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Medium 9788520433409

1. Partida: o exame do terreno

WEARING, Stephen; NEIL, John Editora Manole PDF Criptografado

1

Partida: o exame do terreno

Conteúdo

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A alternativa do ecoturismo

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A natureza do ecoturismo

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Turismo sustentável: como conservar a base da natureza

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Como chegar a uma definição

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Leitura complementar

Apesar das interpretações conflitantes e do oportuno aproveitamento do termo “ecoturismo” pela indústria do turismo, uma coisa é certa: o crescente interesse global e o aumento exponencial do ecoturismo não podem ser explicados como mera tendência no ramo do lazer. Pelo contrário, essa tendência reflete uma mudança fundamental no modo como os seres humanos observam a natureza e o turismo, e se relacionam com eles (Chafe, 2005, 2007).

Este capítulo esboçará brevemente a evolução do fenômeno do ecoturismo e alguns dos debates que marcaram sua definição. Originalmente concebido como alternativa à crescente ameaça, tanto à cultura quanto ao meio ambiente, imposta pelo turismo de massa, a ênfase inicial do ecoturismo recaiu sobre um turismo comedido, que tivesse impacto mínimo sobre os ecossistemas naturais. No entanto, o termo “turismo alternativo” é interpretado por muitos autores de modo divergente e, com frequência, completamente contraditório. Para alguns, trata-se de um requintado pacote turístico para pessoas ricas em lugares exóticos, sobretudo áreas desertas; para outros, é definido como a perambulação de jovens mochileiros com recursos financeiros limitados, ou ainda, uma viagem em que se dá ênfase ao contato e

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Medium 9788520433409

Guia para agências de ecoturismo ou outros recursos turísticos sustentáveis

WEARING, Stephen; NEIL, John Editora Manole PDF Criptografado

Guia para agências de ecoturismo ou outros recursos turísticos sustentáveis

Centre on Ecoturism and Sustainable Development www.ecotourismcesd.org

Climate Care www.climatecare.org

Dictionary of Sustainable Management www.sustainabilitydictionay.com

Ecotourism Association of Australia (EAA) www.ecotourism.org.au

Ecotourism Laos www.ecotourismlaos.com

Ethical Escape www.etchicalescape.com

Friends of the Earth ww.foe.co.uk

Galapagos Conservation Trust www.gct.org

Global Volunteers Network www.volunteer.org.nz

Himalayan Trust UK www.himalayantrust.co.uk

International Centre for Responsible Tourism www. theinternationalcentreforresponsibletourism.org

International Ecotourism Association (EIA) www.ecotourism.org

International Porter Protection Group www.ippg.net

Ecoturismo: Impactos, Potencialidades e Possibilidades

Interpretation Australia Association www.interpretantionaustralia.asn.aun

International Union for Conservation of Nature (IUCN) www.iucn.org

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Medium 9788520415061

8. Hospitalidade e administração da hospitalidade

Conrad Lashley Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

8

Hospitalidade e administração da hospitalidade

Bob Brotherton

Departamento de Administração de Hotel,

Catering e Turismo, Universidade

Metropolitana de Manchester

Roy C. Wood

Scottish Hotel School,

Universidade de Strathclyde

Assuntos-chave:

• As definições de hospitalidade

• A administração

• A indústria da hospitalidade

• A gerência da hospitalidade

Em busca da hospitalidade

As questões relativas à definição de termos como “hospitalidade” e

“administração da hospitalidade” estão no âmago deste livro. Por um lado, uma diversidade de enfoques para tais definições pode refletir um saudável pluralismo. No entanto, pode refletir também conflito, confusão e falta de clareza. Em um estágio da ciência dominado por teorias relativistas, como a do pós-modernismo, a posição mencionada em segundo lugar pode parecer uma virtude. Essa não é a posição adotada aqui. Neste capítulo, a discussão procura limitar o debate sobre a natureza e a relação entre “hospitalidade” e “administração da hospitalidade”, aprimorando uma explicação realista desses conceitos como base para futuras pesquisas. No centro dessa discussão está a própria natureza da hospitalidade, que consideramos imperativa para qualquer discurso significativo sobre o que passou a ser chamado de “indústria da hospitalidade” e “administração da hospitalidade”.

