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Medium 9788582604328

Capítulo 16 - Formatação e impressão de modos de exibição: técnicas avançadas

Carl Chatfield; Timothy Johnson Grupo A PDF Criptografado

Formatação e impressão de modos de exibição: técnicas avançadas

16

Este capítulo apresenta alguns dos recursos de formatação mais avançados do Project 2016. Um plano bem formatado pode ser valioso para comunicar detalhes aos recursos, clientes e outros interessados. Alguns dos recursos de formatação do Project são semelhantes aos de um programa de processamento de textos baseado em estilo, como o Microsoft Word, no qual uma

única definição de estilo afeta todo o conteúdo do documento ao qual o estilo foi aplicado. No Project, é possível usar estilos para alterar a aparência de um tipo específico de barra de

Gantt, como uma barra de resumo, em todo o plano. Outras opções de formatação apresentadas neste capítulo enfocam a formatação direta de tarefas e de alguns dos modos de exibição mais usados.

Neste capítulo

Este capítulo apresenta os procedimentos relacionados à formatação e à impressão de modos de exibição, usando os recursos de formatação e impressão mais avançados do Project.

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Medium 9788577801107

6. Criando Arquivos Interativos

Adobe Creative Team Grupo A PDF Criptografado

192 ADOBE FLASH CS3 PROFESSIONAL

Classroom in a Book

Introdução

Para começar, visualize a página do portfólio de fotografias que você criará à medida que a aprende a criar botões interativos no Flash.

1 Dê um clique duplo no arquivo 06End.swf na pasta Lesson06/06End para reproduzir a

animação.

O projeto é uma página da Web interativa para um fotógrafo. Depois de o filme inicial ser reproduzido, os usuários podem clicar em um botão para ver a versão expandida de uma foto. Nesta lição, você criará um segundo plano e adicionará botões interativos para as fotografias. O ActionScript já está incluído no arquivo de projeto, mas você irá configurar o arquivo para que o ActionScript funcione.

2 Feche o arquivo 06End.swf.

3 Dê um clique duplo no arquivo 06Start.fla na pasta Lesson06/06Start para abrir o arquivo

de projeto inicial no Flash. Esse arquivo inclui sete camadas, e vários recursos estão na biblioteca. O frame 10 da camada Actions já contém o ActionScript.

4 Escolha File > Save As. Atribua ao arquivo o nome 06_workingcopy.fla e salve-o na pasta 06Start. Salvar uma cópia de trabalho assegura que o arquivo original inicial esteja disponível caso você deseje começar novamente.

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Medium 9788521614661

Capítulo 7 Mão na Massa?

BREITMAN, Karin Koogan Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

7

Mão na Massa?

KARIN-1 07.indd 99

8/25/05 9:52:11 AM

100

Capítulo Sete

7.1 Introdução

Neste capítulo vamos apresentar o Método para Construção de Ontologias, desenvolvido pelo grupo de Engenharia de Requisitos da PUC-Rio. Para apoiar o desenvolvimento de ontologias, que já foi definido como arte, em vez de ciência, propomos o processo baseado no Léxico Ampliado da Linguagem

(LAL). A maior vantagem desse enfoque é poder contar com um método maduro para auxiliar na tarefa de levantamento, modelagem e validação dos conceitos e relacionamentos do Universo de Informação.

O processo de construção do Léxico é estruturado e segue princípios sólidos de engenharia de software e técnicas já estabelecidas para captura, modelagem e posterior validação da informação modelada.

O LAL provê a linguagem comum para a comunicação informal entre os interessados no processo de desenvolvimento de software, e.g., clientes, usuários e desenvolvedores, enquanto ontologias fornecem essa linguagem de modo mais formal, permitindo o compartilhamento de informações entre máquinas e agentes de software.

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Medium 9788582601723

Capítulo 19 - Como personalizar o Project

Carl S. Chatfield; Timothy D. Johnson Grupo A PDF Criptografado

Visão geral do capítulo

Capítulo

??????

Compartilhar

???????

Gravar

Trabalhe

??????

?????? com ?????????????? o Organizador para compartilhar elementos personalizados entre os planos, página 412.

Grave uma

??????

?????? macro

??????????????

VBA para executar uma sequência de ações repetitivas, página 418.

