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Medium 9788582603956

Capítulo 1 - Defina uma pasta de trabalho

Curtis Frye Grupo A PDF Criptografado

Defina uma pasta de trabalho

1

Quando você cria uma nova pasta de trabalho no Excel 2016, o aplicativo apresenta uma pasta de trabalho em branco contendo uma planilha. Você pode adicionar ou excluir planilhas, ocultar planilhas dentro da pasta de trabalho sem excluí-las e alterar a ordem de suas planilhas dentro da pasta de trabalho.

Também pode copiar uma planilha em outra pasta de trabalho ou mover uma planilha sem deixar uma cópia dela na primeira pasta de trabalho. Se você e seus colegas estiverem trabalhando com muitos documentos, podem definir valores de propriedades para facilitar a procura de pastas de trabalho quando quiserem localizá-las usando a caixa de pesquisa do Windows.

Neste capítulo

Outra maneira de tornar o Excel mais fácil de usar é personalizar a janela do aplicativo para que atenda ao seu modo de trabalhar. Se você perceber que usa um comando com frequência, pode adicioná-lo à Barra de Ferramentas de Acesso Rápido para que fique acessível a um clique. Se usa muito um conjunto de comandos, pode criar uma guia personalizada na Faixa de

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Medium 9788582600535

Capítulo 10 - Sistemas Peer-to-peer

George Coulouris; Jean Dollimore; Tim Kindberg; Gordon Blair Grupo A PDF Criptografado

10

Sistemas Peer-to-peer

10.1

10.2

10.3

10.4

10.5

10.6

10.7

Introdução

Napster e seu legado

Middleware para peer-to-peer

Sobreposição de roteamento

Estudos de caso: Pastry, Tapestry

Estudo de caso: Squirrel, OceanStore, Ivy

Resumo

Os sistemas peer-to-peer representam um paradigma para a construção de sistemas e de aplicativos distribuídos em que dados e recursos computacionais são provenientes da colaboração de muitas máquinas na Internet de maneira uniforme. Seu aparecimento é uma consequência do crescimento rápido da Internet, abrangendo milhões de computadores e número semelhante de usuários exigindo acesso a recursos compartilhados.

Um problema importante dos sistemas peer-to-peer é a distribuição de objetos de dados em muitos computadores e o subsequente acesso a eles de uma maneira que equilibre a carga de trabalho e garanta a disponibilidade sem adicionar sobrecargas indevidas. Descreveremos vários sistemas e aplicativos desenvolvidos recentemente projetados para isso.

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Medium 9788521627234

3 - Processadores

FLYNN, Michael J.; LUK, Wayne Grupo Gen PDF Criptografado

3  Processadores

3.1  INTRODUÇÃO

Os processadores têm vários tipos e finalidades. Embora se dedique muita atenção aos processadores de alto desempenho nos servidores e estações de trabalho, pela contagem real eles são uma pequena porcentagem dos processadores produzidos em qualquer ano. A Figura 3.1 mostra o perfil de produção dos processadores pela contagem anual de sua produção

(não pelo volume em dólares).

ESTE CAPÍTULO E OS DETALHES DOS PROCESSADORES

Este capítulo contém detalhes sobre as questões de projeto dos processadores, especialmente os processadores avançados nas aplicações de alto desempenho. Os leitores que escolhem os processadores a partir das alternativas estabelecidas podem optar por ignorar alguns detalhes, como, por exemplo, as seções sobre a previsão de desvios e o controle dos processadores superescalares. Indicamos essas seções com um asterisco

(*) no título da seção.

Esses detalhes são importantes, mesmo para os que escolhem um processador, por duas razões:

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Medium 9788577803828

7 soluções de exercícios selecionados

Heuser, Carlos Alberto Grupo A PDF Criptografado

230

Projeto de Banco de Dados

■ exercício 2.4

Grande parte do exercício está resolvida na Seção modelos ER têm poder de expressão limitado (página 73). Lá é apresentado um diagrama de ocorrências no qual:

uma pessoa pode estar casada com ela mesma e uma pessoa pode participar de dois casamentos, desde que no papel de marido em um casamento e no papel de esposa em outro.

A Figura 7.1 mostra como é possível excluir essas duas possibilidades do modelo ER. A mudança que foi feita em relação ao modelo original (Figura 2.7) foi a de transformar CASAMENTO em entidade e, com isso, abrir a possibilidade de especificar a cardinalidade do relacionamento de casamento com pessoa.

Outra alternativa que poderia ser considerada é a de especializar a entidade

PESSOA em homens e mulheres. Essa solução somente deve ser considerada caso existam atributos diferentes para homens e mulheres.

