223 capítulos
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788541203951

PRIMEIRA PARTE – Capítulo 1 – A Indústria da Hospitalidade

DI MURO, Luis Grupo Gen PDF Criptografado

1

A Indústria da

Hospitalidade

Capítulo

1.1 História da Hotelaria

A história da hotelaria começa com os primeiros deslocamentos do homem, que, devido às longas distâncias e os meios de locomoção utilizados, obrigavam os viajantes a pernoitar em lugares seguros, onde também tivessem acesso à alimentação; as razões do deslocamento dos povos foram muitas: a conquista de novas terras, motivos religiosos ou comércio; estes lugares chamados de

“pousadas” eram similares às “tabernas”. O ofício de “taberneiro” já era mencionado no “Código de

Hammurabi”.

Na antiga Grécia, as “tabernas” se situavam próximas aos templos, onde muitas vezes depois do sacrifício de animais, serviam os mesmos nas refeições, formando os banquetes.

No Império Romano ocorreram fatos fundamentais, como a construção da Via Apia, a cargo de Appius Claudius Crassus no ano 312 a.C. (século IV a.C.), e a construção destinada a albergue público em Lenidaran, Olímpia, também no século IV a.C., edificada por causa dos Jogos Olímpicos.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520431993

14. Dimensão mercadológica de sustentabilidade do desenvolvimento turístico

BENI, Mario Carlos Editora Manole PDF Criptografado

14

Dimensão mercadológica de sustentabilidade do desenvolvimento turístico

LEONARDO NOGUEIRA DE MORAES

Introdução

No campo do turismo, embora o conceito de sustentabilidade seja largamente utilizado pelas comunidades acadêmica, empresarial e governamental, durante muito tempo ele ficou atrelado apenas ao meio ambiente. Mais recentemente, a cul‑ tura, a sociedade e a economia também têm sido consideradas elementos indispen‑ sáveis à construção do conceito. No entanto, mesmo sendo inquestionável o fato de que, no longo prazo, o desenvolvimento da atividade turística dependerá da conser‑ vação ambiental, da valorização e do fortalecimento das culturais locais, e do desen‑ volvimento socioeconômico das localidades emissoras e receptoras de turistas, es‑ sas condições são pressupostos, e não garantia da sustentabilidade do turismo.

É a partir dessa reflexão que surge a discussão sobre a dimensão mercadológi‑ ca de sustentabilidade do desenvolvimento turístico, ou sobre as condições neces‑ sárias à atração, retenção, fidelização e satisfação das necessidades dos visitantes, assim como à obtenção da melhor relação custo‑benefício do desenvolvimento tu‑ rístico para as comunidades locais, o poder público e a iniciativa privada.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520431993

7. Relações organizacionais para o desenvolvimento regional do turismo

BENI, Mario Carlos Editora Manole PDF Criptografado

7

Relações organizacionais para o desenvolvimento regional do turismo

A N DYA R A L I M A B A R B O S A

Introdução

Recentemente, a dinâmica processual de nossa sociedade empreendeu uma reformulação nos papéis do Estado, das empresas e da sociedade civil. A reformu‑ lação introduz novos parâmetros, e estes vêm acarretando profundas mudanças nas relações e nas performances desses três setores. O turismo como atividade so‑ cioeconômica cultural também se reproduz a partir desses parâmetros, ensejando atuações diferenciadas dentro e entre os três setores. Algumas dessas mudanças são, teoricamente, abordadas neste capítulo por meio de temáticas voltadas às ne‑ cessidades e possibilidades de relacionamentos organizacionais para o desenvolvi‑ mento do turismo. Inicialmente, disserta‑se sobre a descentralização do poder, pressuposto essencial para o protagonismo local e para o desenvolvimento do tu‑ rismo a partir do exercício do poder compartilhado. O exercício do poder compar‑ tilhado pode se dar tanto no lócus municipal quanto regional ou estadual, pelos fóruns, conselhos, comissões, comitês e outros. Em termos regionais, temos, recen‑ temente, o conceito de governança como forma de desenvolver a participação e o engajamento da sociedade nos processos decisórios acerca do turismo regional.

