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Medium 9788536532875

8.3 Edições em modelosde superfícies

Marcus Cesar Cardoso Editora Saraiva PDF Criptografado

174

Autodesk® Civil 3D 2020 – Aplicações BIM para Projetos de Infraestrutura

Apesar de sua presença temporária no desenho, o perfil longitudinal criado com a ferramenta Quick Profile interage dinamicamente com a polyline do traçado horizontal.

13. Altere o traçado horizontal reposicionando os grips da polyline e verifique o comportamento do perfil longitudinal.

8.2.4  Superfícies de objetos

de desenho

Em algumas situações, os arquivos recebidos de levantamentos topográficos poderão conter algumas informações inconsistentes, como curvas de nível sem suas respectivas elevações, ou trabalho em desenhos contendo somente objetos de AutoCAD, como blocos utilizados na representação dos pontos levantados, objetos points e até mesmo objetos textos com a informação das cotas de eventuais pontos levantados. Por meio da opção Drawing Objects, da categoria Definition de superfície, será possível incorporar esses objetos de desenhos na definição de modelos de superfícies.

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Medium 9788536532875

3.4 Ribbon Insert

Marcus Cesar Cardoso Editora Saraiva PDF Criptografado

42

Autodesk® Civil 3D 2020 – Aplicações BIM para Projetos de Infraestrutura

3.4 Ribbon Insert

A aba Insert da ribbon exibe os painéis Import e InfraWorks, utilizados na importação de inúmeros tipos de dados para a utilização em projetos de infraestrutura desenvolvidos no Autodesk Civil 3D

(Figura 3.10).

Figura 3.10  Ferramentas de importação de dados presentes na ribbon Insert.

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Import: ferramenta utilizada na importação de arquivos de formatos de desenhos e modelos como 3DS, SAT, FBX, IGES, WMF e DGN.

Land Desktop: ferramenta que permite a importação de dados de projetos desenvolvidos no Autodesk

AutoCAD Land Desktop.

LandXML: recurso para a importação de arquivos no formato XML, utilizado para importação de dados provenientes de outras fontes de projeto.

Import Survey Data: assistente com recursos para a importação de dados do levantamento de campo, por meio de arquivos nos formatos Field Book (FBK), Land XML (XML) e arquivos de pontos (TXT, CSV, PNT) ou, ainda, selecionando pontos existentes no desenho. Esse recurso manipula os dados do levantamento de campo no formato de banco de dados local.

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Medium 9788536531397

9.16 Função Str

José Eduardo Chamon Editora Saraiva PDF Criptografado

9.16 Função Str

A função Str converte um número em uma String.

Sintaxe

Str(Number)

Number Representa o número.

Exemplo

Figura 9.42 – Comando.

Figura 9.43 – Resposta.

EXERCIT E

16) Crie um botão de comando que, ao ser acionado, mostre o valor 10 transformado em texto.

MsgBox Str(10)

112

Excel com VBA na Prática

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Medium 9788582601723

Capítulo 17 - Formatação e impressão avançadas

Carl Chatfield, Timothy Johnson Grupo A PDF Criptografado

Visão geral do capítulo

Capítulo

??????

Definir

???????

Personalizar

Adicione

??????

?????? mais?????????????? detalhes a um modo de exibição Gráfico de Gantt, página 358.

Personalize

??????

??????texto

?????????????? e barras de tarefas em um modo de exibição Linha do Tempo, página 364.

??????

?????

?????? ?????? ??????????????

?????? ?????? ??????????????

Alterar

Exportar

Altere os detalhes em um modo de exibição Diagrama de Rede, página 367.

Imprima modos de exibição e gere arquivos PDF ou XPS, página 375.

_Livro_Chatfield_Project.indb 356

29/11/13 14:35

Formatação e impressão avançadas

17

NESTE CAPÍTULO, VOCÊ APRENDERÁ A:

Personalizar um modo de exibição de Gráfico de Gantt.

Formatar um modo de exibição Linha do Tempo.

Ajustar os detalhes mostrados nos nós de um modo de exibição

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Medium 9788536532875

5.1 Recursos para importação de dados topográficos

Marcus Cesar Cardoso Editora Saraiva PDF Criptografado

94

Autodesk® Civil 3D 2020 – Aplicações BIM para Projetos de Infraestrutura

Figura 5.1  Fluxos para importação e tratamento de dados topográficos.