??????

?????

?????? ?????? ??????????????

Codificar

?????? ?????? ??????????????

Edite código de macro VBA no Visual

Basic Editor, página 423.

Crie sua própria guia personalizada na

Faixa de Opções, página 429.

_Livro_Chatfield_Project.indb 410

Personalizar

29/11/13 14:37

Como personalizar o Project

19

NESTE CAPÍTULO, VOCÊ APRENDERÁ A:

Copiar um elemento personalizado, (por exemplo, um calendário) de um plano para outro usando o Organizador.

Gravar e executar uma macro.

Editar uma macro no Visual Basic for Applications (VBA) Editor.

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Medium 9788521625070

CAPÍTULO 8 - Risco, Resposta e Recuperação

KIM, David; SOLOMON, Michael G. Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

8

Risco, Resposta e Recuperação

O

rganizações precisam constantemente lidar com mudança. Acionistas exercem novas pressões. Governos aprovam novas legislações e definem novos padrões. Organi‑ zações precisam manter o vínculo entre cadeias de suprimento e fornecedores e clientes.

Sua organização desenvolve estratégias para cumprir seus objetivos de negócios e permanecer competitiva. Alterar essas estratégias pode exigir troca de pessoal, alteração da organização de

TI e rearrumação de logística. Qualquer uma dessas mudanças pode aumentar riscos. A estrutura de sua organização também reflete sua cultura. Da mesma forma, a cultura afeta o comprometi‑ mento de sua organização na proteção de sistemas de informação, além de pessoas, processos, dados e tecnologia.

A maneira pela qual sua organização responde a riscos reflete o valor que atribui aos próprios ativos. Se o risco considerado não for sério, a empresa provavelmente não gastará muito para reduzi‑lo. A quantia que a empresa se dispõe a gastar para proteger dados confidenciais afeta o risco. Talvez a organização entenda que um risco seja importante, mas simplesmente não tem verba suficiente para investir na redução de riscos. Ou talvez ela tenha uma cultura de descartá‑ vel, o que significa que busca apenas ganhos de curto prazo e deixará de operar sob adversida‑ des. Nesse caso, ela tomará apenas medidas essenciais para cumprir padrões mínimos exigidos.

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Medium 9788521622871

Parte I - Capítulo 4 - Estrutura do Sistema Operacional

MACHADO, Francis B.; MAIA, Luiz Paulo Grupo Gen PDF Criptografado

4

Estrutura do Sistema

Operacional ff 4.1 Introdução

O sistema operacional é formado por um conjunto de rotinas que oferece serviços aos usuários e às suas aplicações. Esse conjunto de rotinas é denominado núcleo do sistema, ou kernel. A maioria dos sistemas operacionais é fornecida acompanhada de utilitários e linguagem de comandos, que são ferramentas de apoio ao usuário, porém não são parte do núcleo do sistema. Na

Fig. 4.1 é apresentado um modelo de camadas detalhando a estrutura do sistema operacional e suas interfaces.

Há três maneiras distintas de os usuários se comunicarem com o kernel do sistema operacional.

Uma delas é por intermédio das chamadas rotinas do sistema realizadas por aplicações. Além disso, os usuários podem interagir com o núcleo mais amigavelmente por meio de utilitários ou linguagem de comandos. Cada sistema operacional oferece seus próprios utilitários, como compiladores e editores de texto. A linguagem de comandos também é particular de cada sistema, com estruturas e sintaxe próprias.

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Medium 9788577801145

8. Criando Páginas Interativas

Adobe Creative Team Grupo A PDF Criptografado

8 Criando Páginas

Interativas

Nesta lição, você aprenderá a tornar suas páginas Web interativas fazendo o seguinte:

• Entender os comportamentos do Dreamweaver

• Aplicar um comportamento para trocar a origem de uma imagem

• Modificar um comportamento existente

• Abrir uma janela de navegador interativamente

• Definir áreas a exibir e a ocultar sob o controle do usuário

• Alterar o evento para um comportamento

Esta lição levará aproximadamente 90 minutos para ser concluída. Certifique-se de que você copiou Lessons/Lesson08 do CD do Adobe Dreamweaver CS3, Classroom in a Book para sua unidade de disco antes de começar. Ao trabalhar nesta lição, você sobrescreverá os arquivos iniciais. Se for necessário restaurar os arquivos iniciais, copie-os novamente do CD.