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Medium 9788520431092

9. Copa do Mundo: o turismo de eventos entra em campo

Marlene Matias Manole PDF Criptografado

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Copa do Mundo: o turismo de eventos entra em campo

Sérgio Miranda Paz

Introdução

Criado há quase 150 anos nas escolas e universidades britânicas, o futebol teve, a princípio, a função de ser um instrumento para a educação de jovens, para a manutenção da saúde e para a melhoria do condicionamento físico. Logo, porém, ele se transformou numa prazerosa atividade de lazer e socialização.

Pela simplicidade das regras, do equipamento utilizado e das instalações necessárias, e por permitir que praticantes de qualquer biótipo pudessem praticá‑lo, o futebol rapidamente se popularizou. Sua expansão pelo mundo foi facilitada pela grande extensão territorial do Império Britânico em fins do século XIX.

Sendo o futebol um jogo, a competição lhe é inerente. Do desejo da vitória, surgiram os campeonatos, de âmbito municipal, regional, nacional, e o primeiro torneio internacional, envolvendo as seleções dos países do Reino Unido. O que talvez não esperassem os seus criadores é que o futebol despertasse tanto interesse em pessoas que queriam permanecer fora de campo, simplesmente para observar as disputas, admirar a arte de seus praticantes e incentivar um dos lados oponentes – os torcedores! Para abrigá‑los, construíram‑se arquibancadas em volta dos campos de jogo – os estádios. As plateias aumentaram, e o futebol se transformou num grande espetáculo. Os ingressos passaram a ser cobrados, aumentando a exigência pela qualidade do espetáculo e pela busca da vitória. Investimentos no treinamento e na contratação de atletas fizeram surgir o profissionalismo.

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Medium 9788520436356

4. Comercialização em turismo: a cooperação no desenvolvimento de destinos turísticos

NETTO, Alexandre Panosso; ANSARAH, Marilia Gomes dos Reis Editora Manole PDF Criptografado

4. Comercialização em turismo: a cooperação no desenvolvimento de destinos turísticos

Eduardo Jorge Costa Mielke

INTROD UÇ ÃO

Absolutamente nenhum processo de desenvolvimento turísti­ co responsável, no qual o objetivo seja contribuir ou proporcio­ nar a melhora de qualidade de vida do entorno, é possível sem uma eficaz e efetiva cooperação entre os atores sociais envolvidos.

Em um primeiro momento, tal afirmação parece lógica ou pos­ sui certa obviedade clara. Para que o turismo cresça em um deter­ minado local (independentemente do contexto socioeconômico ou histórico), é necessário que meios de hospedagem, bares, res­ taurantes, guias, empresas de transporte, comércio relacionado, produção associada e poder público atuem de forma conjunta ou pelo menos com um pouco de orientação e de forma coordenada.

Destinos turísticos são reconhecidos de várias formas. Pelos atrativos naturais, culturais ou artificiais que apresenta e/ou te­ nha construído, mas muito também pelo componente do servi­

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Medium 9788520433409

8. O marketing do ecoturismo: como satisfazer e moldar expectativas e demandas

WEARING, Stephen; NEIL, John Editora Manole PDF Criptografado

8

O marketing do ecoturismo: como satisfazer e moldar expectativas e demandas

Conteúdo

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O lugar do ecoturismo na indústria turística

Marketing do ecoturismo: oferta para a demanda ou demanda para a oferta?

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Marketing do ecoturismo

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Marketing ecológico e social

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Mercado “verde”

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Forças envolvidas no marketing do ecoturismo

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Ameaças no marketing do ecoturismo

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Oportunidades no marketing do ecoturismo

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Fragilidades do marketing do ecoturismo

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Leitura complementar

Este capítulo examina o relacionamento entre ecoturismo e marketing, tanto conceitual quanto praticamente. Também investiga a estrutura e a natureza da indústria turística, além das consequências do crescimento mundial do ecoturismo. Para o entendimento e a avaliação da conexão entre ecoturismo e marketing, é fundamental a questão da oferta e demanda alimentada pelo marketing, que será examinada em profundidade, envolvendo uma análise das forças, fragilidades, oportunidades e ameaças relativas ao ecoturismo.