Para trabalhar com as informações topográficas contidas em arquivos DWG, é necessário verificar se os objetos do desenho possuem suas respectivas elevações, como pontos cotados e curvas de nível. Nos casos de arquivos de texto contendo as informações de posicionamento e descrições dos pontos levantados, devemos verificar a formatação desses arquivos fornecidos.

É possível trabalhar com os dados do levantamento de campo diretamente no arquivo de desenho ou ainda utilizar os recursos de survey do Autodesk Civil 3D, para manipular essas informações em banco de dados.

5.1 Recursos para importação de dados topográficos

Na maioria dos casos, os dados do levantamento de campo são descarregados e manipulados utilizando ferramentas fornecidas pelos fabricantes de equipamentos. Em seguida, essas informações são processadas e transformadas em arquivos de desenhos ou texto com os dados levantados. Esse processo tradicional é muito utilizado e funciona de maneira satisfatória quando importamos esses dados para o Autodesk Civil 3D (Figura 5.2).

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Medium 9788536527819

Exercícios resolvidos

Sérgio Luiz Banin Editora Saraiva PDF Criptografado

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Python 3 – Conceitos e Aplicações – Uma Abordagem Didática

# Esta linha inteira é um comentário e o interpretador a ignora

X = 25

# Daqui para a frente é comentário print(X)

2. Opção para múltiplas linhas: a segunda forma possível utiliza três aspas duplas para abrir o bloco de comentário com muitas linhas e outras três aspas duplas para fechar o bloco. É possível obter o mesmo resultado colocando aspas simples no lugar das aspas duplas. Essa construção não é exatamente um bloco de comentário. É algo a mais, conhecido como docstrings, quando utilizado, por exemplo, dentro de funções (veja o Capítulo 5). Os docstrings devem acompanhar a identação (isso é visto no Capítulo 3) do código.

Os docstrings não são empregados pelo interpretador para gerar qualquer código executável, e é por esse motivo que são utilizados como comentários.

“””

Tudo o que estiver entre as três aspas não vai gerar código pelo interpretador

“””

‘’’

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Medium 9788536532561

CRÉDITO DAS IMAGENS

Marco Aurélio Thompson Editora Saraiva PDF Criptografado

Como Ser Influenciador Digital

CRÉDITO DAS IMAGENS

PARTE 1 – CONCEITUAÇÃO elenabs/Getty Images

PARTE 2 – PRÁTICA elenabs/Getty Images

PARTE 3 – CUIDADOS LEGAIS elenabs/Getty Images

208

PARTE 4 – ANEXOS E APÊNDICES

Lightcome/Getty Images

CAPÍTULO 1

Abertura: TarikVision/Getty Images

CAPÍTULO 2

Abertura: TeraVector/Getty Images

Figura 2.1: alexsl/Getty Images

Figura 2.2: elaborado pelos autores

CAPÍTULO 3

Abertura: TarikVision/Getty Images

Figura 3.1: Tangente Design

Figura 3.2: Betsart/Getty Images

Figura 3.3: Edgar César Filho (1998)/Instituto Athos Bulcão

Figura 3.4: Tagente Design

CAPÍTULO 4

Abertura: jattumongkhon/Getty Images

Figura 4.1: Rawpixel/Getty Images

CAPÍTULO 5

Abertura: Ade Akinrujomu/Getty Images

Figura 5.1: tudmeak/Getty Images

Figura 5.2: EmBaSy/Getty Images

Figura 5.3: Rawpixel/Getty Images

Figura 5.4: Mykyta Dolmatov/Getty Images

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Medium 9788580555332

Capítulo 15 - Projeto de interfaces do usuário

Roger S. Pressman, Bruce R. Maxim Grupo A PDF Criptografado

Projeto de interfaces do usuário

Vivemos em um mundo de produtos de alta tecnologia e praticamente todos eles – produtos eletrônicos de consumo, equipamentos industriais, automóveis, sistemas corporativos, sistemas militares, software para PC, aplicativos móveis e WebApps – exigem interação humana. Para que um produto de software seja bem-sucedido, deve apresentar boa usabilidade – uma medida qualitativa da facilidade e eficiência com a qual um ser humano consegue empregar as funções e os recursos oferecidos pelo produto de alta tecnologia.