Ver todos os capítulos
Medium 9788541203951

SEGUNDA PARTE – Capítulo 8 – Telefonia

DI MURO, Luis Grupo Gen PDF Criptografado

8

Telefonia

Capítulo

8.1 Introdução

O pessoal que é designado para a importantíssima tarefa de atendimento telefônico (telefonia) se localiza na organização de acordo com o tamanho e categoria do estabelecimento hoteleiro.

8.2 Localização no Organograma do Hotel

No organograma de um hotel, a telefonia se localiza das seguintes formas:

Pode integrar um departamento independente, subordinado a gerência de quartos ou a gerência de operações. Esta é forma que mais se aplica em hotéis de grande porte.

Outra maneira é fazer parte de um setor do departamento de recepção ou da conciergerie, onde o encarregado ou chefe de telefonia é subordinado direto do gerente de recepção ou do chefe da conciergerie.

Este esquema organizacional é o empregado nos hotéis de médio porte (Figura 8.2).

Em outra forma, as funções de telefonia podem estar integradas com as de recepção, reservas e conciergerie, realizadas sozinhas ou com pessoal subordinado.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520431993

28. A rede do turismo em ação: o caso de Bento Gonçalves e da Região Uva e Vinho (Serra Gaúcha)

BENI, Mario Carlos Editora Manole PDF Criptografado

28

A rede do turismo em ação: o caso de Bento Gonçalves e da

Região Uva e Vinho

(Serra Gaúcha)

I VA N E F Á V E R O

Introdução

Para uma melhor compreensão da teoria das redes, dos aglomerados ou dos clusters turísticos, faz‑se necessário estudar sua aplicabilidade prática. Um exem‑ plo de rede de turismo apresenta‑se na Região Uva e Vinho, Serra Gaúcha.

O aprendizado trazido pelos imigrantes italianos e poloneses sobre o trabalho cooperativo influenciou na formação de uma das primeiras governanças de turis‑ mo que se tem registro no Brasil, datando de 1969 seu surgimento.

Atualmente, a Associação de Turismo da Serra Nordeste (Atuaserra) assume o papel do órgão gestor, promovendo o desenvolvimento regional e integrado do tu‑ rismo na Região Uva e Vinho, na qual se identifica a existência de um aglomerado ou cluster turístico.

Outro aspecto que merece o estudo é a evolução de uma rede de turismo, for‑ mada pelo setor público, privado e organizações não governamentais no município polo turístico da região, Bento Gonçalves, apresentando os aspectos do turismo, desde as primeiras levas de turistas que veraneavam na Serra Gaúcha até a conquis‑ ta da designação, por parte do Ministério do Turismo (MTur), como um dos 65 destinos indutores do desenvolvimento turístico regional.

547

Ver todos os capítulos
Medium 9788520431146

Capítulo 13 - Questão ambiental como parte da aprendizagem

PHILIPI JR., Arlindo; SAMPAIO, Carlos Alberto Cioce; FERNANDES, Valdir Editora Manole PDF Criptografado

Questão ambiental como parte da aprendizagem

13

Pedro Demo

Sociólogo, UnB

INTRODUÇÃO

Procura‑se neste capítulo discutir, como outsider (um olhar de fora), um desafio crucial dos atuais contextos de aprendizagem, quase sempre alheios à questão ambiental. Entrementes, a discussão ambiental evoluiu significativamente, partindo da premissa de que qualquer análise social não poderia mais passar ao largo do desafio ambiental, em termos teóricos e práticos. Não se dará conta disso propriamente, muito menos será o caso embrenhar‑se em querelas teóricas nessa área, porque estariam além das atuais preocupações (e forças). Crê‑se, porém, que não se pode mais anali‑ sar minimamente a sociedade sem referência ambiental, tendo em vista que o desafio ambiental significa, sem mais, questão de sobrevivência.