■ exercício 2.5

A Figura 7.2 apresenta um possível diagrama de ocorrências para o relacionamento de SUPERVISÃO. Este diagrama modela as seguintes instâncias do relacionamento:

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Medium 9788582600382

Capíulo 12. Trabalhando com imagens em 3D

Adobe Creative Team Grupo A PDF Criptografado

12

TRABALHANDO COM

IMAGENS EM 3D

Visão geral da lição

Nesta lição, você vai aprender a:

· Criar uma forma 3D a partir de uma camada

· Importar um objeto 3D

· Criar texto 3D

· Aplicar o efeito de cartão postal 3D

· Manipular objetos 3D utilizando a ferramenta 3D Axis

· Ajustar o ponto de visão da câmera

· Definir coordenadas no painel Properties

· Ajustar fontes de luz

· Criar animação para um arquivo 3D

Esta lição levará aproximadamente 90 minutos para ser concluída. Copie a pasta Lesson12 para seu computador, se ainda não fez isso. Ao trabalhar nesta lição, você preservará os arquivos iniciais. Se precisar restaurá-los, copie-os novamente do DVD do Adobe Photoshop CS6 Classroom in a Book.

Artistas da área de 3D passam horas, dias ou semanas criando imagens fotorrealistas. No Photoshop, os recursos 3D permitem criar imagens 3D exatas e sofisticadas – e alterá-las com a mesma facilidade.

320 ADOBE PHOTOSHOP CS6

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Medium 9788577800445

LIÇÃO 8 Usando funções lógicas e fi nanceiras básicas

Moraes, Altair Dias Caldas de Grupo A PDF Criptografado

LIÇÃO

8

Usando funções lógicas e financeiras básicas

Depois desta lição, você será capaz de:

Usar a função PGTO para prever pagamentos de empréstimo.

Calcular juros acumulados.

Computar o valor do investimento.

Usar a função SE.

TERMOS-CHAVE

fórmula condicional juros cumulativos principal

teste_lógico valor futuro valor presente

O Microsoft Excel é uma ferramenta de grande valor para executar cálculos financeiros. Usando funções básicas, você pode calcular facilmente os pagamentos mensais de um empréstimo, computar o valor acumulado de um investimento e definir o valor de uma célula comparando os valores de duas outras células. Com funções financeiras avançadas, é possível calcular a taxa de retorno de um investimento, amortizar um empréstimo ou hipoteca ao longo do tempo e controlar a depreciação de um ativo.

Nesta lição, você usará a função PGTO para calcular pagamentos de empréstimo, computar os juros acumulados pagos em um empréstimo usando a função PGTOJURACUM e calcular o valor futuro de um investimento periódico com a função

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Medium 9788577806157

17 Executando a Recuperação de Banco de Dados

Watson, John Grupo A PDF Criptografado

598

OCA ORACLE DATABASE 11g: GUIA DO EXAME DE ADMINISTRAÇÃO I (EXAME 1ZO-052)

O

s termos restaurar e recuperar têm significados precisos no ambiente Oracle.

Restaurar um arquivo é extraí-lo de um backup e retorná-lo ao local onde ele foi criado. Se um arquivo de dados está danificado ou faltando, uma operação de restauração o substituirá por uma cópia de backup. Até aqui, tudo bem, mas o arquivo restaurado estará desatualizado se comparado com o restante do banco de dados. Para recuperar o arquivo, extraia os vetores de alteração relevantes do fluxo de redo log e aplique-os para avançar o arquivo no tempo até que ele esteja sincronizado com o restante do banco de dados.

A restauração e a recuperação constituem um tópico importante e existem muitas possibilidades, dependendo da natureza da falha. No primeiro exame de OCP, apenas o conhecimento limitado é testado: diagnósticos e reparação de problemas óbvios, usando o Data Recovery Advisor.

OBJETIVO DE CERTIFICAÇÃO 17.01

VISÃO GERAL DO DATA RECOVERY ADVISOR

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Medium 9788582603475

Apêndice E - Arrays e ArrayLists

Harvey Deitel; Paul Deitel; Abbey Deitel Grupo A PDF Criptografado

E

Arrays e ArrayLists

Objetivos

Neste capítulo, você vai:

᭿

Aprender o que são arrays.

᭿

Usar arrays para armazenar e recuperar dados em listas e tabelas de valores.

᭿

Declarar arrays, inicializar arrays e fazer referência a elementos individuais de arrays.

᭿

Iterar por arrays com a instrução for melhorada.

᭿

Passar arrays para métodos.

᭿

Declarar e manipular arrays multidimensionais.

᭿

Realizar manipulações comuns de array com os métodos da classe Arrays.

᭿

Usar a classe ArrayList para manipular uma estrutura de dados do tipo array redimensionável dinamicamente.