Nas três primeiras décadas da era computacional, a usabilidade não era uma preocupação dominante entre aqueles que construíam software. Em seu clássico livro sobre projeto, Donald Norman [Nor88] argumentou que já era tempo de uma mudança de atitude:

Para criar tecnologia que se adapte ao ser humano, é necessário estudá-lo. Mas hoje temos a tendência de estudar apenas a tecnologia. Como consequência, exige-se que as pessoas se adaptem à tecnologia. É chegada a hora de inverter a tendência, de fazer a tecnologia se adaptar às pessoas.

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Medium 9788536507842

11.2 Segurança do ambiente

Felipe Nery Rodrigues Machado Editora Saraiva PDF Criptografado

Collina/Shutterstock.com

Figura 11.1 – Proteção contra furto.

Muitas vezes as empresas só realizam um inventário de seu hardware e fornecem estimativas de valor que estão ligados à análise de risco. Assim, elas determinam qual seria o custo para a empresa caso o equipamento fosse roubado ou destruído.

No entanto, as informações contidas dentro do equipamento podem ser muito mais valiosas do que o próprio equipamento, e os mecanismos e procedimentos de recuperação adequados também precisam ser considerados na avaliação dos riscos, para que esta seja uma avaliação mais realista e correta.

A interrupção dos serviços pode ser a perda de serviços de informática em si, perda dos recursos de energia, de abastecimento de água, de controle de temperatura e hoje, principalmente, a perda mesmo que momentânea dos serviços de telecomunicações.

Se uma empresa perde o fornecimento de energia, ela também pode perder seus sistemas elétricos de segurança e sistemas de detecção de intrusão computadorizados.

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Medium 9788582604113

Capítulo 6 - Aplicativo Cannon Game

Paul Deitel, Harvey Deitel, Alexander Wald Grupo A PDF Criptografado

6

Aplicativo Cannon Game

Animação quadro a quadro manual, elementos gráficos, som, threads, SurfaceView e SurfaceHolder, modo imersivo e tela inteira

Objetivos

Neste capítulo, você vai:

᭿

Criar um aplicativo de jogo simples, divertido e fácil de codificar.

᭿

Criar uma subclasse de SurfaceView personalizada para exibir os elementos gráficos do jogo a partir de uma thread de execução separada.

᭿

Desenhar elementos gráficos usando componentes Paint e um Canvas.

᭿

Sobrescrever o método onTouchEvent de View para disparar uma bala de canhão quando o usuário toca na tela.

᭿

Realizar detecção de colisão simples.

᭿

Adicionar som a seu aplicativo usando SoundPool e

AudioManager.

᭿

Sobrescrever o método de ciclo de vida onDestroy de

Fragment.

᭿

Usar o modo imersivo para permitir que o jogo ocupe a tela inteira, mas ainda deixar que o usuário acesse as barras de sistema.

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Medium 9788536532561

Capítulo 6: Roteiro para blogs

Marco Aurélio Thompson Editora Saraiva PDF Criptografado

Como Ser Influenciador Digital digno de Hollywood fosse compensar a falta de o quê apresentar. Já comentamos a esse respeito.

Daremos apenas um checklist inicial e deixaremos por sua conta pesquisar na internet qual é a melhor câmera, o melhor microfone, o melhor software de edição etc.:

• Conteúdo baseado exclusivamente em texto

• Editor de texto com revisor ortográfico, gramatical, contador de palavras e caracteres.

• Conteúdo baseado exclusivamente em áudio

• Microfone condensador USB com suporte e filtro anti pop.

• Smartphone com o recurso de redução de ruído. Dica: colocar o

92

smartphone dentro de uma caixa de papelão forrada com espuma melhora consideravelmente o som.

• Conteúdo baseado exclusivamente em vídeo

• Câmera digital ou smartphone modelo intermediário ou avançado.

• Cartão de memória.

• Tripé.

• Kit de iluminação comercial ou DIY (feito em casa).

• Microfone de lapela ou direcional, tipo boom.

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Medium 9788536532059

10.5 Inspeções preventivas de erros

Wilma Sirlange Sobral Editora Saraiva PDF Criptografado

REPRODUÇÃO/LABIUTIL

Figura 10.8 - Exemplo de checklist ergonômico – legibilidade.

