1251 capítulos
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Medium 9788577805594

3. TRABALHANDO COM TEXTOS, LISTAS E TABELAS

Edson Furmankiewicz, Marcio Vitale Grupo A PDF Criptografado

78 ADOBE DREAMWEAVER CS4

Classroom in a Book

5 Escolha File > Edit, ou pressione Control+C (Windows) ou Command+C

(Mac), para copiar a seleção.

6 Na parte superior da janela de documento, localize a aba do arquivo santorini.html e clique nela para voltar à página Web.

7 Localize e selecione a frase Add text here localizada na página logo após a primeira imagem, mas antes do segundo título.

8 Escolha File > Paste, ou pressione Control+V (Windows) ou Command+V

(Mac), para colar o novo texto nessa localização.

● Nota: O texto colado foi formatado como parágrafos no

Dreamweaver porque o arquivo santorini. txt utilizava dois retornos de parágrafo no fim de cada seção. Se o arquivo santorini.txt original só contivesse um retorno de parágrafo no final de cada seção, a formatação padrão do Dreamweaver teria inserido uma quebra de linha
no fim de cada linha.

Por padrão, o texto colado é inicialmente formatado com as tags

, ou como parágrafos. Observe que os parágrafos são estilizados com as opções de fonte já presentes na folha de estilo. Você pode atribuir facilmente um formato básico – como uma tag

, ou

– a qualquer bloco de texto utilizando o painel Properties.

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Medium 9788521630920

1 - Introdução à Ciência da Computação

PERKOVIC, Ljubomir Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

Introdução à

Ciência da

Computação

1

1.1 Ciência da Computação  2

1.2 Sistemas de Computação  5

1.3 Linguagem de Programação Python  8

1.4 Pensamento Computacional  10

Resumo do Capítulo  14

NESTE CAPÍTULO INTRODUTÓRIO, oferecemos o contexto para o livro e apresentamos os principais conceitos e a terminologia que usaremos em todo o livro. O ponto de partida para nossa discussão são várias perguntas. O que é ciência da computação? O que os cientistas da computação e os desenvolvedores de aplicações fazem? E que ferramentas eles utilizam?

Os computadores, ou mais geralmente os sistemas de computação, formam um conjunto de ferramentas. Discutiremos os diferentes componentes de um sistema de computação, incluindo o hardware, o sistema operacional, a rede e a Internet, e a linguagem de programação usada para escrever programas. Oferecemos especificamente alguma base na linguagem de programação Python, a linguagem usada neste livro.

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Medium 9788521617488

CAPÍTULO 5 - CIRCUITOS BÁSICOS

HETEM Jr., Annibal Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

5

Circuitos básicos

5.1 Introdução

De posse das portas lógicas e das técnicas de síntese de circuitos digitais, pode ser dado o próximo passo: a análise de pequenos circuitos que, apesar de sua inocente simplicidade, são a base para a construção dos grandes sistemas digitais. Esses circuitos básicos estão presentes em todos os sistemas que utilizam a Eletrônica Digital como base de funcionamento: desde um pequeno relógio até os grandes computadores de telefonia e controle de tráfego.

Neste capítulo, subimos mais um nível na hierarquia dos circuitos digitais, atingindo o que pode até ser classificado como uma linguagem de construção desses dispositivos.

5.2 Circuito somador

Os circuitos somadores são muito simples, uma vez que trabalham na aritmética binária e usam poucas portas lógicas. É natural que o primeiro exemplo deste capítulo seja o circuito somador, que, além de uma passagem didática, oferece a oportunidade de utilizar as técnicas vistas nos capítulos anteriores, e em seguida usar os resultados intermediários para a construção de circuitos mais complexos. Serão apresentados primeiro os circuitos meio somador e depois os somadores completos. Estes, por fim, serão usados em paralelo para construir circuitos de somar com o número de bits que for necessário.

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Medium 9788521605843

5- As imagens

PADUA FILHO, Wilson de Paula Grupo Gen PDF Criptografado

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As Imagens

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154

Multimídia: Conceitos e Aplicações

REPRESENTAÇÃO DIGITAL DE IMAGENS

Pixels e Resolução Espacial

A resolução espacial da visão é o parâmetro que mede quantos pontos diferentes o olho pode distinguir em uma imagem. A cada ponto chamamos pixel (picture element). O campo visual humano corresponde a uma matriz de cerca de 3000 × 3000 pixels. Os filmes cinematográficos apresentam resoluções maiores do que isso, pois a ilusão de participação requer a inclusão da visão periférica e da visão devida a movimentos da cabeça.

