2237 capítulos
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788521605843

12- conclusões

PADUA FILHO, Wilson de Paula Grupo Gen PDF Criptografado

00:12

Conclusões

Padua_cap12.indd 343

7/10/2010 15:11:22

344

Multimídia: Conceitos e Aplicações

FORMAÇÃO DE PESSOAL EM MULTIMÍDIA

O Profissional de Multimídia

Áreas de atuação

Os sistemas multimídia passaram a ser utilizados em todas as áreas de aplicação da informática, na medida em que os recursos de imagem, som e animação se tornaram acessíveis em computadores baratos e dotados de grande espaço de armazenamento, tanto em discos rígidos quanto em mídia removível. A demanda cresceu também na medida em que se difundiu o material em formato de multimídia, graças principalmente à disponibilidade na

WWW, em equipamento de foto, áudio e vídeo de consumidor e, mais recentemente, em telefonia móvel.

No capítulo inicial viu-se uma classificação dos produtos multimídia, juntamente com exemplos de cada categoria. As seguintes aplicações, apresentadas aqui em ordem aproximadamente crescente de complexidade, se tornaram comuns, entre muitas outras:

Ver todos os capítulos
Medium 9788521613954

CAPÍTULO 6 - FUNÇÕES DE ENGENHARIA

BLOCH, Sylvan Charles Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 6

FUNÇÕES DE ENGENHARIA

DE QUE TRATA ESTE CAPÍTULO

O EXCEL tem uma coleção de funções de planilha muito útil denominada funções de Engenharia. Esta é a maneira como são designadas na Ajuda, mas essas funções são, na verdade, mais gerais do que o significado dos nomes. Elas compreendem quatro categorias:

• Funções matemáticas e estatísticas

• Funções para tarefas com números complexos

• Funções para converter valores entre sistemas numéricos diferentes como o decimal, o hexadecimal, o octal e os sistemas binários

• Funções para conversão de valores entre diferentes sistemas de medida.

Você descobrirá as funções de Engenharia em Ferramentas de Análise. Se uma função de engenharia não estiver disponível na planilha, execute o Programa de Instalação para instalar as

Ferramentas de Análise. Após instalá-las, você deve habilitá-las usando o comando Suplementos no menu Ferramentas. Para obter informações adicionais sobre como instalar o recurso Ferramentas de Análise, consulte a Ajuda ou pressione a Tecla de Função

Ver todos os capítulos
Medium 9788521617440

Capítulo 8 - Roteamento

BARRETT, Diane; KING, Todd Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 8

Roteamento

Após ler este capítulo, você será capaz de:

Discutir sobre tabelas de roteamento

Discutir sobre o processo de roteamento

Descrever os métodos de resolução de endereço

Descrever os protocolos de roteamento e seu comportamento

Entender a classificação administrativa dos protocolos de roteamento

Entender e implantar o roteamento hierárquico, incluindo a sumarização

O conceito básico do roteamento e os motivos para implementar o roteamento na sua rede já foram discutidos neste livro. Este capítulo se baseia nesses conceitos e motivos, além de examinar com mais profundidade a mecânica do roteamento, protocolos de roteamento, tabelas de roteamento e endereçamento. Também discutimos novos assuntos, como resolução de endereço e sumarização de rota, para que você entenda melhor o roteamento e o processo de roteamento.

8.1 Fundamentos de Roteamento

Quando a interligação de redes foi introduzida, somente um pequeno número de dispositivos estava interconectado, de modo que comportamentos como broadcasts e colisões tinham pouca importância para os projetistas e engenheiros de rede. Porém, à medida que as redes cresceram, broadcasts e colisões causaram problemas significativos. Para contornar esses problemas, a segmentação na Camada 2 do modelo OSI foi introduzida, reduzindo as colisões e permitindo um acesso maior à largura de banda da rede. À medida que as redes continuaram a crescer, os broadcasts se tornaram o problema principal. A solução para reduzir bastante os broadcasts é segmentar as redes usando os dispositivos, protocolos e endereços da Camada 3.

