultado inevitável será a ocorrência de imperfeições no projeto, que serão transmitidas para a implementação. Conseqüentemente, são necessárias técnicas para representar o produto desejado em um formato suficientemente não técnico, para ser inteligível para o cliente, mas, ao mesmo tempo, preciso o bastante para resultar em um produto isento de imperfeições ao ser entregue ao cliente, no final do ciclo de desenvolvimento. Essas técnicas de análise (especificações) são o tema deste capítulo e do Capítulo 12.

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Medium 9788580551686

Capítulo 3 - Camada de Transporte

Behrouz A. Forouzan; Firouz Mosharraf Grupo A PDF Criptografado

C APÍTULO

3

Camada de Transporte

A

camada de transporte está localizada entre a camada de aplicação e a camada de rede na pilha de protocolos TCP/IP. Ela fornece serviços à camada de aplicação e recebe serviços da camada de rede. A camada de transporte atua como uma ligação entre um programa-cliente e um programa-servidor, como uma conexão de processo para processo. A camada de transporte

é o coração da pilha de protocolos TCP/IP; ela é o meio lógico fim a fim para transferir dados de um ponto a outro na Internet. Este capítulo é um pouco longo porque precisamos abordar diversos assuntos e introduzir alguns conceitos novos. Ele está dividido em quatro seções:

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Na primeira seção, apresentamos os serviços gerais normalmente requisitados da camada de transporte, como comunicação processo a processo, endereçamento, multiplexação e demultiplexação, e controle de erros, de fluxo e de congestionamento.

Na segunda seção, discutimos protocolos comuns da camada de transporte, como o Stop-and-Wait, Go-Back-N e Repetição Seletiva. Esses protocolos concentram-se nos serviços de controle de erros e de fluxo fornecidos por um protocolo real da camada de transporte.

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Medium 9788563308153

Capítulo 3: O mundo clássico de David Ricardo e a vantagem comparativa

Dennis R. Appleyard, Alfred J. Field Jr, Steven L. Cobb, André Fernandes Lima Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

3

O MUNDO CLÁSSICO DE

DAVID RICARDO E A

VANTAGEM COMPARATIVA

OBJETIVOS DE APRENDIZADO

■ Compreender a vantagem comparativa como a base para o comércio entre nações.

■ Identificar a diferença entre vantagem comparativa e vantagem absoluta.

■ Quantificar os ganhos do comércio em um modelo dois-países, duas-mercadorias.

■ Reconhecer a vantagem comparativa e os ganhos potenciais do comércio usando

as fronteiras de possibilidades de produção.

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CAPÍTULO 3

O MUNDO CLÁSSICO DE DAVID RICARDO E A VANTAGEM COMPARATIVA

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INTRODUÇÃO

Alguns mitos comuns

Ouvimos que trocas nos fazem mais pobres. Não é verdade. O comércio é o grande gerador de bem-estar econômico. Enriquece nações porque permite às empresas e aos trabalhadores se especializarem naquilo que fazem melhor. A competição os força a serem mais produtivos. No final, os consumidores têm como recompensa produtos e serviços mais baratos e melhores...

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Medium 9788521632337

3. Dinâmica do Sistema

JANERT, Philipp K. Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 3

Dinâmica do Sistema

No Capítulo 2, discutimos como um loop de feedback pode direcionar a saída de um sistema para o valor desejado. Também descrevemos os desa�os comuns associados a esse esquema: garantir que o sistema geral seja estável (signi�cado que ele, de fato, converge para o valor prede�nido) e funcione bem (de modo que convirja rapidamente). Entretanto, essa não é a história completa.

Defasagens e Atrasos

O aspecto que deixamos de lado até o momento é que muitos sistemas não respondem imediatamente a uma entrada de controle; em vez disso, eles respondem com alguma forma de defasagem ou atraso. Além disso, muitos sistemas exibem um comportamento ainda mais complicado, quando estimulados. Esses fatores precisam ser levados em consideração quando se projeta um loop de controle.

Vamos analisar alguns exemplos (veja as Figuras 3-1 e 3-2).

Um recipiente aquecido:

(Basicamente, isso descreve um pote no forno.) Quando o calor é ligado, a temperatura no recipiente não salta imediatamente para o seu valor �nal; em vez disso, ela apresenta uma resposta gradual. De modo semelhante, quando a fonte de calor externa é mais tarde desligada, a temperatura no recipiente não cai imediatamente, mas diminui lentamente até chegar à temperatura ambiente. A temperatura no recipiente (que é a quantidade rastreada, ou “saída”) acompanha a temperatura (que é a quantidade con�gurável, ou “entrada”), mas ela �ca atrasada e apresenta um comportamento mais “arredondado”.