A resolução dos monitores de televisão e de computadores, por outro lado, tem sido bem menor, devido aos custos elevados de sistemas de resolução mais alta. A televisão tradicional

(NTSC ou PAL-M) tem resolução aproximadamente equivalente a 512 × 480 pixels (512 colunas por 480 linhas). As resoluções mais altas dos sistemas de televisão de alta definição

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Medium 9788577805211

1. introdução

Rômulo Silva de Oliveira, Alexandre da Silva Carissimi, Simão Sirineo Toscani Grupo A PDF Criptografado

22

Sistemas Operacionais

conceito básico

1.1

Em torno de um computador, existem usuários com problemas para serem resolvidos.

Por exemplo, um usuário precisa editar texto, enquanto outro precisa fazer a contabilidade da empresa. O problema de cada usuário será resolvido por um programa específico. No exemplo, um editor de textos e um sistema de contabilidade. O dispositivo físico capaz de executar esses programas é o hardware do computador.

Os programas possuem muito em comum. Por exemplo, tanto o editor de texto como a contabilidade precisam acessar o disco. A forma de acesso aos periféricos é a mesma para todos os programas. Para um melhor aproveitamento do hardware, vários usuários compartilham simultaneamente o computador. Entretanto, os programas podem apresentar necessidades conflitantes, pois disputam os recursos do equipamento. Por exemplo, o editor de texto e a contabilidade podem querer utilizar, ao mesmo tempo, a única impressora disponível.

O sistema operacional é uma camada de software colocada entre o hardware e os programas que executam tarefas para os usuários. Essa visão de um sistema computacional é ilustrada na figura 1.1. O sistema operacional é responsável pelo acesso aos periféricos; sempre que um programa necessita de algum tipo de operação de entrada e saída, ele a solicita ao sistema operacional. Dessa forma, o programador não precisa conhecer os detalhes do hardware. Informações do tipo “como enviar um caractere para a impressora” ficam escondidas dentro do sistema operacional. Ao

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Medium 9788536510859

10 - Local de Hospedagem e Publicação

ALVES, William Pereira Editora Saraiva PDF Criptografado

Local de

Hospedagem e Publicação

10

Para começar

Neste capítulo estudaremos os fatores que influenciam a escolha de um provedor; como publicar o site no provedor; a utilização do phpMyAdmin na criação da base de dados no servidor remoto; a descrição do processo de publicação de um site utilizando o Dreamweaver CC e o processo de implantação e treinamento.

10.1 Escolha do provedor de hospedagem

Depois que o projeto do sistema para web estiver finalizado, devidamente testado e aprovado pelo cliente, chega a hora de escolher um provedor para hospedá-lo. Esse momento é crucial para o sucesso ou fracasso do projeto, tendo em vista que dele depende todo o funcionamento e bom desempenho do site.

Uma das principais preocupações na hora de escolher um provedor de hospedagem é a confiabilidade dos dados que serão armazenados no servidor. É preciso saber detalhadamente a política de privacidade e os mecanismos adotados pela empresa para proteção dessas informações; afinal de contas, ninguém quer ser surpreendido com o vazamento de dados pessoais.

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Medium 9788521614807

Capítulo 3- Comunidades de rede

Burgess Mark Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

3

Comunidades de rede

A administração de sistemas não está apenas relacionada a máquinas e pessoas. Ela está relacionada a comunidades. Há a comunidade local de usuários em máquinas multiusuário e, em seguida, a comunidade da rede local de máquinas em um sítio. Finalmente, há a comunidade global de todas as máquinas e redes do mundo.

Não podemos aprender algo sobre uma comunidade de sistemas de computador em rede sem saber onde todas as máquinas estão, tanto fisicamente quanto na rede, quais os seus propósitos e como elas se relacionam. Normalmente não começamos construindo uma rede de computadores a partir do zero, em vez disso herdamos uma rede existente, aproveitável ou não; portanto, a primeira etapa é nos familiarizarmos com o sistema disponível.

O objetivo deste capítulo é ensinar a navegação em sistemas de rede com o uso de ferramentas padrões e encaixar cada peça do quebra-cabeça no contexto geral.

3.1 Comunidades e empresas

O princípio básico das comunidades é:

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Medium 9788536506654

21. Utilitários e Softwares de Testes

PAIXÃO, Renato Rodrigues Editora Saraiva PDF Criptografado

Utilitários e

Softwares de Testes

21

Para começar

Este capítulo tem como objetivo principal apresentar alguns softwares que detectam o hardware instalado no PC, de tal maneira que seja possível confrontar as informações obtidas por eles com os dados técnicos da instalação, a fim de aferir se o PC montado está funcionando adequadamente. Por fim, alguns testes de desempenho serão apresentados para verificar se o PC montado possui um desempenho compatível.