Ver todos os capítulos
Medium 9788577808076

Capítulo 12 - Liderando uma equipe auto-organizada

Mike Cohn Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 12

Liderando uma equipe auto-organizada

U

m dos primeiros modelos de mudança organizacional foi proposto por

Kurt Lewin nos anos 40. No modelo de Lewin, a mudança é um processo de três etapas: “descongelar” a situação atual para que a mudança possa ocorrer, fazer a transição para um novo estado, e então “congelar” o novo estado para que ele persista. Muitos modelos de mudança organizacional que vieram depois são semelhantes ao de Lewin ao apresentar longos períodos de relativa estabilidade interrompidos por breves períodos de transição.

Embora o mundo de Lewin fosse assim no início do século XX, o mundo de hoje é muito diferente. A mudança não ocorre mais em espasmos curtos que interrompem longos períodos de relativa estabilidade. Em vez de passarem de um estado de equilíbrio para outro, as empresas do século XXI operam sob condições bem distantes do equilíbrio. Apesar do tumulto e do ritmo frenético, há vantagens nisso. Uma empresa em equilíbrio, e que procura voltar ao equilíbrio quando tirada dele, é aquela que resiste à mudança (Goldstein, 1994, 15). Empresas que operam longe do equilíbrio são mais adaptadas à mudança contínua.

Ver todos os capítulos
Medium 9788563308146

Capítulo Dez. Teoria dos jogos: por dentro do oligopólio

Michael R. Baye Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO DEZ

Teoria dos jogos: por dentro do oligopólio

Objetivos didáticos

Ao final deste capítulo, você poderá:

• Responder à pergunta da manchete.

• Usar as representações nas formas normal e extensiva de jogos para formular decisões em ambientes estratégicos que incluam precificação, propaganda, coordenação, barganha, inovação, qualidade de produto, monitoramento de empregados e entrada.

• Distinguir entre estratégias de equilíbrio perfeito dominantes, seguras, de Nash, mista, de subjogo e identificá-las em vários jogos.

• Determinar se resultados cooperativos (de cartel) podem ser explicados como o equilíbrio de Nash em um jogo repetido, e explicar as regras de estratégias iniciais, taxa de juros e a presença de um período final indefinido ou incerto no alcance de tais resultados.

Manchete

Companhias aéreas pedem regulamentação governamental sobre bagagem de mão

Muito antes de o governo realizar o rastreamento de bagagens nos aeroportos dos Estados Unidos como resultado dos trágicos eventos de 11 de setembro de

Ver todos os capítulos
Medium 9788521634829

5 - Análise sintática ascendente por tabela

SANTOS, Pedro Reis; LANGLOIS, Thibault Grupo Gen PDF Criptografado

5

Análise sintática ascendente por tabela

Um analisador ascendente constrói a árvore sintática das folhas para a raiz. Ao contrário da análise des‑ cendente, que demanda a previsão da regra a ser utilizada, a análise ascendente atrasa a escolha da regra até ter lido todos os símbolos que constituem a derivação (lado direito de uma produção), mais os símbolos de antevisão necessários. A principal decisão de um analisador ascendente consiste em determinar quando uma sequência de símbolos corresponde a alguma das regras da gramática. Essa tarefa não é trivial, pois pode haver mais de uma regra com a mesma derivação e casos em que, ape‑ sar da semelhança, não se trata de derivações possíveis.

Como os analisadores ascendentes substituem uma derivação de uma regra pelo símbolo não terminal que a origina, são globalmente denominados LR(k). A análise LR(k) é efetuada pela leitura da sequência de entrada da esquerda para a direita (Left to right), emparelhando as derivações das regras da direita para esquerda (Right to left), usando, no máximo, k símbolos de antevisão. Esses analisadores são os mais uti‑ lizados, pois são menos restritivos do que os correspondentes analisadores preditivos descendentes LL.