Entenda os comportamentos do Dreamweaver

Um comportamento do Dreamweaver é o código JavaScript que realiza uma ação, como abrir uma janela de navegador, quando acontece um evento particular, por exemplo, um clique de mouse. Aplicar um comportamento é um processo de três passos:

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Medium 9788536319278

3. EXPLORANDO DADOS

Field, Andy Grupo A PDF Criptografado

3

EXPLORANDO DADOS

3.1 O QUE VOCÊ VAI APRENDER NESTE

CAPÍTULO? ➀

3.2 DADOS PARAMÉTRICOS ➀

Como o título sugere, este capítulo ensinará o primeiro passo da análise de dados: explorá-los. Wright (2003), citando Rosenthal, afirma que pesquisadores devem “ficar amigos dos seus dados”. Não, isso não significa que quem utiliza estatística deve ser amigo dos seus dados porque são os únicos amigos que eles têm; em vez disso, Rosenthal quer dizer que os pesquisadores muitas vezes fazem análises apressadas. Wright faz a analogia com um bom vinho; você deve saborear o aroma e os sabores delicados para realmente apreciar a experiência. Isso talvez exagere a beleza da análise de dados; no entanto, apressar a análise é, suponho, parecido com engolir o vinho: o resultado é confuso e incoerente!

Este capítulo apresenta algumas formas de exploração de dados. Começaremos verificando como podemos examinar os dados, checar algumas hipóteses básicas sobre eles e então determinar algumas estatísticas descritivas e traçar alguns gráficos.

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Medium 9788580555486

Plug-in G5 - Redes e telecomunicações

Paige Baltzan Grupo A PDF Criptografado

PLUG-IN

G5

Redes e telecomunicações

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

1.

2.

3.

4.

5.

OA 1 Comparar LANs,

WANs e MANs.

Comparar LANs, WANs e MANs.

Comparar os dois tipos de arquiteturas de rede.

Explicar a topologia e os diferentes tipos encontrados em redes.

Descrever os protocolos e a importância de TCP/IP.

Identificar os diferentes tipos de mídia encontrados em redes.

Introdução

A mudança está em toda parte no domínio das tecnologias da informação, mas em nenhum outro lugar a mudança é mais evidente e mais drástica do que na área das redes e das telecomunicações. A maioria dos sistemas de informação para gstão atuais baseia-se em redes digitais para comunicar informações sob a forma de dados, gráficos, vídeo e voz.

Grandes e pequenas empresas de todo o mundo utilizam redes e a Internet para localizar fornecedores e compradores, para negociar contratos com eles e para prestar serviços maiores, melhores e mais rápidos que nunca. Os sistemas de telecomunicação permitem a transmissão de dados através de redes públicas ou privadas. Uma rede é um sistema de comunicação criado pela ligação entre dois ou mais dispositivos e pelo estabelecimento de uma metodologia padrão pela qual podem se comunicar. A maior e mais utilizada rede do mundo é a Internet. A Internet é uma “rede das redes” global, que utiliza padrões universais para conectar milhões de redes diferentes em todo o mundo. Os sistemas de telecomunicações e redes de comunicação são tradicionalmente complicados e ineficazes. No entanto, as empresas podem se beneficiar das infraestruturas de rede atuais, que proporcionam um alcance global confiável para funcionários e clientes.

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Medium 9788577808243

1. introdução

Diverio, Tiarajú Asmuz Grupo A PDF Criptografado

22

Teoria da Computação: Máquinas Universais e Computabilidade

“Há um teorema conhecido que diz que qualquer computador

é capaz de emular qualquer outro computador”

Astronauta Frank Poole ao explicar o princípio usado por Halman (computador HAL/astronauta Bowman) para impedir o Monólito de executar qualquer ordem que ameaçasse a humanidade

Do livro 3001: a odisséia final - Arthur C. Clarke (1997), da série iniciada pelo livro 2001 - uma odisséia no espaço

Este capítulo inicia com uma breve história do surgimento e do desenvolvimento dos conceitos, formalismos e resultados nos quais a teoria da computação é baseada. A seguir, é apresentada a abordagem geral adotada nesta publicação. Por fim, são introduzidos alguns conceitos básicos que são usados ao longo de todo o texto.