Não se retira daí, porém, que se possa acusar de alienação, rapidamente, quem não se tornou especializado em meio ambiente. Esse tipo de percepção pode alucinar‑se facilmente quando se deduz do silêncio uma irrevogável carta de compromisso negativo, por exemplo, questionando Habermas de racismo ou patriarcalismo, porque em sua teoria da ação comunicativa ou da esfera pública não abriu espaço adequado para a questão racial, de gênero e do terceiro mundo (Fraser, 1992). Certamente pode tornar‑se problema quando o silêncio é renitente ou denota ocultamento, mas, em geral, se trata de despreocupação omissa ou talvez de desatualização. Nenhum autor é obrigado a tratar tudo ou a tratar o que o leitor espera.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520431146

Capítulo 10 - Articulação e integração institucional para ecologizar governos

PHILIPI JR., Arlindo; SAMPAIO, Carlos Alberto Cioce; FERNANDES, Valdir Editora Manole PDF Criptografado

Articulação e integração institucional para ecologizar governos

10

Maurício Andrés Ribeiro

Arquiteto, ANA

INTRODUÇÃO: DEFINIÇÕES

Sistemas

No mundo natural, os corpos dos organismos funcionam em sistemas, tais como os do metabolismo humano: o sistema circulatório, o respirató‑ rio, o sistema nervoso central e outros, trabalhando de forma integrada no todo do organismo.

Ao olhar para o céu vemos o Sol, a Lua, as estrelas, algumas mais brilhantes, que, na realidade, são planetas. Na astronomia, aprendemos a organizá‑las e a agrupar os corpos celestes em sistemas e conjuntos, como as galáxias, as cons‑ telações ou o sistema solar, integrado por um conjunto de corpos celestes.

O mundo social e cultural também é um organismo vivo, com seus períodos de desenvolvimento, apogeu, estabilização e declínio. Civilizações, sociedades, cidades, instituições e organizações passam por esse ciclo vital.

Algumas perduram e sabem se sustentar, outras têm existência efêmera.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520415061

8. Hospitalidade e administração da hospitalidade

Conrad Lashley Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

8

Hospitalidade e administração da hospitalidade

Bob Brotherton

Departamento de Administração de Hotel,

Catering e Turismo, Universidade

Metropolitana de Manchester

Roy C. Wood

Scottish Hotel School,

Universidade de Strathclyde

Assuntos-chave:

• As definições de hospitalidade

• A administração

• A indústria da hospitalidade

• A gerência da hospitalidade

Em busca da hospitalidade

As questões relativas à definição de termos como “hospitalidade” e

“administração da hospitalidade” estão no âmago deste livro. Por um lado, uma diversidade de enfoques para tais definições pode refletir um saudável pluralismo. No entanto, pode refletir também conflito, confusão e falta de clareza. Em um estágio da ciência dominado por teorias relativistas, como a do pós-modernismo, a posição mencionada em segundo lugar pode parecer uma virtude. Essa não é a posição adotada aqui. Neste capítulo, a discussão procura limitar o debate sobre a natureza e a relação entre “hospitalidade” e “administração da hospitalidade”, aprimorando uma explicação realista desses conceitos como base para futuras pesquisas. No centro dessa discussão está a própria natureza da hospitalidade, que consideramos imperativa para qualquer discurso significativo sobre o que passou a ser chamado de “indústria da hospitalidade” e “administração da hospitalidade”.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520456088

2. Conceitos iniciais

Jodrian Freitas Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 2

CONCEITOS INICIAIS

TURISMO DE AVENTURA

Ainda que a abordagem deste livro seja aplicável a várias atividades econômicas, o contexto em foco é o segmento de turismo de aventura. Assim,

é necessário entender corretamente a abrangência dessa área para uma adequada gestão de riscos.

O parágrafo 1o do art. 34 do Decreto n. 7.381, de 02/12/2010, que dispõe sobre a Política Nacional de Turismo, estabelece:

Para os fins deste Decreto, entende-se por turismo de aventura a movimentação turística decorrente da prática de atividades de caráter recreativo e não competitivo, tais como arvorismo, bóia cross, balonismo, bungee jump, cachoeirismo, cicloturismo, caminhada de longo curso, canoagem, canionismo, cavalgada, escalada, espeleoturismo, flutuação, mergulho, turismo fora de estrada, rafting, rapel, tirolesa, vôo livre, windsurf e kitesurf. 