Ver todos os capítulos
Medium 9788577806188

15. TRANSCRIÇÃO DE ÁUDIO

Adobe Creative Team Grupo A PDF Criptografado

296 ADOBE PREMIERE PRO CS4

Classroom in a Book

Introdução

Embora não pareça óbvio pelos pequenos arquivos de exemplo utilizados nesta lição, a transcrição de fala pode ser um excelente otimizador de tempo, permitindo fazer pesquisas no texto para localizar o frame de um vídeo em que uma palavra específica é falada. Você pode adicionar facilmente marcadores ou editar pontos depois de utilizar esse recurso para localizar palavras-chave. Sem esse recurso, você precisaria deslizar ou reproduzir o áudio do arquivo para ouvir palavras-chave.

O Adobe Premiere Pro CS4 demora para transcrever um arquivo de áudio em texto. Mas esse processo pode ser executado em lote no segundo plano enquanto você trabalha em outra coisa. Observe que, depois que a transcrição ocorre, o texto transcrito torna-se parte dos metadados do arquivo de áudio. Mesmo se você exportar o arquivo, a transcrição permanecerá nele.

Transcreva áudio para texto

O primeiro passo para transcrever áudio em texto é inserir seu espaço de trabalho no espaço de trabalho Metalogging e tornar visível os metadados associados com seus arquivos na interface do Premiere Pro.

Ver todos os capítulos
Medium 9788560031528

36. MAIS PROJETO DE OBJETOS COM PADRÕES GOF

Larman, Craig Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

36

MAIS PROJETO DE OBJETOS

COM PADRÕES GOF

Em duas ocasiões, me perguntaram (os membros do Parlamento),

“Diga lá, sr. Babbage, se o senhor inserir valores errados na máquina, serão produzidas respostas certas?” Não consigo perceber exatamente que tipo de confusão de idéias poderia levar a tal pergunta.

– Charles Babbage

Objetivos

• Aplicar padrões GoF e GRASP no projeto de realizações de casos de uso.

Introdução

Este capítulo explora mais projetos OO, aplicando padrões GoF e GRASP à iteração corrente de ambos os estudos de caso. Para o PDV ProxGer, tratamos de requisitos como falhas para serviços locais, manipulação do dispositivo de PDV e autorização de pagamento, enquanto se demostra a aplicação de padrões GoF. No caso do Banco

Imobiliário, tratamos do problema de atingir casas de propriedade e compra ou pagamento de aluguel. Banco Imobiliário (começando nas págs. 611-612) demonstra aplicação básica de princípios GRASP.

O que vem a seguir?

Refinamento da Arquitetura

Lógica

Explorado o projeto detalhado de pacotes, este capítulo explora como aplicar mais padrões GoF e GRASP. O capítulo seguinte resume mais notação UML, útil na documentação de uma arquitetura com

Ver todos os capítulos
Medium 9788521626336

CAPÍTULO 7 – TRANSIÇÃO PARA O DESIGN

DENNIS, Alan; WIXOM, Barbara Haley; ROTH, Roberta M. Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 7

transIção para o design

A

fase de design do ciclo de vida do desenvolvimento de sistemas (CVDS, systems development life cicle — SDLC) usa os requisitos que foram reunidos durante a análise para criar um projeto gráfico do sistema futuro. Um design bem-sucedido se baseia no aprendizado das fases anteriores e leva à implementação tranquila criando um plano claro e preciso do que precisa ser feito. Este capítulo descreve a transição inicial da análise para o design e apresenta três maneiras de concluir o design do novo sistema.

OBJETIVOS

■ Explicar a transição inicial da análise para o design.

■ Criar uma especificação de sistema.

■ Descrever três maneiras de adquirir um sistema; alternativas de personalização, software pronto e terceirização.

■ Criar uma matriz de alternativas.

