11 capítulos
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Capítulo 5 - O sistema de certificação de edificações LEED, do U.S. Green Building Council

Charles J. Kibert Grupo A PDF Criptografado

O sistema de certificação de edificações LEED, do U.S. Green

Building Council*

O

s sistemas de avaliação e certificação de edificações são muito utilizados para analisar o desempenho de um projeto com base em um conjunto específico de critérios ecológicos ou sustentáveis. O Capítulo 4 aborda em detalhes esse tópico e cobre os sistemas internacionais mais comuns para esse fim. Nos Estados Unidos, há três grandes sistemas de uso frequente. O sistema mais conhecido e aplicado é o Leadership in Energy and Environmental Design – LEED, que será descrito em detalhes neste capítulo. O sistema LEED cobre vários sistemas de certificação que foram desenvolvidos para tipos de edifício específicos. Além de seu uso generalizado nos Estados

Unidos, o LEED vem sendo aplicado em projetos de 150 países. O Green Globes, sistema cuja aplicação está crescendo rapidamente, será descrito no Capítulo 6. O terceiro sistema principal, o Living

Building Challenge (veja o Capítulo 4), atualmente não está sendo aplicado a um elevado número de projetos, mas está estimulando significativamente a melhoria dos demais sistemas de certificação.

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Capítulo 6 - O sistema de certificação de edificações Green Globes

Charles J. Kibert Grupo A PDF Criptografado

O sistema de certificação de edificações Green Globes

6

G

reen Globes (www.thegbi.com) é um sistema de certificação de edificações originário do

Reino Unido e do Canadá que vem sendo adotado nos Estados Unidos como uma alternativa ao sistema LEED – Leadership in Energy and Environmental Design, do US Green

Building Council (USGBC). Ele resulta em uma classificação que varia entre um e quatro green globes (globos verdes) para um projeto, conforme o percentual de pontos máximos que o projeto alcance (veja a Figura 6.1). A Green Building Initiative (GBI), a proponente norte-americana do

Green Globes, descreve esse sistema de certificação como uma ferramenta revolucionária de gestão da sustentabilidade ao incluir um protocolo de avaliação, um sistema de certificação e um guia para a adoção do projeto ecológico nos prédios comerciais. O protocolo de avaliação baseado na web preenchido pela equipe de projeto facilita o trabalho de verificação por terceiros. Foi elaborado para ser uma abordagem interativa, flexível e de baixo custo para avaliação e certificação de edificações projetadas ou já construídas.

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Medium 9788521625278

PARTE I - Capítulo 5 - Comparação das Estratégias para Melhorar o Desempenho do Sistema

MARTLAND, Carl D. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

5

Comparação das Estratégias para Melhorar o Desempenho do

Sistema

A ideia básica é definir as alternativas em um nível de detalhe apenas suficiente para permitir que as diferentes partes interessadas as classifiquem pelo menos em termos de conveniência, segundo cada critério identificado.

Theodor J. Stewart, “Thirsting for Consensus: Multicriteria Decision Analysis

Helps Clarify Water Resources Planning in South Africa,”

OR/MS Today (Abril de 2003): 30−34

CONCEITOS DO CAPÍTULO

Seção 5.1 Introdução

Seção 5.2 Apresentação de Todos os Resultados em Termos Monetários

Vantagens de utilizar uma métrica monetária para vários critérios

Dificuldade de expressar todas as medidas em termos monetários

Seção 5.3 Valor Presente Líquido: Comparação dos Custos e Benefícios Atuais e Futuros

Desconto dos custos e benefícios futuros

Valor presente líquido dos custos e benefícios

Seção 5.4 Medição da Eficiência em Termos de Custo

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Medium 9788582605110

O Edifício de Escritórios da Friedrichstrasse

Francis D.K. Ching; Mark Jarzombek; Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

1900 d.C.

17.136  Plantas do projeto para o Edifício de Escritórios da Friedrichstrasse e para arranha-céus de vidro, Berlim

17.137  Proposta para o Edifício de Escritórios da Friedrichstrasse

O EDIFÍCIO DE ESCRITÓRIOS

DA FRIEDRICHSTRASSE

Em 1921, foi lançado um concurso para o projeto de uma torre comercial na Friedrichstrasse, em

Berlim. Apesar de Ludwig Mies van der Rohe

(1886–1969) não ter vencido, em grande parte por ter ignorado todas as normas do prospecto, seu projeto entrou para a história dos arranha-céus, devido a seu caráter radicalmente inovador. Mies iniciou seu aprendizado com o pai, como pedreiro de cantaria. No entanto, seu talento levou-o a Berlim, onde trabalhou durante algum tempo para Bruno Paul, um dos mais influentes arquitetos da Art Nouveau na Alemanha, e depois para o arquiteto Peter Behrens, mais voltado para o Modernismo.

As casas construídas por Mies na década de

1920 eram, sem dúvida, funcionais, mas é difícil considerá-Ias criativas. Elas contrastavam muito com seus trabalhos que não foram construídos, os quais eram bastante imaginativos e representavam uma extensão lógica da emergente estética modernista. Sua proposta para o concurso de arquitetura da torre de escritórios, por exemplo, mostra um composto de três torres prismáticas angulares, conectadas no centro por um núcleo de circulação, com um espaço cilíndrico aberto livre de alto a baixo. O esqueleto de aço, com lajes de piso em balanço, era totalmente fechado com vidro. O projeto reduzia o edifício a seus elementos fundamentais: o núcleo de circulação e as cápsulas (pods) dos escritórios. O núcleo que contém as escadas, os elevadores e os banheiros

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O Estabelecimento do Budismo Chinês e da Ásia Central

Francis D.K. Ching; Mark Jarzombek; Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

Leste da Á sia

Cavernas de Qizil Deserto de Taklamakan

Cavernas de Mogao

Cavernas de Yungang

Dinastia Wei Setentrional

Bamiyan

Heftalitas

Cavernas de Longmen

Mar da China Oriental

Tribos tibetanas

Dinastia Jin Oriental

Cavernas de Ajanta

Cavernas de Lonovala

Mar da China Setentrional

Baía de Bengala

8.12  O budismo na Ásia Central

O ESTABELECIMENTO DO BUDISMO

CHINÊS E DA ÁSIA CENTRAL

No século VI da Era Cristã, o budismo Mahayana havia se estabelecido na China, abrindo caminho até a Coreia e, de lá, cruzado o mar rumo ao

Japão. Nunca se apoiando na espada, o budismo se espalhou ao longo das rotas de comércio, aproveitando a relação simbiótica entre as comunidades monásticas e os mercadores itinerantes.

No século VII, o tráfego entre a China e o Sul da

Ásia era intenso. Na literatura chinesa, a Índia, e não a Europa, era chamada de o “Reino Ocidental”. Além da seda, principal artigo de luxo, os reinos do Sul da Ásia importavam cânfora, erva-doce, cinabre, couro fino, peras e pêssegos da China. Os chineses, muito mais autossuficientes, pareciam interessados principalmente no budismo. O imperador Ming-di, da Dinastia Han, foi o primeiro a convidar oficialmente monges budistas indianos a visitar a China para traduzir para o chinês os sutras budistas. Em 64 d.C., após uma longa e árdua viagem, Dharmaratna e

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