1.1

notas históricas

A ciência da computação é o conhecimento sistematizado da computação. Sua origem é milenar, tendo se desenvolvido em diversas regiões e momentos ao longo da história da humanidade, com destaque para culturas como Mesopotâmia, Egito, Grécia, Babilônia, Índia,

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Medium 9788521609490

7. Sistemas de Arquivos

MACHADO, Francis Berenger; MAIA, Luiz Paulo Grupo Gen PDF Criptografado

7

SISTEMA DE ARQUIVOS

7.1

iNTrODUçãO

O armazenamento e a recuperação de informações são atividades essenciais para qualquer tipo de aplicação. Um processo deve ser capaz de ler e gravar de forma permanente grande volume de dados em dispositivos como fitas e discos, além de poder compartilhálos com outros processos. A maneira pela qual o sistema operacional estrutura e organiza essas informações é por intermédio da implementação de arquivos.

Os arquivos são gerenciados pelo sistema operacional de maneira a facilitar o acesso dos usuários ao seu conteúdo. A parte do sistema responsável por essa gerência é denominada sistema de arquivos. O sistema de arquivos é a parte mais visível de um sistema operacional, pois a manipulação de arquivos é uma atividade frequentemente realizada pelos usuários, devendo sempre ocorrer de maneira uniforme, independentemente dos diferentes dispositivos de armazenamento.

Neste capítulo serão apresentados aspectos presentes nos sistemas de arquivos, como identificação, organização, compartilhamento, métodos de acesso, proteção e operações de entrada e de saída.

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Medium 9788582601051

Capítulo 6 - Regras de negócio

Fábio Müller Guerrini; Edmundo Escrivão Filho; Edson Walmir Cazarini; Sílvia Inês Dallavale de Pádua Grupo A PDF Criptografado

6

Regras de negócio1

Apesar das novas e eficientes técnicas de engenharia de software, os projetos de desenvolvimento de software continuam muitas vezes não atendendo às expectativas dos clientes por extrapolarem prazos e orçamentos, além de não satisfazerem completamente o usuário. Muitos problemas ocorrem por falhas no processo desses, consequência, sobretudo, das definições de requisitos de software incompletas e inconsistentes.

As atividades de análise são responsáveis por 50 a 60% de todos os erros do software. Ao dar mais atenção ao processo de análise, obtém-se uma grande redução nos custos de desenvolvimento e manutenção. A engenharia de requisitos é um vasto campo de pesquisa da engenharia de software. De acordo com

Zanlorenci e Burnett (1998), descobrimento, documentação e gerenciamento de requisitos caracterizam as etapas fundamentais do processo. Antoniou (1998) explica que a engenharia de requisitos constrói uma ponte entre as necessidades e características externas de um lado e o projeto de software e o desenvolvedor do outro. Zanlorenci e Burnett (1998) definem requisitos como fenômenos que ocorrem no ambiente ou domínio da aplicação. Larman (1999) descreve requisitos como desejos para um produto.

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Medium 9788521618805

27. Robótica

CARVALHO, André Carlos Ponce de Leon Ferreira de; FACELI, Katti; LORENA, Ana Carolina; GAMA, João Grupo Gen PDF Criptografado

“aprendizagem” — 2011/7/12 — 11:51 — page 333 — #333

Cap´ıtulo 27

Rob´ otica

O termo rob´otica se refere ao estudo e uso de robˆos. Uma caracteriza¸c˜ao completa desse termo, portanto, envolve uma defini¸c˜ao formal do que vem a ser um robˆo. Existem diversas tentativas nesse sentido. A defini¸c˜ao mais usual ´e a de que um robˆo ´e uma m´aquina que procura reproduzir alguma capacidade f´ısica de uma pessoa. Historicamente, a palavra robˆo foi introduzida pelo dramaturgo tcheco Karel Capek em 1921 em sua pe¸ca

R.U.R. (Robˆ os Universais de Rossum), a qual ilustrava a desumaniza¸c˜ao do homem em uma civiliza¸c˜ao tecnol´ogica, e tem origem na palavra tcheca que designa trabalho for¸cado ou escravo. J´a o termo rob´otica foi criado e usado primeiramente pelo cientista russo

Isaac Asimov, mais conhecido pelos in´ umeros trabalhos de fic¸c˜ao cient´ıfica que produziu

(entre eles, Eu Robˆ o, de 1950).