ESTRUTURA DO CAPÍTULO

Introdução

Transição dos Requisitos para o Design

Estratégias de Aquisição de Sistemas

Desenvolvimento Personalizado

Ver todos os capítulos
Medium 9788563308153

Capítulo 20: O mercado de câmbio externo

Dennis R. Appleyard, Alfred J. Field Jr, Steven L. Cobb, André Fernandes Lima Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

20

O MERCADO DE

CÂMBIO EXTERNO

OBJETIVOS DE APRENDIZADO

■ Apreender as questões fundamentais do mercado de câmbio externo.

■ Conhecer as distinções entre as várias medidas da taxa de câmbio.

■ Compreender os papéis de hedging, arbitragem e especulação no mercado de

câmbio externo.

■ Compreender as ligações entre a taxa spot atual e os contratos de compra ou

de venda de câmbio futuro.

478

Econ Internacional_cap20_H.indd 478

30.04.10 10:49:27

CAPÍTULO 20

O MERCADO DE CÂMBIO EXTERNO

479

INTRODUÇÃO

O caso do caprichoso dólar norte-americano

O valor do euro contra o dólar norte-americano caiu fortemente de sua introdução em 1999, a $1,16/€ até 2001, quando atingiu uma baixa de $0,8952/€. Naquele ponto, vários economistas afirmavam que o dólar estava sobrevalorizado. Então, no meio de um período economicamente mais turbulento, a tendência reverteu-se, com o euro constantemente se fortalecendo, alcançando aproximadamente $1,30/€ em janeiro de 2004 antes de o dólar começar a se recuperar. No fim de março de 2004, o preço do euro havia caído para $1,21, e encontrava-se nesse nível em agosto de 2004. Ao mesmo tempo, o dólar também mostrou sinais de renovada força contra o iene japonês, o franco suíço e a libra esterlina britânica.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521629399

Parte Quatro | Capítulo 10 - Estrutura de Armazenamento de Massa

SILBERSCHATZ, Abraham; GALVIN, Peter Baer; GAGNE, Greg Grupo Gen PDF Criptografado

Estrutura de

Armazenamento de

Massa

O sistema de arquivos pode ser visto logicamente como consistindo em três partes. No Capítulo 11, examinamos a interface do usuário e do programador com o sistema de arquivos. No

Capítulo 12, descrevemos as estruturas de dados e os algoritmos internos usados pelo sistema operacional para implementar essa interface. Neste capítulo, começamos uma discussão sobre o sistema de arquivos no nível mais baixo: a estrutura de armazenamento secundário. Descrevemos, primeiro, a estrutura física dos discos e fitas magnéticos. Em seguida, descrevemos os algoritmos de scheduling de disco que organizam a ordem dos I/Os de disco para maximizar o desempenho. Depois, discutimos a formatação do disco e o gerenciamento dos blocos de inicialização, blocos danificados e espaço de permuta. Concluímos com um exame da estrutura dos sistemas RAID.

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

• Descrever a estrutura física dos dispositivos de armazenamento secundário e seus efeitos sobre o uso dos dispositivos.

Ver todos os capítulos
Medium 9788577260270

Capítulo 23 - Sistemas de Banco de Dados de Objetos

Raghu Ramakrishnan; Johannes Gehrke Grupo A PDF Criptografado

23

SISTEMAS DE BANCO

DE DADOS DE OBJETOS

O que são sistemas de banco de dados de objetos e quais recursos novos eles suportam?

Quais tipos de aplicações eles beneficiam?

Quais tipos de dados os usuários podem definir?

O que são tipos de dados abstratos e quais são suas vantagens?

O que é herança de tipo e por que ela é útil?

Qual é o impacto da introdução de identificadores de objeto em um banco de dados?

Como podemos utilizar os novos recursos no projeto de banco de dados?

Quais são os novos desafios de implementação?

O que diferencia os SGBDs objeto-relacionais dos orientados a objetos?