21.1 Por que testar e medir o desempenho do PC?

A bateria de testes e a aferição do desempenho do PC são as últimas etapas do processo de montagem e após a montagem, configuração e instalação do sistema operacional, é realizada uma bateria de testes no hardware do PC a fim de identificar alguma anomalia e, também, comparar se o desempenho obtido está em conformidade com o hardware instalado. É importantíssimo realizar uma bateria de testes e verificar o real desempenho do PC antes que ele entre em uso.

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Medium 9788521636694

Glossário

Wilson de Pádua PAULA FILHO Grupo Gen ePub Criptografado

 

 

Este glossário procura, sempre que possível, ser coerente com as definições contidas nos padrões do IEEE [IEEE03], PMBoK [PMI17], CMMI [CMMI06], UML [Rumbaugh+05, OMG05], P-CMM [Curtis+01] e SPEM [OMG08]. Diferenças, quando introduzidas, destinam-se à compatibilização entre esses padrões, adaptações em relação ao processo Praxis ou simplificações de natureza didática. As definições com a indicação “Praxis” são definições incorporadas ao processo Praxis, sem que estejam explícitas em alguma das fontes acima; geralmente são tiradas de livros especializados no respectivo assunto, ou de dicionários de uso geral.

TERMO

VERSÃO EM INGLÊS

DEFINIÇÃO

Abstrato

Abstract

(UML) Classificador que não pode ser instanciado.

Ação

Action

(UML) Nodo de atividade primitivo, cuja execução resulta em uma mudança de estado do sistema ou devolução de um valor. Cf. atividade, nodo de atividade.

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Medium 9788577808403

8. Indicadores Sociodemográficos

Duilio de Ávila Bêrni, Vladimir Lautert Grupo A PDF Criptografado

8

Indicadores Sociodemográficos

Vladimir Lautert, Duilio de Avila Bêrni e Ademir Barbosa Koucher

8.1 CONSIDERAÇÕES INICIAIS

A contabilidade social busca avaliar o grau de eficiência com que os recursos produtivos da sociedade são utilizados em determinados períodos de tempo, preocupando-se em quantificar o esforço destinado à reprodução da vida material. Mensurando fenômenos nas áreas econômica, sociodemográfica e ambiental, ela avalia a atividade produtiva de um determinado país ou região. Ao medirmos e avaliarmos o desempenho econômico de um determinado país ou região também devemos considerar os impactos da atividade econômica tanto sobre o meio ambiente, objeto do Capítulo 9 (Ambiental), quanto sobre as condições de vida da população, tema do Capítulo 10 (Distribuição). Se essas dimensões dos fenômenos estudados pela contabilidade social têm um espaço especial de tratamento, fica por conta do presente capítulo estabelecer o vínculo entre as características da fração da população economicamente ativa que gerou o valor adicionado em determinado território e das demais camadas populacionais que também o absorvem1.

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Medium 9788577806348

7. TRABALHANDO COM MÁSCARAS

Edson Furmankiewicz, Simone Belém Grupo A PDF Criptografado

204 ADOBE AFTER EFFECTS CS4

Classroom in a Book

Sobre máscaras

Uma máscara (mask) no Adobe After Effects é um caminho (path), ou uma linha de contorno, utilizado para modificar os efeitos e as propriedades de uma camada. O uso mais comum de máscaras é modificar o canal alfa de uma camada.

Uma máscara consiste em segmentos e vértices. Segmentos são linhas ou curvas que conectam vértices. Vértices definem onde cada segmento de um caminho começa e termina.

Uma máscara pode ser um caminho aberto ou fechado. Um caminho aberto tem um ponto inicial que não é o mesmo que o ponto final; uma linha reta é um caminho aberto. Um caminho fechado é contínuo e não tem início ou fim, como um círculo. Máscaras de caminho fechado podem criar áreas transparentes para uma camada. Caminhos abertos não podem criar áreas transparentes para uma camada, mas são úteis como parâmetros para um efeito. Por exemplo, você pode gerar uma luz direcional em torno de uma máscara utilizando o efeito Vegas.

Uma máscara pertence a uma camada específica e cada camada pode conter múltiplas máscaras.

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Medium 9788580551044

20. Medindo a atividade econômica

Paul A. Samuelson, William D. Nordhaus Grupo A PDF Criptografado

capítulo

20

Medindo a atividade econômica

Quando você consegue medir aquilo de que fala e pode expressá‑lo em números, então você sabe alguma coisa sobre o assunto; quando você não pode medi‑lo, nem expressá‑lo em números, o seu conhecimento é fraco e insatisfatório; pode ser até o princípio do conhecimento, mas pouco avançou no seu pensamento em direção ao estágio da ciência.