452

Android: Como Programar

E.1

E.2

E.3

E.4

E.5

Introdução

Arrays

Declaração e criação de arrays

Exemplos de uso de arrays

Estudo de caso: simulação de embaralhamento e distribuição de cartas

E.6 Instrução for melhorada

E.7 Passagem de arrays para métodos

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Medium 9788521632443

11 – Manipulação de Dados

DAMAS, Luís Grupo Gen PDF Criptografado

11 - Manipulação de Dados

Sumário

ß Comando INSERT ß Comando UPDATE ß Comando DELETE ß Manipulação de datas

11.1 Introdução

Nos sete capítulos anteriores abordamos, de forma mais ou menos exaustiva, o comando

SELECT, o qual permite que nos comuniquemos com o Banco de Dados solicitando-lhe informações.

O comando SELECT é o único comando responsável por nos fornecer os dados existentes em um Banco de Dados.

O leitor já deve estar se perguntando:

Problema: E como é que esses dados são colocados lá?

A resposta será dada neste capítulo com a apresentação dos comandos INSERT, UPDATE e

DELETE.

Os comandos INSERT, UPDATE, DELETE e SELECT são normalmente classificados como pertencendo a uma sublinguagem da linguagem SQL denominada DML - Data Manipulation

Language, isto é, a parte da linguagem SQL responsável pela manipulação de dados.

Nota

Toda a manipulação dos dados existentes em um Banco de Dados Relacional pode ser realizada através dos comandos INSERT, UPDATE e DELETE.

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Medium 9788577800674

LIÇÃO 4 Estruturando suas idéias em tópicos

Coelho Corrêa da Silva, Aldir José Grupo A PDF Criptografado

LIÇÃO

4

Estruturando suas idéias em tópicos

Depois desta lição, você será capaz de:

Criar uma apresentação em branco.

Visualizar e inserir texto em uma estrutura de tópicos.

Inserir uma estrutura de tópicos do Microsoft Word.

Alterar a visualização de uma estrutura de tópicos.

Selecionar texto e excluir slides da estrutura de tópicos.

Reorganizar slides, parágrafos e texto.

Formatar texto em uma estrutura de tópicos.

Enviar uma estrutura de tópicos ou slides para o Word.

Salvar uma apresentação como uma estrutura de tópicos.

TERMOS-CHAVE

exportar

Formato Rich Text (RTF, Rich Text

Format)

importar

A estruturação de pensamentos e idéias em tópicos torna fácil organizar uma apresentação. No Microsoft PowerPoint, você pode inserir e organizar seus pensamentos e idéias na guia Tópicos do painel de tópicos/slides para ver o texto do título e do parágrafo de cada slide da apresentação. Também pode editar e reorganizar o texto do título e do parágrafo na guia Tópicos, importar estruturas de tópicos criadas em outros programas para uma estrutura de tópicos do PowerPoint e exportar os resultados ao terminar.

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Medium 9788577808243

1. introdução

Diverio, Tiarajú Asmuz Grupo A PDF Criptografado

22

Teoria da Computação: Máquinas Universais e Computabilidade

“Há um teorema conhecido que diz que qualquer computador

é capaz de emular qualquer outro computador”

Astronauta Frank Poole ao explicar o princípio usado por Halman (computador HAL/astronauta Bowman) para impedir o Monólito de executar qualquer ordem que ameaçasse a humanidade

Do livro 3001: a odisséia final - Arthur C. Clarke (1997), da série iniciada pelo livro 2001 - uma odisséia no espaço

Este capítulo inicia com uma breve história do surgimento e do desenvolvimento dos conceitos, formalismos e resultados nos quais a teoria da computação é baseada. A seguir, é apresentada a abordagem geral adotada nesta publicação. Por fim, são introduzidos alguns conceitos básicos que são usados ao longo de todo o texto.

1.1

notas históricas

A ciência da computação é o conhecimento sistematizado da computação. Sua origem é milenar, tendo se desenvolvido em diversas regiões e momentos ao longo da história da humanidade, com destaque para culturas como Mesopotâmia, Egito, Grécia, Babilônia, Índia,

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Medium 9788577260485

Capítulo 11 - UDP (User Datagram Protocol)

Behrouz A. Forouzan Grupo A PDF Criptografado

SEÇÃO 11.1   O MODELO OSI   255

Capítulo 11

UDP

(User Datagram Protocol)

O conjunto de protocolos TCP/IP original especifica dois protocolos para a camada de transporte: UDP e TCP. Enfocaremos primeiro o UDP, o mais simples dos dois.

