64 capítulos
Medium 9788520415061

4. O negócio da hospitalidade: uma história social

Conrad Lashley Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

4

O negócio da hospitalidade: uma história social

John K. Walton

Departamento de Estudos Históricos e

Críticos da Universidade de

Lancashire Central

Assuntos-chave:

Desenvolvimento do comércio e das viagens

Dissensão e controle

Regulamentação dos excessos

Comer e viajar por lazer

Em busca da hospitalidade

A hospitalidade comercial tem suas raízes no provimento aos viajantes, através do mercado, das necessidades básicas de alimentos, bebidas, abrigo e repouso. De diversos modos e em diferentes cenários, ornou-se esse núcleo de serviços com a provisão de (por exemplo) opções médicas, sexuais e de entretenimento aos clientes. Todas essas características da hospitalidade percorreram um longo caminho, fluíram e refluíram ao longo do tempo, e variaram de lugar para lugar.

Este capítulo examina a origem da hospitalidade comercial no cenário britânico, dando a devida atenção à exportação e à importação de idéias e práticas como resposta aos fluxos internacionais de viagens e investimentos. Pesquisa os temas-chave desde os tempos medievais, enfocando o que é permanente nas mudanças e resistindo à tentação de ver a história como progresso rumo a um estado ideal, que, habitualmente, avizinha-se de modo perturbador às circunstâncias atuais.

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Medium 9788520433409

2. Se o ecoturismo não é apenas uma atividade, mas uma filosofia, qual será esta filosofia?

Stephen Wearing Editora Manole PDF Criptografado

2

Se o ecoturismo não é apenas uma atividade, mas uma filosofia, qual será esta filosofia?

Conteúdo

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Natureza humana

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Valor(es) de troca

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Em direção ao ecocentrismo: raízes modernas

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Qual sustentabilidade?

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Ética e gerenciamento de recursos

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Leitura complementar

Este capítulo situa o ecoturismo dentro do seu contexto amplamente histórico, traçando as principais correntes filosóficas e sociais que contribuíram para seu desenvolvimento. Essa questão será abordada observando-se bem de perto o relacionamento entre o homem e a natureza e a interação entre ambos, já que, como visto no Capítulo 1, o ecoturismo tem por definição o ambiente natural como seu recurso básico. Isso, porém, não diz muito, já que as indústrias madeireiras, as de mineração, de pecuária e de pesca também se baseiam nos aspectos fundamentais do ambiente. Contudo, a diferenciação de atividades específicas é crucial para determinar o relacionamento entre a atividade humana e o ambiente, especialmente para o entendimento dos valores específicos que tais atividades abrangem, e isso ajudará a entender a mudança de valorização da natureza que o ecoturismo representa.

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Medium 9788520415061

9. Administração das operações de hospitalidade

Conrad Lashley Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

9

Administração das operações de hospitalidade

Andrew Lockwood

Escola de Estudos da Administração para o Setor de Serviços,

Universidade de Surrey

Peter Jones

Escola de Estudos da Administração para o Setor de Serviços,

Universidade de Surrey

Assuntos-chave:

• A comercialização da hospitalidade

• A industrialização do serviço

• Lidando com a variação

• A perspectiva do cliente

Em busca da hospitalidade

Um senhor vivia no alto do planalto de Lassithi, acima de Agios

Nikolaos, na ilha de Creta, e ganhava a vida fabricando e vendendo cerâmica. No início, poucos turistas apareciam para comprar suas peças. No entanto, obedecendo à tradição da hospitalidade grega, o homem oferecia bebidas e comida a esses turistas. Conforme sua fama se espalhava, mais turistas passaram a visitá-lo para comprar suas cerâmicas, e ele continuou oferecendo bebidas e comidas. O problema surgiu quando sua casa se tornou parada obrigatória para os ônibus de turismo; ele descobriu que a comida e a bebida que oferecia valiam mais do que ele recebia pela venda da cerâmica; seu negócio estava dando um grande prejuízo. Depois que o homem morreu, sua família assumiu o negócio; aumentou a produção de cerâmica e construiu um restaurante capaz de atender às caravanas de ônibus. Atualmente, o negócio desfruta de grande sucesso, mas, às vezes, escuta-se os turistas dizerem que as coisas não são mais como nos velhos tempos.

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Medium 9788520436356

21. Turismo cervejeiro no Brasil: um segmento em crescimento

Alexandre Panosso Netto, Marilia Gomes dos Reis Ansarah Editora Manole PDF Criptografado

21. Turismo cervejeiro no Brasil: um segmento em crescimento

Sérgio Rodrigues Leal

Simone de Lira Almeida

INTROD UÇ ÃO

O turismo cervejeiro é uma vertente do turismo gastronômico já consolidado em diversas regiões do mundo e que vem despertan­ do o interesse dos amantes da bebida no Brasil. Roteiros cervejei­ ros, festivais, eventos e museus temáticos, bem como cervejarias com estrutura para visitação, vêm se desenvolvendo, estabelecen­ do as condições para o crescimento desse segmento no país.

O turismo gastronômico é uma das grandes apostas para se potencializar ou consolidar os destinos turísticos, em virtude da motivação, cada vez maior, dos visitantes para conhecer tudo o que se relaciona à cultura gastronômica dos lugares visitados

(Buj­dosó e Szücs, 2012).

O turismo gastronômico envolve mais do que visitas a restau­ rantes e vinícolas. As opções de lazer disponíveis aos turistas são inúmeras, especialmente em lugares reconhecidos pela tradição culinária e/ou dotados de atrações gastronômicas. Eventos, mu­ seus e roteiros gastronômicos, assim como passeios aos merca­ dos públicos e outros pontos turísticos ligados à gastronomia, tor­ nam-se atrativos que podem ser explorados nesse segmento do turismo.

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Medium 9788520432600

Apêndice B – Temas e sugestões para facilitar a fase de execução, monitoramento e gestão do modelo de planejamento

Cheryl Mallen Editora Manole PDF Criptografado

Apêndice B

Scott McRoberts

Temas e sugestões para facilitar a fase de execução, monitoramento e gestão do modelo de planejamento

O principal desafio ao produzir um evento refere-se à facilitação dos membros da rede operacional durante a fase de execução, monitoramento e gestão do modelo de planejamento. A comunicação entre os integrantes da rede operacional é essencial para ter sucesso. Ademais, é importante facilitar a gestão de alguns temas comuns de execução, como comunicação, motivação e direção, além de questões de credenciamento e de personalidade dos membros. Cada um desses temas é discutido a seguir, sendo oferecidas sugestões de gestão aos gerentes de eventos.

Facilitação de comunicação

A facilitação de um processo de comunicação eficaz é crucial para que um evento opere adequadamente. A experiência indica que a maioria

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Gestão de eventos esportivos, recreativos e turísticos

dos problemas de comunicação surge nas primeiras horas de abertura de um evento, o que frequentemente causa confusão em massa nas linhas de comu­nicação (como rádios, walkie talkies ou telefones) estabelecidas para o evento. A partir da minha experiência no campeonato masculino de basquete da National Collegiate Athletic Association (NCAA) e nos Jogos Internacionais Infantis em São Francisco, que envolveram mais de 400 voluntários e 100 funcionários em cada um, pelo menos um terço dos membros da rede operacional precisa estar conectado a sistemas de comunicação de rádio.

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