Tal definição tem o mérito didático de listar exemplos das atividades cobertas pelo segmento e restringir o caráter de competitividade, diferenciando-o das atividades esportivas.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520431146

Capítulo 16 - O lugar da percepção social nas políticas de gestão socioambiental

PHILIPI JR., Arlindo; SAMPAIO, Carlos Alberto Cioce; FERNANDES, Valdir Editora Manole PDF Criptografado

O lugar da percepção social nas políticas de gestão socioambiental

16

José Edmilson de Souza‑Lima

Sociólogo, FAE

Sandra Mara Maciel‑Lima

Economista, UFPR

Cláudia Cristina Machado

Comunicadora, UFPR

Priscila Cazarin Braga

Turismóloga, UFPR

Lafaiete Santos Neves

Historiador, FAE

INTRODUÇÃO

Um dos principais desafios para a gestão socioambiental contemporâ­ nea que se pretende democrática é inserir, para além dos discursos, os an­ seios e temores das populações diretamente envolvidas na gestão. Em geral, a gestão socioambiental recorre a instrumentos e políticas públicas que, a despeito do refinamento no que se refere à elaboração, tem dificuldade de levar em consideração as súplicas mais profundas da população. Ao que parece, isso não ocorre necessariamente em função de uma maldade intrín­ seca dos gestores, mas, invariavelmente, a própria população não consegue construir caminhos que lhe possibilitem expressar seus interesses.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520431146

Capítulo 7 - O município como ente central na gestão ambiental brasileira

PHILIPI JR., Arlindo; SAMPAIO, Carlos Alberto Cioce; FERNANDES, Valdir Editora Manole PDF Criptografado

O município como ente central na gestão ambiental brasileira

7

Juliana Barbosa Zuquer Giaretta

Bióloga, Faculdade de Saúde Pública, USP

Valdir Fernandes

Cientista social, Faculdade de Saúde Pública, USP

Arlindo Philippi Jr

Engenheiro civil e sanitarista, Faculdade de Saúde Pública, USP

INTRODUÇÃO

Com o crescimento econômico ostensivo que as sociedades modernas têm vivido, concretizado pela crescente industrialização, urbanização e es‑ tilo de vida baseado na produção e consumo cada vez mais diversificados, cresce também a demanda pelo uso de recursos naturais, gerando intenso impacto ambiental.

Nas cidades, esse processo ficou mais visível nas últimas décadas, quando a concentração urbana cresceu sobremaneira. No século XXI, a maioria da população urbana continuará a viver em cidades com menos de

500 mil habitantes e em cidades ditas intermediárias, com populações entre

1 e 5 milhões (ONU‑Habitat, 2010). A migração para as cidades é justifica‑ da pelas oportunidades oferecidas nos centros urbanos, como empregos, educação e saúde, opções de lazer e fluxos sociais, culturais, econômicos e de poder.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520424070

Capítulo 6 - O Primeiro Cruzeiro

Ricardo Costa Neves do Amaral Manole PDF Criptografado

Capítulo 6

O PRIMEIRO CRUZEIRO

Imagine: duas orelhas gigantes, pés redondos e sem dedos, pele áspera, dentes enormes, nariz maior que a perna, rabinho diminuto preso ao enorme, gordo e pesado corpo. Que bicho é esse?

É muito difícil descrever algo que nunca vimos antes ou descrever uma experiência que nunca vivemos. Descrever um cruzeiro marítimo, para alguém que nunca embarcou, é como descrever um animal que nunca vimos, é difícil de imaginar, mas real.

Para as companhias de cruzeiro, o segredo é ter o roteiro certo para o perfil de cada turista, inclusive para aqueles que nunca navegaram. Para o turista vale a pena tentar, pois a surpresa vai ser grande e agradável.