Em geral, os robˆos podem ser divididos em duas classes (Turban e Frenzel, 1992). A primeira ´e constitu´ıda por robˆos pr´e-programados na realiza¸c˜ao de tarefas espec´ıficas, tais como os robˆos de ind´ ustrias automotivas. Esses tipos de robˆos podem substituir os humanos em tarefas bem definidas e limitadas. Dessa forma, eles s˜ao capazes de realizar somente um conjunto de tarefas repetidamente. N˜ao s˜ao capazes, por exemplo, de se adaptar a mudan¸cas que venham a ocorrer em seu ambiente, sem que seja necess´aria uma reprograma¸c˜ao. No sentido de acomodar esse tipo de requisito, tem-se o desenvolvimento de robˆos inteligentes, os quais se utilizam de t´ecnicas de Inteligˆencia Artificial na percep¸c˜ao do ambiente e na realiza¸c˜ao de suas tarefas. Os robˆos inteligentes podem ser definidos, portanto, como mecanismos capazes de extrair informa¸c˜oes de seu ambiente e usar conhecimento sobre ele para realizar suas tarefas de forma segura e u

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Medium 9788521618805

8. Modelos Múltiplos Preditivos

CARVALHO, André Carlos Ponce de Leon Ferreira de; FACELI, Katti; LORENA, Ana Carolina; GAMA, João Grupo Gen PDF Criptografado

“aprendizagem” — 2011/7/12 — 11:51 — page 137 — #137

Cap´ıtulo 8

Modelos M´ ultiplos Preditivos

O termo modelos m´ ultiplos ´e utilizado para identificar um conjunto de preditores cujas decis˜oes individuais s˜ao combinadas ou agregadas de alguma forma para predizer novos exemplos (Dietterich, 1997). Neste cap´ıtulo, iremos focar problemas de classifica¸c˜ao. No entanto, todas as t´ecnicas apresentadas s˜ao v´alidas para problemas de regress˜ao com altera¸c˜oes triviais relacionadas com a fun¸c˜ao de custo utilizada.

Segundo Hoeting et al. (1999), a primeira referˆencia a uma combina¸c˜ao de modelos na literatura estat´ıstica aparece em Barnard (1963), um trabalho que estuda os dados de passageiros de companhias a´ereas. Entretanto, a maior parte dos trabalhos anteriores na

´area de combina¸c˜ao de modelos n˜ao est´a presente em revistas cient´ıficas de Estat´ıstica.

O artigo original sobre previs˜oes feito por Granger e Newbold (1976) estimulou, nos anos

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Medium 9788577806324

2. Probabilidade: Conceitos e Aplicações

Render, Barry Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

2

Probabilidade:

Conceitos e Aplicações

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Depois de ler este capítulo, os alunos serão capazes de:

1. Entender os fundamentos básicos da análise probabilística

4. Descrever e fornecer exemplos de variáveis aleatórias discretas e contínuas

2. Descrever eventos dependentes e independentes

5. Explicar a diferença entre distribuições discretas e contínuas

3. Utilizar o teorema de Bayes para determinar probabilidades condicionadas

6. Calcular valores esperados e variâncias e utilizar a tabela da normal

VISÃO GERAL DO CAPÍTULO

2.1 Introdução

2.8 Variáveis aleatórias

2.2 Conceitos básicos

2.9 Distribuições de probabilidade

2.3 Eventos mutuamente exclusivos e coletivamente exaustivos

2.10 A distribuição binomial

2.4 Eventos independentes

2.12 A distribuição F

2.5 Eventos dependentes

2.13 A distribuição exponencial

2.6 Revisando probabilidades com o Teorema de Bayes

2.14 A distribuição de Poisson

2.11 A distribuição normal

2.7 Revisões adicionais de probabilidade

Resumo • Glossário • Equações-chave • Problemas resolvidos • Autoteste

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