614 capítulos
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O Sultanato Mameluco

Francis D.K. Ching, Mark Jarzombek, Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

1400 d.C.

O SULTANATO MAMELUCO

Os mamelucos do Egito, que devem ser diferenciados dos mamelucos de Délhi, mantinham um poder turbulento a partir de Cairo, lutando contra os mongóis, tentando conquistar a ilha de Chipre e negociando a paz com os otomanos.

(Mameluco significa escravo ou “aquele que é propriedade de alguém”, ou seja, esses reinados foram criados por ex-escravos.) Os mamelucos, que tinham à disposição pedreiros capacitados, ampliaram e intensificaram a tradição da arquitetura palaciana dos fatímidas, estabelecendo uma série de importantes instituições religiosas ao longo da rua principal que conduzia à cidadela do Cairo. O maior exemplo dessas obras

é o Complexo do Sultão Hassan, um projeto colossal iniciado em 1356. Ele inclui uma mesquita cruciforme com quatro madrasas e um mausoléu, além de um orfanato, um hospital, um bazar, uma caixa-d’água, banhos e cozinhas.

O conjunto foi feito para acomodar cerca de 400 estudantes. Os espaços religiosos organizam-se de modo simétrico para se encaixar no terreno de formato irregular, definido por duas avenidas. O portal do complexo, com 37 metros de altura, é coroado por uma cornija ornada com mucarnas. Sua decoração inclui motivos chineses, como crisântemos e flores de lótus. O pátio central, pavimentado, tinha no centro uma fonte.

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Capítulo 7 - Representando Tonalidades e Texturas

Francis Ching Grupo A PDF Criptografado

7

Representando

Tonalidades e Texturas

Este capítulo tem como foco os princípios que regem como uma composição de formas e linhas transmite a ilusão de uma construção tridimensional ou um ambiente espacial em uma superfície bidimensional, seja uma folha de papel ou papelão ou um monitor de computador.

Embora as linhas sejam essenciais para delinear contornos e formatos, também há características de luz, textura, volume e espaço que não podem ser descritas em sua totalidade apenas com linhas. Para modelar as superfícies de formas e transmitir uma noção de luz, dependemos da representação de tonalidades e texturas.

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VALORES TONAIS

A visão resulta do estímulo das células nervosas na retina do olho, assinalando padrões de intensidade de luz e cor. Nosso sistema visual processa esses padrões de claro e escuro e extrai características específicas do ambiente – arestas, contornos, tamanho, movimento e cor.

Assim como ver padrões de claros e escuros é essencial para nossa percepção dos objetos, a criação de contrastes em um desenho é essencial para a representação de luz, forma e espaço.

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O Estabelecimento do Budismo Chinês e da Ásia Central

Francis D.K. Ching, Mark Jarzombek, Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

Leste da Á sia

Cavernas de Qizil Deserto de Taklamakan

Cavernas de Mogao

Cavernas de Yungang

Dinastia Wei Setentrional

Bamiyan

Heftalitas

Cavernas de Longmen

Mar da China Oriental

Tribos tibetanas

Dinastia Jin Oriental

Cavernas de Ajanta

Cavernas de Lonovala

Mar da China Setentrional

Baía de Bengala

8.12  O budismo na Ásia Central

O ESTABELECIMENTO DO BUDISMO

CHINÊS E DA ÁSIA CENTRAL

No século VI da Era Cristã, o budismo Mahayana havia se estabelecido na China, abrindo caminho até a Coreia e, de lá, cruzado o mar rumo ao

Japão. Nunca se apoiando na espada, o budismo se espalhou ao longo das rotas de comércio, aproveitando a relação simbiótica entre as comunidades monásticas e os mercadores itinerantes.

No século VII, o tráfego entre a China e o Sul da

Ásia era intenso. Na literatura chinesa, a Índia, e não a Europa, era chamada de o “Reino Ocidental”. Além da seda, principal artigo de luxo, os reinos do Sul da Ásia importavam cânfora, erva-doce, cinabre, couro fino, peras e pêssegos da China. Os chineses, muito mais autossuficientes, pareciam interessados principalmente no budismo. O imperador Ming-di, da Dinastia Han, foi o primeiro a convidar oficialmente monges budistas indianos a visitar a China para traduzir para o chinês os sutras budistas. Em 64 d.C., após uma longa e árdua viagem, Dharmaratna e

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Capítulo 2 - Desenhos Técnicos de Arquitetura

Francis Ching Grupo A PDF Criptografado

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Desenhos Técnicos de

Arquitetura

O desenho técnico – desenhar com o auxílio de réguas, esquadros, gabaritos, compassos e escalímetros – é o meio tradicional de desenho e representação gráfica em arquitetura, e ainda é relevante em um mundo cada vez mais digital. Traçar uma linha com uma caneta ou lápis incorpora o sentido cinestésico de direção e comprimento, e é um ato tátil que realimenta a mente e reforça a estrutura da imagem gráfica resultante. Este capítulo descreve técnicas e sugestões para traçar linhas, construir figuras e formas geométricas, e realizar operações como subdividir um comprimento em partes iguais. Entender esses procedimentos resultará em uma representação mais eficiente e sistemática das obras de arquitetura e engenharia; vários deles são também muito úteis em esboços à mão livre. Também há equivalentes digitais de técnicas de representação à mão intercaladas para ilustrar os princípios que estão por trás de todo tipo de desenho, seja manual ou em computador.

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Medium 9788577807017

Capítulo 4: A vedação esterna e as principais instalções prediais

Mark Karlen Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 4 A VEDAÇÃO EXTERNA E AS PRINCIPAIS

INSTALAÇÕES PREDIAIS

Os conhecimentos que um projetista experiente traz para o projeto de arquitetura são incrivelmente amplos e profundos. Trata-se de um conhecimento que raramente é obtido em sala de aula; na verdade, ele é construído por meio da experiência adquirida, ao longo de muito tempo, em projetos numerosos e variados. Os livros-texto e os processos em sala de aula são incapazes de simular a experiência de aprendizado que resulta de esforços repetitivos em termos de pesquisa e também das complexidades e peculiaridades das situações reais.

No decorrer de qualquer projeto, o projetista pode buscar a ajuda de consultores e/ou pesquisar informações e técnicas de aplicação relacionadas a códigos de edificações, acústica, iluminação, instalações mecânicas e elétricas, normas de preservação histórica, considerações estruturais ou técnicas de construção interna, além de muitos outros fatores.

Este capítulo e o Capítulo 5 foram elaborados para oferecer uma ideia geral de todas as áreas do planejamento e da base de projeto essenciais para o processo de planejamento espacial. Em cada panorama, fornecemos uma indicação do nível ou da profundidade de conhecimento necessário para a área em questão. Além disso, leituras complementares voltadas ao desenvolvimento de tal conhecimento são sugeridas ao final do capítulo. Todas as áreas discutidas são

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