Lord Kelvin

De todos os conceitos de macroeconomia, o mais im‑ portante é o produto interno bruto (PIB), que quanti‑ fica o valor total dos bens e serviços finais produzidos em um país durante um ano. O PIB faz parte das contas nacionais da produção e da renda (ou contas nacionais), que são um conjunto de estatísticas que permitem às autoridades econômicas determinar se a economia está em contração ou em expansão e se há ameaça de uma grave recessão ou inflação. Quando os economistas querem determinar o nível de desenvolvimento econô‑ mico de um país, analisam o PIB per capita.

Embora o PIB e o resto das contas nacionais pareçam ser conceitos misteriosos, contam‑se de fato entre as gran‑ des invenções da era moderna. Tal como os satélites no espaço podem pesquisar a situação meteorológica de todo um continente, o PIB pode dar uma imagem global do governo da economia. Neste capítulo, explicamos a forma como os economistas calculam o PIB e outros indi‑ cadores macroeconômicos importantes.

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Medium 9788577805211

Anexo A - montadores, ligadores e carregadores

Rômulo Silva de Oliveira, Alexandre da Silva Carissimi, Simão Sirineo Toscani Grupo A PDF Criptografado

324

Sistemas Operacionais

Este texto supõe o conhecimento prévio sobre o que é linguagem de montagem.

Embora alguma experiência com programação em linguagem de montagem seja útil, apenas as noções básicas desse tipo de programação são essenciais. Também são necessários conhecimentos básicos na área de arquitetura de computadores. É importante observar que o objetivo aqui é descrever os princípios gerais dos montadores, ligadores e carregadores, e não detalhar toda a tecnologia disponível hoje para a construção de tais ferramentas. Por exemplo, montadores são atualmente construídos por meio da utilização do enorme arsenal de algoritmos disponíveis na área de compiladores. Caso o objetivo do texto fosse capacitar o leitor a construir um montador profissional, seria necessário descrever técnicas para a construção de compiladores, o que vai muito além dos objetivos deste texto. Compiladores são descritos por Price e

Toscani (2000). Nas próximas seções, os montadores, ligadores e carregadores serão descritos na ótica dos sistemas operacionais. Isso significa que o texto dá ênfase aos aspectos que diretamente afetam, ou são afetados, pelo comportamento do sistema operacional sobre o qual o programa sendo montado/ligado/carregado vai executar.

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Medium 9788563308320

17 Modelos econométricos dinâmicos: modelos autorregressivos e com defasagens distribuídas

Damodar N. Gujarati, Dawn C. Porter Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

17

Modelos econométricos dinâmicos: modelos autorregressivos e com defasagens distribuídas

Na análise de regressão envolvendo dados de séries temporais, se o modelo de regressão incluir não só os valores correntes mas também os defasados (passados) das variáveis explanatórias (os X), será chamado de modelo de defasagens distribuídas. Se o modelo incluir um ou mais valores defasados da variável dependente entre suas variáveis explanatórias, será denominado modelo autorregressivo. Assim,

representa um modelo de defasagens distribuídas, enquanto

é exemplo de um modelo autorregressivo. Este também é chamado de modelo dinâmico, por retratar a trajetória da variável dependente no tempo, em relação a seus valores passados.

Os modelos autorregressivo e de defasagens distribuídas são usados extensamente na análise econométrica e serão examinados neste capítulo com a finalidade de esclarecer o seguinte:

1.

2.

3.

4.

Qual é o papel das defasagens na economia?

Quais as razões para defasagens?

Existe justificativa teórica para os modelos defasados usados comumente em econometria empírica?

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Medium 9788521627234

6 - Customização e Configurabilidade

Michael J. Flynn, Wayne Luk Grupo Gen PDF Criptografado

6  Customização e Configurabilidade

6.1  INTRODUÇÃO

Para ampliar a aplicabilidade do SOC reduzindo ao mesmo tempo o custo, pode-se adotar uma plataforma de hardware comum que possa ser customizada para aumentar a eficiência de aplicações específicas. Este capítulo examina as diferentes tecnologias de customização, particularmente as baseadas em configurabilidade. Aqui, a configurabilidade abrange a configurabilidade única, quando ocorre a customização voltada para a aplicação antes ou depois da fabricação do chip, e a reconfigurabilidade, quando a customização ocorre várias vezes após a fabricação do chip.

As oportunidades de customização em tempo de projeto, particularmente as aproveitadas na fabricação de dispositivos, costumam resultar em alto desempenho, mas à custa da flexibilidade quando o projeto é implantado. Essa flexibilidade pós-fabricação é alcançada por dispositivos com vários graus de programabilidade, incluindo as arquiteturas reconfiguráveis de baixa granularidade (CGRAs), processadores de instrução de aplicação específica (ASIPs), matrizes de porta programável de campo (FPGAs) de alta granularidade, processadores de sinal digital (DSPs) e processadores de propósito geral (GPPs). O conflito de escolha entre programabilidade e desempenho é apresentado na Figura 6.1, que foi introduzida no Capítulo 1.

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