Conceitos-chave: tipos de dados definidos pelo usuário, tipos estruturados, tipos de coleção; abstração de dados, métodos, encapsulamento; herança, vinculação precoce e tardia de métodos, hierarquias de coleção; identidade de objeto, tipos de referência, igualdades rasa e profunda.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582603864

Capítulo 1. Conheça a área de trabalho

Andrew Faulkner; Conrad Chavez Grupo A PDF Criptografado

1

CONHEÇA A ÁREA

DE TRABALHO

Visão geral da lição

Nesta lição, você vai aprender a:

• Abrir arquivos de imagem no Adobe Photoshop.

• Selecionar e utilizar algumas ferramentas do painel Tools.

• Configurar opções para uma ferramenta selecionada utilizando a barra de opções.

• Utilizar vários métodos para ampliar e reduzir uma imagem.

• Selecionar, reorganizar e utilizar painéis.

• Escolher comandos no painel e nos menus contextuais.

• Abrir e utilizar um painel no encaixe de painéis.

• Desfazer ações para corrigir erros ou fazer escolhas diferentes.

Esta lição levará aproximadamente 1 hora para ser concluída. Faça download dos arquivos de projeto Lesson01 a partir da página do livro no site www. grupoa.com.br, caso ainda não tenha feito isso. Ao trabalhar nesta lição, você preservará os arquivos iniciais. Se precisar restaurá-los, você pode baixá-los novamente a partir do site.

PROJETO: CARTÃO DE ANIVERSÁRIO

Ver todos os capítulos
Medium 9788536303871

6. Aprendendo a Dirigir

Beck, Kent Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

6

Aprendendo a Dirigir

Precisamos controlar o desenvolvimento de software fazendo muitos pequenos ajustes, e não uns poucos grandes ajustes, tal qual como quando conduzimos um carro. Isso significa que nós precisaremos de feedback para saber quando estamos saindo do caminho, precisaremos de muitas oportunidades para fazer correções além de fazer essas correções a um custo razoável.

A

gora nós já temos a forma geral do problema – o custo extremamente elevado do risco e a oportunidade de gerenciar esse risco por meio de opções – e do recurso necessário para formar a solução: a liberdade para fazer modificações mais tarde durante o ciclo sem aumentar o custo significativamente. Agora precisamos nos focar na solução. A primeira coisa de que precisamos é uma metáfora, uma história compartilhada, para a qual podemos voltar em períodos de estresse ou de decisão nos ajudar a mantermos o caminho certo.

Lembro-me claramente do dia em que comecei a aprender a dirigir. Minha mãe e eu estávamos na Rodovia Interestadual 5, perto de Chico, na Califórnia, um trecho de estrada reto e nivelado que se perde no horizonte. Eu estava no assento do passageiro e minha mãe fez com que eu segurasse o volante. Ela me deixou sentir como o movimento do volante afetava a direção do carro. E então ela me disse: “É assim que se dirige. Alinhe o carro no meio da pista, em direção ao horizonte”.

Ver todos os capítulos
Medium 9788580551105

11. Desafios éticos e de segurança

James A. O'Brien, George M. Marakas Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

11

Desafios éticos e de segurança

Desafios gerenciais

Aplicações de negócios

Módulo

V

Processos de desenvolvimento

Tecnologias da informação

Conceitos fundamentais

Destaques do capítulo

Objetivos de aprendizagem

Seção I

Desafios éticos, sociais e de segurança da TI

1. Identificar vários temas éticos em como o uso das tecnologias da informação nos negócios afeta o emprego, a individualidade, as condições de trabalho, a privacidade, o crime, a saúde e as soluções para os problemas da sociedade.

Introdução

Responsabilidade ética dos profissionais de negócios

“Caso do mundo real 1”: Ética, dilemas morais e decisões difíceis: os vários desafios de trabalhar com TI

Crime em informática

Questões de privacidade

O estado atual das leis cibernéticas

Outros desafios

Questões de saúde

Soluções sociais

Seção II

Gerenciamento da segurança da tecnologia da informação

Ver todos os capítulos

Carregar mais