Na seqüência, discutiremos o TCP, no Capítulo 12. Um novo protocolo de camada de transporte, o SCTP, foi projetado. O assunto será explicado no Capítulo 13.

A Figura 11.1 mostra a relação do UDP com os outros protocolos e camadas do conjunto de protocolos TCP/IP: o UDP fica entre a camada de aplicativo e a camada

IP e, assim como o TCP, serve como intermediário entre os programas aplicativos e as operações da rede.

Figura 11.1 Posição do UDP no conjunto de protocolos TCP/IP

Camada de aplicativo

SMTP

Camada de transporte

SCTP

IGMP

Camada de rede

FTP

TFTP

DNS

SNMP

TCP

BOOTP

UDP

ICMP

IP

ARP

Camada de enlace de dados

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Medium 9788577809783

Capítulo 4 - Altere a aparência da pasta de trabalho

Curtis Frye Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 4

Altere a aparência da pasta de trabalho

Neste capítulo, você vai aprender a:

Formatar células.

Definir estilos.

Aplicar temas de pasta de trabalho e estilos de tabelas do Excel.

Facilitar a leitura de números.

Alterar a aparência dos dados com base nos respectivos valores.

Adicionar imagens às planilhas.

Inserir dados em uma pasta de trabalho com eficiência economiza tempo, mas a legibilidade de seus dados também deve ser facilitada. O Microsoft Excel 2010 oferece diversos métodos para facilitar a compreensão de seus dados; por exemplo, você pode modificar a fonte, o tamanho dos caracteres ou a cor utilizada para apresentar o conteúdo de uma célula. Mudar o modo de exibição dos dados em uma planilha ajuda a distinguir o conteúdo de uma célula do conteúdo das células ao redor. O exemplo mais simples desse conceito é um rótulo de dados. Se uma coluna em sua planilha contém uma lista de dias, você pode facilmente destacar um rótulo (por exemplo, Dia), apresentando-o em uma fonte negritada, que é bem maior do que a utilizada para apresentar os dados aos quais ele se refere. Para economizar tempo, defina alguns formatos personalizados e aplique-os rapidamente às células que deseja.

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Medium 9788560031528

14. PROJETO DE OBJETOS

Larman, Craig Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 14 • PROJETO DE OBJETOS

O que vem a seguir?

Dos Requisitos para o Projeto,

Iterativamente

235

Estruturada a arquitetura lógica em camadas, este capítulo introduz o projeto de objetos. O capítulo seguinte resume a notação dos diagramas de interação UML – uma ferramenta muito útil quando se explora o projeto detalhado de objetos.

Arquitetura

Lógica em

Camadas

Projeto de

Objetos

Diagramas de

Interação UML

Diagramas de

Classes UML

1

Outras téc- Sem dúvida, existem outros modos de projetar, com outras “linguagens”. Se usarnicas de mos Desenhar, depois codificar (a abordagem mais popular com UML), a sobrecarga de projeto desenho deve valer o esforço. Este capítulo introduz o projeto de objetos e desenho

(pág. 239)

leve antes de codificar, sugerindo modos de fazer com que valha a pena.

14.1 Modelagem ágil e desenho leve UML

Modelagem Alguns objetivos da modelagem ágil [Ambler02] são reduzir sobrecarga de desenho e moágil (págs. delar para entender e comunicar, em vez de para documentar – apesar de documentar ser

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Medium 9788521634829

9 - ambiente de execução de programas

SANTOS, Pedro Reis; LANGLOIS, Thibault Grupo Gen PDF Criptografado

9 ambiente de execução de programas

Antes de iniciar a geração de código, é necessário compreender os formatos de dados e código utiliza‑ dos pelo processador e pelo sistema operacional. Só assim saberemos o que devemos efetivamente conseguir que o compilador gere. Este capítulo oferece uma introdução aos formatos para a geração de código necessária aos capítulos seguintes. Primeiramente, trataremos a representação de valores, desde os tipos elementares, como o inteiro, aos compostos, como o vetor ou a estrutura. O formato das funções é abordado separadamente, sem incluir ainda as instruções que executam as operações, mas sim a forma como os dados são passados e os resultados recolhidos. Finalmente, para que o pro‑ grama possa ser executado, os dados e as funções são integrados em um arquivo executável que é parcialmente carregado para a memória no momento em que o programa é invocado.

9.1 Representação de valores

Para que os computadores processem os números de maneira eficiente é necessário que os números tenham uma dimensão finita e que sejam representados em numeração binária. A numeração biná‑ ria simplifica significativamente as operações a serem realizadas, por exemplo, a tabuada resume‑se a 0 3 0 5 0, 0 3 1 5 0, 1 3 0 5 0 e 1 3 1 5 1, o que pode ser feito por uma porta lógica AND. Por

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