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Medium 9788521622819

PARTE SEIS - Capítulo 15 - O Sistema Linux

SILBERSCHATZ, Abraham; GALVIN, Peter B.; GAGNE, Greg Grupo Gen PDF Criptografado

15

CAPÍTULO

O Sistema Linux

Este capítulo apresenta um estudo detalhado do sistema operacional Linux. Examinando um sistema real completo, podemos ver como os conceitos que discutimos estão relacionados uns aos outros e à prática.

O Linux é uma versão do UNIX que ganhou popularidade nos últimos anos. Neste capítulo, examinamos a história e o desenvolvimento do Linux e abordamos as interfaces de usuário e de programador que o Linux apresenta – interfaces que devem muito à tradição do UNIX. Também discutimos os métodos internos por meio dos quais o Linux implementa essas interfaces. O Linux é um sistema operacional em rápida evolução. Este capítulo descreve desenvolvimentos no kernel do Linux 2.6 lançado no fim de 2003.

15.1

• Examinar a história do sistema operacional UNIX do qual o Linux se originou e os princípios segundo os quais o Linux foi projetado.

• Examinar o modelo de processos do Linux e ilustrar como o Linux faz o scheduling de processos e fornece comunicação entre processos.

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Medium 9788577806348

6. ANIMANDO CAMADAS

Adobe Creative Team Grupo A PDF Criptografado

174 ADOBE AFTER EFFECTS CS4

Classroom in a Book

Introdução

Primeiro, você vai visualizar o filme final e configurar o projeto.

1 Certifique-se de que os seguintes arquivos estão na pasta AECS4_CIB/

Lessons/Lesson06 no disco rígido ou copie-os agora do DVD do Adobe

After Effects CS4 Classroom in a Book.

· Na pasta Assets: clock.mov, sunrise.psd

· Na pasta Sample_Movies: Lesson06_regular.mov, Lesson06_retimed.mov

2 Abra e reproduza o arquivo Lesson06_regular.mov para ver a animação timelapse simples que será criada nesta lição.

3 Abra e reproduza o arquivo Lesson06_retimed.mov para ver a mesma animação depois que o tempo foi remapeado, o que também será feito nesta lição.

4 Ao concluir, feche o QuickTime Player. Exclua o vídeo de exemplo do disco rígido se houver pouco espaço de armazenamento.

Ao começar a lição, restaure as configurações de aplicativo padrão do After

Effects. Consulte “Restaure as preferências padrão”, na página 15.

5 Pressione Ctrl+Alt+Shift (Windows) ou Command+Option+Shift (Mac OS) ao iniciar o After Effects. Quando solicitado se você quer excluir seu arquivo de preferências, clique em OK. Clique em Close para fechar a janela Welcome.

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Medium 9788577801480

10. Trabalhando com Pincéis

Adobe Creative Team Grupo A PDF Criptografado

10 Trabalhando com Pincéis

Nesta lição, você aprenderá a:

• Utilizar os quatro tipos de pincel: Art, Calligraphic, Pattern e Scatter

• Alterar a cor do pincel e ajustar as suas configurações

• Criar novos pincéis partindo de arte-final no Adobe Illustrator

• Aplicar pincéis a paths criados com ferramentas de desenho

• Utilizar o efeito Scribble na arte-final e no texto

Introdução

Os pincéis do Adobe Illustrator CS3 permitem aplicar a arte-final aos paths para decorá-los com padrões, figuras, texturas ou traços angulares.

Você pode modificar os pincéis fornecidos no Adobe Illustrator CS3 e criar seus próprios pincéis. Pincéis aparecem no painel Brushes.

Você aplica pincéis a paths utilizando a ferramenta Paintbrush ou as ferramentas de desenho. Para aplicar pincéis utilizando a ferramenta Paintbrush, você escolhe um pincel no painel Brushes e desenha na arte-final.

O pincel é aplicado diretamente aos paths enquanto você desenha. Para aplicar pincéis utilizando uma ferramenta de desenho, você desenha na arte-final, seleciona um path e então escolhe um pincel no painel Brushes.

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Medium 9788577803811

4.1 pilhas

Edelweiss, Nina Grupo A PDF Criptografado

126

Estruturas de Dados

As duas principais restrições apresentadas para listas são:

LIFO (Last In First Out) – dentre os nodos da lista, o primeiro nodo a ser retirado deve ser o último nodo que foi inserido;

FIFO (First In First Out) – primeiro nodo a ser retirado deve ser o primeiro que foi inserido.