A propósito, você descobriu que o animal acima é um elefante, não descobriu?

ALGUMAS DICAS IMPORTANTES

Documentação

Os documentos e vistos devem sempre ser originais e válidos. Muita atenção para crianças e jovens considerados menores: eles devem portar autorização dos pais para viajar desacompanhados.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520435816

Parte I – Fundamentos econômicos, históricos e sociais dos eventos

Marlene Matias Manole PDF Criptografado

PA R T E I

FUNDAMENTOS ECONÔMICOS,

HISTÓRICOS E SOCIAIS DOS

EVENTOS

CAPÍTULO

1

Evolução histórica: dos eventos ao turismo de eventos

As Origens dos Primeiros Eventos

Antes do surgimento da palavra turismo, os homens haviam descoberto que existia um grande espaço no seu entorno e que nele poderiam deslocar-se pelos mais diversos motivos.

O ser humano sempre foi ávido por viver situações de descobertas e grandes acontecimentos. Isso pode ser verificado desde a civilização antiga, em que se encontram os primeiros registros de deslocamentos de pessoas de uma localidade a outra, onde se reuniam para tratar de assuntos de interesse de todos.

Os primeiros registros que identificaram esses deslocamentos, que podem ser considerados como origens do Turismo, mais especificamente do Turismo de Eventos, foram os primeiros Jogos Olímpicos da Era

Antiga, datados de 776 a.C.

Esse tipo de evento acontecia na Grécia a cada quatro anos e possuía caráter religioso. No período em que estavam ocorrendo os jogos, estabelecia-se uma trégua e nenhum tipo de combate era travado.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520436561

Parte 2 – O profissional de recepção em eventos

Marlene Matias Manole PDF Criptografado

O PROFISSIONAL DE RECEPÇÃO EM EVENTOS

2

PARTE

5

OS PRIMEIROS PASSOS NA PROFISSÃO DE

RECEPÇÃO DE EVENTOS

C

omo em toda profissão, o profissional de recepção em eventos deve inicialmente buscar formação e preparar-se tecnicamente para o cargo de recepcionista. Em geral, o CBO aconselha:

[...] o ensino médio completo, exceto para o recepcionista de hotel, que tem como pré-requisito o ensino superior incompleto. É desejável curso básico de qualificação de até duzentas horas-aula e de um a dois anos de experiência profissional para o recepcionista, em geral.

Para as demais ocupações elencadas nesta família ocupacional, demandam formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos, nos termos do artigo 429 da

Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, exceto os casos previstos no art.

10 do decreto 5.598/2005.

O profissional de recepção em eventos, para apresentar-se ao mercado de trabalho, deve primeiro preparar-se tecnicamente por meio de cursos de qualificação, experiências em trabalhos voluntários, leituras sobre o tema, participar de eventos e observar outros profissionais atuando.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520427095

Capítulo 5 - Ecoturismo e conservação dos recursos naturais

NEIMAN, Zysman; RABINOVICI, Andréa Editora Manole PDF Criptografado

5 Ecoturismo e conservação dos recursos naturais

Zysman Neiman

Raquel Formaggio Patricio

Introdução

Evitar a extinção dos ecossistemas naturais é um dos maiores desafios da humanidade neste século. Além das razões morais, existem as de ordem estética, religiosa, cultural, científica e econômica (Wallace, 2002). As estratégias para a construção de sociedades sustentáveis precisam considerar a necessidade de uma aliança entre conservação ambiental e desenvolvimento humano

(Silva e Junqueira, 2007).

Diversas políticas públicas têm sido desenvolvidas com o objetivo de proteger os recursos naturais, mas até este início de milênio apenas 5% do planeta está legalmente protegido. Nesse contexto, as unidades de conservação (UCs) têm se destacado como uma das políticas públicas mais importantes e são, segun-

Ecoturismo e conservação dos recursos naturais

do a International Union for the Conservation of the Nature (IUCN), o método mais eficaz de proteção da biodiversidade.

Ver todos os capítulos

Carregar mais