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Medium 9788520415061

9. Administração das operações de hospitalidade

Conrad Lashley Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

9

Administração das operações de hospitalidade

Andrew Lockwood

Escola de Estudos da Administração para o Setor de Serviços,

Universidade de Surrey

Peter Jones

Escola de Estudos da Administração para o Setor de Serviços,

Universidade de Surrey

Assuntos-chave:

• A comercialização da hospitalidade

• A industrialização do serviço

• Lidando com a variação

• A perspectiva do cliente

Em busca da hospitalidade

Um senhor vivia no alto do planalto de Lassithi, acima de Agios

Nikolaos, na ilha de Creta, e ganhava a vida fabricando e vendendo cerâmica. No início, poucos turistas apareciam para comprar suas peças. No entanto, obedecendo à tradição da hospitalidade grega, o homem oferecia bebidas e comida a esses turistas. Conforme sua fama se espalhava, mais turistas passaram a visitá-lo para comprar suas cerâmicas, e ele continuou oferecendo bebidas e comidas. O problema surgiu quando sua casa se tornou parada obrigatória para os ônibus de turismo; ele descobriu que a comida e a bebida que oferecia valiam mais do que ele recebia pela venda da cerâmica; seu negócio estava dando um grande prejuízo. Depois que o homem morreu, sua família assumiu o negócio; aumentou a produção de cerâmica e construiu um restaurante capaz de atender às caravanas de ônibus. Atualmente, o negócio desfruta de grande sucesso, mas, às vezes, escuta-se os turistas dizerem que as coisas não são mais como nos velhos tempos.

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Medium 9788520432600

9. Proposta de sediar um evento

MALLEN, Cheryl; ADAMS, Lorne J. Editora Manole PDF Criptografado

9

Proposta de sediar um evento

Cheryl Mallen, Brock University

Este capítulo discute o processo de propor um evento de esporte, recreação ou turismo, definindo os principais elementos que são, de modo geral, envolvidos na proposta: estudo de viabilidade, cronograma preliminar e requisitos obrigatórios para a candidatura – algumas vezes chamados de documento de candidatura –, além de questionário, dossiê e visita de inspeção da proposta. É aconselhável verificar diversos documentos e questionários de candidatura, a fim de desenvolver seu conhecimento básico sobre as exigências de uma proposta. Este capítulo remete, com frequência, aos processos e documentos que o Comitê Olímpico Internacional

(COI) usa para escolher as cidades‑sede dos Jogos Olímpicos de Verão ou de Inverno, uma das iniciativas de seleção mais formais e divulgadas do mundo. Especialmente relevantes para o esporte, a recreação e o turismo, os Jogos Olímpicos abrangem elementos das três áreas na produção de seu evento bienal. Então, o capítulo enfatiza os fatores críticos de sucesso de uma proposta, a partir do que é citado pela bibliografia. Em seguida, apre165

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Medium 9788520424070

Capítulo 6 - O Primeiro Cruzeiro

Ricardo Costa Neves do Amaral Manole PDF Criptografado

Capítulo 6

O PRIMEIRO CRUZEIRO

Imagine: duas orelhas gigantes, pés redondos e sem dedos, pele áspera, dentes enormes, nariz maior que a perna, rabinho diminuto preso ao enorme, gordo e pesado corpo. Que bicho é esse?

É muito difícil descrever algo que nunca vimos antes ou descrever uma experiência que nunca vivemos. Descrever um cruzeiro marítimo, para alguém que nunca embarcou, é como descrever um animal que nunca vimos, é difícil de imaginar, mas real.

Para as companhias de cruzeiro, o segredo é ter o roteiro certo para o perfil de cada turista, inclusive para aqueles que nunca navegaram. Para o turista vale a pena tentar, pois a surpresa vai ser grande e agradável.