As listas que respeitam a restrição LIFO são denominadas Pilhas; já aquelas que obedecem a restrição FIFO, são denominadas Filas. Essas estruturas de dados, embora simples, se sobressaem devido à grande utilidade que apresentam, modelando diversas aplicações práticas, tanto em computação quanto em outros domínios. O critério LIFO, por exemplo, corresponde a uma pilha de pratos, onde um novo prato é sempre colocado no topo da pilha, devendo o primeiro prato a ser retirado ser o do topo da pilha. Um exemplo do critério FIFO é o funcionamento de uma fila de banco, onde as pessoas são atendidas na ordem que entram na fila: o primeiro a chegar será o primeiro a ser atendido. Pilhas e Filas estão, portanto, entre as estruturas de dados que são freqüentemente implementadas e fazem parte de um vasto conjunto de aplicações que também incluem outras estruturas de dados mais sofisticadas.

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Medium 9788521622871

Parte III - Capítulo 11 - Sistema de Arquivos

MACHADO, Francis B.; MAIA, Luiz Paulo Grupo Gen PDF Criptografado

11

Sistema de Arquivos ff 11.1 Introdução

O armazenamento e a recuperação de informações são atividades essenciais para qualquer tipo de aplicação. Um processo deve ser capaz de ler e gravar de forma permanente grande volume de dados em dispositivos como fitas e discos, além de poder compartilhá-los com outros processos. A maneira pela qual o sistema operacional estrutura e organiza estas informações é por intermédio da implementação de arquivos.

Os arquivos são gerenciados pelo sistema operacional de maneira a facilitar o acesso dos usuários ao seu conteúdo. A parte do sistema responsável por essa gerência é denominada sistema de arquivos. O sistema de arquivos é a parte mais visível de um sistema operacional, pois a manipulação de arquivos é uma atividade frequentemente realizada pelos usuários, devendo sempre ocorrer de maneira uniforme, independente dos diferentes dispositivos de armazenamento.

Neste capítulo serão apresentados aspectos presentes nos sistemas de arquivos, como identificação, organização, compartilhamento, métodos de acesso, proteção e operações de entrada e de saída.

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Medium 9788577806409

Capítulo 4 - Projetando índices do SQL Server

Mike Hotek Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 4

Projetando índices do SQL Server

No Capítulo 3, “Tabelas”, você aprendeu sobre as principais considerações relativas ao projeto de um banco de dados flexível e de alto desempenho. Depois de ter o melhor projeto de tabela, você precisa projetar índices eficientes para consultar quaisquer dados armazenados de maneira eficaz. Neste capítulo, você vai aprender sobre a arquitetura interna de um índice, assim como a construir índices clusterizados (clustered), não agrupados (nonclustered), XML (Extensible Markup Language) e espaciais. Depois, você vai aprender a gerenciar e manter os índices para garantir o máximo desempenho.

Objetivo de exame neste capítulo:

■ Manter índices.

Lições deste capítulo:

■ Lição 1: Arquitetura dos índices

■ Lição 2: Projetando índices

■ Lição 3: Mantendo índices

123

129

140

Antes de começar

Para fazer as lições deste capítulo, você deve ter:

■ o Microsoft SQL Server 2008 instalado

■ o banco de dados AdventureWorks instalado dentro da instância

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Medium 9788521609490

4. Processos e Threads

MACHADO, Francis Berenger; MAIA, Luiz Paulo Grupo Gen PDF Criptografado

4

PROCESSOS E THREADS

4.1

IntroduçÃo

A gerência de um ambiente multiprogramável é função exclusiva do sistema operacional que deve controlar a execução dos diversos programas e o uso concorrente do processador e demais recursos. Para isso, um programa, ao ser executado, deve estar sempre associado a um processo. O conceito de processo é a base para a implementação de um sistema multiprogramável.

A gerência de processos é uma das principais funções de um sistema operacional, possibilitando aos programas alocar recursos, compartilhar dados, trocar informações e sincronizar suas execuções. Nos sistemas multiprogramáveis, os processos são executados concorrentemente, compartilhando o uso do processador, memória principal e dispositivos de E/S, entre outros recursos. Nos sistemas com múltiplos processadores não só existe a concorrência de processos pelo uso do processador como também a possibilidade de execução simultânea de processos nos diferentes processadores.

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