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Medium 9788582603246

Capítulo 4 - Elementos Verticais

Francis D. K. Ching, Barry S. Onouye, Douglas Zuberbuhle Grupo A PDF Criptografado

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Elementos Verticais

ELEMENTOS VERTICAIS

Este capítulo discute os elementos verticais das estruturas das edificações – ou seja, os apoios verticais dos componentes horizontais e os sistemas verticais de vedação que fornecem abrigo e proteção contra o intemperismo e também ajudam a controlar o fluxo de ar, de calor e de som para dentro e através dos espaços internos de uma edificação.

O padrão dos componentes horizontais deve, evidentemente, estar intimamente relacionado ao padrão dos apoios verticais, sejam eles um conjunto de pilares e vigas, uma série de paredes portantes paralelas ou uma combinação de ambos. O padrão desses apoios verticais, por sua vez, precisa estar coordenado com a forma e o leiaute escolhidos para os espaços internos da edificação. Em comparação com os planos horizontais, tanto os pilares como as paredes ocupam um espaço maior no nosso campo de visão e, portanto, são mais importantes para a definição de um volume espacial discretizado e para conferir a sensação de fechamento e privacidade para os usuários da edificação. Além disso, servem para separar um espaço de outro e para demarcar um limite comum entre os ambientes internos e externos.

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Medium 9788582603345

Capítulo 16 - Iluminação externa: edificações e caminhos de pedestre

Peter Tregenza, David Loe Grupo A PDF Criptografado

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Iluminação externa: edificações e caminhos de pedestre

Este capítulo introduz a iluminação externa. Ela difere em escala da iluminação interna, e há considerações práticas distintas que devem ser feitas, mas os princípios básicos são os mesmos.

Focaremos a iluminação concentrada de fachadas e vias de pedestre. O projeto de iluminação de vias de veículo não será abordado, pois se constitui em uma especialidade e geralmente é orientado pelos fabricantes de luminárias para ruas.

1 ILUMINAÇÃO DE UM PRÉDIO

COM HOLOFOTES

Pontos-chave

• Criar uma arquitetura para a noite que seja distinta daquela para o dia. Raramente se consegue simular o efeito da luz diurna. O sol e a abóbada celeste com luz difusa agem como grandes fontes e a luz que incide em um prédio vem principalmente do alto. Já os holofotes são, comparativamente, fontes muito pequenas e costumam ser direcionados para o alto. Essa diferença pode ser vista na Figura 16.1.

• Ao projetar, deixe claro quais fontes serão “projetores” (veja o Capítulo 1) – e terão como propósito iluminar as superfícies –, e quais serão “faróis” – elementos com brilho próprio no projeto.

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Medium 9788582601013

Capítulo 12 - As Instalações Prediais

Francis D.K. Ching, James F. Eckler Grupo A PDF Criptografado

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As Instalações Prediais

Como Funciona uma

Edificação?

A arquitetura é uma síntese complexa de instalações que se relacionam entre si. Esses sistemas variam da configuração do espaço e da forma às vedações externas que mantêm o interior seco e aos sistemas mecânicos que regulam a temperatura e a umidade do ambiente interno. Todos esses sistemas colaboram para criar uma única obra de arquitetura.

O arquiteto não é responsável por todos os sistemas distintos envolvidos no funcionamento de uma edificação, mas esses sistemas devem, todos, ser levados em conta no processo de projeto. O projeto de arquitetura exige um pensamento sintético que considere as maneiras como esses sistemas se relacionam. Isso ajuda o arquiteto a criar estratégias de projeto que aumentem a eficácia da operação desses vários sistemas para atingir os principais objetivos do projeto.

Neste capítulo, os muitos sistemas que contribuem para a operação de uma edificação serão discutidos. Eles serão tratados conforme sua influência no processo de projeto e suas relações com as outras instalações da edificação.

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Medium 9788582604700

Capítulo 13 - As Mudanças Climáticas e a Resiliência

Marian Keeler, Prasad Vaidya Grupo A PDF Criptografado

As Mudanças Climáticas e a Resiliência

Os assuntos que serão apresentados neste capítulo são multifacetados e complexos, mas, ao mesmo tempo, todos nós já os definimos e sentimos de alguma maneira. São questões pessoais para todos nós.

E por que são pessoais? Por que há inúmeras maneiras pelas quais as mudanças climáticas estão nos afetando em tempo real, e também há incontáveis maneiras pelas quais elas continuarão evoluindo e nos transformando de modos imprevisíveis. Não importa quantas evidências científicas existam para demonstrar os fatos de que a atmosfera está mudando, nem que existam informações que talvez possam contradizê-las: as transformações ainda assim continuarão.

Precisamos ter em mente que prever as mudanças climáticas futuras é mais fácil do que prever o tempo do próximo mês.

As previsões das mudanças climáticas futuras se baseiam em análises estatísticas de longo prazo feitas por cientistas e pesquisadores da meteorologia e saúde todos os anos e no mundo inteiro. Essas pesquisas e suas conclusões têm sido resumidas nos cinco Relatórios de Avaliação do Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática da Organização das Nações Unidas. Nos últimos dois, em especial, vemos que atacar as mudanças climáticas não é uma questão de

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Medium 9788582600443

Exercício 10: Simetria e assimetria

Simon Unwin Grupo A PDF Criptografado

EXERCÍCIO 10: Simetria e assimetria

Enquanto você coletava (para o exercício anterior em seu caderno de croquis) exemplos orientados pela geometria ideal, provavelmente percebeu diferentes estratégias dividindo as plantas em recintos ou espaços constituintes. Já exploramos a geometria do planejamento no Exercício 8, mas aqui temos outras questões a considerar, relativas à hierarquia espacial, ao movimento e às relações com o mundo externo.

A tendência ao longo de toda a história tem sido associar a geometria ideal com a simetria axial.

Esta pode ser facilmente confundida com o eixo da porta, pois muitas vezes estão ligados. Porém, a simetria axial, tanto em elevação quanto em planta,

é diferente, no sentido de que constitui uma ideia intelectual expressa primeiramente nos desenhos abstratos que os arquitetos fazem – plantas e elevações

– e, como tal, é distinta de um efeito fenomenológico; isto é, somente quando você olha a planta de um arquiteto é que pode ver se ela é ou não organizada de forma simétrica em relação a um eixo, mas consegue sentir a força do eixo de uma porta quando se posiciona diante dele.

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