A propósito, você descobriu que o animal acima é um elefante, não descobriu?

ALGUMAS DICAS IMPORTANTES

Documentação

Os documentos e vistos devem sempre ser originais e válidos. Muita atenção para crianças e jovens considerados menores: eles devem portar autorização dos pais para viajar desacompanhados.

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Medium 9788520436356

12. O turismo arqueológico como segmento turístico

NETTO, Alexandre Panosso; ANSARAH, Marilia Gomes dos Reis Editora Manole PDF Criptografado

12. O turismo arqueológico como segmento turístico

Geovan Martins Guimarães

Francisco Antônio dos Anjos

INTROD UÇ ÃO

O turismo arqueológico é um segmento turístico que integra o turismo cultural e a arqueologia. Tem por objetivo aproveitar, de maneira responsável, o patrimônio arqueológico como atrati­ vo turístico, utilizando-se do potencial turístico de regiões com sí­ tios arqueológicos de comprovada importância histórica.

Todos os estados brasileiros possuem sítios arqueológicos ca­ dastrados no Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Na­ cional (Iphan)1, um legado cultural das sociedades passadas com características diversificadas e singulares. Muitas vezes, estes patrimônios não são adequadamente integrados, socializados e aproveitados como atrativos turísticos. São raros os casos no Bra­ sil em que estes patrimônios são preparados para receber visitan­ tes; no entanto, é importante destacar que nem todos os sítios ar­ queológicos são passíveis de visitação.

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Medium 9788520424070

Capítulo 7 - A Estrutura de um Navio de Cruzeiro

Ricardo Costa Neves do Amaral Manole PDF Criptografado

Capítulo 7

A ESTRUTURA DE UM

NAVIO DE CRUZEIRO

O COMANDO DOS SERVIÇOS

A megaestrutura de serviços de um navio de cruzeiro, que anteriormente podia ser denominada “Hotel Resort Flutuante”, hoje já pode, em alguns casos, ser considerada um “Destino Turístico”, com características e atrativos próprios.

A complexidade da rede de serviços dá abertura a uma ampla gama de estudo. A maioria dos dirigentes dessa estrutura é oriunda dos quadros da tripulação de navios de cruzeiro de todo o mundo, já que diversas particularidades dificultam a ocupação de tal posição por um executivo de outros meios turísticos, mesmo que sejam experientes em atividades de hotelaria e serviços em terra. A complexidade e as inúmeras variáveis do segmento demandam conhecimento específico de cada função a ser executada.

Deve-se considerar que é bastante intenso o trabalho de supervisão e manutenção de uma estrutura de serviços que opera 24 horas por dia, durante todos os dias do ano, e que somente a cada dois anos pode fazer escala para manutenção em doca seca ou em estaleiro (drydock ou wetdock). E mesmo nessas escalas, que duram em média quinze dias, as atividades de bordo são supervisionadas e o trabalho de manutenção

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Medium 9788520431092

12. Desenvolvimento sustentável e gestão socioambiental em feiras

Marlene Matias Manole PDF Criptografado

12

Desenvolvimento sustentável e gestão socioambiental em feiras

Armando Arruda Pereira de Campos Mello e Marlene Matias

Introdução

O tema objeto de nosso estudo é muito oportuno, pois demonstra que feiras e eventos são utilizados como espaço para reflexão, discussão e divulgação de ideias, e também para a integração da sociedade civil nessa cruzada em prol do meio ambiente.

Para atingir o estágio atual em que se encontra o desenvolvimento sustentável e a gestão socioambiental, ocorreram uma série de discussões desde 1972.

O ponto de partida foi a Conferência de Estocolmo, que deu origem ao documento Declaração sobre Meio Ambiente Humano ou Declaração de Estocolmo, que estabeleceu uma série de princípios, que, posteriormente, tornaram-se elementos e metas de negociação para o desenvolvimento sustentável dos países desenvolvidos e em desenvolvimento.

