34 capítulos
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Capítulo 3 Gestão dos relacionamentos na cadeia global de suprimentos

Henrique Luiz CORRÊA Grupo Gen ePub Criptografado

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

■ Explicar a influência do nível de confiança que se estabelece entre parceiros no desempenho da cadeia global de suprimentos.

■ Discutir os fatores influentes na determinação do adequado nível de serviço ao cliente.

■ Sintetizar o que é o CRM (customer relationship management) e como gerenciar o relacionamento com os clientes na cadeia de suprimentos.

■ Sintetizar o que é o SRM (supplier relationship management) e como gerenciar o relacionamento com os fornecedores na cadeia global de suprimentos.

■ Analisar os aspectos éticos mais relevantes na gestão dos relacionamentos entre os parceiros da cadeia global de suprimentos.

A gestão de cadeias de suprimentos difere da gestão de operações tradicional porque inclui em suas análises várias unidades operativas e as interações entre elas. Estas interações ocorrem em vários níveis: materiais são trocados (na forma de fluxos diretos de vendas e reversos de devoluções), informações são trocadas (em ambos os sentidos, direto e reverso) e fluxos financeiros são trocados (também em ambos os sentidos).

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11. Planejamento e gestão da qualidade

Mário Otávio Batalha, Alceu Gomes Alves Filho, Alessandra Rachid, Ana Paula Iannoni, Ana Valéria Carneiro Dias, Andrea Lago da Silva, Andrei Aparecido de Albuquerque, Edemilson Nogueira, Fabiane Letícia Lizarelli, Fábio Molina da Silva Grupo Gen ePub Criptografado

Fabiane Letícia Lizarelli e José Carlos de Toledo

Neste capítulo serão discutidos os conceitos de qualidade do produto, que engloba os diferentes enfoques da qualidade, etapas do ciclo produtivo que impactam a qualidade do produto e os parâmetros da qualidade que implicam as diferentes características que podem ser observadas para análise da qualidade do produto. Também são apresentados os conceitos de Gestão da Qualidade, vista como o conjunto de ações planejadas e executadas em todo o ciclo de produção, com a finalidade de garantir a qualidade requerida e planejada, assim como a visão dos principais gurus sobre a Gestão da Qualidade. Para esclarecer de que forma a Gestão da Qualidade pode ser implantada nas organizações, são apresentados o Sistema de Gestão da Qualidade ISO:9001 e Modelos de Excelência em Gestão (MEG). Atrelado ao conceito de Gestão da Qualidade está o conceito de Melhoria Contínua da Qualidade, que é apresentado ao final do capítulo e tem o intuito de mostrar os diferentes tipos de melhoria, os diferentes níveis de maturidade que uma empresa pode se encontrar em relação às práticas de melhoria e os programas que dão suporte à Melhoria Contínua nas empresas, como Total Quality Management (TQM), Lean Manufacturing, Seis Sigma e Lean-Sigma.

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Capítulo 11 Logística reversa e sustentabilidade na cadeia global de suprimentos

Henrique Luiz CORRÊA Grupo Gen ePub Criptografado

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

■ Sintetizar o porquê de a sustentabilidade ter ganhado força como um dos importantes objetivos das cadeias de suprimentos.

■ Entender as vantagens de se desenvolverem cadeias de suprimentos sustentáveis.

■ Explicar as relações entre a sustentabilidade e a logística reversa em cadeias globais de suprimentos.

■ Conceituar os principais fluxos envolvidos na logística reversa e nas cadeias de suprimentos de ciclo fechado e como gerenciá-los.

■ Saber como definir a estrutura logística reversa em cadeias de suprimentos.

Este capítulo trata da gestão de logística reversa (fluxos materiais de sentido contrário àquele que vai dos fornecedores das matérias-primas para o usuário), das cadeias de suprimentos de ciclo fechado (closed loop supply chains) e da sustentabilidade nas cadeias globais de suprimentos. Sustentabilidade em cadeias de suprimentos, de forma bem simples, visa garantir que o atendimento de necessidades correntes da cadeia de suprimentos não comprometa o atendimento, pelas gerações futuras, das suas necessidades. Os dois temas – logística reversa/cadeias de ciclo fechado e sustentabilidade – são aqui tratados num mesmo capítulo porque são conceitos interligados. Na verdade, muitos dos fluxos de logística reversa em cadeias de suprimentos são estabelecidos como parte do esforço de criar cadeias de suprimentos mais sustentáveis. Um exemplo são os fluxos reversos de embalagens usadas de alumínio (latas), indo do usuário final para os fabricantes visando à sustentabilidade, ou seja, aumentar a parcela de matéria-prima reciclada na produção de novos produtos feitos do material, diminuindo a probabilidade de exaustão futura das jazidas de bauxita (o mineral do qual se extrai o alumínio), o que mais cedo ou mais tarde ocorreria se todas as latas de alumínio usadas acabassem nos aterros e lixões, sem reutilização ou reciclagem.

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Capítulo 12 Indústria 4.0 e suas implicações para as cadeias globais de suprimentos

Henrique Luiz CORRÊA Grupo Gen ePub Criptografado

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

■ Sintetizar corretamente o significado do termo Indústria 4.0 (I4.0).

■ Assimilar as principais tecnologias envolvidas com a Indústria 4.0, suas características principais.

■ Explicar as implicações individuais de cada tecnologia principal envolvida na Indústria 4.0 para a administração de cadeias globais de suprimentos.

■ Explicar de forma embasada as implicações estratégicas e operacionais da Indústria 4.0 como um todo para as cadeias globais de suprimentos.

■ Conceituar as principais alterações e tendências esperadas para o futuro próximo como resultado da Indústria 4.0 nas cadeias globais de suprimentos.

Este capítulo trata da Indústria 4.0 e de suas implicações para as cadeias globais de suprimentos. A Figura 12.1 ilustra, no quadro geral de referência deste livro, onde se localiza a Indústria 4.0 e o seu impacto estratégico na cadeia global de suprimentos.

Figura 12.1 Localização (em preto) da Indústria 4.0 e seu impacto estratégico na cadeia global de suprimentos, no quadro de referência geral usado neste livro.

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8. Engenharia econômica

Mário Otávio Batalha, Alceu Gomes Alves Filho, Alessandra Rachid, Ana Paula Iannoni, Ana Valéria Carneiro Dias, Andrea Lago da Silva, Andrei Aparecido de Albuquerque, Edemilson Nogueira, Fabiane Letícia Lizarelli, Fábio Molina da Silva Grupo Gen ePub Criptografado

Edemilson Nogueira, Andrei Aparecido de Albuquerque e Herick Fernando Moralles

Neste capítulo são apresentados os principais conceitos e técnicas utilizados pela Engenharia Econômica para a realização de análises e comparações de alternativas de investimento.

Inicialmente, após uma breve introdução, descreve-se um conjunto de conceitos financeiros considerados básicos para os estudos de viabilidade econômica. Em seguida, utilizando a matemática financeira, desenvolvem-se algumas relações de equivalência de capitais para, na sequência, apresentar os principais métodos utilizados para análise de oportunidades de investimento. Também são apresentados o conceito de depreciação e o principal método utilizado no Brasil, no caso o método linear, para possibilitar, em seguida, realizar uma breve análise a respeito da influência do imposto de renda na comparação de oportunidades de investimento. Finalmente, encerra-se o capítulo com a descrição dos principais sistemas de amortização de empréstimos e financiamentos.

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