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Medium 9788577807239

Capítulo 5. A Programação de Produção e as Operações

Ananth V. Iyer, Sridhar Seshadri, Roy Vasher Grupo A PDF Criptografado

A Programação de

Produção e as Operações

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A programação de produção requer a estreita coordenação entre vendas e operações da unidade de fabricação. Neste capítulo explicamos como a programação de produção

é utilizada para garantir o fluxo consistente e contínuo de materiais e veículos em toda a cadeia de suprimentos. No Capítulo 4 descrevemos como as informações são obtidas, tanto no modo top-down quanto no modo bottom-up, para gerar pedidos e previsões trimestrais. Assim que o pedido e a previsão trimestrais são recebidos das divisões de venda, a etapa seguinte consiste em gerar uma programação de produção para as unidades de montagem. Antes de uma programação de produção ser definida, precisamos entender como os veículos se deslocam ao longo de uma linha de montagem.

AS OPERAÇÕES DA UNIDADE DE MONTAGEM

Na Toyota, uma unidade de montagem típica tem alto grau de integração. A Figura

5.1 mostra como um veículo se desloca em uma das unidades da companhia.

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Medium 9788565837989

Capítulo 30 - Serviços de suporte ao cliente segundo a TOC31 Visão viável para sistemas de saúde

James F. Cox III, John G. Schleier Grupo A PDF Criptografado

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Serviços de suporte ao cliente

1 segundo a TOC

Alex Klarman e Richard Klapholz

Introdução: a necessidade de mudança

Durante vários anos, os serviços de suporte ao cliente2 (SSC) foram considerados um aperfeiçoamento da venda de produtos ou serviços e, por si sós, um significativo gerador de receitas. Entretanto, como esse ambiente mudou drasticamente ao longo dos anos, o fluxo de receitas gerado pelo SSC em várias operações tem sido, na melhor das hipóteses, muito pequeno.

O objetivo deste capítulo é oferecer um guia sobre “quando” e “como”, na análise de problemas e concepção de soluções práticas na área de SSC das organizações de produtos.

Ele mostra como as empresas conseguem acumular ao longo dos anos uma enorme base instalada de seus produtos e firmar diversos compromissos com seus usuários. Isso pode ser ao mesmo tempo uma bênção ou uma maldição.

Um bom SSC pode tornar-se uma vantagem significativa, criando oportunidades para vendas repetidas por um baixo custo e com pouco esforço. Entretanto, os problemas existentes nessa área podem exigir uma quantidade de recursos cada vez maior e diminuir gradativamente os rendimentos e possivelmente pôr em risco os futuros relacionamentos de negócios com clientes e usuários.

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Medium 9788582601600

Capítulo 10 - A teoria emergente de produção*

Rafael Teixeira, Daniel Pacheco Lacerda, Junico Antunes, Douglas Veit Grupo A PDF Criptografado

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A teoria emergente de produção*

PETER F. DRUCKER

CLAREMONT GRADUATE SCHOOL

Nós ainda não podemos construi-la. Mas já podemos especificar a fábrica

‘‘pós-moderna’’ de 1999. Sua essência não será mecânica, apesar de que haverá uma grande quantidade de máquinas. Sua essência será conceitual – o produto de quatro princípios e práticas que, juntos, constituem uma nova abordagem à produção.

Cada um destes conceitos está sendo desenvolvido separadamente, por pessoas diferentes com pontos de partida e programas diferentes. Cada conceito tem seus objetivos e seus próprios tipos de impacto. O Controle

Estatístico da Qualidade está mudando a organização social da fábrica. A nova contabilidade de produção nos permite tomar decisões de produção como decisões de negócios. A ‘‘frota’’ ou organização modular do processo produtivo promete combinar as vantagens da padronização e da flexibilidade. Finalmente, a abordagem de sistemas incorpora o processo f ísico de fazer coisas, ou seja, a produção, ao processo econômico do negócio, ou seja, o negócio de criar valor.

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Medium 9788582601600

Capítulo 1 - Manufatura – o elo perdido na estratégia corporativa*

Rafael Teixeira, Daniel Pacheco Lacerda, Junico Antunes, Douglas Veit Grupo A PDF Criptografado

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Manufatura – o elo perdido na estratégia corporativa*

WICKHAM SKINNER

HARVARD BUSINESS SCHOOL

A função manufatura (área de produção) de uma empresa, em geral, pode ser vista como uma arma competitiva ou como uma área sem grande contribuição para a estratégia da empresa. Esta função, poucas vezes, mantém uma neutralidade. A ligação entre a manufatura e o sucesso corporativo é raramente percebida como algo mais que o alcance de grande eficiência a custos moderados. De fato, esta ligação é muito mais crucial e muito mais sensível.

Poucos gestores que ocupam altos cargos têm ciência de que decisões aparentemente rotineiras relativas à manufatura vêm, muitas vezes, delimitar as opções estratégicas da corporação, vinculando-a, por meio das instalações, do equipamento, dos funcionários, dos controles e das políticas básicas empresariais, a uma postura não competitiva, que pode levar anos para ser revertida.

As pesquisas que conduzi durante os últimos três anos revelam que a alta gestão delega, sem saber, um número surpreendente de decisões referentes à política básica empresarial para a equipe da área da manufatura, que ocupam cargos de nível mais baixo. Em geral, esta omissão de responsabilidade acontece mais por ausência de preocupação do que por uma real intenção.

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Medium 9788577804849

8 Gestão de processos: síntese e tendências

Rafael Paim, Vinicius Cardoso, Heitor Caulliraux, Rafael Clemente Grupo A PDF Criptografado

gestão de processos

SÍNTESE E TENDÊNCIAS

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O oitavo e último capítulo deste livro apresenta as considerações finais, sintetiza os resultados do trabalho e apresenta tendências. São propostos estudos a serem desenvolvidos e trabalhos que podem ser realizados no futuro, sejam eles complementares ou desdobramentos deste livro.

O capítulo objetiva formalizar as conclusões gerais do livro, bem como as reflexões sobre caminhos a percorrer para se dar continuidade e ampliação de pesquisas sobre a gestão de processos. Também tem como objetivo criar uma motivação para que a prática de gestão de processos seja referenciada pelo conceitos aqui apresentados e, sobretudo, a intenção de provocar o leitor para que continue na jornada de pensar, agir e aprender sobre a gestão de processos.

A gestão de processos tem se consolidado como área do conhecimento com utilidade prática para a melhoria do desempenho das organizações. Em especial como forma de dar respostas internas para mudanças no ambiente externo de atuação. Essa utilidade mais recentemente expande a gestão de processos, antes centrada em melhorar o projeto ou em conceber os processos, para cada vez mais ser incorporada no dia-a-dia gerencial das organizações e ter maior importância estratégica. Essa dinâmica no ambiente externo às organizações implica em melhorar internamente os processos e, mais do que isso, promover a geração de aprendizado tanto para projetar como para gerir os processos no dia-a-dia.

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