Após 38 anos da realização da Conferência de Estocolmo, percebe-se que muita coisa caminhou no mundo para as práticas do desenvolvimento sustentável, mas muita coisa ainda precisa ser feita para alcançar a situação ideal. Isso pode ser constatado nas discussões e negociações que envolvem o assunto, e que aconteceram direta ou indiretamente em algum evento e/ou feira ao longo desses anos.

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Medium 9788520431092

8. Megaeventos esportivos e desenvolvimento: Copa do Mundo

Marlene Matias Manole PDF Criptografado

8

Megaeventos esportivos e desenvolvimento:

Copa do Mundo

Carolina Aparecida Stefania Negri

Introdução

Escolhido oficialmente como sede da Copa do Mundo Fifa 2014 em outubro de 2007, nosso país vive desde então emoções variadas: por parte da população, que ainda não tem muita consciência dos benefícios que terá com esse grande evento, mas que está extremamente animada simplesmente por ser apaixonada por futebol; por parte da iniciativa privada, que começa a vislumbrar oportunidades de negócios e de investimentos diante da magnitude dos números do evento; e por parte do poder público, que precisa mais que nunca de um planejamento estratégico eficiente e perene, coerente com a sua realidade, e que, acima de tudo, mais que preparar as cidades para receber alguns jogos desse importante evento mundial, deixe legados para sua população.

Conceituação

Quando se trata da conceituação teórica sobre evento, existem definições diferentes entre autores. Para este capítulo, depois de alguns estudos, será trabalhado um conceito sucinto, que permite maior exploração do tema: “Evento como atividade dos mais diferentes tipos reunindo pessoas” (Andrade, 1999, p. 117).

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Medium 9788520432600

1. Eventos esportivos, recreativos e turísticos tradicionais e segmentados

MALLEN, Cheryl; ADAMS, Lorne J. Editora Manole PDF Criptografado

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Eventos esportivos, recreativos e turísticos tradicionais e segmentados

Cheryl Mallen e Lorne J. Adams, Brock University

Este capítulo define dois tipos distintos de eventos predominantes na

área de esportes, recreação e turismo, que são o foco deste texto. São eles os eventos tradicionais e os eventos híbridos ou segmentados. As características

únicas que diferenciam os eventos tradicionais dos eventos segmentados são destacadas, seguidas por uma explicação sobre o aumento de eventos contemporâneos segmentados. O capítulo termina com uma discussão a respeito da demanda por gerentes qualificados, tradicionais e segmentados, no crescente setor de eventos.

Eventos tradicionais

Este texto define evento tradicional como um evento esportivo organizado para recreação, competição ou como indutor para o turismo. Duas características‑chave definem um evento tradicional. A primeira exige que um corpo diretor estabeleça e aplique regras e regulamentações padronizadas

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Medium 9788520432600

11. Uma abordagem integral de aprendizagem experiencial: fundamento para a gestão de eventos e o desenvolvimento pessoal

MALLEN, Cheryl; ADAMS, Lorne J. Editora Manole PDF Criptografado

11

Uma abordagem integral de aprendizagem experiencial: fundamento para a gestão de eventos e o desenvolvimento pessoal

Beth Jowdy, Southern New Hampshire University

Mark McDonald, University of Massachusetts, Amherst

Kirsty Spence, Brock University

Para ser bem‑sucedido como gerente de eventos, é preciso ter um profundo entendimento das diversas áreas mencionadas neste livro.

Compreender e obter conhecimento nesses tópicos, contudo, é apenas o começo do seu desenvolvimento como um gerente de eventos. Agora, sua capacidade para fazer avançar o seu conhecimento será reforçada pela adoção de uma abordagem integral da experiência de gerir um evento no

“mundo real”.

Com esse objetivo, este capítulo está organizado em quatro seções: primeiro, você vai aprender o que é uma abordagem integral de aprendizagem experiencial; depois, vai ver como a abordagem integral é aplicada nos cursos experienciais de gestão de eventos; em terceiro lugar, você vai aprender a maximizar seu desenvolvimento pessoal em gestão de eventos; por último, vai poder recapitular os pontos‑chave que foram discutidos neste capítulo.

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