A avaliação realizada com checklists apresenta as seguintes características, segundo Heemann (1997 apud

OLIVEIRA, 2001):

� possibilidade de ser realizada por projetistas, não exigindo especialistas em IHC, pois o conhecimento ergonômico está contido no checklist;

� sistematização da avaliação, o que garante resultados mais estáveis, mesmo quando aplicada separadamente por diferentes pessoas. As questões ou recomendações constantes no checklist sempre serão efetivamente verificadas;

� facilidade na identificação de problemas de usabilidade, devido à especificidade das questões do checklist;

� aumento da eficácia de uma avaliação por meio da redução da subjetividade associada a processos de avaliação;

� redução do custo da avaliação, pois é um método de rápida aplicação.

146

DESIGN DE INTERFACES - INTRODUÇÃO

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Medium 9788582601457

Capítulo 1 - O que é informática?

Fabio Yoshimitsu Okuyama, Evandro Manara Miletto, Mariano Nicolao Grupo A PDF Criptografado

Evandro Manara Miletto

Alex Dias Gonsales

Fabio Yoshimitsu Okuyama

capítulo 1

O que é informática?

Os computadores estão em todos os lugares. São complexos em sua composição e servem para diferentes propósitos, sendo frequentemente usados como ferramentas para as mais diversas finalidades. Conhecer e saber como funciona um computador torna seu uso mais fácil. Neste capítulo, você entrará em contato com os conceitos que fundamentam a área da informática. Será apresentado ao leitor, mesmo ao sem experiência, o conhecimento necessário para utilizar e programar computadores, explorando as suas capacidades de receber, processar, armazenar e mostrar dados.

Objetivos deste capítulo

Reconhecer o que é informática, seus principais conceitos e sua importância.

Listar os principais acontecimentos da história dos computadores.

Descrever o processo de funcionamento dos computadores.

Reconhecer os diferentes tipos e componentes de um computador.

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Medium 9788536532059

6.1 Prototipagem

Wilma Sirlange Sobral Editora Saraiva PDF Criptografado

ELVINAGRAPH/GETTY IMAGES

A Figura 5.13 mostra um exemplo do uso de metáfora com o ícone de busca utilizado em diversos softwares. No ícone, podemos visualizar uma lupa, que remete ao recurso de “procurar” ou “examinar minuciosamente”. O ícone faz essas alusões para mostrar ao usuário que aquela é a ferramenta a ser usada para fazer pesquisas.

Figura 5.13 - Representação de um ícone de busca.

VAMOS RECAPITULAR?

Neste capítulo, você viu que o projeto de um sistema passa por diversas fases de construção.

Para entendê-las, é importante conhecer alguns métodos de construção e documentação.

Você aprendeu também que o ciclo de vida do projeto de um sistema consiste nas etapas necessárias para o desenvolvimento do software. Cada modelo de ciclo de vida trata a relação entre as etapas e a validação junto aos clientes e/ou usuários de acordo com as suas particularidades. Por fim, vimos que existem vários modelos de ciclo de vida de projetos de sistemas.

AGORA É COM VOCÊ!

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Medium 9788582601686

Introdução

William R. Stanek Grupo A PDF Criptografado

Introdução

B

em-vindo ao Windows Server 2012 – Guia de Bolso. Há muitos anos escrevo sobre várias tecnologias e produtos de servidor diferentes, mas o produto sobre o qual mais gosto de escrever é o Microsoft Windows Server. Para quem estiver fazendo a transição de uma versão anterior do Windows Server para o Windows Server 2012, já aviso de antemão que acredito que esta seja a atualização mais significativa no

Windows Server desde a introdução do Windows 2000 Server. Embora as mudanças na interface de usuário (UI, user interface) sejam uma parte importante das revisões do sistema operacional, as mudanças mais profundas ficam abaixo da superfície, na arquitetura subjacente.

A boa nova é que o Windows Server 2012 foi construído sobre a mesma base de código do Microsoft Windows 8. Isso significa que você pode aplicar grande parte dos seus conhecimentos sobre Windows 8 ao Windows Server 2012, incluindo a forma como o Windows trabalha com interfaces do usuário baseadas em toque. Mesmo que você não instale o Windows Server 2012 em computadores com interfaces de usuário sensíveis ao toque, pode gerenciar o Windows Server 2012 a partir dos seus computadores com interfaces sensíveis ao toque. Se você for mesmo gerenciar dessa forma, entender a interface de usuário sensível ao toque, bem como as opções de interface revisadas, será crucial para o seu sucesso. É por isso que tanto a interface de usuário sensível ao de toque quanto as técnicas tradicionais de mouse e teclado são abordadas neste livro.

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